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sábado, 22 de agosto de 2015

domingo, 31 de maio de 2015

A Santíssima Trindade na arte e literatura cristã

Um Domingo após o Domingo de Pentecostes ocorre o Domingo da Santíssima Trindade, em virtude disso, publico um trabalho imenso e ricamente adornado com imagens do blog "Ecclesia.com". Substituí ou retirei algumas imagens porque infelizmente nem todos sabem que as três Pessoas Santíssimas não podem se representadas na forma de três homens iguais.


Santíssima Trindade



Placeat Tibi Sancta Trinitas

terça-feira, 3 de junho de 2014

Sobre a RCC - Protestantismo na Igreja Católica XXII

A RENOVAÇÃO CARISMÁTICA CATÓLICA

Pe. Scott Gardner, FSSPX*

Fruto do Concílio Vaticano II, Semente de Destruição.



São José, patrono da Igreja
livrai-A da RCC!
A Resposta Católica: Apologética.
 
 
Uma vez que tanto as práticas como a crença dos Carismáticos são inegavelmente baseadas em heresia, podemos legitimamente duvidar da ortodoxia daqueles que professam filiação ao movimento. Naturalmente que somente Deus pode julgar almas, mas até por um dever de caridade não podemos considerar como ortodoxas aquelas ações e palavras que beiram à heresia. Ao fazermos isso, estaríamos sendo injustos, bem como sustentando uma mentira, semelhantes àqueles que mantêm uma atitude de indiferentismo religioso.

“Pelos frutos os conhecereis”, disse Nosso Senhor aos Apóstolos (Mt 7:20). Pelos frutos venenosos do movimento Carismático, qualquer um pode comprovar sua inerente incompatibilidade com o Catolicismo e o grave perigo que ele apresenta para a Fé Católica genuína. Diante da ignorância de muitos e a cumplicidade de outros tantos membros da Hierarquia Católica, alguém deve ter coragem de dizer a verdade sobre esse movimento e o perigo que ele representa para um incontável número de almas.

Obviamente, a menos que haja uma milagrosa mudança nos atuais ventos eclesiásticos, o dever de combater os erros Carismáticos deve permanecer ao nível do clero ortodoxo e dos leigos. A defesa baseada na Apologética deve se desenvolver em três níveis:

1. Um Católico deve estudar para conhecer melhor sua Fé, especialmente em áreas atacadas pelos Carismáticos e desenvolver uma piedade litúrgica forte e objetiva baseada em sua Fé e não na experiência de consolações.

terça-feira, 27 de maio de 2014

Sobre a RCC - Protestantismo na Igreja Católica XXI

A RENOVAÇÃO CARISMÁTICA CATÓLICA

Pe. Scott Gardner, FSSPX*

Fruto do Concílio Vaticano II, Semente de Destruição.



São José, patrono da Igreja
livrai-A da RCC!
Inegável Contradição

Devido a essas comparações entre as ideias Carismáticas e a Doutrina Católica, deveria ficar claro, portanto, que, seja lá quais forem as disposições individuais de seus seguidores em relação à Igreja e à Fé, a RCC, como um todo, de forma alguma pode ser considerada um Movimento Católico, mas sim mais uma seita enganadora do Pai da mentira infiltrado no corpo da Igreja. A maioria dos Carismáticos pode muito bem negar que eles apoiam tais erros concernentes à graça, ao Espírito Santo, às missões externas da S. S Trindade etc., mas sua própria renúncia à ação do intelecto torna explícitos seus erros implícitos.

O pensamento Carismático faz um paralelo muito próximo com aqueles erros os primeiros dias da Igreja e francamente demonstram uma admiração pelas heresias do Protestantismo. A ideia “evolucionista” que os Carismáticos adotaram a respeito do Magistério da Igreja é uma garantia que eles usam para se protegerem contra qualquer tipo de alegação proveniente dos ensinos anteriores ao Vaticano II. Identicamente aos Protestantes, eles descartam a Tradição, deixando-se levar quase inteiramente pela “defesa Bíblica” dos seus assim chamados “carismas”, depois de terem se submetido a um rito não Católico, quase sacramental, dirigido e inventado por heréticos.

O fato das autoridades eclesiásticas não terem a coragem de condenar a RCC, entrará para a história da Igreja no século XX, como sendo um fracasso semelhante àquele do Vaticano II em não condenar o Comunismo. De fato tudo isso nos leva a conjecturar se o “espírito” que os Carismáticos alegam seguir, não seria o mesmo “espírito do Vaticano II”, ou seja, o espírito do mundo...


* Autor: Scott Gardner, do Seminário São Tomás de Aquino, Winona, Minnesota — EUA — Publicado pela THE ANGELUS PRESS — Março de 1998.


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terça-feira, 20 de maio de 2014

Sobre a RCC - Protestantismo na Igreja Católica XX

A RENOVAÇÃO CARISMÁTICA CATÓLICA

Pe. Scott Gardner, FSSPX*

Fruto do Concílio Vaticano II, Semente de Destruição.



