Pesquisar este blog

sábado, 31 de maio de 2014

01 de junho - Santa Ângela de Merici


01 de Junho

Santa Ângela de Merici


Virgem e Fundadora das Ursulinas (1470-1540)




Tambem conhecida como Santa Angela de Bréscia. 

Angela de Merici nasceu em 21 março de 1470 em Disenzano, Lombardia, Itália. Ela ficou órfã com 10 anos. Ela e sua irmã  foram criadas pelo seu tio, com carinho e amor. 

Sua irmã morreu repentinamente, sem receber os últimos sacramentos e isto  deixou Angela muito chocada e triste. Ela se tornou um membro da Terceira Ordem das Franciscanas e orava com muita freqüência pela salvação da alma de sua irmã. 

Quando Angela estava com 20 anos, seu tio faleceu e ela teve que voltar para sua casa em Disenzano. 

31 de maio - Festa de Maria Rainha


31 de maio

Festa de Maria Rainha




A liturgia sagrada já invoca a Mãe de Deus com os títulos de Rainha dos Anjos, dos Patriarcas, dos Profetas, dos Apóstolos, dos Mártires, dos Confessores, das Virgens, de todos os Santos, Rainha Imaculada, Rainha do Santíssimo Rosário, Rainha da Paz e Rainha Assunta ao Céu.  

PIO XII: ENCÍCLICA AD CAELI REGINAM - 1954

CARTA ENCÍCLICA DO SANTO PADRE PIO XII

AD CAELI REGINAM



SOBRE A REALEZA DE MARIA 
E A INSTITUIÇÃO DA SUA FESTA





AOS VENERÁVEIS IRMÃOS
PATRIARCAS, PRIMAZES,
ARCEBISPOS E BISPOS
E OUTROS ORDINÁRIOS DO LUGAR
EM PAZ E COMUNHÃO
COM A SÉ APOSTÓLICA


INTRODUÇÃO

1. Desde os primeiros séculos da Igreja católica, elevou o povo cristão orações e cânticos de louvor e de devoção à Rainha do céu tanto nos momentos de alegria, como sobretudo quando se via ameaçado por graves perigos; e nunca foi frustrada a esperança posta na Mãe do Rei divino, Jesus Cristo, nem se enfraqueceu a fé, que nos ensina reinar com materno coração no universo inteiro a Virgem Maria, Mãe de Deus, assim como está coroada de glória na bem-aventurança celeste. 

2. Ora, depois das grandes calamidades que, mesmo à nossa vista, destruíram horrivelmente florescentes cidades, vilas e aldeias; diante do doloroso espetáculo de tantos e tão grandes males morais, que transbordam em temeroso aluvião; quando vacila às vezes a justiça e triunfa com freqüência a corrupção; neste incerto e temeroso estado de coisas, sentimos nós a maior dor; mas ao mesmo tempo recorremos confiantes à nossa rainha, Maria santíssima, e patenteamos-lhe não só os nossos devotos sentimentos mas também os de todos os fiéis cristãos. 

sexta-feira, 30 de maio de 2014

30 de maio - São Félix I, Papa e Mártir


DIA 30 DE MAIO

São Félix I

Papa e Mártir
(?-274)

Foi eleito papa em 5 de Janeiro de 269, permanecendo no Trono de São Pedro até o dia 30 de Dezembro de 274, sucedendo Papa Dionísio. Santo da Igreja Cristão, nasceu em Roma, sendo as informações sobre sua vida poucas e confusas.

Interveio na questão da deposição de Paulo de Samósata, condenado por suas doutrinas trinitárias e cristológicas no Sínodo de Antioquia (268). O Liber Pontificalis atribui-lhe um decreto com que se autorizava a celebração da missa sobre os túmulos dos mártires.

Juntou-se aos fiéis nas catacumbas, para escapar à perseguição do Imperador Aureliano. Iniciou o sepultamento dos mártires sob o altar e a celebração da missa sobre seu túmulos. Segundo a tradição, o papa de número 26 teria morrido martirizado em 30 de dezembro de 274, sepultado na Catacumba de São Calisto, na Via Ápia, e sucedido por São Eutiquiano (275-283).


+
Informe aqui o seu e-mail para receber as publicações do PALE IDEAS: Delivered by FeedBurner

quinta-feira, 29 de maio de 2014

Nove dias até o Pentecostes: retiro, caridade, oração e boas obras!

Hoje, foi a Festa da Ascensão de Nosso Senhor, e no dia 8 de junho será a Festa de Pentecostes

Daqui para lá, começa a espera e a primeira novena, uma espera feita de meditação e oração, conforme Cristo ordenou. 

No “Manual do Cristão” de Goffiné, lemos hoje, na hora da reza, uma passagem interessante. Após umas breves notas sobre a Ascensão de Nosso Senhor, Goffiné conclui:
“Depois da Ascensão, voltaram os Apóstolos a Jerusalém, e, conforme a ordem do Senhor, conservaram-se retirados em uma casa, em contínua oração, até receberem o Espírito Santo. 
Imitemo-los do melhor modo que pudermos, retraindo-nos algum tempo dos negócios da nossa obrigação, empregando estes dias no exercício da caridade, oração e boas obras, pedindo que nos encha o Espírito Santo como aos Apóstolos”. Goffiné. 1944. p. 552.

Como é praticamente impossível executarmos ao pé da letra esse precioso conselho, façamos, então, “do melhor modo que pudermos”, o nosso retiro espiritual para esperarmos pelo Pentecostes: “caridade, oração e boas obras”. 


Se puder deixar uma sugestão, podemos repetir o jejum de TV, Internet, entretenimento variados que fizemos na Quaresma.


