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sexta-feira, 14 de julho de 2017

BULA QUO PRIMUM TEMPORE


Em 14 de julho de 1570, São Pio V publica a Bula Quo Primum Tempore, pela qual fixa a forma da Missa Católica afirmando a sua perpetua intangibilidade. 

A importância dessa Bula - um documento curto e simples - é primordial para salvaguardar a Missa e a Fé.  

Como eu sempre digo: A Fé é mais importante do que a Missa, porque sem a Missa podemos guardar a Fé com a oração, mas sem a Fé... de que adianta a Missa? Fato é que a Missa pode destruir a Fé do melhor dos católicos. Não a Santa e verdadeira Missa católica, claro! Mas as imitações, os simulacros, as enganações, como a Motumissa, a Missa "autorizada" por Bento XVI e que muitos que desejam ser católicos seguem por certa ignorância de catecismo básico e, também, da existência e perene validade desta BULA

A par do fato de a Igreja moderna/conciliar/modernista/neoluterana não ter AUTORIDADE para mudar uma vírgula da liturgia católica, devemos lembrar que, nesta BULA, São Pio V decreta: 
"E a fim de que todos, e em todos os lugares, adotem e observem as tradições da Santa Igreja Romana, Mãe e Mestra de todas as Igrejas, DECRETAMOS E ORDENAMOS que a Missa, NO FUTURO E PARA SEMPRE , não seja cantada nem rezada DE MODO DIFERENTE DO QUE ESTA''. 
"Roma Locuta est, Causa Finita Est"


E por que a Motumissa não é católica?  

Primeiro, por que não segue o Missal de São Pio V, mas o de Paulo VI; portanto, é "cantada ou rezada de modo diferente" do que estabelecido ad aeternum por São Pio V. Sendo assim... como pode ser uma Missa Católica? 

Segundo, por que, no Motu proprio, a "missa em latim" é chamada de "extraordinária", reafirmando que a missa criada pós-CVII, a Novus Ordo, é a missa "ordinária" da "Igreja Católica", ou seja, a missa que deve ser rezada sempre nas "igrejas católicas". Mais uma vez, jogaram esta BULA no lixo. Como pode ser uma Missa Católica? 
Lembrando que o negociador de Francisco, ao falar com Fellay, deixa claro que os Padres da Neofrat, ao integrar-se à Igreja do Novus Ordo, terão que rezar ORDINARIAMENTE a missa nova e EXTRAORDINARIAMENTE a missa do Motu Proprio Summorum Pontificarum (a Motumissa), não a Missa Tridentina ou de São Pio V ou de sempre. Capito ou preciso desenhar? 
Leiam  "Por que não ir à missa do motu proprio": aqui. 



*   *   *


E por que a Missa Novus Ordo ou Missa Nova não é católica? 

Por uma razão maior ainda que a Motumissa, a qual pelo menos guarda uma semelhança externa, que é mera representação sem essência. A Missa Nova - em vernáculo, de frente para o povo etc. e tal - é "cantada e rezada de modo diferente", muito mais diferente do que a Missa Tridentina!!!  

Leiam as 62 razões para não assistir à Missa Nova: PDF. 



*   *   *


Enfim, sua alma sua palma... Não diga que não foi avisado. 

quinta-feira, 13 de agosto de 2015

MONS. LEFEBVRE: A Missa de Lutero e a Missa Nova

OPERAÇÃO MEMÓRIA. Para não esquecermos do que disse Mons. Lefebvre. 



* * *


Conferência de Dom Marcel Lefebvre:

Esta noite, falarei da Missa de Lutero 


Esta noite, falarei da Missa de Lutero e da Missa do novo rito. Por que essa comparação entre a Nova Missa e a Missa de Lutero? Porque a história o diz; a história objetiva não é criação minha. Ele (Sua Excia. mostra um livro sobre Lutero, publicado em 1911, "Do Luteranismo Ao Protestantismo" de Léon Cristiani) fala sobre a reforma litúrgica de Lutero. Trata-se de um livro escrito em um tempo, em que o autor nem conhecia nossa crise, nem o novo rito; portanto não foi escrito com segundas intenções.


Síntese dos princípios fundamentais da Missa

Primeiramente, desejo fazer uma síntese dos princípios fundamentais da Missa, para trazer à nossa memória a beleza, a profunda grandeza espiritual de nossa Missa, o lugar que nossa Missa ocupa na Santa Igreja. Que coisa mais bela Nosso Senhor legou à Humanidade, que coisa mais preciosa, mais santa concedeu à Sua Santa Igreja, à Igreja sua Esposa, no Calvário, quando morria na Cruz? Foi o Sacrifício de si mesmo. O Sacrifício de si mesmo. Sua própria Pessoa, que continua seu Sacrifício. Ele o deu à Igreja, quando morreu na Cruz. A partir desse momento, esse Sacrifício estava destinado a continuar, a perseverar através dos séculos, como Ele o havia instituído, juntamente com o Sacerdócio. Quando, na Santa Ceia, Jesus instituiu o Sacerdócio, Ele o instituiu para o Sacrifício, o Sacrifício da Cruz, porque esse Sacrifício é a fonte de todos os méritos, de todas as graças, de todos os Sacramentos; a fonte de toda a riqueza da Igreja. Isso devemos recordar, ter sempre presente essa realidade, divina realidade. Portanto, é o Sacrifício da Cruz que se renova sobre nossos altares, e o Sacerdócio está em relação com ele, em relação essencial com esse Sacrifício. Não se compreende o Sacerdócio sem o Sacrifício, porque o Sacerdócio foi feito para o Sacrifício. Poder-se-ia dizer também: é a Encarnação de Jesus Cristo, séculos a fora: "usque ad finem temporum" ["
até o fim dos tempos"], o Sacrifício da Missa será oferecido. Se Jesus Cristo quis esse Sacrifício, quis também ser nele a Vítima, uma vez que é o Sacrifício da Cruz que continua, Ele quis que a vítima fosse sempre a mesma, quis ser Ele próprio a Vítima. Para ser a Vítima, Ele tem que estar presente, verdadeiramente presente nos nossos altares. Se Ele não estiver presente, se não houver a Presença Real nos nossos altares, não haverá Vítima, não haverá Sacerdócio. Tudo está ligado: Sacerdócio, Sacrifício, Vítima, Presença Real e, portanto, Transubstanciação. Aí está "o coração" do tesouro – o maior, o mais rico – que Nosso Senhor concedeu à Sua Esposa, a Igreja e a toda a Humanidade. Assim, podemos compreender que, quando Lutero quis transformar, mudar esses princípios, começou por combater o Sacerdócio; como o fazem os modernistas. Pois Lutero bem sabia que, se o Sacerdócio desaparecesse, não mais haveria Sacrifício, não mais haveria Vítima, não haveria mais nada na Igreja, não mais haveria a fonte das graças.

