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terça-feira, 12 de janeiro de 2016

Mons. Lefebvre: “Roma perdeu a fé, queridos amigos, Roma está na apostasia"

Mons. Lefebvre: “Roma perdeu a fé, queridos amigos, Roma está na apostasia. Estas não são palavras, não são palavras (disparadas) no ar que vos digo, é a verdade! Roma está na apostasia. Não podemos mais dar confiança a essa gente”.

O Mons. Marcel Lefebvre, escreveu, em 29 de junho de 1976, por ocasião da sua suspensão “a divinis” por Paulo VI, a seguinte reflexão:

“Que a Igreja Conciliar é uma Igreja cismática, porque rompe com a Igreja Católica qual sempre foi. Ela tem os seus novos dogmas, o seu novo sacerdócio, as suas novas instituições, o seu novo culto, todos já condenados pela Igreja em muitos documentos, oficiais e definitivos. Esta Igreja Conciliar é cismática porque tomou por base, para o seu aggiornamento, princípios opostos aos da Igreja Católica, como o novo conceito da Missa expressa nos números 5, do Prefácio do [decreto] ‘Missale Romanum’, e 7, de seu primeiro capítulo, que atribui à assembleia um papel sacerdotal que não pode exercer; como, similarmente, o natural – vale dizer aqui: divino – direito de toda pessoa e de todo grupo de pessoas à liberdade religiosa. Este direito à liberdade religiosa é blasfemo, pois atribui a Deus escopos que destroem a Sua Majestade, a Sua Glória, a Sua Realeza. Este direito implica liberdade de consciência, liberdade de pensamento, e todas as liberdades maçônicas. A Igreja que afirma tais erros é ao mesmo tempo cismática e herética. Esta Igreja Conciliar é, portanto, não católica. Na medida em que Papa, bispos, sacerdotes e fiéis aderirem a esta nova Igreja, eles se separam da Igreja Católica”.

Monsenhor Lefebvre, justo um ano antes de sua Consagração de quatro bispos para a Fraternidade São Pio X, em uma “Carta aos Futuros Bispos”, de 29 de agosto de 1987 expressava o que segue:

“Meus queridos amigos, A Sé de Pedro e os postos de autoridade em Roma sendo ocupados por anticristos, a destruição do Reino de Nosso Senhor é conduzida rapidamente, também dentro de seu Corpo Místico aqui na Terra, especialmente através da corrupção da Santa Missa, que é tanto a expressão magnífica do triunfo Nosso Senhor na Cruz – Regnavit a Ligno Deus – quanto a fonte da extensão do Seu Reino sobre as almas e sobre as sociedades”.

segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

A subversão da Igreja operada por um Concílio

A subversão da Igreja operada por um Concílio 





Um célebre iluminista [1], o cônego Roca, viu há mais de um século os detalhes da tentativa de subversão da Igreja e do Papado projetada pela seita maçônica. Mons. Rudolf Graber, em seu livro Atanásio [2], cita as obras de Roca (1830-1893), ordenado sacerdote em 1858, cônego honorário em 1896. Excomungado mais tarde, pregou a revolução e anunciou o advento da sinarquia [3]. Fala a miúdo, em seus escritos, de uma “Igreja novamente iluminada”, que estaria influenciada pelo socialismo (sic) de Jesus e seus Apóstolos“A nova Igreja, diz ele, que certamente não poderá guardar nada do ensino e da forma primitiva da Igreja antiga, receberá entretanto a bênção e a jurisdição canônica de Roma”. Roca anuncia também a reforma litúrgica: “O culto divino tal como regem a liturgia, o cerimonial, o ritual, as prescrições da Igreja romana, sofrerão uma transformação após um concílio ecumênico(...) que lhe devolverá a simplicidade respeitável da idade de ouro apostólica, segundo o novo estado de consciência da civilização moderna”. 

segunda-feira, 10 de agosto de 2015

Maçonaria e as Instruções da Alta Vendita

Para guardar na memória, um texto importante da Alta Vendita, uma loja da Maçonaria italiana, a Carboneria, com instruções para se infiltrar na Igreja, não para destrui-la, mas para usá-la para seus propósitos. Uma infiltração sem pressa de acontecer, e que já é, como vimos, exitosa.  

Observações: As notas em pink são, provavelmente, do original. Em vermelho, da tradutora, a sra. Andrea Patrícia. Em [azul], as minhas. Tomei a liberdade de fazer correções necessárias e acrescentar os links essenciais no decorrer do texto. Fonte: Borboleta ao Luar.

A quem interessar, o livro "The Permanent Instruction of the Alta Vendita" está à venda no site da Amazon, aqui, ou pode ser lido online, aqui. Em Inglês. 

  


* * * 

Maçonaria e as Instruções da Alta Vendita


Por John Vennari


Essa palestra será uma breve exposição sobre o documento maçônico do Século XIX “The Permanent Instruction of the Alta Vendita” ["Instrução Permanente da Alta Vendita"], que traçou um plano, um plano que vai nos ajudar a entender o que é a "desorientação diabólica da hierarquia superior" da qual a Irmã Lúcia falou. A Instrução Permanente da Alta Vendita, creio, explica a raiz da desorientação diabólica.

O Alta Vendita [Vide no ANEXO 2, ao final, uma breve história da Carboneria e a Alta Vendita] foi a maior loja da "Carboneria"(a), uma sociedade secreta italiana ligada à Maçonaria e que, juntamente com a Maçonaria, foi condenada pela Igreja Católica[1]. O Padre E. Cahill, SJ, em seu livro Freemasonry and the Anti-Christian Movement [A Maçonaria e o Movimento Anti-Cristão - à venda na Amazon] afirma que a Alta Vendita foi "comumente suposta como tendo sido na época o centro governante da Maçonaria Europeia"[2]. Os Carbonari foram mais ativos na Itália e França.

sábado, 1 de agosto de 2015

OS CAVALEIROS DE NOSSA SENHORA ABANDONAM A NEO-FSSPX!

