Pesquisar este blog

Mostrando postagens com marcador Papa Bento XVI. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Papa Bento XVI. Mostrar todas as postagens

sábado, 25 de julho de 2015

SUMMORUM PONTIFICUM - O documento que "libera" a missa em latim, não a Santa Missa Tridentina II

IGREJA CONCILIAR: SUMMORUM PONTIFICUM II 



Após a promulgação da Carta Apostólica, sob forma de Motu Proprio SUMMORUM PONTIFICUM, escrita em resposta às exigências da FSSPX para iniciar os colóquios doutrinais acerca do Concílio Vaticano II, inexplicada e desnecessariamente foi escrita a seguinte Carta do Santo Padre Bento XVI aos bispos que acompanha o "Motu Proprio" Summorum Pontificum sobre o uso da liturgia romana anterior à reforma realizada em 1970.


É de se estranhar porque nenhum outro documento papal, em toda a história da Igreja, 'necessitou' de uma carta explicativa, onde parece que se quis corrigir ou esclarecer alguma  informação dada no documento anterior. Coisa muito estranha, tendo em vista o cuidado e a sabedoria com que um Papa escreve cada documento, sobretudo os documentos para a Igreja Universal.


Esta segunda Carta - Não-Apostólica - foi traduzida em Alemão, Espanhol, Francês, Inglês, Italiano, Português. Estranhamente, esqueceram da língua Húngara1.




CARTA AOS BISPOS QUE ACOMPANHA O "MOTU PROPRIO "SUMMORUM PONTIFICUM


SOBRE O USO DA LITURGIA ROMANA ANTERIOR À REFORMA REALIZADA EM 1970


Amados Irmãos no Episcopado,


Com grande confiança e esperança, coloco nas vossas mãos de Pastores o texto duma nova Carta Apostólica «Motu Proprio data» sobre o uso da liturgia romana anterior à reforma realizada em 1970. O documento é fruto de longas reflexões, múltiplas consultas e de oração.

SUMMORUM PONTIFICUM - O documento que "libera" a missa em latim, não a Santa Missa Tridentina




CARTA APOSTÓLICA SOB FORMA DE MOTU PROPRIO 


SUMMORUM PONTIFICUM


Sobre o uso da liturgia romana anterior à reforma de 1970


EM LATIM


Os sumos pontífices até nossos dias se preocuparam constantemente para que a Igreja de Cristo oferecesse à Divina Majestade um culto digno de ‘louvor e glória de Seu nome’ e ‘do bem de toda sua Santa Igreja’.

Desde tempo imemorável, como também para o futuro, é necessário manter o princípio segundo o qual, “cada Igreja particular deve concordar com a Igreja universal, não só quanto à doutrina da fé e aos sinais sacramentais, mas também em respeito aos usos universalmente aceitos da ininterrupta tradição apostólica, que devem ser observados não só para evitar erros, mas também para transmitir a integridade da fé, para que a lei da oração da Igreja corresponda a sua lei de fé”1.

domingo, 19 de julho de 2015

IGREJA CONCILIAR: Ecclesiae Unitatem - 2009 - BENTO XVI

Para entender a Igreja hoje, e o combate da USML, a verdadeira FSSPX.  


CARTA APOSTÓLICA "MOTU PROPRIO" 

ECCLESIAE UNITATEM

SOBRE A PONTIFÍCIA COMISSÃO ECCLESIA DEI

1. A tarefa de conservar a unidade da Igreja, com a solicitude de oferecer a todos a ajuda para responder nos modos oportunos a esta vocação e graça divina, compete de maneira particular ao Sucessor do Apóstolo Pedro, que é o princípio e o fundamento perpétuo e visível da unidade, tanto dos Bispos como dos fiéis [1]. A prioridade suprema e fundamental da Igreja, em todos os tempos, de conduzir os homens para o encontro com Deus, deve ser favorecida mediante o compromisso de chegar ao testemunho comum de fé de todos os cristãos.

2. Em fidelidade a este mandato, no dia seguinte ao ato com que ao Arcebispo Marcel Lefebvre, a 30 de Junho de 1988, conferiu ilicitamente a ordenação episcopal a quatro sacerdotes, o Papa João Paulo II, de veneranda memória, instituiu a 2 de Julho de 1988 a Pontifícia Comissão Ecclesia Dei, "com a tarefa de colaborar com os Bispos, com os Dicastérios da Cúria Romana e com os ambientes interessados, com a finalidade de facilitar a plena comunhão eclesial dos sacerdotes, seminaristas, comunidades ou religiosos e religiosas individualmente, até então de várias maneiras ligados à Fraternidade fundada por D. Lefebvre, que desejam permanecer unidos ao Sucessor de Pedro na Igreja católica, conservando as suas tradições espirituais e litúrgicas, à luz do Protocolo assinado no passado dia 5 de Maio pelo Cardeal Ratzinger e por D. Lefebvre" [2].

