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quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

O Discernimento da Subversão



O Pale Ideas endossa o texto publicado no site da FAMILIA BEATAE MARIAE VIRGINIS. Asseguro-lhe, Ir. Joaquim, aqui ninguém está cansado!!! Adelante!!!

Vemos no texto em tela como o lobo que finge ser pastor, para melhor enganar as ovelhas, lhes diz que o verdadeiro pastor é... um lobo!!! Algumas ovelhas percebem que algo está errado, mas outras... confusas por tantas idas e vindas nos discursos do lobo já não sabem a quem ouvir. 

A respeito disso, falando com minha filha sobre a situação das Irmãs de La Reja, estávamos consternadas pelo fato de que elas continuam seguindo o lobo e pensávamos em uma forma de ajudá-las. Contudo, minha filha, sabiamente, me fez ver que nada podemos fazer. As Irmãs argentinas não vivem isoladas do mundo por completo. Não têm acesso direto à internet, mas recebem notícias dos fiéis que as visitam, das cartas que recebem dos familiares, das conversas de corredor... E, por outro lado, não podemos não lembrar das Carmelitas alemãs, que não precisaram que ninguém lhes lembrasse seu dever e sua Fé. Elas mesmas botaram para correr os lobos, e hoje a Divina Providência as instalou em um novo convento, como elas desejavam!

Esses fatos devem nos fazer refletir. E pensando nos fiéis e nos padres que ainda seguem Fellay repetindo a si mesmos que está tudo bem, que o acordo não foi firmado, que é sensato rezar para que a Tradição RETORNE à Igreja (qual?), que devem ser obedientes a qualquer custo... pensando nessas pessoas que esqueceram TUDO o que Mons. Lefebvre disse sobre Roma, eu sinto um misto de tristeza e decepção. Tristeza, porque essas almas estão selando seu destino eterno com uma imprudência insana. Decepção, porque alguns que eu conheci - fiéis e padres - me pareciam inteligentes, sensatos e profundos conhecedores da Doutrina Católica. Ou me enganei ou devo crer em uma ação do sobrenatural. 

Ah! Sim! Outro "sentimento" que tenho é de impaciência com a tibieza e/ou a indecência de preferir um prato cheio e um leito quente à verdade

Os grifos no texto abaixo são nossos. Deu vontade de grifar tudo, porque nada do que está escrito é desnecessário, supérfluo ou irrelevante.


MISSAS DE DEZEMBRO: Aviso aos leitores de Minas Gerais


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quarta-feira, 25 de dezembro de 2013

Natal do Senhor - Capela Cristo Rei/Ipatinga-MG. Com Rev. Padre Ernesto Cardozo

Agradecemos o envio das fotos da Missa em Ipatinga, na Missão Cristo Rei, rezada pelo rev. Pe. Cardozo. A todos um Feliz e Santo Natal!




Fotos da Santa Missa em Betim, rezada pelo rev. Pe. Cardozo

Vejam as fotos da Santa Missa em Betim, rezada pelo rev. Pe. Cardozo: 


clique na imagem para ver todas.


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... Isaias 9-6

Encerramos as atividades deste ano e esperamos voltar em 2014, se Deus permitir. Algumas publicações já estão programadas, outras serão realizadas, se houver necessidade. A todos, nossos agradecimentos e nossos sinceros votos de um Santo Natal e de um Ano Novo verdadeiramente NOVO: CRISTÃO!

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CONSAGRAÇÃO AO MENINO JESUS NO NATAL

CONSAGRAÇÃO AO MENINO JESUS NO NATAL


Senhor Jesus, Filho eterno de Deus, que vos dignastes conhecer e santificar nossa condição humana, nós vos adoramos em Vossa Infância e Vos damos graças de nos ter aberto, por ela, o caminho ao Vosso Sagrado Coração.

Nesta festa de Natal de ......, nós nos consagramos a Vós e vos tomamos por modelo, para que Vosso Pai veja resplandecer em nossas almas a semelhança de Seu Filho amado.

Nós vos suplicamos de nos comunicar as virtudes que praticastes nos trinta anos de Vossa vida escondida, onde queremos buscar o alimento da nossa vida cristã.

Ó Menino Jesus, Rei dos corações, nós vos escolhemos como verdadeiro sacerdote de nossa pequena capela, como Mestre de vida interior, como modelo de obediência e guia no caminho da perfeição.

Preservai-nos do espírito do mundo e derramai em nossas almas as graças que transbordam de Vosso Sacratíssimo Coração: a mansidão e a verdadeira humildade; a fé e o amor por Vossa Santa Igreja, perseguida até a morte; o desprezo pelas honras do mundo; a castidade, o espírito de sacrifício e uma caridade fraterna tão sólida que afaste para sempre as divisões, os falatórios e a discórdia.

Para tanto, queremos imitar a docilidade do Vosso Coração às inspirações do Divino Espírito Santo e Vossa admiração contemplativa da Vontade do Pai.

Dai-nos uma piedade filial, terna e profunda para com Vossa Santa Mãe, que recebeu poder sobre Vós nos dias de Vossa vida mortal.

Senhor Jesus, fazei que tudo em nossas vidas seja feito segundo a vontade de Deus, que saibamos adorar na fé os desígnios de Sua atenção paternal e que nossa vida interior, toda marcada por Vossa presença, mergulhe cada dia mais no mistério de amor das Três Pessoas Divinas, onde reinais eternamente com o Pai, na unidade do Espírito Santo.