Nosso prestimoso blogger do Catolicismo de Sempre mais uma vez, rápido no gatilho, nos proporciona notícias "frescas" e importantes da Tradição. A Resistência, como a proverbial caravana, continua avançando, e agregando valores importantes em recursos humanos. Agora é a vez dos Cavalheiros de Nossa Senhora, uma associação internacional de leigos fundada em 1945, por Dom Gerard Lafond, OSB. A Ordem foi erigida canonicamente em Chartres em 1965, por Mons. Roger Michon, depois na Alemanha, Suíça, Portugal e Espanha. Originalmente francesa, tornou-se internacional antes de se separarem em duas Ordens distintas: a "Ordre des Chevaliers de Notre-Dame", pseudo-tradicionalista, que utiliza o rido do Novus Ordo Missae, ainda que "sempre que possível, em latim"; e a "Ordre des Chevaliers de Notre-Dame - Observance des saints Cœurs de Jésus et de Marie" (em latim: Militia Sanctae Mariae, Observantia SS. Cordis Iesu et Mariae), verdadeiramente tradicionalista. Fiel à Santa Missa e ao Magistério infalível da Igreja, um grupo de cavaleiros da Ordem se separou do ramo principal em 1970, para formar uma Fraternidade e, em 1989, um ramo tradicional da Ordem, dita justamente de "Observance des Saints Coeurs de Jésus et Marie". Esses cavaleiros fiéis à Tradição foram encorajados por Mons. Lefebvre, recebendo a aprovação canônica pelas mãos de Mons. Tissier. Não se trata de uma destas Ordens de honra ou decorativas, mas uma Obra da Igreja que trabalha para a reconstrução da Cristandade. E, agora, se manifesta publicamente, reiterando seu compromisso de fidelidade com a Igreja e, por tabela, denunciando e trazendo à luz as atitudes e as manobras particularmente do Superior do Distrito Francês, o que não chega a ser uma surpresa. Mas ouçamos o que proclamaram os Cavalheiros de Nossa Senhora no 22º Capítulo Geral da Ordem, em Salérans

Para quem quiser conhecer melhor esta Ordem leiga, aqui o site: http://militiamariae.net/index.htm. E o e-mail: militiasanctaemariae@yahoo.fr. Caso queira expressar o apoio e as congratulações merecidas.  

Na verdade, quem mereceria congratulações e agradecimentos calorosos também seria o Superior do Distrito francês, que está fazendo um "grande" trabalho em prol da Tradição, desde que assumiu o Distrito, com seu jeito diplomático e carinhoso de agir e de tratar as pessoas. Basta ver como a Resistência está crescendo na França! Merci, Padre Bouchacourt! Continue assim! Logo, a França estará todinha na Resistência!
 

Giulia d'Amore  

* * * 

OS CAVALEIROS DE NOSSA SENHORA ABANDONAM A NEO-FSSPX!   




NÃO ESTIVERAM DISPOSTOS A SUPORTAR POR MAIS TEMPO A FARSA E OS ABUSOS DA [NEO]FSSPX.





Declaração do 22º Capítulo Geral



Festa de Santa Ana, 26 de Julho de 2015.

A Ordem e a Fraternidade São Pio X


Durante alguns anos atrás, os superiores da FSSPX têm tratado sem êxito que nossa Ordem se conformasse à nova política Romana, sublinhada na Declaração Doutrinal de 15 de Abril de 2012, e na Declaração do Capítulo geral de 14 de Julho de 2012. Esta última contempla uma "normalização canônica" sob seis condições, sem esperar um acordo doutrinal ou a conversão de Roma, o que Dom Marcel Lefebvre considerou como um pré-requisito: "É pois um dever estrito para todo sacerdote que queira permanecer católico, o separar-se dessa Igreja Conciliar, enquanto ela no reencontre a Tradição do Magistério da Igreja e da Fé católica". (Itinerário Espiritual.)

quinta-feira, 19 de março de 2015

SAGRAÇÃO EPISCOPAL 2015: COMUNICADO DA CASA GERAL DA NEO-FSSPX SOBRE A SAGRAÇÃO

O blog Syllabus publicou a versão em espanhol na íntegra e depois as elucidações necessárias porque é dever de justiça dizer a VERDADE. Como não quero perder meu tempo e o blog é meu, faço isso em um só post. 

Primeiro, esclareço, de minha própria boca, que não houve pressa alguma para a Sagração de Monsenhor Faure, como dizem as línguas mendazes de falsos católicos travestidos de tradicionalistas e "lefebvrianos"! Foi uma decisão bem ponderada e que só não foi tornada pública antes por óbvias razões que os adestradores de mentes da neo-FSSPX conhecem muito bem! Ou seja, a segurança pessoal de Monsenhor Williamson. Era necessário que ele chegasse em segurança no Brasil para que pudesse haver a Sagração, uma vez que ele continua sendo perseguido INJUSTAMENTE por causa de suas declarações acerca da questão do holocausto sionista na Segunda Grande Guerra. Assunto que os mesmos que defendiam com unhas e dentes quando aconteceu agora distorcem. Hipócritas! Sepulcros caiados! Raças de víboras! Línguas bifurcadas! Se o assunto vazasse antes de sua saída da Inglaterra, provavelmente ele nunca teria permissão para entrar no Brasil, seja por causa de algum grupinho de ativistas maçônicos de plantão, seja por uma denúncia anônima de alguma das cabeças de bagres do exército subserviente e obedientista dos que lambem as botas de Fellay: os sapos

Assim o sigilo houve, sim, mas por justa razão. A pressa não existiu: é mentira deslavada! O resto, comento abaixo. Em azul, porque ando com alergia ao vermelho, por causa da atual situação política brasileira. No final, acrescento (22/03/2015) uma resposta dada na web por um cristão a este comunicado. 

Nem vou me demorar em comentar acerca dos demais "comunicados" que pipocaram nos sites falso-tradicionalistas que já andam treinando como ser um "bom" modernista ao lançarem calúnias e ao falarem do que não sabem!!! Está nítido o veneno que escorre pelas teclas de seus computadores e que tais... Algumas pessoas me escreveram comentando a respeito, mas eu não vou comentar, nem apontar os links para não lhes dar mais ibope do que merecem, e principalmente porque realmente não tenho tempo para perder lendo o que escrevem. Que Deus tenha piedade de tão retorcidas almas!!!

Giulia d'Amore 


Uma breve explicação acerca da pronúncia do nome de Monsenhor Faure: pronuncia-se "fôr", pois "au", em francês se pronuncia "ô". E o "e" no final de uma palavra é mudo.



