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sexta-feira, 24 de outubro de 2014

VATICANO FOR RENT!

Quase todos os dias, Francisco nos deixa boquiabertos, abismados e/ou escandalizados! Hoje, a novidade é a inaudita "cessão" da Capela Sistina para uma festa privé da empresa Porche (sim, a do famoso automóvel), reservada a quarenta sortudos que desembolsaram uma alta quantia em euros para um privilegiado concerto na famosa capela. Segundo fontes oficiais do Vaticano, o dinheiro da Porche será entregue a uma instituição de caridade que cuida de "sem tetos", e o dinheiro embolsado por Francisco será revertido aos "pobres". Segundo a notícia, esta não será a única vez.

Ainda que fossem verdade as alegadas boas intenções caritativas, são uma imoralidade, um escárnio e beiram a simonia! Perdeu-se a noção do sagrado, para vender "terrenos no Céu"... é um passo! E o que vem adiante? Vão ceder o Santo Sudário para um desfile da Paris Fashion Week

Neste Domingo, Festa de Cristo Rei, não nos esqueçamos de rezar o terço em ação de graças por todas as bençãos e graças recebidas e para perseverarmos na Fé. Tempos insanos se aproximam!  

   
Ajude o apostolado do Rev. Pe. Cardozo, adquirindo alguns dos itens do Edições Cristo Rei, encomendando Missas (consulte a espórtula diretamente com o rev. Padre), ou fazendo uma doação aqui:

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quinta-feira, 25 de setembro de 2014

O Sínodo da Destruição da Família - Capítulo I

Começam a aparecer mais e mais notícias sobre o "Sínodo da Destruição da Família" que começará nos primeiros dias de outubro.As notícias são na maioria preocupantes porque está claro que a intenção é aggiornare mais ainda a Igreja, como se não estivesse já bastante aggiornata. Outro dia, li que entre os convidados de Francisco para "contribuir" com o Sínodo estão alguns casais. Não especificaram que tipo: se legalmente casados, se adúlteros "juntados", se adúlteros divorciados e "re-casados"... Ou se haverá, entre eles, algum "casal" gay, para abrilhantar o evento e "contribuir" com seu exemplo. Ainda não especificaram de quem se trata. Hoje resolvi publicar esta notícia que é exemplificativa dos tempos que vivemos. 

Minha modesta opinião? Bom, é notório que o Cardeal Burke é um dos que mais fortemente defende a doutrina da Igreja sobre o Matrimônio e particularmente a não recepção da Comunhão pelos adúlteros. Assim, das duas uma: ou Francisco pretende afastá-lo do Sínodo por causa da influência que ele exerce sobre a maioria dos que estarão presentes, ou quis mandar um recado aos que pretendem manter as coisas como estão. E já estão ruins demais! Seja como for, foi um ato autoritário demais para quem quer aparentar uma magnanimidade de ópera bufa. Seja como for, cada dia fica mais claro que estamos de fato excomungado dessa igreja. Vamos à notícia.  

Fontes confirmam que Burke será removido. Mas ele vai participar do Sínodo?


Por John-Henry Westen (Tradução: Carlos Wolkartt – Renitencia.com)

18 de setembro de 2014 – Fontes em Roma confirmaram para o LifeSiteNews que o cardeal Raymond Burke, chefe da mais alta corte do Vaticano, conhecida como a Assinatura Apostólica, será removido de seu posto e receberá uma atribuição não-curial de patrono da Ordem de Malta.

quarta-feira, 25 de junho de 2014

Rezando contra os Cristãos no Vaticano!

Transcrevo a notícia do Aleteia, com o devido comentário, porque foi onde li a notícia em feed. A má fé dos modernistas é assombrosa! Anátema sejam! 

Grifos e [colchetes] nosso. A notícia já foi publicada em espanhol e inglês. Leia, também, sobre o Crislã (Cristianismo islâmico) desejado e promovido por Francisco. 




 

​Oração de muçulmano no Vaticano: traição ou mal-entendido? Ou caso pensado!


  

Durante o encontro promovido pelo papa Francisco no último dia 8 de junho, o representante muçulmano acrescentou uma frase pedindo a "vitória sobre os infiéis", que foi interpretada como provocação. 