São José, patrono da Igreja
livrai-A da RCC!
A Raiz do Problema
 
Ensinamento católico sobre a Graça Santificante e o Livre Arbítrio

A Doutrina Católica sempre ensinou que a graça santificante, a qual os Carismáticos praticamente negam, é a certeza da participação na vida Divina. Ao pensarmos sobre esse fato, devemos evitar dois extremos. O primeiro é aquele típico erro racionalista de pensar a participação na vida Divina como uma mera união moral com Deus, realizada através da imitação humana das Perfeições Divinas. O outro extremo é a ideia quietista ou panteística de que a alma é aniquilada e transformada na Divindade. Esse não deixa de ser o fim lógico das ideias Carismáticas.

Os Católicos sabem que a graça aperfeiçoa a natureza sem, contudo, destruí-la. Deus positivamente modela a alma à Sua Imagem e a assimila à Sua Vida Divina através de um poder que transcende a todos os poderes criados da alma, mas sempre utilizando tais poderes criados em livre cooperação com a vontade Divina. Não é, portanto, nem louvável e nem necessário aniquilar o livre-arbítrio ou vontade, ele deve ser subjugado ou dominado com o auxílio da graça e ordenado de acordo com a vontade Divina.

Com relação à vontade e a operação do Espírito Santo na alma humana, Papa Pio XII resume da seguinte maneira, a posição Católica:

terça-feira, 13 de maio de 2014

Sobre a RCC - Protestantismo na Igreja Católica XIX

A RENOVAÇÃO CARISMÁTICA CATÓLICA

Pe. Scott Gardner, FSSPX*

Fruto do Concílio Vaticano II, Semente de Destruição.



São José, patrono da Igreja
livrai-A da RCC!
A Raiz do Problema
 
Ensinamento Católico sobre a Santíssima Trindade

Naturalmente que uma exposição dogmática mais profunda está bem além do objetivo desse artigo, mas de modo a compreender a gravidade dos erros dos Carismáticos é essencial entender as assim chamadas “missões externas”.

Uma missão, ou envio, pressupõe que haja um remitente, um envio e um destino para o qual algo é enviado. Com relação ao remitente e ao envio, os teólogos falam de acordo com as “apropriações” de Deus — Pai como sendo Aquele que envia; Deus Filho como Aquele que é enviado e ao mesmo tempo em que envia, e o Espírito Santo como Aquele que é enviado, mas que não envia. A Doutrina Católica sobre a Trindade ensina que todas as operações externas são comuns às três Pessoas Divinas. Com referência ao destino para o qual uma das divinas Pessoas é enviada, é bom que se fique claro que, embora Deus esteja presente em todas as partes do Universo, Seu modo de presença em qualquer dado lugar muda quando uma das Divinas Pessoas é enviada.

Existem dois tipos de missão externa da S. S Trindade: a visível e a invisível. A missão invisível é adequadamente, insensível à pessoa para quem a divina Pessoa é enviada, ao passo que a missão visível é também sensível. A missão insensível segue-se à conferência da graça santificante e tem como seu objetivo fazer com que Deus habite na alma do justo. Essa habitação na alma geralmente é atribuída ao Espírito Santo, mas juntamente com o Espírito Santo, também o Pai e o Filho habitam na alma do justo.

terça-feira, 6 de maio de 2014

Sobre a RCC - Protestantismo na Igreja Católica XVIII

A RENOVAÇÃO CARISMÁTICA CATÓLICA

Pe. Scott Gardner, FSSPX*

Fruto do Concílio Vaticano II, Semente de Destruição.



São José, patrono da Igreja
livrai-A da RCC!
A Raiz do Problema  

Ensinamento Católico sobre os Carismas.

É inegável que às vezes Deus concede graças verdadeiramente sensíveis, até mesmo fenômenos extraordinários a certas pessoas. Os verdadeiros carismas presentes na Igreja Primitiva são um claro exemplo desses fenômenos extraordinários. Uma das maiores gafes dos Carismáticos certamente é querer transformar algo extraordinário em ordinário e até necessário para todos.


As graças que Deus concede ao homem se dividem em várias categorias. Uma dessas categorias é a chamada gratia gratis data (graça concedida livremente) e a outra é a gratia gratum faciens (graça concedida para agradar). A primeira, frequentemente chamada “graça gratuita”, é usada para significar aquelas graças que são conferidas a algumas pessoas em particular para a salvação de outras. A essa classe pertencem aqueles extraordinários dons de graça, como os verdadeiros carismas (profecia, milagres, línguas etc.. conforme I Cor. 12. 8), o poder sacerdotal de Consagração e o poder hierárquico de jurisdição. A possessão desses dons é algo independente da constituição moral do seu possuidor.


Gratia gratum faciens é usada para descrever a graça de santificação pessoal para todos os homens. Ambas as graças; santificante e graça verdadeira, as quais nos preparam para a justificação caem nessa categoria. Essas graças são necessárias para todos, o que já não ocorre com as graças gratuitas. São Tomás de Aquino fala muito bem desta distinção, descrevendo ambas as categorias de graça em sua Summa Teológica, em duas seções separadas do II Capítulo do “Tratado Sobre a Graça” e o “Tratado Sobre Atos Pertinentes Especialmente a Certos Homens”. Os carismas são discutidos mais no final.


terça-feira, 29 de abril de 2014

Sobre a RCC - Protestantismo na Igreja Católica XVII

A RENOVAÇÃO CARISMÁTICA CATÓLICA

Pe. Scott Gardner, FSSPX*

Fruto do Concílio Vaticano II, Semente de Destruição.