Comunicado da Casa Geral da Fraternidade Sacerdotal São Pio X sobre a sagração episcopal do Rev. Pe. Faure

(*) ainda bem que o chamam de Reverendo... Bom o chamam de MENTIROSO também, mas o que esperar de modernistas que "respeitam" à maneira dos modernistas! 




19-03-2015 

No dia 19 de março de 2015, Dom Richard Williamson realizou a sagração episcopal do Rev. Pe. Jean-Michel Faure no mosteiro beneditino da Santa Cruz (em Nova Friburgo, Brasil).
 

VERDADE! E graças a Deus!

terça-feira, 30 de setembro de 2014

Monsenhor Lefebvre: Não há diálogo possível com a Roma Apóstata

A Virgem em La Salette: "Roma perderá a fé e se tornará sede do Anticristo"



Sobre a Igreja sem Cristo de Francisco e a ânsia de se "reconciliar plenamente" com ela que tomo em cheio a Fellay e seus camaradas, venho refrescar a memória de todos que leem estas pobre blog com as palavras do Fundador da Fraternidade São Pio X, o Venerável Monsenhor Lefebvre. Se algum dos dirigidos de Fellay possuir um documento posterior em que Monsenhor Lefebvre se desdiz - como costuma fazer Fellay - por gentileza me envie!   

Se eu que sou ninguém sei que está vindo aí um "Sínodo de destruição da Família e de apologia aos sacrilégios contra a Eucaristia" - estão aí CINCO Cardeais (ainda que modernistas) que não me deixam mentir! - como é possível que Fellay não saiba? Como é possível que Fellay não tenha lido a "Evangelii Gaudium" ou a "Lumen Fidei", declaradamente de Francisco? Como é possível que Fellay não tenha ouvido e/ou lido os pronunciamentos, as entrevistas, os sermões, as conversas fiadas de Francisco entremeada de blasfêmias e heresias?  

Ainda assim, Fellay quer se "reconciliar plenamente" com a Roma Apóstata! "Plenamente", está escrito isso mesmo no comunicado de DICI, órgão oficial de comunicação da Neo-FSSPX!!! Ou seja: aceitando todas as condições JÁ DECLARADAS por Bento XVI no documento - Preâmbulo Doutrinal - que Monsenhor Williamson denunciou e Fellay manteve em segredo por um ano, não se antes perseguir e "expulsar" - tão expulso quanto Mons. Lefebvre foi excomungado... LOL - a Monsenhor Williamson como um cão sarnento, traído até pelos mais próximos, interessados mais no prato de comida quente e na cama macia do que na Verdade, na Doutrina e, por que não, no legado de Monsenhor Lefebvre!!! E, passado um ano, vindo a público o tal documento, Fellay não teve a hombridade de admitir o erro e, ainda por cima, quis bancar o herói dizendo que se recusara a assinar o Preâmbulo quando é sabido que Bento XVI já não estava interessado, mais preocupado que estava em se aposentar do que em dar conversa ao vaidoso Superior Geral da Neo-FSSPX... E foi só Francisco - o mesmo que agora expulsa o Cristo até da férula - assobiar que Fellay foi correndo, saltitante e esfuziante. Coisas de loucos! 

Vamos ao que interessa! Grifos, notas e links nossos. Na verdade, dá vontade de grifar tudo, porque cada palavras que foi dita por Mons. Lefebvre nesta ocasião merece ser grifada pelo peso e a importância que possui. Somente os de má fé podem ainda se fazer de cegos e surdos. Sim, porque os que são de boa fé, quando enxergam a verdade, são capazes de reconhecê-la e gritá-la em cima dos telhados. Os de má fé, os orgulhosos, os ímpios... não. 


Monsenhor Lefebvre: Não há diálogo possível com a Roma Apóstata



Da Entrevista concedida a Fideliter Nº 66, novembro-dezembro de 1988:

Não temos a mesma maneira de conceber a reconciliação. O Cardeal Ratzinger[1] a vê no sentido de nos reduzir, de nos levar ao Vaticano II[2]. Nós a vemos como um retorno de Roma à Tradição. Não nos entendemos. É um diálogo de surdos.

sábado, 6 de setembro de 2014

OPERAÇÃO MEMÓRIA: FELLAY VAI MESMO A ROMA, DIZ DICI!

Agora é oficial, e está no DICI.  


Mordam a língua, detratores da Resistência!  A data, como já disse antes, não é o problema, que seja agosto, setembro ou outubro! O que importa é que a reunião já era prevista no começo do ano, como parte dos avanços ecumênicos de Francisco, que quer uma salada se sensibilidades religiosas dentro da Igreja dele: "cada um com sua crença!"


De mim, quero reafirmar que continuo excomungada da Igreja do Concílio Vaticano II, à qual, junto com Monsenhor Lefebvre, nunca pertenci e, portanto, não posso me considerar em cisma! Continuo fiel e em comunhão com a Igreja Católica, fundada por Nosso Senhor Jesus Cristo.   


* * *

Roma: O Cardeal Müller convida Mons. Fellay para uma reunião



Convidado por Roma, Mons. Fellay se reunirá com o Cardeal Gerhard Ludwig Müller, Preficto da Congregação para a Doutrina da Fé, na segunda quinzena de setembro de 2014. Este encontro foi apresentado ao Superior General da [Neo]Fraternidade São Pio X como uma reunião informal, destinada a realizar um balanço sobre as relações entre a [Neo]Fraternidade e Roma, interrompidas desde a saída do Cardeal William Joseph Levada, predecessor do Cardeal Müller, e a renúncia de Bento XVI [entenderam? Esta será a desculpa OFICIAL da interrupção dos "colóquios" que usará Fellay daqui para frente. Acompanhem os próximos capítulos da CAPITULAÇÃO DA NEO-FSSPX, como fizeram todas as comunidades Ecclesia Dei!]. De fato, se trata do primeiro encontro [entenderam? as negociações recomeçaram! Agora vai!] entre o Cardeal Müller e Mons. Fellay.

segunda-feira, 4 de agosto de 2014

SÃO PIO X: JURAMENTO ANTIMODERNISTA

Em 4 de agosto de 1903, o Cardeal Giuseppe Sarto foi eleito para o Sumo Pontificado, como sucessor de São Pedro, sendo coroado a 9 do mesmo mês. Escolheu para si o nome de Pio X.