Amém.

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Feliz Natal!

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terça-feira, 24 de dezembro de 2013

O SANTO ROSÁRIO


O Rosário consiste em duas realidades: a oração mental e a vocal, sendo a primeira caracterizada pela meditação dos mistérios de vida, morte e glória de Nosso Senhor e de Sua Mãe Santíssima, e a segunda consiste em rezar as quinze dezenas de Ave-Marias precedidas pelo Pai-Nosso.


Disposições para Bem Rezar 

 

- Estar em estado de graça, ou pelo menos com esse propósito.
- Com atenção, evitar as distrações voluntárias.
- Controlar a imaginação, para não ser dominado pelas distrações involuntárias.
- Recusar as insinuações do demônio, que trabalha fortemente para que acreditemos que será inútil rezar o

Rosário, pelo fato de ser orações repetitivas, colocando argumentos como:

“Faça uma meditação de 30 minutos, é melhor...”; então jamais pare de rezar um Rosário, mesmo que você não tenha nenhuma devoção sensível.


Divisões


O Rosário é dividido em 15 mistérios. Pode ser rezado os quinze de uma vez, ou ser dividido em 3 terços.


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Começando a Rezar o Terço ou o Rosário:

segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

DESEJOS DE NATAL

 

DESEJOS DE NATAL


Dá de presente o que você não possui...
Ocupe-se dos aborrecimentos,
dos problemas de seu próximo.
Cuide das tribulações,
das exigências de quem está perto de você.

Dá de presente aos outros a luz que não possui,
a força que você não tem,
a esperança que você sente vacilar em si,
a confiança que lhe falta.
Ilumina-os com sua escuridão.
Enriquece-os com sua pobreza.

domingo, 22 de dezembro de 2013

Tríduo para a festa de Natal

Queridos irmãos em Cristo Jesus, o Verbo encarnado no seio virginal de Maria Santíssima, para aqueles que, por algum motivo, não puderam dar início a Novena de Natal, há uma segunda opção para preparar bem o coração, em espírito de piedade e devoção: rezar o tríduo para a festa de Natal!

Tríduo para a festa de Natal


Do dia 22 de Dezembro ao dia 24 do mesmo mês

 

I. Ó Verbo divino, Salvador das nossas almas, já que quisestes vir morar conosco neste mundo, para o renovar com os exemplos da vossa vida divina, fazei que nestes santos dias nos esforcemos para seguir os amorosos desígnios do vosso Coração e imitar os vossos exemplos de virtude.
Gloria Patri...

II. Ó Verbo divino, Deus grande, Deus imenso, Senhor dos senhores, Dominador absoluto do universo, que por nosso amor quisestes nascer menino, envolto em pobres andrajos, sem teto, num presépio em meio de vis animais, e sofrer males infindos, fazei que nós, renunciando ao mundo, aos seus bens enganadores e aos seus prazeres, abracemos a humildade, a pobreza de espírito, e a mortificação de nós mesmos.
Gloria Patri...

III. Ó Verbo divino, Autor e Rei dos séculos, verdadeiro Filho de Deus e de Maria, anunciado pelos profetas, esperado pelos patriarcas e desejado pelos povos, que quisestes nascer nas trevas da noite para ser a luz dos homens e lhes servir de caminho, verdade e vida; fazei que nós, abominando a impiedade do mundo, aprendamos de vós a viver justa e piedosamente, e, confiados na esperança da glória bem-aventurada, renunciemos a nós mesmos e todos nos consagremos a vós.
Gloria Patri...

V. Roráte caeli désuper, et nubes pluant justum.
R. Aperiátur terra, et gérminet Salvatórem.

Oremus. Deus, qui nos redemptiónis nostrae ánnua exspectatóne laetíficas: praesta, ut Unigénitum tuum, quem Redemptórem laeti suscípimus, veniéntem quoque júdicem secúri videámus, Dóminum nostrum Jesum Christum, Fílium tuum.
R. Amen.


Fonte: Manual da Paróquia, compilado por Monsenhor Leovigildo Franca. Petrópolis: Editora Vozes, 1950.
Visto em: http://aalegriadaminhajuventude.blogspot.com.br/2011/12/triduo-para-festa-de-natal.html



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2014 - MISSA TRIDENTINA EM CAMPO GRANDE-MS


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sábado, 21 de dezembro de 2013

Missas de dezembro - lembrete!


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Recadinho da Missão São Miguel de Tucumán, na Argentina

Os fiéis de Tucumán, na Argentina, enviam à Resistência os votos de Feliz Natal!
Los fieles de Tucumán, Argentina, envían a la Resistencia votos de ¡Feliz Navidad!

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* Esta foto é uma composição nossa, para juntar o grupo todo. Os originais (duas fotos distintas) podem ser vistos aqui: http://syllabus-errorum.blogspot.com.br/2013/12/fieles-de-la-mision-san-miguel-de.html

Esta foto es nuestra composición, para unir al grupo. Los originales (dos imágenes separadas) se puedem ver aquí: http://syllabus-errorum.blogspot.com.br/2013/12/fieles-de-la-mision-san-miguel-de.html

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sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

FRASE DO DIA

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O Vaticano e o ERRATA CORRIGE

O DICI - que agora é filial do l'Osservatore Romano - publica esta noticia: O Papa corrige no La Stampa os mal-entendidos provocado pela "Evangelii gaudium"

Ou seja, mais uma vez é preciso "corrigir" ou explicar o que o Bergoglio diz ou escreve!