3. Nesta linha, aderindo fielmente à mesma tarefa de servir a comunhão universal da Igreja na sua manifestação também visível e realizando todos os esforços para que a todos aqueles que têm verdadeiramente o desejo da unidade seja possível permanecer nela ou reencontrá-la, eu quis ampliar e actualizar, com o Motu Proprio Summorum Pontificum, a indicação geral já contida no Motu Proprio Ecclesia Dei, acerca da possibilidade de utilizar o Missale Romanum de 1962 através de normas mais exactas e pormenorizadas [3].

4. No mesmo espírito e com o mesmo compromisso de favorecer a superação de todas as rupturas e divisões na Igreja e de curar uma ferida sentida de modo cada vez mais doloroso no tecido eclesial, eu quis retirar a excomunhão aos quatro Bispos ordenados ilicitamente por D. Lefebvre. Com esta decisão, desejei tirar um impedimento que podia prejudicar a abertura de uma porta ao diálogo e convidar assim os Bispos e a "Fraternidade São Pio X" a reencontrar o caminho para a plena comunhão com a Igreja. Como expliquei na Carta aos Bispos católicos, do passado dia 10 de Março, a remissão da excomunhão foi uma providência no âmbito da disciplina eclesiástica para libertar as pessoas do peso de consciência representado pela censura eclesiástica mais grave. Mas obviamente as questões doutrinais permanecem e, enquanto não forem esclarecidas, a Fraternidade não dispõe de um estatuto canónico na Igreja e os seus ministros não podem exercer de modo legítimo qualquer ministério.

5. Precisamente porque os problemas que agora devem ser tratados com a Fraternidade são de natureza essencialmente doutrinal, decidi — a vinte anos do Motu Proprio Ecclesia Dei, e em conformidade com quanto me tinha reservado fazer [4] — de repensar a estrutura da Comissão Ecclesia Dei, unindo-a estreitamente à Congregação para a Doutrina da Fé.

6. Portanto, a Pontifícia Comissão Ecclesia Dei terá a seguinte configuração:

a) O Presidente da Comissão é o Prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé.
b) A Comissão dispõe de um seu organograma, composto pelo Secretário e por Oficiais.
c) Será tarefa do Presidente, coadjuvado pelo Secretário, submeter os principais casos e as questões de índole doutrinal ao estudo e ao discernimento das instâncias ordinárias da Congregação para a Doutrina da Fé, e também submeter os seus resultados às disposições superiores do Sumo Pontífice.

7. Com esta decisão eu quis, de maneira particular, mostrar solicitude paterna à "Fraternidade São Pio X", com a finalidade de reencontrar a plena comunhão [?????] com a Igreja.

Dirijo a todos um convite urgente a rezar incessantemente ao Senhor, por intercessão da Bem-Aventurada Virgem Maria, "ut unum sint".

Dado em Roma, em São Pedro, no dia 2 de Julho de 2009, quinto ano do nosso Pontificado.

BENEDICTUS PP. XVI
 

Fonte: http://www.vatican.va/holy_father/benedict_xvi/apost_letters/documents/hf_ben-xvi_apl_20090702_ecclesiae-unitatem_po.html

Notas: 

[1] Cf. Concílio Ecuménico Vaticano II, Constituição dogmática sobre a Igreja Lumen gentium, 23; Concílio Ecuménico Vaticano I, Constituição dogmática sobre a Igreja de Cristo Pastor aeternus, cap. 3: DS 3060. 
[2] João Paulo II, Litterae Apostolicae Motu Proprio datae Ecclesia Dei (2 de Julho de 1988), n. 6: AAS 80 (1988), 1498. 
[3] Bento XVI, Litterae Apostolicae Motu Proprio datae Summorum Pontificum (7 de Julho de 2007): aas 99 (2007), 777-781. 
[4]Cf. ibid., art. 11, 781
 



segunda-feira, 30 de março de 2015

Traição de Fellay - o peixe morre pela boca!

Como sempre digo: o peixe morre pela boca... Assim, compartilhamos, no Pale Ideas, um vídeo, em duas partes, de uma entrevista de Fellay ao veículo de comunicação da Conferência Episcopal dos EUA, em 25 de Maio de 2012. Traduzido e legendado por Una Voce Brasil - www.unavocebrasil.org.  

É o próprio Fellay quem fala e se autodenuncia. Mas primeiro, queria perguntar a ele... do que ele ri tanto! No que interessa mesmo, vamos aos vídeos. Grifos e links nosso.  


Fellay: 95% do Concílio é aceitável, 5% é discutível


VIDEO I

1. Fsspx versus Roma:  para ele, não existe este confronto. E, em relação ao CVII, afirma que há uma "impressão de que há algo errado na Igreja", ou seja: é algo subjetivo. Afirma também que algumas pessoas têm uma "compreensão errada" do CVII, e que muitas coisas que dizem ter nascido do CVII não o foram, pois nasceram da compreensão "comum" que se tem dele; ou seja, o decaimento dos últimos 50 anos, os abusos litúrgicos, as heresias conciliares etc. não vieram do CVII, mas de uma errada compreensão ou interpretação dele. Será que ele quer dizer que Mons. Lefebvre se equivocou? Hummmm. I see.  
Foi mesmo ele quem disse, em entrevista, que 95% do CVII é aceitável e 5% discutível

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

EDITORIAL: QUO VADIS, ROMA APOSTATA?

