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sábado, 27 de setembro de 2025

O Lobo perde o pelo, mas não o vício

Para escrever sobre este tema, usei precipuamente a IA, mas também verifiquei alguns sites judeus em inglês que tratam do tema. Contudo, como sempre digo, não sejam reféns de minhas palavras: pesquisem! Busquem a verdade (João 8,32) e sejam livres! 



O Lobo perde o pelo, mas não o vício



Este acima é um provérbio que significa que, apesar de uma pessoa poder mudar de aparência ou circunstâncias externas, o seu caráter, os seus maus hábitos e/ou os seus vícios permanecem inalterados. É o caso de Robert Francis Prevost, vulgo “Papa Leão XIV”.

Certamente, ele é bem mais apresentável do que o Mario Jorge Bergoglio, vulgo “Papa Francisco”, e bem mais simpático do que o Joseph Aloisius Ratzinger, vulgo “Papa Bento XVI”, mas, na essência, continua igual a ambos e… bem mais perigoso porque está angariando, até entre os “tradicionalistas”, simpatia e adesão, tão saudosos que estão de ter um Papa para chamar de seu, e tão cansados que estão do combate, mas tão superficiais e fúteis que se contentam com miçangas e espelhinhos, como os nativos à chegada dos europeus em suas caravelas!!!

DOUTRINA, senhores!!! Doutrina e autoridade faltam a este senhor vestido de branco.

Quem tem ouvidos para ouvir, ouça” (S. Mateus 13, 9)! Basta ouvir o que ele diz para enxergá-lo como ele é. Quem ele é. Então, vamos ouvi-lo:




Agora, vamos desenhar para que todos compreendam o que é claro como o sol.

Prevost chamou os deicidas de “IRMÃOS”. Tem alguém que duvida disso? Reveja o vídeo, então!!! E procure o original, se duvida de nós.

domingo, 27 de novembro de 2016

Uma receita para tempos de Crise

Da mesma forma que o Padre Demarís, o Padre Roger Thomas Calmel, um dos primeiros sacerdotes a ter pressentido e resistido à crise na Igreja, que se difundia já rapidamente nos anos 60, traça as grandes linhas do comportamento do católico, que deve buscar força na vida interior para não se deixar transportar para a corrente dos erros e, assim, contribuir com a restauração da Igreja, restauração que deve começar na nossa alma.


"Em um período particularmente difícil, da vida da Igreja, em um tempo onde os socorros e os suprimentos mais necessários progressivamente vão diminuindo, devemos tomar cuidado de permanecer recolhidos em Deus, silenciosos, fervorosos na oração; antes de tudo para não esquecer o ensinamento da experiência, e isto quer dizer que o essencial não poderá jamais nos faltar; então, para ter a força de impedir, segundo as nossas forças, a extensão do caos e da anarquia que perturbam as almas e as perdem.

quarta-feira, 11 de novembro de 2015

EXISTE UMA CRISE NA IGREJA?


EXISTE UMA CRISE NA IGREJA?


Profecias


“Porque virá tempo em que os homens já não suportarão a sã doutrina da salvação. Levados pelas próprias paixões e pelo prurido de escutar novidades, ajustarão mestres para si. Apartarão os ouvidos da verdade e se atirarão às fábulas.”  

in II TIMÓTEO 4, 3-4

“40 anos antes do ano 2000, o demônio será deixado solto, por um tempo. Um sinal dos eventos que marcarão o fim dos tempos será: os sacerdotes deixarão de usar hábito santo e se vestirão como pessoas comuns; as mulheres se vestirão como os homens e os homens como as mulheres”.  

Revelações de Nosso Senhor a Santa Brígida.

“…Esta é a hora de Satanás, que tem a infame intenção de destruir a minha Criação. Grita, a alta voz, Minha filha, porque esse dia está próximo, e Satanás apressa-se a devastar nação a nação. O Meu Coração está despedaçado…”

Revelações de Nosso Senhor a Santa Brígida.

“Haverá um concílio ecumênico no próximo século, após o qual haverá o caos na Igreja.”    

Profecias de São João Bosco. Predição de 1862.

“E as igrejas também esperarão com uma forte lamentação, porque nem oblação nem incenso é presente, nem um serviço aceitável para Deus; mas os santuários das igrejas se tornarão como uma cabana num jardim, e os Sagrados Corpo e Sangue de Cristo não serão apresentados naqueles dias.  O serviço público de Deus deverá ser extinto.”  

- Santo Hipólito - Profecia do Século III

“A Igreja será punida porque a maioria de seus membros, altos e baixos; se tornará pervertida. A Igreja afundará mais profundamente até, ao fim, parecer extinta, e a sucessão de Pedro e os outros apóstolos ter expirado. Mas, depois disso, Ela será vitoriosamente exaltada à vista dos desconfiados.”  

- São Nicolau de Flüe - Profecia do Século XV

“Os sacerdotes, ministros de meu Filho, os sacerdotes, por sua má vida, por suas irreverências e sua impiedade em celebrar os Santos Mistérios, por amor do dinheiro, das honras e dos prazeres, os sacerdotes tornaram-se cloacas de impureza. Sim, os Padres pedem vingança, e esta está suspensa sobre as suas cabeças. Desgraçados dos padres e das pessoas consagradas a Deus, as quais, por suas infidelidades e sua má vida, crucificam novamente o meu Filho! Os pecados das pessoas consagradas a Deus clamam ao Céu e chamam a vingança, e ela está às suas portas, pois não se encontra ninguém para implorar misericórdia e perdão para o povo; não há mais almas generosas não há mais ninguém digno de oferecer a Vítima sem mancha ao Pai Eterno em favor do mundo.”  

- Aparição da VIRGEM MARIA em LA SALETTE.

“Muitos abandonarão a fé, e o número de sacerdotes e de religiosos que se separarão da verdadeira Religião será grande; entre essas pessoas encontrar-se-ão até mesmo bispos.”  

- Aparição da VIRGEM MARIA em LA SALETTE.

“No ano de 1864, Lúcifer, com um grande número de demônios, será solto do Inferno. Eles abolirão a fé pouco a pouco, mesmo nas pessoas consagradas a Deus. Os cegará duma tal maneira que, a não ser por uma graça especial, essas pessoas tomarão o espírito desses anjos maus. Muitas casas religiosas perderão inteiramente a fé e perderão muitas almas.”  

- Aparição da VIRGEM MARIA em LA SALETTE.
 

"Haverá em todos os lugares prodígios extraordinários, porque a verdadeira fé se extinguiu, e a luz falsa ilumina o mundo. Desgraçados dos Príncipes da Igreja que não se ocuparão senão com amontoar riquezas sobre riquezas, salvaguardar a sua autoridade e dominar com orgulho!”  
- Aparição da VIRGEM MARIA em LA SALETTE.

"O Vigário de meu Filho terá muito que sofrer, porque durante algum tempo a Igreja será entregue a grandes perseguições. Será o tempo das trevas; a Igreja terá uma crise medonha.”

- Aparição da VIRGEM MARIA em LA SALETTE
 
“Os governos civis terão todos um mesmo desígnio, que será o de abolir e de fazer desaparecer qualquer princípio religioso, para dar lugar ao materialismo, ao ateísmo, ao espiritismo e a toda a sorte de vícios.”

- Aparição da VIRGEM MARIA em LA SALETTE. 
 
“No ano de 1865 [lembrem-se que logo acima está escrito que "
No ano de 1864, Lúcifer, com um grande número de demônios, será solto do Inferno"], ver-se-á a abominação nos lugares santos, nos conventos apodrecerão as flores da Igreja e o demônio tornar-se-á como o rei dos corações. Aqueles que estão à frente das comunidades religiosas tomem cuidado com as pessoas que eles devem receber, porque o demônio usará de toda a sua malícia para introduzir pessoas entregues ao pecado, pois as desordens e o amor dos prazeres carnais se espalharão por toda a terra.”  
- Aparição da VIRGEM MARIA em LA SALETTE.

“Roma perderá a fé e tornar-se-á a sede do Anticristo.”  

- Aparição da VIRGEM MARIA em LA SALETTE.

“A Igreja será eclipsada. Em primeiro lugar, nós não saberemos qual é o verdadeiro papa.  Depois, o Santo Sacrifício da Missa cessará de ser ofertado em igrejas e casas; será tal que, por um tempo, não haverá serviços públicos.  Mas eu vejo que o Santo Sacrifício não cessou
realmente: ele será oferecido em celeiros, em alcovas, em cavernas e de forma subterrânea”.  
- MELANIE CALVAT – Vidente de Nossa Senhora em La Salette.

“Quase não se encontrará a inocência nas crianças nem pudor nas mulheres, e nessa suprema necessidade da Igreja, calar-se-á aquele a quem competia a tempo falar”  

- NOSSA SENHORA DO BOM SUCESSO – Aparição em Quito - Equador

“Tempos funestos sobrevirão, nos quais .... aqueles que deveriam defender em justiça os direitos da Igreja, sem temor servil nem respeito humano, darão as mãos aos inimigos da Igreja para fazer o que estes quiserem”  

- NOSSA SENHORA DO BOM SUCESSO – Aparição em Quito - Equador

O pequeno número de almas que guardará o tesouro da Fé e das virtudes sofrerá um cruel, indizível e prolongado martírio.”  

