Pesquisar este blog

Mostrando postagens com marcador Liturgia conciliar. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Liturgia conciliar. Mostrar todas as postagens

sábado, 25 de julho de 2015

SUMMORUM PONTIFICUM - O documento que "libera" a missa em latim, não a Santa Missa Tridentina II

IGREJA CONCILIAR: SUMMORUM PONTIFICUM II 



Após a promulgação da Carta Apostólica, sob forma de Motu Proprio SUMMORUM PONTIFICUM, escrita em resposta às exigências da FSSPX para iniciar os colóquios doutrinais acerca do Concílio Vaticano II, inexplicada e desnecessariamente foi escrita a seguinte Carta do Santo Padre Bento XVI aos bispos que acompanha o "Motu Proprio" Summorum Pontificum sobre o uso da liturgia romana anterior à reforma realizada em 1970.


É de se estranhar porque nenhum outro documento papal, em toda a história da Igreja, 'necessitou' de uma carta explicativa, onde parece que se quis corrigir ou esclarecer alguma  informação dada no documento anterior. Coisa muito estranha, tendo em vista o cuidado e a sabedoria com que um Papa escreve cada documento, sobretudo os documentos para a Igreja Universal.


Esta segunda Carta - Não-Apostólica - foi traduzida em Alemão, Espanhol, Francês, Inglês, Italiano, Português. Estranhamente, esqueceram da língua Húngara1.




CARTA AOS BISPOS QUE ACOMPANHA O "MOTU PROPRIO "SUMMORUM PONTIFICUM


SOBRE O USO DA LITURGIA ROMANA ANTERIOR À REFORMA REALIZADA EM 1970


Amados Irmãos no Episcopado,


Com grande confiança e esperança, coloco nas vossas mãos de Pastores o texto duma nova Carta Apostólica «Motu Proprio data» sobre o uso da liturgia romana anterior à reforma realizada em 1970. O documento é fruto de longas reflexões, múltiplas consultas e de oração.

SUMMORUM PONTIFICUM - O documento que "libera" a missa em latim, não a Santa Missa Tridentina




CARTA APOSTÓLICA SOB FORMA DE MOTU PROPRIO 


SUMMORUM PONTIFICUM


Sobre o uso da liturgia romana anterior à reforma de 1970


EM LATIM


Os sumos pontífices até nossos dias se preocuparam constantemente para que a Igreja de Cristo oferecesse à Divina Majestade um culto digno de ‘louvor e glória de Seu nome’ e ‘do bem de toda sua Santa Igreja’.

Desde tempo imemorável, como também para o futuro, é necessário manter o princípio segundo o qual, “cada Igreja particular deve concordar com a Igreja universal, não só quanto à doutrina da fé e aos sinais sacramentais, mas também em respeito aos usos universalmente aceitos da ininterrupta tradição apostólica, que devem ser observados não só para evitar erros, mas também para transmitir a integridade da fé, para que a lei da oração da Igreja corresponda a sua lei de fé”1.

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

IGREJA CONCILIAR: Tradutor traidor!!!

Ao publicarmos no Pale Ideas o famigerado Motu Proprio Summorum Pontificum, anotamos a peculiaridade de haver apenas a versão em latim e... em húngaro. O que é estranhíssimo pelo simples fato de que, em tese, era endereçado especificamente aos "lefebvrianos" (como eles gostam de nos rotular), os quais, ao que se saiba, em sua grande maioria, não falam o húngaro, assim como a grande maioria dos bispos aos quais o documento se dirigia. 

Escrevemos: "O Vaticano só pôs à disposição as versões em Húngaro (?) e Latim".

Ao publicarmos, em seguida, a "Carta aos Bispos" que explicava do que se tratava, diante das prontas reclamações do bispos modernistas preocupados, quiçá, em ter que voltar a estudar latim... ou estudar pela primeira vez, dependendo da formação que receberam nos seminários conciliaristas, anotamos: "Esta segunda Carta - Não-Apostólica - foi traduzida em Alemão, Espanhol, Francês, Inglês, Italiano, Português. Estranhamente, esqueceram da língua Húngara".

Estranho o idioma húngaro, estranha a necessidade de explicar do que o Motu proprio tratava... Enfim! 

segunda-feira, 15 de julho de 2013

DESTRUIÇÃO DA IGREJA: De Trento a Erfurt: notas sobre a reforma litúrgica conciliar

Este texto faz perceber a importância de lermos os documentos conciliares, para compreendermos a gravidade da situação em que vive a Igreja hoje. É a igreja conciliar, mas sua face é a Igreja Católica, o que confunde os espíritos incautos e que negligenciam o conhecimento das coisas de Deus. Católico relapso é católico a caminho da excomunhão, pois pode ser confundido por heresias despachadas como verdades católicas.


* * *

De Trento a Erfurt: notas sobre a reforma litúrgica conciliar



É, portanto, apenas dentro da verdadeira Igreja que pode fermentar a heresia anti-litúrgica, ou seja, aquela heresia que surge como inimiga das formas de culto. Somente onde há algo para demolir o gênio da destruição tentará introduzir o veneno”.
(Dom Prosper Guéranger)

“Quando a missa tiver sido destruída, penso que teremos destruído também o papado... De fato, o papado apoia-se sobre a Missa como sobre uma rocha. Tudo isso ruirá quando ruir a abominável e sacrílega Missa deles”.
(Martinho Lutero)

Como observa Jungmann[1] , “O Concílio de Trento separou, com suas sentenças dogmáticas, a verdade do erro; trouxe à luz o caráter objetivo do sacrifício da Missa”. As barreiras dogmáticas e doutrinárias definidas por aquele Santo Concílio foram impressas na Missa que dele surgiu. “Uma barreira intransponível contra qualquer heresia” havia sido erguida em defesa da Igreja Católica e de sua santa ortodoxia.


Leitores