A Igreja de Francisco continua de vento em popa rumo à destruição da religiosidade e da fé, no coração humano.  

A primeira notícia que temos é a de que um grupo "católico gay" recebe tratamento "VIP" no Vaticano pela primeira vez. Como "grupo", porque de gays avulsos ou em parelhas, de ambos os sexos (porque, de fato, só há dois sexos), os augustos portais vaticanos já viram vários: uns ocultos, outros anunciados na mídia, uns ilustres desconhecidos, outros famosas celebridades... Mas, ontem (25/02), foi o dia do "New Ways Ministry", co-fundado por uma tal irmã Jeannine Gramick e um tal Padre Robert Nugent, em 1977, em prol dos "direitos" dos gays de serem incluídos, enquanto gays, ainda que gays e continuando a serem gays, na Igreja Católica.  

Bom, diferentemente do que o sensacionalista título da notícia apregoa, no entanto, eles apenas ficaram em uma ala para católicos "especiais" e entoaram uma musiquinha pró-causa deles (Todos são bem-vindos) quando Francisco passou. Aparentemente, ele não os recebeu em uma audiência privada, desta vez, e uma "lista de participantes divulgada pelo Vaticano citava 'um grupo de leigos acompanhados por uma irmã', mas não mencionava que se tratava de uma organização de direitos dos gays".  

quinta-feira, 26 de junho de 2014

A festa da uva dos neo-santos da neo-igreja conciliar!

Mais dois neo-santos da neo-igreja de Francisco: um vivo e um morto de morte matada: Bento XVI e João Paulo I. Um, o que ainda vive, já o querem santo, pois teria feito um milagre (ou dois, porque o milagrado agora quer ser padre); o outro, com ou sem milagre, porque isso já não importa mais (a não ser para os verdadeiramente Santos que esperam à séculos pelo reconhecimento de suas virtudes heroicas e milagres), o querem beato.

E la barca va...

  
Ajude o apostolado do Rev. Pe. Cardozo, adquirindo alguns dos itens do Edições Cristo Rei, encomendando Missas (consulte a espórtula diretamente com o rev. Padre), ou fazendo uma doação aqui:

+
Informe aqui o seu e-mail para receber as publicações do PALE IDEAS: Delivered by FeedBurner

quarta-feira, 4 de junho de 2014

Quando nos sobra honradez! A prática das virtudes ao vivo e a cores...

O bom senso e a retidão sempre me impressionam, por isso vou publicar este post do Pacientes na Tribulação, porque estamos precisando de bons exemplos. Eu também já fiz isso, de rever e corrigir o que publiquei, e ainda faço, não por uma caça às bruxas tipicamente sectária, mas para me manter fiel à Verdade. Não há manual de boas maneiras que justifique deixar uma mentira ou imprecisão apenas para não ferir suscetibilidades. Parabéns, Márcio! É admirável! 

Grifos e [comentários entre colchetes] são meus! Se os detratores de plantão não gostarem... queixem-se comigo! 



* * *


Revisões nos artigos deste blog


por Márcio   

(...)

A fim de manter a transparência, informo aos leitores que estou revisando os artigos e comentários (meus) mais antigos do blog, os quais eram indulgentes demais com os traidores da Igreja Católica. Alguns foram removidos, outros estão sendo editados. Movido pelo entusiasmo das pseudo-reformas de Ratzinger e pela propaganda da Montfort [seita fundada por Orlando Fedeli], eu cheguei a acreditar em uma possível restauração da Tradição no seio da igreja conciliar. Eu tinha, sim, uma certa precaução, porque as medidas “de restauração” eram tímidas. Mas não vou tentar justificar o meu erro de ter usado expressões como “papa gloriosamente reinante”, “restauração”, “Bento XVI restabeleceu a Missa de Sempre”, “medidas conservadoras de Bento XVI”, etc. Já me basta o mau exemplo do papel ridículo que Dom Fellay e seus funcionários nos deram de como ocultar qualquer erro, por enorme que seja, que o seu partido tenha cometido.

O fato é que eu não conhecia suficientemente em quem estava depositando minha confiança. Quem conhece a vida de Ratzinger não tem o mínimo direito de, honestamente, confiar em Bento XVI. Para mim, o jogo começou a virar, realmente, no ano de 2011, quando eu li o livro “O derradeiro combate do demônio”. Ora, os fatos históricos são inequívocos: o “restaurador” Bento XVI foi um dos membros do grupo que silenciou o segredo de Fátima. Com o milagre do Sol, Deus colocou Seu selo para provar a autenticidade das aparições. Os trechos da mensagem não revelados pelo Vaticano, oficialmente, no ano 2000, são uma prova do quanto os liberais traíram a Igreja. A mensagem de Fátima era “católica demais”, portanto cabia aos ecumenistas silenciarem este aviso dos Céus. A guerra contra Fátima é uma guerra contra a Igreja Católica, sua doutrina, sua Tradição. É uma guerra luciferina do indiferentismo contra a Verdade. Quem sustenta esta guerra não merece a mínima confiança de um católico.