- NOSSA SENHORA DO BOM SUCESSO – Aparição em Quito - Equador

 

COMO SE PROTEGER DESSA CRISE?


"Guarda o precioso depósito [da fé], pela virtude do Espírito Santo”   
II Timóteo 1,14.

"Assim, pois, irmãos, ficai firmes e conservai os ensinamentos que de nós aprendestes”  

II Tessalonicenses, 2,15.

"Intimamos-vos, irmãos, em nome de Nosso Senhor Jesus Cristo, que eviteis a convivência de todo irmão que leve vida ociosa e contrária à tradição que de nós tendes recebido."  

II Tessalonicenses 3,6.

"Rogo-vos, irmãos, que desconfieis daqueles que causam divisões e escândalos, apartando-se da doutrina que recebestes. Evitai-os!"  

Romanos 16,17.

"Eu recebi do Senhor o que vos transmiti (...)" .

I Cor. 11,23.

"Eu vos lembro, irmãos, o Evangelho que vos preguei, e que tendes acolhido, no qual estais firmes."  

I Cor. 15,1.

"O que aprendestes, recebestes, ouvistes e observastes em mim, isto praticai, e o Deus da paz estará convosco."  

Filipenses 4,9. 

"Quando o pastor se transforma em lobo, é ao rebanho que, em primeiro lugar, cabe defender-se. Normalmente, sem dúvida, a doutrina desce dos Bispos para o povo fiel, e os súditos; no domínio da Fé, não devem julgar seus chefes. Mas há, no tesouro da Revelação, pontos essenciais que todo cristão, em vista de seu próprio título de cristão, necessariamente conhece e obrigatoriamente há de defender. O princípio não muda, quer se trate de crença ou procedimento, de moral ou de Dogma. [...]. Os verdadeiros fiéis são os homens que extraem de seu Batismo, em tais circunstâncias, a inspiração de uma linha de conduta; não os pusilânimes".  

Dom Prosper Guéranger


 


A REGRA DE SÃO VICENTE DE LERINS


“Todo cristão que queira desmascarar as intrigas dos hereges que brotam ao nosso redor, evitar suas armadilhas e se manter íntegro e incólume numa fé incontaminada, deve, com a ajuda de Deus, apetrechar sua fé de duas maneiras: com a autoridade da lei divina ante tudo, e com a tradição da Igreja Católica”

“Quod ubique, quod semper, quod ab omnibus”

Trad: O que em toda parte, sempre e por todos foi ensinado - isso é de fé católica.

"Muitos dos que se dizem católicos ajudam os ‘revolucionários’. São esses, sempre ‘moderados’, que estimam a ‘tranquilidade pública’ como o bem supremo. Esses ‘católicos tolerantes’, condescendentes, brandos, doces, amáveis ao extremo com os maçons e furiosos inimigos de Jesus Cristo, guardam todo seu mal humor para os que gritam «Viva a Religião!» e a defendem sofrendo contínuas penalidades e expondo suas vidas. Para eles, esses últimos são ‘exagerados e imprudentes’, que tudo comprometem com prejuízo dos interesses da Igreja" – Santo Ezequiel Moreno

*

quinta-feira, 9 de abril de 2015

Dezesseis perguntas para S.E. Mons. Fellay ainda à espera de um resposta!

Republico, porque oportuno e atual, ainda. E infelizmente. E também publico a versão original, em francês, e a versão em espanhol, que encontrei na web. A nota sobre o autor é minha.

Arséne Lupin de Leblanc

Dezesseis perguntas para S.E. Mons. Fellay

Texto escrito por um sacerdote católico com o codinome de Arsène Lupin¹, aos 03 de julho de 2012

Excelência, com todo o respeito que vos tenho, em vosso pesado encargo de Superior da Fraternidade Sacerdotal São Pio X, peço-vos que responda, nítida e claramente, às seguintes questões de vossos sacerdotes e de vossos fiéis inquietos:
  1. Continuareis a dar o sacramento da crisma sob condição aos fiéis que a receberam dos bispos conciliares?
  2. Continuareis a reordenar sob condição os sacerdotes que, tendo sido ordenados duvidosamente por bispos consagrados de acordo com o novo rito, se juntarão à Fraternidade?
  3. O reconhecimento canônico é acompanhado de um reconhecimento da validade dos matrimônios da Tradição que foram realizados até hoje, ou válida esses matrimônios como se eles não tivessem sido válidos até agora?
  4. Daqui a dez anos, no máximo, vai surgir a questão das sagrações, devido à idade de Mons. Williamson, nascido em 1940, e de Mons. Tissier de Mallerais, nascido em 1945. Esta questão foi resolvida ou, ao menos, abordada nas discussões com Roma?
  5. Os membros da Fraternidade São Pio X poderão continuar a criticar abertamente certos fatos e ensinamentos do Papa?
  6. O fareis vós mesmo, como o fizestes antes?
  7. No caso de uma Prelazia Pessoal, quem será o Superior Geral? Vós mesmo? Um membro da Fraternidade São Pio X? Um "romano"?
  8. Vós o sabeis?
  9. Mons. Lefebvre insistiu, em 1988, em uma comissão romana responsável por nos defender composta em sua maioria por membros da Tradição. Esta comissão está prevista?
  10. É composta em sua maioria por membros da Fraternidade?
  11. O Conselho Geral que assistirá o Superior Geral será composto de 6 membros, como vós mesmo o dissestes aos sacerdotes do Distrito da França. Esses 6 membros serão nomeados por Roma ou por vós ou pelo capítulo?
  12. Tendes conhecimento disso?
  13. Se houver um Conselho Geral composto por 7 membros, incluído vós, isso significa que não haverá mais capítulo?
  14. Está previsto, como para o IBP, que as contas financeiras das casas da Prelazia Pessoal estariam sujeitas aos bispos locais?
  15. Os sacerdotes da comunidade "Ecclesia Dei" poderão exercer um apostolado em nossas casas?
  16. Em sua entrevista recente à DICI, vós falastes de “tal bispo, que poderia (sic) nos confiar a direção de um seminário”. Dos mais de 5.000 bispos de todo o mundo, vós conheceis pelo menos 5 que vos tenham claramente convidado na diocese deles?
Arsène Lupin, um padre católico

Nota:
¹ Arsène Lupin é uma escolha interessante como codinome. Na minha infância na Itália, eventualmente assistíamos a uma série televisiva chamada Arsenio Lupin, il ladro gentiluomo (em francês: Arsène Lupin, gentleman-cambrioleur - literalmente: A.L., o cavalheiro-ladrão), que em português ficou conhecida como O Ladrão de Casaca. Principal obra do escritor francês Maurice Leblanc, Arsène é o Robin Wood da França da Belle Époque. Com um charme totalmente francês, ele avisava suas vítimas (sempre ricos aristocratas) antes dos furtos e, com certo ar blasé, ainda deixava seu cartão de visita e conseguia sempre "adquirir" o que pretendia, para espanto e desalento do Inspetor Ganimard. Leblanc, dizem, inspirou-se na vida de um certo Marius Jacob, personagem nada charmoso. Alguns mangakas inspiraram-se em Arséne para compor personagens que são famosos nos ambientes dos mangás. Arséne trava "duelos" com seu rival inglês "Herlock Sholmes" (óbvia brincadeira com o nome de Sherlock Holmes, na obra de Leblanc), para o qual acaba criando situações embaraçosas. São os francês rindo às custas dos ingleses, como sempre. Mas o que este Arséne "rouba" do original não tem nada a ver com os furtos, a sedução de belas mulheres ou qualquer outro feito ou evento mundano nada virtuoso; assemelha-se no espírito vivo, audacioso, impertinente, desafiador, engenhoso, mas, sobretudo, de um humor sutil e ferino. Se o personagem de Leblanc acaba sempre conseguindo o seu intento, com uma certa fineza e bom humor, este padre (sim, porque já sabe-se que é um padre) alcança os seus objetivos da mesma forma. Quem acompanha seus escritos há algum tempo não pode não compreender exatamente o que ele pretende dizer. Au revoir...

segunda-feira, 2 de junho de 2014

Sermões: Pequeno Resumo da Crise da Igreja - Pe. Cardozo

Pequeno Resumo da Crise da Igreja 


Rev. Pe. Ernesto Cardozo

Contagem/MG

 
Se não conseguir visualizar o vídeo no e-mail, clique aqui: http://youtu.be/Jz9Im2X9s9g


Ajude o apostolado do Rev. Pe. Cardozo, adquirindo alguns dos itens do Edições Cristo Rei, encomendando Missas (consulte a espórtula diretamente com o rev. Padre), ou fazendo uma doação aqui:



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terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

NÃO ME PERGUNTEM! por Robson Carvalho

Francisco
o verdadeiro!
Eu o compreendo perfeitamente, ao Robson. Eu mesma não tenho estômago para sequer olhar para "ele"; suas fotos me causam náuseas... E como pode isso se ele é quem é? Pode porque uma criatura nada é se não servir a Deus com exclusividade. Quem serve a Deus e... ao mundo não é católico, como dizia São Roberto Bellarmino. E paro por aqui para não adentrar publicamente um assunto que não ME diz respeito. Ainda não. 
Assim, em contraposição ao artigo anterior, que mostra onde se chega quando se deixa Deus "de fora", vamos ler este texto, que é, no fundo, o grito de dor de todo católico. Não dos "católicos adultos, certamente, porque esses, oh!, esses já se emanciparam de Deus, nosso Criador!  Já não querem a verdade!