Não me consta que outro Papa na História da Igreja tenha feito isso. Ah! Sim! Bento XVI, quando levantou as excomunhões aos quatro Bispos da FSSPX e depois precisou explicar do que se tratava. A diferença entre eles é que com Bento se tratava apenas de "explicar aos bispos recalcitrantes", com Bergoglio se trata de CORRIGIR as besteiras que diz e de EXPLICAR o que ele pretendia dizer. É, no mínimo, patético...

Assim, depois de terem "explicado" a entrevista àquele jornalista ateu, agora vêm corrigir os "mal-entendidos" da primeira encíclica toda dele (até onde se sabe)... 


Assim, caminha "bem" a igreja bergogliana, para onde se pretende fazer retornar a Tradição!!! Esta igreja, sim, é falha, pecadora e humana!

A Igreja de Cristo, pela graça de Deus, continua SANTA, porque Santo é Seu Fundador, Nosso Senhor Jesus Cristo!!!


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A SANTA MISSA, CONTRAPESO DA OBRA DO ANTICRISTO

wi2007-46
 


Se o sacrifício da Missa se extinguisse, não tardaríamos em cair novamente no estado depravado em que se encontravam os povos contaminados pelo paganismo, e tal será a obra do Anticristo: ele tomará todos os meios para impedir a celebração da santa Missa, afim que este grande contrapeso seja abatido, e que Deus coloque fim então em todas as coisas, não tendo mais razão de fazê-las subsistir.

Podemos facilmente entender isso, pois, desde o protestantismo, vemos muito menos força no seio das sociedades. Guerras civis se levantaram, trazendo com elas a desolação, e isso unicamente porque a intensidade do sacrifício da missa diminuiu. Este é o começo do que acontecerá quando o diabo e seus sequazes estiverem desacorrentados por toda a terra, colocando nela a perturbação e a desolação, assim como Daniel nos advertiu.

Dom Prosper Guéranger

Explicação da santa Missa

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Brincando de adivinhar II - consequência

Mais uma vez nos alegramos pela fidelidade dos fellayanos ao Pale Ideas, apesar de não ser nada louvável, pois há fidelidades mais essenciais à alma humana, como a fidelidade a Cristo, à verdadeira Igreja, à Tradição... Wherever... Fato é que hoje a página da FSSPX da Casa Generalícia ostenta uma bela imagem de Natal: 



Diferentemente da que estava disponível até ontem (e por vários dias):

A MENTIRA

Um padre, ao fazer seu sermão costumeiro, anunciou:

- Meus filhos, no próximo domingo falarei sobre a mentira. Para isso gostaria que vocês recordassem o que diz o oitavo mandamento: “Não levantar falso testemunho”, bem como gostaria muito que lessem o capítulo 17 do Evangelho de São Marcos!

Assim, passou-se a semana e chegou o domingo.

No momento da homilia, o padre assim falou:

- A mentira é um problema muito sério e muito atual. O oitavo mandamento da Lei de Deus proíbe que se falem mentiras. A mentira é uma coisa muito feia. Vamos analisar isso à Luz do Evangelho: Quem leu o capítulo 17 do evangelho de São Marcos, como eu pedi no domingo passado?

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Papa Francisco e a condenação de Cristo

Adoração ao bezerro de ouro

“[...]
Presente, enfim, no vale todo o gênero humano, correr-se-ão as cortinas do céu, e aparecerá o supremo Juiz sobre um trono de resplandecentes nuvens, acompanhado de todas as jerarquias dos anjos, e, muito mais, de sua própria majestade. A primeira coisa que fará, será mandar apartar os maus dos bons, e os ministros desta execução serão os anjos: Exibunt angeli, et separabunt malos de medio justorum. Para se entender melhor esta separação, havemos de supor com o profeta Zacarias que antes dela não hão de estar os homens ali juntos confusamente, mas, para maior grandeza e distinção do ato, hão de estar repartidos todos por seus estados: Familia et familia seorsum. A uma parte hão de estar os papas, a outra os imperadores, a outra os reis, a outra os bispos, a outra os religiosos, e assim dos demais estados do mundo. Separados todos por esta ordem, conforme o lugar que tiveram nesta vida, então se começará a segunda separação, segundo o estado que hão de ter na outra, e que há de durar para sempre.

Brincando de adivinhar...



Editado em 25/12/13: veja o que houve: http://farfalline.blogspot.com/2013/12/brincando-de-advivinhar-ii-consequencia.html.

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O SAPO ESTÁ SERVIDO: ou a nova cruzada de DOM Fellay!!! - O RETORNO!!!

Diante do ataque terrorista dos pupilos do senhor prior, republicamos o artigo que foi hackeado pelos sectários fellayanos que gostam de AGIR NAS TREVAS! 

Se "sumir" de novo, publicaremos de novo. Se sumir o blog, faremos outro. Vamos ver quem cansa primeiro. 

É espantoso esse oceano de virtudes que temos testemunhados, nesse último ano, nas capelas, igrejas e centro-de-missa de tolerância da Neo-FSSPX. 

Aproveitamos o ensejo para agradecer vivamente a pública demonstração de que "eles" seguem o Pale Ideas diariamente, mesmo que seja para nos atacar. Um Feliz Natal e um Próspero Ano Novo também para você!!!  



