Convite


Feminismo: o maior inimigo da mulher
Grupo do Facebook • 157 membros
Participar do grupo
Grupo criado com o propósito de desmascarar o feminismo.

Pesquisar este blog

quinta-feira, 29 de março de 2012

A mão de Deus

A mão de Deus

Um trecho do ROSÁRIO RECITADO COM SANTA TERESA DE ÁVILA que está em fase de tradução: 

"Quando se tratava de cair, eu tinha muito amigos dispostos a me ajudar, mas quando procurava me reerguer me encontrava tão sozinha que provo, agora, certa admiração por não ter permanecido sempre no chão e sinto-me obrigada a louvar a misericórdia de Deus, o único que me estendia a mão" (Vida, 7,22).


E por falar em tão divinas e amadas mãos... aqui o poema dela: Nas mãos de Deus.

terça-feira, 27 de março de 2012

A história de Susana, filha de Helcias, ou DA CALÚNIA

A casta Susana

A história de Susana fala por si só, não precisando de maiores comentários, e se aplica a todo tipo de calúnia, não necessariamente às que dizem respeito à castidade. Como alguém se torna um caluniador da honra alheia se todos nós temos gravadas no coração as Leis Divinas, assim como possuímos as noções básicas de certo e errado? É a pergunta que não quer calar... Não temem o fogo do Inferno? A danação eterna? Não creem na Onipresença? Não temem a Ira Divina, o Dia do Juízo?
Às vezes, Nosso Senhor permite que ainda aqui na terra nos seja feita Justiça, e os culpados desmascarados. Às vezes, não. Fato é que é preferível receber as consolações no Céu, obviamente. E há mais mérito em ser vítima do que algoz, pois, enquanto formos Susana, as portas do Céu estarão abertas para nós. 
Susana também nos mostra como devemos nos colocar inteiramente nas mãos de Nosso Senhor, que é o único Vingador: comovente sua confiante oração! O justo não dignifica a calúnia com uma resposta, a não ser com o mais longo e eloquente dos silêncios.
Ai dos caluniadores, dos mentirosos, dos injustos!!! E ai também daqueles que neles acreditam sem pesar os fatos, as provas, a honra alheia!!! Sem sequer ouvir o inocente!!! 

Enfim, o Dia do Juízo será, de fato, uma... Revelação! Muitos dos que posam de "santos" hoje, de terço sempre na mão e até com imagens nos bolsos, que se prostram até o chão, publicamente, fazendo caras e bocas de sublime devoção... terão seus atos revelados à luz do sol, seus pecados gritados nos telhados! 
E será tarde demais...



Não há nenhum justo, não há sequer um (Rom 3,10)!!!


