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quinta-feira, 28 de março de 2013

MONS. WILLIAMSON: CARTA ABERTA AOS PADRES DA FSSPX

A tradução:

CARTA ABERTA AOS PADRES DA FRATERNIDADE SACERDOTAL SÃO PIO X

Dom R. N. Williamson, FSSPX.



Reverendo e caros Padres,

A recente publicação da Declaração Doutrinal endereçada pelo Conselho Geral da Fraternidade Sacerdotal São Pio X às autoridades de Roma em 15 de abril do ano passado confirma nossos piores medos. Nós esperamos por quase um ano para saber o que havia nela. Isso prova de uma vez por todas que a liderança da Fraternidade Sacerdotal São Pio X tem a intenção de se afastar da direção dada a ela pelo Arcebispo Lefebvre, e se voltar para as ideias do Concílio Vaticano II.

Entretanto, ocupados como vocês devem estar com o ministério diário, isso deve preocupá-los, porque significa que as almas que estão sob os seus cuidados estão, através de vocês, vindo a ficar sob os dos Superiores que têm a intenção de levar a elas e a vocês na direção, até, da grande apostasia dos tempos modernos. Nós lembramos que são os Superiores que moldam seus subordinados e não o contrário – não temos observado uma boa quantidade de bons sacerdotes da Fraternidade, um após o outro, desistindo de lutar pela Fé do modo como sabemos que o Arcebispo Lefebvre lutou, e seguindo o fluxo, com uma corrente forte e muito diferente que já vem fluindo há alguns anos, agora, do topo da Fraternidade para baixo?

Uma análise detalhada confirmará o perigo de cada um dos dez parágrafos da Declaração, como destacado brevemente abaixo:

I. A fidelidade prometida à Igreja Católica e ao "Pontífice Romano" pode ser facilmente extraviada hoje em direção à Igreja Conciliar como tal, e ao Pontífice Conciliar. É necessário fazer distinções para evitar confusão.

II. A aceitação de ensinamentos do Magistério em concordância com o n. 25 da Lumen Gentiumpode ser facilmente entendida, especialmente em conjunto com a Profissão de Fé de Roma em 1989, que é mencionada na nota de rodapé da Declaração, como exigindo aceitação das doutrinas do Vaticano II.

III,1. A aceitação do ensinamento do Vaticano II sobre o Colégio de Bispos, conforme consta no capítulo III da Lumen Gentium, é, a despeito da "Nota Praevia", um passo significativo em direção à aceitação da colegialidade conciliar e à democratização da Igreja.

III,2. O reconhecimento do Magistério como único autêntico intérprete da Revelação corre um grave risco de submeter a Tradição ao Concílio, especialmente quando a interpretação de alguma ruptura entre eles deva automaticamente ser rejeitada (cf. III,5 abaixo).

III,3. A definição da Tradição como "a transmissão viva da Revelação" é altamente ambígua, e essa ambiguidade é apenas confirmada pelas vagas palavras sobre a Igreja, e pela citação do igualmente ambíguo n. 8 da Dei Verbum, a que segue.

III,4. A proposição de que o Vaticano II poderia "lançar luz" sobre a Tradição por "aprofundá-la" e "fazê-la mais explícita" é completamente hegeliana (desde quando as contradições explicam e não se excluem umas às outras?), e arrisca falsificar a Tradição ao torcê-la para ajustá-las às múltiplas falsidades do Concílio.

III,5. A declaração de que as novidades do Vaticano II precisam ser interpretadas à luz da Tradição, mas que nenhuma interpretação que implique qualquer ruptura entre as duas é aceitável, é loucura (todas as camisas devem ser azuis, mas alguma camisa não azul precisa ser levada a ser azul). Essa loucura não é nenhuma outra que a "Hermenêutica da Continuidade" de Bento XVI.

III,6. Dar crédito às novidades do Vaticano II como sendo matéria legítima de debate teológico é subestimar gravemente sua nocividade.

III,7. O juízo de que os novos Ritos sacramentais foram legitimamente promulgados é gravemente enganoso. A Nova Ordem da Missa especialmente é demasiado nociva ao bem comum da Igreja para ser uma lei verdadeira.

III,8. A "promessa de respeitar" como lei da Igreja o Novo Código Canônico é respeitar um número de supostas leis diretamente contrárias à doutrina da Igreja.

Reverendos Padres, quem quer que estude esses dez parágrafos no texto original pode apenas concluir que seu autor (ou autores) desistiu da luta do Arcebispo pela Tradição e reorientou sua mente para o Vaticano II.

E que ninguém diga que os dois primeiros e três últimos dos 10 parágrafos são claramente tirados do Protocolo de 5 de maio de 1988 do próprio Arcebispo, razão por que a Declaração seria fiel a ele. É bem sabido que em 6 de maio ele repudiou aquele Protocolo porque ele mesmo reconheceu que fez muitas concessões para que a Fraternidade fosse capaz de continuar a defender a Tradição.