Seu Lema foi: Instaurare omnia in Christo. (Instaurar todas as coisas em Cristo)

O Juramento abaixo é uma profissão da fé católica cuja pureza e integridade o satânico modernismo visa deturpar.

Foi imposto pelo Papa, com autoridade divina, porque a fé íntegra é condição para pertencer à Igreja e por conseguinte para exercer qualquer ofício nela.




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Juramento Anti-Modernista



Em Latim:

Ego N. firmiter amplector ac recipio omnia et singula, quae ab inerranti Ecclesiae magisterio definita, adserta ac dedarata sunt, praesertim ea doctrinae capita, quae huius temporis erroribus directo adversantur.

sábado, 5 de abril de 2014

MONSENHOR FELLAY FALA. NOVA AUTO-ENTREVISTA.

Publico em espanhol mesmo, pela urgência do assunto. Depois, faremos a necessária tradução. Mas é de fácil compreensão. Para quem quiser ler com ênfase, clique no link e vá até o blog de nossos amigos do NON POSSUMUS. Nós resolvemos publicar sem ênfases. Cada qual faça suas próprias considerações. 



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Ilustramos com alguns "sucessos" humorísticos
para tornar mais deglutível a entrevista
Leia uma boa refrescada na memória aqui.


NUEVA AUTOENTREVISTA SEDANTE DE MONS. FELLAY: MÁS AMBIGÜEDADES, CONTRADICCIONES Y VERDADES A MEDIAS.-



Le Rocher: Monseñor, en este combate por las almas que lleva a cabo nuestra Fraternidad desde hace más de cuarenta años, ¿cuál es nuestra relación con esta Iglesia que ya no parece ¿no parece? tomar este combate seriamente, qué podemos hacer con los progresistas?

Monseñor Fellay: A decir verdad, no se puede hacer gran cosa. Súbitamente, Mons. Fellay ha dejado atrás el discurso de los “brotes primaverales”. ¿Y el canto de la agonía del cisne modernista del P. Bouchacourt? Y Monseñor: sepa que conservar la fe íntegra en tiempos de apostasía general, en la peor crisis de la historia de la Iglesia, en una Iglesia ocupada por herejes modernistas es una grandísima cosa: “ésta es la victoria que vence al mundo: nuestra fe” (1 Jn 5, 4).

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

LA RESISTENCIA ES UNA CUESTIÓN DE PRINCIPIOS!

Um texto de fácil compreensão e bem preciso. Aproveitem. 


PADRE JEAN DE MORGON: LA RESISTENCIA ES UNA CUESTIÓN DE PRINCIPIOS.

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El pasado domingo 26 de enero, durante la Misa, el Padre Jean de Morgon (Francia) explicó a los fieles el por qué de la separación de los sacerdotes y los Dominicos de Avrillé de la FSSPX. 

Les ofrecemos un extracto del sermón.



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San Pablo nos dice, en la Epístola a los Gálatas, que  Si alguno os predica diferente evangelio del que habéis recibido, sea anatema. Por lo tanto, no es posible estar en paz con alguien que tiene otra doctrina, otro Evangelio. Permítanme entonces partir de esta palabra de Dios para tratar de aplicarla a la situación actual, de hoy.

Debemos tener la preocupación de predicar la palabra de Dios, la Verdad, y aplicarla al tiempo presente.  Creo que ustedes están al corriente de los acontecimientos que sacuden al mundo de la Tradición. Si no lo están, se los comunico rápidamente. Algunos sacerdotes han dejado la Fraternidad y también comunidades amigas, las cuales han tomado sus distancias de las autoridades de la Fraternidad.

Tengo el permiso de mi superior de predicar hoy sobre este tema, de explicarles por qué esta división. Es muy importante comprender, pues esta división visible, sensible, es resultado de una división mucho más profunda, más grave, sobre la cual quiero hablar.  Es una división de los principios.  Es muy importante comprenderlo, no es una división de personas,  es una cuestión de principios.

A la salida de Misa, ustedes encontrarán fotocopias de un texto que escribí hace algún tiempo. No está firmado pero fui yo quien lo redactó y asumo la responsabilidad.

En la primera parte les quiero demostrar que nosotros debemos ser personas de principios. En la segunda parte, quiero demostrarles que si después de cincuenta años nosotros estamos en la Resistencia, en el combate por la Fe y la Tradición, es porque somos hombres de principios; y en tercer lugar quiero aplicar esto a lo que sucede actualmente,  hay un problema de principios en la Tradición.
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Primer punto: Debemos ser personas de principios.
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sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

PADRE FUCHS: porque deixo a neo-fsspx!

TRADUÇÃO EM BREVE, MAS DESNECESSÁRIA, aqui se leem palavras que todos nós pensamos e cremos. Todos nós percebemos essas coisas que foram denunciadas. Todos nós as rechaçamos! 

O bom é que, a cada dia, mais e mais despertam. Na Austria (como no Paraguai), uma capela inteira deixou a Neo-FSSPX e agora será conduzida pelo padre Fuchs

O ruim é que essa situação dolorosa e escandalosa NÃO DEVIA TER ACONTECIDO!!! Não se cruza a linha sem pensar nas consequências. É evidente que DOM Fellay não refletiu. Porque? Somente Deus sabe, e a Ele deverá prestar contas de sua temeridade!!! Quantas almas, meu Deus! Quantas almas!!! É o mesmo que um motorista bêbado dirigindo um ônibus cheio de gente que dorme porque confia nele... Por uma graça especial, muitos de nós pudemos enxergar de longe o desastre e poupar nossa alma de marcas indeléveis. Deus seja louvado!

Eu sei fosse você, não dormiria hoje sem acertar as contas com Deus e ter a hombridade de dizer o mesmo que disse Padre Fuchs e todos os Padres resistentes antes dele!

Preocupado para onde ir? Deixe o orgulho de lado, porque é a tua alma que está em jogo!!! A Resistência, no Brasil e no mundo, acolherá de braços abertos a todos os que a procurarem.



