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terça-feira, 31 de janeiro de 2017

DOM WILLIAMSON E SEUS OLHARES PARA ROMA MODERNISTA.

Mais informações sobre o que anda dizendo o Bispo de Kent, para que as boas almas que estão sob sua "autoridade" possam discernir as coisas fazendo uso da razão. Texto brilhante! De aplaudir de pé, pois está bem fundamentado. Não tem por onde se saírem. Mas de quem disse que o que Nosso Senhor disse não é Dogma de Fé... esperamos tudo!  


DOM WILLIAMSON E SEUS OLHARES PARA ROMA MODERNISTA.



“Medicamos Babilônia e não há sanado. Abandonemo-la!” Jeremias 51,9




Prezados amigos,
Salve Maria!

Os escândalos do líder da “Resistência” não cessam. Talvez “o cansaço de resistir” tenha falado mais alto.  Do que falo, senão do Comentário Eleison nº. 495 publicado por Dom Richard Williamson no dia sete de janeiro deste ano. Não é a primeira vez que Dom Williamson escreve/diz coisas semelhantes. Certa vez ele teria dito que pegaria o próximo avião para Roma, caso o Papa Francisco lhe autorizasse a fundar uma Sociedade. Bom, para defendê-lo, foi dito que Dom Williamson acreditava não teria autoridade para fundar Congregações e organismos do tipo, e que precisaria de uma autorização do Papa Francisco. Acontece que posteriormente foi fundada uma Congregação que intitularam “Sociedade Sacerdotal dos Apóstolos de Jesus e Maria”, por Dom Faure, bispo da “Resistência”. Inclusive, mandaram cantar o “Te Deum” por essa fundação. Para, então, justificar a ereção desta nova Congregação, lançou-se mão desse texto.

domingo, 8 de fevereiro de 2015

Pilatos & Pfluger: cara de um, fucinho do outro. Ou quando o liberalismo se revela em cada frase!!!

S.E.R. Monsenhor Williamson, em seu 395º comentário, menciona uma entrevista de Pe. Pfluger, em que inventa sobre a Resistência apenas para justificar o próximo passo. Sim, porque a coisa está sendo feitas aos "passos", como no A.A., para - REPITO - cozinhar lentamente o sapo. Tenho para mim, que o sapo já está no papo e caminha alegremente para a Roma Apóstata. Curioso que estas palavras de Mons. Lefebvre, o Pfluger as ouviu pessoalmente, e agora se pergunta: "como pode Roma não ser Católica?"... sic! Por que não perguntou isso a Monsenhor? Que diferença há entre hoje e vinte anos atrás, ou quinhentos anos atrás, se é impossível que Roma seja não católica? Parece que bebe... Só que não bebe, está lucidíssimo e sabe o que faz. Ele... e o chefe dele, o tal Mons. Fellay, que manda seu garoto de recados defendê-lo, depois de dizer, em La Reja, nas últimas ordenação, que o estado de necessidade saiu de moda... I see. O que causa espanto nem é essa combriccola que comanda a ex-FSSPX dizer e fazer tudo isso, mas o silêncio dos padres, religiosos e fiéis que o seguem. E, mais ainda, o silêncio embaraçoso de Mons. Tissier. Vou comentar o texto em outro post. Aguardem! Grifos e linkagem das traduções, nossos. 


O que pensa a Neo-Fraternidade - I



Quando o Padre Pfluger fala, o que ouvimos?
A religião do homem, o Concílio, alto e claro


No final do ano passado, o segundo no comando da Neo-Fraternidade São Pio X, o Padre Niklaus Pfluger, deu uma entrevista a uma revista da Neo-Fraternidade na Alemanha, “Der Gerade Weg”, na qual respondeu a sete perguntas sobre a Igreja, a Tradição, a “Resistência” e a Ex-FSSPX. Dada a importância de seu cargo, sua maneira de pensar não deixa de ser de interesse. Suas principais linhas são apresentadas a seguir, e, depois, sua principal falha.
A Igreja Católica é ampla, muito mais ampla do que o movimento Tradicional. Este movimento começou na década de 1970, como uma compreensível reação dos Católicos desabrigados pela revolução Conciliar, mas nunca podermos tornar a Tradição convincente ou atrativa se permanecermos mentalmente presos nas décadas de 1950 ou 1970. A Tradição Católica é um vasto tesouro, e não pode ser confinada nas condenações rotineiras, nos séculos 19 e 20, ao modernismo, ao liberalismo e à Maçonaria. É verdade que nas décadas de 1970 e 1980, a FSSPX atuou, sim, como um bote salva-vidas para as almas que corriam o risco de se afogar, mas, em 2014, “o nosso tempo é diferente, não podemos permanecer engessados”. A Tradição da Igreja é uma, mas as tradições são muitas, e muito do que é moderno não é imoral.