* * *

NÃO ME PERGUNTEM!


Não me perguntem o que penso deste ou daquele pronunciamento, desta ou daquela conversa, do discurso diante de seminaristas, desta encíclica modernista que precisa ser explicada, nem das canonizações estilo fast-food de homens cujas únicas virtudes foram diminuir a fé perante as falsas religiões, foram colocar Cristo e Belial no mesmo nível, em um humanismo patético. Não me perguntem o que penso desta ênfase em se mostrar humilde, destes gestos, desta ânsia de querer simplificar tudo, de mudar tudo, reformar tudo, deste populismo religioso, desta vontade de abandonar a doutrina em favor da pastoral, como se a verdade não viesse acima de tudo, como se o Evangelho, com suas palavras de salvação, muitas vezes duras, tivesse deixado de ser a fonte regeneradora de uma sociedade pecadora, para se transformar num capacho a serviço do “amor” fraterno e da “liberdade” que “cada um tem de decidir o que é bem e o que é mal”.

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

A Última Batalha de Dom Luigi Villa

Recebemos de um amigo de Portugal o PDF "A Última Batalha de Dom Luigi Villa". Quem quiser baixá-lo para ler, basta clicar aqui

Para quem quiser divulgar, a autorização do autor é condicionada: sem cortes e com comentários católicos. Boa leitura! 

En ESPAÑOL (texto online). 

Giulia d'Amore


No PDF, A ÚLTIMA BATALHA DE DOM LUIGI VILLA,
Franco Adessa (Chiesa viva) descreve o plano que derrubou Bento XVI.

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quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

O SAPO ESTÁ SERVIDO: ou a nova cruzada de DOM Fellay!!! - O RETORNO!!!

Diante do ataque terrorista dos pupilos do senhor prior, republicamos o artigo que foi hackeado pelos sectários fellayanos que gostam de AGIR NAS TREVAS! 

Se "sumir" de novo, publicaremos de novo. Se sumir o blog, faremos outro. Vamos ver quem cansa primeiro. 

É espantoso esse oceano de virtudes que temos testemunhados, nesse último ano, nas capelas, igrejas e centro-de-missa de tolerância da Neo-FSSPX. 

Aproveitamos o ensejo para agradecer vivamente a pública demonstração de que "eles" seguem o Pale Ideas diariamente, mesmo que seja para nos atacar. Um Feliz Natal e um Próspero Ano Novo também para você!!!  



* * *


clique para ampliar
Há tempos vimos usando a metáfora do "cozinhar o sapo" para explicar a técnica pela qual Fellay & companhia vêm induzindo as pessoas de boa fé a segui-los em uma aventura para fora da Igreja Católica

Agora, podemos afirmar com certeza que "eles" estão convencido que o "sapo" está cozido! 

Explico aos que não acompanharam essa metáfora.


Sabe como se cozinha um sapo? Lentamente, e em água fria, porque, se colocar diretamente na água fervente, ele pula fora. 

Quem é o cozinheiro? A camarilha que tomou de assalto a FSSPX de Mons. Lefebvre: Fellay e seus cúmplices

Quem é o sapo? Você que continua frequentando os priorados e centros-de-missas comandados pelos padres que, de boa ou má fé, continuam seguindo Fellay. 

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

O REINADO SOCIAL DE NOSSO SENHOR JESUS CRISTO

O Papa Leão XIII na Encíclica "Immortale Dei" condena o que ele chama de "direito novo" segundo o qual, em nome da igualdade e dignidade comuns a todos os homens, rejeita-se qualquer autoridade, cuja origem não seja a mesma vontade humana: "Segue-se que o Estado, não se julga vinculado a nenhuma obrigação para com Deus, não professa oficialmente nenhuma religião... deve apenas a todas atribuir igualdade de direito civil, com o único fim de impedi-las de perturbar a ordem pública". Desaparece assim a realeza social de Nosso Senhor Jesus Cristo e, consequentemente se dificulta enormemente a salvação das almas. Na outra Encíclica "Humanus Genus" Leão XIII denuncia o Estado leigo, rigorosamente neutro em matéria religiosa, como o meio considerado apto pelas forças secretas para aniquilar e "destruir toda disciplina religiosa e social" cristãs. As forças secretas inculcam deste modo, que "nas diversas formas religiosas, não há razão alguma de se preferir uma à outra, pois todas devem ser postas em pé de igualdade".

E adverte o Papa: "semelhante princípio basta para arruinar todas as religiões, e particularmente a Religião católica, porquanto sendo a única verdadeira, não pode ela, sem sofrer a última das injúrias e das injustiças, tolerar lhe sejam igualadas as outras religiões". Daí o laicismo do Estado, "o grande erro do tempo presente". Para o Estado laico, o cuidado da Religião é algo inteiramente indiferente. Em um semelhante Estado, é impossível o Reino de Jesus Cristo. 


São Pio X na Carta Apóstolica "Notre Charge apostolique" diz: "Não há verdadeira civilização sem civilização moral, e não há verdadeira moral sem verdadeira religião". "A verdade, dizia ainda São Pio X, é "una e indivisível, eternamente a mesma, e não se submete aos caprichos dos tempos" ( Enc. "Iucunda Sane", 1904). 

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Bergoglio, Twitter & followers

Mais um belo texto de Gnocchi e Palmaro. Certamente pesa, agora, a perseguição que passaram a sofrer por ter ousado criticar o novo "queridinho" do mundo, mas não mentem, não são desonestos. Vale a pena ler e refletir a respeito. 




Papa Inocêncio III (1161-1216), Lottario dos Condes de Segni, foi o mais poderoso Soberano da Igreja que a história da Cristandade conheça: para ele, Igreja e Império não eram que dois aspectos complementares do mesmo mandato divino.

Papa Francisco, Jorge Mario Bergoglio, através dos meios de comunicação global, está se tornando o mais famoso personagem de todo o mundo contemporâneo e virtual, da forma como o revelam Gnocchi e Palmaro em seu artigo realista e permeado de católica amargura, que apareceu em “il Foglio” de ontem, e que aqui apresentamos. Francisco alcançou dez milhões de seguidores no Twitter, ou seja, dez milhões de fãs. Além disso, milhões de pessoas clicam em “curtir” Bergoglio no Facebook. Milhões de pessoas entram em chats, de um continente para outro, para dizer: “Viva Papa Francesco”... Mas tudo isso é goliardo[1], como o foi o “Flash Mob” dos 1.200 bispos em Copacabana[2], durante a Jornada Mundial da Juventude neste verão: esta é a era dos grandes jograles[3] (do provençal-occitano “joglar”, que, por sua vez, deriva do lema latino “iocularis”), não só políticos, mas também religiosos.

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Gnocchi e Palmaro: Desse Papa não gostamos

Desta vez meus escritores italianos contemporâneos preferidos (pelo estilo, não pela doutrina, porque ainda mais conservadores do que tradicionalistas, embora não "normalistas") não usaram da típica linguagem salpicada de humor sarcástico, colocaram o dedo na ferida. Não há católico que possa ouvir calado o que Bergoglio diz. Falo aqui do católico verdadeiro, não do "normalista" a que eles se referem no texto, para quem as coisas nunca foram tão normais, um papa nunca foi tão católico e nunca disse tanto a verdade, "embora com outras palavras"... 

Mala tempora currunt... 

Vamos ao texto. Incorporei as notas ao texto por ser mais prático. Incorporei também os links. 


Bergoglio non vá!


Bergoglio: a pasta surrada e a cruz de ferro
Quanto tenha custado a impressionante exibição de pobreza de que papa Francisco foi protagonista no dia 04 de outubro em Assis não foi divulgado. Claro que, em tempos em que está tão na moda a simplificação, somos tentado a dizer que a histórica jornada foi bem pouco franciscana. Uma partitura bem escrita e bem interpretada, se se quiser, mas privada do quid que fez único o espírito de São Francisco, o santo: a surpresa que desloca o mundo. Francisco, o papa, que abraça os doentes, que se aproxima da multidão, que diz piadas, que fala de improviso, que utiliza um Panda [carro popular da Fiat, na Itália – NdTª.], que larga os cardeais no almoço com as autoridades para ir sentar-se à mesa dos pobres era o que mais seguro havia de se esperar, e pontualmente aconteceu. Claro que com grande concorrência da imprensa católica e para-católica a exaltar a humildade do gesto, sem deixar de suspirar de alívio porque, desta vez, o papa falou sobre o encontro com Cristo. E da [imprensa] laica a dizer que, agora, sim, a Igreja se coloca em sintonia com os tempos. Tudo o que poderia desejar um titulista medíocre que tem pressa de fechar a edição do jornal, e seja-o-que-deus-quiser.