É claro que, depois de ter os olhos abertos, não nos é lícito fechá-los para evitar enxergar os problemas. E, quanto mais estudamos, mais nos convencemos do quanto as “autoridades” da igreja conciliar, inclusive as mais altas dentre elas, estão imbuídas de um espírito ecumenista e, portanto, anticristão. E, consequência lógica, não nos é lícito apoiar quem trabalha contra Cristo, nem sequer estar em comunhão com eles. “Nós trabalhamos para a cristianização da sociedade, mas vós trabalhais para a sua descristianização”. Em tradução livre, estas foram as palavras do grande arcebispo Dom Marcel Lefebvre a um dos anticristos que ocupam Roma [casualmente, o próprio Cardeal Ratzinger - Retiro em Écône, 4.9.1987: "Vossa Eminência [referindo-se ao Cardeal Ratzinger], perceba que, mesmo se nos der um bispo, mesmo se nos der alguma autonomia dos bispos, mesmo se nos der toda a liturgia de 1962, mesmo se nos der a continuação dos seminários e da Sociedade como hoje fazemos, não podemos trabalhar juntos, é impossível, impossível, porque trabalhamos em sentidos diametralmente opostos: vós trabalhais pela descristianização da sociedade, da pessoa humana e da Igreja e nós, nós trabalhamos pela cristianização. Não podemos concordar.” FONTE]. Que comunhão na Fé pode haver entre nós, católicos, e eles, os hereges? Se, apesar de nossa fraqueza, somos sinceramente católicos, a resposta é: nenhuma.

Não somente nossos estudos, mas também os fatos que se seguiram reforçavam as linhas do quadro que estava cada vez mais nítido diante de nossos olhos. Chegou o fatídico ano de 2012, em que o acordo secreto Ratzinger/Fellay foi descoberto antes que se efetivasse. Esta sim era uma verdadeira “obra da trevas”, tramada às escondidas, enquanto os fiéis rezavam suas cruzadas de Rosários. As sombras se arrastavam pela Ecclesia Dei, quando a inesperada luz da “carta dos três bispos” [aqui] e a resposta do conselho geral [de Fellay, Pfluger, Nely - do Capítulo] descobriram aos olhos do mundo as vergonhas de uma inimaginável perfídia. Pois não era que o “papa da restauração”, em conluio com o “chefe dos tradicionalistas”, estava planejando nos reduzir a mais um grupo “rallié”? Que vergonha, ter um dia confiado nesta dupla.

Mas o importante é corrigir os erros, inevitáveis a todo ser humano. É por isto que os artigos estão sendo revisados.

Os fatos mais recentes, acontecidos sob o desgoverno de Bergoglio, obviamente reforçam tudo o que ficou dito acima. 


(...) 


Fonte: http://intribulationepatientes.wordpress.com/2014/06/02/revisoes-nos-artigos-deste-blog.



Ajude o apostolado do Rev. Pe. Cardozo, adquirindo alguns dos itens do Edições Cristo Rei, encomendando Missas (consulte a espórtula diretamente com o rev. Padre), ou fazendo uma doação aqui:



+
Informe aqui o seu e-mail para receber as publicações do PALE IDEAS: Delivered by FeedBurner

sábado, 1 de fevereiro de 2014

Antiga amizade entre Roma apóstata e a Sinagoga

Para reflexão. Não endossamos palavra por palavra, sobretudo quanto ao Papado.
_____________________________

Vaticano celebra ‘Dia do Judaísmo’


A notícia do l'Osservatore Romano:

No dia 17 de Janeiro a Igreja na Itália celebrou, como nos anos passados, o «Dia do Judaísmo», que ofereceu uma oportunidade particular para recordar as raízes judaicas da fé cristã, olhar com gratidão para o diálogo sistemático que decorre com o judaísmo desde o Concílio Vaticano II e para o promover ulteriormente na situação atual através de ações concretas. Até agora, o «Dia do Judaísmo» é celebrado pelas Conferências episcopais da Áustria, Polônia, Países Baixos e Suíça; noutros países está-se a refletir sobre a oportunidade de seguir este exemplo.”[1]

Meu leitor, a seita que usurpou o comando da Igreja Católica torna-se hoje tão assanhada e promíscua, que ousa agendar datas de celebração de religiões estranhas e inimigas da religião católica.

A FRAUDE DAS RAÍZES CRISTÃS NO JUDAÍSMO


São muitos os incautos que caem na cilada de acreditarem que o cristianismo tem sua herança no judaísmo.

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

DA GAIVOTA AO CORVO - A POMBA NO VATICANO



No quarto domingo de janeiro, de 2013, O Papa Bento XVI tinha soltado duas pombas pela paz. Uma das pombas foi atacada por uma gaivota. As imagens correram mundo, principalmente as que foram registradas pelo fotógrafo Gregorio Brogia. Disto, foi dada notícia aqui no blogue ASCENDENS.


No quarto domingo de janeiro de 2014, o Papa Francisco soltou duas pombas pela paz. Uma das pombas foi atacada por uma gaivota, e depois por um corvo (dois ataques). Deste fato, Gregório Borgia e Alessandro Bianchi fizeram registros que têm ilustrado a notícia.