São José, patrono da Igreja
livrai-A da RCC!
A Raiz do Problema
   
Ensinamento Católico sobre a Graça

Talvez seja na área do conceito sobre a graça que os Carismáticos façam a mais nítida ruptura com a Doutrina Católica e revelam a raiz chave de seu inteiro sistema de erros. Como já foi dito anteriormente, os Carismáticos defendem a necessidade de um fenômeno sensível que acompanhe e dê significado à recepção da graça (ou pelo menos que a “libere”) na alma. Em outras palavras, “Cristãos em cuja alma Deus realmente atua, sentem sempre a sua ação”. Isso é claramente falso.

A graça Santificante, aquela que “santifica a alma” confere beleza sobrenatural à mesma, faz o homem justo entrar em relacionamento de amizade com Deus, torna-o um Templo do Espírito Santo, um Filho de Deus e que lhe dá consequentemente a herança dos Céus, é inteiramente insensível à alma. Naturalmente que isso não descarta a possibilidade de que Deus dê uma divina revelação a um indivíduo sobre seu estado de graça, mas tal revelação certamente cairia no campo do incomum e não como norma geral, ao contrário do que afirmam os Carismáticos.

Como declara o Concílio de Trento:

“Cada homem, ao levar em consideração a si próprio e a sua própria fraqueza e indisposição, pode experimentar medo e apreensão sobre sua própria graça, uma vez que ninguém pode saber com certeza de fé, a qual não está sujeita a erro, que ele obteve de fato uma graça de Deus”. (Denziger 802).

Naturalmente que Deus pode conceder graças verdadeiramente sensíveis (embora nem todas as graças sejam necessariamente sensíveis) a quem quer que seja, mas, mesmo entre as graças verdadeiras, sensibilidade não é uma condição sine qua non. Uma vez que muitas graças verdadeiras são sensíveis e os Carismáticos insistem tanto sobre o caráter sensível da graça, o resultado prático é que eles acabam confundindo graça santificante com graça verdadeira e no final acabam negando a primeira.

O resultado prático de se negar a graça santificante, significa de fato uma negação da Doutrina Católica acerca da justificação (como foi infalivelmente decretado nos cânones do Concílio de Trento) e, consequentemente, a Doutrina Católica concernente às operações externas da S. S Trindade, as quais serão discutidas mais a seguir. A seriedade dessa matéria não deveria ser menosprezada por ninguém. Sempre foi dito que semelhantes erros no princípio acabam levando a erros maiores na conclusão; portanto, a insistência dos Carismáticos sobre o caráter sensível das graças é a raiz chave de seu inteiro sistema de erros.


* Autor: Scott Gardner, do Seminário São Tomás de Aquino, Winona, Minnesota — EUA — Publicado pela THE ANGELUS PRESS — Março de 1998.


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terça-feira, 22 de abril de 2014

Sobre a RCC - Protestantismo na Igreja Católica XVI

A RENOVAÇÃO CARISMÁTICA CATÓLICA

Pe. Scott Gardner, FSSPX*

Fruto do Concílio Vaticano II, Semente de Destruição.



São José, patrono da Igreja
livrai-A da RCC!
Falsas concepções a respeito da Igreja.

Seu Magistério
   
Nosso Senhor Jesus Cristo fundou uma Igreja visível, a qual é Una, Santa, Católica e Apostólica. Ele disse aos Seus Apóstolos, os primeiros Bispos: “Ide pelo mundo todo e ensinai a todas as nações” (Mt 28. 19), e “Quem vos ouve, a mim ouve” (Lc 10. 16). O Magistério, ou ofício de ensinar da Igreja, é infalível quando:

a) O Papa pronuncia-se ex cathedra ou quando um Concílio Geral unido ao Papa faz uma declaração definitiva concernente à fé ou moral (de fide).

b) Ou pronunciamentos ordinários do Papa, Concílio ou Bispo correspondentes a algum ensinamento infalível anteriormente estabelecido.

A questão do Magistério é central para compreendermos a inteira crise na Igreja de hoje, porque os liberais acham que podem tranquilamente varrer 20 séculos de ensinamento Católico substituindo-Os por aquilo que os homens contemporâneos da Igreja derem na veneta. A esse critério poderíamos acrescentar a “inspiração pessoal do Espírito Santo”.

Frequentemente temos ouvido essa conversa sobre a diferença entre ensino “pré-conciliar” e ensino “pós-conciliar” no tocante à teologia, moral etc.. O que deve ficar bem claro é que um dado Concílio ou Papa não pode — com garantia divina — erradicar unilateralmente um ensinamento do Magistério da Igreja, o qual foi previamente definido como infalível. Novamente, aqui não é uma questão do que alguém “sente” que o Catolicismo deva ser; muito pelo contrário, o ensinamento Católico infalível é uma questão de fato histórico, completamente independente das “inspirações individuais” de qualquer indivíduo, seja ele, papa, cardeal, bispo, padre ou leigo. Como declara o Papa Pio XII:

Pois, juntamente com essas sagradas fontes (Escrituras e Tradição), Deus deu o Magistério vivo à sua Igreja, para iluminar e esclarecer aquilo que está contido no Depósito da Fé de forma obscura ou implícita. De fato, o Divino Redentor confiou esse Depósito não a cristãos individualmente, nem a teólogos para ser interpretado de forma autêntica, mas apenas ao Magistério da Igreja. (Papa Pio XII — Humani Generis.).


