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Feminismo: o maior inimigo da mulher
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domingo, 29 de maio de 2016

Diz-me com que herege tu andas, e te direi que herege és!...

A CALÚNIA. 

Chegou a meu conhecimento, por algumas vias distintas, que estavam associando o nome do reverendo Padre Cardozo a certo bispo herético que foi descoberto e apropriadamente afastado de nossos círculos. O assunto foi devidamente esclarecido, quem errou fez a necessária reparação e, portanto, está tudo claramente resolvido e encerrado.  

Mas as línguas maldosas não conseguem ficar dentro das bocas venenosas e querem agora assassinar a reputação do nosso bom Padre, que sequer chegou a conhecer dito bispo. Pois é, a sem-vergonhice é tamanha que alguns chegam até a dizer que o Padre e tal bispo se encontraram...  

Talvez tenha sido a foto abaixo que tenha despertado a língua ferina dos caluniadores:  



A foto foi tirada por ocasião da visita que o Padre fez aos Padres Pfeiffer e Hewko, este ano ainda, nos EUA. O Padre Pfeiffer está de branco, com a faixa vermelha (FSSPX). Será que algum desavisado veio a pensar que se tratasse de um Bispo? Bom, eu não tenho muita certeza de que sejam tão tolos assim, afinal o Pe. Pfeiffer é bem conhecido nos meios tradicionalistas de qualquer "sensibilidade", mas nunca se sabe... 

Os fatos são simples, o reverendo Padre não conhece o bispo herético e nunca o viu nem mais gordo nem mais magro. Mas, se alguém tiver uma prova cabal dessa proximidade, de algum encontro... uma foto... um vídeo... me envie! Sou pronta a dar a mão à palmatória! 

Bom, o que dizer sobre isso? Só me ocorre que essas "santas & virtuosas" criaturas não devem crer na Onipresença e Onisciência do Altíssimo, e certamente creem que Ele não está vendo como pensam, falam e agem mal. Mas, como diz meu sábio marido: "ema, ema, ema, cada um com seu problema!". Disso, eles deverão prestar contas a Deus, como cada um de nós.  
 

*   *   *


QUEM É QUE, DE FATO, ANDA COM HEREGES. 

Mudando de foco, mas continuando no tema da verdade, das provas e da proximidade com heréticos, vamos ao assunto central de hoje que é o fato de Dom Williamson, líder dos desistentes, ter se dado ao incômodo de ir até Louisville, em Kentuky, nos EUA - embora não tenha tempo de ir até a Nigéria ordenar um Padre católico - para ministrar a Crisma a uma comunidade heréticaIsso soa meio como dar pérolas aos porcos, ou, pior, pão sagrado (e o que é um Sacramento?) aos cães

Aos fatos, porque aqui não há fofoqueiros. Há provas.  

terça-feira, 4 de agosto de 2015

LEGADO DE MONS. LEFEBVRE: Palavras dele, de 1988 até sua morte, sobre as conversações com Roma.

OPERAÇÃO MEMÓRIA. Este texto é de 3 de outubro de 2013, do blog Pacientes na Tribulação. É bom reler e manter vivas na mente as palavras de nosso comandante, ainda que não esteja mais presente entre nós. É bom para não perdermos o foco e não cairmos em contos do vigário, ou de Superior Geral, que seja. A verdade é a verdade, e não muda, ainda que se usem óculos cor-de-rosa, amarelos ou pretos. Bom, em [vermelho], meus comentários. Ah! A menos que alguém me prove que Mons. Lefebvre não disse o que está escrito abaixo... não adianta vir com mimimis.

Giulia d'Amore 


___________________________ 



Mons. de Castro Mayer e Mons. Lefebvre
No último artigo, reunimos uma longa série de frases absurdas proferidas por Dom Fellay nos últimos anos, desde de 2001 até 2013. Para evidenciar o quanto ele está em ruptura com Dom Lefebvre, vamos publicar agora frases deste grande arcebispo. Dada a quantidade de fontes e os longos anos de luta do arcebispo para salvar a Tradição, parece-nos mais útil publicarmos em várias etapas. Para iniciar, transcrevemos abaixo um artigo do SPES com várias citações de Dom Lefebvre, todas elas ditas depois de 1988, ou seja, depois que o arcebispo escapou da armadilha do acordo prático. Portanto, estas palavras têm o peso da experiência de um bispo que tentou até o último momento uma conversa com Roma, mas percebeu que seria impossível qualquer acordo sem a prévia conversão das autoridades romanas.