 

Novena do Pentecostes


Embora a Igreja nunca tenha escrito uma oração oficial para a Novena de Pentecostes, esta é a "mãe" de todas as novenas. Ela é litúrgica, instituída por um decreto do Papa Leão XIII, na Encíclica Divinum Illud Múnus, em 9 de maio de 1897. Preocupado com a pouca atenção dada à pessoa do Espírito Santo nos escritos da Igreja, e sua escassa presença na liturgia e nos devocionários católicos, Leão XIII escreveu este Documento Pontifício sobre a virtude do Espírito Santo:
“Vede, veneráveis irmãos, os avisos e exortações nossas sobre a devoção ao Espírito Santo, e não duvidamos que por virtude principalmente de vosso trabalho e solicitude, se produzirão saudáveis frutos no povo cristão. Certo que jamais faltará nossa obra em coisa de tão grande importância; mais ainda, temos a intenção de fomentar esse tão belo sentimento de piedade por aqueles modos que julgaremos mais convenientes a tal fim. Entretanto, posto que Nós, há dois anos, por meio do breve Provida Matris, recomendamos aos católicos para a solenidade de Pentecostes algumas orações especiais a fim de suplicar pelo cumprimento da unidade cristã, nos apraz agora acrescentar aqui algo a mais. Decretamos, portanto, e mandamos que em todo mundo católico neste ano, e sempre no porvir, à festa de Pentecostes preceda a novena em todas as igrejas paroquiais e também ainda nos demais templos e oratórios, a juízo dos Ordinários. Concedemos a indulgência de sete anos e outras tantas quarentenas por cada dia a todos os que assistirem a novena e orarem segundo nossa intenção, acrescida da indulgência plenária em um dia de novena, ou na festa de Pentecostes e ainda dentro da oitava, sempre que confessados e comungados orarem segundo nossa intenção. Queremos igualmente também que gozem de tais benefícios todos aqueles que, legitimamente impedidos, não possam assistir aos ditos cultos públicos, e isto ainda nos lugares onde não puderem celebrar-se comodamente – a juízo do Ordinário – no templo, com tal que privadamente façam a novena e cumpram as demais obras e condições prescritas. E nos apraz acrescentar do tesouro da Igreja que possam lucrar novamente uma e outra indulgência todos os que em privado ou em público renovem segundo sua própria devoção algumas orações ao Espírito Santo cada dia da oitava de Pentecostes até a festa inclusive da Santíssima Trindade, sempre que cumpram as demais condições acima indicadas. Todas essas indulgências são aplicáveis também ainda às benditas almas do Purgatório”.

Então, não há uma fórmula para a Novena, podendo ser adotada a que for de uso comum. Aqui algumas:
  1. http://precantur.blogspot.com.br/2012/05/novena-de-pentecostes.html
  2. http://precantur.blogspot.com.br/2013/05/pentecostes-2013.html
  3. http://farfalline.blogspot.com.br/2010/04/novenas-catolicas-compreendendo-as.html - aqui tem duas. 
  4. http://www.acheoracao.com.br/oracoes/881.html
  5. http://oracoesgruporenascer-rcc.blogspot.com.br/2010/05/novena-de-pentecostes.html
  6. http://servimariae.blogspot.com.br/2013/05/novena-em-honra-ao-espirito-santo.html
  7. http://www.oracoes.info/div05.html
  8. http://www.oracoes.info/div09.html
  9. http://www.oracoes.info/div06.html

Uma boa semana a todos. 

+
Informe aqui o seu e-mail para receber as publicações do PALE IDEAS: Delivered by FeedBurner

FESTA DA ASCENSÃO DE NOSSO SENHOR JESUS CRISTO


FESTA DA ASCENSÃO DE NOSSO SENHOR JESUS CRISTO


CLIQUE AQUI


+
Informe aqui o seu e-mail para receber as publicações do PALE IDEAS: Delivered by FeedBurner

CRISTO DE LA TARDE



En esta tarde, Cristo del Calvario,
vine a rogarte por mi carne enferma;
pero, al verte, mis ojos van y vienen
de Tu Cuerpo a mi cuerpo con vergüenza.

¿Cómo quejarme de mis pies cansados,
cuando veo los Tuyos destrozados?

¿Cómo mostrarte mis manos vacías,
cuando las Tuyas están llenas de heridas?

¿Cómo explicarte a ti mi soledad,
cuando en la Cruz alzado y solo estás?

¿Cómo explicarte que no tengo amor,
cuando tienes rasgado el Corazón?

Ahora ya no me acuerdo de nada,
huyeron de mí todas mis dolencias.

El ímpetu del ruego que traía
se me ahoga en la boca pedigüeña.

Y sólo pido no pedirte nada,
estar  aquí, junto a Tu Imagen muerta,
ir aprendiendo que el dolor es sólo
la llave santa de Tu Santa Puerta. Amén.


Diego Velázquez y Gabriela Mistral





+
Informe aqui o seu e-mail para receber as publicações do PALE IDEAS: Delivered by FeedBurner

quarta-feira, 28 de maio de 2014

Padre Pio: Servir a Deus




+
Informe aqui o seu e-mail para receber as publicações do PALE IDEAS: Delivered by FeedBurner

Santo Agostinho da Cantuária


28 DE MAIO

Santo Agostinho da Cantuária


Agostinho de Cantuária (ou de Canterbury) foi um monge beneditino que se tornou o primeiro arcebispo de Cantuária em 597. Ele é considerado o "Apóstolo dos ingleses" e o fundador da Igreja da Inglaterra.  

Agostinho era prior de um mosteiro em Roma quando, em 595, foi convocado pelo papa Gregório I para liderar uma missão à Britânia com o intuito de converter o rei Etelberto e seus súditos no Reino de Kent, que eram fiéis ao paganismo anglo-saxônico. A escolha de Kent como alvo da missão deveu-se ao casamento de Etelberto com uma princesa cristã, Berta, filha do Rei dos Francos Cariberto I. 

Antes da chegada a Kent, os missionários ameaçaram desistir, mas Gregório urgiu-os a continuar e o grupo finalmente desembarcou, em 597, na ilha de Thanet e de lá partiu para a capital, Cantuária.  

O rei se converteu ao Cristianismo e permitiu que os missionários pregassem livremente, oferecendo-lhes terras para a fundação de um mosteiro fora das muralhas da cidade. Agostinho foi consagrado bispo e promoveu o batismo da população, incluindo um coletivo que reuniu milhares de pessoas no Natal de 597. Diante do sucesso da missão, o papa enviou mais missionários em 601, juntamente com cartas e ofertas para garantir a consolidação da Igreja, mesmo após as tentativas da missão de submeter os bispos celtas locais à autoridade de Agostinho não tenham sido bem sucedidas. Os bispos romanos se estabeleceram em Londres e em Rochester em 604, local onde foi fundada uma escola para preparar sacerdotes e missionários anglo-saxões. Agostinho, antes de morrer, nomeou para sucessor Lourenço de Cantuária. Sua morte terá ocorrido provavelmente em 604, após a qual passou a ser venerado como santo.  

terça-feira, 27 de maio de 2014

Sobre a RCC - Protestantismo na Igreja Católica XXI

A RENOVAÇÃO CARISMÁTICA CATÓLICA

Pe. Scott Gardner, FSSPX*

Fruto do Concílio Vaticano II, Semente de Destruição.