domingo, 7 de setembro de 2014

Assistência à Missa Tridentina do Motu Proprio

Para quem se pergunta se é possível assistir às missas tridentinas do Motu Próprio, uma resposta segura, à luz da Doutrina Católica. Tão segura que poderia desafiar alguém a contra-argumentar. E, para poupar teclado a alguns afoitos, já esclareço que doutrina pós-conciliar NÃO É Doutrina Católica. Links e grifos, nossos.




Assistência à Missa Tridentina do Motu Proprio


Convém esclarecer os critérios a considerar em relação à assistência às missas tridentinas celebradas pelo clero oficial:


Recordemos primeiro os princípios que regem a missa nova:

A missa nova é má. Dizia Monsenhor Lefebvre: “a missa nova, mesmo dita com piedade e respeito às normas litúrgicas (...) está impregnada de espírito protestante. Leva em si um veneno nocivo à Fé”[1] . “É verdadeiramente uma missa envenenada porque não afirma mais a verdade católica, e aos poucos a Fé nessas verdades desaparece”[2], “Um católico que deseja conservar sua Fé e agradar a Deus não pode assistir à missa nova”[3].

sábado, 16 de novembro de 2013

Por que não ir à Missa do Motu Proprio

Discussão no adro da capela a respeito da missa dos rallíés¹



Na saída da capela, o padre discute com um fiel, Filipe, de 17 anos. Durante a conversa, Filipe conta como se passou o seu último fim-de-semana com amigos da região de Paris. Filipe diz que o grupo escolheu ir à missa dos ralliés²…

Filipe: Mas porque este ar reprovador? Não é a missa verdadeira?

Padre: Sem dúvida, a missa é boa. Mas isto não é o principal.

Filipe: Não é o principal? Mas o que é que falta, padre?

Padre: Bem, vou fazer uma comparação. Um licor é uma boa coisa, não é? (Filipe concorda com um sorriso). Pois bem. Mas cada vez que se bebe um licor, não se faz necessariamente uma boa ação (Filipe compreende). Ocorre algo de semelhante com a santa missa. Uma coisa é o fato de a missa ser, em si mesma, uma boa coisa. Mas é preciso também que o assistir a essa missa seja também bom; é necessário que a assistência a essa missa seja uma boa ação.

Filipe: Sim, mas um licor e a missa não são a mesma coisa! O senhor parece querer dizer que se pode fazer o mal assistindo à missa tradicional!

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Uma análise sobre Bergoglio e suas declarações

Eu realmente estou assoberbada para ter um tempinho para analisar a JMJ Rio 2013, que não fiz questão de acompanhar, mas que fez questão de me cair diante dos olhos algumas vezes. Por isso, publicarei todos os textos que os bons católicos se deram ao trabalho de escrever. Eu tive tempo, apenas, de colecionar tudo o que ele disse durante esse evento ecumênico e anticatólico, que culminou com ultrajes e blasfêmias diante dos "católicos" que assistiram calados, "dando exemplo de civilidade e respeito à opinião alheia, fazendo com que a opinião pública se colocasse contra as vadias" (sic! eu li algo assim, na net!!!). Esta "coleção" foi publicada no Pale, mas percebe-se que há diferença entre os textos apresentados pela mídia (que os transcreveu dos discursos ao vivo que gravaram) e os que foram publicados pelo Vaticano. Não li todos, nem os comparei, apenas registro o que observei em alguns textos. Veja aqui.



Francisco I contra Pio XI

“Se falei mal, prova-o, mas se falei bem, por que me bates?” (São João XVIII,23)






Prezados amigos,

Salve Maria!

Assistimos estarrecidos a visita do Papa Francisco ao Brasil, suas declarações midiáticas, controversas e divorciadas do catolicismo. A dita Jornada Mundial da Juventude, que todos nós sabemos ser um evento não-católico, só deixou desolação na Terra de Santa Cruz, aos católicos, e muita euforia e festa aos dissidentes do catolicismo.

segunda-feira, 15 de julho de 2013

DESTRUIÇÃO DA IGREJA: De Trento a Erfurt: notas sobre a reforma litúrgica conciliar

Este texto faz perceber a importância de lermos os documentos conciliares, para compreendermos a gravidade da situação em que vive a Igreja hoje. É a igreja conciliar, mas sua face é a Igreja Católica, o que confunde os espíritos incautos e que negligenciam o conhecimento das coisas de Deus. Católico relapso é católico a caminho da excomunhão, pois pode ser confundido por heresias despachadas como verdades católicas.


* * *

De Trento a Erfurt: notas sobre a reforma litúrgica conciliar



É, portanto, apenas dentro da verdadeira Igreja que pode fermentar a heresia anti-litúrgica, ou seja, aquela heresia que surge como inimiga das formas de culto. Somente onde há algo para demolir o gênio da destruição tentará introduzir o veneno”.
(Dom Prosper Guéranger)

“Quando a missa tiver sido destruída, penso que teremos destruído também o papado... De fato, o papado apoia-se sobre a Missa como sobre uma rocha. Tudo isso ruirá quando ruir a abominável e sacrílega Missa deles”.
(Martinho Lutero)

Como observa Jungmann[1] , “O Concílio de Trento separou, com suas sentenças dogmáticas, a verdade do erro; trouxe à luz o caráter objetivo do sacrifício da Missa”. As barreiras dogmáticas e doutrinárias definidas por aquele Santo Concílio foram impressas na Missa que dele surgiu. “Uma barreira intransponível contra qualquer heresia” havia sido erguida em defesa da Igreja Católica e de sua santa ortodoxia.


quinta-feira, 20 de junho de 2013

Missa Nova ou Missa Tradicional?