DECLARACIÓN DEL PADRE MARTIN FUCHS, FSSPX.

Traducción al inglés de THE RECUSANT.-
ORIGINAL:POSCHENKER.
Muy apesadumbrado, le comuniqué al Superior General mi renuncia de la FSSPX el 30 de diciembre. Por toda la eternidad estaré agradecido a Monseñor Lefebvre por la Fe Católica y por el sacerdocio. Dolorosamente, sin embargo, me di cuenta en los años recientes que ellos se han desviado poco a poco de camino trazado por él:
1.     El “Te Deum” en acción de gracias por el Motu proprio por el cual la Misa Tridentina fue ligada indisolublemente con la misa de Paulo VI y en el cual la aceptación del concilio Vaticano II fue solicitada. Hasta hace poco se podía leer en internet que en el Priorato San Pio X en Munich, la “Santa Misa (en su forma extraordinaria)” fue celebrada. En el seminario aprendí que celebramos la Misa en el rito Tridentino, no hay rito ordinario o extraordinario, esto es una construcción completamente insostenible del Papa Benedicto XVI. El que habla de un rito extraordinario, por consecuencia debe tener en mente y aceptar el rito ordinario, la nueva misa.

quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

PADRE ALTAMIRA: O SERMÃO QUE ENFURECEU MENZINGEN

Sermão sobre: A nova “cruzada” de Rosários 

(Bogotá, Domingo, 22 de dezembro de 2013)


(Introdução: A primazia da Verdade)


Queridos fiéis:

Padre Altamira
em uma manifestação contra o aborto
Queria lhes falar sobre um tema atual. Mas antes vou introduzir outro, que está relacionado a tudo o que se vive nesta crise da Igreja, diante da falsa “Igreja Conciliar” que se formou com o Concílio Vaticano II, e, também entre nós, da [crise da] Sociedade de São Pio X.

O tema é: A PRIMAZIA DA VERDADE. Ou seja: a Verdade deve ser dita e defendida, porque fazer isso é o mesmo que pregar e defender Cristo, Deus Nosso Senhor: Ele disse, e com razão: “Eu sou a Verdade, o Caminho e a Vida”.

E dizer “a primazia da Verdade” é o mesmo que dizer “a primazia da Fé”, porque esta se refere às Verdades Sumas, ou seja: as Verdades reveladas por Deus, às quais devemos aderir. Isso é a Fé, isso é “ter Fé”, a adesão de minha inteligência às Verdades reveladas por Deus, “pela autoridade de Deus revelante”, por ser Deus quem as revela ou ensina.

Esta primazia da Verdade é — vale certa redundância — primeira e ponto de partida: antecede à Caridade, à Piedade, a uma falsa obediência, e à diplomacia! E nem se fala em política ou em “fazer política”, a qual, obviamente, deve ser precedida e baseada na Verdade. As coisas mencionadas devem servir, ser “servas”, da Verdade, e não vice-versa (com uma ressalva para a Caridade). 

A Caridade, amor supremo devido a Deus e ao próximo como a si mesmo, é a mais importante das virtudes, é a “rainha”. Mas, sem dúvida, ela se baseia (e deve se basear!) na Verdade. Podem imaginar que não é nenhuma caridade algo baseado na mentira ou em falsidades, ou no erro. A Caridade deve ser baseada no que as coisas são (no ser das coisas), e não para justificar erros, não para justificar más ações: Isso é uma falsa caridade.

NEO-FSSPX: o intérprete oficial de Mons. Lefebvre - o caso Pivert

TRAIDORES: TEXTO NO QUAL A FSSPX FUNDA A PROIBIÇÃO DO LIVRO DO PADRE PIVERT


Jacques-Régis du Cray
O poderoso intérprete-autorizado de Menzingen
Dois minutos de fama
Nós vos informávamos acerca a Carta do Padre Thouvenot aos sacerdotes da França condenando o livro do Padre Pivert, “Monsenhor Lefebvre: Nossas relações com Roma”. Uma extensa crítica do livro acompanhou a referida carta. Esta crítica foi escrita pelo leigo acordista membro do GREC[1] Jacques Régis du Cray, codinome Ennemond ou Côme de Previgny, ao qual as autoridades da Fraternidade deram poder de ser o único interprete dos escritos de Mons. Lefebvre intérprete (ver aqui).

Pois bem, na mencionada crítica, o Sr. intérprete-autorizado diz o seguinte (grifo em vermelho é do original):

“5. A atitude em relação aos meios ‘Ecclesia Dei’ é contraproducente. São incontáveis as vezes em que o Padre Pivert repete o termo ‘rallié’, desde a apresentação do livro[2].

Em suas páginas, se descobrem juízos bastante severos contra essas comunidades, os quais não são colocados em seu devido contexto. Desde as consagrações até a sua morte, Mons. Lefebvre não teve tempo para ver a evolução dessas comunidades[3]. Os únicos exemplos que o incitaram – e que são citados a título de exemplo neste momento – que são particularmente severos são: O Mosteiro Saint-Joseph de Clairval, de Flavigny-sur-Ozerain, que, após aceitar o indulto de 1984, adotou o novo missal; e o seminário Mater Ecclesiae, em Roma, que, logo que implementado, reciclou os egressos de Ecône em favor das reformas. Portanto, não é de se estranhar que Mons. Lefebvre tenha escrito em privado ao Padre Couture dizendo-lhe que as missas do indulto eram ‘pega trouxas’[4].

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

MONS. LEFEBVRE: "A favor e contra o Syllabus". A condenação das ações e intenções de dom Fellay.

Eu me pergunto se dom Fellay & companhia ouviram essa conferência ou a leram em algum momento de suas vidas. E os demais padres? Nos seminários não se lia isso? Aqui está a condenação de dom Fellay e de seus cúmplices, e de todos os que venderam a primogenitura por um prato de lentilhas frias.