São José, patrono da Igreja
livrai-A da RCC!
Inegável Contradição

Devido a essas comparações entre as ideias Carismáticas e a Doutrina Católica, deveria ficar claro, portanto, que, seja lá quais forem as disposições individuais de seus seguidores em relação à Igreja e à Fé, a RCC, como um todo, de forma alguma pode ser considerada um Movimento Católico, mas sim mais uma seita enganadora do Pai da mentira infiltrado no corpo da Igreja. A maioria dos Carismáticos pode muito bem negar que eles apoiam tais erros concernentes à graça, ao Espírito Santo, às missões externas da S. S Trindade etc., mas sua própria renúncia à ação do intelecto torna explícitos seus erros implícitos.

O pensamento Carismático faz um paralelo muito próximo com aqueles erros os primeiros dias da Igreja e francamente demonstram uma admiração pelas heresias do Protestantismo. A ideia “evolucionista” que os Carismáticos adotaram a respeito do Magistério da Igreja é uma garantia que eles usam para se protegerem contra qualquer tipo de alegação proveniente dos ensinos anteriores ao Vaticano II. Identicamente aos Protestantes, eles descartam a Tradição, deixando-se levar quase inteiramente pela “defesa Bíblica” dos seus assim chamados “carismas”, depois de terem se submetido a um rito não Católico, quase sacramental, dirigido e inventado por heréticos.

O fato das autoridades eclesiásticas não terem a coragem de condenar a RCC, entrará para a história da Igreja no século XX, como sendo um fracasso semelhante àquele do Vaticano II em não condenar o Comunismo. De fato tudo isso nos leva a conjecturar se o “espírito” que os Carismáticos alegam seguir, não seria o mesmo “espírito do Vaticano II”, ou seja, o espírito do mundo...


* Autor: Scott Gardner, do Seminário São Tomás de Aquino, Winona, Minnesota — EUA — Publicado pela THE ANGELUS PRESS — Março de 1998.


+
Informe aqui o seu e-mail para receber as publicações do PALE IDEAS: Delivered by FeedBurner

São Beda, o Venerável


27 DE MAIO

São Beda, o Venerável



Beda (ca. 673-26 de maio de 735), natural de Jarrow, à época Reino de Nortúmbria, nordeste da Inglaterra. Menino de 7 anos, foi confiado aos cuidados do santo Abade Benedito de Wearmouth (Inglaterra). Mais tarde com o Abade Ceolfredo foi transferido para o novo mosteiro de Jarrow, onde, com 19 anos, recebeu o diaconato e, com 30 anos, o presbiterato.

Toda a sua vida passou estudando, escrevendo e ensinando, sendo para todos modelo de ótimo religioso, cumpridor de seus deveres e observador fidelíssimo das prescrições da Santa Regra.

Não havia ponto de doutrina que não se achasse admiravelmente versado e, por isso, via-se rodeado de muitos discípulos e amigos de alta categoria. Por amor de seus estudos, rejeitou por diversas vezes a dignidade e o cargo de Abade.


Em seis grossos volumes, por ele compostos e escritos, documentou o seu rico saber, sua perícia em todos os ramos da ciência naquele tempo conhecidos. Nesta grandiosa obra, são encontrados tratados sobre gramática, métrica, retórica, matemática, física, meteorologia, astronomia, música, poesia, hagiografia (biografia dos santos).

Grande luminar foi nas ciências teológicas como profanas, não menos eminente se evidenciou na piedade e na prática das virtudes cristãs e monásticas. A fama da sua sabedoria e santidade transpôs os limites de sua terra natal.

São Bonifácio, bispo e Mártir, chama-o “luz da Igreja”; Lanfranc dá-lhe o título de “doutor dos Anglos”; o Concílio de Aix-la-chapelle confere-lhe o grau de “doutor admirável”. Seus escritos eram lidos em público nas igrejas. Como não era lícito denominá-lo Santo, apelidaram-no de Venerável, título que permanece até hoje.

segunda-feira, 26 de maio de 2014

São Felipe Neri e o Paraíso

São Felipe Neri e o Paraíso


http://farfalline.blogspot.com.br/2012/04/milagres-acontecem.html
clique para ler


+
Informe aqui o seu e-mail para receber as publicações do PALE IDEAS: Delivered by FeedBurner

26 de Maio: São Felipe Neri

26 DE MAIO

SÃO FELIPE NERI


Confessor e Fundador da Congregação do Oratório
(1515-1595)


Devoção: À caridade com as crianças e à direção espiritual
Padroeiro: Das crianças levadas  

Poucos são os santos da Igreja privilegiados como São Filipe Néri. Filho de pai nobres e piedosos, Filipe nasceu em 1515, na cidade de Florença. De boa índole, de modos afáveis e inclinação à oração mereceram ao menino de 5 anos o apelido de "o bom Filipe". Um incêndio destruiu grande parte da fortuna dos pais e Filipe passou a morar com um primo que era negociante riquíssimo em São Germano. Este primo prometeu-lhe estabelecê-lo como herdeiro de todos os seus bens, se quisesse tomar-lhe a gerência dos negócios. O bom Filipe, porém, pouca inclinação sentia para ser negociante; o que queria, era ser santo e apesar das repetidas insistências do primo, resolveu dedicar-se ao serviço de Deus. Fez os estudos de Filosofia e Teologia em Roma e começou desde logo a observar a regra de vida austeríssima, que o acompanhou até o fm da vida. Alimentava-se de pão, água e legumes; para o sono reservava poucas horas, para a adoração, porém, muitas.

No grande desejo de dedicar-se à vida contemplativa, vendeu a biblioteca, deu os bens aos pobres e aprofundou o espírito na meditação da Sagrada Paixão e Morte de Jesus Cristo. Todo o tempo disponível passava-o nas igrejas ou de preferência catacumbas. A graça de Deus tocou-lhe o coração com tanta violência que, prostrado por terra, exclamou muitas vezes: "Basta, Senhor, basta! Suspendei a torrente de vossas consolações, porque não tenho forças para receber tantas delícias. Ó meu Deus tão amável, por que não me destes um coração capaz de amar-Vos condignamente?" Foi nas catacumbas de São Sebastião, no ano de 1545, que recebeu o Espírito Santo, em forma de bola de fogo. Naquela ocasião sentia em si um ardor tão forte do amor de Deus que, devido às palpitações fortíssimas do coração, foram deslocadas a segunda e a quarta costelas.