Não houve nem mesmo a surpresa do gesto clamoroso. Mas, até mesmo isso, teria sido coisa muito pequena, tendo em vista o que papa Bergoglio tem dito e feito em apenas meio ano de pontificado, que culminou na troca de piscadelas com Eugenio Scalfari e na entrevista a “Civiltà Cattolica.

segunda-feira, 22 de julho de 2013

“Momento Delicado”, por Ir. Joaquim Daniel Maria de Sant’Ana, FBMV.

Bom aqui está um exemplo do que é urgente publicar! O Irmão Joaquim praticamente desenha a coisa como ela é. Clara e cristalina. Esses indecisos me tiram do sério! Vivem sempre à espera da ação do outro, quando eles já têm a verdade! Que descuido com sua própria alma! Até parece que a encontraram no lixo! A salvação é assunto para este exato momento, porque nenhum de nós sabe se acordará amanhã, ou se estará vivo daqui a cinco minutos... Como podem esperar por dom Fellay se decidir em que Igreja ele quer estar? Ou Monsenhor Lefebvre mentiu quando disse que "aquela" NÃO É a Igreja Católica, porque "aquelas" autoridades eram (e continuam) apóstatas?! E se "aquela" não é a Igreja Católica... porque raios dom Fellay quer se "reintegrar" a ela e ser reconhecido por ela? Que permissão pode nos dar? Que reconhecimento? Erra dom Fellay, sem dúvida, mas erram muito mais os que estão "obedientemente" dependendo do próximo passo dele, nesse vai e volta de suas "boas intenções", nesse faniquito de estar em plena comunhão com a igreja do Vaticano II. Eu fico com Mons. Lefebvre: eu continuo excomungada da Igreja dos Ursinhos Carinhosos, à qual nunca pertenci e não pretendo pertencer agora. Eu não sai de lugar algum para precisar nele voltar e ser reconhecida e ter permissão disso ou daquilo! Estão de brincadeira??? 

Vamos ao texto. Grifos nossos. 

"Mas eles querem garantias de um papa modernista, servo da Roma conciliar, querem garantias de se opor publicamente aos erros e a seus autores, seja quem for. Então querem que o papa lhes conceda o direito de se opor publicamente aos erros do próprio papa? Seria a normalização canônica mais ridícula da história da Igreja".

segunda-feira, 15 de julho de 2013

A DECADÊNCIA «PATÉTICA» DO PENSAMENTO TRADICIONALISTA

Assis 2011
O episódio do Cavalo de Troia, a que se refere Homero na Ilíada, se ajusta bem ao que aconteceu com a Cidadela da Igreja católica na qual introduziu-se o espírito do Vaticano 2º.

Ora, no tempo do cerco de Troia, Laocoonte, sacerdote de Apolo, pressentiu o perigo que o cavalo de madeira construído pelos gregos e abandonado em frente às muralhas de Troia representava, pelo que se opôs à ideia que fosse introduzido dentro dos muros da cidade e arremessou sua lança contra o Cavalo. Mas Laocoonte, contra a vontade de Apolo, se havia casado e teve filhos. Por isto, quando sacrificava a Netuno, divindade dos mares e amigo dos gregos, Apolo enviou duas serpentes marinhas que mataram o Sacerdote e seus filhos, como se vê na famosa escultura, que está no Vaticano.

terça-feira, 11 de junho de 2013

MODERNISMO: A pior forma de praticar o mal é relativizar o bem

CLEMENTE XIV E JOÃO XXIII: NENHUMA SEMELHANÇA! A pior forma de praticar o mal é relativizar o bem

por Alberto Carlos Rosa Ferreira das Neves Cabral


O despotismo iluminado constituiu um horrível flagelo para a Santa Madre Igreja, bem como para o povo miúdo que, em parte, ainda conservava a Fé Católica.

A Paz de Vestefália em 1648 ratificara a divisão religiosa da Europa, laicizara as classes dirigentes, e aniquilara definitivamente a soberania do Romano Pontífice sobre as monarquias europeias.

O Papa Inocêncio X condenou formalmente a referida “Paz” na bula “Zelus domus Dei”, declarando inválidos os artigos do Tratado, como contrários à Santa Igreja de Deus, e inimigos dos superiores interesses religiosos dos povos.

É falso proclamar-se que a laicização da Europa começou com a revolução de 1789. Começou muito antes. A revolução de 1789, como ponto de chegada, destruiu estruturas hierárquicas e orgânicas, sim, mas estruturas essas QUE JÁ NÃO INCORPORAVAM UM VERDADEIRO CONTEÚDO SOBRENATURAL- ERAM VAZIAS. SOBRETUDO EM FRANÇA. (1)

Nos princípios do século XVIII a maçonaria (a qual constituía um desenvolvimento político-estratégico da Reforma) propunha-se já a completa destruição da Santa Igreja Católica.

Em 1751 começava, numa quase legalidade, a edição da “Enciclopédia de artes e ofícios”; manhosa e hipócrita, utilizava os mesmos métodos subliminais que o Vaticano II, dois séculos mais tarde, utilizaria para destruir a Santa Madre Igreja, por exemplo: o artigo sobre o Santo Sacrifício da Missa é, MATERIALMENTE, cem por cento correto; todavia uma nota à margem do texto remete o leitor para o artigo SOBRE OS CULTOS PAPUAS.

O Vaticano II não inventou nada. PORQUE OS SEUS MÉTODOS VÊM DO DIABO: A PIOR FORMA DE PRATICAR O MAL É RELATIVIZAR O BEM.

A Companhia de Jesus constituía a fina-flor das tropas de combate da Santa Madre Igreja. Os déspotas “esclarecidos” assestaram sobre ela todas as suas baterias: Aranda, primeiro-ministro de Espanha, chegou ao despudor de mandar forjar provas duma pretensa conspiração dos filhos de Santo Inácio contra o rei Carlos III.

Pombal, como se sabe, desgraçadamente, pode contar com a debilidade do futuro Cardeal Saldanha, que tinha sido nomeado pelo Papa Bento XIV visitador encarregado de verificar as acusações de Pombal contra os filhos de Santo Inácio; Saldanha nada verdadeiramente investigou e tudo confirmou. Pela mão de Pombal foi recompensado com o Patriarcado de Lisboa. Pombal não foi apenas um político ateu, foi também um verdadeiro criminoso de delito comum; declarou livres os índios do Brasil, não por humanitarismo, mas para os subtrair ao governo caridoso dos filhos de Santo Inácio nas benéficas reduções que estes haviam criado.

Os déspotas ateus não se contentaram em expulsar os filhos de Santo Inácio dos seus Estados. Consideravam isso apenas como o podar da árvore - eles queriam abater a própria árvore.

O Papa Clemente XIV, de seu nome de batismo Vicenzo Ganganelli, teria sido eleito em 1769 contra a promessa de extinguir a Companhia de Jesus. Seja como for, era um homem de fraco caráter, inapropriado para épocas de aceso combate. A pressão das cortes do despotismo iluminado no sentido da extinção da Companhia de Jesus era imensa, com ameaças formais de cisma.

A extinção da Companhia de Jesus em 8 de Junho de 1773, pelo breve “Dominus ac Redemptor”, constituiu um ATO DE PRUDÊNCIA GOVERNATIVA DE FORMA ALGUMA INTEGRADO NA PRERROGATIVA FUNCIONAL DA INFALIBILIDADE.

Se é verdade que podemos e até devemos abster-nos dum ato bom, duma providência legislativa ou administrativa acertada, no caso de existir completa desproporção ontológica entre tal disposição e a forma político-social do meio que a deve incorporar, resultando daí mais mal do que bem - NUNCA PODEMOS PRATICAR O MAL EM SI MESMO, SEJAM QUAIS FOREM AS CONSEQUÊNCIAS.

Todavia a extinção da Companhia de Jesus em 1773 constitui mais uma providência administrativa excepcional e temporária, para evitar um mal maior, segundo a óptica de Clemente XIV, do que uma disposição constitutivamente de Direito. Quer dizer: Embora se consubstanciasse num ato positivo, a supressão da Companhia de Jesus ordenava-se a evitar um mal maior mediante uma tolerância de facto dum mal considerado menor. Poderá ter constituído um erro PURAMENTE INTELECTUAL de apreciação; MAS NÃO SE FUNDAMENTOU NUMA CORRUPÇÃO DO RACIOCÍNIO FUNCIONAL. Portanto a supressão da Companhia não foi uma supressão de direito, mas de facto. Tanto assim que os filhos de Santo Inácio continuaram a sua atividade organizada na Rússia, na Prússia, na Polónia e em certas zonas da Suíça. Infelizmente tratou-se dum sacrifício inútil: as elites maçonizadas dos países de antiga tradição católica continuaram a sua militância contra a Santa Igreja de Deus com a satânica explosão da revolução de 1789 e as mentecaptas campanhas napoleônicas.

Em 7 de Agosto de 1814, o grande Pio VII restabelecia plenamente a Companhia de Jesus pelo breve “Sollicitudo omnium ecclesiarum”.