Outro erro é dizer que o perigo já passou porque a Declaração teria sido "revogada" pelo Superior Geral. A Declaração é o fruto envenenado do que veio a ser a mentalidade liberal no topo da sociedade, e essa mentalidade não tem sido reconhecida, nem, muito menos, retraída.

Um terceiro equívoco é dizer que, uma vez que nenhum acordo foi assinado com os apóstatas de Roma, então já não há problema. O problema é menos o acordo do que o desejo de qualquer acordo que conceda à Fraternidade o reconhecimento oficial, que seguramente existe. Seguindo todo o mundo moderno e a Igreja Conciliar, a liderança da Fraternidade parece ter perdido o controle sobre a primazia da verdade, especialmente a Verdade Católica.

Reverendos padres, "O que não pode ser curado deve ser suportado". Líderes cegos são uma punição de Deus. No entanto, o mínimo que vocês podem fazer sobre essa desastrosa Declaração é estudá-la por si mesmos com tudo o que levou a isso, caso contrário vocês perderão sua Fraternidade sem o perceber, assim como a massa de católicos perdeu sua Igreja com o Vaticano II e não o percebeu. Tendo então tornado o desastre claro em suas próprias mentes, vocês devem dizer a verdade ao seu rebanho na Fraternidade, isto é, o perigo em que os Superiores estão colocando sua fé e com isso sua salvação eterna.

Para todos nós daquela Fraternidade que o Arcebispo Lefebvre constituiu dentro de uma fortaleza da Fé, Nosso Senhor está agora colocando a questão de João, VI, 67: "Vocês também me deixarão?"

A qualquer pessoa e a todos vocês de bom grado concedo a bênção episcopal do seu servo em Cristo,



+Richard Williamson, Nova Friburgo, Quinta-feira Santa de 2013.


Não revisada pelo blog, pode conter erros!

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segunda-feira, 11 de março de 2013

NEO-FSSPX: a "Sociedade das mentiras"

Pe. Grossin

CARTA DE EXORTAÇÃO À CORAGEM DE SEGUIR A VERDADE


Segundo o TradiNews, o Pe. Xavier Grossin escreveu aos padres Nicolas Pinaud, Salnave et Rioux, exortando-os a deixar a Pseudo-FSSPX e testemunhando que, em 2002, foi chamado pela tríade para uma conversa que era, na verdade, seu julgamento. Sem direito a advogado e sozinho (onde aprendeu que se deve ter sempre consigo um gravador). Depois de horas de inuteis conversas, dom Fellay propôs a ele um acordo: "Restez dans la Fraternité Sacerdotale Saint Pie X tel que vous êtes en disant la messe 'non una cum' mais ne le dites jamais à personne!", ou seja:  "Fique na FSSPX, como vc está rezando a Missa 'non una cum' mas nunca o diga a ninguem"... E continua: "Essa é a justiça e a honestidade deste bispo. Ele oferece a um dos seus sacerdotes de viver uma mentira permanente. Vos espantai então que ele mentiu para uns e outros. É claro que eu me recusei a esse mercado infame e finalmente deixei a Sociedade das mentiras".

E conclui: "Eu os encorajo a sair o mais rapidamente possível. Não procrastinem, já é tarde. A verdade vos libertará, os fiéis vão agradecer. Se vocês não sabem para onde ir no futuro imediato, eu posso recebê-los em minha casa na Bretanha, que vocês conhecem tão bem, a tempo para se organizar. Que o seu exemplo, seja usado para acordar os outros colegas e fortalecer os joelhos trêmulos!"

Parece que as coisas estão se encaminhando!


Fonte: http://tradinews.blogspot.fr/2013/03/abbe-xavier-grossin-lettre-ouverte.html
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sábado, 9 de março de 2013

Declaração Doutrinal que Mons. Fellay enviou ao Cardeal Levada

"A sensatez é fonte de vida para quem a possui, mas a estupidez é a escola dos tolos" (Provérbios 16, 22).


A traição, pelo próprio punho do traidor



O preâmbulo finalmente veio a público. Teríamos um “corvo” benfazejo provocando um FSSPXleaks? Que Deus o abençoe!

Não posso, contudo, pedir bençãos para d. Fellay, que se revela um traidor insano. Não só aceitou o CVII, como aceitou o culto protestantante conhecido como "Missa Nova", para além do que exigia o Motu Proprio: "Nós declaramos reconhecer a validade do Sacrifício da Missa e dos Sacramentos celebrados com a intenção de fazer o que a Igreja faz em conformidade com os ritos indicados nas edições típicas do Missal Romano e dos Rituais dos Sacramentos promulgados pelos Papas Paulo VI e João Paulo II" (Ítem 7).