——————

Palavras de Dom Lefebvre, de 1988 até sua morte, sobre as conversações com Roma

fonte: http://spessantotomas.blogspot.com.br/2012/04/palavras-de-dom-lefebvre-de-1988-ate.html [blog desativado].

quinta-feira, 27 de junho de 2013

25º Aniversário das Sagrações de Ecône - Menzingen fala...

OPERAÇÃO MEMÓRIA: uma declaração acerca do 25º aniversário das sagrações episcopais a que Mons. Lefebvre se viu obrigado para salvaguardar a verdadeira Fé e lhe valeu uma excomunhão que era para ele, não um estigma, mas a garantia de que os seminários não seriam procurados por candidatos não católicos. A excomunhão passou a ser, então, uma honra e uma glória - um DETENTE - para cada sacerdote, religioso e fiel. Bom, pelo menos enquanto viveu Monsenhor. Com o tempo, se transformou magicamente de garantia em estigma, e daí surgiu o medo. O medo de ser condenado à danação eterna por... apóstatas!!! "Não tenhais medo", nos exortou Nosso Senhor. Mas quem foi incumbido de nos dirigir... teve medo! Não sei o que veio antes do que, mas temos o medo, a cegueira sobrenatural, a confusão de ideias: 2+2 agora pode ser qualquer coisa. E temos o agir nas trevas, a invasão de contas de e-mails, a perseguição a sacerdotes e fiéis "descontentes", as expulsões e as "excomunhões". A (Neo)FSSPX nunca se pareceu tanto com Roma. A Roma apóstata denunciada por Monsenhor Lefebvre. E agora me vêm com essa declaração, assinada pelos três bispos que fundaram a Neo-FSSPX. Sim, porque quem se cala consente. E o que é mais claro e cristalino do que uma assinatura em um documento desses? Os três bispos estão de acordo. Só um dos quatro bispos escolhidos pelo Fundador não teve medo. Pode até se dizer - como se ouve por aí - que Dom Williamson seja britânico demais e que deveria tomar atitudes mais drásticas. Mas ele não teve medo de ser excomungado porque sabe perfeitamente com que se está a falar em Roma. Não é por acaso que o "Papa de plantão" era justamente o cardeal a quem Monsenhor se referia com epítetos nada gentis. Mas verdadeiros. Enfim, vamos ao texto. 

O primeiro parágrafo já mostra a desfaçatez de quem assina. Hipócritas. No segundo, já vemos, mais uma vez, a manipulação das palavras de Monsenhor Lefebvre em prol da suja traição por 30 moedas. No terceiro parágrafo, mais uma vez o fundador-mor da Neo-FSSPX se desdiz. Sim, porque se ESTA é a verdade... o que é há no Preâmbulo é o que? E em todas as suas declarações onde dizia que 95% do Concílio era aceitável e que 5% era discutível... ou algo assim? Agora ele diz - e os demais bispos assinam embaixo - que "a causa dos graves erros que estão demolindo a Igreja não reside em uma má interpretação dos textos conciliares – uma “hermenêutica da ruptura” que se oporia a uma “hermenêutica da reforma na continuidade” -, mas nos próprios textos, por causa da inaudita linha escolhida pelo concílio Vaticano II"! Estamos de brincadeira? Pensa que somos idiotas? E que história é essa de “hermenêutica da reforma na continuidade”? A única hermenêutica que deve haver é a da Tradição! Bom, os parágrafos seguintes são mais do mesmo, como ele habilmente faz para iludir os tolos. Dai que no 10º parágrafo, me vem com essa: "Cinquenta anos depois do Concílio as causas permanecem e continuam produzindo os mesmos efeitos, de modo que hoje aquelas sagrações episcopais conservam toda a sua justificação." Então, a pergunta que não quer calar: e por quê o superior geral quis porque quis unir-se a essa Igreja? Pelo menos é o que deixou bem claro no Preâmbulo e em outras oportunidade como na da famosa frase de que iria correndo se o papa chamasse... Sim, ele pensa realmente que somos idiotas!!!  

