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Feminismo: o maior inimigo da mulher
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quinta-feira, 21 de junho de 2018

O NOME DA ROSA...

Que há num simples nome? O que chamamos rosa, sob uma outra designação teria igual perfume. De "Romeu e Julieta", ato II, cena II. De William Shakespeare  

De fato, o que é um nome? Pode haver virtudes e até mesmo santidade inclusive em alguém que tivesse, por exemplo, a desdita de portar o nome Lutero, após ter recebido a graça de se converter à verdadeira Fé de Nosso Senhor... Não pode?   

Mas... quem porta um sobrenome como Rothschild e faz uma "doação" vultuosa a uma obra supostamente católica através de um sionista declarado, nos deixa, no mínimo, em dúvida. E negligenciar a busca da verdade em uma situação dessas soa a cumplicidade ou, no mínimo, a omissão culpável. 


A notícia que tem aparecido na mídia mundial dá conta de que certa viúva "de Rothschild", do ramo austríaco, teria doado em herança uma soma de diversos dígitos — €90.000.000 (aproximadamente R$390.000,00) — à "obra" de Fellay, o filo-sionista e traidor do legado de Monsenhor Lefebvre.  

Para registro, tal obra não merece ostentar o nome que lhe foi dado pelo Fundador — Fraternidade Sacerdotal São Pio X - FSSPX (ou SSPX) — e, por causa disso, eu chamo efetivamente de Neofrat.  
Essa ligação com os Rothschild pode ter vindo à tona agora, mas não é recente. Não tem como. Os personagem envolvidos nessa pantomima se entrelaçam, de alguma forma e em algum lugar, com essa família aparentemente todo-poderosa, seja em negócios lícitos como em negociatas ou "filantropia". O nome desse clã, que tem parentescos e ramificações por todo o mundo, está ligado à Nova Ordem Mundial, ao tráfico sexual de adultos e crianças, ao financiamento da prática e da liberalização do aborto e demais crimes contra a vida em vários países, à Agenda LGBT e outras contra a família como instituição divina, a crimes nunca solucionados... Um dos links abaixo (em negrito) fala a respeito da ligação com os Clintons e a pedofilia, por exemplo. 

sexta-feira, 10 de março de 2017

O Milagre Eucarístico de Billetes em Paris

Era o ano de 1290, sob o reinado do ímpio Filipe, o BeloUma pobre mulher penhorou seu vestido junto a um judeu de nome Jonathas, por uma soma de 50 francos. 

Em 2 de abril daquele mesmo ano, alguns dias antes da Páscoa, a pobre mulher lhe pediu para lhe restituir o seu vestido para esta festa, para que pudesse cumprir com mais decência o dever pascal. Voluntariamente, disse-lhe o judeu, eu te darei para sempre e sem que pague os juros, se tu me trouxeres este pão que recebes na Igreja; que vós cristãos pretendeis que seja vosso Deus; quero ver se Ele o é realmente”. 

Seja por ignorância, seja por ganância, a miserável mulher consentiu, e, ao ir comungar em São Mederico (ou  Saint-Merry), sua paróquia, guardou furtivamente a Santa Hóstia, deixou-a com o judeu e se foi.  

Este a colocou em um lugar seguro e pôs-se a feri-la com golpes de faca… Espantado e furioso ao ver sair dela sangue, tomou-a e cravou-lhe um prego com um martelo. Mas o sangue começou a sair em torno do prego. O judeu, então, em um acesso de raiva, retirou o prego, tomou a Santa Hóstia e jogou-a ao fogo… Acreditava, assim, se livrar dela. Mas qual não foi seu terror ao ver a Hóstia sair do meio das chamas e voar de lá para cá em sua casa! Sua mulher e seus filhos estavam estupefatos. Quanto a ele, mais e mais furioso, saltou e pegou novamente a Hóstia, prendeu-a em uma vara e começou a bater nela com um flagelo. Ele tenta, então, cortá-la em pedaços com uma faca de cozinha: um esforço em vão, a Hóstia permaneceu inteira, sem a menor lesão.

segunda-feira, 16 de novembro de 2015

Snowden revela que Israel criou o Estado Islâmico ISIS para criar um 'inimigo'

Snowden revela que Israel criou o Estado Islâmico ISIS para criar um 'inimigo'


Diario Liberdade
Gage Skidmore 


Estados Unidos - Sott.net - Grande polêmica estão causando as novas declarações de Edward Snowden, ex-funcionário da Agência de Inteligência do Governo dos Estados Unidos, NSA (siglas em inglês), quem acaba de revelar que os serviços de inteligência de EEUU, Reino Unido e Israel colaboraram juntos, através da Mossad (Agência de segurança de Israel), na criação do Estado Islâmico do Iraque e o Levante (EIIL ou também conhecido como ISIS). Foi a Mossad quem formou uma organização terrorista que pretendia unir a todos os grupos extremistas do mundo a um sítio, usando a estratégia denominada “o ninho da vespa”.