Neste momento, estou verdadeiramente exausta. Passei o dia abastecendo o blog com notícias relevantes, e que agora parecem tão irrelevantes... Nestes últimos dias os eventos foram se multiplicando, tic-tac dom Fellay, as Calendas estão chegando. Já não é mais um padre solitário e “descontente” que brada no deserto e ninguém o ouve. O rei está nu, e até o mais tonto já não pode mais negá-lo! E o um virou três e veio + um + dois + mais... 37. Agora até a ala feminina da Obra de Monsenhor compreendeu que algo não vai bem, que se trata de mentiras atrás de mentiras, palavras ambíguas, conversas diferentes aqui (na FSSPX) e lá (com os apóstatas): é, sim, um acordo prático, com todas as letras!

O blog Non Possumus comenta, ao final da publicação: "Esperamos con impaciencia las explicaciones de la Casa general que aparecerán en el próximo 'Cor Unum', prometido por el Padre Thouvenot en su carta circular del 7 de marzo de 2013". Nós também esperamos.  

Leiam o texto, e que cada um faça devidamente uso da razão para compreender do que se trata. Mas, cuidado! A leitura exige estômago. A traição está cabalmente demonstrada. O faniquito que o Superior da Neo-FSSPX teve com a surpresa da abdicação de Bento XVI agora faz sentido! Depois de ter-se rebaixado tanto, não quereria correr o risco de outro Papa - quiçá um progressista - pôr tudo a perder. 

E nem me digam, os saduceus que ele não entregou, ou que ele mudou de ideia, ou que ele não quer mais... Ele desejou isso, escreveu isso, e ao escrevê-lo já estava jurando! Mas ele o entregou, e ainda assim foi recusado por Roma. Roma queria mais! E isso foi a 15 de abril de 2012, quase um ano!!! Quase um ano que ele traiu, OFICIALMENTE E POR ESCRITO, Mons. Lefebvre, a causa, os seus subordinados, as comunidades amigas, os fieis. A Fé. E, parafraseando a madre carmelita alemã, ele já não é mais amigo da Fé. O pior é que, em 8 de Setembro de 2012, Mons Williamson, em seu Comentários Eleison de n. CCLXIX, denunciava isso. E muitos padres (e fieis) o taxaram de louco! Quem é o louco agora? Não vou reproduzir o texto aqui, porque estou exausta e já foi publicado. Leiam aqui. Mas ressalto que, acerca do preâmbulo, nos disseram, nas capelas e centros de Missa da FSSPX, que "estabeleceu princípios católicos que todas as autoridades da FSSPX poderiam subscrevê-lo". Eu pergunto às "autoridades da FSSPX": os senhores subscrevê-lo-iam? 

De minha parte, vou continuar rezando para que alguns padres que eu particular e sinceramente admirava e respeitava tenham a coragem que tiveram os confrades que os antecederam, os quais, além de perceberem o que “vós mesmos percebestes”, ousaram abraçar a verdade, para não ter nada o que temer naquele Dia em que prestaremos contas de nossos atos, omissões e pensamentos. ESTO VIR, padres do Brasil! Até as carmelitas tiveram mais hombridade. E isso é fácil quando se sabe qual é a verdade, o que é obediência verdadeira, qual a razão de ser da FSSPX, segundo o desejo de seu Fundador. Não posso crer que algum desses padres assinaria esse documento. Estaria vendendo a alma ao diabo.

G.




Declaração Doutrinal de 15 de abril que Mons. Fellay enviou ao Cardeal Levada


I. Nós prometemos ser sempre fiéis à Igreja Católica e ao Romano Pontífice, seu Supremo Pastor, Vigário de Cristo, Sucessor de Pedro e cabeça do Corpo dos Bispos.

II. Nós declaramos aceitar os ensinamentos do Magistério da Igreja em matéria de fé e de moral, dando a cada afirmação doutrinal o grau de adesão exigido, conforme a doutrina contida no nº 25 da Constituição Dogmática Lumen Gentium do Concílio Vaticano II1.

III. Em particular:

1. Nós declaramos aceitar a doutrina sobre o Pontífice Romano e sobre o Colégio dos Bispos, com seu cabeça, o Papa, ensinada pela Constituição Dogmática Pastor Aeternus do Concílio Vaticano I e pela Constituição Dogmática Lumen Gentium do Concílio Vaticano II, capítulo 3 (De constitutione hierarchica Ecclesiæ et in specie de episcopatu), explicada e interpretada pela Nota Explicativa Prævia a esse mesmo capítulo.