Daniel defende Susana
Capela Grega
Catacumbas de Santa Priscila - Roma


Daniel, 13
Havia um homem chamado Joaquim, que habitava em Babilônia. Tinha desposado uma mulher chamada Suzana, filha de Helcias, de grande beleza, e piedosa, porque havia sido educada segundo a lei de Moisés por pais honestos. Joaquim era sumamente rico. Junto à sua casa havia um pomar. Os judeus reuniam-se freqüentemente em casa dele, porque gozava de uma particular consideração entre seus compatriotas. Haviam sido nomeados juízes, naquele ano, dois anciãos do povo, aos quais se aplicava bem a palavra do Senhor: A iniqüidade surgiu, em Babilônia, de anciãos juízes que passavam por dirigentes do povo. Esses dois personagens freqüentavam a casa de Joaquim, aonde vinham consultá-los todos aqueles que tinham litígio. Lá pelo meio-dia, quando toda essa gente tinha ido embora, Suzana vinha passear no jardim de seu marido. Os dois anciãos viam-na portanto todos os dias durante seu passeio, tanto que se apaixonaram por ela e, perdendo a justa noção das coisas, desviaram os olhos para não ver mais o céu e não ter mais presente no espírito a verdadeira regra de comportamento. Ambos foram atingidos pelo amor a Suzana, mas sem se confiarem mutuamente sua emoção. Tinham vergonha de declarar um ao outro o desejo que sentiam de possuí-la. Todos os dias, inquietos, procuravam avistá-la. Uma vez disseram um ao outro: "Vamos para casa; está na hora do almoço". Saíram cada um para seu lado. Mas, havendo ambos retrocedido, encontraram-se novamente no mesmo lugar. Perguntando um ao outro qual o motivo de sua volta, confessaram-se sua concupiscência. Combinaram então um encontro onde a pudessem surpreender sozinha. Enquanto calculavam qual seria o momento propício, eis que Suzana chegou como de costume, com duas empregadas, e tomou a resolução de banhar-se, pois fazia calor. Lá não havia ninguém, salvo os dois anciãos escondidos, que a espreitavam. Trazei-me, disse ela às duas empregadas, óleo e ungüentos, e fechai as portas do jardim, para eu me banhar. O que elas fizeram por sua ordem. As portas do jardim estando fechadas, saíram pela porta do fundo para ir buscar os objetos pedidos, ignorando que os anciãos lá se achavam escondidos. Apenas saíram, os dois homens precipitaram-se em direção de Suzana. "As portas do jardim estão fechada"s, disseram-lhe, "ninguém nos vê. Ardemos de amor por ti. Aceita, e entrega-te a nós. Se recusares, iremos denunciar-te: diremos que havia um jovem contigo, e que foi por isso que fizeste sair tuas servas". Suzana exclamou tristemente: "Que angústias me envolvem por todos os lados! Consentir? Eu seria condenada à morte! Recusar? Nem assim eu escaparia de vossas mãos! Não! Prefiro cair, sem culpa alguma, em vossas mãos, do que pecar contra o Senhor". Suzana soltou grandes gritos, e os dois anciãos gritavam também contra ela. E um deles, correndo às portas do jardim, abriu-as. Com essa balbúrdia, os criados precipitaram-se pela porta do fundo para ver o que havia acontecido. Os anciãos se puseram a falar, e os criados enrubesceram, pois jamais nada de semelhante fora dito de Suzana. No dia seguinte, os dois anciãos, cheios de criminosas intenções contra a vida de Suzana, vieram à reunião que se realizava em casa de Joaquim, marido dela. Disseram, diante da assembléia: "Mandem buscar Suzana, filha de Helcias, a mulher de Joaquim!" Foram-na buscar, e ela chegou com seus pais, seus filhos e os membros de sua família. Era delicada e bela de rosto. Aqueles homens perversos exigiam que ela retirasse seu véu - pois estava velada -, a fim de poderem (pelo menos) fartar-se de sua beleza. Os seus choravam, assim como seus amigos. Os dois anciãos