Em certos momentos, me ocorre o pensamento de que o bispo Fellay não saiba pedir desculpas, afinal todos nós temos nossas limitações, embora a arrogância não seja algo esperável em um religioso! Quem sabe, penso eu com meus botões, ele tenha vergonha e ache que basta voltar atrás com os discursos apenas, na esperança de ser compreendido e perdoado sem que seja necessário dizer nada... Mas daí vem o parágrafo décimo primeiro, onde ele mostra um pouco de seu "jogo":
" Entendemos que fazemos o mesmo, seja que Roma regresse logo à Tradição e à fé de sempre – o que restabelecerá a ordem na Igreja -, seja que ela nos reconheça explicitamente o direito de professar integralmente a fé e de rejeitar os erros que lhe são contrários, com o direito e o dever de nos opormos publicamente aos erros e aos fautores desses erros, seja quem for – o que permitirá um começo do restabelecimento da ordem." 
Como assim? A mesma autoridade que nos excomungou e desexcomungou agora vai nos reconhecer explicitamente o direito inalienável de professar integralmente a fé etc. e tal??? Mas com que autoridade!!! Se Monsenhor Lefebvre não reconheceu a João Paulo II autoridade para excomungá-lo... que autoridade tem o Bispo de Roma que se recusa a ser Papa de nos reconhecer o que quer que seja? Estamos loucos???

Nada mudou, meus caros! São conversas para boi dormir e inglês ver!!! Hipócrita, o bispo Fellay que manipula a verdade feito Pilatos, um liberal igual a ele. Hipócritas os cúmplices dessa declaração. 

Outra pergunta que me faço é do por que da mudança da data... Dia 30 de junho de 2013 é um domingo. Dia propício para agradecer a Deus pelo sacrifício de Monsenhor Lefebvre. Então, por quê antecipar a comemoração para hoje, 27 de junho? Alguém sabe dizer?  

E mais não digo!


Mons. Lefebvre com Mons. de Castro Mayer e os quatro novos bispos.
Interessante notar a linguagem corporal e a disposição de todos. Dom Williamson aparece no mesmo núcleo
que os Monsenhores. Os demais estão separados do grupo central, cada qual a uma determinada distância.
Vemos isso em telas de grandes pintores, com algum significado oculto.
No mínimo é intrigante. Alguém pode achar profético...


Declaração por ocasião do 25º aniversário das sagrações episcopais (30 de junho de 1988 – 27 de junho de 2013)


Por ocasião do 25º aniversário das sagrações, os bispos da Fraternidade Sacerdotal São Pio X expressam solenemente sua gratidão a Dom Marcel Lefebvre e a Dom Antônio de Castro Mayer pelo ato heroico que não tiveram medo de realizar em 30 de junho de 1988. Mais particularmente, querem manifestar sua gratidão filial ao seu venerado fundador que, depois de tantos anos de serviço à Igreja e ao Romano Pontífice, para salvaguardar a fé e o sacerdócio católico, não hesitou em padecer a injusta acusação de desobediência.

Na carta que nos dirigiu antes das sagrações, escreveu: “Eu vos conjuro a permanecer unidos à Sé de Pedro, à Igreja romana, Mãe e Mestra de todas as Igrejas, na fé católica íntegra, expressada nos Símbolos da fé, no catecismo do Concílio de Trento, conforme ao que vos foi ensinado no vosso seminário. Permanecei fiéis na transmissão desta fé para que venha o Reino de Nosso Senhor”. Esta frase expressa bem a razão profunda do ato que iria realizar: “para que venha o Reino de Nosso Senhor”, adveniat regnum tuum!

