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terça-feira, 15 de julho de 2014

O ACORDO JÁ ESTÁ AÍ

Aqui a tradução, copiada do blog Borboletas ao Luar. Como dissemos ao publicar a versão em espanhol, o que preocupa as cabeças coroadas (e apóstatas) não é quando (porque isso já é assunto passado), mas como. Como fazer os súditos recalcitrantes e desconfiados beber do veneno para a alma? Como convencer os que persistem contra qualquer acordo mas que ainda continuam sub, por uma errada compreensão do que seja "perfeita obediência", por uma mornice aguda que tomou conta de tantas boas almas, e outros que tais que fecham os olhos para a doutrina e os mantêm abertos para os respeitos humanos. Capito?

clique na imagem para saber mais...


Lembrando que, quando perguntamos acerca do acordo, que à época era apenas hipotético, a um padre que preferiu seguir Fellay na Neo-FSSPX, ele nos garantiu que, se houvesse qualquer perigo disso, os padres "gritariam". De fato, os padres gritaram, mas bem sabemos que os padres que gritaram saíram, foram expulsos ou silenciados. 

Eu ainda espero que esse bom padre não só grite, como volte para a verdadeira FSSPX que segue viva na Resistência. 


* * *



Comentários Eleison CCCLXV (365) - (12 de julho de 2014) 

O ACORDO JÁ ESTÁ AÍ


Em 13 de dezembro do ano passado, na Casa de Santa Marta, em Roma, o Papa, que lá atualmente vive, encontrou-se brevemente com Dom Fellay, Superior Geral da Fraternidade Sacerdotal São Pio X. A Fraternidade nega oficialmente que esse encontro tenha tido algum significado, mas um tal de Giacomo Devoto (G.D.), um comentarista italiano que possui alguma familiaridade com o modus operandi de Roma, argumenta que há nisso provas de que foi estabelecido um acordo Roma-FSSPX. Vejam em: http://www.unavox.it/ArtDiversi/DIV812_Devoto_Notizia_intrigante.html

Resumidamente:

domingo, 13 de julho de 2014

Acuerdo Ya - no QUANDO, pero COMO...

Ainda está em espanhol, mas é de fácil compreensão. Ou, por outras, caro leitor, já está na hora de aprender uma outra língua, além do Português, porque é necessário, faz bem ao espírito e à mente! No mais, para um bom entendedor... o texto diz muito. O que preocupa as cabeças coroadas (e apóstatas) não é quando (porque isso já é assunto passado), mas como. Como fazer os súditos recalcitrantes e desconfiados beber do veneno para a alma? Como convencer os que persistem contra qualquer acordo mas que ainda continuam sub, por uma errada compreensão do que seja "perfeita obediência", por uma mornice aguda que tomou conta de tantas boas almas, e outros que tais que fecham os olhos para a doutrina e os mantêm abertos para os respeitos humanos. Capito? 



Comentários Eleison CCCLXV (365) - 12 de julio de 2014

Acuerdo Ya


El 13 de diciembre del año pasado en la Casa Santa Marta en Roma donde el Papa reside actualmente, el Papa se encontró brevemente con Monseñor Fellay, Superior General de la Fraternidad San Pío X. Oficialmente la Fraternidad niega que el encuentro haya tenido cualquier significado, pero un comentarista italiano que posee cierto conocimiento de la manera en que Roma actúa, un tal Giacomo Devoto (G.D.) argumenta que esto constituye la prueba que un acuerdo Roma-FSPX ha sido concluido. Vean: http://www.unavox.it/​​​ArtDiversi/​​​DIV812_Devoto_Notizia_intrigante.html. Brevemente:—

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

FSSPX: E agora, José?

Fugindo dos textos - resumidos ou na íntegra - dos blogs Católicos, escolhi a abordagem de um site de notícias conciliar - Zenit - para enxergamos por outro lado a questão: como Roma vê as coisas. Diriam que bastaria a palavra de Di Noia para ilustrar a questão. Sim, é verdade, mas a "homilia" é tão importante ou mais que a "palavra", porque joga luzes sobre pontos que, por vezes, não estão claros. Vê-se bem que os Romanos pretendem nos incluir no pluralismo conciliar que abraça a todos e não ouve ninguém. A linguagem condescendente de Di Noia é uma zombaria a mais no discurso todo. Trata-nos como crianças mimadas e sem direção. Bom, sobre a direção não está de todo errado, porque este estado de coisas dentro da FSSPX se deve justamente a um problema de direção, ou... falta dela. 

Eu vejo positivamente - para usar o jargão "deles" - essa carta. Porque? Por que, agora, dom Fellay não pode mais se calar! Não pode mais ter dois discursos, um para Roma e outro para seus comandados. Agora, se dom Fellay se calar... me pergunto o que os que dormem vão fazer. Até onde vão para "ver no que vai dar"? Como aplacam suas consciências? Durante o último ano, tenho lido na internet o que Roma dizia e o que dom Fellay dizia, e havia uma séria discrepância. Me diziam que Roma mentia. Oras, se Roma mentia porque dom Fellay nunca a desmascarou? Agora é a oportunidade!

Diálogo com a Fraternidade de São Pio X: carta a dom Fellay e aos sacerdotes lefebvrianos

Uma iniciativa de dom Augustin Di Noia

Anita Sanchez Bourdin

ROMA, Monday, 21 January 2013 (Zenit.org).