Muito diferente é o processo de João XXIII, aliás, Ângelo Roncalli. Influenciado fatalmente pelo modernismo, possuidor de largo cadastro no Santo Ofício, cedo foi integrado no plano maçônico de destruição da Santa Madre Igreja a partir do seu interior. Portanto aqui já se efetivava UMA CORRUPÇÃO ESSENCIAL E CONSTITUTIVA DA FUNÇÃO, POIS QUEM CONSPIRA PARA DESTRUIR A SANTA IGREJA NÃO PODE POSSUIR A INTENÇÃO FORMAL DE FAZER O QUE FAZ A IGREJA.

Num processo de eleição papal há que distinguir a matéria remota que é a eleição propriamente dita, a matéria próxima que consiste na aceitação formal do eleito, e a forma, a qual se consubstancia na investidura da função papal conferida direta e imediatamente pelo próprio Nosso Senhor Jesus Cristo ao eleito.

Ora Roncalli em consequência de estar integrado num processo diabólico de destruição da Santa Madre Igreja, perpetrado pela maldita maçonaria, ainda que validamente eleito (facto muito duvidoso) NÃO POSSUÍA AS DISPOSIÇÕES NECESSÁRIAS PARA SER INVESTIDO POR NOSSO SENHOR JESUS CRISTO COMO SEU VIGÁRIO; NA EXATA MEDIDA EM QUE A INTENÇÃO MALVADA DE RONCALLI CONSUBSTANCIAVA UMA REALIDADE PÚBLICA DE DIREITO, A PRINCÍPIO NÃO NOTÓRIA, MAS TENDENDO NECESSARIAMENTE A TORNAR-SE NOTÓRIA.

A aceitação universal pela Santa Igreja do seu pontificado processou-se na sua época, não posteriormente, perante os desenvolvimentos do processo de autodestruição da Santa Igreja.

Nunca nos devemos olvidar que a preparação do concílio iniciou-se tradicionalmente com a Cúria romana e as Sagradas Congregações - foi Roncalli que depois, deliberada e premeditadamente, a torpedeou, utilizando para isso a Comissão para a unidade dos cristãos dirigida pelo Cardeal Bea. E foi ainda Roncalli quem apelou aos “ateólogos” da morte de Deus para virem a Roma integrar-se no Concílio, “ateólogos”, recordemos, proscritos por Pio XII. Tudo premeditado para destruir a Santa Igreja de Deus.

Existe pois uma distância infinita entre um Clemente XIV, fraco, pouco luminoso no raciocínio funcional, mas sem corrupção na intenção formal; e um João XXIII verdadeiro “papa” , sim, mas “PAPA DA MORTE DE DEUS”.

É necessário um esclarecimento complementar: Constituindo a validez duma jurisdição papal um facto dogmático, que é uma síntese racional entre uma realidade revelada e um facto humano, a negação dessa mesma jurisdição constitui igualmente um facto dogmático e nunca uma proposição de Fé Católica.

NOTA (1) - O mesmo sucedeu na Espanha de Franco: em virtude da enorme descristianização da sociedade, a forma político-coactiva, embora séria, não foi suficientemente vigorosa para facultar conteúdo sobrenatural autêntico às estruturas hierárquicas e orgânicas constituídas; Estas não produziram nenhum mal, mas também não foram eficazes no BEM. Por isso desapareceram em 18 meses, sem deixar vestígios.

LOUVADO SEJA NOSSO SENHOR JESUS CRISTO

Lisboa, 8 de Junho de 2013

Pro Roma Mariana | junho 9, 2013

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João XXIII e a cruz peitoral "illuminati"

cruz peitoral de João XXIII

João XXIII: a morte de Deus

Clube de Paris

Bispo de Auriol


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sexta-feira, 5 de abril de 2013

PROFECIAS: Nossa Senhora de Quito II

Mais um artigo sobre esta intrigante aparição de Nossa Senhora em Quito. Lembrando que a publicação de artigos que já foram publicados em sites ou escritos por pessoas ligados à TFP não nos torna "cúmplices" deles.  

NOSSA SENHORA DO BOM SUCESSO: PROFECIAS E ESPERANÇAS PARA NOSSOS DIAS



Nossa Senhora do Bom Sucesso
Rogai por nós, que recorremos a Vós!
No final do séc. XVI e no séc. XVII, Nossa Senhora previu, mediante uma série de aparições e revelações ocorridas no Equador, catástrofes espirituais e materiais para o nosso século XX, que chega ao seu fim…
Plinio Maria Solimeo


Francisco del Castilho estava atônito. Viera dar a última demão à imagem que esculpira e não só a encontrara terminada, mas transformada até nos entalhes.

“Madres! esta imagem não é obra minha, mas angélica”, exclamou tomado de temor reverencial.

Madre Mariana de Jesus Torres e suas monjas sabiam que isto era verdade. A imagem de Nossa Senhora do Bom Sucesso, que o hábil escultor iniciara, fora milagrosamente terminada por Anjos que entoavam o hino “Salve Sancta Parens”, ouvido por toda a Comunidade…

Não era a primeira vez que Mariana de Jesus Torres y Berriochoa, uma das sete espanholas fundadoras do Monastério Real de la Limpia Concepción, em Quito, deparava-se com um fato dessa natureza.

Sua vida, desde os 13 anos de idade, não tinha sido senão um contato contínuo com o sobrenatural.

As aparições de Nosso Senhor, de Sua Santa Mãe, de Santos e de demônios, eram-lhe frequentes. A essa filha de Santa Beatriz Silva foi desvendado o futuro como a poucos. E as revelações que lhe foram feitas, sobretudo as concernentes aos nossos dias, impressionam pela precisão, riqueza de detalhes e semelhança com as de Fátima.

quinta-feira, 28 de março de 2013

BERGOGLIO: Periferias existenciais e mundanidade espiritual

As "periferias existenciais" já haviam sido tema de Bergoglio - o Cardeal - em Aparecida, em 16 de maio de 2007 (6 anos atrás), no V CELAM. O resumo abaixo:


O Espírito Santo libera à Igreja de gnoses e a faz evangelizadora, destaca Card. Bergoglio

APARECIDA, 16 Mai. 07 (ACI) .- O Arcebispo de Buenos Aires, Cardeal Jorge Mario Bergoglio, assinalou que o Espírito Santo que o Senhor promete antes de ir-se, libera à Igreja “da suficiência do próprio conhecimento que a leva a gnoses” e a envia a evangelizar.

O Cardeal argentino, que presidiu a Missa com a que se iniciou este quarto dia de trabalhos na V Conferência Geral do Episcopado Latino-americano e do Caribe, explicou em sua homilia que “quando vier o Espírito nos abrirá caminho. O primeiro caminho que nos abre é para o mistério”.

“Vai levando a essa sapiencialidade cognitiva que destrói toda pretensão gnóstica da Igreja. Para que seu povo, sua Igreja seja uma Igreja adoradora, lhe orem”, acrescentou.

Depois de afirmar que é o Espírito Santo quem “empurra à Igreja”, o Arcebispo de Buenos Aires afirmou que além “a projeta para as periferias, não só geográficas, nem as do mundo conhecido, nem a cultura, mas sim as existenciais. O Espírito nos conduz para toda periferia humana. Tantas periferias que devemos evangelizar!”

Este Espírito é o criador da diversidade da Igreja, dos carismas que se vão suscitando. Vai fazendo o mais diversa possível e amassa a unidade na harmonia. Isto nos promete Jesus: este Espírito”, disse o Cardeal, quem presidiu a Eucaristia acompanhado pelos cardeais Julio Terrazas e Juan Luis Cipriani, da Bolívia e do Peru respectivamente, O Espírito Santo “nos libera da suficiência do próprio conhecimento que nos leva a gnoses. Espírito que nos libera de ser uma Igreja auto-referenciai”, precisou.

“Todos juntos com a Maria, a Mãe do Senhor, pedimos ser fortalecidos pelo Espírito. Não queremos ser uma Igreja auto-referenciai mas sim missionária, não ser gnóstica mas sim adoradora. Povo e pastores dialogamos segundo o Espírito e oramos. Somos instrumento do Espírito Santo”, disse o Cardeal.

“Peço ao Senhor Jesus que, ao nos ver aqui reunidos com a Maria a Mãe do Senhor, envie-nos o Espírito que nos abra caminho para o mistério e a dispersão evangelizadora. Que fomente em nós esse formoso diálogo entre povo e pastores”, prosseguiu. Finalmente, o Cardeal recordou a Santo Turíbio de Mogrovejo, Padroeiro do Episcopado Latino-americano, de quem disse que “dedicou seus 22 anos de episcopado a dialogar com seu povo. Nunca se separou de seu povo, que embora estava segregado nunca se sentiu excluído”.

Data Publicação: 17/05/2007

http://blog.cancaonova.com/vidanova/2008/07/11/o-espirito-santo-libera-a-igreja-de-gnoses-e-a-faz-evangelizadora-destaca-card-bergoglio/


Obviamente, foi traduzido do espanhol, talvez com o Google. Não revisamos.

Em espanhol:


Desgrabación de la homilía del cardenal Jorge Mario Bergoglio, arzobispo de Buenos Aires y Primado de la Argentina en la celebración eucarística en Aparecida, Brasil (16 de mayo de 2007)

A la hora de pasar de este mundo al Padre, es decir, en un ambiente de despedida, Jesús hace todas estas recomendaciones que nos gusta tanto saborear y repetir y que, de alguna manera, las traspolamos en este tiempo pos-pascual: entre la Pascua y Pentecostés.