Para que criar estas organização terrorista?

sábado, 14 de novembro de 2015

Ursula Haverbeck. Alemã de 87 anos é condenada à prisão por negar o Holocausto

Notícia importante, entre tantas outras desimportantes que saíram na mídia esta semana: 

Ursula Haverbeck. Alemã de 87 anos é condenada à prisão por negar o holocausto


Idosa foi sentenciada a 10 meses de prisão em Hamburgo. Ela declarou que genocídio de judeus foi 'maior mentira e mais duradoura'.
Da France Presse

Um tribunal alemão sentenciou uma octogenária a 10 meses de prisão por ter declarado que o holocausto era "a maior mentira" da história, informou a imprensa alemã nesta sexta-feira (13).
Ursula Haverbeck, de 87 anos, declarou em abril, durante o julgamento do ex-contador do campo de extermínio de Auschwitz, Oskar Gröning, que o genocídio dos judeus foi "a maior mentira e a mais duradoura" na história do mundo.
O tribunal de Hamburgo (norte) condenou na quinta-feira a ré por "incitar o ódio", após uma audiência na qual reafirmou suas palavras e acusou a justiça de condenar aqueles que questionam o holocausto, "perpetuando uma mentira".
Haverbeck, que anunciou que vai apelar da decisão, também argumenta que o campo de Auschwitz, símbolo do genocídio perpetrado pelos nazistas, nunca foi um campo de extermínio.
A idosa, apresentada pelo jornal Tageszeitung como a "grande dama" dos negacionistas alemães, já havia sido condenada em várias ocasiões por fazer declarações semelhantes.
No entanto, é a primeira vez que ela recebe uma sentença de prisão.
Em seu site, Haverbeck se apresenta como "uma representante do revisionismo histórico" e se orgulha de ser uma "lutadora destemida a favor da verdade".
Ela é viúva de Werner Georg Haverbeck, um militante da extrema-direita, que morreu em 1999. Juntos, eles fundaram em 1963 o Collegium Humanum em Vlotho (centro da Alemanha), uma instituição educacional considerada um ninho de negacionistas, que foi fechada em 2008.
Cerca de 1,1 milhão de pessoas, incluindo um milhão de judeus, foram mortas entre 1940 e 1945 em Auschwitz-Birkenau, o campo libertado pelas tropas soviéticas em janeiro de 1945. Ao todo, os nazistas exterminaram seis milhões de judeus. [Questionável, uma vez que já é público é notório que a Cruz Vermelha se viu obrigada a retificar os estratosféricos número por ter sido posta a nu no Wikileaks, que devassou seus registros e reduziu os números para mais ou menos 300.000 (algumas fontes falam em exatos 271.301) mortos nos campos nazistas. Bom, é um número grande, sim, mas bem menor que os indefensáveis seis milhões. Certa vez eu ouvi, em um documentário da TV (em um canal do History Channel) a respeito de uns abajures que teriam sido feitos de pele humana (e que o documentário desmentiu cabalmente), alguém questionando porque, com a tecnologia que temos hoje em dia, não se buscam e se solidificam as provas contra o Nazismo, para comprovar definitivamente tudo que foi denunciado desde o fim da 2ª Guerra Mundial. É, eu também me pergunto isso.]

sexta-feira, 25 de setembro de 2015

O OCULTISMO SIMBÓLICO DO FILME “METRÓPOLIS”

O OCULTISMO SIMBÓLICO DO FILME “METRÓPOLIS”


O filme “Metropolis” (1927), de Fritz Lang é um dos clássicos atemporais que resistem à prova do tempo. Ao invés de restar esquecido e obsoleto, “Metropolis” é cada vez mais relevante visto que muitas de suas previsões se estão convertendo em realidade. Vamos ver a mensagem oculta subjacente do filme e o uso de suas imagens pelos astros do pop, como Lady Gaga, Madonna, Beyonce, Kylie Minogue e outros.   





Metrópolis [assista ao filme no final do texto] é um filme mudo de ficção científica (fantaciência) lançado em 1927 por Fritz Lang [o judeu Friedrich Anton Christian Lang], um mestre do expressionismo alemão. Situado em uma distopia futurista dividida em duas classes [sempre a luta entre classes, entre a "cabeça" e as "mãos"! Marx deixou sua assinatura neste filme também. Aliás, Marx também era judeu] - os pensadores e os trabalhadores - Metrópolis descreve as lutas entre as duas entidades opostas. Sabendo que foi produzida em 1927, ver este filme hoje é toda uma experiência, visto que muitos aspectos da "ficção científica" da trama são inquietantemente próximos à [nossa] realidade. Metrópolis descreve uma sociedade em que a "Nova Ordem Mundial" tomou o poder e selecionou uma elite vivendo no luxo enquanto as massas trabalhadores são desumanizadas e vivem em um inferno altamente supervisionado.

terça-feira, 5 de agosto de 2014

Os Católicos e a Faixa de Gaza

Sobre o pequeno mártir e os escudos palestinos.


Eu venho dizendo isso a quem queira ouvir, porque parece que as pessoas perderam o bom senso, ao defender este ou aquele lado na guerra - porque é uma guerra - na Faixa de Gaza: o católico não deve tomar partido, porque:  

1) ambos os lados são inimigos da Igreja;  

2) seja qual for o resultado, não seremos beneficiados: 

Se os Judeus ganharem, continuamos a ser os "seguidores de um rebelde que se insurgiu contra o poder estabelecido e cujo sangue eles tomaram sobre si e sobre seus descendentes". Acaso, uma vitória de Israel significará sua conversão? 

E, se os muçulmanos - porque os palestinos são em sua graaaande maioria muçulmanos! - ganharem, será um passo a mais rumo a islamização do mundo todo. E o que você, caro leitor compadecido pelas fotos de criancinhas, acha que acontecerá conosco, os cristãos? Seguiremos todos a sorte dos mártires de Mossul ou da Nigéria! Ou alguém aqui acredita em Papai Noel?  