Giulia d'Amore


* * *


Conferencia de Monsenhor Lefebvre por ocasião do retiro sacerdotal do mês de setembro de 1990 em Ecône.
Ela permanece sempre atual, pois ilustra bem a mudança radical que se operou na Igreja depois do Concilio.
O Vaticano II tomou o sentido contrário àquele que o Magistério tinha ensinado, notadamente no combate que tinha sustentado os papas do século XIX e do século XX até Pio XII contra os erros modernos.
Depois de ter se lembrado de uma conversa telefônica que tivera com o Cardeal Oddi que dizia para pedir “um pequeno perdão ao Papa” e ao que lhe respondeu: “É preciso que Roma mude. Isto não é uma questão de liturgia. É uma questão de fé.” Monsenhor Lefebvre afirma que o combate que nós vivemos hoje é sempre o mesmo. Há os “pro-Syllabus” e os que são contra.


A favor e contra o Syllabus.


O problema permanece gravíssimo, e não o podemos minimizar. É isso que precisamos responder a todos os leigos que vem nos perguntar se a crise vai acabar ou se não haverá um meio de ter uma autorização para nossa liturgia, nossos sacramentos...

Certamente que a questão da liturgia e dos sacramentos é muito importante, mas mais importante ainda é a questão da Fé. Para nós, esta questão está resolvida por que temos a Fé de sempre, aquela do Concílio de Trento, do Catecismo de São Pio X, de todos os Concílios e de todos os Papas de antes do Concílio Vaticano II; em uma palavra, a Fé da Igreja.

Mas, e Roma? A perseverança e a pertinácia das ideias falsas e dos graves erros do Vaticano II continuam. Isso é claro.

O padre Tam nos enviou trechos do l’Osservatore Romano: Discursos do Santo Padre, do Cardeal Casaroli, do Cardeal Ratzinger. São documentos oficiais da Igreja, dos quais não se pode duvidar a autenticidade, e se fica estupefato.

Nestes tempos (pois estou de férias), eu reli o livro que conheceis bastante, de Barier, sobre o Catolicismo liberal. E é impressionante ver que nosso combate é exatamente aquele dos grandes católicos do século XIX, desde a Revolução Francesa, e o combate dos Papas Pio VI, Pio VII, Pio VIII. Gregório XVI, Pio IX, Leão XIII, São Pio X, até Pio XII. Ora, em que se resume este combate? Na Quanta Cura e o Syllabus de Pio IX e na Pascendi Domini Gregis de São Pio X. São documentos sensacionais, que aliás, tiveram grande repercussão em seu tempo, pois opuseram a doutrina da Santa Sé aos erros modernos.  É a doutrina com que a Igreja enfrentou os erros que são manifestamente da Revolução Francesa, particularmente da Declaração dos Direitos do Homem.

Pe. Rioult: Carta Aberta ao Distrito da França

Lendo esta carta do Pe. Rioult ao Distrito da França e, mais claramente, a Pe. De Cacqueray, não posso não lembrar de certos nomes e certos rostos. As questões que ele coloca na carta são as mesmas que me coloco também. De praticamente todas, sei as respostas. Quem não sabe? E ele é bondoso ao chamar de “ingenuidade” o que, para mim, claramente não é mais. No começo talvez, e apenas para dar aos envolvidos o “benefício da dúvida”, embora não se justifique em quem, por ser um Padre, sabe muito bem de tudo o que vemos narrado aqui. Não falo dos fatos – que foram acontecendo e se revelando aos poucos – mas sobre a doutrina e a verdade. Todos os padres que eu conheci pessoalmente sabem. E eu sei que sabem porque eles próprios me falaram dessas coisas todas. Inclusive das dúvidas, do medo de um acordo e, principalmente, da “decepção” com o Superior Geral. No entanto, apenas um deles está na Resistência. E desde o começo. Confesso que esperei pelos outros. A cada novo fato me dizia que "desta vez" foi a gota d' água! Mas a tempestade veio e... nada. A admiração já cedeu lugar a uma decepção sem esperança. Não posso admirar quem parece ter perdido a noção de certo e errado, o "sim, sim, não, não". Não posso admirar quem desdiz, com as ações, tudo o que me disse em sermões, conversas e confidências.  

Adiante. Eu não vejo como voltar a um “redil” contaminado pelo erro. Principalmente os seminários. O que esperar deles? Que Padres irão formar? Com que doutrina? E como expurgar os “elementos perniciosos”? Como retirá-los dos lugares onde se encastelaram? Ele se miram no exemplo daquele que provocou tudo isso. Devem ter certeza absoluta que o prato de sopa quente está bem garantido! 

Sobre as reparações e anistias, por mais que queiramos, dificilmente o orgulho que visivelmente toma conta de Dom Fellay vai permitir um ato de justiça e de caridade desses. De qualquer forma, diante do problema da situação moral e doutrinaria dos seminários e dos Sacerdotes, de que adiantariam as reparações e a anistia?

Para mim, por uma questão de lógica e de bom senso, quem tem que voltar para algum lugar são os que deixaram o redil. E não foi a Resistência, a qual, como diz o nome, para “resistir” a algo não pode ter saído de lá. Francamente falando, a Resistência é a FSSPX de Mons. Lefebvre. A de dom Fellay é, de fato, a Neo-FSSPX, porque, como vimos do relato de Pe. Rioult – e todos nós sabemos à perfeição – houve uma mudança de rumo e houve a traição à decisão do Capítulo de 2006. Sim, eles são a Neo-FSSPX. Em meu modesto parecer, não precisava ter sido criada uma “FSSPX de Estrita Observância”. O grande problema aqui é que o que afeta o Superior afeta também alguns de seus mais fiéis súditos: se sobra orgulho na cúpula, não falta na base! E fazer a coisa certa, sobretudo no Brasil, é violentar todas as fibras do próprio ser para buscar abrigo no redil de um desafeto (mais por questões pessoais do que doutrinarias ou que tais). Será que há virtude suficiente para isso? Quanto vale a tua alma?

Outro pensamento que me passou pela cabeça ao ler esta carta (que me lembra outra, escrita pelos 37 anônimos padres franceses), que traz trechos que são visivelmente confidências feitas por Pe. de Cacqueray, é que o ambiente na Neo-FSSPX deve ser bem desagradável atualmente, porque, tendo-se instalado a desordem, já não há mais confiança. E não posso não pensar nos ambientes marxistas em que espionagem, delação e desconfiança convivem silenciosamente, e de ambos os lados! Certamente, há todas as melhores intenções nos padres que traficam as informações internas e as tornam públicas pelo bem comum, mas a pergunta que fica é: o que faz lá, reverendo? Se testemunha tanta coisa errada, que fere a alma e a decência, o que faz lá ainda?