* Autor: Scott Gardner, do Seminário São Tomás de Aquino, Winona, Minnesota — EUA — Publicado pela THE ANGELUS PRESS — Março de 1998.



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Sobre a RCC - Protestantismo na Igreja Católica XV

A RENOVAÇÃO CARISMÁTICA CATÓLICA

Pe. Scott Gardner, FSSPX*

Fruto do Concílio Vaticano II, Semente de Destruição.



São José, patrono da Igreja
livrai-A da RCC!
Falsas concepções a respeito da Igreja.

Sua Indefectibilidade
   
A alegação dos Carismáticos de que apesar do desaparecimento dos carismas por quase 2000 anos, eles são essenciais à missão da Igreja, é um assalto direto à Indefectibilidade da Igreja, um dos seus atributos essenciais. Essa indefectibilidade é o corolário da promessa de Nosso Senhor a São Pedro (Mt 16,18). “A Igreja instituída por Jesus Cristo foi feita para durar para sempre, pelo menos em seus atributos essenciais” (Abade A. Boulenger - La Doctrine Catholique).

Essa doutrina garante apenas que a Igreja permanecerá para sempre, mas isso não previne da destruição de grandes porções da Igreja. Mais ainda, isso deve ser considerado como algo não essencial para o cumprimento de sua divina missão.

A perpetuidade (indefectibilidade) da Igreja resulta do fato dela ser uma religião definitiva a qual não pode renunciar à sua posição em favor de outra. De modo a cumprir sua divina missão (o que nos é garantido pela Revelação) é necessário que ela sobreviva em todos os elementos essenciais para o cumprimento dessa missão.

Portanto, todo o aspecto da Igreja que não é constante e universal (pelo menos de acordo com sua natureza) não é essencial para o cumprimento de sua missão. Os carismas são inequivocamente, um desses aspectos, e, portanto, são não essenciais para o cumprimento da missão da Igreja e nem protegidos pela sua indefectibilidade. De fato, a afirmação dos Carismáticos sobre a natureza essencial dos carismas, não deixa de ser um duro golpe no verdadeiro princípio da indefectibilidade, pois se um elemento essencial para a perpetuação da Igreja desapareceu por quase 2000 anos, isso significa apenas que a promessa de Nosso Senhor foi uma mentira.


* Autor: Scott Gardner, do Seminário São Tomás de Aquino, Winona, Minnesota — EUA — Publicado pela THE ANGELUS PRESS — Março de 1998.



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terça-feira, 8 de abril de 2014

Sobre a RCC - Protestantismo na Igreja Católica XIV

A RENOVAÇÃO CARISMÁTICA CATÓLICA

Pe. Scott Gardner, FSSPX*

Fruto do Concílio Vaticano II, Semente de Destruição.



São José, patrono da Igreja
livrai-A da RCC!
Falsas concepções a respeito da Igreja.

Sua Missão.

Os Carismáticos alegam que a missão da Igreja é o louvor. “O Louvor é a raison d’être da Igreja” (Andy O’Neill).

Embora seja o louvor, inegavelmente e certamente algo que o homem por justiça deve ao seu Criador, isso dificilmente pode ser considerado a “razão” sine qua non, pela qual Jesus cristo instituiu sua Igreja. Pelo contrário, Nosso Senhor não fundou a Igreja de forma alguma para ter o seu próprio “fã-clube”. Ele a fundou de forma a perpetuar sua obra de Redenção por todos os séculos dos séculos. Assim explicam os Padres do I Concílio Vaticano em sua Primeira Constituição Dogmática (Pastor Aeternus):

“O Eterno Pastor e Bispo de nossas almas (I Pedro 2,25) de modo a tornar perene a obra salvífica da redenção, quis edificar a Santa Igreja de modo em que na casa do Deus Vivo, todos os fiéis pudessem ser abrigados e unidos pelo elo de uma única Fé e caridade”.

Esse ensinamento do Magistério da Igreja claramente contradiz à falsa noção dos Carismáticos a respeito da missão da Igreja e detona a base ecumênica do inteiro movimento.

Embora, inegavelmente, o propósito último de cada ação externa da S. S Trindade seja o crescimento da glória de Deus, o propósito imediato da fundação da Igreja foi aplicar os frutos da redenção a todos os homens. “A santificação do homem através da comunicação da Verdade, dos Mandamentos e das graças de Cristo é o propósito imediato da Igreja”. (Fundamentals of Catholic Dogma — Lwdwig Ott.)

Objetivamente falando, a glória de Deus se mostra ainda mais resplandecente por causa desse ato; subjetivamente falando, o homem deseja louvá-lo ainda mais ardentemente como consequência. Essa confusão entre algo subjetivo e algo objetivo é uma das marcas registradas da RCC e a raiz de toda a confusão é devido ao fenomenalismo.



* Autor: Scott Gardner, do Seminário São Tomás de Aquino, Winona, Minnesota — EUA — Publicado pela THE ANGELUS PRESS — Março de 1998.



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terça-feira, 1 de abril de 2014

Sobre a RCC - Protestantismo na Igreja Católica XIII

A RENOVAÇÃO CARISMÁTICA CATÓLICA


Pe. Scott Gardner, FSSPX*

Fruto do Concílio Vaticano II, Semente de Destruição.

 

 

São José, patrono da Igreja
livrai-A da RCC!
Antiquarianismo ou Arqueologismo.  