Por este ângulo, é mais negócio ficar contra os palestinos... Né? 

sexta-feira, 11 de julho de 2014

INFORME ESPECIAL: LA EXPULSIÓN DE MONSEÑOR WILLIAMSON DE LA FSSPX Y SU PERSECUCIÓN POR EL LOBBY JUDÍO.-

INFORME ESPECIAL: LA EXPULSIÓN DE MONSEÑOR WILLIAMSON DE LA FSSPX Y SU PERSECUCIÓN POR EL LOBBY JUDÍO.-

En Octubre de 2012, Monseñor Williamson fue injustamente expulsado de la Fraternidad San Pío X. Les vamos a presentar ciertos hechos que, conectándolos todos, nos llevan a concluir  que la Fraternidad está siendo controlada por fuerzas extrañas, las cuales han logrado dividirla y llevarla hacia el punto de no retorno con la Roma modernista y herética, y por consecuencia, poco a poco a la pérdida de la fe.
Como muchos de nosotros sabemos, la Fraternidad solía predicar de manera clara y firme, la doctrina del deicidio y la verdad sobre el pueblo deicida. En estos últimos años, hemos visto con sorpresa e indignación que la mayoría de los artículos sobre estos temas han desaparecido de las páginas oficiales de la Fraternidad, así como de las mesas de prensa de las capillas. Casi es un tema considerado “tabú”, del cual es mejor no hablar. Inclusive, Monseñor Fellay llegó a declarar, al responder a la pregunta: ¿Este libro (El Judío en el misterio de la historia, del Padre Meinvielle) expresa el punto de vista de la Fraternidad hoy en día? “No, que yo sepa”. ¿Aprueba usted estas opiniones (del Padre Meinvielle)? “Así no, no”.
Y el Padre Bouchacourt, claramente, negó el deicidio en la ya famosa entrevista al diario Clarín (http://www.clarin.com/edicion-impresa/Fraternidad-San-Pio-catolicos-Francisco_0_1039696144.html), negación que hasta el día de hoy no ha sido retractada y a pesar de ella (¿o gracias a ella?), el Padre Bouchacourt fue promovido a Superior del Distrito de Francia, el más importante de la Fraternidad.
¿Qué ha pasado? ¿Cómo ha sido posible que la Fraternidad haya sucumbido ante el becerro de oro?

Antecedentes
La actitud de los cristianos frente al judaísmo, siempre estuvo fundada en el relato de la Pasión de los cuatro Evangelistas y en la enseñanza que sacaron de allí los Padres de la Iglesia… Es esta base teológica fundamental la que Jules Isaac (1877-1963, judío, miembro de la B’nai B’rith) quiso destruir, combatiendo el valor histórico de los relatos evangélicos y desacreditando los argumentos de los Padres de la Iglesia… El 13 de junio de 1960, Jules Isaac fue recibido por Juan XXIII a quien le solicita condenar la “enseñanza del desprecio” y sugiere la creación de una subcomisión encargada de estudiar el problema. Poco tiempo después, el señor Isaac “tuvo la alegría de enterarse que sus propuestas habían sido aceptadas por el Papa y transmitidas al Cardenal Bea para su estudio”. En 1964, esta cuestión fue sometida al concilio.
 Isaac consagró dos libros a criticar y demoler estas dos bases de la enseñanza cristiana respecto al deicidio: los relatos evangélicos y la doctrina de los Padres de la Iglesia. En la primera de estas dos obras “Jesús e Israel”, publicada en 1949, Jules Isaac ataca a los Evangelistas, principalmente a San Juan y a San Mateo: “El historiador tiene el derecho y el deber de considerar los relatos evangélicos como testimonios contra los judíos… salta a los ojos por lo tanto que los cuatro Evangelistas tuvieron la misma preocupación, que fue la de reducir al mínimo la responsabilidad romana para aumentar la responsabilidad judía… La acusación cristiana en contra de Israel, la acusación de deicidio… ella misma es asesina, es la más grave, la más nociva y también la más inicua” (Jules Isaac, La enseñanza del desprecio, pág. 141). En resumen, en el relato de la Pasión revisado y corregido por Jules Isaac, los Evangelistas aparecen como mentirosos empedernidos, pero el más venenoso es, sin discusión, Mateo (quizá porque San Mateo con su Evangelio se propuso sobre todo demostrarles a los judíos que en Jesús se habían cumplido los vaticinios de los Profetas).
La Iglesia, nos dice Jules Isaac, es la única culpable; los judíos son totalmente inocentes… por lo tanto es solamente a la Iglesia a quien le incumbe hacer acto de reparación rectificando su enseñanza milenaria. Y Jules Isaac pide o más bien exige al concilio “la modificación… de las oraciones litúrgicas respecto a los judíos, particularmente las del Viernes Santo. La afirmación de que los judíos no son responsables de la muerte de Cristo. El origen del esquema conciliar Nostra Aetate, proviene de la solicitud de Jules Isaac al Vaticano, y 2041 padres conciliares estimaron que la versión de la Pasión según Jules Isaac era preferible a la de San Juan y San Mateo. Este voto, bajo las apariencias de caridad cristiana, es una etapa más en el camino del abandono del cristianismo tradicional y del regreso al judaísmo. A los ojos de los judíos, esta reforma conciliar debe ser una nueva etapa en el camino del abandono, de la dimisión, de la destrucción del tradicionalismo católico que de esta forma está siendo vaciado poco a poco de su sustancia. (León de Poncins, El judaísmo y el Vaticano, tomado del artículo de Don Curzio Nitoglia El Deicidio, pág. 14).