Os que então chamei de "gaivoteanos", que diziam que "a gaivota era a boa e a pomba a má", ponham agora a mão na consciência de tão retorcidas interpretações. Os modernistas-conservadores tinham então feito um malabarismo oposto: disseram que a pomba, depois de atacada, ficou livre. Enfim...!

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

A Última Batalha de Dom Luigi Villa

Recebemos de um amigo de Portugal o PDF "A Última Batalha de Dom Luigi Villa". Quem quiser baixá-lo para ler, basta clicar aqui

Para quem quiser divulgar, a autorização do autor é condicionada: sem cortes e com comentários católicos. Boa leitura! 

En ESPAÑOL (texto online). 

Giulia d'Amore


No PDF, A ÚLTIMA BATALHA DE DOM LUIGI VILLA,
Franco Adessa (Chiesa viva) descreve o plano que derrubou Bento XVI.

+
Informe aqui o seu e-mail para receber as publicações do PALE IDEAS: Delivered by FeedBurner

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Francisco e a condenação de Cristo

Adoração ao bezerro de ouro

“[...]
Presente, enfim, no vale todo o gênero humano, correr-se-ão as cortinas do céu, e aparecerá o supremo Juiz sobre um trono de resplandecentes nuvens, acompanhado de todas as jerarquias dos anjos, e, muito mais, de sua própria majestade. A primeira coisa que fará, será mandar apartar os maus dos bons, e os ministros desta execução serão os anjos: Exibunt angeli, et separabunt malos de medio justorum. Para se entender melhor esta separação, havemos de supor com o profeta Zacarias que antes dela não hão de estar os homens ali juntos confusamente, mas, para maior grandeza e distinção do ato, hão de estar repartidos todos por seus estados: Familia et familia seorsum. A uma parte hão de estar os papas, a outra os imperadores, a outra os reis, a outra os bispos, a outra os religiosos, e assim dos demais estados do mundo. Separados todos por esta ordem, conforme o lugar que tiveram nesta vida, então se começará a segunda separação, segundo o estado que hão de ter na outra, e que há de durar para sempre.
Sairão pois os anjos. Vede que suspensão e que tremor será o dos corações dos homens naquela hora. Sairão os anjos, e irão primeiramente ao lugar dos papas: Et separabunt.- Faz horror só imaginar que em uma dignidade tão divina, e em homens eleitos pelo Espírito Santo, há de haver também que separar, - Et separabunt malos de medio justorum. E separarão os pontífices maus dentre os pontífices bons. Eu bem creio que serão muito raros os que se hão de condenar, mas haver de dar conta a Deus de todas as almas do mundo é um peso tão imenso, que não será maravilha que, sendo homens, levasse alguns ao profundo. Todos nesta vida se chamaram Padres Santos, mas o dia do Juízo mostrará que a santidade não consiste no nome, senão nas obras. Nesta vida Beatíssimos, na outra mal-aventurados. Oh! que grande miséria!” (Sermão da Primeira Dominga do Advento, de Padre António Vieira. Na Capela Real, ano de 1650) grifos não contém nos originais.


Prezados amigos,

Salve Maria!

segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Quem foi o santo que intercedeu pelo levantamento das excomunhões?

Quem foi o santo que intercedeu pelo levantamento das excomunhões?



O "ingênuo" dom Fellay sempre afirmou sua gratidão a Bento XVI pelo "levantamento" das excomunhões e o atribui às incessantes orações dos fieis da FSSPX respondidas pela Divina Providência. Mas... do lado de lá o que pensam e o que dizem a respeito? 

Hoje, pesquisando sobre as heresias mais recentes perpetradas por elementos da seita de Menzingen - que os judeus não são deicidas - acabei por me deparar com esse artigo, em que Fellay pede "perdão ao Sumo Pontífice e a todos os homens de boa vontade pelas consequências dramáticas desse ato", referindo-se às declarações de Mons. Williamson que, "Em entrevista à televisão sueca, divulgada dois dias antes de levantada a excomunhão, o bispo inglês negou o Holocausto de milhões de judeus durante a Segunda Guerra Mundial; afirmou que "não existiram as câmaras de gás na Alemanha nazista" e que só morreram "200.000 a 300.000 judeus" não os seis milhões que se calcula"

domingo, 8 de dezembro de 2013

A sionização da Neo-FSSPX ao longo do tempo

A sionização da Neo-FSSPX ao longo do tempo 




As coisas vão de mal a pior no Reino de Menzingen.  

O que um fellayano diz não se escreve. E isso vale também e sobretudo para o Rei de Menzingen, o filo-sionista Bernard Fellay, que entre os amigos mais próximos coleciona um judeu que cuida das finanças da Neo-FSSPX (espólio da Obra de Dom Lefebvre que foi tomado na mão grande), Maximilian Krah

Como vemos da cronologia que o blog Non Possumus se deu ao trabalho de fazer, a mania de dizer e desdizer não se limita ao acordo prático que vergonhosamente dom Fellay tentou "costurar" com Bento XVI, mas vai além, vai até à honra de Cristo. 