levantaram-se à vista de todos, e pousaram a mão sobre sua cabeça, enquanto ela, debulhada em lágrimas, mas com o coração cheio de confiança no Senhor, olhava para o céu. Os anciãos disseram então: "Quando passeávamos pelo jardim, ela entrou com duas servas; depois fechou a porta e mandou embora suas acompanhantes. Então, um jovem que se achava escondido ali, aproximou-se e pecou com ela. Nós nos encontrávamos num recanto do jardim. Diante de tal desvergonhamento, corremos para eles e os surpreendemos em flagrante delito. Não pudemos agarrar o homem, porque era mais forte do que nós, e fugiu pela porta aberta. Ela, nós a apanhamos; mas quando a interrogamos para saber quem era o jovem, recusou-se a responder. Somos testemunhas do fato". Confiando nesses homens, que eram anciãos e juízes do povo, condenaram Suzana à morte. Então ela exclamou bem alto: "Deus eterno, vós que penetrais os segredos, que conheceis os acontecimentos antes que aconteçam, sabeis que isso é um falso testemunho que levantaram contra mim. Vou morrer, sem nada ter feito do que maldosamente inventaram de mim". Deus ouviu sua oração. Como a levassem para a morte, o Senhor suscitou o espírito íntegro de um adolescente chamado Daniel, que proclamou com vigor: Sou inocente da morte dessa mulher! Todo mundo virou-se para ele: O que significa isso?, perguntaram-lhe. Então, no meio de um círculo que se formava, disse: "Israelitas, estais loucos! Eis que condenais uma israelita sem interrogatório, sem conhecer a verdade! Recomeçai o julgamento, porque é um falso testemunho a declaração desses dois homens contra ela". O povo apressou-se em voltar. Os anciãos disseram a Daniel: "Vem sentar conosco e esclarece-nos, pois Deus te deu o privilégio da velhice!". "Separai-os um do outro", exclamou Daniel, "e eu os julgarei". Foram separados. Então Daniel chamou o primeiro e disse-lhe: "Velho perverso! Eis que agora aparecem os pecados que cometeste outrora em julgamentos injustos, condenando os inocentes e absolvendo os culpados; no entanto, é Deus quem diz: não farás morrer o inocente e o íntegro. Vamos! Se realmente a viste, dize-nos debaixo de qual árvore os viste juntos". -"Debaixo de um lentisco", respondeu. "Ótimo!", continuou Daniel, "eis a mentira, que pagarás com tua cabeça. Eis aqui o anjo do Senhor que, segundo a sentença divina, vai dividir teu corpo pelo meio". Afastaram o homem. Daniel mandou vir o outro e disse-lhe: "Filho de Canaã! Tu não és judeu: foi a beleza que te seduziu, e a concupiscência que te perverteu. Foi assim que sempre fizeste com as filhas de Israel, as quais, por medo, entravam em relação convosco. Mas eis uma filha de Judá que não consentiu no vosso crime. Vamos, dize-me sob qual árvore os surpreendeste em intimidade". "Sob um carvalho". "Ótimo!", respondeu Daniel, "tu também proferiste uma mentira que vai te custar a vida. Eis aqui o anjo do Senhor, que empunha a espada, prestes a serrar-te pelo meio para te fazer perecer". Logo a assembléia se pôs a clamar ruidosamente e a bendizer a Deus por salvar aqueles que nele põem sua esperança. Toda a multidão revoltou-se então contra os dois anciãos os quais, por suas próprias declarações, Daniel provou terem dado falso testemunho. De acordo com a lei de Moisés, aplicaram o tratamento que tinham querido infligir ao seu próximo: foram mortos. Assim, naquele dia, foi poupada uma vida inocente. Helcias e sua mulher louvaram a Deus por sua filha Suzana, com Joaquim, seu marido, e todos os seus parentes, pois nada de desonesto havia sido encontrado em seu proceder. E Daniel gozou, desde então, de uma alta consideração entre seus concidadãos.
A casta Susana
Bernardino di Betto, il Pinturicchio