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Há tempos vimos usando a metáfora do "cozinhar o sapo" para explicar a técnica pela qual Fellay & companhia vêm induzindo as pessoas de boa fé a segui-los em uma aventura para fora da Igreja Católica

Agora, podemos afirmar com certeza que "eles" estão convencido que o "sapo" está cozido! 

Explico aos que não acompanharam essa metáfora.


Sabe como se cozinha um sapo? Lentamente, e em água fria, porque, se colocar diretamente na água fervente, ele pula fora. 

Quem é o cozinheiro? A camarilha que tomou de assalto a FSSPX de Mons. Lefebvre: Fellay e seus cúmplices

Quem é o sapo? Você que continua frequentando os priorados e centros-de-missas comandados pelos padres que, de boa ou má fé, continuam seguindo Fellay. 

TERRORISMO FELLAYANO!


Mais uma vez, os virtuosos fellayanos atacaram o Pale Ideas retirando do ar o artigo publicado ontem sobre a nova cruzada de Fellay rumo à Igreja de Bergoglio. Nós publicaremos de novo

Há pessoas que pensam que a internet é terra de ninguém e que certas atitudes vão restar IMPUNES. Se há "hackers" do lado deles... isso bem mostra que tipo de gente são! É o "agir nas trevas" de que nos acusava o Prior de São Paulo quando, na verdade, nós não fazemos NADA escondido. Ou errado.  

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Atenção!! URGENTE: Novos dias, horários e local das Missas em Betim/MG.


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Como preparar-se para o Natal?

Por São João de Ávila, sermão pregado no terceiro Domingo do Advento. 

 

Uma palavra para todos os que quiserdes receber a Deus neste Natal: - "Padre, eu amo a Deus, que farei?" Se tiverdes a casa suja, varrei-a; se houver poeira, pegai em água e molhai-a.

Haverá aqui alguns que não varrem a casa há dez meses ou mais, Existirá mulher tão desleixada que, tendo uma marido muito asseado, fique dez meses sem varrer a casa? Há quanto tempo não vos confessais? Irmãos, não vos pedi na Quaresma passada que vos acostumásseis a confessar-vos algumas vezes no ano? Pelo menos no Natal, nos dias de Nossa Senhora e em outras festas religiosas importantes do ano, mas penso que vos esquecestes. Praza a Nosso Senhor que não vos exijam contas disso no dia do Juízo. E se disserdes então: - "Eu não sabia, por isso não me confessei", dir-vos-ão: - "Bem que vo-lo disseram, bem que vo-lo gritaram, muito se afadigaram em alertar-vos; agora de nada serve puxar os cabelos porque antes não o quisestes fazer".

Irmãos, pecamos todos os dias. Se até hoje fostes preguiçosos em varrer a vossa casa, pegai agora na vassoura, que é a vossa memória. Lembrai-vos do que fizestes ofendendo a Deus e do que deixastes de fazer a seu serviço; ide ao confessor e jogai fora todos os vossos pecados, varrei e limpai vossa casa.

Depois de varrida, molhai o chão. - "Mas não posso chorar, padre". E se vos morre o marido ou o filho, ou se perdeis um pouco do vosso dinheiro, não chorais? - "Claro que choro, padre, e tanto que quase chego ao desespero". Pobres de nós que, se perdemos um pouco de dinheiro, não há quem nos possa consolar, mas se nos sobrevém um mal tão grande como perder a Deus - pois isso acontece a quem peca -, o nosso coração é de tal forma uma pedra que são necessários muitos pregadores, confessores e admoestadores para que sintamos um pouco de tristeza! Mais valorizas o real perdido do que o Deus que perdes. Quando perdes uma quantia insignificante, não há quem consiga consolar-te, nem frades, nem padres, nem amigos, nem parentes. E, no entanto, não te entristeces quando perdes nada menos que o próprio Deus. Que significa isto, senão que tens tanta terra nos canais entre o coração e os olhos que a água não pode passar?

- "Que me leva a ter o coração tão duro e a não poder chorar?" De todos os tempos apropriados que há ao longo do ano, este é o mais apropriado para os duros de coração. Valorizai o tempo santo em que estamos, considerai esta semana como a mais santa de todas do ano. É uma semana santa, e se a aproveitardes bem e vos preparardes como já sabeis, certamente vos será tirada a dureza do coração.

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

A GRANDE TRAIÇÃO: A MENTALIDADE CATÓLICO-LIBERAL

A GRANDE TRAIÇÃO: A MENTALIDADE CATÓLICO-LIBERAL

 

Dom Marcel Lefebvre


"Há fraquezas tirânicas, debilidades perversas e vencidos que merecem sê-lo". Charles Maurras

Reconciliar a Igreja com a Revolução: tal é a Empresa dos liberais que se dizem católicos.

Os liberais que se dizem católicos sustentam que a doutrina católica do Reino Social de Nosso Senhor Jesus Cristo e da união da Igreja com o Estado é sem dúvida verdadeira, mas inaplicável mesmo nos países católicos:
• Na teoria, pode-se aceitar a tese proposta pelos Papas e teólogos.
• Na prática, deve-se ceder ante as circunstâncias e resolutamente aderir à hipótese: promover o pluralismo religioso e a liberdade de cultos.