O conceito de inimigo de Cristo muda muito nos Alpes suíços, e quem é inimigo hoje não necessariamente o será amanhã, e para isso se manipula a verdade e a História! Em 1989, para a FSSPX, os judeus NÃO ERAM nossos "irmãos mais velhos" e ERAM deicidas. A partir de 2004 temos as duas versões, mas já começa um mitigamento da responsabilidade dos assassinos de Cristo, que É Deus. Até quem em 2012 dom Fellay chega a reescrever o Magistério da Igreja afirmando, com todas as letras, que o Magistério não disse o que disse... Em 2013 nossos olhos desgraçadamente leem que os deicidas não são deicidas. 

E a pergunta que não quer calar é: "se eles NÃO são deicidas, mas MATARAM Cristo... Cristo não é Deus?". 

Isso foi há mais de uma semana, e até agora Menzingen sequer suspirou. Nem pe. Bouchacourt se retratou ou "explicou melhor" o que "quis dizer". Coisa tipicamente fellayana. 

Cristo, pendurado a madeiro, ainda espera por satisfações. E reparações.

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Notícias do front: apenas "bergoglices"?

O "panzer" de destruição da Igreja retomou as atividades. Esta semana começa com a notícia da demissão do todo-poderoso Cardeal Bertone, que será substituído por outro italiano, Cardeal Parolin, que era núncio na Venezuela. "Sinal que uma vasta reorganização está em curso é a nomeação para secretário-geral do Governo do Estado do padre Fernando Vergez Alzaga, atual diretor de telecomunicações, oriundo do movimento conservador dos Legionários de Cristo". Só para lembrar, essa congregação esteve envolvida em escândalos morais gravíssimos, em 2006, por parte principalmente de um de seus fundadores, Marcial Maciel, falecido em 2008, poupado de processo pela Santa Sé por causa de sua idade avançada, preferindo "convidá-lo" a uma vida retirada, de oração e penitência, longe de qualquer ministério público. Somente em 2011 foi criada uma comissão para investigar os fatos. Bertone continuaria camerlengo...

Há mais, após noticiar que o "Papa Emérito" levaria uma vida de clausura, sem manifestações públicas, para evitar uma comparação ou qualquer concorrência com o Bispo de Roma, para que suas palavras não tenham peso de um pronunciamento oficial, dando a impressão de que a Igreja tem dois papas, as coisas começam a mudar nesta seara também. Esta semana, Bento XVI rezou missa pública com seus ex-alunos na Capela do Palácio do Governo do Vaticano, com direito a sermão que foi resumidamente publicado nos principais site de notícias católicos. Realmente, o que os modernistas falam... não se escreve! 

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

IGREJA CONCILIAR: Tradutor traidor!!!

Ao publicarmos no Pale Ideas o famigerado Motu Proprio Summorum Pontificum, anotamos a peculiaridade de haver apenas a versão em latim e... em húngaro. O que é estranhíssimo pelo simples fato de que, em tese, era endereçado especificamente aos "lefebvrianos" (como eles gostam de nos rotular), os quais, ao que se saiba, em sua grande maioria, não falam o húngaro, assim como a grande maioria dos bispos aos quais o documento se dirigia. 

Escrevemos: "O Vaticano só pôs à disposição as versões em Húngaro (?) e Latim".

Ao publicarmos, em seguida, a "Carta aos Bispos" que explicava do que se tratava, diante das prontas reclamações do bispos modernistas preocupados, quiçá, em ter que voltar a estudar latim... ou estudar pela primeira vez, dependendo da formação que receberam nos seminários conciliaristas, anotamos: "Esta segunda Carta - Não-Apostólica - foi traduzida em Alemão, Espanhol, Francês, Inglês, Italiano, Português. Estranhamente, esqueceram da língua Húngara".

Estranho o idioma húngaro, estranha a necessidade de explicar do que o Motu proprio tratava... Enfim! 

quarta-feira, 10 de julho de 2013

Não me perguntem!

E quem, em sã consciência não gritou esse grito de dor? Eu ainda não vou falar a respeito, mas publico este manifesto porque é o que eu penso. E assino embaixo. 

Um profundo grito de dor...

Não me perguntem!


Não me perguntem o que eu acho deste ou daquele pronunciamento, desta ou daquela conversa, do discurso diante de seminaristas, de encíclicas, de canonizações estilo fast-food ou de imagens pornográficas nos jardins vaticanos. Não me perguntem o que penso desta ênfase em se mostrar humilde, destes gestos, desta ânsia em querer simplificar tudo, em mudar tudo, reformar tudo, como se a reforma visasse apenas a estrutura burocrática, humana. Não, ela não visa somente isso, e por isso mesmo ela soa como uma blasfêmia aos meus pobres ouvidos de pecador.

segunda-feira, 8 de julho de 2013

NEO-IGREJA: Arte blasfema e dois Bispos vestidos de branco

MAIS ESCÂNDALOS DO "PONTIFICADO" BERGOGLIANO


Segundo notícias em site jornalísticos e católicos italianos, a blasfema e efeminada estátua de São Miguel Arcanjo revela mais do que simplesmente a intenção de ofender o inimigo de Lúcifer: no pedestal foi posto um "dúplice brasão: com o Seu [de Bergoglio] também o do Papa [cadê o Emérito?] Bento XVI, a quem a obra deveria ter sido ofertada em 19 de abril passado. A ele vai neste momento nossa lembrança, sempre cheio de gratidão e admiração. Na base do pedestal está a legenda: 'Benedictus PP. XVI ANNO VIII *** Franciscus PP. ANNO I ** Michaeli Archangelo ** Populi Dei Defensori Vaticanae Civitatis Patrono'..." (Discurso do Cardeal Giovanni Lajolo, Presidente emérito do Governatorato).