Algumas vozes se levantaram depois do encontro de oração organizado pelo papa Francisco no domingo de Pentecostes, 8 de junho, do qual participaram os presidentes palestino, Mahmoud Abbas, e israelense, Shimon Peres.

quinta-feira, 22 de maio de 2014

Historiador levanta dúvidas sobre a santidade de João XXIII

Em entrevista à revista norte-americana Catholic Family News, de 22 de abril, largamente reproduzida por outros órgãos da mídia, o conceituado historiador italiano Roberto de Mattei (*) apresenta suas reservas com relação à santidade de João XXIII. Abaixo trechos importantes da entrevista.

Perguntado sobre as canonizações de João Paulo II e João XXIII, diz De Mattei:

"Eu posso exprimir uma opinião pessoal, sem pretender resolver esse complexo problema. O Primeiro Concílio do Vaticano definiu a primazia de jurisdição do Papa e a infalibilidade de seu Magistério, sob certas condições, mas certamente não a impecabilidade pessoal do Soberano Pontífice.

"Então, seja-me permitido exprimir-me sobre o Papa João XXIII, que eu conheço melhor como historiador. Estudando o Concílio Vaticano II pude aprofundar-me na biografia desse Papa e consultei as atas de seu processo de beatificação.

"No caso de um Papa, para ser considerado santo, ele deve ter praticado virtudes heroicas no cumprimento de seu múnus de Papa; é o caso, por exemplo, São Pio V ou São Pio X.

"Ora, no que se refere a João XXIII, cheguei à refletida convicção de que seu pontificado foi objetivamente prejudicial para a Igreja e que, portanto, é impossível falar de santidade no caso dele.

"Afirmou-o antes de mim, em um famoso artigo na "Revista de Ascética e Mistica"(Ascetical and Mystical Review) o sacerdote dominicano Inocêncio Colosio, especialista em santidade e considerado um dos maiores historiadores da espiritualidade nos tempos modernos.

"É falsa a premissa de que cada ato do Papa, ou quase cada ato, é infalível. A infalibilidade das canonizações não é um dogma de fé.

"Não é por acaso que a doutrina das canonizações não está contida nos Códigos de Direito Canônico de 1917 e de 1983, nem nos Catecismos da Igreja, quer o antigo, quer o novo.

"Quanto a este tema, além do estudo de Mons. Brunero Gherardini [o mais eminente representante vivo da Escola Romana de teologia], remeto também para o excelente artigo de José Antonio Ureta, publicado na edição de março/2014, da revista Catolicismo.

"Sinto que posso, em consciência, manter todas as minhas reservas quanto a este ato de canonização."

(*) Gregorio Vivanco Lopes é advogado e colaborador da ABIM

Fonte: Agência Boa Imprensa – (ABIM)


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segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

BÊNÇÃOS BERGOGLIANAS QUE FEDEM A ENXOFRE ...

BÊNÇÃOS BERGOGLIANAS QUE FEDEM A ENXOFRE ...





Assim agiam os verdadeiros Pontífices Católicos, excomungavam os inimigos de nosso Senhor:

DECRETO DO SANTO OFÍCIO
no qual se confirma que é ilícito um católico inscrever-se nos Partidos Comunistas ou lhes dar apoio; é ilícito publicar, difundir ou ler escritos que apoiam a doutrina ou a práxis comunista ou colaborar com os escritos; que os fiéis que conscientemente praticam os atos acima descritos não podem receber os Sacramentos, e, por fim, que os que professam a doutrina do Comunismo, materialista e anticristão, e principalmente quem a defendem ou a propagam, incorrem "ispo facto", como apóstatas da fé católica, na excomunhão in modo speciale reservada à Sé Apostólica.


Assim agem os falsos Pontífices em conluio com os inimigos de nosso Senhor:



A Bênção apostólica é o presente do pároco de Ulignano e de um prelado da Cúria vaticana. Dom Luigi: “os gerentes e os frequentadores do restaurante não acreditavam que fosse possível".

Bênção Apostólica do Papa Francisco para o círculo Arci de Ulignano, uma pequena aldeia nos arredores de San Gimignano (Siena). Trata-se de um gesto de gratidão do pároco local, Dom Luigi Miggiano, realizado com a ajuda de um prelado da Cúria vaticana que escolheu a pequena aldeia perto de Siena como “buen retiro”. Os dois religiosos quiseram prestar homenagem ao círculo Arci entregando nas mãos da barwoman o pergaminho com selo papal em relevo, expedido pela Esmolaria Apostólica do Vaticano.

