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quarta-feira, 26 de outubro de 2016

Igreja Conciliar: Nova religião, nova doutrina, novo culto.

OPERAÇÃO MEMÓRIA. Queridos leitores, olhem só o que eu achei em meus arquivos! Achei... a verdade!!! E da boca de quem agora está indo cantar o Te Deum na Igreja Conciliar, e cujo texto foi publicado (e CRITICADO) originalmente pelo blog do padre Sofista e traduzido (sic) pelo blog dos militontos de Dom Tomás

Curioso como as coisas são, não é? O que fulaninho disse ontem, não vale hoje... e está tudo bem, porque os macaquinhos batem palmas como manda o adestrador! Pula macaquinho! Pula macaquinho!       

Obviamente... foi tudo printado, "abiguinhos", para o "irmão" não se sentir tentado a apagar a verdade, como já aconteceu antes.  

Seja como for... ainda que eles mais um vez apaguem a verdade que os condena, nada pode ser escondido de Deus. Durmam com essa, macaquinhos... 

Eu tenho mais artigos e prints desses, "abiguinhos", não se preocupem... Em ocasião e tempo oportunos irei publicar, sempre que for necessário restabelecer a verdade ou refrescar a memória.  

Registro que dos três links envolvidos, somente um está quebrado, o do blog Missa Tridentina, que foi deletado pela autora. Os outros dois - o mexicano e o de Vitória - estão funcionando perfeitamente, como podem ver logo depois do texto de Dom Tissier.

De maneira geral, gosto de chamar a atenção dos leitores com cores de árvore de Natal, para que os mentecaptos possam entender, desenhadamente, aquilo que eles não compreendem pela simples leitura das palavras. Serão eles espiritualmente cegos ou meros analfabetos funcionais?. Quem sabe?... 

Mas minhas intervenções são particularmente em [azul] para distingui-las dos grifos e comentários oportuna e devidamente assinalados pelo padre Sofista e os militontos - que agora inexplicadamente mudaram de ideia - no texto que chegou até mim por e-mail em 2013.  E é interessante notar como mudaram completamente de discurso e de rota em menos de 3 anos.  

Vamos ao texto, que, em si, é fantástico. Publico na íntegra.  




segunda-feira, 4 de abril de 2016

PORQUE NÃO VÃO À NEO-FSSPX?



-por Marcos Maria, fiel da Missão Cristo Rei de Ipatinga


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Uma grande confusão se criou em meios “tradicionalistas”, inclusive em alguns blogs da chamada “resistência”, por ocasião de uma escandalosa entrevista concedida por parte de Dom Tissier de Mallerais (um dos bispos auxiliares da Neo-FSSPX) em Chicago, no dia 21 de março. Todavia, essa confusão deixou alguns sem entender o que realmente se passa, pois, a poucos dias, Dom Tomás de Aquino (o mais novo bispo “resistente”), deu uma entrevista na qual citou Dom Tissier como um dos “grandes autores antiliberais” e agora, um famoso blog “católico” (Non Possumus) – que publicou a entrevista – posta críticas ao tal bispo. Uma vez mais vemos a contradição destes senhores...

Vejamos o que disse Dom Tomás de Aquino: “Leiam e procurem entender os grandes autores antiliberais, sobretudo os que melhor entenderam os erros do mundo moderno, como Dom Antônio de Castro Mayer, Dom Williamson e também Dom Tissier, que expôs com precisão a estranha teologia de Bento XVI e que nos deu a biografia de Dom Lefebvre, sem esquecer os antigos autores, cuja lista seria demasiado grande.” (Entrevista concedida em março de 2016).

Agora, penso que se faz necessário uma comparação entre o que disse esse suposto “grande autor antiliberal” com a conduta seguida por Dom Lefebvre.

                                                                              
- Dom Tissier de Mallerais: Monsenhor Lefebvre nunca colocou, como condição de nosso novo reconhecimento por parte de Roma, que Roma abandone os erros e as reformas conciliares. (SIC!)
Incluso, se tivessem dito algo assim a André Cagnon em 1990, nunca o havia feito, porque isso nunca havia sido sua linha de conduta, sua estratégia com a Roma modernista. Ele era forte na fé, não cedia em sua posição doutrinal, todavia sabia ser flexível, paciente, prudente na prática. Para conseguir seus fins, sua prudência ditava empurrar ao adversário, acusá-lo, fazê-lo retroceder, convencê-lo, mas sem bloqueá-lo por exigências que todavia se encontram inaceitáveis. Ele não rejeitava o diálogo e estava disposto a aproveitar qualquer porta aberta pelo interlocutor. (Entrevista concedida em Chicago, 21 de março de 2016)