Artigo do então Padre Rifan.


Há muitos católicos, aliás no mundo inteiro, que dizem não poder, em consciência, aceitar a Missa Nova.


Missa Tradicional
Missa Tradicional: Voltada para a adoração a Deus, o princípio e o fim do Sacrifício,
diante do qual todos os homens se humilham e descem dos seus pedestais.
Para Deus se há de dar o melhor: a melhor arte, os melhores paramentos,
as melhores intenções, a maior preocupação em fazer tudo para dar a ele
um sacrifício o mais digno de sua glória possivel, dentro da capacidade humana.


Contra eles, costuma-se dar três objeções:

1ª. A Missa Nova na verdade é a mesma Missa de sempre. Não há portanto razão para recusá-la;
2ª. O Papa mandou explicitamente a Missa Nova. Ora, os fiéis devem obedecer ao Papa, mesmo quando não fale “ex-cathedra”;
3ª. O Papa, apesar de não usar neste caso a sua infalibilidade, não poderia errar em matéria tão grave.

RESPOSTAS

1ª. OBJEÇÃO: A Missa Nova é a MESMA Missa de sempre.

 
É melhor deixar responder a isto a próprio Mons. Aníbal Bugnini, então secretário da Congregação do Culto Divino, o grande mentor da Missa Nova: “Não se trata apenas de retoques numa obra de grande valor, mas às vezes é preciso dar estruturas novas a ritos inteiros. Trata-se de uma RESTAURAÇÃO FUNDAMENTAL, eu diria quase uma MUDANÇA TOTAL e, para certos pontos, de uma verdadeira NOVA CRIAÇÃO” (Doc. Cat. n.º 1493, 7/5/1967). Por estas palavras se vê que a Missa Nova já não é a mesma Missa Tradicional.

Aliás, se é a mesma coisa, então por que criticar e até perseguir os que querem ser fiéis à Missa Tradicional?

2ª. OBJEÇÃO: O Papa MANDOU explicitamente a Missa Nova.


Antes de responder, gostaria de fazer quatro perguntas a quem fizesse essa objeção:


a) Um Papa pode entrar em DESACORDO com a TRADIÇÃO?
b) Se um Papa estiver em desacordo com a TRADIÇÃO, a quem devemos seguir, ao Papa ou à Tradição?
c) Um Papa pode terminar FAVORECENDO UMA HERESIA?
d) Se o Papa favorece a heresia, neste caso o que se deve fazer: obedecer ao Papa e favorecer a heresia ou conservar a Fé intacta?

Existem graves razões de Fé para não se aceitar a Missa Nova.

A Igreja condenou os erros protestantes. Definiu, com infalibilidade, dogmas de Fé sobre a PRESENÇA REAL de Jesus Cristo na Ssma. Eucaristia, sobre o SACERDÓCIO HIERÁRQUICO distinto do dos simples fiéis, sobre o SANTO SACRIFÍCIO DA MISSA.
A Igreja condenou aqueles que dizem que Missa deve ser celebrada só em vernáculo (em português) (Concílio de Trento).
A Igreja reprovou os que querem que a Congregação seja em voz alta (Concílio de Trento e Pio VII).
A Igreja reprovou o altar em forma de mesa (Pio XII).

Ora, na Missa Nova, OS ERROS QUE A IGREJA ME ENSINOU A REPROVAR agora são tidos como certos e aprovados. E mais. Os dogmas de fé acima citados, não são mais tão explícitos como o eram na Missa Tradicional, e isso é tão evidente que os Protestantes, que jamais toleraram a Missa Tradicional (Lutero a chamava de abominável), afirmaram que, com a Missa Nova, TEOLOGICAMENTE É POSSÍVEL que eles celebrem a sua ceia com as mesmas orações da liturgia reformada da Igreja Católica (cf. Max Thurian, La Croix, 30/5/1969). Não é sintomático?!

Será que podemos conservar a fé e agradar a Deus, oferecendo-lhe um culto assim ambíguo, que agrada também aos seus inimigos, e fazer deste culto o centro de nossa vida, como deve ser a Santa Missa?

Pode uma autoridade, por suprema que seja, nos impor algo que é contra a nossa Fé e que é ofensivo a Deus, Nosso Senhor?

Eis o dilema para todo bom católico: ou sacrificar a Fé e a Tradição em nome da obediência, ou manter-se firme na Fé e na Tradição, obedecendo ao que foi sempre ensinado pela Santa Igreja, e por isso ser taxado de rebelde e de desobediente!

São Paulo já nos advertiu: “Mas, ainda que nós mesmos ou um anjo do Céu vos anuncie um Evangelho diferente daquele que vos tenho anunciado, seja anátema.” (Gal. 1,8)

Não se trata de desobediência ou de rebeldia. Trata-se de FIDELIDADE E LEALDADE à Fé do nosso Batismo, e, portanto, à cátedra de Pedro e à Santa Igreja.

Pode-se cair em heresia ou favorecer a ela por palavras ou por atos. E os hereges sempre procuraram manifestar na liturgia os seus erros. Assim, por exemplo, no tempo da heresia monofisita, que negava as duas naturezas em Jesus Cristo, os hereges, quando celebravam a Missa, não colocavam a gotinha de água no vinho no ofertório, porque isto significa também a natureza humana de Cristo unida à natureza divina. Se um padre, naquela época, celebrasse a Missa assim, estaria fazendo, por este simples gesto, uma profissão de fé herética, terrivelmente ofensiva a Deus. E nenhuma autoridade poderia obrigá-lo a tal, porque era uma questão de fé. 


Missa Nova: de pobreza visual que revela a mesquinhez do homem moderno, que dessacraliza
o ambiente, oferece um culto fingidamente pobre, uma oferta inferior, e de costas para o
crucifixo. No fundo desprezam A CRUZ, e voltam-se para si mesmos, fecham-se como num círculo
de frente para a assembléia dos fiéis, como se Deus saísse do povo, e não das palavras da
Consagração dos Ministros ordenados. Nesta foto se vê como reservaram para a Santa Missa
o pior altar, a pior arte, os piores paramentos, até mesmo a pior pavimentação…
Não se trata de imitação da pobreza cristã, mas de uma religião “básica”, descartável,
moldável a qualquer temperamento, digerível por qualquer pessoa, agradável a qualquer homem. É a religião
onde o homem se tornou tão grande que Deus está simbolicamente de lado, e o padre lhe vira as costas
para se banquetear numa mesa, ao invés de humilhar-se ante a majestade divina, num altar-calvário…

O Papa Leão XIII afirmou na encíclica “Satis Cognitum”: “Nada poderia ser mais perigoso que estes hereges que, conservando em tudo o mais a integridade da doutrina, por uma só palavra, como por uma só gota de veneno, corrompem a pureza e a simplicidade da Fé que nós recebemos da Tradição de Nosso Senhor e, depois, dos Apóstolos.”