terça-feira, 17 de junho de 2014

EL SINESTRO TRIBUNAL SUPREMO DE ISRAEL

El Tribunal Supremo de Israel es creación de una de las familias de la élite: los Rothschilds. En sus negociaciones con Israel,  acordaron donar el edificio bajo tres condiciones: los Rothschilds eligirían la parcela de tierra, utilizarían su propio arquitecto y nunca nadie sabrá el coste de la construcción. Las razones de esas condiciones son bastante evidentes: el edificio de la Corte Suprema de Justicia es un Templo Masónico Religioso construido por la elite, para la élite. 

corte suprema israel
Construido en 1992, la Corte Suprema de Israel se encuentra en Jerusalén, delante del Knesset (parlamento israelí). Su arquitectura peculiar ha ganado alabanzas debido a la oposición de los arquitectos de lo viejo contra lo nuevo, la luz frente a la sombra y las líneas rectas frente a las curvas. Casi todos los críticos y periodistas, no obstante, han omitido mencionar los flagrantes símbolos  ocultos  que hay en todo el edificio. Los principios masónicos e Illuminatis  son físicamente encarnados en numerosos casos,  lo que demuestra sin lugar a dudas quién dirige el cotarro  allí.  

Casa de los Rothschild  

La familia Rothschild es una dinastía de alemanes con ascendencia judía que se establecieron en todo el mundo operando en la banca y las finanzas. Los hijos de Mayer Amschel Rothschild (1744-1812) se han extendido por toda Europa y se convirtieron en actores importantes de la vida social, política y económica del continente. Tejiendo vínculos estrechos con la élite de Inglaterra, Austria, Francia e Italia, los Rothschild se convirtieron en una fuerza oculta en la mayoría de los acontecimientos políticos de los últimos siglos. Historiadores independientes dicen que son parte de las 13 familias de sangre de los Illuminati, junto con los Rockefeller y la Duponts. 

terça-feira, 3 de junho de 2014

QUEM FINANCIA O FEMINISMO?

Lembrando que a mulher católica não pode (no sentido de que é impossível, não tem como etc.) e não deve (porque é pecado) ser feminista, pela simples razão que o Feminismo se opõe clara e publicamente ao Cristianismo. Não se pode servir a dois Senhores. Um texto para nossa reflexão.  


QUEM FINANCIA O FEMINISMO?



QUEM FINANCIA O FEMINISMO?

Em 2013 foram enviados mais de U$ 1.500.000,00 pela fundação FORD apenas para organizações feministas: http://www.fordfoundation.org/regions/brazil/grant-making

A fundação MacArthur financiou/financia organizações como o Centro Feminista de Estudos e Assessoria (CFEMEA); Cunhã—Coletivo Feminista; Fala Preta—Organização de Mulheres Negras; Rede Nacional Feminista de Saúde e Direitos Reprodutivos ; Themis—Assessoria Jurídica e Estudos de Gênero ; Programa de Apoio ao Pai (PAPAI); Casa de Cultura da Mulher Negra;Católicas pelo Direito de Decidir; entre outras inúmeras ONG's que carregam em seus discursos a ideologia feminista.

POR QUE FINANCIAM O FEMINISMO??

Décadas atrás o magnata do petróleo John Rockefeller III se preocupava com a taxa de crescimento populacional no mundo. Para conter esta taxa, além de financiar diversos métodos médicos para evitar a gravidez, Rockefeller também financiava o aborto e sua legalização em diversos países.

Por volta dos anos 70, Rockefeller teve contato com Adrienne Germain, uma socióloga que o convenceu que ele poderia utilizar uma estratégia mais eficiente para conter o crescimento populacional mundial.

A nova estratégia proposta por Adrienne não seria apenas utilizar métodos médicos, mas também utilizar a engenharia social e a cultura como meio para conter o aumento da população.

Juntamente com esta cientista social que então trabalhava na Fundação Ford, Rockefeller resolveu introduzir o conceito de emancipação da mulher e dos direitos sexuais e reprodutivos. Com isso, a Fundação Ford e as Organizações Rockefeller passaram a financiar ativamente as redes de ONGs feministas.

Agora você entende porque o movimento feminista faz a cabeça de mulheres para que cada vez mais se afastem da gravidez e da família. O objetivo é arrancar da mulher o sonho de ser mãe e introduzir o sonho de ser bem-sucedida no trabalho. Tudo para diminuir a taxa de aumento populacional.

Eis um relatório da Fundação Ford dos anos 1990 esclarecendo que entre os objetivos da entidade estão o fortalecimento do feminismo e a legalização do aborto: http://www.votopelavida.com/fundacaoford1990.pdf

Eis um relatório da MacArthur com seus financiamentos de projetos e ONG's pró-aborto e feminismo: http://www.votopelavida.com/macarthurlessonslearned.pdf

Resistência Anti-Feminismo Marxista
Em 2013 foram enviados mais de U$ 1.500.000,00 pela fundação FORD apenas para organizações feministas: http://www.fordfoundation.org/regions/brazil/grant-making
  
A fundação MacArthur financiou/financia organizações como o Centro Feminista de Estudos e Assessoria (CFEMEA); Cunhã—Coletivo Feminista; Fala Preta—Organização de Mulheres Negras; Rede Nacional Feminista de Saúde e Direitos Reprodutivos ; Themis—Assessoria Jurídica e Estudos de Gênero ; Programa de Apoio ao Pai (PAPAI); Casa de Cultura da Mulher Negra;Católicas pelo Direito de Decidir; entre outras inúmeras ONG's que carregam em seus discursos a ideologia feminista. 