- Dom Lefebvre: Não temos a mesma maneira de conceber a reconciliação. O Cardeal Ratzinger a vê no sentido de reduzir-nos, de trazer-nos ao Vaticano II. Nós a vemos como um retorno de Roma à Tradição. Não nos entendemos. É um diálogo de surdos.
Não posso falar muito do futuro, já que o meu está atrás de mim. Porém, se vivo um pouco ainda, e supondo que daqui à determinado tempo Roma nos chame, que queira voltar a ver-nos, retomar o diálogo, nesse momento seria eu quem imporia condições. Já não aceitarei estar na situação em que nos encontramos durante os colóquios. Isso terminou.
Eu apresentaria a questão no plano doutrinal: Estais de acordo com as grandes Encíclicas de todos os Papas que vos precederam? Estais de acordo com a Quanta Cura de Pio IX, com a Immortale Dei e a Libertas de Leão XIII, com a Pascendi de Pio X, com a Quas Primas de Pio XI, com a Humani Generis de Pio XII? Estais em plena comunhão com estes Papas e com suas afirmações? Aceitais ainda o Juramento Anti-modernista? Sois a favor do Reinado Social de Nosso Senhor Jesus Cristo?
Se não aceitais a Doutrina de seus antecessores, é inútil falarmos. Enquanto não tiverdes aceitado reformar o Concílio considerando a doutrina destes papas que vos precederam, não há diálogo possível. É inútil.
As posições ficariam, assim, mais claras.
Não é algo pequeno o que nos opõe. Não basta que nos seja dito: podem rezar a missa antiga, mas é necessário aceitar isto. Não, não é somente isso o que nos opõe, é a Doutrina. Está claro." (Entrevista concedida a Fideliter Nº 66", novembro-dezembro de 1988)

Comprovando a impossibilidade de colocar-nos de acordo, no dia 02 de junho escrevi de novo ao Papa: inútil continuar com os colóquios e os contatos. Não temos o mesmo propósito. Quereis levar-nos a vós e reconciliar-nos, e nós queremos ser reconhecidos tal como somos. Queremos continuar com a Tradição como já fazemos. (Entrevista concedida um ano após as sagrações episcopais, Fideliter, Nº 70, de julho-agosto de 1989)

Todo sacerdote que queira permanecer católico tem o estrito dever de separar-se desta igreja conciliar. (De seu livro “Itinerário Espiritual”)

Eu fui mais longe do que deveria ter ido. (Fideliter, Nº 79, Janeiro de 1991)


Se lemos que Dom Lefebvre coloca a condição dos modernistas aceitarem todas as encíclicas supracitadas, como um bispo, seu filho, diz que ele não colocou como condição de reconhecimento que Roma abandone os erros e reformas do concílio? É esse realmente um exemplo de bispo antiliberal? 

E agora, fica uma pergunta: Porque não vão à Neo-FSSPX?

Já que as diretrizes tomadas pelos superiores e alguns padres da famosa “resistência católica” são totalmente liberais e modernistas, confesso ficar sem entender o porquê de eles não se juntarem à Neo-FSSPX, visto que seguem os mesmos caminhos. Ora, a Neo-FSSPX se sobressai... É bem mais estruturada, tem seminários de primeira linha, grandes capelas, padres que podem dar-vos Missas com mais frequência... Não faz sentido ouvirem Missas em catacumbas ou, às vezes, até em casas, e com tão pouca frequência, já que os superiores da “resistência” defendem as mesmas coisas defendidas por Dom Fellay!

Dom Tomás, se Dom Tissier de Mallerais é um antiliberal, porque não se juntar a ele e logo, à Neo-FSSPX? É simples de se resolver o problema... E assim, vocês vão todos juntos a Roma para serem abraçados por Francisco...

- Dom Fellay: Se o Papa me chama eu vou logo. Melhor dizendo, vou correndo. (Entrevista à revista “30 Dias”, Nº 9, outubro de 2002);

- Dom Williamson: Se o Santo Padre me autoriza a fundar uma sociedade, eu estaria no próximo avião até Roma. (Post Falls, Idaho, USA, 1º de junho de 2014);

- Dom Faure: Se no futuro fosse convidado a ir a Roma conversar com o Papa, iria com Mons. Williamson. (Entrevista março, 2015);


Caros confrades, a que resistem estes senhores? Ao catolicismo ensinado por Dom Lefebvre e Dom Antônio? Pois isso é o que parece... É incrível vermos homens que deveriam ser os bastiões da Fé cometendo tais asneiras; homens que, ao invés de nos confirmar na Fé de sempre, semeiam confusão na mente dos fiéis.

Rezemos e peçamos a Deus e à Santíssima Virgem a graça de permanecermos firmes e dignos neste grande combate por Cristo e pela Igreja.


Nos Sagrados Corações de Jesus e Maria,
Marcos Maria, fiel da Missão Cristo Rei de Ipatinga/MG.

 




COMENTARISTA, LEIA ANTES O 
THANKS! 

  

sábado, 4 de janeiro de 2014

ENTREVISTA AO REV. PADRE ERNESTO CARDOZO

Publicamos a entrevista que o rev. Pe. Cardozo concedeu a um fiel, em Campo Grande. 
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ENTREVISTA AO REV. PADRE ERNESTO CARDOZO


Rev. Pe. Cardozo, de onde o senhor está vindo? Onde passou as festividades de Natal e Ano Novo?

Passei pela Missão de Cristo Rei, em Ipatinga, onde foi preparado um bonito coro (coral). E aproveito para agradecer aos benfeitores que têm ajudado e continuam ajudando no embelezamento da capela e também aos que sustentam a casa do Pré-Seminário


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Missa do Galo - Missão Cristo Rei, Ipatinga/MG

O Pe. Cardozo com dois dos pré-seminaristas: Daniel Maria e Giovanni Poli
que estão fazendo seus estudo de filosofia, latim, e que dão vida à capela com seu apostolado.