A OBEDIÊNCIA é uma virtude moral, inferior à Fé, que é uma virtude teologal. A obediência está condicionada à Fé. A Fé não tem limites. A obediência os tem. Obedecer é fazer a vontade de Deus, expressa na vontade dos superiores representantes de Deus. Mas se a ordem dos superiores se revela em contradição com a vontade de Deus, então vale aplicar a frase de São Pedro: “É preciso obedecer a Deus antes que aos homens” (Atos, 5,29). Assim, o 4º Mandamento manda ao filho obedecer aos pais. Mas se o pai lhe manda algo contra a vontade de Deus, o filho não deve fazer o que o pai lhe ordena, E PECA SE O FIZER.

3ª OBJEÇÃO: O Papa, apesar de NÃO EMPENHAR neste caso a sua INFALIBILIDADE, NÃO PODERIA ERRAR em matéria tão grave.


Os que afirmam que o Papa, fora do campo da infalibilidade, não pode errar, apesar de ser matéria muito grave, estão afirmando mais do que o Concílio Vativano I afirmou, mais do que Pio IX definiu. Estão querendo, segundo disse alguém, saber mais do que o Papa, ser mais católicos que o Papa. Pois se o Concílio definiu OS CONTORNOS dentro dos quais não há possibilidade de erro, querer ampliar por conta própria estes contornos, é querer saber mais do que o Papa e a Igreja.

Aliás, isso seria contraditório com a HISTÓRIA DA IGREJA. Por exemplo, o Papa Honório I, em matéria muito grave e que interessava à Igreja toda, pois era uma decisão em assunto de heresia, ao dar uma ordem, falhou e foi anatematizado por um Papa posterior, porque favoreceu a heresia.

Portanto, nas coisas em que o Papa não é infalível, ele normalmente não erra, mas pode errar. Qual é o critério que nos ilumina sempre: a TRADIÇÃO. O que for de acordo com a Tradição da Igreja é certo. O que não for é falso. Foi por esta razão que o Papa Honório foi anatematizado. Eis as palavras de São Leão II, Papa: “Anatematizamos Honório, que não ilustrou esta Igreja Apostólica com a doutrina da TRADIÇÃO apostólica, mas permitiu, por uma traição sacrílega, que fosse maculada a Fé imaculada (“…”) da TRADIÇÃO apostólica, que recebera de seus predecessores”. “… Não extinguiu, como convinha à sua Autoridade Apostólica, a chama incipiente da heresia, mas a FOMENTOU por sua negligência” (Denz-Sch. 563 e 561). Do mesmo modo o VI Concílio Ecumênico rejeitou de modo absoluto e execrou como nocivas às almas (sic) as cartas do Papa Honório, por ter “verificado estarem elas em inteiro desacordo” com a Tradição.

Eis porque o Concílio Vaticano I definiu: “O Espírito Santo não foi prometido aos sucessores de São Pedro para que estes, sob a revelação do mesmo, pregassem uma nova doutrina, mas para que, com sua assistência, CONSERVASSEM SANTAMENTE e expusessem fielmente o depósito da Fé, ou seja, a revelação herdada dos Apóstolos”. (D. 3070).
“Virgem Mãe de Deus Maria,
Que sozinha destruístes todas as heresias no mundo inteiro,
Rogai pelo povo, intercedei pelo clero.”

Fonte: Regi Saeculorum.

segunda-feira, 17 de junho de 2013

TRADIÇÃO: O indulto Agatha Christie

Saint Anthony Abbot
by Master of the Osservanza - 1425
Católica e tradicionalista! Ela e outros criaram um movimento que pediu e obteve do Papa permissão para celebrar APENAS a Missa em latim! Trata-se do


INDULTO AGATHA CHRISTIE



O “Indulto Agatha Christie” é como ficou conhecida a permissão concedida em 1971 pelo Papa Paulo VI para o uso da Missa Tridentina em Inglaterra e País de Gales. “Indulto” é um termo católico de Direito Canônico referindo-se a uma permissão para fazer algo que de outra forma seria proibido.

Após a introdução da Missa de Paulo VI para substituir o antigo rito em 1969-70, uma petição foi enviada ao Papa pedindo que fosse permitido o uso do rito tridentino por aqueles que desejassem na Inglaterra e no País de Gales.

A história diz que o Papa Paulo VI estava lendo silenciosamente a lista de signatários e, de repente, disse: “Ah, Agatha Christie!” e assinou a sua aprovação. Desde então tem sido conhecida, informalmente, em círculos tradicionais como Indulto Agatha Christie[1].


O Indulto Agatha Christie de 1971.


A) A petição de 1971 feita por conhecidos escritores, acadêmicos, artistas e historiadores residentes em Inglaterra, para que a Missa tradicional em latim fosse poupada[2].

domingo, 5 de maio de 2013

Alcance Jurídico da Bula "Quo Primum" de São Pio V

ALCANCE JURÍDICO DA BULA "QUO PRIMUM" 

 

I - NOTAS PRELIMINARES

1 - Se a Bula promulga uma verdadeira lei, esta será uma lei humana, cujo valor provem, não da natureza das coisas nem da vontade revelada de Deus, mas certamente de uma refletida escolha do legislador humano. 


2 - Este deverá, então, manifestar da maneira mais clara e completa que lhe for possível, a natureza e a extensão de sua vontade:
1º) Dizer que promulga uma verdadeira lei, criando uma obrigação jurídica. Não se trata, pois, de um simples desejo ou recomendação, nem de uma "diretiva", ou mesmo talvez, de uma vontade formal, mas vontade que não se declarasse como impondo uma ordem que obriga seus súditos.

