OPERAÇÃO MEMÓRIA: esta carta é atual, de poucos dias atrás, e é mais um registro para que não se perca a memória dos fatos e não se alegue uma conveniente amnésia. A tradução foi feita do texto em italiano, gentilmente cedido pelo Blog Non Possumus (italiano). A demora em publicar, em relação a outros blogs de língua portuguesa, se deu por causa da revisão e das notas; eu prefiro pesquisar e informar, quando possível, as fontes das referências que são feitas.
Pois bem, o texto de hoje trata-se da Carta a Mons. Fellay escrita por 37 sacerdotes do Distrito da França. Texto anônimo, mas até agora o Distrito francês não veio a público negá-lo. Um certo superior de um certo distrito “acordista” extra-Europa recebeu este texto no próprio dia 28, e, mesmo assim, ninguém negou coisa alguma. Em sendo assim, as pessoas podem tirar suas próprias conclusões. Não é mencionado o nome do superior do Distrito Francês, mas eu “sinto” que ele não discorda do texto e “sinto” que aparece, aqui e acolá, como este ou aquele indivíduo que é citado. Se não for um dos 37 que (não)assinam a carta, gosto de pensar que a assinaria. Sobre a carta, nas notas fiz alguns comentários que me pareceram necessários, mas o que exsurge – se for verdade, e até agora, repito, ninguém veio a público negá-lo - é um quadro vergonhoso, que de virtudes católicas não tem absolutamente nada. Parece fazerem o estilo “faz o que eu digo, mas não faz o que eu faço”: mentiras, enganações, ambiguidades, tergiversações, politicagem, perseguições, injúrias... a lista é grande. Seria grande demais mesmo se houvesse apenas um substantivo desses, em se tratando de um “Alter Christe”!
Os 37 padres são os novos heróis da Tradição, mas precisam levar o heroísmo a um grau maior e se identificarem corajosamente, como fizeram outros antes deles, mesmo sabendo que seriam – e foram – punidos por sua fidelidade à Igreja, a Mons. Lefebvre e à FSSPX. Quiçá, agora, mais alguns silenciosos sintam-se encorajados a tomar posição e honrar a batina que vestem. ESTO VIR!, diria São Pio X.
Uno-me a este coro de mais 37 vozes para dizer, em alto e bom som, que eu também quero que dom Fellay seja santo, junto com seus dois Assistentes.
Pois bem, o texto de hoje trata-se da Carta a Mons. Fellay escrita por 37 sacerdotes do Distrito da França. Texto anônimo, mas até agora o Distrito francês não veio a público negá-lo. Um certo superior de um certo distrito “acordista” extra-Europa recebeu este texto no próprio dia 28, e, mesmo assim, ninguém negou coisa alguma. Em sendo assim, as pessoas podem tirar suas próprias conclusões. Não é mencionado o nome do superior do Distrito Francês, mas eu “sinto” que ele não discorda do texto e “sinto” que aparece, aqui e acolá, como este ou aquele indivíduo que é citado. Se não for um dos 37 que (não)assinam a carta, gosto de pensar que a assinaria. Sobre a carta, nas notas fiz alguns comentários que me pareceram necessários, mas o que exsurge – se for verdade, e até agora, repito, ninguém veio a público negá-lo - é um quadro vergonhoso, que de virtudes católicas não tem absolutamente nada. Parece fazerem o estilo “faz o que eu digo, mas não faz o que eu faço”: mentiras, enganações, ambiguidades, tergiversações, politicagem, perseguições, injúrias... a lista é grande. Seria grande demais mesmo se houvesse apenas um substantivo desses, em se tratando de um “Alter Christe”!
Os 37 padres são os novos heróis da Tradição, mas precisam levar o heroísmo a um grau maior e se identificarem corajosamente, como fizeram outros antes deles, mesmo sabendo que seriam – e foram – punidos por sua fidelidade à Igreja, a Mons. Lefebvre e à FSSPX. Quiçá, agora, mais alguns silenciosos sintam-se encorajados a tomar posição e honrar a batina que vestem. ESTO VIR!, diria São Pio X.
Uno-me a este coro de mais 37 vozes para dizer, em alto e bom som, que eu também quero que dom Fellay seja santo, junto com seus dois Assistentes.
CARTA A MONS. FELLAY POR 37 SACERDOTES DO DISTRITO DA FRANÇA
A Mons. Fellay.
Excelência:
Como o senhor escreveu recentemente, “os laços que nos unem são essencialmente sobrenaturais”. Entretanto, o senhor tomou o cuidado de nos lembrar, com razão, que as exigências da natureza não devem ser esquecidas também. “A graça não destrói a natureza”. Entre estas exigências, há a veracidade. Ora, nós somos obrigados a constatar que uma parte dos problemas que tivemos que enfrentar nesses últimos meses deriva de uma grave falta desta virtude.


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