Uma das tendências mais comuns entre os liberais é fingirem um certo desejo pelo retorno das práticas da Igreja Primitiva. Lutero, Huss e um número incontável de outros heréticos usaram o mesmo estratagema para mascarar suas inovações. Todo Católico sabe muito bem que a Fé da Igreja Primitiva era inteiramente ortodoxa e que as formas e práticas litúrgicas da Igreja seguiram um genuíno desenvolvimento (não evolução!) até chegar ao ponto em que as formas externas do culto Católico tornaram-se mais apropriadas para expressar sua crença interna. Assim esses supostos “acréscimos” feitos na Sagrada Liturgia, antes do Concílio vaticano II, podemos dizer que não foram realmente “acréscimos” e sim legítimos desenvolvimentos orgânicos da Liturgia, os quais proporcionaram uma maior solenidade externa ao culto Divino.

O Papa Pio XII, já durante seu Pontificado, teve que lidar com esse erro dos Modernisttreas.

“O desejo de restaurar tudo indiscriminadamente à sua antiga condição, não é nem sábio e nem digno de louvor. Seria errado, por exemplo, querer que o altar seja restaurado à sua antiga forma de mesa, ou querer eliminar a cor preta dos paramentos, ou ter estátuas e pinturas excluídos de nossas Igrejas, ou requerer que os crucifixos não tragam mais os sinais dos sofrimentos do Divino Redentor”. (Mediator Dei.)

Analogicamente, para aqueles que argumentam que a presença dos carismas na Igreja Primitiva prova sua necessidade e utilidade para os dias de hoje, os Católicos podem responder que uma coisa não segue necessariamente a outra. Os carismas serviram para um propósito específico num tempo também específico — ou seja, dar um impulso à expansão mundial da Igreja recém-nascida. Como diz o Papa Pio XII:

A Igreja a qual Ele fundou com o Seu próprio Sangue, Ele fortaleceu no Dia de Pentecostes por um poder especial descido dos Céus. Depois de ter solenemente instalado no mais exaltado ofício o Seu Vigário, Ele subiu aos Céus e sentado agora à direita do Pai, Ele desejou fazer conhecida a Sua Esposa através da descida visível do Espírito Santo, com o som de um vento impetuoso e línguas de fogo. Para que assim como, quando Ele próprio começou a pregar fazendo conhecido o Eterno Pai, através do evento do Espírito Santo descendo sobre Ele em forma de pomba, do mesmo modo, quando os Apóstolos estavam prestes a começarem seu ministério de pregadores, Cristo Nosso Senhor enviou o Espírito Santo dos Céus, para tocá-los com línguas de fogo e apontá-los com o dedo de Deus, para a missão sobrenatural e para o ofício da Igreja. (Mystici Corporis.)

Como já foi dito antes, o fim dessas manifestações externas do Espírito Santo correspondem aproximadamente à conquista pela Igreja de uma universalidade moral. O desejo de retornar a práticas as quais eram adequadas às necessidades da Igreja Primitiva e que nunca foram entendidas como ordinárias é antiquarianismo puro e simples. Como já foi mencionado anteriormente, descartar a Tradição da Igreja, como no caso da declaração de Santo Agostinho pertinente aos carismas, é uma atitude claramente protestante, na medida em que a justificativa para esse menosprezo da Tradição é baseado na leitura “inspirada” da Bíblia feita por cada Carismático individualmente.



* Autor: Scott Gardner, do Seminário São Tomás de Aquino, Winona, Minnesota — EUA — Publicado pela THE ANGELUS PRESS — Março de 1998.


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domingo, 24 de novembro de 2013

Sobre a RCC - Protestantismo na Igreja Católica XII

A RENOVAÇÃO CARISMÁTICA CATÓLICA

Pe. Scott Gardner, FSSPX*

Fruto do Concílio Vaticano II, Semente de Destruição.


Protestantismo.

Dado as origens ecumênicas e protestantes da RCC, não é de se admirar que o pensamento dos Carismáticos seja impregnado de concepções nitidamente protestantes. Uma das marcas registradas do Protestantismo é aquele princípio da sola scriptura, ou seja, apenas a Bíblia, ou melhor, apenas a interpretação pessoal das Escrituras baseada na “inspiração do Espírito Santo” é que tem valor. Devido a essa raiz tipicamente protestante, encontramos também entre os Carismáticos o menosprezo ou a rejeição da Tradição como fonte Divina da Revelação. Como bem demonstra o seguinte trecho, os carismáticos também compartilham dessa perigosa concepção:

“O fundamento da Renovação Carismática Católica é a Sagrada Escritura. Leituras de curtas passagens das Escrituras fazem parte da dinâmica dos grupos de oração... por minha própria experiência, essa sede pelas Sagradas Escrituras é uma das grandes bênçãos desses tempos... E mais, para mim é mais do que evidente de que aqueles que desejam ter um relacionamento pessoal com Deus deveriam pelo menos se familiarizarem mais com esse Livro... Que o Espírito Santo, inspirador das Escrituras, inspire-nos a termos amor por sua palavra. Que nos dirija naquelas passagens as quais são mais eficazes em nossas vidas e a um maior conhecimento do Pai e do Filho”. (Andy O’Neill — The Power of Charismatic Healing.)