sexta-feira, 5 de julho de 2013

NEO-IGREJA: Encíclica Lumen Fidei

Ainda não li, portanto ainda não vou comentar. Mas... já posso ver, nas notas, citações de figuras que estariam no Índex... se ainda existisse!!! Rousseau (este, sim, estava no Index!), Nietzsche (louco e luterano), Buber (sionista), Dostoiévski, Guardini ("democráta"), Ludwig Wittgenstein (Judeu), Thomas Stearns Eliot (Choruses from "The Rock")... a coisa promete!!!



CARTA ENCÍCLICA
LUMEN FIDEI
DO SUMO PONTÍFICE
FRANCISCO
AOS BISPOS
AOS PRESBÍTEROS E AOS DIÁCONOS
ÀS PESSOAS CONSAGRADAS
E A TODOS OS FIÉIS LEIGOS
SOBRE A FÉ

1. A luz da fé é a expressão com que a tradição da Igreja designou o grande dom trazido por Jesus. Eis como Ele Se nos apresenta, no Evangelho de João: « Eu vim ao mundo como luz, para que todo o que crê em Mim não fique nas trevas » (Jo 12, 46). E São Paulo exprime-se nestes termos: « Porque o Deus que disse: "das trevas brilhe a luz", foi quem brilhou nos nossos corações » (2 Cor 4, 6). No mundo pagão, com fome de luz, tinha-se desenvolvido o culto do deus Sol, Sol invictus, invocado na sua aurora. Embora o sol renascesse cada dia, facilmente se percebia que era incapaz de irradiar a sua luz sobre toda a existência do homem. De facto, o sol não ilumina toda a realidade, sendo os seus raios incapazes de chegar até às sombras da morte, onde a vista humana se fecha para a sua luz. Aliás « nunca se viu ninguém — afirma o mártir São Justino — pronto a morrer pela sua fé no sol ».[1] Conscientes do amplo horizonte que a fé lhes abria, os cristãos chamaram a Cristo o verdadeiro Sol, « cujos raios dão a vida ».[2] A Marta, em lágrimas pela morte do irmão Lázaro, Jesus diz-lhe: « Eu não te disse que, se acreditares, verás a glória de Deus? » (Jo 11, 40). Quem acredita, vê; vê com uma luz que ilumina todo o percurso da estrada, porque nos vem de Cristo ressuscitado, estrela da manhã que não tem ocaso.

Uma luz ilusória?

sábado, 29 de junho de 2013

NEO-IGREJA: A questão do brasão do Papa

PRIMO PIANO

Ele renunciou espontaneamente ao pontificado, mas agora quer continuar mantendo os símbolos

RATZINGER QUER MANTER O BRASÃO

Foi infrutífera a missão do Cardeal Montezemolo

por Marco Bertoncini

“Santo Padre, após haver renunciado ao pontificado, não pensa em mudar o brasão?”. “Obrigado, não pretendo mudá-lo”. Este é o resumo da tentativa feita pelo cardeal Andrea Cordero Lanza di Montezemolo  junto a Bento XVI para que mudasse o brasão usado de 2005 a 2013, passando a adotar um novo, relacionado com a situação (inesperada e com precedentes limitados e perdidos no tempo) de pontífice emérito. É o próprio prelado, especialista em heráldica eclesiástica, quem dá a notícia no fascículo n. 113 da revista Nobiltà, no artigo “Um novo brasão para um papa emérito”. 

O Cardeal Montezemolo havia preparado o brasão para o Papa Bento, logo após sua eleição. Daquele primeiro, assevera, o pontífice emérito deveria abandonar os símbolos “que lhe competiam apena por causa do ofício, ou da dignidade, que agora abandonou”. Portanto, sairiam as grandes chaves cruzadas [decussate, em italiano, ou seja, em forma de cruz de Santo André], símbolo da jurisdição petrina que já não exerce mais. No máximo, elas poderiam figurar no interior do novo brasão, no topo. De fato, poderia, ao contrário, permanecer a mitra, introduzida pelo próprio Bento XVI no lugar da tiara, símbolo habitual dos papas ao longo dos séculos. A mitra, de fato, simboliza a ordem episcopal: hoje, Ratzinger permanece bispo; alias, para alguns ele deveria ter assumido o título de “bispo emérito de Roma” e não de “pontífice emérito”. De acordo com Mons. Montezemolo, no entanto, reduzir-se-ia a “um simples logo”, evidentemente insuficiente para quem esteve no comando da Igreja. Sai, portanto, também a mitra.

Quem é o primeiro?