Na tarde de Natal passei pela Missão dos Sagrados Corações, de João Monlevade e nos dois dias seguintes tivemos a oportunidade de dar uma Missa em Contagem onde provavelmente se estabelecerá uma nova Missão. Chama a atenção que todos os que se aproximam da Tradição são fiéis ao Santo Terço. E bonito ver como Nossa Senhora premia essa fidelidade ao Santo Terço mostrando a Verdade a quem a busca.

Depois de Contagem, fui dar Missa na Missão Nossa Senhora Aparecida, de São Gonçalo de Pará, em uma grande capela ainda em construção que está sendo erguida meritoriamente pela Irmã Sophie Joseph, uma freira francesa que mora lá como eremita e que a seu tempo esteve no Carmelo onde a irmã de Mons. Lefebvre foi a priora. Esta freira, que está há 12 anos no Brasil, conseguiu levantar a capela a força de orações e pedidos, e tem o mérito de tê-lo feito no campo, em uma área rural junto à rodovia, e apesar da dificuldade com o idioma e de audição. E pensar que há sacerdotes em plenos 25 anos de vida que ainda não assentaram sequer um ladrilho. Nesta capela tive a graça de dar uma Primeira Comunhão e, no dia seguinte, tivemos a visita de dois diretores de coro de Divinópolis que enobreceram com seu canto a Santa Missa. 

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Missão Nossa Senhora de Aparecida, de São Gonçalo do Pará


Primeira Comunhão da jovem Bárbara


A próxima Missão visitada foi a do Santo Presépio, em São Sebastiao do Paraíso, que é particularmente bela em suas imagens. À noite, tivemos a oportunidade de conhecer uma antiga tradição desses dias, que são as famosas Congadas, festas que remontam há alguns séculos, nas quais os fiéis dançam em homenagem aos Santos patronos da cidade, com ritmos africanos e com vestes coloridas. 

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O Divino Menino - Missão do Santo Presépio, de São Sebastião do Paraíso


Sr. Cesar Neto com fiéis


A Missão seguinte foi a de Santa Gema Galgano, em Guaranésia, que foi particularmente numerosa com jovens vindos da região de Alfenas e Muzambinho.

Em seguida, fui à Missão de São José, em Pouso Alegre, onde passamos o ano novo. E no dia seguinte visitamos os fiéis da Missão Cristo Rei, de São Paulo. E lá gostei de ouvir o testemunho de um dos fiéis que, ao se encontrar com um antigo conhecido, um fiel da Neo-FSSPX de SP, o qual se vangloriava de lá terem a Missa e os sacramentos diariamente, ele refutou com amabilidade respondendo que, sim, eles têm essas coisas, mas não têm a Fé.


Que novidades tem sobre a Neo-FSSPX?

Fomos informados de que os três bispos da Neo-FSSPX virão visitar o Brasil durante o ano. É interessante que os três vêm visitar um País que tem uma forte Resistência, que, graças a Deus, continua crescendo. É sinal de que estão preocupados. Soubemos que muitos antigos fiéis desejam ansiosamente estar com eles para que publicamente lhes esclareçam seus ditos e feitos que contradizem todo o legado da Tradição e, em particular, a herança recebida de nosso Fundador.


O que eles poderiam perguntar sobre essas contradições?

A Fellay, eles podem perguntar por quê está reconhecendo a Igreja oficial como sendo a Igreja Católica, quando Mons. Lefebvre dizia que a Igreja oficial é a Igreja bastarda, apóstata?

A de Galarreta, que agora defende a democracia, por quê não manifestou esse espirito democrático e liberal ao Bispo que o consagrou?

Respeito a Mons. Tissier seria interessante recordar-lhe que quando
Mons. Lefebvre, quando era superior geral da Congregação do Espírito Santo, ao ver que ela, em sua grande maioria, estava contaminada de Modernismo, não duvidou em abandoná-la, pelo bem de sua própria alma e das almas. E vemos, por outro lado, a esse bispo reconhecer os erros doutrinários do superior geral, mas sacrificar a Fé à sobrevivência da Congregação, mostrando assim um alto grau de covardia.

Nenhum desses três maus exemplos teria sido tolerado por
Mons. Lefebvre! Pelo contrario, se o Fundador vivesse, esse três bispos convertidos em traficantes da Fé, teriam sido expulsos da Congregação por faltar, entre outros, ao Primeiro Mandamento.


As expectativas para 2014?

Prosseguir com o Pré-Seminário; isso agora é fundamental, porque devemos deixar sacerdotes. Os fiéis aumentam a cada dia, porém muitos padres que ainda pertencem à Neo-FSSPX ainda não conseguem desligar-se dela, apesar de muitos se envergonham dos superiores que têm, da covardia de não retratar-se de seus erros, e de ter que se humilhar em defender princípios contidos no Vaticano II, como expressado por Bouchacourt na entrevista ao jornal El Clarin, eles já têm o princípio do liberalismo carcomendo-os por dentro, o qual lhes tira a efetividade no apostolado, a firmeza em sua atitude apologética, e possuem uma desconfiança interna que os corrói.