“Através dos séculos os santos concordaram que relacionar-se com Deus mais intimamente em oração permite a Deus também relacionar-se conosco intimamente compartilhando de sua divina sabedoria conosco... Na medida em que nos comunicamos com Deus, Ele se comunica conosco. Mas o oposto também é verdade: se nós abrimos nossos corações para Sua Santa Palavra, uma extraordinária experiência de fé, esperança e amor jorrará em nossas almas... na medida em que alguém se torna cada vez mais ciente de que a ‘letra mata, mas o Espírito vivifica’ (II Cor. 3:6), eventualmente o Espírito o levará ao coração daquela passagem. Mesmo que ele não saiba a correta e exata interpretação da passagem, ele pode depender apenas do Espírito para adquirir tanto o significado como a sua correta aplicação... Talvez nosso maior problema resida no fato de que lemos muito a Palavra de Deus, mas a experimentamos muito pouco. Existe uma grande diferença entre memorizar passagens e pensar biblicamente com os ‘pensamentos de Deus’ (I Cor. 2,11). Existe uma grande diferença entre ter as Sagradas Escrituras alojadas como um livro empoeirado dentro de nossas cabeças e tê-las como uma fonte viva jorrando inspiração em nossos corações”. (Hampsch.)

Naturalmente que todo Católico sabe muito bem que a Interpretação das Sagradas Escrituras, como bem descreve a própria Escritura (II Pedro 1: 20), foi confiada exclusivamente à Igreja — a qual é verdadeiramente guiada pelo Espírito Santo — e não a cada indivíduo em particular. Aliás, o seguinte trecho extraído dos decretos do Concílio de Trento explica esse princípio claramente, bem como a punição prometida àqueles que compartilham dessa crença e prática herética:

Portanto, de modo a refrear pessoas espertas e imprudentes, o Sínodo decreta que ninguém que confia em seu próprio julgamento em matérias de fé ou moral, os quais são pertinentes à edificação da Doutrina Cristã, e que ninguém que distorce as Sagradas Escrituras de acordo com suas próprias opiniões, se atreva a interpretar as Sagradas Escrituras em sentido contrário àquele que já foi estabelecido pela Santa Madre Igreja, cujo dever é julgar tudo que se refere ao verdadeiro sentido e interpretação das Sagradas Escrituras, ou mesmo contrário ao unânime consenso dos Santos Padres, mesmo que tais interpretações nunca tenham sido feitas com a pretensão de serem divulgadas. Que aqueles que se ousem se opor a essa declaração sejam punidos com as penalidades prescritas pela lei. (Denziger, 786.)

Esse ensinamento foi reafirmado pela Profissão de Fé do Concílio de Trento e pela Constituição Dogmática do I Concílio Vaticano.



* Autor: Scott Gardner, do Seminário São Tomás de Aquino, Winona, Minnesota — EUA — Publicado pela THE ANGELUS PRESS — Março de 1998.

São José, patrono da Igreja
livrai-A da RCC!

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domingo, 17 de novembro de 2013

Sobre a RCC - Protestantismo na Igreja Católica XI

A RENOVAÇÃO CARISMÁTICA CATÓLICA

Pe. Scott Gardner, FSSPX*

Fruto do Concílio Vaticano II, Semente de Destruição.


Tendências Gnósticas

Várias formas de gnosticismo tentaram fazer estrada dentro da Igreja através dos séculos; elas podiam até serem diferentes umas das outras nos detalhes, mas o fator central subjacente entre elas sempre foi a alegada existência de um “conhecimento secreto”, ou gnose, o qual faz de seu possuidor o crente verdadeiro, portanto, o único realmente preparado para o Céu. Com os Carismáticos, essa gnose se torna a experiência de Deus através das manifestações interiores e exteriores do “espírito”, o qual transforma aqueles que experimentam tais fenômenos em verdadeiros “crentes”.


Ecumenismo

A filosofia fenomenalista Carismática possui interessantes repercussões na área do Ecumenismo. Segundo a RCC, no Concílio Vaticano II, “a Igreja comprometeu-se irrevogavelmente em seguir o caminho da aventura ecumênica” (Ut Unum sint 3)...

O fato é que não católicos tem compartilhado das mesmas experiências dos Carismáticos independente da Igreja supostamente provar a validade de suas seitas heréticas. Essa atitude é fenomenalismo puro e simples: Deus Espírito Santo estaria produzindo o fenômeno “X” entre os Católicos Carismáticos; o fenômeno “X” está presente também na seita protestante “Y”; portanto, a seita protestante “Y” compartilha da mesma fé verdadeira com os Carismáticos Católicos. O fato de que o menos experiente aluno de escola primária poderia facilmente desbancar essa falsa suposição, parece não apresentar nenhum problema para os Carismáticos, uma vez que tal lógica cai naquela categoria que eles definem como “conhecimento racional” ao invés do verdadeiro conhecimento de “coração”, o qual eles se gabam de ter como experiência.

Como o seguinte trecho demonstra, os Carismáticos acham que a caridade mútua baseada na experiência é que é o princípio da Unidade Cristã:

domingo, 10 de novembro de 2013

Sobre a RCC - Protestantismo na Igreja Católica X

A RENOVAÇÃO CARISMÁTICA CATÓLICA

Pe. Scott Gardner, FSSPX*

Fruto do Concílio Vaticano II, Semente de Destruição.