A este artigo, que recebi em mãos, mas desconheço o autor (quem for e quiser se identificar me avise), se junta outro que publicarei em seguida, “Ratzinger quer conservar o brasão”. São peças de um puzzle que será bem compreendido por muitos quando for tarde demais. Nos dias que se seguiram à eleição de Bergoglio, houve uma série de entrevistas e reportagens na mídia, como era de se esperar. Lembro que a GloboNew chamou para um debate alguns heréticos, entre os quais o indefectível Leonardo Boff, o qual explicou como a Teologia da Libertação entende o Papado”, e que “eles” esperavam exatamente isso do Bergoglio, e que veremos coisas ainda mais espantosas! Em suma, pelo que me lembro, para eles, deve mesmo haver uma separação entre o “Papa” e o “Bispo de Roma”; este seria algo como o presidente da Conferência Episcopal Italiana, e aquele seria o chefe visível da Igreja, algo como a Rainha Elisabeth. Cada País teria sua própria "igreja", administrada e comandada in loco, ou seja, a doutrina católica mudaria de País a País, conforme a cultura e a vontade popular. O elo de ligação entre as igrejas “locais” seria justamente o Papa, mas sem poder algum de mando ou decisão sobre a igreja como um todo, à moda dos protestantes. A esta igreja, dom Fellay queria quer nos arrastar.

Well, só nos resta esperar. 


Giulia d'Amore di Ugento






QUEM É O PRIMEIRO? Na publicação oficial de 2013 do Vaticano, Ratzinger permanece “Sommo Pontefice”, enquanto Bergoglio tem o mero título de “Bispo de Roma”.

Francisco-Bergoglio aprovou a inclusão de Bento- Ratzinger no Annuario Pontificio Oficial de 2013 como “Sumo Pontífice Emérito”, enquanto ele mesmo tem o mero título de “Bispo de Roma”. Este abandonou até mesmo a assinatura papal e assina simplesmente “Francesco”. Mais uma vez, Bergoglio parece não querer se apresentar, sem hesitação, como “Papa”.

De acordo com a publicação oficial do Vaticano temos um Papa, porém seu nome não é Francisco, mas Bento. A edição de 2013 do Annuario Pontificio, uma espécie de “quem é quem” da Santa Sé e da Igreja Católica, que saiu com dois meses de atraso em 23 de maio próximo passado (Domingo da Santíssima Trindade), designa Bento-Ratzinger como “Sumo Pontífice”, ainda que “Emérito”, enquanto Bergoglio-Francisco é designado meramente como “Bispo de Roma”.

Na edição de 2012, Bento-Ratzinger era designado como “Vigário de Jesus Cristo, Sucessor do Príncipe dos Apóstolos, Sumo Pontífice da Igreja Universal, Primaz da Itália, Arcebispo e Metropolitano da Província de Roma, Soberano da Cidade-Estado do Vaticano, Servo dos Servos de Deus”. Para Bergoglio, os outros títulos foram relegados a um lugar inferior, fora da página principal. Na edição de 2012, Bento-Ratzinger assinava o seu retrato oficial como “Benedictus PP XVI”. Na edição de 2013, Bergoglio assina somente “Francesco”.   

Houve um grande alvoroço no Neo-Vaticano sobre como chamar Ratzinger quando ele se tornou o Ex-Neo-Papa. Não queriam chamá-lo de "ex-Papa", provavelmente porque soaria muito parecido com "ex-esposa". Mas as autoridades do Neo-Vaticano estavam preocupadas em evitar a impressão de que haveria dois Neo-Papas na Neo-Igreja, o que resultaria em desorientação nos fiéis" - que veio a ser conhecida como “la questione dei due Papi”, a questão dos dois Papas.

Mas a decisão de Bergoglio foi exatamente na direção oposta. Ele, pessoalmente, aprovou o Anuário Pontifício 2013 que dá a Ratzinger o título papal de "Sumo Pontífice Emérito", enquanto Bergoglio autointitula-se simplesmente "Bispo de Roma", o que quase parece ser uma posição inferior. Tampouco usa a assinatura papal tradicional em seu retrato, mas mas apenas "Francesco", uma variação do "Chamem-me Jorge". [Algumas informações para este comentário foram contribuição do Serviço de Informação do Vaticano.]

Análise:

Esta notícia pode ter duas interpretações:

a) O Papa Francisco tomou a decisão baseado na sua propagada (pela mídia) humildade e para a manter falada, ou por simples ingenuidade. Mas...
b) Em prospectiva, pode se tratar de mais um passo na realização dos desígnios do CVII e dos últimos Papas: federação de todas as Igrejas Cristãs (e até as não-Cristãs – veja-se Assis) sob a presidência do Papa. Assim:
c) O Bispo de Roma seria o chefe dos Católicos;
d) O Papa (desta vez ainda emérito) seria o presidente da federação das religiões (o velho sonho maçônico).

Aguardemos o desenvolvimento e outros comentários a esta parte do Annuario Pontificio 2013.


original: http://www.traditio.com/comment/com1305.htm (dia 23 de maio).
em italiano: http://chiesa.espresso.repubblica.it/articolo/1350523.

Tradução ignorada
Revisão do blog Pale Ideas.
+
Inscreva-se para receber as publicações do Pale Ideas:
   
Delivered by FeedBurner
.

clique na imagem abaixo

Leitores