No pergaminho, prontamente emoldurada e colocada em local visível no local, se lê que "Sua Santidade Francisco de coração dá a implorada Bênção Apostólica a Arcinova de Ulignano invocando, pela intercessão de Maria Santíssima, abundantes Graças Divinas”.

Uma brincadeira com os "comunistas". Um gesto, o dos dois religiosos, nascido como que por uma brincadeira "porque – explica Don Luigi – os gerentes e os frequentadores do restaurante não acreditavam que fosse possível que um círculo Arci pudesse receber a Bênção Apostólica". "Nós também frequentamos o círculo – enfatiza o pároco de Ulignano –, há pessoas valorosíssimas e simpaticíssimas que, em tom de brincadeira, chamamos de comunistas".

Fonte : agenziaimpress.it , Cristian Lamorte .
Visto em: http://nullapossiamocontrolaverita.blogspot.com.br/2014/01/benedizioni-che-puzzano-di-zolfo.html.

O que são os círculos Arci? Aqui a explicação de Wikipédia:



ARCI (Associação Cultural e Recreativa italiana) é uma associação de promoção social italiana fundada em Florença em 26 de maior de 1957, onde se reconhecem os valores democráticos nascidos da luta de libertação contra o nazifascismo, valores que são declaração plenamente na Constituição republicana. Atualmente tem sua sede nacional em Roma, e é uma associação de promoção social, de acordo com a Lei de 7 de dezembro de 2000, n. 383.

A história dela é “edificante”!!! Continuamos a ler no Wikipédia:

No âmbito da reconstrução democrática da Itália libertada do fascismo amadureceu a ideia de fundar uma federação de c´riculos (clubes), casas do povo, sociedades de mútuos que se reconheciam nos valores da esquerda e, em particular, nos dos dois principais partidos então na oposição, o Partido Comunista Italiano e o Partido Socialista Italiano.

Em novembro de 1980, após um fato conhecido como “delito de Giarre”, a partir da ideia de Dom Marco Bisceglia, um padre abertamente gay, e com a ajuda de um jovem objetor de consciência, Nichi Vendola (governador da Puglia), Massimo Milani, Gino Bell e outros militantes fundam em Palermo (Sicilia) a Arci-Gay, a primeira seção do Arci dedicado à cultura homossexual, que se espalhará rapidamente por toda a Itália.

Depois de assumir, em 1994, o nome de "Arci - Nova associação", no congresso nacional de Cervia, a associação assume a denominação de "Associação Arci", conferindo maior evidência ao acrônimo A.R.C.I, adotado em 1957.

Contra a guerra na ex-Jugoslávia, em apoio de suas vítimas (da Caravana pela Paz à indicação para o Prêmio Nobel da Paz) , antirracismo e iniciativas para a integração dos imigrantes (dos acampamentos de acolhida ao encontro com Nelson Mandela após a sua libertação), promoção dos valores da solidariedade contra o egoísmo social e as tendências à secessão, promoção da cultura (mil shows por toda a Itália: Festa da Música), participação ativa do Banco ético e do Fórum do Terceiro Setor .


Comovente, não?

Então, Bergoglio dá a Bênção Apostólica a quem Papa Pio XII excomungava??? E, mais, esses inimigos da Igreja penduram a bênção em plena sala pública para deboche de todos, particularmente desse pessoal que por brincadeira esses "padres" chamam de comunistas! 


Como diria meu diretor espiritual: DE ASCO! 

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sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

O Vaticano e o ERRATA CORRIGE

O DICI - que agora é filial do l'Osservatore Romano - publica esta noticia: O Papa corrige no La Stampa os mal-entendidos provocado pela "Evangelii gaudium"

Ou seja, mais uma vez é preciso "corrigir" ou explicar o que o Bergoglio diz ou escreve!

Não me consta que outro Papa na História da Igreja tenha feito isso. Ah! Sim! Bento XVI, quando levantou as excomunhões aos quatro Bispos da FSSPX e depois precisou explicar do que se tratava. A diferença entre eles é que com Bento se tratava apenas de "explicar aos bispos recalcitrantes", com Bergoglio se trata de CORRIGIR as besteiras que diz e de EXPLICAR o que ele pretendia dizer. É, no mínimo, patético...