"Deus eterno, vós que penetrais os segredos, que conheceis os acontecimentos antes que aconteçam, sabeis que isso é um falso testemunho que levantaram contra mim. Vou morrer, sem nada ter feito do que maldosamente inventaram de mim" (Susana, em Daniel, 13,42-43).

domingo, 25 de março de 2012

O DETENTE


O Papa Pio IX concedeu no ano de 1872, uma
indulgência de 100 dias, uma vez ao dia, a todos os fieis
que usarem ao redor de seus pescoços este emblema piedoso
e rezarem um Pai-Nosso, Ave-María e Glória.



* * * 

O DETENTE



Breve histórico, por Giulia d'Amore

O Escudo do Sagrado Coração de Jesus, ou “Detente” ("Alto"), é um emblema ou escudo, com a imagem do Sagrado Coração de Jesus contornado pela frase: “Alto! O Coração de Jesus está comigo. Venha a nós o Vosso Reino!”.



O costume de portar o escudo do Sagrado Coração antigamente era bastante difundido entre os católicos, e expressava nossa gratidão pelo amor que Jesus nos manifesta e o desejo de compensá-lO com nosso amor e de sermos acolhidos sob Sua proteção. Sim, porque o detente é uma poderosa proteção que foi colocada à nossa disposição contra os todos os perigos para o corpo e para a alma, particularmente necessária nos dias de hoje. Basta portá-lo sempre conosco.  

Não precisa ser bento porque Papa Pio IX, que aprovou essa piedosa devoção, estendeu sua bênção a todos os “escudos”.  

Podemos portá-lo em todo lugar: no bolso, na bolsa, na carteira, junto com as fotos de nossos familiares, para que o Sagrado Coração nos proteja. Dessa forma, dizemos ao Senhor: Vos amo, em Vós confio, fazei meu coração semelhante ao Vosso!. O ideal, dizia Papa Pio IX, é que esteja na altura do coração.

Em Cadiz, na Espanha, colocavam placas do Sagrado Coração nas portas das casa, e recomendava-se colocá-las também nos carros, para dar-Lhe culto e receber muitas bênçãos. Tudo isso, como no caso das entronizações do Sagrado Coração, responde ao desejo do Senhor expresso à Santa Margarida Maria Alacoque, e confirmado pelos Sumos Pontífices, de ser honrado na imagem de Seu Sagrado Coração, cujas 12 Promessas todos conhecemos.

sexta-feira, 16 de março de 2012

O "NÃO" da Traditional Anglican Communion a Roma

E os anglicanos tradicionalistas dizem "NÃO" ao Papa

Segundo o site italiano La Bussola Quotidiana, os Anglicanos Tradicionalistas, sem dar maiores explicações e agradecendo a generosidade do Papa com sua Anglicanorum Coetibus, dizem NÃO a Roma. Este grupo - Traditional Anglican Communion (TAC) - contaria com mais de 400mil almas e se opõe, há tempos e abertamente, ao Arcebispo de Canterbury.

O Colégio de Bispos da TAC reuniu-se em Johannesburg (África do Sul), entre os dias 28 de Fevereiro e 1º de Março, e chegou à conclusão de que, por agora, preferem permanecer fora da Igreja, embora os anglicanos não tenham explicitado claramente os motivos. Além disso, depuseram, por unanimidade, o primaz, o australiano John Hepworth, protagonista da reaproximação com Roma. Ele era o primaz desde 2003.

Os boatos dão conta de que Hepworth, ordenado padre católico em Adelaide (Austrália) em 1968, teria soferto abusos sexuais por parte de padres católicos, quando seminarista e, depois, ele mesmo padre católico, em Melbourne, na Austrália. Em 1976, voltou à Grã Bretanha e abjurou a Fé Católica para entrar na Igreja Anglicana d'Austrália. Depois de denúncias, recebeu setenta e sete mil dólares da Diocese de Melbourne. A Diocese de Adelaide, que também estaria envolvida, rejeitou categoricamente qualquer responsabilidade sobre os fatos. Traduzindo, não indenizou monetariamente ao Hepworth.

Contudo, esse fato poderia justificar, segundo o LBQ, no máximo, a deposição do prelado "mal falado", não certamente a escolha de detonar um acordo que salvaria tantas almas, "virando as costas" ao Ordinariato.

Há quem diga que a cúpula da TAC tenha ficado escandalizada com tantas denúncias - muitas das quais verdadeiras - de abusos sexuais envolvendo o clero católico.

Outros dizem que as recentes trocas de farpas nos palácios pontifícios tenha prejudicado a causa.

Por fim, há quem comenta que o próprio encontro de Johannesburg não tenha sido legítimo porque feriria a Concordata de 1990 (emendada em 2003), representando, praticamente, um cisma dentro do cisma.

Fato é que a Traditional Anglican Communion declinou do gentil convite da Anglicanorum Coetibus para voltar à Igreja Católica. 
Giulia d'Amore 


_

domingo, 11 de março de 2012

O que importa!