É sumamente alentador como a Divina Providencia continua nos assistindo, especialmente nos trazendo almas; cansadas do Modernismo, se unem ao nosso combate. Por outro lado, é raro o mês em que não temos um pedido de ingresso ao Pré-Seminário, e todos eles, fiéis e pré-seminaristas, de uma ou outra maneira, são fiéis ao Santo Terço, o que mostra, mais uma vez, como já disse, que Nossa Senhora guia às almas que buscam e querem a Verdade.

Aproveito para desejar a todos um Santo Ano e que o Divino Menino os fortaleça na Fé.

Obrigado, reverendo, pelos esclarecimentos, sempre úteis nesses tempos de trevas e confusão em que vivemos. Também lhe desejamos um Santo Ano e a proteção do Menino Jesus e de Sua Mãe Santíssima, particularmente para suportar as injúrias e lhe dar forças e a coragem de Mons. Lefebvre para levar adiante o legado recebido, conforme ele mesmo desenhou. Sabemos que, no começo, havia dias em que Monsenhor não sabia como alimentar seus seminaristas, mas nem por isso fraquejou ou achou melhor integrar-se à Igreja Conciliar em troca de um prato refinado e uma cama confortável. Temos a certeza que, hoje, ele também, como vós, não estaria preocupado com essas trivialidades. Como, aliás, o estão provando, pelo mundo afora, todos os resistentes – padres e leigos – que preferem sacrifícios a belos edifícios, a Verdade às negociações escusas com os apóstatas, o Santo Terço a uma cruzada que pede a Nossa Senhora que a Tradição retorne à Igreja, porque sabemos que a Tradição nunca saiu da Igreja para que deva voltar a Ela. O fato de a Casa Geral ter dito que a Tradição deve voltar à Igreja mostra claramente que eles identificam essa Igreja apostata com a Verdadeira. A Igreja nunca pode separar-se da Tradição, se eles consideram a Tradição como algo “fora da Igreja” isso já é um erro teológico gravíssimo. Como sempre nos diz, reverendo padre... Ânimo e adelante!


Jorge Ferreira Bastos


Campo Grande/MS
Versão em francês: http://cristiadatradicinalista.blogspot.com.br/2014/01/entrevue-de-l-abbe-ernesto-cardoso.html.

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quinta-feira, 27 de junho de 2013

25º Aniversário das Sagrações de Ecône - Menzingen fala...

OPERAÇÃO MEMÓRIA: uma declaração acerca do 25º aniversário das sagrações episcopais a que Mons. Lefebvre se viu obrigado para salvaguardar a verdadeira Fé e lhe valeu uma excomunhão que era para ele, não um estigma, mas a garantia de que os seminários não seriam procurados por candidatos não católicos. A excomunhão passou a ser, então, uma honra e uma glória - um DETENTE - para cada sacerdote, religioso e fiel. Bom, pelo menos enquanto viveu Monsenhor. Com o tempo, se transformou magicamente de garantia em estigma, e daí surgiu o medo. O medo de ser condenado à danação eterna por... apóstatas!!! "Não tenhais medo", nos exortou Nosso Senhor. Mas quem foi incumbido de nos dirigir... teve medo! Não sei o que veio antes do que, mas temos o medo, a cegueira sobrenatural, a confusão de ideias: 2+2 agora pode ser qualquer coisa. E temos o agir nas trevas, a invasão de contas de e-mails, a perseguição a sacerdotes e fiéis "descontentes", as expulsões e as "excomunhões". A (Neo)FSSPX nunca se pareceu tanto com Roma. A Roma apóstata denunciada por Monsenhor Lefebvre. E agora me vêm com essa declaração, assinada pelos três bispos que fundaram a Neo-FSSPX. Sim, porque quem se cala consente. E o que é mais claro e cristalino do que uma assinatura em um documento desses? Os três bispos estão de acordo. Só um dos quatro bispos escolhidos pelo Fundador não teve medo. Pode até se dizer - como se ouve por aí - que Dom Williamson seja britânico demais e que deveria tomar atitudes mais drásticas. Mas ele não teve medo de ser excomungado porque sabe perfeitamente com que se está a falar em Roma. Não é por acaso que o "Papa de plantão" era justamente o cardeal a quem Monsenhor se referia com epítetos nada gentis. Mas verdadeiros. Enfim, vamos ao texto. 