Y empieza Jesús en el pasaje de hoy  haciendo una advertencia: tengo muchas cosas que decirles pero ahora no las van a entender.

Habían convivido con Jesús estos días post pascuales y, sin embargo, todavía no entendían. En el momento mismo de la Ascensión le preguntarán si ya va a instaurar el Reino aquí, y el Señor  les reprocha su incredulidad. Hay algo que impide entender. Pero el Señor les dice: cuando venga el Espíritu ahí sí. El será el encargado de enseñarles todas estas cosas que yo ahora, por más que se las diga, no las pueden entender.

Y llama la atención la expresión: cuando venga el Espíritu de la verdad, él os introducirá en toda la verdad. Es decir, el Espíritu es  aquel que nos introduce en la verdad, aquel que nos abre camino. Es propio del Espíritu abrir camino, y el primer camino que nos abre es hacia el misterio. El espíritu de Jesús nos introduce en el misterio y nos va llevando a esa sapiencialidad cognoscitiva que destruye toda pretensión gnóstica en la Iglesia.

El Espíritu que nos lleva al misterio para que su pueblo, su Iglesia, sea una iglesia adoradora, orante ante el misterio de Dios. Nos abre camino hacia el misterio de Dios. Y por otro lado el mismo Espíritu es el que de alguna manera va a provocar  la dispersión de ese pequeño  grupo. O a través de esa fuerte persecución en Jerusalén, o a través de inspiraciones: o sea Felipe andate al camino de Gaza porque por ahí va a pasar un ministro de Economía de la reina de  etiopia que hay que bautizar y  evangelizar, o a Pedro con Cornelio, o a  Pablo con el macedonio, o a Pablo inspirándole encontrar las semillas del verbo en este templo de Atenas, o a Pablo dándole el coraje de encararlo a Pedro cuando cae en la tentación del respeto humano. El mismo Espíritu es quien va suscitando todas estas cosas en esta Iglesia que se extiende, más aun el espíritu la empuja: Mándame a Silas y a Timoteo, no entres en Bitinia, así le va marcando, es decir la  proyecta hacia las periferias, no sólo las periferias geográficas, no sólo las periferias del mundo conocido de la cultura,  sino las periferias existenciales.

El Espíritu es el que nos conduce, también nos lleva por el camino hacia toda periferia humana: la del no conocimiento de Dios de tanta gente, la de la injusticia, la del dolor, la de la soledad, la del sin sentido de la vida, tantas periferias existenciales que debemos evangelizar, pero es el Espíritu el que nos ha de llevar allí. Por lo tanto este mismo Espíritu  nos introduce por un lado en el misterio de Dios para que su Iglesia sea adoradora y orante y por otro lado nos dispersa hacia toda periferia existencial para que su Iglesia  sea  evangelizadora. Este Espíritu es el creador de la diversidad de la Iglesia y va sembrando carismas a uno una cosa, al otro la otra y a la comunidad la va haciendo lo más diversa posible y mientras siembra la diversidad, amasa la unidad en la armonía porque Él es la armonía. Esto es lo que nos promete Jesús, esto es lo que nos va a mandar, este Espíritu. Un Espíritu que nos libra de la suficiencia del propio conocimiento la que nos lleva a la gnosis. Un Espíritu que, al empujarnos a la evangelización, nos libra de constituirnos en una Iglesia autorreferencial, como la mujer encorvada del evangelio que no hace más que mirarse a sí misma, y el pueblo de Dios por allá. Y, en esa tensión entre estas dos trascendencias, el misterio de Dios y las periferias humanas, se mueve nuestra vida de discípulos y de bautizados.

Así caminamos en la Iglesia, todos,  todos  somos discípulos desde el bautismo. El Señor, de este pueblo de Dios, saca algunos, los  separa pero no los excluye, para que sean pastores, separados pero no excluidos, incluidos en el pueblo y es el espíritu el que va  fomentando ese dialogo tan hermoso entre el pueblo y su pastor. Hoy estamos aquí, todos bautizados algunos de nosotros segregados pero no excluidos de este mismo pueblo para ser pastores, todos juntos junto a María la Madre del Señor pidiendo ser fortalecidos en el Espíritu. Porque no queremos ser una Iglesia autorreferencial sino misionera,  no queremos ser una Iglesia gnóstica sino adoradora y orante. Pueblo y pastores constituyendo este santo pueblo fiel de Dios que goza de la infalibilitas in credendo,  todos juntos con el Papa, Pueblo y Pastores dialogamos según el Espíritu nos lo inspire, y oramos juntos y construimos la Iglesia juntos, mejor dicho somos instrumentos del Espíritu que la construye.

Le pido al Señor Jesús,  que al vernos aquí reunidos junto a María, la Madre del Señor, nos envíe este Espíritu que nos abra camino hacia el misterio y hacia la dispersión evangelizadora y que fomente en nosotros ese hermoso dialogo entre el pueblo y su pastor. Quiero terminar con una imagen de este dialogo, una tierna imagen; ese gran Pastor que, de 22 años de episcopado, 18 los pasó fuera de su ciudad recorriendo por tres veces su territorio, Santo Toribio, dialogando con su pueblo, y porque nunca se apartó de su pueblo, porque si bien estaba segregado pero nunca se sintió excluido sino incluido, pudo hacer lo que hizo en América. Y de ese dialogo de 18 años largos recorriendo, rescato la imagen: una escena que nos queda en la memoria de ese dialogo fogoso, hermoso: rescato el acorde final, el pastor entregando su alma a Dios junto a un aborigen que le tocaba la chirimía para que el alma de su pastor se sintiera en paz. Ojala podamos vivir estas cosas. Que el Señor nos las conceda.

Card. Jorge Mario Bergoglio SJ, arzobispo de Buenos Aires
Aparecida, 16 de mayo de 2007

www.aicaold.com.ar//index2.php?pag=bergoglio070516

Original da homilia, em espanhol: PDF.


A homilia em italiano, com os comentários de Francesco Colafemmina, aqui. Para Colafemmina, Bergoglio parece fazer a seguinte equação: Igreja dogmática = Igreja que pretende compreender sem confiar no Espírito = Igreja gnóstica = Igreja autoreferencial. E a essa afirmação, Colafemmina acrescenta aquela sobre a "mundanidade espiritual" (De Lubac), mencionando uma entrevista à 30Giorni (em italiano) na qual o Cardeal afirmava essa ideia da Igreja "que 'deve sair de si mesma' e que não pode coincidir 'com a fé dos tradicionalistas', mas 'com uma fidelidade que é sempre uma mudança, um florescer, um crescimento'...". Mas, continua Colafemmina, De Lubac falava de uma "mundanidade espiritual" em um sentido diametralmente oposto àquele de Bergoglio, ou seja, a mundanidade espiritual maçônica, antropocêntrica, que mira ao aperfeiçoamento do homem e à sua própria glorificação

Aqui já se vê que, com Bergoglio, a Igreja não voltará à Tradição, e, portanto, os salamaleques públicos de d. Fellay, desde a primeira hora do "Pontificado Bergogliano"... são inúteis e vergonhosos. Sim, o acordo pode não sair, mas não será por vontade e gosto de Menzingen, mas de Roma, a Roma Bergogliana. 

GRIFOS NOSSOS 


sexta-feira, 22 de março de 2013

PROFECIAS: A Lamparina do Sacrário que se Apaga

PROFECIAS: APARIÇÃO DE NOSSA SENHORA EM QUITO, EM 1634


APAGA-SE A LAMPARINA.

Uma profecia reservada para os nossos conturbados tempos que ficou oculta durante três séculos no Mosteiro Real das Concepcionistas de Quito, Equador, veio à tona agora no início do século XX.

A Santíssima Virgem, apresentando-se à sua filha querida Madre Mariana de Jesus Torres, predisse em detalhes que uma grave crise se estenderia a partir do século XIX e XX e que a Igreja de Cristo seria eclipsada por um período em que Ela mesma denominou de “tenebrosa era”.

Justamente quando Roma decidiu calar a resposta do Céu que o Santo Padre Bento XV solicitara para a paz no mundo (cf. Quando o Papa suplicou, a Santíssima Virgem respondeu) a extraordinária profecia de Nossa Senhora do Bom Sucesso confirma o que faltou ser explicado sobre a visão do Terceiro Segredo, revelado ao mundo somente em 2000 pelo Vaticano.

A LAMPARINA DO SACRÁRIO QUE SE APAGA


Na madrugada do dia 2 de fevereiro de 1634, quando Madre Mariana de Jesus Torres suplicava com grande fervor no coro superior do Convento de Quito, com os olhos fixos no Sacrário, viu a lamparina que ardia diante de Jesus Sacramentado, apagar-se, ficando o altar-mor inteiramente às escuras.

A religiosa quis levantar-se, deixando a oração, para acender uma vela que substituísse a lamparina. Mas não pôde: estava completamente sem sentidos.

Nossa Senhora aparece e explica os significados do fato de a lamparina ter-se apagado.