Seguindo a Dom Lefebvre, afirmamos que a causa dos graves erros que estão demolindo a Igreja não reside em uma má interpretação dos textos conciliares – uma “hermenêutica da ruptura” que se oporia a uma “hermenêutica da reforma na continuidade” -, mas nos próprios textos, por causa da inaudita linha escolhida pelo concílio Vaticano II. Esta escolha se manifesta nos documentos e no seu espírito: diante do “humanismo laico e profano”, diante da “religião (pois se trata de uma religião) do homem que se faz Deus”, a Igreja, única detentora da Revelação “do Deus que se fez homem”, quis dar a conhecer o seu “novo humanismo”, dizendo ao mundo moderno: “nós também, mais do que ninguém, temos o culto do homem” (Paulo VI, Discurso de encerramento, 7 de dezembro de 1965). No entanto, essa coexistência do culto de Deus e do culto do homem se opõe radicalmente à fé católica que ensina a dar o culto supremo e o primado exclusivamente ao único Deus verdadeiro e ao seu único Filho, Jesus Cristo, em quem “habita corporalmente a plenitude da divindade” (Col. 2, 9).

Somos obrigados a constatar que este Concílio atípico, que quis ser apenas pastoral e não dogmático, inaugurou um novo tipo de magistério, desconhecido até então na Igreja, sem raízes na Tradição; um magistério decidido a conciliar a doutrina católica com as ideias liberais; um magistério imbuído dos princípios modernistas do subjetivismo, do imanentismo e em perpétua evolução segundo o falso conceito de tradição viva, viciando a natureza, o conteúdo, a função e o exercício do magistério eclesiástico.

Desde então, o reino de Cristo deixou de ser a preocupação das autoridades eclesiásticas, apesar destas palavras de Cristo: “todo poder me foi dado na terra e no céu” (Mat. 28, 18) continuarem sendo uma verdade e uma realidade absolutas. Negá-las nos fatos significa não reconhecer na prática a divindade de Nosso Senhor. Assim, por causa do Concílio, a realeza de Cristo sobre as sociedades humanas simplesmente é ignorada, ou combatida, e a Igreja é arrastada por esse espírito liberal que se manifesta especialmente na liberdade religiosa, no ecumenismo, na colegialidade e na missa nova.

A liberdade religiosa exposta por Dignitatis humanae e a sua aplicação prática por cinquenta anos conduzem logicamente a pedir ao Deus feito homem que renuncie a reinar sobre o homem que se faz Deus, o que equivale a dissolver a Cristo. Ao invés de uma conduta inspirada por uma fé sólida no poder real de Nosso Senhor Jesus Cristo, vemos a Igreja vergonhosamente guiada pela prudência humana e duvidando a tal ponto de si mesma que não pede aos Estados nada além daquilo que as lojas maçônicas querem lhe conceder: o direito comum, no mesmo nível e entre as outras religiões, que ela não ousa mais chamar de falsas.

Em nome de um ecumenismo onipresente (Unitatis redintegratio) e de um vão diálogo interreligioso (Nostra Aetate), a verdade sobre a única Igreja é silenciada; assim, uma grande parte dos pastores e dos fiéis, não vendo mais em Nosso Senhor e na Igreja católica a única via de salvação, renunciaram a converter os adeptos das falsas religiões, deixando-os na ignorância da única Verdade. Este ecumenismo literalmente matou o espírito missionário pela busca de uma falsa unidade, reduzindo muito frequentemente a missão da Igreja à transmissão de uma mensagem de paz puramente terrestre e a um papel humanitário de alívio da miséria no mundo, colocando-se assim atrelada às organizações internacionais.

O debilitamento da fé na divindade de Nosso Senhor favorece uma dissolução da unidade da autoridade na Igreja, introduzindo um espírito colegial, igualitário e democrático (cf. Lumen Gentium). Cristo não é mais a cabeça da qual tudo provém, em particular o exercício da autoridade. O Romano Pontífice, que não exerce mais efetivamente a plenitude da sua autoridade, assim como os bispos que – contrariamente ao ensinamento do Vaticano I – creem poder compartilhar colegialmente de modo habitual a plenitude do poder supremo, se colocam daí em diante, com os padres, à escuta e atrás do “povo de Deus”, novo soberano. É a destruição da autoridade e, em consequência, a ruína das instituições cristãs: famílias, seminários, institutos religiosos.