Certos prazeres interiores são coisas de criança! Não são sinais de perfeição. Não desejemos amenidades: queiramos sofrimentos. Aridez espiritual, negligência, impotência, estes são os sinais de um verdadeiro amor. A dor é agradável, o exílio é belo porque sofremos e assim podemos oferecer alguma coisa a Deus. Oferecer as nossas dores a Deus, oferecer os nossos sofrimentos é uma grande coisa que não poderemos fazer no Paraíso. 
(Padre Pio de Pietrelcina)

Da Ação de Graças

Ação de Graças após a Sagrada Comunhão.

DA AÇÃO DE GRAÇAS


10. — Depois de ter comungado, procurai entreter-vos com Jesus Cristo o mais que puderdes. — O bem-aventurado João d’Ávila dizia que é preciso apreciar muito o tempo que segue a comunhão, porque é um tempo favorável para adquirir tesouros de graças. — Sta. Maria Madalena de Pazzi igualmente dizia: “O tempo que segue a comunhão é o mais pre-cioso que temos nesta vida; é o momento mais oportuno para tratar com Deus e para nos inflamar de seu santo amor. Então, não temos necessidade de mestres nem de livros; porque Jesus Cristo mesmo nos ensina como devemos amá-lo80. — Sta. Teresa também afirmava: “Depois da comunhão, não percamos ocasião tão própria para negociar. Sua divina Majestade não costuma pagar mal a hospitalidade e bom agasalho com que é recebido”81. — Em outro lugar, a mesma Santa deixou escrito que Jesus Cristo depois da comunhão, se estabelece na alma como em um trono de graças, e parece dizer-lhe então, como ao cego de nascimento: Que queres que te faça?82 Alma querida, dize agora o que desejas de mim, pois eu vim expressamente para te conceder as graças quem me pedires.

No sentir de muitos autores graves, como Cajetado, Soares, Gonet, Valencia, De Lugo e outros, enquanto duram as espécies sacramentais na pessoa que comungou, quanto mais esta se mantém unida com Jesus Cristo e aumenta os bons atos, tanto mais nela cresce o fruto e o amor divino; visto que este celeste alimento opera por si mesmo na alma efeitos idênticos aos que produz o alimento terreno, o qual quanto mais dura no corpo, tanto maior nutrição e vigor lhe influi e comunica. Muitas religiosas comungam frequentemente e tiram pouco fruto, porque pouco se entretém com Jesus Cristo. — Disse um dia o Senhor a Sta. Margarida de Cortona: “Eu trato como me tratam”.

Portanto, quando comungardes, se não fordes constrangida a fazer alguma outra coisa para cumprir um dever de obediência e de caridade, esforçai-vos por conversar com Jesus Cristo, ao menos meia hora. Digo ao menos, porque o tempo próprio seria uma hora. Não deixeis, então, de exercitar-vos em atos fervorosos de bom acolhimento, de agradecimento, de amor, de arrependimento, de oferecimento de vós mesmos e do que vos pertence; mas, sobretudo, ocupai-vos em pedir graças a Jesus Cristo, e especialmente a perseverança e o seu santo amor. Nisto precisamente consiste aquele negociar de que fala Sta. Teresa. — Se vosso espírito se achar árido e distraído, servi-vos de algum livro, que vos sugira afetos devotos para com Deus. Durante todo o resto do dia, deveis continuar a ficar mais recolhida em o Senhor. — S. Luiz Gonzaga, depois da comunhão, consagrava três dias a dar graças a Jesus Cristo. Se tiverdes a felicidade de comungar mais vezes, não deveis ser menos recolhida; ao contrário, quanto mais vezes receberdes a comunhão, tanto maior cuidado devereis ter de ficar unida com Nosso Senhor.

Fonte: Por Santo Afonso de Ligório, "A VERDADEIRA ESPOSA DE JESUS CRISTO", 1922, vol. II, p. 274-276.

+
Inscreva-se para receber as publicações do Pale Ideas: Delivered by FeedBurner.

segunda-feira, 5 de março de 2012

Entendendo a crise da Igreja: Pela Honra da Igreja.