terça-feira, 15 de julho de 2014

O ACORDO JÁ ESTÁ AÍ

Aqui a tradução, copiada do blog Borboletas ao Luar. Como dissemos ao publicar a versão em espanhol, o que preocupa as cabeças coroadas (e apóstatas) não é quando (porque isso já é assunto passado), mas como. Como fazer os súditos recalcitrantes e desconfiados beber do veneno para a alma? Como convencer os que persistem contra qualquer acordo mas que ainda continuam sub, por uma errada compreensão do que seja "perfeita obediência", por uma mornice aguda que tomou conta de tantas boas almas, e outros que tais que fecham os olhos para a doutrina e os mantêm abertos para os respeitos humanos. Capito?

clique na imagem para saber mais...


Lembrando que, quando perguntamos acerca do acordo, que à época era apenas hipotético, a um padre que preferiu seguir Fellay na Neo-FSSPX, ele nos garantiu que, se houvesse qualquer perigo disso, os padres "gritariam". De fato, os padres gritaram, mas bem sabemos que os padres que gritaram saíram, foram expulsos ou silenciados. 

Eu ainda espero que esse bom padre não só grite, como volte para a verdadeira FSSPX que segue viva na Resistência. 


* * *



Comentários Eleison CCCLXV (365) - (12 de julho de 2014) 

O ACORDO JÁ ESTÁ AÍ


Em 13 de dezembro do ano passado, na Casa de Santa Marta, em Roma, o Papa, que lá atualmente vive, encontrou-se brevemente com Dom Fellay, Superior Geral da Fraternidade Sacerdotal São Pio X. A Fraternidade nega oficialmente que esse encontro tenha tido algum significado, mas um tal de Giacomo Devoto (G.D.), um comentarista italiano que possui alguma familiaridade com o modus operandi de Roma, argumenta que há nisso provas de que foi estabelecido um acordo Roma-FSSPX. Vejam em: http://www.unavox.it/ArtDiversi/DIV812_Devoto_Notizia_intrigante.html. 

Resumidamente:

domingo, 13 de julho de 2014

Acuerdo Ya - no QUANDO, pero COMO...

Ainda está em espanhol, mas é de fácil compreensão. Ou, por outras, caro leitor, já está na hora de aprender uma outra língua, além do Português, porque é necessário, faz bem ao espírito e à mente! No mais, para um bom entendedor... o texto diz muito. O que preocupa as cabeças coroadas (e apóstatas) não é quando (porque isso já é assunto passado), mas como. Como fazer os súditos recalcitrantes e desconfiados beber do veneno para a alma? Como convencer os que persistem contra qualquer acordo mas que ainda continuam sub, por uma errada compreensão do que seja "perfeita obediência", por uma mornice aguda que tomou conta de tantas boas almas, e outros que tais que fecham os olhos para a doutrina e os mantêm abertos para os respeitos humanos. Capito? 



Comentários Eleison CCCLXV (365) - 12 de julio de 2014

Acuerdo Ya


El 13 de diciembre del año pasado en la Casa Santa Marta en Roma donde el Papa reside actualmente, el Papa se encontró brevemente con Monseñor Fellay, Superior General de la Fraternidad San Pío X. Oficialmente la Fraternidad niega que el encuentro haya tenido cualquier significado, pero un comentarista italiano que posee cierto conocimiento de la manera en que Roma actúa, un tal Giacomo Devoto (G.D.) argumenta que esto constituye la prueba que un acuerdo Roma-FSPX ha sido concluido. Vean: http://www.unavox.it/​​​ArtDiversi/​​​DIV812_Devoto_Notizia_intrigante.html. Brevemente:—

segunda-feira, 15 de julho de 2013

A RESISTÊNCIA AVANÇA!



COMENTÁRIOS ELEISON CCCXIII (313)
Avanços da Resistência
13 de julho de 2013


A celebração do Jubileu de Prata nos EUA das consagrações episcopais de 1988 foi um grande sucesso. Uma dúzia de sacerdotes e um bispo celebraram duas missas pontificais nos dias 29 e 30 de junho no jardim da reitoria do Padre Ronald Ringrose em Viena, Virgínia, com cerca de 250 a 300 fiéis presentes em cada Missa. Liturgicamente as cerimônias podem ter deixado um pouco a desejar, pois nenhuma paróquia tem os recursos de um seminário em pleno funcionamento. No entanto, muito mais importante é que o humor das pessoas estava tranquilo, sem amargura ou raiva aparente, apenas um entendimento claro de que algo está seriamente errado com a Fraternidade Sacerdotal São Pio X, e que para manter a fé eles devem fazer algo sobre isso. Muitos vieram de longas distâncias para participar, até mesmo do exterior.

segunda-feira, 8 de julho de 2013

Roma Apóstata e a Neo-FSSPX: já basta!