POR QUE FINANCIAM O FEMINISMO?? 

Décadas atrás o magnata do petróleo John Rockefeller III se preocupava com a taxa de crescimento populacional no mundo. Para conter esta taxa, além de financiar diversos métodos médicos para evitar a gravidez, Rockefeller também financiava o aborto e sua legalização em diversos países. 

Por volta dos anos 70, Rockefeller teve contato com Adrienne Germain, uma socióloga que o convenceu que ele poderia utilizar uma estratégia mais eficiente para conter o crescimento populacional mundial. 

A nova estratégia proposta por Adrienne não seria apenas utilizar métodos médicos, mas também utilizar a engenharia social e a cultura como meio para conter o aumento da população. 

Juntamente com esta cientista social que então trabalhava na Fundação Ford, Rockefeller resolveu introduzir o conceito de emancipação da mulher e dos direitos sexuais e reprodutivos. Com isso, a Fundação Ford e as Organizações Rockefeller passaram a financiar ativamente as redes de ONGs feministas. 

Agora você entende porque o movimento feminista faz a cabeça de mulheres para que cada vez mais se afastem da gravidez e da família. O objetivo é arrancar da mulher o sonho de ser mãe e introduzir o sonho de ser bem-sucedida no trabalho. Tudo para diminuir a taxa de aumento populacional. 

Eis um relatório da Fundação Ford dos anos 1990 esclarecendo que entre os objetivos da entidade estão o fortalecimento do feminismo e a legalização do aborto: http://www.votopelavida.com/fundacaoford1990.pdf
  
Eis um relatório da MacArthur com seus financiamentos de projetos e ONG's pró-aborto e feminismo: http://www.votopelavida.com/macarthurlessonslearned.pdf.

Resistência Anti-Feminismo Marxista

Visto em: Marx da Depressão


Ajude o apostolado do Rev. Pe. Cardozo, adquirindo alguns dos itens do Edições Cristo Rei, encomendando Missas (consulte a espórtula diretamente com o rev. Padre), ou fazendo uma doação aqui:




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sábado, 1 de março de 2014

Quando o Verde é satânico!

ATUALIDADES INTERNACIONAIS: sobre a moral dos ativistas "verdes" que na Europa Unida decidem o que pode e o que não pode. Desculpem a transcrição de alguns trechos de suas imundícies, mas é necessário entender como eles pensam e o que eles dizem. Porque isso ecoa no mundo todo, e serve de base para os avanços da Agenda Pedofilia no mundo e, principalmente, no Brasil, onde a Lobby Gay abriu a estrada a essas ofensas a Deus. 


O VERDE EUROPEÍSTA ATACA A SUÍÇA E DEFENDE A PEDOFILIA


 
DANIEL COHN-BENDIT (se alguém pensa que ele é judeu por causa do sobrenome, está certo) – O chefe dos verdes europeístas - leia-se os ecochatos da União Europeia - ataca a Suíça. É a mesma pessoa que em vídeo revela: "Não podeis imaginar quanto seja excitante deixar-se despir por um menino de 5 anos".

Daniel Cohn-Bendit foi pródigo, ontem, em um longo discurso retórico contra a Suíça, também é famoso por ter escrito um livro sobre suas experiências eróticas com crianças de 5 anos durante um período que passou como assistente em um centro para crianças.


“Aconteceu muitas vezes que algumas crianças abriam meu zíper e começavam a me acariciar. Segundo as circunstâncias do caso, eu reagir de maneira diferente, mas os desejos das crianças me deram problema. Quando insistiam, então eu também os tocava. Fui acusado de ser um pervertido, e alguém escreveu cartas ao Conselho que indagavam se eu era pago com dinheiro público. Ainda bem que havia terminado meu com trato, se não eu teria sido demitido”. 

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

Já ouviu falar sobre o Plano Andínia?

O PLANO ANDÍNIA - O NOVO ESTADO JUDAICO NA AMÉRICA DO SUL


"O êxito de nosso plano defensivo depende da fé em Deus, do patriotismo, da abnegação e da determinação com que se lhe encare. Se fraquejarmos, tudo se haverá perdido e seremos, os homens da atual geração, os únicos responsáveis ante Deus, ante nossos filhos, ante a História e ante a Pátria submetida."

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sábado, 1 de fevereiro de 2014

Antiga amizade entre Roma apóstata e a Sinagoga

Para reflexão. Não endossamos palavra por palavra, sobretudo quanto ao Papado.
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Vaticano celebra ‘Dia do Judaísmo’


A notícia do l'Osservatore Romano:

No dia 17 de Janeiro a Igreja na Itália celebrou, como nos anos passados, o «Dia do Judaísmo», que ofereceu uma oportunidade particular para recordar as raízes judaicas da fé cristã, olhar com gratidão para o diálogo sistemático que decorre com o judaísmo desde o Concílio Vaticano II e para o promover ulteriormente na situação atual através de ações concretas. Até agora, o «Dia do Judaísmo» é celebrado pelas Conferências episcopais da Áustria, Polônia, Países Baixos e Suíça; noutros países está-se a refletir sobre a oportunidade de seguir este exemplo.”[1]

Meu leitor, a seita que usurpou o comando da Igreja Católica torna-se hoje tão assanhada e promíscua, que ousa agendar datas de celebração de religiões estranhas e inimigas da religião católica.

