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terça-feira, 15 de julho de 2014

O ACORDO JÁ ESTÁ AÍ

Aqui a tradução, copiada do blog Borboletas ao Luar. Como dissemos ao publicar a versão em espanhol, o que preocupa as cabeças coroadas (e apóstatas) não é quando (porque isso já é assunto passado), mas como. Como fazer os súditos recalcitrantes e desconfiados beber do veneno para a alma? Como convencer os que persistem contra qualquer acordo mas que ainda continuam sub, por uma errada compreensão do que seja "perfeita obediência", por uma mornice aguda que tomou conta de tantas boas almas, e outros que tais que fecham os olhos para a doutrina e os mantêm abertos para os respeitos humanos. Capito?

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Lembrando que, quando perguntamos acerca do acordo, que à época era apenas hipotético, a um padre que preferiu seguir Fellay na Neo-FSSPX, ele nos garantiu que, se houvesse qualquer perigo disso, os padres "gritariam". De fato, os padres gritaram, mas bem sabemos que os padres que gritaram saíram, foram expulsos ou silenciados. 

Eu ainda espero que esse bom padre não só grite, como volte para a verdadeira FSSPX que segue viva na Resistência. 


* * *



Comentários Eleison CCCLXV (365) - (12 de julho de 2014) 

O ACORDO JÁ ESTÁ AÍ


Em 13 de dezembro do ano passado, na Casa de Santa Marta, em Roma, o Papa, que lá atualmente vive, encontrou-se brevemente com Dom Fellay, Superior Geral da Fraternidade Sacerdotal São Pio X. A Fraternidade nega oficialmente que esse encontro tenha tido algum significado, mas um tal de Giacomo Devoto (G.D.), um comentarista italiano que possui alguma familiaridade com o modus operandi de Roma, argumenta que há nisso provas de que foi estabelecido um acordo Roma-FSSPX. Vejam em: http://www.unavox.it/ArtDiversi/DIV812_Devoto_Notizia_intrigante.html

Resumidamente:


Na manhã do dia 13, Dom Fellay e seus dois Assistentes que integram a liderança da FSSPX, encontraram-se no Vaticano com os líderes da Comissão Ecclesia Dei por convite do Monsenhor Guido Pozzo, reintegrado à Comissão pelo Papa Francisco para tratar das relações problemáticas entre Roma e a FSSPX. Uma publicação oficial da Fraternidade, a DICI, alegou que esse encontro foi meramente “informal”; mas G.D. diz que, mesmo sendo informal, ele não pode ter ocorrido sem que tenha havido previamente uma série de contatos discretos com o propósito de reparar a ruptura das relações ocorrida em junho de 2012. G.D. acrescenta ainda que esse tipo de encontro é uma fase preliminar necessária para qualquer reunião “formal”.

De qualquer modo, depois desse encontro, Dom Guido Pozzo, Dom Di Noia e os três membros da liderança da FSSPX foram almoçar na Casa de Santa Marta, onde o Papa normalmente almoça. Quando, após a refeição, este se levantou para sair, Dom Fellay foi ao seu encontro. Eles trocaram umas poucas palavras diante dos demais presentes, e o Bispo beijou-lhe o anel (ou ajoelhou-se diante dele para receber a benção, de acordo com o Vatican Insider de Roma). E mais uma vez DICI minimizou a importância do ocorrido afirmando não se tratar de nada mais que um encontro casual com uma espontânea troca de cortesias. De encontro a isso, G.D. mantém, e com razoabilidade, que mesmo tendo sido um encontro “casual”, não poderia ter ocorrido sem o consentimento do Papa.

Além disso, diz G.D. que na arte da diplomacia tais encontros se dão para que suavemente se “quebre o gelo”, e proporcionam uma elasticidade na maneira de interpretá-los, destinada a significar muito ou pouco de certos aspectos, conforme se pretende. Por um lado, o contato cortês ocorreu de modo a ser notado por todos, em um lugar freqüentado por membros da Neoigreja, e ele poderia ser entendido como um apoio papal ao que ocorreu na reunião da manhã com a Comissão. Por outro lado, as circunstâncias permitiram que tanto Roma como a FSSPX pudessem negar com plausibilidade que o encontro tenha tido qualquer significado real para além de uma simples troca de cortesias.

Assim, depois que os rumores começaram a circular no início deste ano, a FSSPX negou por meses que teria havido qualquer discussão sobre um acordo entre Roma e a FSSPX. Só no dia 10 do mês de maio é que a DICI admitiu ter havido algum contato entre o Papa e Dom Fellay, e então tentou minimizar demasiadamente a importância do evento, o que para G.D. foi um sinal claro de que um acordo havia sido estabelecido em privado. (Na política moderna, como diz o ditado cínico, nada pode ser tido por verdadeiro até que seja oficialmente negado.)

Na realidade, o problema principal agora para o Papa Francisco e para Dom Fellay não é como chegar ao acordo pretendido por ambos, mas como fazer para que os mais progressistas e os mais conservadores aceitem tal acordo. Contudo, isso está sendo resolvido por eles no dia a dia, já que a Fraternidade, outrora gloriosa em sua defesa da Fé, está se transformando na ingloriosa Neofraternidade. Pois, efetivamente, quantos bispos da Neoigreja continuam a temer a Neofraternidade como uma ameaça à Neoigreja? E quantos sacerdotes da FSSPX continuam convencidos de que qualquer acordo com Roma seria um desastre, especialmente se lhes é prometido que “não terão de mudar nada”? Tal acordo dificilmente precisará ser anunciado. Em muitas mentes e corações ele já está aí.

Kyrie eleison. 


Mons. Richard Williamson.


Ver também, além dos textos nas imagens, aqui: http://farfalline.blogspot.com.br/2013/05/noticia-de-ultima-hora.html.

* * *

Ainda... 


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