Enquanto a cúpula da Neo-FSSPX silencia sobre as últimas novidades da igreja conciliar - canonização do neo-santo João XXIII, patrono da Massonaria; a encíclica Lumen Fidei, sobre a fé da igreja conciliar apóstata e a estátua blasfema de São Miguel que revela, em seu pedestal, que a igreja conciliar tem dois papas - Roma, através do herético Müller parece ter dito: já basta! Dom Fellay, em seu estilo ambivalente, falou demais no aniversário dos 25 anos de sagração dos quatro Bispo pelo heroico Mons. Lefebvre que lhe valeu a excomunhão por parte da igreja conciliar (que vale o mesmo tanto que uma excomunhão por parte do Dalai Lama!). Roma ouviu desta vez, ou pelo menos não se fez de surda. 

sábado, 5 de janeiro de 2013

Comentários Eleison: Sinal Amarelo

COMENTÁRIOS ELEISON 286 - SINAL AMARELO

por Mons. Williamson
5 de janeiro de 2013


Nem todos os leitores dos “Comentários Eleison” devem ter lido a admirável carta escrita pelo Pe. Ronald Ringrose há dois meses e dirigida ao Superior do Distrito dos EUA da Fraternidade São Pio X, Pe. Arnauld Rostand. O Pe. Ringrose tem sido por mais de 30 anos o pastor independente da paróquia Tradicional de Santo Atanásio localizada nos arredores de Washington - DC, e por todo esse tempo tem sido um fiel amigo, sem ser um membro, da FSSPX. No entanto, em junho do ano passado, ele recebeu em sua paróquia o primeiro encontro nos EUA do núcleo de sacerdotes que agora formam uma Resistência a essa mudança de direção da Fraternidade, latente há muito tempo, mas que se tornou clara para todos na primavera do ano passado. Como fiel executivo de Dom Fellay, nos EUA, o Pe. Rostand escreveu-lhe propondo uma reunião onde poderia persuadir o Pe. Ringrose de que a mudança não era mudança. Aqui está a resposta do Pe. Ringrose:

“Obrigado por sua carta de 12 de outubro, na qual o senhor propõe uma reunião para discutir a situação dentro da Fraternidade São Pio X. Apesar de ser essa uma oferta muito gentil de sua parte, o que aprecio muito, eu não acho que essa reunião vá servir a qualquer propósito útil, uma vez que os problemas decorrem do topo da liderança da Fraternidade, e o senhor não está em posição de mudar isso.

É verdade que eu tenho sido um forte apoiador da Fraternidade por muitos anos. Este apoio foi baseado no fato de que a minha missão como padre e a missão da Fraternidade eram uma e a mesma: ajudar as almas a se agarrar à fé católica durante esse tempo em que parecem ter sido abandonadas pela Roma pós-Vaticano II.

Agora tenho de ser mais cauteloso e reservado nesse apoio. Fiquei alarmado com os dizeres do Superior Geral de que 95% do Concílio Vaticano II seriam aceitáveis. Deixa-me pasmo a liderança da Fraternidade responder a três bispos da Fraternidade, sugerindo que eles estariam transformando os erros do Concílio Vaticano II em uma “super-heresia”. Estou desapontado com o fato de a resposta da Fraternidade ao Assis III ter sido tão fraca e anêmica. Estou triste pelo castigo injusto aplicado aos sacerdotes da Fraternidade que estão seguindo o exemplo do Arcebispo Lefebvre, e indignado com o tratamento dado ao Bispo Williamson – e não se trata apenas da sua recente expulsão, mas do tratamento injusto que ele tem recebido ao longo dos últimos anos.

Antes deste ano, quando perguntado sobre a Fraternidade por algum paroquiano inquiridor, eu sempre dava à Fraternidade um sinal verde. Dada as recentes ações da Fraternidade, ainda não dei a ela um sinal vermelho, mas dei um sinal amarelo de cautela. O sinal vermelho virá se e quando a Fraternidade se permitir ser absorvida pela Igreja Conciliar, à qual o Arcebispo Lefebvre tão vigorosamente resistiu.

É com grande tristeza que escrevo estas palavras. Há muitos bons, zelosos e fiéis sacerdotes dentro das fileiras da Fraternidade. Muitos deles eu conheço pessoalmente e admiro. Muitas almas dependem deles. É por amor à Fraternidade que temo pelo seu futuro. Tenho medo de que ela esteja em um caminho suicida. A liderança pode pensar que um acordo está fora de questão, mas eu temo que esse não seja o pensamento de Roma.