2º) Em seguida, delimitar o campo de aplicação de sua lei quanto ao tempo, lugares e pessoas.

3º) Precisar, se for o caso, as modalidades da decisão legislativa: o que ela manda, o que permite e, talvez certos privilégios que concede ao lado da lei comum.

4º) No caso em que a prescrição não legisla sobre matéria inteiramente nova, precisar a relação da presente lei à lei ou aos costumes precedentes:

a) simples derrogação parcial;
b) simples abrogação.

5º) Como a lei habitual, não escrita, é munida de uma força que lhe é própria, decidir expressamente o que a nova lei dela conserva ou suprime.

3 - Para a expressão formal, oficial, destas diversas vontades, há certas "regras de direito", um vocabulário próprio, um "própria verborum significatio" que os juristas conhecem bem. A Igreja jamais as desprezou, pois são a garantia única, ao mesmo tempo contra o despotismo arbitrário e contra a anarquia.

segunda-feira, 11 de março de 2013

PE. CALMEL: Conservo a Missa Católica

Declaração do Rev.mo Pe. Roger Th. Calmel, OP


Eu conservo a MISSA TRADICIONAL, aquela que foi codificada, não fabricada, por São Pio V, no século XVI, conforme um costume multissecular. Eu recuso, portanto, o ORDO MISSAE de Paulo VI.

Por quê? Porque na realidade, este Ordo Missae não existe. O que existe é uma Revolução litúrgica universal e permanente, patrocinada ou desejada pelo Papa Paulo VI, e que se reveste, momentaneamente, da máscara de Ordo Missae de 3 de abril de 1969. É direito de todo e qualquer padre recusar-se a vestir a máscara desta Revolução litúrgica. Julgo ser meu dever de padre recusar celebrar a Missa num rito equívoco.

Se aceitarmos este rito, que favorece a confusão entre a Missa católica e a Ceia protestante — como o dizem de maneira equivalente dois cardeais e como o demonstram sólidas análises teológicas — então cairemos sem tardar de uma Missa ambivalente (como, de fato, o reconhece um pastor protestante) numa missa totalmente herética e, portanto, nula. Iniciada pelo Papa, depois abandonada por ele às igrejas nacionais, a reforma revolucionária da Missa seguirá sua marcha acelerada para o precipício. Como aceitar ser cúmplice?

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

FÉ CATÓLICA: Quando não se tem nem Missa nem Sacramentos

Garimpado na web, este texto traz consolo aos que se sentem ameçados pela ausência da Missa e dos Sacramentos. São tempos confusos e de treva os que nós vivemos. Estamos no fim dos tempos? Não sei ao certo, nem creio que devamos nos preocupar com isso. Devemos, sim, obedecer a Nossa Senhora que, em Fátima, nos deu o remédio para nossos males: Sem Missa? Rezem o Rosário! Refugiem-se no Imaculado Coração de Maria!

 

Para aqueles que não têm Missas


Nossa angústia permanece por nossos filhos e amigos exilados de centros tradicionalistas nos quais a Missa tradicional é preservada; aqueles que são obrigados, por circunstâncias várias, a viver longe de padres tradicionalistas e de sacramentos; nossa angústia perene por milhões de fiéis católicos (ou já ex-católicos) que perderam há muitos anos o contato com ambientes de fé e sacramentos preservados, sobretudo pela observância tradicional, por padres formados como sempre o foram pela Igreja Católica, idêntica a si mesma pelos séculos afora, essa angústia que nos acompanha sempre, filhos enjeitados por hierarcas furiosamente obstinados contra nós, levou-nos à surpreendente observação relativa às palavras de Nossa Senhora em Fátima, como relata Irmã Lúcia, em entrevista, ao Padre Fuentes conforme relato publicado no “O Cruzado de Fátima” (versão em inglês) de Fevereiro/Abril de 1986:

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

FSSPX: E agora?

Operação Memória: hoje, publicamos o Editorial n. 121, do Superior do Distrito da América do Sul, vindo à luz quando do "levantamento das excomunhões", em 2009. O texto foi traduzido de uma forma lastimável, mas serve para o fim a que se destina; contudo, tive que fazer umas correções necessárias. Notas no final; grifos em vermelho, nossos.


E AGORA?


Quantas coisas foram lidas ou escritas a propósito do decreto que Roma publicou no dia 21 de janeiro passado sobre a “excomunhão” que concernia ao quatro bispos da FSSPX desde 1988! A publicação deste documento, mesmo sendo imperfeito, constitui um ato valente do Papa Bento XVI, cujas consequências convêm analisar agora, depois que a tormenta da imprensa se acalmou um pouco.

Antes de tudo, há um fato histórico: no dia 1º de julho de 1099, o então Prefeito da Congregação para os Bispos publicou um decreto de excomunhão contra Dom Lefebvre, Dom Antônio de Castro Mayer e os quatro bispos da FSSPX que tinham sido sagrados por eles, difamando suas pessoas, a própria Fraternidade e suas obras.

Certamente, como dirá Dom Fellay, Superior Geral, esta censura era nula, tanto diante de Deus como para o Direito Canônico, de modo que não temos necessidade de sermos absolvidos dela, pois não existe. No entanto, o decreto do dia 21 de janeiro de 2009 é muito bem-vindo porque, nos fatos, a Tradição estava excomungada pelo antigo decreto.

Com efeito, quantas pessoas, sem terem as luzes necessárias, tiveram medo desta sentença e não tinham coragem de passar as portas de nossas capelas e igrejas, durante mais de 20 anos! O atual decreto é lamentável no sentido de que não declarou nulo o de 1988; mas, por outra parte, é compreensível que Roma deseje guardar certa compostura e não se desdizer, dando pé para abater ainda mais a autoridade que já está posta em discussão.

Nossa alegria, no entanto, não é completa, porque nosso Fundador, Dom Lefebvre, não foi explicitamente reabilitado; assim se expressava Dom Fellay na sua carta aos fiéis do dia 24 de janeiro passado, na qual desejava esta “sua próxima reabilitação”.