Os liberais católicos não têm deixado de sustentar que desejam a ortodoxia tanto quanto os mais intransigentes, e que sua única preocupação são os interesses da Igreja: a reconciliação que procuraram não é teórica nem abstrata, mas somente prática”.1

É a famosa diferença entre a tese (a doutrina) e a hipótese (a prática) conforme as circunstâncias.  Notemos que se pode dar uma interpretação correta a esta diferenciação: a aplicação dos princípios deve levar em conta as circunstâncias, isto se faz com ponderação, que é parte da prudência. Daí vem que a presença dentro de uma nação católica de fortes minorias muçulmanas, judias e protestantes poderá surgir tolerância desses cultos em uma cidade basicamente católica, por um Estado que continua reconhecendo a verdadeira religião, porque acredita no Reino Social de Nosso Senhor Jesus Cristo.

Mas, cuidado! Para os católicos liberais não se trata disso! Segundo eles, os princípios, que são por definição regras de ação, não devem ser aplicados nem propostos, porque são inaplicáveis, dizem. Isto é devidamente falso: por acaso deve-se renunciar a pregar e a aplicar os mandamentos de Deus, “terás um só Deus”, “não matarás”, “não cometerás adultério”, somente porque ninguém quer mais saber deles? Somente porque a mentalidade tende a se livrar de toda tutela moral? Deve-se renunciar ao Reino Social de Nosso Senhor Jesus Cristo num país somente porque Maomé ou Buda pedem um lugar nele? Em suma, eles se recusam a crer na eficácia prática da verdade. Pensam que podem afirmar em teoria os princípios católicos e agir sempre contra estes princípios; esta é a incoerência intrínseca dos liberais que se dizem católicos. Eis o que diz deles o Cardeal Billot S.J.:

“O liberalismo dos católicos liberais escapa a toda classificação e só tem uma nota distintiva e característica: a perfeita e absoluta incoerência”2

O Cardeal afirma que o título de “católico liberal” em si é uma contradição nos termos, uma incoerência, porque “católico” significa sujeição à ordem das coisas humanas e divinas, enquanto “liberal” significa precisamente emancipação desta ordem, rebelião contra Nosso Senhor Jesus Cristo.

Vejamos, enfim, como o Cardeal Billot julga a famosa diferença entre tese e hipótese, dos católicos ditos liberais:

“Do fato de que os acontecimentos reais diferem das condições ideais em teoria, se deduz que os fatos nunca terão a perfeição do ideal, porem somente isto”.

Pelo fato de que existem minorias dissidentes em uma nação católica, conclui-se que talvez nunca se consiga uma unanimidade perfeita, e que o Reino Social de Nosso Senhor Jesus Cristo jamais terá a perfeição manifestada nos princípios; mas não se conclui que, na prática, se deva rejeitar este reino, e que o pluralismo religioso deva se converter em regra!

Vocês podem ver, portanto, que no Catolicismo liberal (utilizo o termo com repugnância porque ele é uma blasfêmia) há uma traição dos princípios escamoteada, uma apostasia prática da Fé no Reino Social de Nosso Senhor Jesus Cristo, Pode-se dizer com certeza: “o liberalismo é pecado3  quando se fala do liberalismo católico.

Há também no fundo deste problema um “confusionismo” intelectual, uma mania de se alimentar confusões, uma recusa de definição e clareza: por exemplo, esta confusão entre tolerância e “tolerantismo”: a tolerância é um princípio católico e em certas circunstâncias é um dever de caridade e de prudência política para com as minorias; ao contrário, o que chamamos de “tolerantismo” é um erro liberal que quer conceder indistintamente a todos os dissidentes, em qualquer circunstância e em justiça, os mesmos direitos que gozam os que estão na verdade moral ou religiosa. Como se pode notar também em outros aspectos, converter a caridade em justiça é subverter a ordem social, é destruir tanto a justiça como a caridade.


Uma doença do Espírito

Mais do que uma confusão, o catolicismo liberal é uma doença do espírito4. Simplesmente, o espírito não consegue descansar na verdade. Basta que ele se atreva a afirmar algo para que se apresente a ele o contrário, que ele se sente obrigado a considerar também. O Papa Paulo VI é o protótipo deste espírito dividido, de um ser de dupla personalidade. Inclusive, pode-se fisicamente ler isto em sua face, em constante vai e vem entre as contradições, e animado de um movimento pendular que oscilava regularmente entre a novidade e a Ttradição. Dirão alguns: esquizofrenia intelectual?

Creio que o P. Clerissac via a natureza desta doença em maior profundidade. É uma “falta de integridade de espírito”, de um espírito que não tem “suficiente confiança na verdade5.

“Esta falta de integridade de espírito nas épocas de liberalismo, se explica no lado psicológico, por dois aspectos: os liberais são receptivos e receosos. Receptivos, porque assumem, com muita facilidade, os estados de espírito de seus contemporâneos; receosos porque por medo de contrariar estes diversos estados de espírito, se encontram em constante inquietude apologética; parecem sofrer eles mesmos as dúvidas que combatem, não têm suficiente confiança na verdade, querem justificar em demasia, demonstrar em demasia, adaptar demais ou mesmo desculpar em demasia”.