Com o amor de Deus, grande era-lhe também o amor do próximo. Filipe, possuía o dom de atrair todos a si, circunstância para a qual concorriam muito sua afabilidade, cortesia e modéstia. Recorria a mil estratagemas, para ganhar os jovens das ruas e nas oficinas de Roma. Era amigo de todos e uma vez adquirida a confiança preparava-os para a recepção dos Sacramentos e encaminhava-os para o bem. As noites passava-as nos hospitais, tratando os doentes como uma mãe. O monumento mais belo de sua caridade é a Irmandade da Santíssima Trindade, cujo fim principal era receber os romeiros e tratar dos doentes. No início de cada mês convidava o povo para adoração ao SS. Sacramento e nesta ocasiões, embora leigo, fazia admiráveis alocuções aos fiéis. A piedosa idéia achou eco entre o povo que, abundantes esmolas deitavam para a nova instituição. Cardeais, bispos, reis, ministros, generais e princesas, viam grande honra em poderem pertencer a esta irmandade.

Seguindo o conselho do seu confessor, Filiperecebeu o santo Sacramento da Ordem , tendo a idade de 36 anos. Tinha a vontade de trabalhar nas índias e de morrer mártir pela religião de Cristo. Pela vontade de Deus, porém, sua Índia havia de ser Roma, e lá ficou.

Deixando-se guiar pela Providência Divina, tornou-se Apóstolo da capital da cristandade, sendo sua obra principal a fundação da Congregação da Oração para a qual chamou homens igualmente distintos pelo saber e piedade. As conferências espirituais tinham grande concorrência entre cardeais, bispos, sacerdotes e leigos, os quais confiavam-se à direção de São Filipe, a quem veneravam como um pai.

Grande Parte do dia passava no confessionário e só Deus sabe o número das almas que a seus pés acharam a paz, o perdão e a salvação. Todos nele depositavam uma confiança ilimitada. Ilimitada também era a inveja e o ódio de Sanatás e seus sequazes. Os confrades tiveram que saborear muitas vezes o escárnio, a calúnia e perseguição. O ódio dos inimigos chegou a tal ponto, que levaram uma acusação falsa à autoridade eclesiástica, de que resultou para Filipe a suspensão de ordens. Privado da celebração da Santa Missa, da pregação e da administração do SS. Sacramento, o Santo não perdeu a calma e só dizia: " Como Deus é bom, que me humilha!" A suspensão foi retirada e o inimigo principal do Santo, caindo em si, fez reparação pública e tornou-se-lhe discípulo.

Pelo fim da vida já não lhe era possível dizer a santa Missa em público, tanta era a comoção que lhe sobrevinha, na celebração dos santos mistérios. Estando no púlpito, as lágrimas lhe embargavam a voz quando falava do amor de Deus e da Paixão de Cristo. Quando celebrava a Missa, chegando à santa Comunhão, pelo espaço de duas a três horas ficava arrebatado em êxtase enquanto o corpo se lhe elevava à altura de dois palmos. Não é para admirar que o Papa o consultasse nos negócios mais importantes e quisesse beijar-lhe as mãos e a batina.

À sua prudência e clarividência deve a França a felicidade de ter permanecido país católico. Henrique IV, calvinista, tinha abjurado a heresia e entrado na Religião Católica. No ardor das guerras civis, tornou a voltar ao calvinismo, paradepois outra vez se agregar à Igreja. O Papa Clemente VIII com o apoio dos cardeais, negou ao rei a absolvição e opôs-se-lhe à reconciliação. Filipe, prevendo a apostasia da França, no caso de o Papa persistir nesta resolução, fez jejuns e orações extraordinárias e pediu a Barônio, que era confessor do Papa, que o acompanhasse nestes exercícios, para alcançar a luz do Divino Espírito Santo. Posteriormente, Henrique IV obteve a absolvição do Papa e foi solenemente recebido no seio da Igreja.

Fatigado e exausto de trabalhos e alquebrado pela idade, Filipe foi acometido de grave doença, tendo os médicos o examinado e saindo do quarto desanimados, ouviram o doente exclamar: "Ó minha Senhora, ó dulcíssima e bendita Virgem!".Voltaram para ver o que tinha acontecido e encontraram o Santo elevado sobre o leito e, em êxtase exclamou: "Não sou digno, não sou digno de vós, ó dulcíssima Senhora, que venhais visitar-me!".Os médicos, respeitosos, indagaram ao doente o que sentia. Este, voltando a si e tomando a posição costumeira no leito, perguntou: "Não a vistes, a Santíssima Virgem, que me livrou das dores? " De fato se levantou completamente curado e viveu mais um ano. Tendo predito a hora da morte, Filipe fechou os olhos para este mundo no dia 02 de maio de 1595. O túmulo tornou-se glorioso e poucos anos depois da morte, Filipe foi beatificado pelo Papa Paulo V, em 1622, e canonizado por Gregório XV.


Reflexões:
São Filipe deu o seguinte conselho a uma pessoa que se queixava da sua cruz:"Meu filho, a grandeza do amor que se tem a Deus, é medida pela grandeza do desejo de sofrer muito por amor de Deus; quem se impacienta com a cruz, achará uma outra mais pesada";convém fazer da necessidade uma virtude. Os sofrimentos deste mundo são a melhor escola do desprezo do mundo; quem não se matricular nesta escola, merece dó, porque é um infeliz.


Oração
Oração de São Filipe Néri: Ó glorioso S. Filipe, vós que fostes tão favorecido de Deus em ajudar e consolar os vossos filhos espirituais na hora da sua morte, sede-me advogado e pai, quando me achar naquele tremendo passo. Impetrai-me a graça, para que naquela hora o Demônio não me vença, que a tentação não me oprima e que o temor não me desanime. Fortalecido de viva fé, firme esperança e ardente caridade, sustentai-me com perseverança naquele último combate, de modo de, cheio de confiança na misericórdia de Deus, nos merecimentos de Jesus Cristo e na proteção de Maria Santíssima, seja feito digno de morrer a morte dos justos e de alcançar a bem-aventurada pátria do paraíso para ver e louvar a Deus convosco e com todos os santos do céu. Assim seja. Rogai por nós São Filipe – Para que sejamos dignos das promessas de Cristo. (Fonte)


Veja o filme sobre São Felipe Neri: "Prefiro o Paraíso": http://migre.me/eDHl8

+
Informe aqui o seu e-mail para receber as publicações do PALE IDEAS: Delivered by FeedBurner

domingo, 25 de maio de 2014

Mudando o Evangelho no essencial: Jorge Mario Bergoglio e o fim do Papado!

"... tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela" (S. Mateus 16:18). Foi assim e aqui que Nosso Senhor Jesus Cristo estabeleceu o Primado Petrino, o Primado de São Pedro, o primeiro Papa da Igreja Católica. 

Os escândalos de Bergoglio não tem mais fim e se tornam blasfêmias indiscutíveis!  Os jornais noticiam mais um desses escândalos:


"Estou aberto a discutir o Primado de Pedro", diz o Bispo de Roma




Oras, quem é esse Francisco Bergoglio para discutir o que Cristo estabeleceu? O que virá depois? Dizer que Deus não existe? 
"Mas, ainda que nós mesmos ou um anjo do céu vos anuncie outro evangelho além do que já vos tenho anunciado, seja anátema" (Gálatas 1:8 )

O que diria Pedro a Bergoglio? Oras, diria simplesmente: "Anátema!", Como foram repetindo os Concílios Católicos por dois mil anos todas as vezes que "homens" tentaram mudar a Verdade. O que diria, mais diria São Pedro? Que Bergoglio está certo? Que o Pontificado não há mesmo razão de ser? Que Cristo se enganou? Que não foi isso que Cristo quis dizer? Peraí! Quem diz isso são os malditos heréticos protestantes!!!

E, como se isso não bastasse, Bergoglio convidou - convite aceito - um líder judeu e outro muçulmanos para rezarem com ele pela paz, no Vaticano, sobre os túmulos dos Santos Papas, sobre o altar de Deus!!! Nesses momentos me lembro da Pérola de York e me repito: "não rezarei convosco, hereges, nem direi amém às vossas orações, malditos!". 

São tempos de penitências e orações, CATÓLICOS! Tempos de se cobrir de cinzas e implorar perdão! A fumaça de Satanás já se solidificou! 

Quem é que ainda que vai brincar o jogo do contente da Polyanna e achar essa blasfêmia uma boa coisa? Onde está a Fé dos católicos que lotam as igrejas modernistas aos domingos, batendo palmas como protestantes e achando encantador um blasfemo escandaloso

E que farão agora os imprudentes do "Ecclesia Dei" (IBP, Vianney, Montfort) e os padres "tradicionalistas" que gostam de rezar missa-em-latim sub Bergoglio, que caíram no conto do vigário e deixaram a verdadeira Igreja para se "integrar" à igreja conciliar APÓSTATA? E que fará Fellay, que está, como Jano, falando uma coisas aos "seus" e outra a Roma? Para eles tudo bem que Bergoglio venha a discutir com hereges o Primado Petrino? Canalhas!

Tantos pontos de exclamação são porque estou verdadeiramente indignada com essa blasfêmia!!! E, pior, Bergoglio trata o assunto como algo de "pouca coisa", de menor importância: "estou aberto a discutir"... como se por 2000 anos a Igreja tivesse sido irrazoavelmente intransigente e despótica! Oras! Seu paspalhão fantasiado de papa! Tome tento! Não teme a ira Divina? Não teme a Deus? Deve ser porque não crê em Deus! Ou por ter a visão protestante que a infeliz Companhia de Jesus passou a ter nas últimas décadas de um deus complacente e abobalhado, que tudo perdoa e tudo aceita. 

Anátema seja, Jorge Mario Bergoglio, por cada heresia e blasfêmia que tua boca tem proferido, ditada por teu coração vendido. 

A notícia: http://arautoveritatis.com/2014/05/estou-aberto-a-discutir-o-primado-de-pedro-diz-o-bispo-de-roma.


+
Informe aqui o seu e-mail para receber as publicações do PALE IDEAS: Delivered by FeedBurner

PAPA LEÃO XIII: ANNUM SACRUM - 1899

EM ESPANHOL. SERÁ TRADUZIDO PARA O PORTUGUÊS. 





ENCÍCLICA DO SANTO PADRE LEÃO XIII



ANNUM SACRUM

sobre el Sagrado Corazón





A LOS PATRIARCAS, PRIMADOS, ARZOBISPOS, OBISPOS Y OTROS ORDINARIOS, EN PAZ Y COMUNIÓN CON LA SEDE APOSTÓLICA

De la Consagración del Género Humano al Sagrado Corazón de Jesús

Hace poco, como sabéis, ordenamos por cartas apostólicas que próximamente celebraríamos un jubileo (annum sacrum), siguiendo la costumbre establecida por los antiguos, en esta ciudad santa. Hoy, en la espera, y con la intención de aumentar la piedad en que estará envuelta esta celebración religiosa, nos hemos proyectado y aconsejamos una manifestación fastuosa. Con la condición que todos los fieles Nos obedezcan de corazón y con una buena voluntad unánime y generosa, esperamos que este acto, y no sin razón, produzca resultados preciosos y durables, primero para la religión cristiana y también para el género humano todo entero.

Muchas veces nos hemos esforzado en mantener y poner más a la luz del día esta forma excelente de piedad que consiste en honrar al Sacratísimo Corazón de Jesús. Seguimos en esto el ejemplo de Nuestros predecesores Inocencio XII, Benedicto XIV, Clemente XIII, Pío VI, Pío VII y Pío IX. Esta era la finalidad especial de Nuestro decreto publicado el 28 de junio del año 1889 y por el que elevamos a rito de primera clase la fiesta del Sagrado Corazón.

Pero ahora soñamos en una forma de veneración más imponente aún, que pueda ser en cierta manera la plenitud y la perfección de todos los homenajes que se acostumbran a rendir al Corazón Sacratísimo. Confiamos que esta manifestación de piedad sea muy agradable a Jesucristo Redentor.