A FRAUDE DAS RAÍZES CRISTÃS NO JUDAÍSMO


São muitos os incautos que caem na cilada de acreditarem que o cristianismo tem sua herança no judaísmo.

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Rabino H. Waton: "Judaísmo é comunismo"

Judaísmo e Marxismo

“Não é por acaso que o Judaísmo deu à luz o Marxismo, e não é por acaso que os judeus prontamente assumiram o Marxismo; tudo isso estava em perfeito acordo com o progresso do Judaísmo e dos judeus. Os judeus deveriam perceber que Jeová não mora mais nos céus, mas em nós mesmos aqui na terra; não devemos procurar por Jeová como se ele estivesse acima e fora de nós, mas vê-lo exatamente dentro de nós. (...) Como os judeus são o melhor e o mais culto povo sobre a terra, eles têm o direito de subordinar a si mesmos o restante da humanidade e de se fazerem senhores da terra inteira. Ora, de fato, esse é o destino histórico dos judeus. (...) Judaísmo é comunismo, internacionalismo, a irmandade universal dos homens, a emancipação das classes trabalhadoras e da sociedade humana. É com essas armas espirituais que os judeus vão conquistar o mundo e a raça humana.”


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segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Historias de Auschwitch: a aborteira judia e a parteira católica.

Um campo - de horrores indescritíveis e um padecimento em comum - e duas histórias completamente diferentes!!! Uma médica que decidiu cooperar para o assassinato de milhares de crianças no ventre materno, e uma parteira que se recusou a assassinar milhares de crianças recém-nascidas e, ainda por cima, que se propôs a batizá-las antes de entregá-las, sãs e salvas, aos braços de suas mães. Hoje contaremos a história de  


Gisella e Stanislawa no Campo de Auschwitz.

 



Gisella Perl foi uma abortista romeno-judia que assassinava os bebês para que as mães pudessem sobreviver. Ela era uma ginecologista, que realizou mais de mil abortos em suas companheiras do campo de concentração de Auschwitz. Era casada e tinha um casal de filhos. O marido e o filho homem morreram em um campo de concentração, junto a outros familiares. Ela sobreviveu, porque era útil. Ao saber da morte do filho e do marido, tentou se matar, mas foi socorrida e enviada a um convento francês até 1947, para se recuperar. Em março daquele ano, foi para os Estados Unidos, onde foi interrogada sob suspeita de colaboracionismo com os nazistas, por crimes contra a Humanidade, mas não deu em nada e, em 1951, além de lhe concederem a cidadania norte-americana, ganhou um emprego no Hospital Monte Sinai, onde (segundo a biografia de Wikipédia) fez o parto de mais de 3000 bebês e se tornou especialista em tratamento contra a infertilidade. Em junho de 1948, publicou a história de sua vida em Auschwitz (“I Was a Doctor in Auschwitz”), detalhando os “horrores” vividos lá, como prisioneira médica. Mais tarde, ele se reuniu com sua filha, Gabriella Krauss Blattman, que conseguiu se esconder durante a guerra, e ambas se mudaram para Herzliya, Israel. Morreu em Israel, em 1988.

Esta a bela história que conta Wikipédia. Mas é mais notória, certamente, por “salvar a vida” de centenas de mães ao fazê-las abortar, porque as mulheres grávidas eram espancadas e mortas com frequência, ou utilizadas pelo Dr. Josef Mengele em experiências de vivissecção. Era mais “humano”, então, matar os bebês no ventre materno!

Ela foi chamada de “anjo de Auschwitz" e lhe fizeram até um filme, em 2003: “Out of the Ashes”, baseado em seu livro: “I Was a Doctor in Auschwitz”. 



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Stanislawa Leszczyńska (ou Leszczynska) foi uma parteira católica polonesa, que ajudava às mães a dar à luz e tentava salvar os bebês. Nascida em 08 de maio de 1896, em Łódź, na Polônia, morreu em 11 de março de 1974, de câncer. Casou-se em 17 de outubro de 1916, com Bronislaw Leszczynski, um tipógrafo, com quem teve três filhos: Sylvia, Stanislaus e Henry. Em 1920, mudaram-se para Varsóvia, onde o marido começou a ensinar na Escola de Enfermagem Obstétrica. Ainda em 1920, ela chegou a vir ao Brasil, indo visitar parentes da família materna no Rio de Janeiro.

Toda a família foi presa na noite de 19-20 fevereiro de 1943. Stanislawa e Sylvia foram enviadas, primeiro para Gdańskiej, e depois para Auschwitz-Birkenau, onde Stanislawa recebeu o número 41335; o marido e os filhos, primeiro para S. Sterlinga, e depois de um breve julgamento, para Gross-Rosen. Somente ela e os homens da família sobreviveram. 


Ao ser deportada para Auschwitz, foi destinada à chamada "sala de maternidade" que, na verdade e paradoxalmente, era uma sala de aniquilação de crianças recém-nascidas. Lá permaneceu até a libertação do campo pelo Exército Vermelho, em 27 de janeiro de 1945.


No campo, as mães eram obrigadas a trabalhar, as crianças eram um fardo incômodo e, portanto, o famoso Dr. Mengele deu ordem para matá-las após o nascimento, afogando-as em um balde de água. Estas operações eram realizadas por Klara, uma parteira alemã que, após a guerra, foi presa por infanticídio, e suas assistentes. Mas Stanislawa se opôs à ordem criminosa e enfrentou Mengele: "Não, nunca", disse a ele. Ninguém sabe por que naquela época a parteira polonesa não foi morta. Ele pôde voltar para a maternidade e continuar seu trabalho. 


quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

No pongas tus sucias manos sobre Cristo!!!