2. Nós reconhecemos a autoridade do Magistério, o único ao qual foi confiado o encargo de interpretar autenticamente a Palavra de Deus escrita ou transmitida2 dentro da fidelidade à Tradição, recordando que “o Espírito Santo não foi prometido aos sucessores de Pedro para que eles dessem a conhecer, por revelação Sua, uma nova doutrina, mas para que com Sua assistência eles guardem santamente e exprimam fielmente a revelação transmitida pelos Apóstolos, ou seja o depósito da fé”3.

3. A Tradição é a transmissão viva da Revelação “usque ad nos”4  e a Igreja, na sua doutrina, na sua vida e no seu culto, perpetua e transmite a todas as gerações aquilo que ela é e tudo o que ela crê. A Tradição progride na Igreja com a assistência do Espírito Santo5, não como uma novidade contrária6, mas por uma melhor compreensão do depositum fidei7.


4. A inteira Tradição da fé católica deve ser o critério e o guia para a compreensão dos ensinamentos do Concílio Vaticano II, o qual por sua vez esclarece – ou seja, aprofunda e explicita ulteriormente – certos aspectos da vida e da doutrina da Igreja, nela implicitamente presentes ou ainda não formulados conceitualmente8.

5. As afirmações do Concílio Vaticano II e do Magistério pontifício posterior relativas à relação entre a Igreja Católica e as confissões cristãs não-católicas, e também ao dever social de religião e ao direito à liberdade religiosa, cuja formulação é dificilmente conciliável com as afirmações doutrinais precedentes do Magistério, devem ser compreendidas à luz da Tradição inteira e ininterrupta, de maneira coerente com as verdades precedentemente ensinadas pelo Magistério da Igreja, sem aceitar nenhuma interpretação dessas afirmações que possa levar a expor a doutrina católica em oposição ou em ruptura com a Tradição e com este Magistério.

6. É por essa razão que é legítimo promover, mediante uma discussão legítima, o estudo e a explicação teológica de expressões e de formulações do Concílio Vaticano II e do Magistério subsequente, nos casos em que elas não pareçam conciliáveis com o Magistério anterior da Igreja9.

7. Nós declaramos reconhecer a validade do Sacrifício da Missa e dos Sacramentos celebrados com a intenção de fazer o que a Igreja faz em conformidade com os ritos indicados nas edições típicas do Missal Romano e dos Rituais dos Sacramentos promulgados pelos Papas Paulo VI e João Paulo II.

8. Seguindo os critérios enunciados acima (III, 5), bem como o Cânon 21 do Código, nós prometemos respeitar a disciplina comum da Igreja e as leis eclesiásticas, especialmente aquelas que estão contidas no Código de Direito Canônico promulgado pelo Papa João Paulo II (1983) e no Código de Direito Canônico das Igrejas Orientais promulgado pelo mesmo Pontífice (1990), ficando salva a disciplina que será concedida à Fraternidade Sacerdotal São Pio X por uma lei particular.

Fonte original: http://tradinews.blogspot.com.br/2013/03/la-sapiniere-declaration-doctrinale-du.html

Tradução de Felipe Coelho: FRATERNIDADE SACERDOTAL DE S. PIO X, Declaração Doutrinal de 15 de Abril de 2013; trad. br. por F. Coelho, São Paulo, mar. 2013, blogue Acies Ordinata, http://wp.me/pw2MJ-1Fh
Não revisado pelo Pale Ideas.

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1.  Cf. também a Nova Fórmula da Profissão de Fé e do Juramento de Fidelidade para assumir um ofício exercido em nome da Igreja, de 1989; cf. CIC cânones 749; 750, 1 e 2; 752; CCEO cânones 597; 598, 1 e 2; 599
2.  Cf. Pio XII, Encíclica Humani Generis.
3.  Vaticano I, Constituição Dogmática Pastor Aeternus, Dz. 3070.
4.  Concílio de Trento, Dz. 1501: “Toda verdade salutar e toda regra moral (Mt. XVI, 15) estão contidas nos livros escritos e nas tradições não escritas que, recebidas pelos Apóstolos da boca do próprio Cristo ou transmitidas como que de mão em mão pelos Apóstolos sob o ditado do Espírito Santo, chegaram até nós.”
5.  Cf. Concílio Vaticano II, Constituição Dogmática Dei Verbum, 8 e 9, Dz. 4209-4210.
6.  Vaticano I, Constituição Dogmática Dei Filius, Dz. 3020: “Assim, sempre se deve conservar o sentido dos dogmas que a Santa Madre Igreja determinou de uma vez por todas, e jamais se afastar dele sob pretexto e em nome de uma inteligência mais elevada desses dogmas. Cresçam, pois, e se multipliquem abundantemente, tanto em cada um como em todos, tanto nos homens como em toda a Igreja, ao longo das idades e dos séculos, a inteligência, a ciência e a sabedoria; mas somente no gênero que lhes convém, isto é, na unidade do dogma, do sentido e da maneira de ver (S. Vicente de Lérins, Commonitorium, 28).”
7.  Vaticano I, Constituição Dogmática Dei Filius, Dz. 3011; Juramento Antimodernista, nº 4; Pio XII, Carta Encíclica Humani Generis, Dz. 3886; Concílio Vaticano II, Constituição Dogmática Dei Verbum, 10, Dz. 4213.
8.  Como, por exemplo, o ensinamento da sacramentalidade do episcopado em Lumen Gentium, nº 21.
9.  Encontra-se um paralelo na história com o Decreto para os Armênios do Concílio de Florença, no qual a entrega dos instrumentos era indicada como matéria do Sacramento da Ordem. Sem embargo, os teólogos discutiam legitimamente, mesmo após este decreto, acerca da exatidão de uma tal afirmação; finalmente, a questão foi resolvida de outro modo pelo Papa Pio XII. 