Además, no es la primera vez que el proyecto que anunciamos, sea puesto sobre el tapete. En efecto, hace alrededor de 25 años, al acercarse la solemnidad del segundo Centenario del día en que la bienaventurada Margarita María de Alacoque había recibido de Dios la orden de propagar el culto al divino Corazón, hubo muchas cartas apremiantes, que procedían no solamente de particulares, sino también de obispos, que fueron enviadas en gran número, de todas partes y dirigidas a Pío IX. Ellas pretendían obtener que el soberano Pontífice quisiera consagrar al Sagrado Corazón de Jesús, todo el género humano. Se prefirió entonces diferirlo, a fin de ir madurando más seriamente la decisión. A la espera, ciertas ciudades recibieron la autorización de consagrarse por su cuenta, si así lo deseaban y se prescribió una fórmula de consagración. Habiendo sobrevenido ahora otros motivos, pensamos que ha llegado la hora de culminar este proyecto.

Este testimonio general y solemne de respeto y de piedad, se le debe a Jesucristo, ya que es el Príncipe y el Maestro supremo. De verdad, su imperio se extiende no solamente a las naciones que profesan la fe católica o a los hombres que, por haber recibido en su día el bautismo, están unidos de derecho a la Iglesia, aunque se mantengan alejados por sus opiniones erróneas o por un disentimiento que les aparte de su ternura.

El reino de Cristo también abraza a todos los hombres privados de la fe cristiana, de suerte que la universalidad del género humano está realmente sumisa al poder de Jesús. Quien es el Hijo Único de Dios Padre, que tiene la misma substancia que El y que es "el esplendor de su gloria y figura de su substancia" (Hebreos 1:3), necesariamente lo posee todo en común con el Padre; tiene pues poder soberano sobre todas las cosas. Por eso el Hijo de Dios dice de sí mismo por la boca del profeta: "Ya tengo yo consagrado a mi rey en Sión mi monte santo... El me ha dicho: Tu eres mi Hijo, yo te he engendrado hoy. Pídeme y te daré en herencia las naciones, en propiedad los confines de la tierra" (Salmo 2: 6-8).

Por estas palabras, Jesucristo declara que ha recibido de Dios el poder, ya sobre la Iglesia, que viene figurada por la montaña de Sión, ya sobre el resto del mundo hasta los límites más alejados. ¿Sobre qué base se apoya este soberano poder? Se desprende claramente de estas palabras: "Tu eres mi Hijo." Por esta razón Jesucristo es el hijo del Rey del mundo que hereda todo poder; de ahí estas palabras: "Yo te daré las naciones por herencia". A estas palabras cabe añadir aquellas otras análogas de san Pablo: "A quien constituyó heredero universal."

Pero hay que recordar sobre todo que Jesucristo confirmó lo relativo a su imperio, no sólo por los apóstoles o los profetas, sino por su propia boca. Al gobernador romano que le preguntaba:"¿Eres Rey tú?", el contestó sin vacilar: "Tú lo has dicho: Yo soy rey!" (Juan 18:37)La grandeza de este poder y la inmensidad infinita de este reino, están confirmados plenamente por las palabras de Jesucristo a los Apóstoles: "Se me ha dado todo poder en el Cielo y en la tierra." (Mt 28:18). Si todo poder ha sido dado a Cristo, se deduce necesariamente que su imperio debe ser soberano, absoluto, independiente de la voluntad de cualquier otro ser, de suerte que ningún poder no pueda equipararse al suyo. Y puesto que este imperio le ha sido dado en el cielo y sobre la tierra, se requiere que ambos le estén sometidos.

Efectivamente, El ejerció este derecho extraordinario, que le pertenecía, cuando envió a sus apóstoles a propagar su doctrina, a reunir a todos los hombres en una sola Iglesia por el bautismo de salvación, a fin de imponer leyes que nadie pudiera desconocer sin poner en peligro su eterna salvación. Pero esto no es todo. Jesucristo ordena no sólo en virtud de un derecho natural y como Hijo de Dios sino también en virtud de un derecho adquirido. Pues "nos arrancó del poder de las tinieblas" (Colos. 1:13) y también "se entregó a si mismo para la Redención de todos" (1 Tim 2:6).

No solamente los católicos y aquellos que han recibido regularmente el bautismo cristiano, sino todos los hombres y cada uno de ellos, se han convertido para El "en pueblo adquirido." (1 P 2:9). También san Agustín tiene razón al decir sobre este punto: "¿Buscáis lo que Jesucristo ha comprado? Ved lo que El dio y sabréis lo que compró: La sangre de Cristo es el precio de la compra. ¿Qué otro objeto podría tener tal valor? ¿Cuál si no es el mundo entero? ¿Cuál sino todas las naciones? ¡Por el universo entero Cristo pagó un precio semejante!" (Tract., XX in Joan.).

Santo Tomás nos expone largamente porque los mismos infieles están sometidos al poder de Jesucristo. Después de haberse preguntado si el poder judiciario de Jesucristo se extendía a todos los hombres y de haber afirmado que la autoridad judiciaria emana de la autoridad real, concluye netamente: "Todo está sumido a Cristo en cuanto a la potencia, aunque no lo está todavía sometido en cuanto al ejercicio mismo de esta potencia" (Santo Tomás, III Pars. q. 30, a.4.). Este poder de Cristo y este imperio sobre los hombres, se ejercen por la verdad, la justicia y sobre todo por la caridad.

Pero en esta doble base de su poder y de su dominación, Jesucristo nos permite, en su benevolencia, añadir, si de nuestra parte estamos conformes, la consagración voluntaria. Dios y Redentor a la vez, posee plenamente y de un modo perfecto, todo lo que existe. Nosotros, por el contrario, somos tan pobres y tan desprovistos de todo, que no tenemos nada que nos pertenezca y que podamos ofrecerle en obsequio. No obstante, por su bondad y caridad soberanas, no rehusa nada que le ofrezcamos y que le consagremos lo que ya le pertenece, como si fuera posesión nuestra. No sólo no rehusa esta ofrenda, sino que la desea y la pide: "Hijo mío, dame tu corazón!" Podemos pues serle enteramente agradables con nuestra buena voluntad y el afecto de nuestras almas. Consagrándonos a El, no solamente reconocemos y aceptamos abiertamente su imperio con alegría, sino que testimoniamos realmente que si lo que le ofrecemos nos perteneciera, se lo ofreceríamos de todo corazón; así pedimos a Dios quiera recibir de nosotros estos mismos objetos que ya le pertenecen de un modo absoluto. Esta es la eficacia del acto del que estamos hablando, y este es el sentido de sus palabras.