En los años 70, los hipies hicieron de Jesucristo (Superstar) un hippy. Los musulmanes dicen que es un profeta del Islam. Los judíos han visto que actualmente es más efectivo hacer de él un “rabino” que seguir maldiciéndolo, como llevaban haciendo 2000 años, así que lo acaban de convertir en un rabino fariseo.

Esto era lo que pensaba de los rabinos de entonces: Ay de vosotros escribas y fariseos…

Fonte: http://pormiedoalosjudios.wordpress.com/2011/11/14/no-pongas-tus-sucias-manos-sobre-cristo

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terça-feira, 21 de janeiro de 2014

A Realeza de Cristo sobre a História


Há uma verdade fundamental da dogmática cristã que a chamada nova teologia busca obscurecer ou debilitar. É a Realeza universal de Cristo sobre toda a criação e por isso mesmo sobre a história. Sem embargo, esta verdade constitui a substancia mesmo do kerygma evangélico, que consiste na pregação do Reinado de Deus e de seu Cristo sobre a terra. A Nova Teologia obscurece e diminui a luz desta verdade porque ela se opõe diretamente ao laicismo da vida e da história que em sua versão liberal, socialista e comunista impera hoje sobre os povos. O laicismo constitui a substancia do mundo moderno e a nova busca pactuar com o mundo moderno. Logo se vê impelida a ofuscar e a diminuir uma verdade que tão radicalmente se opõe à sua intenção profunda.

Sem embargo, a encíclica "Quas Primas", de Pio XI, sobre Cristo Rei, permaneceu como um documento que desafia os propósitos da impiedade em seu intento de diminuir os méritos deste título glorioso do Redentor. As páginas da Escritura, tanto do Antigo como do Novo Testamento, a Tradição dos Padres, a liturgia e os documentos do magistério, abundam em testemunhos desta verdade. Os salmos de Davi cantam sob a imagem e representação de um Rei opulentíssimo e sapientíssimo que havia de ser Rei de Israel.



sábado, 18 de janeiro de 2014

Te$temunha$ - EUA: judeus foram pagos para se passar por vítima do Holocausto

Sempre para reflexão. O blog não concorda com tudo. 


Te$temunha$



EUA: judeus foram pagos para se passar por vítima do Holocausto




Cerca de 5,5 mil judeus receberam de forma fraudulenta US$ 42 milhões nos Estados Unidos pagos pela Alemanha, fazendo-se passar por vítimas do Holocausto, informou nesta terça-feira a promotoria de Nova York. Dezessete pessoas, responsáveis pela armação do golpe, foram acusadas de usar um fundo destinado a ajudar vítimas da perseguição nazista na Segunda Guerra Mundial, informou em um comunicado a promotoria.

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

A ESTRELA QUE NUNCA FOI DE DAVI...

A estrela de Davi nunca foi de Davi


O talismã nacional israelense é o hexagrama, que é chamado de Estrela de Davi, que se supõe ser o antigo símbolo de Israel.

Este símbolo, em verdade, foi "legado" aos líderes judaicos no século XIV pelo hermético Rei Carlos IV da Boêmia e formalmente adotado como a "estrela de Davi" em 1898 no Segundo Congresso Sionista na Suíça.

A fonte original do símbolo é andrógina, representando Adam Kadmon, a personificação da união das forças masculinas e femininas em um corpo. A doutrina cabalística trouxe o hexagrama ao interior da tradição Judaica (um fato devido ao reconhecimento oficial pelo rei da Boêmia).

segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Judeu nega o holocausto

Judeu nega o holocausto

Porque me denomino um Negador do Holocausto


O publicitário britânico Paul Eisen, apesar de membro da comunidade judaica, se tornou um fervoroso defensor do Revisionismo do “Holocausto”. Naturalmente devemos relevar algumas frases de seu discurso, mas ele publicou a verdade fundamental em Londres com grande coragem e dedicação. Como podemos ver a partir de suas publicações na rede, ele é um judeu correto. A 5 de dezembro de 2012, ele fez em seu Blog a seguinte revelação: “Porque eu me denomino um negador do holocausto”.
 




Minha família era formada por pessoas completamente normais – duas vezes por ano éramos judeus, como costumávamos dizer. Mas como a maioria de nós, judeus da segunda e terceira geração, bastante modernos, do norte de Londres, nosso judaísmo preenchia nossas vidas. E isso significava nesta época Sionismo e Holocausto. Minha família, amigos e eu entendíamos sob o termo Holocausto, simplesmente apenas “nunca mais”. [...] A princípio eu fazia o papel de Zadik da família (o “justo”), muito ligado a Deus e meu judaísmo (apesar de sempre conflitar com outros judeus). Então me tornei o dissidente intelectual da família. Como jovem adulto, eu me pendia de alguma forma para a esquerda sionista, mas sempre totalmente fiel ao Estado Judeu. Bem, eu desejava que Israel não se comportasse tão mal e me envergonhasse diante de meus amigos. Mas quando se tratava do Holocausto, minha fé era inabalável. Já em 1978 eu visitara o Yad Vashem. [...]

quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

O SÉCULO JUDAICO

Para nós, católicos, este texto serve de reflexão. Não esqueçamos que eles, os Judeus, não são nossos "irmãos maiores" (ou mais velhos), como quer fazer crer o Vaticano II e, infelizmente, creem muitos pseudo-tradicionalistas (vide, Menzingen), uma vez que eles se recusam a aceitar a Santíssima Trindade, particularmente a Segunda Santíssima Pessoa, pois ainda esperam por um messias que há de vir e resgatá-los do que quer que seja. 