Assim, depois de terem "explicado" a entrevista àquele jornalista ateu, agora vêm corrigir os "mal-entendidos" da primeira encíclica toda dele (até onde se sabe)... 


Assim, caminha "bem" a igreja bergogliana, para onde se pretende fazer retornar a Tradição!!! Esta igreja, sim, é falha, pecadora e humana!

A Igreja de Cristo, pela graça de Deus, continua SANTA, porque Santo é Seu Fundador, Nosso Senhor Jesus Cristo!!!


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segunda-feira, 8 de julho de 2013

Roma Apóstata e a Neo-FSSPX: já basta!

Enquanto a cúpula da Neo-FSSPX silencia sobre as últimas novidades da igreja conciliar - canonização do neo-santo João XXIII, patrono da Massonaria; a encíclica Lumen Fidei, sobre a fé da igreja conciliar apóstata e a estátua blasfema de São Miguel que revela, em seu pedestal, que a igreja conciliar tem dois papas - Roma, através do herético Müller parece ter dito: já basta! Dom Fellay, em seu estilo ambivalente, falou demais no aniversário dos 25 anos de sagração dos quatro Bispo pelo heroico Mons. Lefebvre que lhe valeu a excomunhão por parte da igreja conciliar (que vale o mesmo tanto que uma excomunhão por parte do Dalai Lama!). Roma ouviu desta vez, ou pelo menos não se fez de surda. 

quinta-feira, 28 de março de 2013

BERGOGLIO: Periferias existenciais e mundanidade espiritual

As "periferias existenciais" já haviam sido tema de Bergoglio - o Cardeal - em Aparecida, em 16 de maio de 2007 (6 anos atrás), no V CELAM. O resumo abaixo:


O Espírito Santo libera à Igreja de gnoses e a faz evangelizadora, destaca Card. Bergoglio

APARECIDA, 16 Mai. 07 (ACI) .- O Arcebispo de Buenos Aires, Cardeal Jorge Mario Bergoglio, assinalou que o Espírito Santo que o Senhor promete antes de ir-se, libera à Igreja “da suficiência do próprio conhecimento que a leva a gnoses” e a envia a evangelizar.

O Cardeal argentino, que presidiu a Missa com a que se iniciou este quarto dia de trabalhos na V Conferência Geral do Episcopado Latino-americano e do Caribe, explicou em sua homilia que “quando vier o Espírito nos abrirá caminho. O primeiro caminho que nos abre é para o mistério”.

“Vai levando a essa sapiencialidade cognitiva que destrói toda pretensão gnóstica da Igreja. Para que seu povo, sua Igreja seja uma Igreja adoradora, lhe orem”, acrescentou.

Depois de afirmar que é o Espírito Santo quem “empurra à Igreja”, o Arcebispo de Buenos Aires afirmou que além “a projeta para as periferias, não só geográficas, nem as do mundo conhecido, nem a cultura, mas sim as existenciais. O Espírito nos conduz para toda periferia humana. Tantas periferias que devemos evangelizar!”

Este Espírito é o criador da diversidade da Igreja, dos carismas que se vão suscitando. Vai fazendo o mais diversa possível e amassa a unidade na harmonia. Isto nos promete Jesus: este Espírito”, disse o Cardeal, quem presidiu a Eucaristia acompanhado pelos cardeais Julio Terrazas e Juan Luis Cipriani, da Bolívia e do Peru respectivamente, O Espírito Santo “nos libera da suficiência do próprio conhecimento que nos leva a gnoses. Espírito que nos libera de ser uma Igreja auto-referenciai”, precisou.

“Todos juntos com a Maria, a Mãe do Senhor, pedimos ser fortalecidos pelo Espírito. Não queremos ser uma Igreja auto-referenciai mas sim missionária, não ser gnóstica mas sim adoradora. Povo e pastores dialogamos segundo o Espírito e oramos. Somos instrumento do Espírito Santo”, disse o Cardeal.