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FELLAY E AS CARMELITAS DE SÃO JOSÉ

Editado às 22:52 para acrescentar um caridoso pedido de orações pelo Padre Zaby, feito por minha cara Rosa Ivonne, do México, à qual me uno em oração por este zeloso padre, para que tenha a mesma coragem de suas carmelitas.



E O BARCO CONTINUA FAZENDO ÁGUA.

ATÉ QUANDO, DOM FELLAY? 
SEJA SANTO, RENUNCIE!


Me preparava para publicar a notícia do CathInfo de que as irmãs do Carmelo de São José, na cidade de alemã de Brilon am Wald, iriam se desligar da Pseudo-FSSPX quando recebi outro e-mail informando que o THE RECUSANT já confirmava a saída dessas corajosas carmelitas. Certamente mais corajosas do que muitos padres que não honram as calças (como homens) e a batina (como Padres) que vestem!!!  

Mas vamos ao resumo das duas notíciaso.

Na primeira, se dizia que as irmãs queriam afastar-se da Neo-FSSPX por causa da triação dos superiores contra a Fé. Também se informava que, recentemente, dom de Galarreta quis visitar o Carmel - porque é ele quem está cuidando dos mosteiros filiados à FSSPX - mas as Carmelitas não permitiram, porque, como elas disseram, ele não é mais um amigo da Fé. Depois o Superior do Distrito alemão da FSSPX, Pe. Schmidberger, quis visitar o Carmelo também, mas também foi negado e pelo mesmo motivo. Aparentemente, elas só não havia dado o passo porque o superior do Distrito Alemão implorara que esperassem até a Páscoa. O Carmelo é composto de sei irmãs. Eram sete, mas uma - que é irmã de um padre não-acordista - já havia saído por causa de uma briga com o Schmidberger sobre os acordos com a Roma apóstata. Infelizmente, o Carmelo-mãe, em Quiévrain, na Belgica, segue leal a dom Fellay, e as irmãs ficaram isoladas. Quem zela pelas irmãs, ministrando os Sacramentos, fazendo retiros e rezando a Missa diária, há cerca de dois anos, é o pe. Pe. Zaby, que também é contra os acordos com a Neo-Roma, e desempenhou um importante papel no "despertamento" das Carmelitas. Segundo as informações do autor do texto, se as irmãs de fato romperem com Menzingen, o Pe. Zaby também vai deixar a FSSPX e se manter ao lado do Carmelo. 

Na segunda, se confirma que há tempo este Carmelo deixou claro ao Pe. Schmidberger sua completa oposição a qualquer acordo com a Roma modernista sem conversão e que o Carmelo agora se dissociou oficialmente do Distrito Alemão da FSSPX. Informa que as ações do Distrito Alemão não têm sido nem generosas nem caritativas [fato notório; muitos fieis e padres conhecem a generosidade e a caridade de dom Fellay e CIA.] e que já lhes tiraram a ajuda externa, o que pode lvera o Carmelo ao fechamento por sua precária situação. Além disso, o Distrito quer lhes tirar o capelão. 

* * *

O Carmelo tradicional de São José, em Brilon Wald, Alemanha, foi fundado há uns 30 anos como casa filha do Carmelo do Sagrado Coração em Quiévrain, Bélgica, o, qual fora fundado, por sua vez, pela irmã de Mons. Lefebvre, S. Marie Christiane, quando ele começou sua Sociedade. 

Alguém pensar que seis irmãs não sejam uma grande notícia, mas quem sabe da importância de um Carmelo dedicado contemplativa, vai perceber a verdadeira dimensão desta notícia, ou seja, que se espera que este Carmelo irá se juntar à Resistência.