O desejo que este decreto expressa de abordar a questão doutrinal, isto é, o tema de fundo que nos opõe a Roma já faz 40 anos, é uma resposta à condição apresentada por Dom Lefebvre no dia seguinte das sagrações e que ele expressava neste termos: “Se querem que voltemos a falar, neste momento serei eu que porei as condições (…) Eu situarei a questão no nível doutrinal: Estão de acordo com as grandes encíclicas de todos os papas que vos precederam? Estão de acordo com Quanta Cura de Pio IX, Immortale Dei e Libertas de Leão XIII, Pascendi de Pio X, Quas Primas de Pio XI e Humani Generis de Pio XII? Estão em plena comunhão com estes papas e suas afirmações? Aceitam o juramento anti-modernista? Estão a favor do reinado social de N Senhor Jesus Cristo? Se não aceitam a doutrina dos seus predecessores será inútil falar”
[1].

Depois de ter esperado mais de 20 anos, é o próprio Papa quem convoca para estas discussões doutrinais: “Até que as questões relativas à doutrina não sejam esclarecidas, a Fraternidade não tem nenhum estado canônico na Igreja, e seus membros, apesar de terem sido liberados da sanção eclesiástica, não exercem legitimamente nenhum ministério na Igreja”[2]. Bento XVI lembra que “Quem quiser ser obediente ao Concílio, deve aceitar a fé professada no decorrer dos séculos e não pode cortar as raízes da qual a árvore vive”[3].

Deste modo, o problema foi proposto em toda sua exatidão. O Papa ensina que existe continuidade entre os Concílios de ontem e o Vaticano II, enquanto a Fraternidade afirma que este último concílio está em evidente ruptura com a Tradição.

Dom Fellay, como digno sucessor de Dom Lefebvre, deseja que os textos conciliares sejam passados pelo crivo da Tradição: “Longe de querer deter a Tradição em 1962, desejamos considerar o Concílio Vaticano II e o ensinamento post-conciliar à luz da Tradição, que São Vicente de Lérins definiu como ‘o que foi crido sempre. Por todos e em todas partes’ (Comonitório), sem ruptura e conforme a um desenvolvimento perfeitamente homogêneo. Só assim poderemos contribuir eficazmente para a evangelização que pediu o Salvador”
[4]. Deste modo, sairão à luz todas as ambiguidades e erros de que estão cheios os textos conciliares.

Temos que estar convencidos de que o fim primeiro das discussões da Fraternidade São Pio X com Roma não é a obtenção de um estatuto canônico para ela mesma, mas sim realizar um serviço em favor da Igreja, ajudando as Autoridades eclesiásticas para que voltem à Tradição. A questão canônica, que tem sua importância, não será abordada a não ser quando tenham sido assentadas as bases desta restauração. A Fraternidade não trabalha para si mesma, mas para a Igreja!

Alguém poderia objetar o seguinte: “Por acaso não será utópico e ingênuo
[5] querer esperar esta reabilitação da Tradição na Igreja considerando quanto o Modernismo penetrou em Roma?

Raciocinar deste modo implicaria esquecer que a Igreja é divina, tanto na sua origem como na sua constituição. Podemos esperar, com efeito, que Deus recompensará a
inegável coragem que Bento XVI manifestou concedendo as duas premissas solicitadas pela FSSPX, e que lhe alcançará forças e luzes necessárias para concretizar uma restauração que parece impossível do ponto de vista humano. Quanto tempo levará isso? Só Deus sabe! Recordemos, no entanto, que, quando São Pedro tinha sido posto na prisão, “a Igreja rezava incessantemente por ele”[6] e que sua inesperada libertação encheu os seus discípulos “de assombro”,[7] precisamente porque era imprevisível.

É importante considerar também as reações furiosas dos que se opõem à Tradição como resultado da publicação do Motu Proprio que reabilita a Missa de São Pio V e o decreto sobre as excomunhões. Gerou uma indizível oposição, não só contra a Fraternidade São Pio X, mas também contra o Papado, e foi levada adiante por Episcopados inteiros, como é o caso do da Alemanha.

É claro que, quanto mais o Papa quiser
[8] afastar-se do espírito do mundo e dos seus princípios para aproximar-se da Tradição Católica, outro tanto terá que sofrer a perseguição que NSJC predisse aos seus Apóstolos, na Quinta feira Santa: “Se o mundo vos odeia, sabei que Me odiou a Mim antes que a vós”[9]. Os acontecimentos recentes põem luz sobre a profecia de Nª. Sra em Fátima: “O Papa terá muito que sofrer”. A Fraternidade conhece estas perseguições já faz 30 anos, e talvez ajude o Papa a pensar, agora que ele mesmo está no centro da tormenta.

O que acontecerá agora? Já veremos qual forma concreta tomarão estas discussões doutrinais. É evidente
[10] que a FSSPX guardará sua liberdade de palavra, a que não deixou de exercer desde sua fundação. Continuaremos defendendo a Tradição, seguiremos denunciando[11] os erros do Modernismo que corroem a Igreja no seu próprio interior e prosseguiremos trabalhando pelo restabelecimento do Reino de Cristo Rei.

Neste contexto cada um deve conservar o seu posto, convencido de que os superiores são os únicos
[12] que têm as graças de estado para guiar-nos nas inúmeras emboscadas que nos rodeiam. Saibamos que têm consciência diante de Deus dos deveres que lhes incumbem, no intuito de ajudar Roma a voltar à Tradição, graças a estas discussões doutrinais que se anunciam. Rezemos por eles, cooperemos com eles com nossos sacrifícios e renovemos nossa confiança. Deixemos de lado os rumores, e olhemos unicamente os textos oficiais publicados pela Fraternidade, em lugar de procurar comentários mais ou menos duvidosos que são publicados em Internet e noutras partes.

Acabamos de assistir à Semana Santa, na qual seguimos de perto N. Senhor na sua Paixão, Morte e sepultura até sua gloriosa Ressurreição. A Igreja, que é “Cristo continuado”, também sofre, tem seu Calvário e é crucificada pelos inimigos que a querem levar ao sepulcro. Devemos convencer-nos de que esta Paixão também chegará ao seu fim. Isso dependerá de Deus. Ele saberá acolher nossas orações e sacrifícios. Rezemos pelo Papa e pelos Superiores da FSSPX. Não convém aos católicos o desespero! Afastemos a suspeita, os rumores mortificantes, lembrando que Cristo está junto da sua Igreja e especialmente junto do seu Vigário, até o fim dos tempos, posto que rezou por ele “para que sua fé não desfaleça”
[13]. Isso é de Fé.