A missa nova, promulgada em 1969, debilita a afirmação do reino de Cristo pela Cruz (“regnavit a ligno Deus”). De fato, o seu próprio rito atenua e obscurece a natureza sacrificial e propiciatória do sacrifício eucarístico. Subjacente a esse novo rito, encontra-se a nova e falsa teologia do mistério pascal. Ambos destroem a espiritualidade católica fundada sobre o sacrifício de Nosso Senhor no Calvário. Esta missa está penetrada de um espírito ecumênico e protestante, democrático e humanista, que remove o sacrifício da Cruz. Ela ilustra também a nova concepção do “sacerdócio comum dos batizados” que esconde o sacerdócio sacramental do padre.

Cinquenta anos depois do Concílio as causas permanecem e continuam produzindo os mesmos efeitos, de modo que hoje aquelas sagrações episcopais conservam toda a sua justificação. É o amor pela Igreja que guiou Dom Lefebvre e que guia os seus filhos. É o mesmo desejo de “transmitir o sacerdócio católico em toda a sua pureza doutrinal e sua caridade missionária” (Dom Lefebvre, A vida espiritual) que anima a Fraternidade São Pio X no serviço à Igreja, quando pede com instância às autoridades romanas de reassumir o tesouro da Tradição doutrinal, moral e litúrgica.

Este amor pela Igreja explica a regra que Dom Lefebvre sempre observou: seguir a Providência em todo momento, sem jamais pretender antecipá-la. Entendemos que fazemos o mesmo, seja que Roma regresse logo à Tradição e à fé de sempre – o que restabelecerá a ordem na Igreja -, seja que ela nos reconheça explicitamente o direito de professar integralmente a fé e de rejeitar os erros que lhe são contrários, com o direito e o dever de nos opormos publicamente aos erros e aos fautores desses erros, seja quem for – o que permitirá um começo do restabelecimento da ordem. Na espera disso, e diante desta crise que continua seus estragos na Igreja, perseveramos na defesa da Tradição católica e nossa esperança permanece íntegra, pois sabemos com fé certa que “as portas do inferno não prevalecerão contra ela” (Mat. 16, 18).

Entendemos assim seguir a exortação do nosso querido e venerado pai no episcopado: “Queridos amigos, sede o meu consolo em Cristo, permanecei fortes na fé, fiéis ao verdadeiro sacrifício da missa, ao verdadeiro e santo sacerdócio de Nosso Senhor, para o triunfo e a glória de Jesus no céu e na terra” (Carta aos bispos). Que a Santíssima Trindade, por intercessão do Imaculado Coração de Maria, nos conceda a graça da fidelidade ao episcopado que recebemos e que queremos exercer para honra de Deus, o triunfo da Igreja e a salvação das almas.

Ecône, 27 de junho de 2013, na festa de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro

Dom Bernard Fellay
Dom Bernard Tissier de Mallerais
Dom Alfonso de Galarreta




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quinta-feira, 19 de abril de 2012

História: Decreto de Excomunhão Dominus Marcellus Lefebvre

Não encontrei o decreto de excomunhão no site do Vaticano, ou em versão em língua portuguesa em qualquer outro lugar na web. Portanto, resolvi traduzi-lo, porque faz parte de nossa história. Na sequência o decreto de remoção da excomunhão.

Operação Sobrevivência e seus mártires:
(da direita para a esquerda)
Mons. Alfonso De Galarreta, Mons. Bernard Tissier de Mallerais, Mons. Antônio de Castro Mayer
Mons. Marcel Lefebvre, Mons. Richard Williamson e Mons. Bernard Fellay

DECRETO DE EXCOMUNHÃO

"Dominus Marcellus Lefebvre"


Da Sede da
Congregação para os Bispos
01 de julho de 1988


Monsenhor Marcel Lefebvre, Arcebispo-Bispo Emérito de Tulle, não obstante a advertência canônica formal de 17 de Junho último e os repetidos apelos para que renuncie a sua intenção, realizou um ato cismático através da consagração episcopal de quatro sacerdotes, sem mandato pontifício e contra a vontade do Sumo Pontífice, e, portanto, incorreu na pena prevista pelo Cânone 1364, § 1, e pelo Cânone 1382 do Código de Direito Canônico.