Colocar-se em harmonia com o mundo
Desculpar-se em demasia, que expressão oportuna! Querem desculpar todo o passado da Igreja: as cruzadas, a Inquisição etc.; porém, quanto a justificar e demonstrar, eles só o fazem timidamente, principalmente quando se trata dos direitos de Jesus Cristo; mas adaptar, a isso certamente eles se entregam: eis seu princípio:

“Partem de um princípio prático que consideram inegável: que a Igreja não seria ouvida no ambiente concreto onde ela deve cumprir sua missão divina, se ela não se harmonizar com ele [ambiente]”.6

Posteriormente, os modernistas quererão adaptar a pregação do Evangelho à falsa ciência crítica e à falsa filosofia imanentista da época, “esforçando-se em tornar a verdade cristã acessível aos espíritos treinados para negar o sobrenatural.”7  Segundo eles, para converter os que não creem no sobrenatural é necessário fazer abstração da Revelação de Nosso Senhor, da Graça, dos milagres… Se você tem de tratar com ateus, não fale de Deus, coloque-se no nível dele, sintonize-se com ele, entre no seu sistema! Por esse caminho, você será em breve marxista-cristão: eles é que lhe terão convertido!

Este foi também o pensamento da Missão de França a respeito do apostolado entre os operários, e que ainda sustenta numerosos sacerdotes: se queremos convertê-los devemos trabalhar com os operários, compartilhar suas preocupações, conhecer suas reivindicações, não nos mostrar como sacerdotes; assim chegamos a ser como o fermento na massa… - e por aí foram os padres se convertendo e virando agitadores sindicais! – “Sim, nos dirão, compreenda, era necessário assimilar completamente o ambiente, não chocar, não dar a impressão de que se queria evangelizar ou impor uma verdade.” – Que erro! Estes indivíduos que não creem têm sede de verdade, têm fome do pão da verdade que estes sacerdotes extraviados não querem repartir com eles!

É também este falso pensamento que foi sugerido aos missionários: inicialmente não falem de Jesus Cristo a estes pobres indígenas que morrem de fome! Dai primeiro de comer, depois ferramentas, depois ensinai a trabalhar, o alfabeto, a higiene… e porque não... o controle da natalidade?! Mas não falem de Deus, pois eles têm o estômago vazio! Eu porém diria: precisamente porque são pobres e desprovidos de bens terrenos eles são extraordinariamente acessíveis ao Reino dos Céus, a este “procurai primeiro o Reino dos Céus”, ao Deus que os ama e sofreu por eles, para que eles participem por suas misérias, de Seu sofrimento Redentor. Se ao contrário, vocês pretendem se pôr em seu nível, farão eles gritar contra a injustiça e acender neles o ódio. Mas se levam Deus a eles, os levantarão, os elevarão, eles serão verdadeiramente enriquecidos.


Reconciliar-se com os Princípios de 1789

Em política, os católicos liberais veem verdades cristãs nos princípios da Revolução de 1789, sem dúvida um pouco desajustados; porém, uma vez purificados, os ideais modernos são plenamente assimiláveis pela Igreja: liberdade, igualdade, fraternidade, democracia (ideológica) e pluralismo. Erro que Pio IX condena no Syllabus: “O pontífice Romano pode e deve se reconciliar e transigir com o progresso, o liberalismo e a civilização moderna” (prop.conden. nº80, Dz. 1780).

O que vocês querem? Declara o católico liberal, não se pode ir sempre contra os ideais de seu tempo, remar continuamente contra a corrente, parecer retrógrado ou reacionário”. Já não se quer mais o antagonismo entre a Igreja e o espírito liberal laico, sem Deus. O que se quer é reconciliar o irreconciliável: a Igreja e a Revolução, Nosso Senhor Jesus Cristo e o príncipe deste mundo. Não se pode imaginar empreendimento mais ímpio e mais diluente do espírito cristão, do bom combate pela fé, do espírito de luta, ou seja, do zelo em conquistar o mundo para Jesus Cristo.


Da Pusilanimidade à Apostasia

Em todo este liberalismo que se diz católico, há uma falta de fé que, melhor dito, uma falta de espírito de fé, que é um espírito de entrega total: submetê-lo todo a Jesus Cristo, restaurá-lo em tudo, “recapitular tudo em Cristo” como diz São Paulo (Ef.I,20). Já não há quem se atreva a reclamar para a Igreja a totalidade de seus direitos, ficam resignados sem lutar, acomodam-se muito bem inclusive no laicismo, e por fim chegando a aprová-lo. Dom Delatte e o Cardeal Billot caracterizam bem esta tendência à apostasia:

“A partir de agora, uma linha dividiria os católicos (com Falloux e Montalembert do lado liberal, na França no século XIX) em dois grupos: os que tinham como primeira preocupação a liberdade de ação da Igreja e manutenção de seus direitos em uma sociedade cristã; e os que primeiro se esforçavam por determinar o que a sociedade moderna podia suportar do Cristianismo, para logo convidar a Igreja a se reduzir a este limite”.8

Diz Billot que todo o catolicismo liberal está contido em um equívoco: “a confusão entre tolerância e aprovação”.