Palestra pronunciada em Viena, 29 de Setembro de 1975. Apesar da data, traz muitas luzes sobre nossa atitude, hoje, diante da crise da Igreja e sobre suas causas que procedem do espírito liberal, condenado pela Igreja.


PELA HONRA DA IGREJA


Dom  Marcel Lefebvre




É a primeira vez que estou na Áustria diante de um número tão grande de católicos. Estive antes em vosso país, mas só com poucas pessoas e com pequenos grupos. Desta vez encontro-me diante de uma assembléia numerosa e sinto-me muito feliz porque entendo, todos entendemos, que aqui viemos com o desejo de compreender melhor a crise da Igreja, de melhor avaliá-la, a fim de buscar-lhe os remédios e trabalharmos todos juntos para o bem da Igreja.

A Crise da Igreja

Creio que não é por outro motivo que estais aqui, mas para medir de maneira mais exata a amplidão da crise que nos causa tanta dor e nos perturba interiormente. Desejaríamos muito que a Igreja estivesse florescente, que não houvesse divisões em seu seio e sim uma unidade perfeita como antes. Como seríamos felizes não tendo problemas e vendo a Igreja crescer cada vez mais. Pessoalmente, pude assistir ao crescimento da Igreja de uma maneira absolutamente admirável na África. Com efeito, quando fui Delegado Apostólico, entre 1948 e 1959, tive ocasião de visitar todos os países africanos. Durante esses onze anos, atravessei toda a África, visitando as dioceses em nome do Santo Padre a quem ia logo dar conta de minhas visitas. Era para mim maravilhoso ver o crescimento da Igreja. O que se terá passado em nossa Igreja para que, imediatamente depois de ter estado em plenas ascensão, em pleno crescimento, se encontre agora diante de uma tal crise? Atualmente, tenho tido ocasião de visitar todos os países da Europa e América do Sul, bem como os Estados Unidos e a Austrália. De todos os lados, em todos os contatos que tive, os ecos são os mesmos: a Igreja está dividida, os católicos estão inquietos, os sacerdotes já não sabem o que pensar da situação. Os próprios bispos comprovam essas dificuldades em suas dioceses: paróquias divididas, dioceses divididas, faltas de vocações, seminários vazios, congregações religiosas que não atraem mais os jovens. Tudo isso traz à Igreja uma angústia verdadeiramente profunda em todo o mundo, e até em Roma sentimos os mesmos ecos. Quando se tem ocasião de encontrar cardeais, personalidades, há sempre a mesma inquietação, cada um se pergunta quando, por fim, terminará essa crise e o que se pode fazer para dar-lhe fim. Há, pois, um problema que se apresenta — digamos francamente — depois do Concílio.

Sem dúvida, já havia antecedentes dessa crise desde muito tempo antes do Concílio. Antes de tudo, o pecado original seguido de todas as suas conseqüências. Mas, de qualquer maneira, ocorreu nesse momento um acontecimento que provocou na Igreja um impacto — uma crise verdadeiramente dolorosa. 

O Nascimento de Ecône

sexta-feira, 2 de março de 2012

Sacramentais: O Cordão de Santa Filomena

O Cordão de Santa Filomena


   
Clique para ver mais imagens de Stª Filomena


São João Batista Maria Vianney, o Cura d'Ars, foi o maior difusor do uso do Cordão de Santa Filomena. 

O Papa Leão XIII aprovou o uso do Cordão em 1893 e concedeu indulgências a todos os que o usarem e rezarem esta oração:

Ó Santa Filomena, Virgem e Mártir, rogai por nós para que, por meio de vossa poderosa intercessão, possamos obter a pureza de alma e de coração, que conduz ao perfeito amor de Deus.