Ideias Fenomenalistas


O Fenomenalismo, cujas raízes procedem do Iluminismo do século 18, é o principal fator subjacente do Movimento Carismático. A Enciclopédia Católica define o fenomenalismo da seguinte maneira:

Fenomenalismo literalmente significa qualquer sistema de pensamento que tem a ver com as aparências. O termo, contudo, é comumente restrito à designação de certas teorias pelos que elas determinam: 1) que não existe nenhum outro conhecimento a não ser o próprio fenômeno da negação da substância no senso metafísico; ou 2) que todo conhecimento é fenomenal negação do objeto em si e determinação de que toda a realidade é diretamente ou refletidamente presente no inconsciente.

domingo, 26 de maio de 2013

CREDO DE SANTO ATANÁSIO

CREDO DE SANTO ATANÁSIO

Quicumque vult

 
em latim:
Quicumque vult salvus esse, ante omnia opus est, ut teneat catholicam fidem: Quam nisi quisque integram inviolatamque servaverit, absque dubio in aeternum peribit. Fides autem catholica haec est: ut unum Deum in Trinitate, et Trinitatem in unitate veneremur. Neque confundentes personas, neque substantiam seperantes. Alia est enim persona Patris alia Filii, alia Spiritus Sancti: Sed Patris, et Fili, et Spiritus Sancti una est divinitas, aequalis gloria, coeterna maiestas. Qualis Pater, talis Filius, talis [et] Spiritus Sanctus. Increatus Pater, increatus Filius, increatus [et] Spiritus Sanctus. Immensus Pater, immensus Filius, immensus [et] Spiritus Sanctus. Aeternus Pater, aeternus Filius, aeternus [et] Spiritus Sanctus. Et tamen non tres aeterni, sed unus aeternus. Sicut non tres increati, nec tres immensi, sed unus increatus, et unus immensus. Similiter omnipotens Pater, omnipotens Filius, omnipotens [et] Spiritus Sanctus. Et tamen non tres omnipotentes, sed unus omnipotens. Ita Deus Pater, Deus Filius, Deus [et] Spiritus Sanctus. Et tamen non tres dii, sed unus est Deus. Ita Dominus Pater, Dominus Filius, Dominus [et] Spiritus Sanctus. Et tamen non tres Domini, sed unus [est] Dominus. Quia, sicut singillatim unamquamque personam Deum ac Dominum confiteri christiana veritate compelimur: Ita tres Deos aut [tres] Dominos dicere catholica religione prohibemur. Pater a nullo est factus: nec creatus, nec genitus. Filius a Patre solo est: non factus, nec creatus, sed genitus. Spiritus Sanctus a Patre et Filio: non factus, nec creatus, nec genitus, sed procedens. Unus ergo Pater, non tres Patres: unus Filius, non tres Filii: unus Spiritus Sanctus, non tres Spiritus Sancti. Et in hac Trinitate nihil prius aut posterius, nihil maius aut minus: Sed totae tres personae coaeternae sibi sunt et coaequales. Ita, ut per omnia, sicut iam supra dictum est, et unitas in Trinitate, et Trinitas in unitate veneranda sit. Qui vult ergo salvus esse, ita de Trinitate sentiat.

Sed necessarium est ad aeternam salutem, ut incarnationem quoque Domini nostri Iesu Christi fideliter credat. Est ergo fides recta ut credamus et confiteamur, quia Dominus noster Iesus Christus, Dei Filius, Deus [pariter] et homo est. Deus [est] ex substantia Patris ante saecula genitus: et homo est ex substantia matris in saeculo natus. Perfectus Deus, perfectus homo: ex anima rationali et humana carne subsistens. Aequalis Patri secundum divinitatem: minor Patre secundum humanitatem. Qui licet Deus sit et homo, non duo tamen, sed unus est Christus. Unus autem non conversione divinitatis in carnem, sed assumptione humanitatis in Deum. Unus omnino, non confusione substantiae, sed unitate personae. Nam sicut anima rationalis et caro unus est homo: ita Deus et homo unus est Christus. Qui passus est pro salute nostra: descendit ad inferos: tertia die resurrexit a mortuis. Ascendit ad [in] caelos, sedet ad dexteram [Dei] Patris [omnipotentis]. Inde venturus [est] judicare vivos et mortuos. Ad cujus adventum omnes homines resurgere habent cum corporibus suis; Et reddituri sunt de factis propriis rationem. Et qui bona egerunt, ibunt in vitam aeternam: qui vero mala, in ignem aeternum. Haec est fides catholica, quam nisi quisque fideliter firmiterque crediderit, salvus esse non poterit.

em português:

Quem quiser salvar-se deve antes de tudo professar a fé católica.
Porque aquele que não a professar, integral e inviolavelmente, perecerá sem dúvida por toda a eternidade.
A fé católica consiste em adorar um só Deus em três Pessoas, e três Pessoas em um só Deus.
Sem confundir as Pessoas nem separar a substância.
Porque uma só é a Pessoa do Pai, outra a do Filho, outra a do Espírito Santo.
Mas uma só é a divindade do Pai e do Filho e do Espírito Santo; igual a glória e co-eterna a majestade.
Tal qual é o Pai, tal é o Filho, tal é o Espírito Santo.
O Pai é incriado, o Filho é incriado, o Espírito Santo é incriado.
O Pai é imenso, o Filho é imenso, o Espírito Santo é imenso.
O Pai é eterno, o Filho é eterno, o Espírito Santo é eterno.
E, contudo, não são três eternos, mas um só eterno.
Assim como não são três incriados, nem três imensos, mas um só incriado e um só imenso.
Da mesma maneira, o Pai é onipotente, o Filho é onipotente, o Espírito Santo é onipotente.
E, contudo, não são três onipotentes, mas um só onipotente.
Assim o Pai é Deus, o Filho é Deus, o Espírito Santo é Deus.
E, contudo, não são três deuses, mas um só Deus.
Do mesmo modo, o Pai é Senhor, o Filho é Senhor, o Espírito Santo é Senhor.
E, contudo, não são três senhores, mas um só Senhor.
Porque, assim como a verdade cristã nos manda confessar que cada uma das Pessoas é Deus e Senhor, do mesmo modo a religião católica nos proíbe dizer que são três deuses ou senhores.
O Pai não foi feito, nem gerado, nem criado por ninguém.
O Filho procede do Pai; não foi feito, nem criado, mas gerado.
O Espírito Santo não foi feito, nem criado, nem gerado, mas procede do Pai e do Filho.
Não há, pois, senão um só Pai, e não três Pais; um só Filho, e não três Filhos; um só Espírito Santo, e não três Espíritos Santos.
E nesta Trindade não há nem mais antigo nem menos antigo, nem maior nem menor, mas as três Pessoas são co-eternas e iguais entre si.
De sorte que, como se disse acima, em tudo se deve adorar a unidade na Trindade, e a Trindade na unidade.
Quem, pois, quiser salvar-se deve pensar assim a respeito da Trindade.

Mas, para alcançar a salvação, é necessário ainda crer firmemente na Encarnação de Nosso Senhor Jesus Cristo.
A pureza da nossa fé consiste, pois, em crer ainda e confessar que Nosso Senhor Jesus Cristo, Filho de Deus, é Deus e homem.
É Deus, gerado na substância do Pai desde toda a eternidade; é homem porque nasceu, no tempo, da substância da sua Mãe.
Deus perfeito e homem perfeito, com alma racional e carne humana.
Igual ao Pai, segundo a divindade; menor que o Pai, segundo a humanidade.
E, embora seja Deus e homem, contudo não são dois, mas um só Cristo.
É um, não porque a divindade se tenha convertido em humanidade, mas porque Deus assumiu a humanidade.
Um, finalmente, não por confusão de substâncias, mas pela unidade da Pessoa.
Porque, assim como a alma racional e o corpo formam um só homem, assim também a divindade e a humanidade formam um só Cristo.
Ele sofreu a morte por nossa salvação, desceu aos infernos e ao terceiro dia ressuscitou dos mortos.
Subiu aos Céus e está sentado à direita de Deus Pai todo-poderoso, donde há de vir a julgar os vivos e os mortos.
E, quando vier, todos os homens ressuscitarão com os seus corpos, para prestar conta dos seus atos.
E os que tiverem praticado o bem irão para a vida eterna; e os maus, para o fogo eterno.
Esta é a fé católica, e quem não a professar fiel e firmemente não se poderá salvar.


segunda-feira, 29 de abril de 2013

Sobre a RCC - Protestantismo na Igreja Católica IX

A RENOVAÇÃO CARISMÁTICA CATÓLICA

Pe. Scott Gardner, FSSPX
Fruto do Concílio Vaticano II, Semente de Destruição.


Uma Comparação entre Ideias Carismáticas e a Doutrina Católica

Numa análise final, a ortodoxia de qualquer crença ou prática não depende tanto de como uma pessoa se sente a respeito, ou do que o padre, bispo e até mesmo o Papa (quando ensina apenas como um teólogo) diz a respeito, e sim da autoridade do Magistério perene da Igreja. O constante ensinamento de Papas e Concílios nesses quase 2000 anos de história da Igreja é que determina se uma crença particular é de fato Católica ou não. A negação desse fator básico pelos Católicos liberais é o motivo principal da crise na qual a Igreja se encontra mergulhada nos dias de hoje; portanto, não é de se admirar que encontremos os Carismáticos de hoje, sustentando crenças e práticas que há somente 50 anos atrás teriam lhes causado os maiores problemas com as autoridades da Igreja.

De modo a termos um claro panorama do que há de errado com a RCC, é necessário examinar seus princípios básicos à luz da Doutrina Católica. Apesar de estar muito além do objetivo dessa tese fazer uma análise teológica detalhada do movimento, vários pontos básicos serão levantados. Tais questões poderão ser aprofundadas posteriormente por teólogos competentes.

Embora a RCC seja um “grupo de grupinhos” vasto em número e intencionalmente impreciso do ponto de vista doutrinal, certos princípios específicos podem ser decodificados a partir da vasta literatura Carismática disponível. Esses princípios podem até não ser conscientemente apoiados por todos os Carismáticos em geral, mas eles podem ser frequentemente encontrados — explicitamente ou implicitamente — em seus escritos.


Autor: Scott Gardner, do Seminário São Tomás de Aquino, Winona, Minnesota — EUA — Publicado pela THE ANGELUS PRESS — Março de 1998.

  


ÍNDICE - CONTINUAÇÃO: 09/11/2013


São José, patrono da Igreja
livrai-A da RCC!


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