“O problema entre os liberais e nós (…) não está em saber se, dada a malícia do século, deve-se suportar com paciência o que escapa a nosso poder, e ao mesmo tempo trabalhar para evitar males maiores e realizar todo o bem que ainda seja possível; o problema é precisamente se convém aprovar (…) o novo estado das coisas, cantar os princípios que são o fundamento desta ordem de coisas, promovê-los pela palavra, pela doutrina, pelas obras, como fazem os católicos chamados liberais”.9

Deste modo Montalembert com seu slogan “a Igreja livre no Estado livre10 será o campeão da separação entre a Igreja e o Estado, recusando admitir que esta mútua liberdade levaria necessariamente à situação de uma Igreja submetida a um Estado espoliador. Do mesmo modo, um De Broglie escreverá uma história liberal da Igreja, onde os excessos dos Césares cristãos ultrapassam o benefício das constituições cristãs. Assim também um Jacques Piou se fará o arauto da adesão dos católicos franceses à República: não tanto ao regime republicano, mas à ideologia democrática liberal: eis o canto da Ação Liberal Popular de Piou, por volta de 1900, citado por Jacques Ploncard d’Assac:11

Nós somos da Ação Liberal
Queremos viver em liberdade
Um sim ou um não, à vontade
A liberdade é nossa glória
Gritemos: Viva a Liberdade!
Aclamemos a Ação Liberal
Liberal, liberal,
Para todos que a lei seja igual
Seja igual
Viva a Ação Liberal de Piou!

Os católicos liberais de 1984 não se comportavam melhor quando cantavam seu canto da escola livre, nas ruas de Paris: “Liberdade, liberdade, tu és a única verdade!”

Que praga estes católicos liberais! Guardam sua fé no bolso e adotam as máximas do século. É incalculável o dano que causaram à Igreja com sua falta de fé e sua apostasia.

Terminarei com um trecho de Dom Gueranger, cheio do espírito de fé de que vos falei:

“Hoje mais do que nunca (…) a sociedade tem necessidade de doutrinas firmes e coerentes consigo mesmas. Em meio à destruição geral das ideias, somente a asserção, uma afirmação nítida, sólida, sem misturas, logrará ter aceitação. Os ajustes  se tornam cada vez mais estéreis, e cada um arranca uma fatia da verdade (…). Mostrai-vos pois tal como sois no fundo: católicos convencidos. (…) Há uma graça unida à confissão plena e inteira da fé. Esta confissão, como diz o Apóstolo, é a salvação dos que a fazem, e a experiência mostra que é também daqueles que a escutam.”12

Notas:
1 Dictionaire de Théol. Cat. T-9, col.509, art. Liberalisme catholique.
2 Pe. Le Floch, op.cit.pag.57.
3  Dom Felix Sarda y Salvany.
4 Padre A. Roussel, “Liberalisme et Catholicisme”, p. l6.
5 Pe, H. Clerissac O.P., “Le Mystére de l’Eglise”, Cap.7
6 Dictionaire de Théol. Cat., T-9, col. 509
7 Jacques Marteaux, “Les Catholiques dans l’inquiétude”.
8 Dom Delatte, “Vie de Dom Gueranger”, Solesmes, T. II, pg.11.
9 Citado pelo Pe. Le Foch, op. cit., pag. 58-59.
10 Discurso de Malines, 20 de Agosto de 1863.
11 A Igreja Ocupada”, DPF., 1975, pag. 136.
12 “Le Sens Chrétien de l’Histoire”, Nouvelle Aurore, Paris, 1977, pag. 31-32b


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segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Sacrifício para Deus, um espírito contrito

São Jerônimo penitente
de José Ribera
Reconheço o meu pecado, diz Davi. Se eu o reconheço, perdoa-me, Senhor! Mesmo procurando viver bem, de modo algum tenhamos a presunção de ser sem pecado. Que demos valor à vida em que se pede perdão. Os homens sem esperança, quanto menos atentam para os próprios pecados, com tanto maior curiosidade espreitam os alheios. Procuram não o que corrigir, mas o que morder. Não podendo escusar-se, estão prontos a acusar. Não foi este o exemplo de rogar e de satisfazer a Deus que Davi nos deu, dizendo: Porque reconheço meu crime e meu pecado está sempre diante de mim. Davi não estava atento aos pecados alheios. Caía em si, não se desculpava, mas em si mesmo penetrava e descia cada vez mais profundamente. Não se poupava, e por isso podia confiadamente pedir para si o perdão.

Queres reconciliar-te com Deus? Repara como procedes contigo, para que Deus te seja propício. Presta atenção ao salmo, onde lemos: Porque se quisesses um sacrifício, eu o faria certamente; não te causam prazer os holocaustos. Então ficarás sem sacrifício para oferecer? Nada oferecerás? Com nenhuma oblação tornarás Deus propício? Que disseste? Se quisesses um sacrifício, eu o faria certamente; não te causam prazer os holocaustos. Continua, escuta e dize: Sacrifício para Deus é o espírito contrito; o coração contrito e humilhado Deus não o despreza. Rejeitado aquilo que oferecias, encontraste o que oferecer. Como os antepassados, oferecias vítimas de animais, ditos sacrifícios: Se quisesses um sacrifício, eu o faria certamente. Não queres mais este gênero de sacrifícios, no entanto, procuras um sacrifício.

Não te causam prazer os holocaustos. Se não tens prazer com os holocaustos, ficarás sem sacrifício? De modo algum. Sacrifício para Deus é o espírito contrito; o coração contrito e humilhado Deus não o despreza. Tens o que oferecer. Não examines o rebanho, não aprestes navios e não atravesses as mais longínquas regiões em busca de perfumes. Procura em teu coração aquilo de que Deus gosta. O coração deve ser esmagado. Por que temes que o esmagado pereça? Lê-se aqui: Cria em mim, ó Deus, um coração puro. Para que seja criado o coração puro, esmague-se o impuro.