Tendo em conta todos os efeitos jurídicos, eu declaro que o acima mencionado Monsenhor Marcel Lefebvre, e Bernard Fellay, Bernard Tissier de Mallerais, Richard Williamson e Alfonso de Galarreta incorreram ipso facto em excomunhão latae sententiae reservada à Sé Apostólica.

Além disso, eu declaro que Monsenhor Antonio de Castro Mayer, Bispo Emérito de Campos, já que ele participou diretamente da celebração litúrgica como co-consagrador e aderiu publicamente ao ato cismático, incorreu em excomunhão latae sententiae, prevista pelo Cânone 1364, §1.

Os sacerdotes e fiéis são advertidos para não apoiar o cisma de Monsenhor Lefebvre, caso contrário, incorrerão, ipso facto, na gravíssima pena de excomunhão.

Da Sede da Congregação para os Bispos, 1 de Julho de 1988.


+ BERNARDINUS Card. GANTIN
Prefeito da Congregação para os Bispos

Tradução: Giulia d'Amore di Ugento



CONGREGAÇÃO PARA OS BISPOS


REMOVIDA A EXCOMUNHÃO A QUATRO BISPOS
 DA FRATERNIDADE SÃO PIO X


DECRETO


Na sua carta de 15 de Dezembro de 2008, dirigida a Sua Eminência o Senhor Cardeal Dario Castrillón Hoyos, Presidente da Pontifícia Comissão «Ecclesia Dei», D. Bernard Fellay solicitava de novo, em nome próprio e dos outros três Bispos consagrados no dia 30 de Junho de 1988, a remoção da excomunhão latae sententiae declarada formalmente através de um Decreto do Prefeito desta Congregação para os Bispos com data de 1 de Julho de 1988. Na mencionada carta, entre outras coisas, afirma D. Fellay: «Continuamos firmemente determinados na nossa vontade de permanecer católicos e de colocar todas as nossas forças ao serviço da Igreja de Nosso Senhor Jesus Cristo, que é a Igreja Católica romana. Com espírito filial, aceitamos os seus ensinamentos. Acreditamos firmemente no Primado de Pedro e nas suas prerrogativas, e por isso nos causa tanto sofrimento a situação actual».

Sua Santidade Bento XVI – paternamente sensível ao mal-estar espiritual revelado pelos interessados por causa da sanção de excomunhão e confiado no empenho expresso na referida carta de que não poupariam qualquer esforço para aprofundar, nos colóquios que fossem necessários com as Autoridades da Santa Sé, as questões ainda abertas, a fim de se poder chegar depressa a uma solução plena e satisfatória do problema que está na sua origem – decidiu reconsiderar a situação canónica dos Bispos Bernard Fellay, Bernard Tissier de Mallerais, Richard Williamson e Alfonso de Galarreta, que se criou com a sua consagração episcopal.

Com este acto, deseja-se consolidar as recíprocas relações de confiança e intensificar e dar estabilidade à ligação da Fraternidade São Pio X com esta Sé Apostólica. Este dom de paz, no termo das celebrações natalícias, pretende também ser um sinal para se promover a unidade na caridade da Igreja universal e chegar à eliminação do escândalo da divisão.

Espera-se que este passo seja seguido pela solícita realização da plena comunhão com a Igreja de toda a Fraternidade São Pio X, dando assim testemunho de verdadeira fidelidade e de verdadeiro reconhecimento do Magistério e da autoridade do Papa com a prova da unidade visível.

Com base nas faculdades que me foram expressamente concedidas pelo Santo Padre Bento XVI, em virtude do presente Decreto removo aos Bispos Bernard Fellay, Bernard Tissier de Mallerais, Richard Williamson e Alfonso de Galarreta a censura de excomunhão latae sententiae declarada por esta Congregação no dia 1 de Julho de 1988, enquanto declaro desprovido de efeitos jurídicos, a partir da data de hoje, o Decreto então emanado. 

Roma - Congregação para os Bispos, 21 de Janeiro de 2009.

Card. Giovanni Battista Re
Prefeito da Congregação para os Bispos

Fonte

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