O primeiro parágrafo já mostra a desfaçatez de quem assina. Hipócritas. No segundo, já vemos, mais uma vez, a manipulação das palavras de Monsenhor Lefebvre em prol da suja traição por 30 moedas. No terceiro parágrafo, mais uma vez o fundador-mor da Neo-FSSPX se desdiz. Sim, porque se ESTA é a verdade... o que é há no Preâmbulo é o que? E em todas as suas declarações onde dizia que 95% do Concílio era aceitável e que 5% era discutível... ou algo assim? Agora ele diz - e os demais bispos assinam embaixo - que "a causa dos graves erros que estão demolindo a Igreja não reside em uma má interpretação dos textos conciliares – uma “hermenêutica da ruptura” que se oporia a uma “hermenêutica da reforma na continuidade” -, mas nos próprios textos, por causa da inaudita linha escolhida pelo concílio Vaticano II"! Estamos de brincadeira? Pensa que somos idiotas? E que história é essa de “hermenêutica da reforma na continuidade”? A única hermenêutica que deve haver é a da Tradição! Bom, os parágrafos seguintes são mais do mesmo, como ele habilmente faz para iludir os tolos. Dai que no 10º parágrafo, me vem com essa: "Cinquenta anos depois do Concílio as causas permanecem e continuam produzindo os mesmos efeitos, de modo que hoje aquelas sagrações episcopais conservam toda a sua justificação." Então, a pergunta que não quer calar: e por quê o superior geral quis porque quis unir-se a essa Igreja? Pelo menos é o que deixou bem claro no Preâmbulo e em outras oportunidade como na da famosa frase de que iria correndo se o papa chamasse... Sim, ele pensa realmente que somos idiotas!!!  

Em certos momentos, me ocorre o pensamento de que o bispo Fellay não saiba pedir desculpas, afinal todos nós temos nossas limitações, embora a arrogância não seja algo esperável em um religioso! Quem sabe, penso eu com meus botões, ele tenha vergonha e ache que basta voltar atrás com os discursos apenas, na esperança de ser compreendido e perdoado sem que seja necessário dizer nada... Mas daí vem o parágrafo décimo primeiro, onde ele mostra um pouco de seu "jogo":
" Entendemos que fazemos o mesmo, seja que Roma regresse logo à Tradição e à fé de sempre – o que restabelecerá a ordem na Igreja -, seja que ela nos reconheça explicitamente o direito de professar integralmente a fé e de rejeitar os erros que lhe são contrários, com o direito e o dever de nos opormos publicamente aos erros e aos fautores desses erros, seja quem for – o que permitirá um começo do restabelecimento da ordem." 
Como assim? A mesma autoridade que nos excomungou e desexcomungou agora vai nos reconhecer explicitamente o direito inalienável de professar integralmente a fé etc. e tal??? Mas com que autoridade!!! Se Monsenhor Lefebvre não reconheceu a João Paulo II autoridade para excomungá-lo... que autoridade tem o Bispo de Roma que se recusa a ser Papa de nos reconhecer o que quer que seja? Estamos loucos???

Nada mudou, meus caros! São conversas para boi dormir e inglês ver!!! Hipócrita, o bispo Fellay que manipula a verdade feito Pilatos, um liberal igual a ele. Hipócritas os cúmplices dessa declaração. 

Outra pergunta que me faço é do por que da mudança da data... Dia 30 de junho de 2013 é um domingo. Dia propício para agradecer a Deus pelo sacrifício de Monsenhor Lefebvre. Então, por quê antecipar a comemoração para hoje, 27 de junho? Alguém sabe dizer?  

E mais não digo!


Mons. Lefebvre com Mons. de Castro Mayer e os quatro novos bispos.
Interessante notar a linguagem corporal e a disposição de todos. Dom Williamson aparece no mesmo núcleo
que os Monsenhores. Os demais estão separados do grupo central, cada qual a uma determinada distância.
Vemos isso em telas de grandes pintores, com algum significado oculto.
No mínimo é intrigante. Alguém pode achar profético...


Declaração por ocasião do 25º aniversário das sagrações episcopais (30 de junho de 1988 – 27 de junho de 2013)


Por ocasião do 25º aniversário das sagrações, os bispos da Fraternidade Sacerdotal São Pio X expressam solenemente sua gratidão a Dom Marcel Lefebvre e a Dom Antônio de Castro Mayer pelo ato heroico que não tiveram medo de realizar em 30 de junho de 1988. Mais particularmente, querem manifestar sua gratidão filial ao seu venerado fundador que, depois de tantos anos de serviço à Igreja e ao Romano Pontífice, para salvaguardar a fé e o sacerdócio católico, não hesitou em padecer a injusta acusação de desobediência.

Na carta que nos dirigiu antes das sagrações, escreveu: “Eu vos conjuro a permanecer unidos à Sé de Pedro, à Igreja romana, Mãe e Mestra de todas as Igrejas, na fé católica íntegra, expressada nos Símbolos da fé, no catecismo do Concílio de Trento, conforme ao que vos foi ensinado no vosso seminário. Permanecei fiéis na transmissão desta fé para que venha o Reino de Nosso Senhor”. Esta frase expressa bem a razão profunda do ato que iria realizar: “para que venha o Reino de Nosso Senhor”, adveniat regnum tuum!

