Ao publicarmos no Pale Ideas o famigerado Motu Proprio Summorum Pontificum, anotamos a peculiaridade de haver apenas a versão em latim e... em húngaro. O que é estranhíssimo pelo simples fato de que, em tese, era endereçado especificamente aos "lefebvrianos" (como eles gostam de nos rotular), os quais, ao que se saiba, em sua grande maioria, não falam o húngaro, assim como a grande maioria dos bispos aos quais o documento se dirigia.
Escrevemos: "O Vaticano só pôs à disposição as versões em Húngaro (?) e Latim".
Ao publicarmos, em seguida, a "Carta aos Bispos" que explicava do que se tratava, diante das prontas reclamações do bispos modernistas preocupados, quiçá, em ter que voltar a estudar latim... ou estudar pela primeira vez, dependendo da formação que receberam nos seminários conciliaristas, anotamos: "Esta segunda Carta - Não-Apostólica - foi traduzida em Alemão, Espanhol, Francês, Inglês, Italiano, Português. Estranhamente, esqueceram da língua Húngara".
Estranho o idioma húngaro, estranha a necessidade de explicar do que o Motu proprio tratava... Enfim!
Escrevemos: "O Vaticano só pôs à disposição as versões em Húngaro (?) e Latim".
Ao publicarmos, em seguida, a "Carta aos Bispos" que explicava do que se tratava, diante das prontas reclamações do bispos modernistas preocupados, quiçá, em ter que voltar a estudar latim... ou estudar pela primeira vez, dependendo da formação que receberam nos seminários conciliaristas, anotamos: "Esta segunda Carta - Não-Apostólica - foi traduzida em Alemão, Espanhol, Francês, Inglês, Italiano, Português. Estranhamente, esqueceram da língua Húngara".
Estranho o idioma húngaro, estranha a necessidade de explicar do que o Motu proprio tratava... Enfim!