Puesto que el Sagrado Corazón es el símbolo y la imagen sensible de la caridad infinita de Jesucristo, caridad que nos impulsa a amarnos los unos a los otros, es natural que nos consagremos a este corazón tan santo. Obrar así, es darse y unirse a Jesucristo, pues los homenajes, señales de sumisión y de piedad que uno ofrece al divino Corazón, son referidos realmente y en propiedad a Cristo en persona.

Nos exhortamos y animamos a todos los fieles a que realicen con fervor este acto de piedad hacia el divino Corazón, al que ya conocen y aman de verdad. Deseamos vivamente que se entreguen a esta manifestación, el mismo día, a fin de que los sentimientos y los votos comunes de tantos millones de fieles sean presentados al mismo tiempo en el templo celestial.

Pero, ¿podemos olvidar esa innumerable cantidad de hombres, sobre los que aún no ha aparecido la luz de la verdad cristiana? Nos representamos y ocupamos el lugar de Aquel que vino a salvar lo que estaba perdido y que vertió su sangre para la salvación del género humano todo entero. Nos soñamos con asiduidad traer a la vida verdadera a todos esos que yacen en las sombras de la muerte; para eso Nos hemos enviado por todas partes a los mensajeros de Cristo, para instruirles. Y ahora, deplorando su triste suerte, Nos los recomendamos con toda nuestra alma y los consagramos, en cuanto depende de Nos, al Corazón Sacratísimo de Jesús.

De esta manera, el acto de piedad que aconsejamos a todos, será útil a todos. Después de haberlo realizado, los que conocen y aman a Cristo Jesús, sentirán crecer su fe y su amor hacia El. Los que conociéndole, son remisos a seguir su ley y sus preceptos, podrán obtener y avivar en su Sagrado Corazón la llama de la caridad. Finalmente, imploramos a todos, con un esfuerzo unánime, la ayuda celestial hacia los infortunados que están sumergidos en las tinieblas de la superstición. Pediremos que Jesucristo, a Quien están sometidos "en cuanto a la potencia", les someta un día "en cuanto al ejercicio de esta potencia". Y esto, no solamente "en el siglo futuro, cuando impondrá su voluntad sobre todos los seres recompensando a los unos y castigando a los otros" (Santo Tomás, id, ibidem.), sino aún en esta vida mortal, dándoles la fe y la santidad. Que puedan honrar a Dios en la práctica de la virtud, tal como conviene, y buscar y obtener la felicidad celeste y eterna.

Una consagración así, aporta también a los Estados la esperanza de una situación mejor, pues este acto de piedad puede establecer y fortalecer los lazos que unen naturalmente los asuntos públicos con Dios. En estos últimos tiempos, sobre todo, se ha erigido una especie de muro entre la Iglesia y la sociedad civil. En la constitución y administración de los Estados no se tiene en cuenta para nada la jurisdicción sagrada y divina, y se pretende obtener que la religión no tenga ningún papel en la vida pública. Esta actitud desemboca en la pretensión de suprimir en el pueblo la ley cristiana; si les fuera posible hasta expulsarían a Dios de la misma tierra.

Siendo los espíritus la presa de un orgullo tan insolente, ¿es que puede sorprender que la mayor parte del género humano se debata en problemas tan profundos y esté atacada por una resaca que no deja a nadie al abrigo del miedo y el peligro? Fatalmente acontece que los fundamentos más sólidos del bien público, se desmoronan cuando se ha dejado de lado, a la religión. Dios, para que sus enemigos experimenten el castigo que habían provocado, les ha dejado a merced de sus malas inclinaciones, de suerte que abandonándose a sus pasiones se entreguen a una licencia excesiva.

De ahí esa abundancia de males que desde hace tiempo se ciernen sobre el mundo y que Nos obligan a pedir el socorro de Aquel que puede evitarlos. ¿Y quién es éste sino Jesucristo, Hijo Único de Dios, "pues ningún otro nombre le ha sido dado a los hombres, bajo el Cielo, por el que seamos salvados" (Act 4:12). Hay que recurrir, pues, al que es "el Camino, la Verdad y la Vida".

El hombre ha errado: que vuelva a la senda recta de la verdad; las tinieblas han invadido las almas, que esta oscuridad sea disipada por la luz de la verdad; la muerte se ha enseñoreado de nosotros, conquistemos la vida. Entonces nos será permitido sanar tantas heridas, veremos renacer con toda justicia la esperanza en la antigua autoridad, los esplendores de la fe reaparecerán; las espadas caerán, las armas se escaparán de nuestras manos cuando todos los hombres acepten el imperio de Cristo y sometan con alegría, y cuando "toda lengua profese que el Señor Jesucristo está en la gloria de Dios Padre" (Fil. 2:11).

En la época en que la Iglesia, aún próxima a sus orígenes, estaba oprimida bajo el yugo de los Césares, un joven emperador percibió en el Cielo una cruz que anunciaba y que preparaba una magnífica y próxima victoria. Hoy, tenemos aquí otro emblema bendito y divino que se ofrece a nuestros ojos: Es el Corazón Sacratísimo de Jesús, sobre él que se levanta la cruz, y que brilla con un magnífico resplandor rodeado de llamas. En él debemos poner todas nuestras esperanzas; tenemos que pedirle y esperar de él la salvación de los hombres.

Finalmente, no queremos pasar en silencio un motivo particular, es verdad, pero legítimo y serio, que nos presiona a llevar a cabo esta manifestación. Y es que Dios, autor de todos los bienes, Nos ha liberado de una enfermedad peligrosa. Nos queremos recordar este beneficio y testimoniar públicamente Nuestra gratitud para aumentar los homenajes rendidos al Sagrado Corazón.

Nos decidimos en consecuencia, que el 9, el 10 y el 11 del mes de junio próximo, en la iglesia de cada localidad y en la iglesia principal de cada ciudad, sean recitadas unas oraciones determinadas. Cada uno de esos días, las Letanías del Sagrado Corazón, aprobadas por nuestra autoridad, serán añadidas a las otras invocaciones. El último día se recitará la fórmula de consagración que Nos os hemos enviado, Venerables Hermanos, al mismo tiempo que estas cartas.

Como prenda de los favores divinos y en testimonio de Nuestra Benevolencia, Nos concedemos muy afectuosamente en el Señor la bendición Apostólica, a vosotros, a vuestro clero y al pueblo que os está confiado.