Que Deus os abençoe! 

Padre Christian Bouchacourt
Superior de Distrito América del Sur


[1] Dom Lefebvre, “Fideliter”, nº 66. – Do Blog: Ler trechos aqui.
[2] Carta de Bento XVI aos bispos da Igreja Católica, 10 de março de 2009. – Do Blog: Remissão da Excomunhão aos Quatro Bispos da FSSPX.
[3] Ibidem.
[4] Comunicado de Dom Fellay, 12 de março de 2009. – Do Blog: ler aqui.
[5] Do Blog: os adjetivo não são estes. Claramente, é o mesmo que querer entrar em um chiqueiro e não se sujar. Então, alguns adjetivos vem à mente rapidamente...
[6] Atos 12, 5.
[7] Ibidem, 12, 16.
[8] Do Blog: Bom, depois de Assis III, das visitas a mesquitas e sinagogas, de rezar junto com o Arcebispo de Canterbury (reconhecendo nele um Arcebispo), de colocar papeizinhos com orações no Muro das Lamentações, de se reunir com protestantes e hereges de todo tipo, de continuamente ufanear o ecumenismo como coisa boa, depois disso tudo e de todas os demais escritos, ações, manifestações etc. de BXVI que mostram claramente que ele está caminhando cada vez mais longe da Tradição e da Fé Católica, podemos concluir que ele não quer se afastar do espírito do mundo e dos seus princípios para aproximar-se da Tradição Católica... e mais adjetivos me vêm à mente!
[9] Mt, 15, 18-20.
[10] Do Blog: Well, não aprece tão evidente assim, agora.
[11] Do Blog: como será feito isso, reverendo, quando Roma exige que se aceite o CVII?
[12] Do Blog: Se os Superiores são os únicos que “têm as graças de estado para guiar-nos nas inúmeras emboscadas que nos rodeiam”, porque não confiar cegamente e obedecer cegamente ao Papa, que, me parece, é superior a qualquer Superior dentro da Igreja?
[13] Lc, 22, 32.

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Missal de 1962 reformado.

Já havia distribuído esta tradução entre meus contatos, mas agora publico aqui. Enfatizo que não somos sedevacantista (não seria tão fácil assim para Bento XVI!!!) 


NOVO MISSAL DE 1962

Pronto o Missal híbrido reformado para uso dos chamados "tradicionalistas" sujeitos a Roma Apóstata...


Mencionamos esta interessante notícia: parece que mudaram, com as chamadas 'inovações' tomadas do "Novus Orror Missae", o missal de 1962 de João XIII, o mesmo Pontífice havia dito na carta aos Bispos que: "De resto as duas formas do uso do Rito Romano podem se enriquecer uma a outra: no Missal antigo poderão e deverão ser inseridos novos santos e alguns dos novos prefácios. A Comissão "Ecclesia Dei" no entanto em contato com os diversos institutos dedicados ao "usus antiquior" estudará as possibilidades práticas", então, parece que chegamos ao ponto, e a chamada "comissão" teria terminado os trabalhos e mandou imprimir o Missal de "Giovannone" [Joãozão, referência jocosa a João XXIII] com modificações pró Novus Orror Missae. Assim, no geral, estamos de acordo com os Padri Traditio com sua analise, mas discordamos [não este blog, sobretudo após o Capítulo ter oficializado a posição "unânime"] da afirmação de "pseudo-tradicionista, Neo-Fraternidade São Pio X (NSSPX)", apenas no caso em que Fellay alcance [eu diria COMPLETE, porque, gostando ou não, o acordo existe e está em plena implementação] um acordo com os assassinos da Fé Católica faremos nossa esta afirmação porque a Fraternidade se encontraria inserida na nova igreja modernista, (junto com todos os que se dizem tradicionalistas mas na realidade não o são porque não rejeitam todas as inovações anticatólicas), parida no conciliábulo e, portanto, obedecendo as ordens desta gente que há 50 anos vem amplamente demonstrando que está enlameando o que resta da Igreja Católica Apostólica Romana de Nosso Senhor Jesus Cristo...


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O Missal "modernizado" de Bento-Ratzinger de 1962 está agora na gráfica, enquanto o "Missa de 1962" será abolido; daqui para frente quem utiliza o "Motu proprio" deverá utilizar o novo "Missal híbrido de 2012".




Artigo tomado da: I Padri TRADITIO (Fonte original)

domingo, 26 de agosto de 2012

A Santa Missa e o dilúvio do Modernismo

"Que a Missa fosse em latim, então, e o povo não falasse latim, isso era parte do mistério da Missa, porque a Missa não falava ao nosso vizinho, mas falava a Deus"