Nesta situação ela viu uma luz celeste alumiar toda a igreja. E apareceu a Rainha dos Céus que, acendendo a lamparina, pôs-se diante dela, dizendo:

“Filha querida do meu Coração, sou Maria do Bom Sucesso, tua Mãe e Protetora que, trazendo meu Filho Santíssimo no braço esquerdo e o báculo no direito, venho dar-te a alegre notícia de que dentro de dez meses e alguns dias cerrarás por fim teus olhos à luz material deste mundo para abri-los à claridade da luz Eterna. Meu Filho Santíssimo ouviu teus clamores e vai, enfim, pôr termo ao teu desterro. Prepara tua alma para que, purificada mais e mais, entre na plenitude do gozo de teu Senhor. Oh, se todos os mortais, e em particular as almas religiosas, o Céu conhecessem, o que é a posse de Deus! Como viveriam de outro modo e jamais poupariam qualquer sacrifício para possuí-Lo”.

Mal gravíssimo que tanto dano causa aos conventos: a tibieza

Em seus colóquios com Madre Mariana, a Santíssima Virgem faz revelações que dizem respeito à vida consagrada e, em particular, ao seu Mosteiro Concepcionista, à Colônia que ainda não se tornara República, mas também a toda Igreja Católica de nossos tempos.

Referindo-se a todos os mortais, mas, em particular, às almas religiosas, disse a Santíssima Virgem:

“A uns, cega o falso brilho das honras e das grandezas humanas e a outros o amor próprio não domado, origem da tibieza, mal gravíssimo que tantos danos causa nos claustros religiosos. Tu, ao despedir-te de tuas filhas, inculca-lhes o fervor, a humildade, o desprezo de si mesmo e a prática incessante das virtudes religiosas associadas a essa simplicidade infantil que torna as almas muito amadas por meu Filho Santíssimo e por Mim, que delas sou a Mãe”.

A Santíssima Virgem adverte contra a fúria infernal que assola as congregações de vida contemplativa. Sobretudo, o Mosteiro Concepcionista:

“Em todas as épocas esta minha casa será combatida com furor infernal e procurarão destruí-la e aniquilá-la. Mas Eu e a Providência Divina velaremos por sua conservação, com a cooperação das virtudes praticadas pelas moradoras desta casa, porque, ai! se isto faltasse (...). Faço-te saber também, minha dileta, que meu amor maternal velará sobre os conventos de toda a Ordem de minha Imaculada Conceição, porque esta Ordem me dará muita glória nas santas filhas que terei. Cuidarei, essencialmente, dos conventos fundados nestas terras pelas filhas desta casa. Muitas vezes eles estarão a ponto de extinguir-se, mas por milagre subsistirão. Um só perecerá por altos desígnios de Deus, que saberás quando estiveres no Céu”.

Exatamente como Fátima prevê que nações inteiras perderiam o dogma da Fé, Nossa Senhora de Fátima profetiza que muitos conventos fundados pelas filhas daquele mosteiro estariam a ponto de extinguir-se. Mas por milagre subsistirão.


PRIMEIRO SIGNIFICADO DA LAMPARINA QUE SE APAGA: A PROPAGAÇÃO DE HERESIAS NOS SÉCULOS XIX E XX.

Confirmando outras grandes intervenções, como em La Salette, a Mãe do Verbo explica o primeiro significado da lamparina do Sacrário que se apaga, reportando enfaticamente para o nosso tempo.

“A lamparina que arde diante do altar e que viste apagar-se, possui muitos significados. O primeiro é que no fim do século XIX, avançando por grande parte do século XX, várias heresias se propagarão nestas terras, então, república livre. E com o domínio delas, apagar-se-á nas almas a luz preciosa da Fé, pela quase total corrupção dos costumes. Nesse período haverá grandes calamidades físicas e morais, públicas e privadas. O pequeno número de almas que conservará oculto o tesouro da Fé e das virtudes sofrerá um cruel, indizível e prolongado martírio. Muitas delas descerão ao túmulo pela violência do sofrimento e serão contadas como mártires que se sacrificaram pela Igreja e pela Pátria. Para a libertação da escravidão destas heresias, aqueles a quem o amor misericordioso de meu Filho Santíssimo destinará para esta restauração, necessitarão de grande força de vontade, constância, valor e muita confiança em Deus. Para por à prova esta fé e confiança dos justos, haverá ocasiões em que tudo parecerá perdido e paralisado. Será, então, o feliz princípio da restauração completa”.

Assim, a Mãe do Verbo adverte que heresias se espalhariam em nosso tempo e apagariam nas almas a preciosa luz da Fé, pela quase total corrupção de costumes.


SEGUNDO SIGNIFICADO: CATÁSTROFE ESPIRITUAL NO CONVENTO DA IMACULADA CONCEIÇÃO

Nesse segundo significado da luz que se apaga, a Santíssima Virgem fala naquilo que irmã Lúcia se referiu como “desorientação diabólica”, ou seja, uma “falsa caridade” que entraria no convento e faria estragos nas almas. Instigadas pelos demônios, recobertos com a roupagem aparente de virtudes, “membros podres” ou religiosos com aparência de “sepulcros caiados” causarão um relaxamento espiritual que levará à morte moral, a tibieza e à languidez. Diz a Senhora:

“O segundo motivo é que esta minha Comunidade, estando com reduzido número de pessoas, será submergida no mar insondável de indizíveis amarguras e parecerá afogar-se nestas diversas águas de tribulações. Quantas vocações autênticas perecerão, por falta de discrição, tino e prudência das Mestras de Noviças em formá-las! Elas que deveriam ser almas de oração e conhecedoras das diversas vias espirituais. Mas, ai daquelas almas que voltarem a Babilônia do mundo depois de haverem estado no porto seguro deste bendito Mosteiro! Nessa desditosa época, até neste meu jardim fechado, entrará a injustiça, que revestida com o nome de falsa caridade, fará estragos nas almas. O invejoso demônio procurará semear a discórdia, lançando mão de membros podres, os quais, recobertos com a roupagem aparente das virtudes, não passarão de sepulcros caiados, donde emanará a pestilência da putrefação, causando numas a morte moral, noutras a tibieza e languidez. E em minhas filhas fiéis, em minhas almas ocultas, cravarão uma espada de dois gumes, que lhes farão sofrer um contínuo e lento martírio. Elas chorarão em segredo e se queixarão a seu Deus e Senhor e as lágrimas assim vertidas serão apresentadas por seus Anjos da Guarda a nosso Pai Celeste, pedindo que se abreviem tempos tão funestos por amor ao Divino Prisioneiro”.

Como vemos, as verdadeiras vocações, os verdadeiros fiéis que procuram guardam a observância e a verdadeira Fé sofrerão indizível e prolongado martírio.


TERCEIRO SIGNIFICADO: A SENSUALIDADE QUE VARRERÁ O MUNDO

O terceiro significado reporta claramente à onda de impureza e destruição moral que empesta nossa época.

“O terceiro motivo pelo qual se apagou a lamparina é porque nesses tempos estará a atmosfera saturada do espírito de impureza, que a maneira de um mar imundo correrá pelas ruas, praças e logradouros públicos com uma liberdade assombrosa. Quase não haverá almas virgens no mundo. A delicada flor da virgindade, tímida e ameaçada de completa destruição, luzirá longe. Refugiando-se nos claustros, encontrará terreno adequado para crescer, desenvolver-se e viver sendo seu aroma o encanto de meu Filho Santíssimo e o para-raios da Ira Divina. Sem a virgindade seria preciso, para purificar estas terras, que chovesse fogo do Céu. O invejoso e pestífero demônio intentará, em sua maliciosa soberba, introduzir-se nestes jardins fechados dos claustros religiosos para fazer murchar esta formosa e delicada flor. Mas Eu o enfrentarei e esmagarei sua cabeça sob meus pés. Mas, ai dor! Haverá almas incautas que, voluntariamente, se entregarão às suas garras. E outras, voltando para o mundo, serão instrumentos do diabo para perder as almas”.

A excelência inefável da castidade, fina flor dos conventos e das almas consagradas tanto religiosas quanto seculares, estaria profundamente comprometida e os ataques de todos os lados a essa sublime virtude seria motivo da perda de inúmeras vocações.


QUARTO SIGNIFICADO: A CORRUPÇÃO DA INOCÊNCIA INFANTIL...

O quarto motivo, falemos aqui sem rodeios, refere-se aos arquitetos da pretendida ditadura global anticristã e sua mega-influência sutil e dominadora. Seu veneno é inoculado da penumbra de sociedades secretas, pelo controle das organizações governamentais corrompidas, associações públicas ou anônimas, pela apoteose das ideologias laicistas/materialistas/globalistas, pelo controle da indústria do entretenimento e artes. Enfim, a cabeça oculta da serpente a quem a Mãe do Verbo denominou apenas como a seita.