Eles são inimigos da Igreja e, portanto, dos católicos. Por séculos, eles vêm levando adiante a mentira da "perseguição injusta", quando são declaradamente DEICIDAS - vide Mateus 27:25.

Oras.. Não entregaram Cristo à morte? Cristo não é Deus? Então eles são o que? DEICIDAS

Diferentemente do que andam dizendo por aí, inclusive em "setores" pseudo-tradicionalistas, lá pelas bandas de Buenos Aires, com sotaque francês, e até hoje sem retratação e com uma fila de imbecis a lhe dar ainda ouvido! Me pergunto o quanto se tornam cúmplices disso tudo... 

Enfim, falarei sobre os Judeus em outra oportunidade, sobretudo para esclarecer que eles não são uma raça, e por isso não há falar em racismo (ou antissemitismo), mas um povo e uma "religião". A condenação da Igreja é quanto à "fé" deles e não quanto a uma suposta "raça". A Verdade não muda com o tempo, não se adequa às situações e às conveniências mundanas.  

Fora da Igreja não há salvação! É dogma de Fé.

Movidos pela caridade, rezamos todos nós católicos pela conversão dos Judeus, como ensina a Santa Madre Igreja. 

Giulia d'Amore


Marx, Hegel, Kant, Einstein, Freud etc, todos eles judeus e/ou financiados por judeus




"El Siglo Judío", de Yuri Slezkine


Yuri Slezkine
Yvan Blot.- Se trata de un libro extraordinario. Su tesis es la siguiente: "La edad moderna es la edad de los judíos, y el siglo XX es el siglo de los judíos. La modernidad significa que todos nosotros nos convertimos en urbanos, móviles, educados, profesionalmente flexibles, etc… En otras palabras, la modernidad significa que nos hemos vuelto todos judíos". El autor de este libro es profesor de Historia en la universidad Berkeley en California.

Yuri Slezkine explica que los judíos han tenido tres Tierras Prometidas en en siglo XX: los EEUU capitalista y liberal, el Israel nacionalista y la Unión Soviética socialista. A través de las peregrinaciones de una familia, el autor estudia estas tres formas de sociedades. Opone el "mundo apolíneo", que es el de los campesinos y guerreros, basado en la ética del honor y en enraízamiento, y el "mundo mercuriano", mundo de comerciantes y de intermediarios de toda clase, basado en la búsqueda del poder y del saber, asumiendo una pérdida de raíces esencial, un mundo que es el de los judíos, pero también el de todas las minorías comerciantes alógenas (libaneses en África, diáspora china en el sudeste asiático).

Israel sería una tentativa de volver al pueblo judío apolíneo, ¡o cuanto menos de hacer la síntesis entre apolíneos y mercurianos! Los EEUU serían la forma más lograda, según el autor, de la modernidad judía totalmente mercuriana.

Pero fue la Unión Soviética, durante un tiempo, la creación judía más impresionante. El autor acumula los números y los estudios para demostrar que la URSS era un Estado judío aunque Stalin trató de romper la tendencia. Cita a Lenin (en el libro se nos dice que tenía una cuarta parte de sangre judía, lo que Stalin trató de censurar) que dice que sin los judíos la Revolución Bolchevique habría fracasado, ya que proporcionaron la mayoría de los mandos superiores más dotados de la Revolución. Los judíos fueron en la primera URSS lo que fueron los alemanes bajo los zares: la minoría extranjera instruida e indispensable. El autor, que es a la vez un especialista del mundo eslavo y de los judíos y que ama la raíz de donde ha salido (judío ruso) no es, sin embargo, tierno en sus análisis. Las reflexiones íntimas de los bolcheviques judíos dan escalofríos por su odio mortífero y su voluntad de venganza contra el orden zarista. ¡Estamos realmente frente a los "poseídos" de Dostoïevski! ¡El autor llega a hablar de violación de Rusia por los revolucionarios!

Más allá de los tabúes, Yuri Slezkine, apasionado de rigor histórico, no duda en decir que es la persecución hitleriana lo que permitió a los judíos adquirir una posición moral y por ende política dominante, incluso soberana, en el mundo actual: ¡son las víctimas por antonomasia y no se les puede criticar!

No se crea que el libro es antisemita, aunque insiste fuertemente en la responsabilidad de los judíos en la enorme extensión de los crímenes soviéticos: el libro ha sido galardonado con varios premios, entre ellos el National Jewish Award y ha sido considerada como una obra maestra por la crítica norteamericana, ¡incluso la judía! Hay que decir que muestra el éxito intelectual y social innegable de los judíos en los EEUU y en la URSS, las dos grandes potencias que se han repartido el mundo de 1945 a 1989.

Es un libro indispensable, insistimos: ¡indispensable para comprender el mundo actual!

Fonte: http://www.alertadigital.com/2013/06/19/el-siglo-judio-de-yuri-slezkine/.


Compre o livro: http://www.livrariacultura.com.br/scripts/resenha/resenha.asp?isbn=0691127603.

Leia mais a respeito: Sionismo - Instituto Ludwig von Mises Brasil .

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