A Santa Missa e o dilúvio do Modernismo

Il ritorno di Don Camillo (1953)
Fernandel interpreta Dom Camillo

"Veja [padre], é a coisa mais normal que há, não fizemos nada para que tudo isso começasse, continuamos a celebrar a Missa em Cahirciveen [Irlanda. NdTª.] da maneira que sempre fizemos, na forma como fomos educados a fazer. A Missa! A missa em latim, o sacerdote com as costas viradas para os fiéis, para que seja [através] dele que os fieis olhem o altar onde está Deus. Oferecer a Deus o sacrifício cotidiano da Missa. O pão e o vinho que se tornam o Corpo e o Sangue de Jesus Cristo, da maneira que Jesus disse a seus discípulos para fazerem na Última Ceia. "Este é o meu corpo e este é o meu sangue: fazei isto em memória de mim". Deus enviou Seu Filho para nos redimir. Seu Filho veio ao mundo e foi crucificado por causa de nossos pecados, e a Missa é a comemoração [Do latim COMMEMORÀRE (CUM+MEMORÀRE = lembrar juntos), chamar à memória, fazer menção, lembrar de modo bastante solene pessoas e fatos notáveis. Não comemoração no sentido de festa, banquete, alegria. NdTª.] da Crucificação, o sacrifício do Corpo e do Sangue de Jesus Cristo por causa dos nossos pecados. A Missa significa o sacerdote e os fiéis que rezam a Deus, que assistem ao milagre pelo qual Jesus Cristo vem novamente entre nós; o Corpo e o Sangue sob forma de pão e de vinho lá, no altar. E a Missa é dita em latim, pois o latim é a língua da Igreja, a Igreja é Una e Universal, de modo que o católico poderia ir a qualquer igreja do mundo, aqui como em Tombuctu, na China, e ouviria a mesma Missa, a única Missa que havia no passado, a Missa em latim. Que a Missa fosse em latim, então, e o povo não falasse latim, isso era parte do mistério da Missa, porque a Missa não falava ao nosso vizinho, mas falava a Deus. A Deus Todo-Poderoso! Fizemos assim por quase dois mil anos, e em todo esse tempo a igreja foi um lugar onde as pessoas permaneciam tranquilas, respeitosas, era um lugar silencioso, porque Deus estava lá, Deus estava no altar, no Tabernáculo, sob a forma de hóstia e de cálice de vinho. Era a casa do Senhor, onde todos os dias se realizava o milagre cotidiano. Deus vinha entre nós. Um mistério. Ao contrário, esta nova missa não é mistério, mas uma piada, uma chatice, não fala com Deus, fala com o nosso vizinho: é por isso que é em Inglês, Alemão, Chinês e em qualquer outra língua que as pessoas falem na igreja. Dizem que é um símbolo, mas um símbolo de quê? É um espetáculo, eis o que é. As pessoas já o entenderam. E como! É por isso que sobem o monte Coom [perto de Cahirciveen], é por isso que eles vêm com aviões e navios, com carros lotados, as tendas armadas nos campos, que Deus os ajude, e é por isso que permanecem, mesmo que o céu venha abaixo, e quando o sino do Santo ressoa no momento da Elevação, quando o sacerdote se ajoelha e ergue a Hóstia - Sim, aquele bendito Salvador -, mantém no alto a Hóstia, Deus Todo-Poderoso, a comunidade se ajoelha às costas do sacerdote, se ajoelha para adorar o seu Senhor, sim, padre, se o senhor visse esta gente, com as cabeças descobertas, a chuva batendo no rosto, quando vêem a Hóstia erguida, aquele pedaço de pão não fermentado que, graças ao mistério e ao milagre da Missa, é agora o Corpo e o Sangue de Jesus Cristo, o nosso Salvador, bem, então, o senhor sentiria vergonha, padre, vergonha por querer varrer tudo isso e colocar em seu lugar o que o senhor coloca agora - canções, guitarras, abraços com o vizinho, representações teatrais e absurdos, tudo para atrair as pessoas para a igreja da mesma maneira que antigamente eram atraídas no salão paroquial para um jogo de bingo!"

Extraído de "Católicos", de Brian Moore (Ed. Lindau, 2012) (Capítulo 1 em Italiano, ou vide abaixo).



Citações: Luca Fumagalli
 
Fonte: RadioSpada 
Tradução: Giulia d’Amore di Ugento

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Missa de sempre em prisão domiciliar!

O Rito latino usus antiquior está em "liberdade vigiada".


A Missa “antiga”, aquela que gostamos de chamar a “Missa de sempre”, foi, já faz quatro anos, liberalizada. Com um ato sem precedentes, o Santo Padre declarou que “nunca foi abolida”. Daquela declaração nasceu toda a nossa história. Resta um problema: esta liberdade é “vigiada”, e isto não faz sentido.

Sabemos bem que uma liberdade vigiada não reconhece o pleno valor daquilo que libera. Nas Dioceses, permanece uma mentalidade negativa ou desconfiada em relação ao rito tradicional. Pensa-se que este retorno ao rito antigo seja uma concessão, um indulto, um ato de bondade do Santo Padre em favor daqueles católicos, Sacerdotes e fieis, que ainda não se adaptaram à modernidade. Se o caso fosse esse, seria um falso indicar que a Missa tradicional nunca foi abolida!

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

domingo, 18 de dezembro de 2011

Por quê retornar à Missa de São Pio V?

1ª Carta do pároco aos fiéis sobre a decisão de não mais celebrar a missa segundo o Novus Ordo

[Nota da Permanência] O Padre Louis Demornex é Pároco de Fontanaradina di Sessa Aurunca, na provincia di Caserta, Itália. Ao comunicar ao seu bispo sua decisão, recebeu repreensões e sanções. Foi afastado da paróquia. Mais tarde foi reintegrado, mas seu caso ainda está em "julgamento". Coisas da "Outra", como Corção gostava de chamar a nova Igreja de Vaticano II. Enquanto isso, o carnaval ecumênico de Dom Ivo Lorscheiter, em Santa Maria, ou os shows do Pe. Marcelo não precisam de "julgamento", pois fazem parte dos seus ritos. 

As cartas foram colhidas no site italiano Inter multiplices una vox

CARTA DE UM PÁROCO A SEUS PAROQUIANOS
PRIMEIRA CARTA


Por quê retornar à Missa de São Pio V
O motivo determinante é a questão dos Fragmentos consagrados que estão sendo profanados de todos os modos possíveis:

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Declaração do Reverendíssimo Pe. Roger Thomas Calmel, OP

Eu conservo a MISSA TRADICIONAL, aquela que foi codificada, não fabricada, por São Pio V, no século XVI, conforme um costume multissecular. Eu recuso, portanto, o ORDO MISSAE de Paulo VI.

Por quê? Porque na realidade, este Ordo Missae não existe. O que existe é uma Revolução litúrgica universal e permanente, patrocinada ou desejada pelo Papa Paulo VI, e que se reveste, momentaneamente, da máscara de Ordo Missae de 3 de abril de 1969. É direito de todo e qualquer padre recusar-se a vestir a máscara desta Revolução litúrgica. Julgo ser meu dever de padre recusar celebrar a Missa num rito equívoco.

Se aceitarmos este rito, que favorece a confusão entre a Missa católica e a Ceia protestante — como o dizem de maneira equivalente dois cardeais e como o demonstram sólidas análises teológicas — então cairemos sem tardar de uma Missa ambivalente (como, de fato, o reconhece um pastor protestante) numa missa totalmente herética e, portanto, nula. Iniciada pelo Papa, depois abandonada por ele às igrejas nacionais, a reforma revolucionária da Missa seguirá sua marcha acelerada para o precipício. Como aceitar ser cúmplice?

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ABORTO - O GRITO SILENCIOSO

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