Dado en Roma, el 25 de mayo de 1899, el 22 de Nuestro Pontificado. León XIII, papa.



115º aniversário da Encíclica



+
Informe aqui o seu e-mail para receber as publicações do PALE IDEAS: Delivered by FeedBurner

sábado, 24 de maio de 2014

BFE - Banco Fellay de Empréstimos... a juros camaradas!

Chegou-me às mãos esta tradução, que eu revisei, de um artigo do site "www.traditio.com", mostrando uma nova faceta do camaleônico Fellay: a de agiota de seus súditos! Ele já é conhecido por sua estudada ingenuidade, pela dissimulação e a arrogância, pela absoluta falta de humildade em reconhecer seus erros, por sua falsa caridade, por suas perseguições e ameaças... Agora, acrescenta mais uma "qualidade" à sua personalidade multifacetada. Sic!

Vamos ao texto. Como a tradução foi do inglês, e há as benditas expressões idiomáticas e que tais, peço, por gentileza, que, se encontrarem algum erro de tradução, me façam saber.


25 de Maio de 2014 – V Domingo depois da Páscoa

Católicos Tradicionalistas ficaram chocados ao saberem que Fellay 
cobra juros de suas próprias “Paróquias” 
quando elas constroem para ele e para a sua Neo-FSSPX. 

Por: The TRADITIO Fathers

Eu vou deixá-los de bolsos vazios, ameaça Fellay, Superior-ditador da Neo-FSSPX.
Ondas de choque abalaram a Comunidade Católica Tradicional,
quando foi recentemente revelado que Fellay está cobrando juros de suas próprias “paróquias”, quando elas terminam os seus projetos de construção
da própria NFSSPX. Fellay está agindo agora como o escandaloso Banco Vaticano de Francisco-Bergoglio

Ondas de choque abalaram a Comunidade Católica Tradicional quando foi revelado, em 18 de Maio de 2014, que Bernie Fellay, Superior-ditador da Neo-FSSPX, está cobrando juros de suas próprias “paróquias” por dividas de construção, isto é, por dinheiro emprestado por Fellay para terminar os projetos de construção da própria Neo-FSSPX. Isso não deve ser nenhuma surpresa. Quando Fellay foi sagrado em 1988, no último minuto, como um bispo substituto, ele não tinha essencialmente nenhuma experiência pastoral. A sua atividade principal havia sido a de contador [green-eye-shaded bookkeeper (no original). Em inglês, green-eye-shaded é um visor de celuloide verde, que servia, até meados do sec. 20, para diminuir o cansaço visual causado pelas lâmpadas incandescentes da época, usado por contadores, editores de textos, telegrafistas etc. – a lâmpada do banqueiro clássico tinha uma sombra verde por razões semelhantes. Mas era aplicado depreciativamente aos indivíduos que são excessivamente preocupados com questões financeiras ou pequenos e insignificantes detalhes] da FSSPX, desde a sua Ordenação em 1982.

Especula-se bastante que a política de Fellay possa ter sido influenciada pelo seu alter-ego financeiro, Maximilian Krah, o judeu arrecadador de fundos, que participa, com Fellay, de diversos Conselhos financeiros de Administração. Desde que Fellay juntou forças com Krah, a Neo-FSSPX está funcionando cada vez mais como o Bank of America, o Bank of England, ou o cheio-de-escândalos Banco do Vaticano de Francisco-Bergoglio.

Em meio a grande controvérsia, Fellay está sucateando o antigo Seminário da Fraternidade nos EUA, em Winona, Minnesota, que já foi dirigido pelo Bispo Tradicionalista Católico sênior Richard Williamson, que em 2012 abandonou Fellay por causa da sua tentativa de levar [a FSSPX] à Novus Ordo, e se tornou independente. No momento em que 1/6 do seu clero abandonou Fellay por tentar entregar a outrora Tradicionalista FSSPX à modernista Neoigreja da Novus Ordo, Fellay está esbanjando maços de dinheiro (de proveniência desconhecida) em outro projeto de construção: um novo seminário de ar modernista nas montanhas da Virgínia, destinado aos pseudo-tradicionalistas de inclinação Novus Ordo.

Fonte: http://www.traditio.com/comment/com1405.htm.
Tradução: um amigo de além-mar
Revisão e adaptação ao Português do Brasil: Giulia d'Amore.

+
Informe aqui o seu e-mail para receber as publicações do PALE IDEAS: Delivered by FeedBurner

24 DE MAIO: Festa de Nossa Senhora Auxiliadora

24 DE MAIO

Nossa Senhora Auxiliadora


Clique para ver mais imagens

Nossa Senhora Auxiliadora é uma das formas de devoção da Virgem Maria, que remonta à vitória da Armada Cristã em 1571, comandada por Dom João da Áustria, que, invocando o auxílio da Virgem, afastou o perigo maometano da Europa. Em agradecimento, Pio V incluiu na ladainha o título de "Auxiliadora dos Cristãos".

A festa de Nossa Senhora Auxiliadora foi promulgada por Pio VII, no ano de 1816, tão logo foi libertado do cativeiro a ele imposto por Napoleão Bonaparte. 

O nome "Maria Auxiliadora" é bastante popular entre os católicos, sendo bastante usual como antroponímico. Em Porto Alegre, o bairro "Auxiliadora" é nomeado em sua homenagem, e em Campinas o Liceu Salesiano tem seu nome. 

sexta-feira, 23 de maio de 2014

MIRO TU CRUZ

Miro Tu Cruz


Y pienso,

Y siento,

Y lloro,

Y me arrepiento,

Y me arrodillo,

Y me humillo,

Y me entristezco,

Y no encuentro paz por mis pecados.

¡Señor, Señor, sólo Tú puedes salvarme!

Por eso,

Tu Auxilio necesito,

Tu Amor imploro,

Tu Misericordia suplico,

Tu Bendición ruego,

Tu Cielo anhelo.

Exclamo afligido y desconsolado,

Por tanto daño que Te hice,

¡Perdóname, Mi Dios y Mi Señor, perdóname!


(Pecador arrepentido)
 
web

+
Informe aqui o seu e-mail para receber as publicações do PALE IDEAS: Delivered by FeedBurner

ABORTO - O GRITO SILENCIOSO

CONHEÇA O NOVO SITE DA EDITORA