Seguindo a Dom Lefebvre, afirmamos que a causa dos graves erros que estão demolindo a Igreja não reside em uma má interpretação dos textos conciliares – uma “hermenêutica da ruptura” que se oporia a uma “hermenêutica da reforma na continuidade” -, mas nos próprios textos, por causa da inaudita linha escolhida pelo concílio Vaticano II. Esta escolha se manifesta nos documentos e no seu espírito: diante do “humanismo laico e profano”, diante da “religião (pois se trata de uma religião) do homem que se faz Deus”, a Igreja, única detentora da Revelação “do Deus que se fez homem”, quis dar a conhecer o seu “novo humanismo”, dizendo ao mundo moderno: “nós também, mais do que ninguém, temos o culto do homem” (Paulo VI, Discurso de encerramento, 7 de dezembro de 1965). No entanto, essa coexistência do culto de Deus e do culto do homem se opõe radicalmente à fé católica que ensina a dar o culto supremo e o primado exclusivamente ao único Deus verdadeiro e ao seu único Filho, Jesus Cristo, em quem “habita corporalmente a plenitude da divindade” (Col. 2, 9).

Somos obrigados a constatar que este Concílio atípico, que quis ser apenas pastoral e não dogmático, inaugurou um novo tipo de magistério, desconhecido até então na Igreja, sem raízes na Tradição; um magistério decidido a conciliar a doutrina católica com as ideias liberais; um magistério imbuído dos princípios modernistas do subjetivismo, do imanentismo e em perpétua evolução segundo o falso conceito de tradição viva, viciando a natureza, o conteúdo, a função e o exercício do magistério eclesiástico.

Desde então, o reino de Cristo deixou de ser a preocupação das autoridades eclesiásticas, apesar destas palavras de Cristo: “todo poder me foi dado na terra e no céu” (Mat. 28, 18) continuarem sendo uma verdade e uma realidade absolutas. Negá-las nos fatos significa não reconhecer na prática a divindade de Nosso Senhor. Assim, por causa do Concílio, a realeza de Cristo sobre as sociedades humanas simplesmente é ignorada, ou combatida, e a Igreja é arrastada por esse espírito liberal que se manifesta especialmente na liberdade religiosa, no ecumenismo, na colegialidade e na missa nova.

A liberdade religiosa exposta por Dignitatis humanae e a sua aplicação prática por cinquenta anos conduzem logicamente a pedir ao Deus feito homem que renuncie a reinar sobre o homem que se faz Deus, o que equivale a dissolver a Cristo. Ao invés de uma conduta inspirada por uma fé sólida no poder real de Nosso Senhor Jesus Cristo, vemos a Igreja vergonhosamente guiada pela prudência humana e duvidando a tal ponto de si mesma que não pede aos Estados nada além daquilo que as lojas maçônicas querem lhe conceder: o direito comum, no mesmo nível e entre as outras religiões, que ela não ousa mais chamar de falsas.

Em nome de um ecumenismo onipresente (Unitatis redintegratio) e de um vão diálogo interreligioso (Nostra Aetate), a verdade sobre a única Igreja é silenciada; assim, uma grande parte dos pastores e dos fiéis, não vendo mais em Nosso Senhor e na Igreja católica a única via de salvação, renunciaram a converter os adeptos das falsas religiões, deixando-os na ignorância da única Verdade. Este ecumenismo literalmente matou o espírito missionário pela busca de uma falsa unidade, reduzindo muito frequentemente a missão da Igreja à transmissão de uma mensagem de paz puramente terrestre e a um papel humanitário de alívio da miséria no mundo, colocando-se assim atrelada às organizações internacionais.

O debilitamento da fé na divindade de Nosso Senhor favorece uma dissolução da unidade da autoridade na Igreja, introduzindo um espírito colegial, igualitário e democrático (cf. Lumen Gentium). Cristo não é mais a cabeça da qual tudo provém, em particular o exercício da autoridade. O Romano Pontífice, que não exerce mais efetivamente a plenitude da sua autoridade, assim como os bispos que – contrariamente ao ensinamento do Vaticano I – creem poder compartilhar colegialmente de modo habitual a plenitude do poder supremo, se colocam daí em diante, com os padres, à escuta e atrás do “povo de Deus”, novo soberano. É a destruição da autoridade e, em consequência, a ruína das instituições cristãs: famílias, seminários, institutos religiosos.

A missa nova, promulgada em 1969, debilita a afirmação do reino de Cristo pela Cruz (“regnavit a ligno Deus”). De fato, o seu próprio rito atenua e obscurece a natureza sacrificial e propiciatória do sacrifício eucarístico. Subjacente a esse novo rito, encontra-se a nova e falsa teologia do mistério pascal. Ambos destroem a espiritualidade católica fundada sobre o sacrifício de Nosso Senhor no Calvário. Esta missa está penetrada de um espírito ecumênico e protestante, democrático e humanista, que remove o sacrifício da Cruz. Ela ilustra também a nova concepção do “sacerdócio comum dos batizados” que esconde o sacerdócio sacramental do padre.

Cinquenta anos depois do Concílio as causas permanecem e continuam produzindo os mesmos efeitos, de modo que hoje aquelas sagrações episcopais conservam toda a sua justificação. É o amor pela Igreja que guiou Dom Lefebvre e que guia os seus filhos. É o mesmo desejo de “transmitir o sacerdócio católico em toda a sua pureza doutrinal e sua caridade missionária” (Dom Lefebvre, A vida espiritual) que anima a Fraternidade São Pio X no serviço à Igreja, quando pede com instância às autoridades romanas de reassumir o tesouro da Tradição doutrinal, moral e litúrgica.