Uma vez perguntaram a Mons. Lefebvre por que sua empresa espiritual foi tão bem sucedida, e ele respondeu que foi por causa de cinco Carmelitas rezando por ele constantemente. É por isso que os padres de língua alemã da resistência, dentro e fora do Neo-FSSPX, estão entusiasmados com esta notícia. Também Pe. Schmidberger sabe da importância que teria um tal Carmelo "próprio", e é por isso que ele está fervendo de raiva atualmente, com essa potencial divisão.

Ambos os sites fazem um apelo por orações e, agora, por ajuda, para as irmãs:

"Por favor, ajude-nos com orações para as Carmelitas de São José, a sua corajosa mãe Superior (ano 1958) e seu valente sacerdote, o Pe. Zaby. Vamos rezar o terço para estas Carmelitas, para que fiquem firmes em seu plano e que quebram oficialmente essa afiliação com a traidora Neo-FSSPX. Eles apenas fazem o que o Arcebispo Lefebvre sugeriu a vários mosteiros em situações semelhantes; leiam os comentários recentes de Dom Tomás de Aquino, no Brasil, por exemplo. São José, rogai por nós!"
 
E: "Por favor, inclua as irmãs em suas orações.

Para contactar as Carmelitas:

Karmel St. Josef
Korbacher Str. 89
59929 Brilon Wald
Germany
Tel. 0049 2961 - 6445"


Nota do blog:


Atualmente os Carmelos assistidos por padres da Neofrat de Fellay são os seguintes:

- Carmelo São José - Brillon Wald, Alemanha (menos um, faltam quatro)
- Carmelo do Sagrado Coração - Quiévrain - Bélgica
- Carmelo do Imaculado Coração de Maria - Eynesse - França
- Carmelo Maria Rainha dos Anjos - Chexbres - Suíça
- Carmelo Santíssima Trindade - Spokane - EUA

fonte: http://provsjose.zip.net/arch2009-01-16_2009-01-31.htm.


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FSSPX: Esclarecimentos de Pe. Olivier Rioult

OPERAÇÃO MEMÓRIA: TRADUZIREMOS EM BREVE

ACLARACION RESPECTO AL COMUNICADO DEL SUPERIOR DEL DISTRITO DE FRANCIA A PROPÓSITO DE LA CARTA DEL 28 DE FEBRERO A MONSEÑOR FELLAY. 


LA SAPINIÈRE

Padre Olivier Rioult


Una carta compartida por 37 sacerdotes del distrito de Francia ha sido publicada en La Sapinière. Las verdades que contiene han disgustado de manera manifiesta a la Casa General que decidió sancionar a tres sacerdotes entre los treinta y siete que la aprobaron. Su crimen: no soportar las mentiras de la Casa General.

La Casa General los conmina, en nombre del canon 2331 § 2 a suspender su ministerio y a ser puestos en cuarentena hasta el proceso en el cual nuestros acusadores serán nuestros jueces. Es decir que Monseñor Fellay será juez y parte. Nosotros no conocemos ningún canon del Derecho de la Iglesia que permita mentir. Conocemos al contrario, el octavo mandamiento de Dios que lo prohíbe.
Todo el contenido de la carta del 28 de febrero es verdadero y verificable. La Casa General, molesta, dijo en principio que se trataba de una falsedad, que esta carta no podía provenir de sacerdotes. Ante los hechos, trataron de hacer creer que se “trató de una invención”.

MENZINGEN: a "farra da guilhotina" continua!

"A sensatez é fonte de vida para quem a possui, mas a estupidez é a escola dos tolos" (Provérbios 16, 22).

Menzingenstapo with her flying guillotine!


FALE E ESTEJA PREPARADO PARA A GUILHOTINA DE MENZINGEN!
NO TRIBUNAL DE DOM FELLAY, ELE É ADVOGADO, O JURI E O JUIZ.


Segundo o blog amigo NON POSSUMUS - MEXICO, o rev. padre Trincado recebeu o decreto de expulsão firmado por dom Fellay e pe. Thouvenot. Um processo eivado de erros judiciais e aberrações jurídicas, como a ausência de uma instância superior ou do direito ao contraditório. O mesmo deve ter acontecido com os 3 padres (da lista de 37) que foram descobertos, julgados e condenados mais rápido do que Menzingen responde às missivas que recebe.

Atualmente, o rev. padre reside em Nova Friburgo, no Mosteiro da Santa Cruz, onde também está hospedado o rev. Pe. E. Cardozo. A continuar assim, quem sobrará na Neo-FSSPX?

Uma observação minha sobre a Resistência. 