Rezo para que a Fraternidade retorne à missão dada a ela pelo Arcebispo Lefebvre sem se comprometer ou se restringir. Quando isso acontecer, ela vai ter o meu apoio incondicional.”

E a carta de Pe. Ringrose termina com saudações fraternas. É realmente um modelo de lucidez e firmeza, cortesia e caridade. Vida longa ao Pe. Ringrose, para que mantenha um incomparável bastião do catolicismo bem ao lado da capital dos Estados Unidos!

Kyrie eleison.

Fonte: Borboletas ao Luar.




segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Jack, o Estripador e o Capítulo da FSSPX

Comentários semanais
De S. E. Mons. Richard Williamson
Bispo da Fraternidade Sacerdotal de São Pio X
4 de agosto de 2012

Um capítulo


Como muitos de vocês sabem, certo bispo foi excluído do Capítulo Geral, a reunião dos líderes da Fraternidade de São Pio X, realizada no mês passado em Ecône, na Suíça. Para confirmar a exclusão, parece terem lançado mão da adaptação de "Comentários Eison" (n. 257, de 16 dejunho) sobre o aparente desejo homicida de São Paulo, que queria "eliminar" os corruptores da Fé Católica (Gal. 5,12). Na verdade, Ambrósio, Jerônimo, Agostinho e Crisóstomo consideram que, naquele contexto (Gal. 5,1-12), o pensamento fosse dirigido à virilidade dos judaizantes, mais do que às suas vidas, e Crisóstomo acha que se tratava de uma brincadeira.

No entanto, quando ouvi dizer do uso sério que se fez no Capítulo de tal brincadeira, devo admitir que tive uma visão um tanto malandrinha: imaginei os meus nobres colegas dos Quartel General da FSSPX a olhar para fora das janelas, durante a noite, para ver se não haveria certo bispo Inglês magricela, fantasiado de Jack, o Estripador, a vagar por entre os arbustos, com uma longa faca trinchante brilhando à luz do luar, procurando alguém para esquartejar. Caros colegas, podem dormir sonos tranquilos - eu não tenho ambições homicidas. Honestamente!

Mas o Capítulo foi uma coisa séria. O que produziu? Sobretudo, uma Declaração, divulgada alguns dias depois, e seis pré-condições para um futuro acordo Roma-FSSPX, vazadas logo na Internet (visto que muitas almas estão atualmente confiando sua fé e sua salvação nas mãos de quem guia a FSSPX, acho que tal vazamento não é sem razão). Agora, com todo respeito para as pessoas boas do Capítulo que, pelo que dizem, fizeram o seu melhor para limitar os danos, se a Declaração e as pré-condições nos dizem qual é a intenção atual da totalidade dos líderes da Fraternidade, então há o que se preocupar.

Sobre esta Declaração de 2012, basta confrontá-la rapidamente com a Declaração de Mons. Lefebvre de 1974 para se pergunta o que houve com a sua Fraternidade. Considerando que Monsenhor denunciou explícita e repetidamente a reforma empreendida pelo Vaticano II ("saída do liberalismo e do modernismo, é totalmente envenenada; ela nasce da heresia e acaba na heresia"), com palavras que atraíram sobre ele a ira dos papas conciliares, esta Declaração de 2012, no entanto, limita-se a se referir ao Concílio uma única vez, ao falar de “novidades” simplesmente “viciadas de erros", com termos que, se pode facilmente imaginar, poderiam, do começo ao fim, ser subscritos por Bento XVI.
A FSSPX entende que os papas conciliares não representam mais um problema sério?

Acerca das seis pré-condições para qualquer futuro acordo Roma-FSSPX, elas merecem um exame aprofundado, mas no momento é suficiente dizer por agora que a exigência do Capítulo Geral de 2006, que estabeleceu que qualquer acordo prático deveria ser precedido de um acordo doutrinário, parece ter sido completamente abandonada.
A FSSPX entende hoje que a doutrina dos Romanos a quem se submeteria não é mais tão importante assim? Ou é a própria FSSPX que sucumbiu ao fascínio do liberalismo?

Para um ponto de vista oposto, poderia recomendar a coleção dos "Sermons and Doctrinal Conferences", de 1994 a 2009, de Sua Excelência Jack, o Estripador, agora disponível em sete CDs no site True Restoration Press, com incentivos especiais para a compra até o final deste mês?
Nem todas as palavras são de ouro, algumas são, sem dúvida, muito acaloradas, mas pelo menos se tenta estripar os inimigos, e não os amigos da nossa fé católica.

Kyrie eleison.

Londres, Inglaterra

Fonte

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