“O quarto motivo de a lamparina ter-se apagado é que a seita, havendo-se apoderado de todas as classes sociais, possuirá tanta sutileza para introduzir-se nos ambientes domésticos que perderá as crianças e o demônio se gloriará de alimentar com o requintado manjar dos corações dos meninos. Nesses tempos infaustos mal se encontrará a inocência infantil. Desta forma perder-se-ão as vocações para o sacerdócio, e será uma verdadeira calamidade. Restarão as Comunidades religiosas para sustentar a Igreja e trabalhar com valoroso, desinteressado empenho na salvação das almas. Porque nesse período a observância da Regra resplandecerá nas Comunidades, haverá santos ministros do Altar, almas ocultas e belas, nas quais meu Filho Santíssimo e Eu Nos deleitaremos, considerando as excelentes flores e frutos da santidade heroica. Contra eles a impiedade fará dura guerra, cumulando-os de vitupérios, calúnias e vexações, para impedir-lhes o cumprimento do Ministério. Mas eles, como firmíssimas colunas, permanecerão inabaláveis e enfrentarão a tudo com esse espírito de humildade e sacrifício com que serão revestidos, em virtude dos méritos infinitos de meu Filho Santíssimo, que os ama como as fibras mais delicadas de seu santíssimo e terníssimo Coração”.

Está claro que a Mãe do Verbo refere-se a uma impiedosa guerra contra as almas verdadeiramente cristãs, cumulando-as de vitupérios, calúnias e vexações, para impedir-lhes o cumprimento de seu Ministério de salvação das almas.


...A crise no clero.

Os sacerdotes perderão a bússola divina. Nessa desventurada época, os sacerdotes e bispos se descuidariam de seu sagrado dever e perderiam a bússola divina.

“No clero secular haverá, nessa época, muito que desejar, porque os Sacerdotes se descuidarão do seu sagrado dever. Perdendo a bússola divina, desviar-se-ão do caminho traçado por Deus para o ministério sacerdotal e apegar-se-ão ao dinheiro, em cuja obtenção porão demasiado empenho. E como esta Igreja padecerá nessa ocasião a noite escura da falta de um Prelado e Pai, que vele com amor paterno, com suavidade, fortaleza, tino e prudência, muitos sacerdotes perderão seu espírito, pondo em grande perigo suas almas. Em sua mão será posta a balança do Santuário”

Quanto a essa tragédia no Clero, a Santíssima Virgem roga a Madre Mariana que se sacrifique para os Sacerdotes de nossos dias e peça ao Divino Senhor da Messe que Se compadeça de seus ministros e ponha termo, quanto antes, a tempos tão nefastos. Fala também de um futuro Prelado que haverá de restabelecer o espírito de seus Sacerdotes.

“Ora com instância, clama sem cansar-te e chora com lágrimas amargas no segredo de teu coração, pedindo a nosso Pai Celeste que, por amor ao Coração Eucarístico de meu Santíssimo Filho, pelo preciosíssimo Sangue vertido com tanta generosidade e pelas profundas amarguras e dores de sua acerba Paixão e Morte, Ele Se compadeça de seus Ministros e ponha termo quanto antes a tempos tão nefastos, enviando a esta Igreja o Prelado que deverá restaurar o espírito de seus Sacerdotes. A esse filho meu muito querido, amamos meu Filho Santíssimo e Eu com amor de predileção, pois o dotaremos de uma capacidade rara, de humildade de coração, de docilidade às divinas inspirações, de for­taleza para defender os direitos da Igreja e de um coração terno e compassivo, para que, qual outro Cristo, assista o grande e o pequeno, sem desprezar ao mais desafortunado que lhe peça luz e conselho em suas dúvidas e amarguras. E para que, com suavidade divina, guie as almas consagradas ao serviço de Deus nos claustros, sem tornar-lhes pesado o jugo do Senhor, que disse: 'Meu jugo é suave e meu peso é leve'. Em sua mão será posta a balança do Santuário para que tudo se faça com peso e medida e Deus seja glorificado. Para evitar que venha logo este Prelado e Pai, concorrerá a tibieza de todas as almas consagradas a Deus, no estado sacerdotal e religioso. Esta, aliás, será a causa de o maldito satanás apoderar-se destas terras, onde ele tudo obterá por meio de gente estrangeira e sem Fé, tão numerosa que, como uma nuvem negra, toldará o límpido céu da então república consagrada ao Sacratíssimo Coração de meu Divino Filho. Com essa gente entrarão todos os vícios, que atrairão, por sua vez, toda sorte de castigos, como a peste, a fome, disputas internas e com outras nações e a apostasia, causa da perdição de um considerável número de almas, almas tão caras a Jesus Cristo e a Mim”.
[Esse Prelado seria S.E.R. Mons. Lefebvre. "Essa gente", a Maçonaria]

Apesar de tantos desatinos, assim como em Fátima, Nossa Senhora de Bom Sucesso deixa acesa a lâmpada da esperança, ao afirmar que quando tudo parecer perdido, de forma maravilhosa, Ela haverá de calcar debaixo dos Seus pés virginais a serpente do mal.

“Para dissipar esta nuvem negra, que impede a Igreja de gozar o claro dia da liberdade, haverá uma guerra formidável e espantosa, na qual correrá sangue de nacionais e de estrangeiros, de Sacerdotes seculares e regulares e também de religiosas. Esta noite será horrorosíssima, porque, humanamente, o mal parecerá triunfante. Será chegada, então, a minha hora em que Eu, de forma maravilhosa, destronarei o soberbo e maldito satanás, calcando-o debaixo dos meus pés e acorrentando-o no abismo infernal. Assim a Igreja e a pátria estarão, por fim, livres de sua cruel tirania”.


QUINTO E ÚLTIMO SIGNIFICADO: A INDIFERENÇA DOS RICOS DIANTE DA IGREJA OPRESSA E DA VIRTUDE PERSEGUIDA E A APATIA DO POVO

Quanto ao último significado da lâmpada apagada no Santuário, a Mãe do Verbo se dirige aos católicos de nossos tempos que se entregaram às ilusões das riquezas, tornando-se indiferentes ao lutarem pela Fé e pela Igreja. Aliando-se naturalmente ao espírito do mal, contribuem para a instauração de uma indiferença generalizada, perdendo assim suas almas nos vícios e nos inúmeros apelos provocadores da era dita “pós-cristã”.

“O quinto motivo porque se apagou a lamparina deve-se a esse desleixo, a essa negligência das pessoas detentoras de grandes riquezas, as quais assistirão com indiferença à Igreja oprimida, à virtude perseguida, a maldade triunfante, sem empregar santamente as riquezas na destruição do mal e na restauração da Fé. E deve-se também a essa indiferença do povo em deixar apagar-se, gradualmente, o Nome de Deus, aderindo ao espírito do mal, entregando-se, livremente, aos vícios e paixões. Ai, minha dileta! Se te fosse dado viver nessa tenebrosa era, morrerias de dor ao ver realizado tudo o que aqui te revelei. Tal é o amor de meu Filho Santíssimo e meu a estas terras, herança nossa, que queremos desde já a aplicação de teus sacrifícios e orações para encurtar a duração de catástrofe tão terrível”.

Como vemos, as profecias alertam para uma época de grande escuridão moral-espiritual que afetaria de forma microcósmica o Mosteiro de Quito, suas futuras religiosas e ao clero local, as lutas revolucionárias que viriam e outros desatinos. Mas que, no entanto, essa obscuridade se operaria, sobretudo como consequência da crise macrocósmica que hoje vivemos com assombro e desolação.


CONCLUSÃO

Madre Mariana de Jesus Torres, abadessa concepcionista a quem a Santíssima Virgem confiou revelações para nossos tempos. Em outro colóquio com Sua filha escolhida, a Santíssima Virgem ainda vaticina.

“Tempos funestos sobrevirão, nos quais, cegando na própria claridade aqueles que deveriam defender em justiça os direitos da Igreja, sem temor servil nem respeito humano, darão a mão aos inimigos da Igreja para fazer o que estes quiserem. Mas ai do erro do sábio, o que governa a Igreja, do Pastor do redil que meu Filho Santíssimo confiou a seus cuidados! Mas quando aparecerem triunfantes e quando a autoridade abusar do seu poder, cometendo injustiças e oprimindo os débeis, próxima está sua ruína. Cairão por terra, estatelados. E alegre e triunfante, qual terna menina, ressurgirá a Igreja e adormecerá brandamente, embalada em mãos de hábil coração maternal do meu filho eleito muito querido daqueles tempos, ao qual, se dócil prestar ouvido às inspirações da graça — sendo uma delas a leitura das grandes misericórdias que meu Filho Santíssimo e Eu temos usado contigo —, enchê-lo-emos de graças e dons muito particulares, fá-lo-emos grande na terra e muito maior no Céu, onde lhe temos reservado um assento muito precioso, porque, sem temor dos homens, combateu pela verdade e defendeu impertérrito os direitos de sua Igreja, pelo que bem o poderão chamar mártir”.

Assim, a Mãe do Verbo e da Igreja convida-nos a voltar nossos olhares acima desses trágicos horizontes de nosso século, porque, assim como em Fátima, há trezentos anos atrás no Mosteiro Concepcionista de Quito, Nossa Senhora do Bom Sucesso também já antecipava o triunfo de Seu Imaculado Coração.



Fonte: http://confrariadesaojoaobatista.blogspot.com.br/2011/08/apaga-se-lamparina.html



Nossa Senhora do Bom Sucesso
Rogai por nós, que recorremos a Vós!



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