Este amor pela Igreja explica a regra que Dom Lefebvre sempre observou: seguir a Providência em todo momento, sem jamais pretender antecipá-la. Entendemos que fazemos o mesmo, seja que Roma regresse logo à Tradição e à fé de sempre – o que restabelecerá a ordem na Igreja -, seja que ela nos reconheça explicitamente o direito de professar integralmente a fé e de rejeitar os erros que lhe são contrários, com o direito e o dever de nos opormos publicamente aos erros e aos fautores desses erros, seja quem for – o que permitirá um começo do restabelecimento da ordem. Na espera disso, e diante desta crise que continua seus estragos na Igreja, perseveramos na defesa da Tradição católica e nossa esperança permanece íntegra, pois sabemos com fé certa que “as portas do inferno não prevalecerão contra ela” (Mat. 16, 18).

Entendemos assim seguir a exortação do nosso querido e venerado pai no episcopado: “Queridos amigos, sede o meu consolo em Cristo, permanecei fortes na fé, fiéis ao verdadeiro sacrifício da missa, ao verdadeiro e santo sacerdócio de Nosso Senhor, para o triunfo e a glória de Jesus no céu e na terra” (Carta aos bispos). Que a Santíssima Trindade, por intercessão do Imaculado Coração de Maria, nos conceda a graça da fidelidade ao episcopado que recebemos e que queremos exercer para honra de Deus, o triunfo da Igreja e a salvação das almas.

Ecône, 27 de junho de 2013, na festa de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro

Dom Bernard Fellay
Dom Bernard Tissier de Mallerais
Dom Alfonso de Galarreta




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sábado, 25 de maio de 2013

NEO-FSSPX: Mons. Tissier é a favor de um acordo prático com Roma


Análise do sermão de Mons. Tissier de Mallerais em Pentecostes: Mons. Tissier é a favor de um acordo prático com Roma.

 



Agradecemos a Gentiloup por seu trabalho de transcrição do sermão de Mons. Tissier de Mallerais aos 19 de maio de 2013 na peregrinação de Pentecostes. 

Françoise Romaine publicou uma boa análise no fórum Un évêque s'est levé. Mons. Tissier de Mallerais disse: 

Não estamos preparados para aceitar todos os belos dons que poderiam nos oferecer da parte de Roma sem exame, sem levar em conta as circunstâncias em que este dom nos seria feito. Nós exigimos de poder manter a nossa profissão de fé pública e completa, católica. 

Francisca Romana comenta:

"Estas poucas palavras podem ser totalmente entendidas como uma aceitação das 6 condições do Capítulo Geral de julho de 2012, que não exigem mais a conversão de Roma" (...). 

Avec L'Immaculée fez a mesma análise e confirma que não há ambiguidade. Está claro: Mons. Tissier de Mallerais aceita as seis condições. Quando diz: "Exigimos de poder manter a nossa profissão de fé pública e completa, católica;", ele reivindica a primeira condição. Ele pensa, então, tal como Mons. de Galarreta, que a primeira condição protege a Fraternidade. 

Ele já havia dito em Gastines, em 16 de setembro último, mas alguns pensaram que ele talvez tenha sido irônico. Assim, na dúvida, preferimos não criticá-lo... Eis o que ele disse: 

"Então, houve esse capítulo geral que nos reunimos no mês de julho, onde tomamos decisões muito suaves[1], "soft", como dizem. Ou seja, apresentar a Roma obstáculos tais que Roma não ousasse mais nos incomodar, colocar condições praticamente irrealizáveis para impedi-los de nos fazer novas propostas.". 

Agora, isso é certeza. Removamos nossos óculos cor de rosa[2] e rendamo-nos à evidência: Mons. Tissier de Mallerais já não está contra um acordo prático sem acordo doutrinário. Ele se juntou a Mons. Galarreta e Mons. Fellay. Ele disse que vai prestar atenção às propostas de Roma e que acredita que é forte o suficiente para não aceitar um mau acordo... Ele pensa que o acordo que Mons. Fellay estava prestes a assinar em 13 de junho era ruim, porque ele não para de dizer que é um milagre da Virgem Maria que não tenhamos assinado. Mas, contudo, ele pensa que é possível fazer um acordo pratico que seja bom. 

Monsenhor, o próprio fato de aceitar o comando do papa sobre a Prelatura é que é o engano principal. Vós quereis obedecer a um herege? Que adianta ele tão bem denunciar as heresias de Roma se, em seguida, pretende colocar-se sob a autoridade daqueles que as professam? Sem vos aperceberdes, no mesmo sermão[3], Deus permite que vós vos condaneis pelo exemplo de Santo Hermenegildo que vós citastes: Santo Hermenegildo tentou discutir, fazer um acordo prático com o herege que lhe trouxe a comunhão? Não, ele a tudo recusou. Aplicou o princípio do "nullam partem" com os hereges. Ele disse: Não, eu não vou receber a comunhão das vossas mãos sacrílegas! Monsenhor, nós não receberemos a comunhão com a Roma de mãos sacrílegas que participam de cerimônias com outras religiões. Nós não vamos nos colocar sob a autoridade de quem pensa que Kasper é um bom teólogo[4] e que é admirado pelos maçons (Rotary[5], B'Nai B'Rith[6], Grande Oriente[7]). 

