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Feminismo: o maior inimigo da mulher
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sábado, 23 de agosto de 2014

DEVOÇÃO: QUARENTA HORAS DE ADORAÇÃO AO SS. SACRAMENTO


  
Ajude o apostolado do Rev. Pe. Cardozo, adquirindo alguns dos itens do Edições Cristo Rei, encomendando Missas (consulte a espórtula diretamente com o rev. Padre), ou fazendo uma doação aqui:

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sexta-feira, 2 de maio de 2014

Freud e a Cocaína

Freud e a Cocaína

Por Elisabeth M. Thornton¹

Artigo publicado na Revista Le Cep (41 rue Patenôtre. Bât. 5, RAMBOUILLET 1010 – France. site: http://le-cep.org), revista interessante sob vários aspectos, mas que contêm também artigos que merecem alguma reserva.

O centenário do nascimento de Freud, em 1956 tornou conhecido a uma nova geração o ensinamento do médico psicanalista vienense, que então estava meio esquecido.

O interesse foi suscitado por uma campanha de conferências, emissões de rádio e artigos de jornal, todos feitos por amigos pessoais de Freud ou psicanalistas de renome.

As teorias psicanalistas foram apresentadas como fatos tão bem estabelecidos, que se tratou Freud como um gênio comparável a Copérnico, Newton ou Einstein. Sobretudo, Ernest Jones, amigo íntimo e discípulo de Freud, publicou os primeiros volumes da biografia de seu mestre.

Assim, foram vulgarizados os trabalhos do célebre médico, em particular sua hipótese central segundo a qual a repressão sexual seria a causa primeira da neurose e de todas as doenças mentais.

quinta-feira, 13 de março de 2014

Um Cego Clarividente: A Revolução na Igreja

Um Cego Clarividente – Mons. de Ségur


Em 1862, Mons. de Ségur[1] publicou um opúsculo intitulado “A Revolução”[2], que vendeu 20.000 exemplares em um ano. Quatro anos antes, a pedido de Pio IX, J. Crétineau-Joly tinha publicado importantes documentos revelando a existência de uma verdadeira conjuração contra a Igreja[3]. A intenção de Mons. de Ségur era a de fazer conhecidos esses documentos, aproveitando para desvendar a verdadeira natureza da Revolução, e a impossibilidade de pactuar com ela.

A leitura deste pequeno tratado é muito esclarecedora. Ela nos mostra que a Revolução não mudou de natureza, e que, 150 anos depois da análise do cego clarividente, não devemos modificar nossa atitude, se quisermos que a Igreja e a sociedade saiam da terrível crise na qual elas se afundam cada dia mais.

Parece-nos que bastará uma breve análise desta obra para demonstrar isto.


A NATUREZA DA REVOLUÇÃO

A Revolução não é uma questão puramente política, explica-nos o prelado, é também uma questão religiosa, ele é mesmo a grande questão religiosa de nossa época. O objetivo final desta é “a destruição total da ordem divina sobre a terra, o reinado perfeito de Satã sobre o mundo”. “Combater a Revolução é, portanto, um ato de fé, um dever religioso de primeira ordem.”

Na Revolução há um mistério, um mistério de iniquidade que os revolucionários não podem compreender, porque só a fé pode dar a chave de compreensão, e eles não têm fé.

Para compreender a Revolução, é necessário recuar até ao pai de toda revolta, aquele que ousou primeiro dizer, e ousa repetir até o final dos séculos: non serviam, eu não obedecerei.

Satã é o pai da Revolução. A Revolução é sua obra, começada no céu e se perpetuando na Humanidade de idade em idade (...).

É o que constatava, na sua Encíclica “Nostis et nobiscum”, de 8 de dezembro de 1849, o soberano pontífice Pio IX: “A Revolução é inspirada pelo próprio Satã. Seu objetivo é o de destruir completamente o cristianismo e a reconstrução, sobre suas ruínas, da ordem social do paganismo.”


terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

TEMPO DE PREPARAÇÃO

TEMPO DE PREPARAÇÃO

(incompleto)

1- o Tempo da Setuagésima.

2- o Tempo da Quaresma.

3- o Tempo da Paixão.

TEMPO DA SETUAGÉSIMA. Acompanhe aqui: http://fbmv.wordpress.com/


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quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

O Discernimento da Subversão



O Pale Ideas endossa o texto publicado no site da FAMILIA BEATAE MARIAE VIRGINIS. Asseguro-lhe, Ir. Joaquim, aqui ninguém está cansado!!! Adelante!!!

Vemos no texto em tela como o lobo que finge ser pastor, para melhor enganar as ovelhas, lhes diz que o verdadeiro pastor é... um lobo!!! Algumas ovelhas percebem que algo está errado, mas outras... confusas por tantas idas e vindas nos discursos do lobo já não sabem a quem ouvir. 

A respeito disso, falando com minha filha sobre a situação das Irmãs de La Reja, estávamos consternadas pelo fato de que elas continuam seguindo o lobo e pensávamos em uma forma de ajudá-las. Contudo, minha filha, sabiamente, me fez ver que nada podemos fazer. As Irmãs argentinas não vivem isoladas do mundo por completo. Não têm acesso direto à internet, mas recebem notícias dos fiéis que as visitam, das cartas que recebem dos familiares, das conversas de corredor... E, por outro lado, não podemos não lembrar das Carmelitas alemãs, que não precisaram que ninguém lhes lembrasse seu dever e sua Fé. Elas mesmas botaram para correr os lobos, e hoje a Divina Providência as instalou em um novo convento, como elas desejavam!