Indulgências plenárias do Cordão de Santa Filomena:

1. No dia em que o Cordão é colocado pela primeira vez.
2. No dia 25 de Maio, aniversário da abertura do túmulo de Santa Filomena - catacumbas de Santa Priscila.
3. No dia 11 de Agosto, que é a sua festa litúrgica.
4. No dia 15 de Dezembro, aniversário da aprovação do Cordão pela Santa Sé.
5. No momento da morte, nas condições ordinárias.


Com exceção deste último, para lucrar as indulgências plenárias com o Cordão, é preciso confessar-se, comungar e visitar alguma igreja, onde se rezará pelas intenções do Santo Papa.


   

Qualquer pessoa pode fazer o Cordão de Santa Filomena, que deve ser feito (crochê) com fios de linho ou lã ou algodão, e em um de suas extremidades tem dois nós, em honra de seu duplo título de Virgem e Mártir. O comprimento pode ser medido pelo comprimento da própria cintura. Os fios devem ter quantidades mais ou menos iguais, em cores branco e vermelho. O branco simboliza a virgindade de Santa Filomena, e o vermelho seu martírio.

quinta-feira, 1 de março de 2012

Março, Mês de São José


* * *

Ó São José, fazei que levemos uma vida pura,
que ela esteja sempre em segurança sob a vossa proteção!
Que São José nos ajude a consolar, com o nosso amor, 
os corações transpassados de Jesus e Maria!

Esposo da Bem-Aventurada Virgem Maria e pai putativo de Nosso Senhor Jesus Cristo, ele figura na infância de Jesus conforme a narrativa de São Mateus (1-2) e Lucas (1-2) e é descrito com um homem justo. Apesar de ter grande importância para a Igreja Católica, o nome de São José não é muito citado dentro nas Escrituras, sendo apenas mencionado nos Evangelhos de S. Lucas e S. Mateus.

São José é descendente da casa real de David. Noivo da Virgem Maria, ele foi visitado por um anjo que lhe informou que ela esperava um filho e que não devia repudiá-la. Por ordem das autoridades, que queriam fazer o censo do povo de Israel, São José tomou Maria e a levou para Belém; estava presente no nascimento de Jesus Cristo. Avisado de novo, por um anjo, das intenções do Rei Herodes, São José levou a Virgem e Jesus menino para o Egito. Eles só voltaram a Nazaré quando outro anjo apareceu a São José avisando da morte de Herodes. São José devotou sua vida a criar Jesus e estava cuidando da ovelhas e de Maria quando os reis magos chegaram ainda em Belém. Defendeu o bom nome de Maria e Jesus, o qual o chamava de pai e queria ser conhecido como filho de José. São José levou Maria e Jesus para apresentar Jesus a Deus no templo. A última menção que se faz ao Santo é quando Jesus se perde dos pais e é encontrado 3 dias depois no templo, ensinando os doutores da lei. Acredita-se que José tenha morrido antes da crucificação de Cristo, quando este tinha 30 anos.


O culto a São José começou provavelmente no Egito, passando mais tarde para o Ocidente, onde hoje alcança grande popularidade. Em 1870, o papa Pio IX o proclamou "O Patrono da Igreja Universal" e, a partir de então, passou a ser cultuado no dia 19 de março; na Bolívia, Honduras, Itália, Liechtenstein, Suíça (Cantão Ticino), Andorra, Portugal e Espanha é também o Dia dos Pais. Em 1955, Pio XII fixou o dia 1º de maio para venerar São José Operário, o trabalhador



ACOMPANHE, AQUI, A DEVOÇÃO "O MÊS DE SÃO JOSÉ". 


Uma curiosidade: no passado, durante o mês de março, as cartas terminavam com SJMJ que significa: Salve Jesus, Maria e José.



(10 A 18 DE MARÇO)



VIDA DE SÃO JOSÉ


*

Subscrive here! Siga este blog, receba as novidades por e-mail!

ABORTO - O GRITO SILENCIOSO

Se vc é das Missões Cristo Rei, cadastre-se aqui

CONHEÇA O NOVO SITE DA EDITORA