“Peço ao Senhor Jesus que, ao nos ver aqui reunidos com a Maria a Mãe do Senhor, envie-nos o Espírito que nos abra caminho para o mistério e a dispersão evangelizadora. Que fomente em nós esse formoso diálogo entre povo e pastores”, prosseguiu. Finalmente, o Cardeal recordou a Santo Turíbio de Mogrovejo, Padroeiro do Episcopado Latino-americano, de quem disse que “dedicou seus 22 anos de episcopado a dialogar com seu povo. Nunca se separou de seu povo, que embora estava segregado nunca se sentiu excluído”.

Data Publicação: 17/05/2007

http://blog.cancaonova.com/vidanova/2008/07/11/o-espirito-santo-libera-a-igreja-de-gnoses-e-a-faz-evangelizadora-destaca-card-bergoglio/


Obviamente, foi traduzido do espanhol, talvez com o Google. Não revisamos.

Em espanhol:


Desgrabación de la homilía del cardenal Jorge Mario Bergoglio, arzobispo de Buenos Aires y Primado de la Argentina en la celebración eucarística en Aparecida, Brasil (16 de mayo de 2007)

A la hora de pasar de este mundo al Padre, es decir, en un ambiente de despedida, Jesús hace todas estas recomendaciones que nos gusta tanto saborear y repetir y que, de alguna manera, las traspolamos en este tiempo pos-pascual: entre la Pascua y Pentecostés.

Y empieza Jesús en el pasaje de hoy  haciendo una advertencia: tengo muchas cosas que decirles pero ahora no las van a entender.

Habían convivido con Jesús estos días post pascuales y, sin embargo, todavía no entendían. En el momento mismo de la Ascensión le preguntarán si ya va a instaurar el Reino aquí, y el Señor  les reprocha su incredulidad. Hay algo que impide entender. Pero el Señor les dice: cuando venga el Espíritu ahí sí. El será el encargado de enseñarles todas estas cosas que yo ahora, por más que se las diga, no las pueden entender.

Y llama la atención la expresión: cuando venga el Espíritu de la verdad, él os introducirá en toda la verdad. Es decir, el Espíritu es  aquel que nos introduce en la verdad, aquel que nos abre camino. Es propio del Espíritu abrir camino, y el primer camino que nos abre es hacia el misterio. El espíritu de Jesús nos introduce en el misterio y nos va llevando a esa sapiencialidad cognoscitiva que destruye toda pretensión gnóstica en la Iglesia.

El Espíritu que nos lleva al misterio para que su pueblo, su Iglesia, sea una iglesia adoradora, orante ante el misterio de Dios. Nos abre camino hacia el misterio de Dios. Y por otro lado el mismo Espíritu es el que de alguna manera va a provocar  la dispersión de ese pequeño  grupo. O a través de esa fuerte persecución en Jerusalén, o a través de inspiraciones: o sea Felipe andate al camino de Gaza porque por ahí va a pasar un ministro de Economía de la reina de  etiopia que hay que bautizar y  evangelizar, o a Pedro con Cornelio, o a  Pablo con el macedonio, o a Pablo inspirándole encontrar las semillas del verbo en este templo de Atenas, o a Pablo dándole el coraje de encararlo a Pedro cuando cae en la tentación del respeto humano. El mismo Espíritu es quien va suscitando todas estas cosas en esta Iglesia que se extiende, más aun el espíritu la empuja: Mándame a Silas y a Timoteo, no entres en Bitinia, así le va marcando, es decir la  proyecta hacia las periferias, no sólo las periferias geográficas, no sólo las periferias del mundo conocido de la cultura,  sino las periferias existenciales.

El Espíritu es el que nos conduce, también nos lleva por el camino hacia toda periferia humana: la del no conocimiento de Dios de tanta gente, la de la injusticia, la del dolor, la de la soledad, la del sin sentido de la vida, tantas periferias existenciales que debemos evangelizar, pero es el Espíritu el que nos ha de llevar allí. Por lo tanto este mismo Espíritu  nos introduce por un lado en el misterio de Dios para que su Iglesia sea adoradora y orante y por otro lado nos dispersa hacia toda periferia existencial para que su Iglesia  sea  evangelizadora. Este Espíritu es el creador de la diversidad de la Iglesia y va sembrando carismas a uno una cosa, al otro la otra y a la comunidad la va haciendo lo más diversa posible y mientras siembra la diversidad, amasa la unidad en la armonía porque Él es la armonía. Esto es lo que nos promete Jesús, esto es lo que nos va a mandar, este Espíritu. Un Espíritu que nos libra de la suficiencia del propio conocimiento la que nos lleva a la gnosis. Un Espíritu que, al empujarnos a la evangelización, nos libra de constituirnos en una Iglesia autorreferencial, como la mujer encorvada del evangelio que no hace más que mirarse a sí misma, y el pueblo de Dios por allá. Y, en esa tensión entre estas dos trascendencias, el misterio de Dios y las periferias humanas, se mueve nuestra vida de discípulos y de bautizados.