 
Apesar da coragem dos 37 padres de se dirigem publicamente aos superiores para lhes lembrar seus deveres e exigir retratação e reparação, com a demissão pelo bem comum e a santificação pessoal deles, o anonimato lhes tira o brilho da atitude heroica. Refletindo a respeito desse anonimato, que começa a ruir com os primeiro 3 padres descobertos, me questiono no que eles diferem dos superiores, uma vez que adotam a mesma hermenêutica: mudar as coisas estando dentro do chiqueiro. E não é isso que ocorre? Assim como a tríade entende que podem converter a igreja Conciliar - como se coubesse a qualquer ser humano - estando dentro dela, ao invés de esperar na Igreja Católica onde a FSSPX ainda se encontra, os 37 padres entendem que podem mudar as coisas estando dentro da Pseudo-FSSPX!!! Ledo engano, da parte de ambos. O que vão conseguir é mais problemas, mais divisões, mais lama.

São Pio X, segundo testemunhou o Card. Merry del Val, costumava dizer ESTO VIR! E o que mais vejo, em meu humilde monitor de PC, é pouca hombridade, muita desonestidade e muita conversa fiada.
 
 
Fonte: http://nonpossumus-vcr.blogspot.com.br/2013/03/otro-sacerdote-expulsado.html

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sexta-feira, 8 de março de 2013

MENZINGEN: quem planta vento...

Dom Fellay chamado na chincha mais abertamente. A carta dos 37 padres franceses já exigia uma resposta. Mas ele se fez de desentendido e mandou um louvaminheiro responder por ele. Mas há Alguém de olho em tudo, atento a tudo. Eu sempre me pergunto se quem age desonestamente não se lembra disso... Como dorme a noite? Ou será – às vezes isso sfiora a minha mente como um lampejo – que esse alguém não crê na Onipresença e na Onisciência? No próprio Criador?

 

MONSENHOR FELLAY, O SENHOR ESTÁ INSTADO A COMPARECER!


A partir do momento em que o senhor diz tudo e o contrário de tudo em função de seus interlocutores,

A partir do momento em que o senhor mantém nos postos-chaves da FSSPX os padres mais liberais,

A partir do momento em que o senhor diz que isso nunca é culpa sua,

A partir do momento em que o senhor se livra de suas responsabilidade, que o senhor escusa a si mesmo pela bagunça monstro que fez na Fraternidade,

Monsenhor, o senhor está instado a comparecer!

Depois de expulsar bons padres, porque eles não queriam se calar sobre vossos desvios doutrinários, nem sobre vossas tentativas de compromisso,

Depois de ter semeado a divisão e a confusão nas fileiras dos padres e dos fiéis,

Depois de ter semeado a desconfiança nos fiéis em relação a seus sacerdotes, dos padres entre eles e dos fiéis entre eles,

Monsenhor, o senhor está instado a comparecer!

Depois de ter expulsado do Capítulo da FSSPX, do qual ele é membro de direito, um dos bispos consagrados por Mons. Lefebvre,

Depois de, sem qualquer motivo válido, sem nunca tê-lo ouvido, ter expulsado Mons. Williamson da FSSPX, quando Mons. Lefebvre pediu para permanecerem unidos entre vós,

Depois da carta aberta de Mons. Williamson, à qual o senhor nunca respondeu,

Monsenhor, o senhor está instado a comparecer!

Depois da carta dos dominicanos de Avrillé, que se queixam de que o espírito ofensivo da FSSPX desapareceu, e que os atos para perpetuar a Tradição na Igreja cessaram, deixando o campo aberto para a Roma conciliar,

Depois da carta que vos enviaram 37 padres do Distrito de França, na qual vossos desvios doutrinais, vossas mentiras e vossas contradições são revelados,

Mons. Fellay, o senhor está obrigado a comparecer!

Mons. Fellay, como Nosso Senhor Jesus Cristo na Cruz, a verdade vos parece fraca. Mas é inútil querer detê-la punindo os padres que vo-la dizem na cara! A verdade é mais forte do que a mentira!

Se esses padres são revolucionários e subversivos, como o senhor fez dizer ao Padre Thouvenot em uma carta circular interna datada de ontem, então, Mons. Lefebvre também é revolucionário!

Pela revolução que o senhor impôs à Fraternidade, depois da “Cor Unum" de março de 2012, onde o senhor, por vossa própria autoridade, mudou as regras do Capítulo Geral de 2006, para vos voltar para a Roma conciliar,

Monsenhor, o senhor é obrigado a comparecer ou a se demitir!

Gentiloup


Em ESPAÑOL e ENGLISH. Agradecendo a tradução para o espanhol à Rosa Ivonne. 