Esses fatos devem nos fazer refletir. E pensando nos fiéis e nos padres que ainda seguem Fellay repetindo a si mesmos que está tudo bem, que o acordo não foi firmado, que é sensato rezar para que a Tradição RETORNE à Igreja (qual?), que devem ser obedientes a qualquer custo... pensando nessas pessoas que esqueceram TUDO o que Mons. Lefebvre disse sobre Roma, eu sinto um misto de tristeza e decepção. Tristeza, porque essas almas estão selando seu destino eterno com uma imprudência insana. Decepção, porque alguns que eu conheci - fiéis e padres - me pareciam inteligentes, sensatos e profundos conhecedores da Doutrina Católica. Ou me enganei ou devo crer em uma ação do sobrenatural. 

Ah! Sim! Outro "sentimento" que tenho é de impaciência com a tibieza e/ou a indecência de preferir um prato cheio e um leito quente à verdade

Os grifos no texto abaixo são nossos. Deu vontade de grifar tudo, porque nada do que está escrito é desnecessário, supérfluo ou irrelevante.


sábado, 16 de novembro de 2013

Por que não ir à Missa do Motu Proprio

Discussão no adro da capela a respeito da missa dos rallíés¹



Na saída da capela, o padre discute com um fiel, Filipe, de 17 anos. Durante a conversa, Filipe conta como se passou o seu último fim-de-semana com amigos da região de Paris. Filipe diz que o grupo escolheu ir à missa dos ralliés²…

Filipe: Mas porque este ar reprovador? Não é a missa verdadeira?

Padre: Sem dúvida, a missa é boa. Mas isto não é o principal.

Filipe: Não é o principal? Mas o que é que falta, padre?

Padre: Bem, vou fazer uma comparação. Um licor é uma boa coisa, não é? (Filipe concorda com um sorriso). Pois bem. Mas cada vez que se bebe um licor, não se faz necessariamente uma boa ação (Filipe compreende). Ocorre algo de semelhante com a santa missa. Uma coisa é o fato de a missa ser, em si mesma, uma boa coisa. Mas é preciso também que o assistir a essa missa seja também bom; é necessário que a assistência a essa missa seja uma boa ação.

Filipe: Sim, mas um licor e a missa não são a mesma coisa! O senhor parece querer dizer que se pode fazer o mal assistindo à missa tradicional!

segunda-feira, 22 de julho de 2013

“Momento Delicado”, por Ir. Joaquim Daniel Maria de Sant’Ana, FBMV.

Bom aqui está um exemplo do que é urgente publicar! O Irmão Joaquim praticamente desenha a coisa como ela é. Clara e cristalina. Esses indecisos me tiram do sério! Vivem sempre à espera da ação do outro, quando eles já têm a verdade! Que descuido com sua própria alma! Até parece que a encontraram no lixo! A salvação é assunto para este exato momento, porque nenhum de nós sabe se acordará amanhã, ou se estará vivo daqui a cinco minutos... Como podem esperar por dom Fellay se decidir em que Igreja ele quer estar? Ou Monsenhor Lefebvre mentiu quando disse que "aquela" NÃO É a Igreja Católica, porque "aquelas" autoridades eram (e continuam) apóstatas?! E se "aquela" não é a Igreja Católica... porque raios dom Fellay quer se "reintegrar" a ela e ser reconhecido por ela? Que permissão pode nos dar? Que reconhecimento? Erra dom Fellay, sem dúvida, mas erram muito mais os que estão "obedientemente" dependendo do próximo passo dele, nesse vai e volta de suas "boas intenções", nesse faniquito de estar em plena comunhão com a igreja do Vaticano II. Eu fico com Mons. Lefebvre: eu continuo excomungada da Igreja dos Ursinhos Carinhosos, à qual nunca pertenci e não pretendo pertencer agora. Eu não sai de lugar algum para precisar nele voltar e ser reconhecida e ter permissão disso ou daquilo! Estão de brincadeira??? 

Vamos ao texto. Grifos nossos. 

"Mas eles querem garantias de um papa modernista, servo da Roma conciliar, querem garantias de se opor publicamente aos erros e a seus autores, seja quem for. Então querem que o papa lhes conceda o direito de se opor publicamente aos erros do próprio papa? Seria a normalização canônica mais ridícula da história da Igreja".

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Quando a Resistência Claudica

 Quando a Resistência Claudica


A traição descoberta

Neste triste ano de 2012 tornou-se patente a mudança de orientação da FSSPX em suas relações com a Roma conciliar. Esta mudança tem repercussões em todo o movimento tradicional, o qual se encontra enfraquecido, às vezes paralisado e, pior,  muitas vezes falseado nos seus princípios e ações. A divisão é consequência de todo este quadro onde a falta de clareza, e mesmo a contradição, no conjunto das orientações atuais da direção da FSSPX, são postas a serviço de uma estratégia em que influem, num concerto hábil e malicioso, a imposição do princípio de autoridade e a ambiguidade calculada.

Os sinais desta  crise são antigos, muitos os identificam a partir do ano 2000. Mas só neste ano a divulgação de informações por via eletrônica desmascarou, para um maior número, os planos para um acordo prático sem prévia conversão da Roma conciliar.

A principal revelação foi a resposta do conselho da FSSPX a uma carta de advertência dos três outros bispos. Sabemos que esta carta de advertência foi escrita por D. Richard Williamson e retocada em alguns poucos lugares por D. Tissier de Mallerais e por D. de Galarreta.

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ABORTO - O GRITO SILENCIOSO

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