Así caminamos en la Iglesia, todos,  todos  somos discípulos desde el bautismo. El Señor, de este pueblo de Dios, saca algunos, los  separa pero no los excluye, para que sean pastores, separados pero no excluidos, incluidos en el pueblo y es el espíritu el que va  fomentando ese dialogo tan hermoso entre el pueblo y su pastor. Hoy estamos aquí, todos bautizados algunos de nosotros segregados pero no excluidos de este mismo pueblo para ser pastores, todos juntos junto a María la Madre del Señor pidiendo ser fortalecidos en el Espíritu. Porque no queremos ser una Iglesia autorreferencial sino misionera,  no queremos ser una Iglesia gnóstica sino adoradora y orante. Pueblo y pastores constituyendo este santo pueblo fiel de Dios que goza de la infalibilitas in credendo,  todos juntos con el Papa, Pueblo y Pastores dialogamos según el Espíritu nos lo inspire, y oramos juntos y construimos la Iglesia juntos, mejor dicho somos instrumentos del Espíritu que la construye.

Le pido al Señor Jesús,  que al vernos aquí reunidos junto a María, la Madre del Señor, nos envíe este Espíritu que nos abra camino hacia el misterio y hacia la dispersión evangelizadora y que fomente en nosotros ese hermoso dialogo entre el pueblo y su pastor. Quiero terminar con una imagen de este dialogo, una tierna imagen; ese gran Pastor que, de 22 años de episcopado, 18 los pasó fuera de su ciudad recorriendo por tres veces su territorio, Santo Toribio, dialogando con su pueblo, y porque nunca se apartó de su pueblo, porque si bien estaba segregado pero nunca se sintió excluido sino incluido, pudo hacer lo que hizo en América. Y de ese dialogo de 18 años largos recorriendo, rescato la imagen: una escena que nos queda en la memoria de ese dialogo fogoso, hermoso: rescato el acorde final, el pastor entregando su alma a Dios junto a un aborigen que le tocaba la chirimía para que el alma de su pastor se sintiera en paz. Ojala podamos vivir estas cosas. Que el Señor nos las conceda.

Card. Jorge Mario Bergoglio SJ, arzobispo de Buenos Aires
Aparecida, 16 de mayo de 2007

www.aicaold.com.ar//index2.php?pag=bergoglio070516

Original da homilia, em espanhol: PDF.


A homilia em italiano, com os comentários de Francesco Colafemmina, aqui. Para Colafemmina, Bergoglio parece fazer a seguinte equação: Igreja dogmática = Igreja que pretende compreender sem confiar no Espírito = Igreja gnóstica = Igreja autoreferencial. E a essa afirmação, Colafemmina acrescenta aquela sobre a "mundanidade espiritual" (De Lubac), mencionando uma entrevista à 30Giorni (em italiano) na qual o Cardeal afirmava essa ideia da Igreja "que 'deve sair de si mesma' e que não pode coincidir 'com a fé dos tradicionalistas', mas 'com uma fidelidade que é sempre uma mudança, um florescer, um crescimento'...". Mas, continua Colafemmina, De Lubac falava de uma "mundanidade espiritual" em um sentido diametralmente oposto àquele de Bergoglio, ou seja, a mundanidade espiritual maçônica, antropocêntrica, que mira ao aperfeiçoamento do homem e à sua própria glorificação

Aqui já se vê que, com Bergoglio, a Igreja não voltará à Tradição, e, portanto, os salamaleques públicos de d. Fellay, desde a primeira hora do "Pontificado Bergogliano"... são inúteis e vergonhosos. Sim, o acordo pode não sair, mas não será por vontade e gosto de Menzingen, mas de Roma, a Roma Bergogliana. 

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