Pior, como diz o Pe. Rioult, por quê um comportamento em público e outro em privado? Ninguém pode servir a dois Senhores... 

Giulia d’Amore

* * *


CARTA ABERTA AO DISTRITO DA FRANÇA



Por Dom Olivier Rioult




Caros confrades,

Uma vez que o Boletim da Fraternidade São Pio X (n° 251), de julho de 2013, me mencionou explicitamente, peço-vos alguns minutos de atenção para ouvir meu “direito de resposta”.

quinta-feira, 28 de novembro de 2013

NEO-FSSPX & MASSONARIA

Graves acusações (com comprovações) acerca da infiltração maçônica na Neo-FSSPX vieram à luz na internet e no papel. Isso explicaria muita coisa. A prudência manda analisar as coisas com cuidados. Mas... se deve analisar! É uma questão de prudência, bom senso e auto-preservação. Não se tampa o sol com a peneira, não apenas porque se acaba fazendo papel de tolo (veja dom Fellay!), mas pelas graves consequências que disso resultam. A Maçonaria seria feita de gente ingênua e tola se, ao ver levantar-se o heroico Dom Lefebvre, não tivesse imediatamente pensado em fazer com a FSSPX o mesmo que fizera com a própria Igreja de Cristo: infiltrar para implodir!Ou alguém por acaso acha que a FSSPX está acima da Igreja? Ou... tomou o lugar dela? Leiamos, então, essas denúncias, pesemos os fatos, analisemos o que nos é posto diante, e guardemos no coração, como faz Maria Santíssima. Não temos todas as peças, mas para quem faz uso da razão, aos poucos podemos ter uma panorama da situação. E, não esqueçam, 2+ 2 continua igual a 4!!!


ACUSACIONES DEL DR. PHILIPPE PLONCARD D'ASSAC CONTRA LAS AUTORIDADES DE LA FSSPX.

El señor Philippe Ploncard d’Assac, hijo del gran autor de “La Iglesia Ocupada” Jacques Ploncard d’Assac y continuador de su obra, ha presentado su último libro “Tradición y Revolución”, el cual, según él mismo afirma, es una continuación del libro de su padre.
Como gran conocedor de la masonería y sus métodos de infiltración (es autor también del libro “La Masonería”), en este libro expone cómo la infiltración gnóstico masónica se ha llevado a cabo en el seno de la Tradición, comprendida la FSSPX.


En su libro, lanza las siguientes acusaciones en contra de los superiores de la FSSPX:

ACUSACIONES :

- “El Padre Célier, principal artífice del complot  gnóstico en el seno de la FSSPX, cuyos escritos son conocidos y puestos en conocimiento de sus autoridades, todavía está en su lugar!”
- «Las reacciones de odio contra nuestros análisis sobre las tesis gnósticas de los padres Célier y de Tanoüarn nos revelan la amplitud del mal en el seno de la FSSPX”.
- «Desde que comencé a analizar desde el primer número de mi revista La Politique en abril de 2001, las tesis gnósticas y cripto-masónicas de los padres de Tanoüarn y Célier, las puertas de la FSSPX se fueron cerrando progresivamente tanto para mí como para Étienne Couvert.
Acusa también a:
-Radio Courtoisie, conducida por el amigo del Padre Célier, Serge de Beketch, luego por Henry de Lesquen;
-Fideliter, dirigida por el Padre Célier; 
-las ventas de libros organizadas por la FSSPX en París” (1)
Los libros del Padre Grégoire Célier:
- Le dieu mortel, bajo el seudónimo de Paul Sernine, anagrama de Arsène Lupin, personaje del novelista Maurice Leblanc.
- La Paille et le Sycomore, publicado por el padre Guillaume de Tanoüarn,
- Benedicto XVI y los Tradicionalistas, publicado por el masón J-L Maxence.
Estos libros nos aclaran perfectamente las posiciones gnostico-masónicas y modernistas de este sacerdote supuestamente de la Tradición.
Respecto a Le dieu mortel, la Sel de la Terre, revista de los dominicos de Avrillé, reaccionó al libro gnóstico del padre Grégoire Célier, y le planteó la pregunta que está en el corazón de la herejía gnóstica:
« El hombre ¿puede pretender alcanzar la sabiduría divina, convertirse en dios, sin la gracia y sin la revelación”?
Sobre La Paille et le Sycomore, P.P. d’Assac advierte :
« Ya escandalizado por la negación de Sernine-Célier-Lupin de la herejía gnóstica y de la acción masónica, me escandalicé aún más al darme cuenta, como lo aseguró el Padre de Cacqueray, que su libro había sido publicado con “el imprimatur” de las autoridades!!!
La ausencia de reacción de las autoridades ante estas derivas y la correspondencia intercambiada por el señor Étienne Couvert con los responsables de la Fraternidad sobre la gnosis, roza la complicidad”. “La ignorancia sobre la gnosis por parte de Monseñor Fellay es patente en su respuesta, lo que es muy grave para el responsable de la FSSPX” Acerca de Benedicto XVI y los Tradicionalistas, nuevo hallazgo de P.P. d’Assac:
« El padre Grégoire Célier y su último libro Benedicto XVI y los Tradicionalistas, escrito en colaboración de Olivier Pichon y, recordémoslo, editado por el masón J-L Maxence.
Descubrimos estas curiosas afirmaciones :
p. 18 - « ¡No hagamos una fijación con la sotana, no vale la pena ! »
p. 70-71 –Hablando del Vaticano II : « Se trata de un concilio de la Iglesia católica, convocado regularmente y que, en sí, merece respeto y adhesión!
p. 88 - « Yo no siento una vocación de guardia de museo o de taxidermista… » !
p. 237 – «La retórica del complot universal y todopoderoso, que florece en los círculos cercanos de la FSSPX, participa de esta mentalidad que parece malsana…”!
 (1)  Si los libros de Philippe Ploncard d’Assac están prohibidos por el padre Toulza, al igual que  los prohibió el Padre Célier, encontramos ahora los de Bernard Antony, cuya “Historia de los Judíos desde Abraham hasta nuestros días” afirma que “el cristianismo es el judaísmo”, quitando todas las blasfemias contenidas en el Talmud hacia Cristo y el cristianismo.
Encontramos también las contra-verdades sobre la masonería, libros verdaderamente contrarios al de P.P. d’Assac, La Masonería, que denuncia sus orígenes hebreos y luciferinos.
Encontramos también las obras del masón homosexual Chayriques de Olmetta y los de Dominique Venner, cuyo sacrílego suicido ante el altar mayor de Notre Dame de París hizo escándalo.