Monsenhor, bem como dissemos em relação a Mons. de Galarreta, nós não confiamos mais em vós daqui para frente, a menos que vos retratais clara e explicitamente. Deixastes-vos enganar. No Capitulo Geral, escolheste o campo do compromisso, provavelmente para evitar uma ruptura, porque vós queríeis proteger a unidade da Fraternidade de cuja fundação participastes. Vós vos deixastes cegar. Pensando salvar a Fraternidade, assinastes, ao contrário, sua sentença de morte. Lembrai-vos de Mons. Lefebvre. Ele também, em maio de 1988, havia assinado a sentença de morte da Fraternidade. Mas ele voltou atrás em sua assinatura. Monsenhor, fazei o mesmo, todo mundo pode se enganar, voltai atrás sobre vossa posição.

O [blog] Avec l'Immaculée começa hoje, 24 de maio de 2013, uma novena a Santo Hermenegildo, para que vós recebais as luzes do Espírito Santo e mudeis de ideia. Pedimos a nossos leitores que participem. Basta recitar durante nove dias esta invocação: 

Santo Hermenegildo, intercedei por Mons. Tissier, obtende-lhes misericórdia! 


Fonte: Avec L'Immaculée.
Tradução: Giulia d'Amore di Ugento.
Não revisado pelo blog. Se encontrar algum erro de tradução e quiser nos ajudar, por gentileza escreva-nos, ficaremos gratos.
Grifos do blog
Avec L'Immaculée. Notas nossas.

PDF do sermão de Mons. Tissier

__________________
Notas:
[1] Entre as "suaves" estaria, por acaso, a injustiça contra Mons. Williamson?
[3] De Pentecostes. 
[4] Em Português: "teólogo estupendo"!
[5] Em Português, do site do Rotary, Distrito 4560. 
[6] Em Português, do Blog WebJudaica.Com.Br.
[7] Em Italiano, do Site do Grande Oriente. Divulgação da notícia em Português.  





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terça-feira, 5 de março de 2013

FSSPX: Carta a Mons. Fellay por 37 sacerdotes franceses

OPERAÇÃO MEMÓRIA: esta carta é atual, de poucos dias atrás, e é mais um registro para que não se perca a memória dos fatos e não se alegue uma conveniente amnésia. A tradução foi feita do texto em italiano, gentilmente cedido pelo Blog Non Possumus (italiano). A demora em publicar, em relação a outros blogs de língua portuguesa, se deu por causa da revisão e das notas; eu prefiro pesquisar e informar, quando possível, as fontes das referências que são feitas. 

Pois bem, o texto de hoje trata-se da Carta a Mons. Fellay escrita por 37 sacerdotes do Distrito da França. Texto anônimo, mas até agora o Distrito francês não veio a público negá-lo. Um certo superior de um certo distrito “acordista” extra-Europa recebeu este texto no próprio dia 28, e, mesmo assim, ninguém negou coisa alguma. Em sendo assim, as pessoas podem tirar suas próprias conclusões. Não é mencionado o nome do superior do Distrito Francês, mas eu “sinto” que ele não discorda do texto e “sinto” que aparece, aqui e acolá, como este ou aquele indivíduo que é citado. Se não for um dos 37 que (não)assinam a carta, gosto de pensar que a assinaria. Sobre a carta, nas notas fiz alguns comentários que me pareceram necessários, mas o que exsurge – se for verdade, e até agora, repito, ninguém veio a público negá-lo - é um quadro vergonhoso, que de virtudes católicas não tem absolutamente nada. Parece fazerem o estilo “faz o que eu digo, mas não faz o que eu faço”: mentiras, enganações, ambiguidades, tergiversações, politicagem, perseguições, injúrias... a lista é grande. Seria grande demais mesmo se houvesse apenas um substantivo desses, em se tratando de um “Alter Christe

Os 37 padres são os novos heróis da Tradição, mas precisam levar o heroísmo a um grau maior e se identificarem corajosamente, como fizeram outros antes deles, mesmo sabendo que seriam – e foram – punidos por sua fidelidade à Igreja, a Mons. Lefebvre e à FSSPX. Quiçá, agora, mais alguns silenciosos sintam-se encorajados a tomar posição e honrar a batina que vestem. ESTO VIR!, diria São Pio X.

Uno-me a este coro de mais 37 vozes para dizer, em alto e bom som, que eu também quero que dom Fellay seja santo, junto com seus dois Assistentes.  



 

CARTA A MONS. FELLAY POR 37 SACERDOTES DO DISTRITO DA FRANÇA





A Mons. Fellay.

Excelência:

Como o senhor escreveu recentemente, “os laços que nos unem são essencialmente sobrenaturais”. Entretanto, o senhor tomou o cuidado de nos lembrar, com razão, que as exigências da natureza não devem ser esquecidas também. “A graça não destrói a natureza”. Entre estas exigências, há a veracidade. Ora, nós somos obrigados a constatar que uma parte dos problemas que tivemos que enfrentar nesses últimos meses deriva de uma grave falta desta virtude.

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ABORTO - O GRITO SILENCIOSO

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