Sintamos aborrecimento por nós mesmos quando pecamos, porque os pecados aborrecem a Deus. Já que não estamos sem pecado, ao menos nisto sejamos semelhantes a Deus: o que lhe desagrada, desagrade também a nós. Em parte tu te unes à vontade de Deus, por te desagradar em ti aquilo mesmo que odeia aquele que te fez.

domingo, 15 de dezembro de 2013

NEO-FSSPX: Apenas a ponta do Iceberg

A análise do sempre pontual e objetivo Márcio é precisa e quase desenhada. Queira Deus que sirva pelo menos para que os de boa fé e boas intenções façam usa da razão e da coragem que Deus lhes deu. E lhes cobrará.

Só para lembrar: até hoje, nem Pe. Bouchacourt, nem Menzingen se retrataram da afirmação do primeiro de que os judeus não são deicidas, apenas mataram Cristo!
 




Apenas a ponta do Iceberg


Muito nos preocupamos quando as intenções acordistas da Neo-FSSPX se tornaram evidentes no início de 2012. As informações que Menzingen queria que permanecessem em segredo foram divulgadas quando vieram à luz as cartas trocadas entre o superior geral e os outros três bispos, a declaração doutrinal e outros documentos. Também houve as entrevistas de Dom Fellay, onde ele falou aquilo que agradava Roma. O fato é que, apesar de todo esforço, Dom Fellay não conseguiu o acordo prático. Pelo menos por enquanto.

Mas, de qualquer forma, a crise serviu para abrir os olhos de muita gente. Mesmo tendo fracassado a tentativa de acordo, ela foi muito reveladora. Como pode alguém perfeitamente católico sequer sonhar em fazer um acordo com os hereges modernistas? Dom Lefebvre foi mais longe do que deveria ter ido nas conversas com a Roma da década de 1980. Ele mesmo, humildemente, admitiu isto. E tanto aprendeu com seu erro que declarou diversas vezes, depois das sagrações, que jamais se poderia aceitar um acordo prático [vide link 1 no final]. As suas palavras, desde então e até sua morte, foram sempre no sentido de que somente a conversão de Roma poderia nos colocar em comunhão com eles novamente. A história da comissão Ecclesia Dei e de todos os peixes que ela fisgou, e que acabaram na frigideira, prova o quanto o grande arcebispo tinha razão. Então, retomemos a pergunta: depois de todas as lições aprendidas, como pode alguém ainda querer um acordo com a Roma que perdeu a Fé?

Leão I, o Grande: Recomeçar sempre!

São Leão Magno, rogai por nós.
Memória: 10 de novembro

Recomeçar sempre!


Não desista nunca,
Nem quando o cansaço se fizer sentir,
Nem quando os teus pés tropeçarem,
Nem quando os teus olhos arderem,
Nem quando os teus esforços forem ignorados,
Nem quando a desilusão te abater,
Nem quando o erro te desencorajar,
Nem quando a traição te ferir,
Nem quando o sucesso te abandonar,
Nem quando a ingratidão te desconsertar,
Nem quando a incompreensão te rodear,
Nem quando a fadiga te prostrar,
Nem quando tudo tenha o aspecto do nada,
Nem quando o peso do pecado te esmagar…

Invoque Deus, cerre os punhos, sorria… E recomece!

Oremos: Ó Deus, que jamais permitis que as potências do mal prevaleçam contra a vossa Igreja, fundada sobre a rocha inabalável dos apóstolos, dai-lhe, pelos méritos do papa são Leão, permanecer firme na verdade e gozar paz para sempre. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo. Amém.

São Leão Magno: rogai por nós!

Atribuído a Papa São Leão I, o Grande.

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sábado, 14 de dezembro de 2013

Arquivo Krahgate. Reflexões de Dom Curzio Nitoglia

OPERAÇÃO MEMÓRIA: just in case...

O CASO KRAH

Fatos e documentos ou mentiras e calúnias?


Massimilian Krah
     Mons. R. Williamson

O caso Williamson-Nahrath 2010

1) Em meados de novembro 2010, o bispo Richard Williamson decide de se fazer defender da acusação de revisionismo pelo advogado Wolfram Nahrath. Então, pede a seu primeiro defensor, o advogado Matthias Lossmann, se ele aceitaria defendê-lo junto com Nahrath. Lossman rejeita a proposta e Mons. Williamson retira-lhe o encargo.

2) Em 18 de novembro, o advogado Nahrath informa via fax à juíza Eisvogel que o advogado Lossmann renunciou ao encargo e que será ele (Nahrath) que defenderá Mons. Williamson.

3) Apenas 32 minutos após o envio da mensagem - por fax – de Nahrath à Dra. Eisvogel, a redação do semanal Der Spiegel liga ao advogado Nahrath e lhe pede explicações sobre sua futura defesa legal do de Mons. Williamson.

4) No dia 19 de novembro, o mesmo Der Spiegel publica a notícia segundo a qual o advogado Nahrath é um representante político do partido neonazista alemão, motivo pelo qual Mons. Williamson seria um filo-nazista. Na verdade, o partido nazista alemão é ilegal desde 1945, e Nahrath faz parte do Partido Nacional e Democrático (NPD), um partido de extrema direita, mas não nazista. Portanto

ABORTO - O GRITO SILENCIOSO

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