Así que las ventas de libros organizadas por la FSSPX en París, como las de Renaissance Catholique le son prohibidas ahora. Sin olvidar el silencio de Présent o de Rivarol sobre sus comunicados, libros y análisis ya ignorándolos, ya censurados en parte.



Fonte: http://nonpossumus-vcr.blogspot.com.br/2013/11/acusaciones-del-dr-philippe-ploncard.html

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terça-feira, 30 de julho de 2013

A Igreja a que dom Fellay que ser unir perseguiu Monsenhor Lefebvre

OPERAÇÃO MEMÓRIA. Há textos, palavras, escritos, entrevistas etc. de Monsenhor Lefebvre que são categoricamente ignorados (e aparentemente proibidos) por dom Fellay e todos os "dormidos" que o acompanham nessa aventura perigosíssima. Este que publicamos hoje é um exemplo disso e, por que não dizer, a condenação de Fellay & companhia por traição, não apenas ao Fundador - coisa absolutamente secundária - mas à Fé. É Monsenhor Lefebvre quem fala! Quem ousaria contradizer seus argumentos e suas respostas, firmes, claras e indubitáveis? Aqui ele fala, entre outras coisas, de obediência - quem sabe alguém redescobre o que seja isso! - , de , de excomunhão - quem sabe o Pe. Franz Schmidberger pare com os faniquitos sobre as excomunhões das autoridades apóstatas, as quais valem tanto quanto às do... Dalai Lama!!! - e de como devemos tratar com a Roma que hoje ocupa o lugar da Roma Eterna. 

Ah! Não se detenham no secundário, fixem-se no principal, no essencial: a defesa da Fé. A infância é uma época maravilhosa da vida, mas não convém a quem já está longe demais dela. Esto vir!, dizia São Pio X.


A perseguição contra Mons. Lefebvre



A LEI FUNDAMENTAL DA IGREJA

"A lei fundamental da Igreja é a salvação das almas". Mons. Lefebvre diz: "Nós agimos segundo a lei fundamental da Igreja para salvar as almas, salvar o sacerdócio, continuar a Igreja. E é bem isso que está em jogo. Nós nos opomos a certas leis disciplinares para salvar as leis fundamentais da Igreja. Utilizando contra nós leis disciplinares é a destruição das leis fundamentais que ocorre. (...). O novo código de Direito Canônico contém artigos que vão contra os fins da Igreja. Quando se permite dar a comunhão a um protestante, não se pode dizer que isso não seja contra a finalidade da Igreja. Quando se diz que há na Igreja dois poderes supremos, não se pode dizer que isso não vai contra a finalidade da Igreja. A definição da Igreja como 'povo de Deus' em que se encontram confundidos todos os ministérios e não se faz mais distinção entre o clero e os leigos, é contrária ao dogma. Tudo isso é contra os fins da Igreja. Destroem os princípios fundamentais do Direito e querem que nos submetamos a isso. Para salvar as leis fundamentais da Igreja fomos obrigados a ir contra leis disciplinares. Em tudo isto, quem está errado, quem tem razão? Evidentemente, têm razão os que salvam as leis fundamentais da Igreja. As leis disciplinares são feitas para servir às leis fundamentais, isto é, a salvação das almas, a glória de Deus, a continuação da Igreja. É perfeitamente claro. (...). O que nós preferiríamos, é claro, é que tudo fosse normal, que nós não nos encontrássemos nessa situação aparentemente ilegal. Mas não nos podem censurar de ter querido mudar seja o que for na Igreja. E por que continuamos? Por que buscamos os fins da Igreja. Se podem nos acusar de faltar a certas leis disciplinares, ninguém pode dizer que a Fraternidade não age segundo as finalidades da Igreja". E Mons. Lefebvre continua mostrando que mesmo no caso de leis disciplinares a Igreja sempre deixou uma porta aberta, levando em conta a salvação das almas e cita três exemplos: o cânon 2261 que permite, em certas situações, que até mesmo a um padre excomungado se procure para confessar; os que são autorizados a se darem em casamento se não encontram padre idôneo que os case dentro de 30 dias e também para a confirmação, há casos em que um simples padre pode dá-la, por exemplo, em caso de risco de morte iminente (Fideliter número 55).

quinta-feira, 27 de junho de 2013

O Concílio Vaticano II em perguntas e respostas!


The Ecumenical Council
by Salvador Dali

Quando aconteceu o Concílio Vaticano II?

O Vaticano II foi aberto pelo Papa João XXIII em 11 de outubro de 1962. João XXIII morreu no ano seguinte; mas seu sucessor, Paulo VI, continuou o Concílio e encerrou-o em 8 de dezembro de 1965.

O Concílio durou mais de três anos ininterruptos?


O Concílio Vaticano II compreendeu quatro sessões de menos de três meses, em cujo intervalo os bispos retornavam às suas dioceses. A primeira sessão (11 de outubro a 8 de dezembro de 1962) – a única que se deu no pontificado de João XXIII – não promulgou nenhum documento: dedicaram-se, sobretudo, a descartar o trabalho da Comissão Preparatória.

Qual é o lugar do Vaticano II entre os demais concílios?

O Vaticano II foi o 21° Concílio Ecumênico. Foi, quanto ao número de participantes, o mais importante de toda a História: dois mil bispos ali se reuniram.

Em que o Concílio Vaticano II difere dos Concílios anteriores?


O Concílio Vaticano II declarou não querer ser mais que um “Concílio Pastoral”, que não define as questões de Fé, mas dá diretivas pastorais para a vida da Igreja. Renunciou à definição de dogmas e assim, à infalibilidade que pertence a um Concílio. Seus documentos não são, portanto, infalíveis.

Quais são os objetos ordinários de um Concílio?

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ABORTO - O GRITO SILENCIOSO

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