 

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MENZINGEN: Esclarecimentos sobre a carta a dom Fellay

OPERAÇÃO MEMÓRIA: Pe. de Cacqueray responde. E pela resposta se vê que "continua serenamente" a lamber as botas menzengeanas... e a mascarar a verdade. Segundo ele, apesar das evidências, o rei não está nu, mas veste uma roupa líndissima, que só os inteligentes podem ver... como diria meu sobrinho de sete anos. Não se deu ao trabalho de desdizer uma acusação sequer, que, apesar de graves, gravíssimas, não passam de "intrigas anônimas". Well, parece que o ser humano não aprende nada com a História. Será que o reverendíssimo nunca ouviu falar no Wikileaks, e mais particularmente no Vatileaks? Em tempos de uma tecnologia que permite ser uma mosquinha em salas de reunião fechadas... a tríade não aprende. Depois, virão com aquela eterna conversa de que foram enganados, que não sabiam, que não é bem assim... 

Três padres da lista de 37 foram "descobertos" e rápida e exemplar punidos. Quando lhe interessa, Menzingen age rápido, sim" Por que, então, levou quatro anos para responder à carta do confrade que é lá mencionado?

Contudo, não esqueçam que há mais 30 esperando a coroa da glória. Que não tarde! E não esqueçam também que há pelo menos um superior de Distrito por trás disso... aquele que espera pelo protocolo de recebimento de suas missivas ao Santo Padre - ops! - ao Superior! 
Ah! O título não está errado, não. Eu sei que Pe. de Cacqueray está na França, e que Menzingen se situa na Suíça... É apenas para não causar confusão em quem lê o Pale... Vai que alguém pense, por causa disso, que quem está pondo os pés pelas mãos é a FSSPX de Mons. Lefebvre... Melhor prevenir! ;)

Suresnes,  7 mars 2013


[Notre-Dame de Pontmain]

Comunicado do Superior do Distrito da França:

esclarecimento sobre uma carta anônima



Uma carta supostamente assinada por 37 padres do Distrito da França foi publicada há alguns dias em um site anônimo [???].

terça-feira, 5 de março de 2013

FSSPX: Carta a Mons. Fellay por 37 sacerdotes franceses

OPERAÇÃO MEMÓRIA: esta carta é atual, de poucos dias atrás, e é mais um registro para que não se perca a memória dos fatos e não se alegue uma conveniente amnésia. A tradução foi feita do texto em italiano, gentilmente cedido pelo Blog Non Possumus (italiano). A demora em publicar, em relação a outros blogs de língua portuguesa, se deu por causa da revisão e das notas; eu prefiro pesquisar e informar, quando possível, as fontes das referências que são feitas. 

Pois bem, o texto de hoje trata-se da Carta a Mons. Fellay escrita por 37 sacerdotes do Distrito da França. Texto anônimo, mas até agora o Distrito francês não veio a público negá-lo. Um certo superior de um certo distrito “acordista” extra-Europa recebeu este texto no próprio dia 28, e, mesmo assim, ninguém negou coisa alguma. Em sendo assim, as pessoas podem tirar suas próprias conclusões. Não é mencionado o nome do superior do Distrito Francês, mas eu “sinto” que ele não discorda do texto e “sinto” que aparece, aqui e acolá, como este ou aquele indivíduo que é citado. Se não for um dos 37 que (não)assinam a carta, gosto de pensar que a assinaria. Sobre a carta, nas notas fiz alguns comentários que me pareceram necessários, mas o que exsurge – se for verdade, e até agora, repito, ninguém veio a público negá-lo - é um quadro vergonhoso, que de virtudes católicas não tem absolutamente nada. Parece fazerem o estilo “faz o que eu digo, mas não faz o que eu faço”: mentiras, enganações, ambiguidades, tergiversações, politicagem, perseguições, injúrias... a lista é grande. Seria grande demais mesmo se houvesse apenas um substantivo desses, em se tratando de um “Alter Christe”! 

Os 37 padres são os novos heróis da Tradição, mas precisam levar o heroísmo a um grau maior e se identificarem corajosamente, como fizeram outros antes deles, mesmo sabendo que seriam – e foram – punidos por sua fidelidade à Igreja, a Mons. Lefebvre e à FSSPX. Quiçá, agora, mais alguns silenciosos sintam-se encorajados a tomar posição e honrar a batina que vestem. ESTO VIR!, diria São Pio X.

Uno-me a este coro de mais 37 vozes para dizer, em alto e bom som, que eu também quero que dom Fellay seja santo, junto com seus dois Assistentes.  



 

CARTA A MONS. FELLAY POR 37 SACERDOTES DO DISTRITO DA FRANÇA





A Mons. Fellay.

Excelência:

Como o senhor escreveu recentemente, “os laços que nos unem são essencialmente sobrenaturais”. Entretanto, o senhor tomou o cuidado de nos lembrar, com razão, que as exigências da natureza não devem ser esquecidas também. “A graça não destrói a natureza”. Entre estas exigências, há a veracidade. Ora, nós somos obrigados a constatar que uma parte dos problemas que tivemos que enfrentar nesses últimos meses deriva de uma grave falta desta virtude.

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