A sionização da Neo-FSSPX ao longo do tempo
As coisas vão de mal a pior no Reino de Menzingen.
O que um fellayano diz não se escreve. E isso vale também e sobretudo para o Rei de Menzingen, o filo-sionista Bernard Fellay, que entre os amigos mais próximos coleciona um judeu que cuida das finanças da Neo-FSSPX (espólio da Obra de Dom Lefebvre que foi tomado na mão grande), Maximilian Krah.
Como vemos da cronologia que o blog Non Possumus se deu ao trabalho de fazer, a mania de dizer e desdizer não se limita ao acordo prático que vergonhosamente dom Fellay tentou "costurar" com Bento XVI, mas vai além, vai até à honra de Cristo.
O conceito de inimigo de Cristo muda muito nos Alpes suíços, e quem é inimigo hoje não necessariamente o será amanhã, e para isso se manipula a verdade e a História! Em 1989, para a FSSPX, os judeus NÃO ERAM nossos "irmãos mais velhos" e ERAM deicidas. A partir de 2004 temos as duas versões, mas já começa um mitigamento da responsabilidade dos assassinos de Cristo, que É Deus. Até quem em 2012 dom Fellay chega a reescrever o Magistério da Igreja afirmando, com todas as letras, que o Magistério não disse o que disse... Em 2013 nossos olhos desgraçadamente leem que os deicidas não são deicidas.
E a pergunta que não quer calar é: "se eles NÃO são deicidas, mas MATARAM Cristo... Cristo não é Deus?".
Isso foi há mais de uma semana, e até agora Menzingen sequer suspirou. Nem pe. Bouchacourt se retratou ou "explicou melhor" o que "quis dizer". Coisa tipicamente fellayana.
Cristo, pendurado a madeiro, ainda espera por satisfações. E reparações.