Di Noia
Por iniciativa pessoal, dom Augustin Di Noia tenta relançar o diálogo de Roma com a Fraternidade de São Pio X. O dominicano estadunidense, desde junho de 2012, é vice-presidente da Comissão Ecclesia Dei, interface de diálogo entre a Igreja católica e os discípulos de dom Marcel Lefebvre. A comissão depende da Congregação para a Doutrina da Fé. O prelado acaba de enviar uma carta a dom Bernard Fellay, superior, e a cada sacerdote da Fraternidade.

Canais informativos ligados à Fraternidade afirmam que Roma defende a interpretação do Concílio Vaticano II mediante uma hermenêutica de “continuidade” com a Tradição. Mas a Fraternidade considera que certos documentos conciliares são errôneos, em particular no tocante ao diálogo inter-religioso e ao ecumenismo.

Com o “bloqueio” do diálogo ecumênico, dom Di Noia propõe um enfoque espiritual, convidando a Fraternidade a um exame de consciência com palavras-chave como humildade, doçura, paciência e caridade, por exemplo.

Roma espera, conforme a carta, a resposta de dom Fellay ao documento que lhe foi enviado em 14 de junho. Para sair do impasse provocado pela ausência de retorno, ele propõe que a Fraternidade reencontre o “carisma positivo” do seu início, em Friburgo e Écône: uma tentativa de reforma por meio da formação dos sacerdotes e da missão.

Di Noia recomenda ainda evitar o recurso aos meios de comunicação – a Assessoria de Imprensa da Santa Sé não publicou nada sobre esta carta –, e a prática de um “Magistério paralelo”. O ideal seria valorizar as objeções de maneira “construtiva” e fundamentá-las em uma teologia “profunda”.

O prelado menciona a instrução do cardeal Joseph Ratzinger Donum veritatis sobre “a vocação eclesial do teólogo”, de 24 de maio de 1990, que propõe esta definição de teólogo: “tem a função especial de conseguir, em comunhão com o Magistério, uma compreensão cada vez mais profunda da Palavra de Deus contida na Escritura, inspirada e transmitida pela Tradição viva da Igreja”. O documento recorda também a autoridade do magistério: “em seu compromisso no serviço da verdade, o teólogo deverá, para permanecer fiel à sua função, levar em conta a missão própria do Magistério e colaborar com ele”.

Após a exclusão de dom Richard Williamson, anunciada em 24 de outubro de 2012, a Fraternidade de São Pio X parece ter sofrido divisões internas. Dom Fellay seria partidário de manter o diálogo. A situação da Fraternidade – cujos responsáveis não estão mais excomungados, mas ainda não estão integrados à Igreja Católica - é insustentável a longo prazo, de acordo com a avaliação de observadores.

A carta de dom Di Noia parece enviar uma mensagem realista: a comissão vaticana não deseja que a mão estendida por Bento XVI se torne uma ocasião perdida, já que as negociações não deverão ser eternas.
 
Fonte


segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

NON POSSUMUS - El Judeo-test del Padre Kolbe

EL JUDEO-TEST DEL PADRE KOLBE - ANTIMODERNISMO.INFO



Antimodernisme: Monseñor Di Noia va a someter a la Fraternidad a una nueva prueba que pudiéramos nombrar el judeo-test. Oremos especialmente al Padre Kolbe para que este judeo-test no termine en crash-test.

¿La Fraternidad San Pio X ha cambiado? ¿Ha perdido su combatividad antiliberal? ¿Los sacerdotes de dicha Fraternidad se han vuelto judeo-compatibles? Si, dirán algunos, porque según el periódico La Croix, Su Excelencia Monseñor Fellay es “el hombre del diálogo”: “Los judíos son nuestros hermanos mayores en la medida que tenemos algo en común” (Famille Chrétienne en febrero de 2009). No, dirán los otros, porque según La Vie, periódico ‘cristiano’ y propiedad de Louis Dreyfus, Monseñor Fellay es un antisemita habiendo declarado “enemigos de la Iglesia” a los “judíos, masones y modernistas” (La Vie, 7 de enero de 2013).

¿Cómo desempatar estos dos juicios, si no es por el judeo-test? Esta prueba permite verificar si un sacerdote es capaz de enseñar la doctrina católica tradicional sobre los Judíos al ejemplo del padre Kolbe.

En 1985, el Distrito de Italia de la FSSPX publicó un artículo sobre la cuestión judía. El mismo año, la revista interna de esta Fraternidad entregó “este texto a la lectura de los cofrades a causa de su valor intrínseco”. El artículo recordaba que la “cuestión judía es una cuestión religiosa y teológica. Pueblo de dura cerviz (Deut. 9, 6 y 13) llegando hasta rechazar a los profetas y matar al Mesías, se encuentra actualmente hostil a Dios y a su Iglesia hasta el fin de los tiempos, cuando se convertirá a Él (Rom. 11,15). Su elección pasada, la lucha presente y su conversión futura son la trama de toda la historia humana”.

El autor, entre numerosos Padres, citó a San Justino (muerto en 165): “Ustedes han matado al justo, y antes de Él, a sus profetas, y ahora ustedes rechazan pérfidamente a los que esperan en El y en el que lo ha enviado, el Dios Todopoderoso autor del universo. Ustedes le deshonran tanto como pueden, y en vuestras sinagogas, elevan imprecaciones contra los que creen en Cristo, porque ustedes no tienen el poder de echarnos la mano gracias a los que ahora nos gobiernan; pero cada vez que ustedes han podido, lo han hecho” (San Justino, Diálogo con Trifón, 16.4; PG 6.511).

Ha sido probado que este odio teológico de la Sinagoga por la Iglesia se ve en cada página de los Hechos de los Apóstoles, hasta las palabras del Apocalipsis donde Jesús dice al Obispo de Esmirna: “Yo sé que eres calumniado por aquellos que se dicen Judíos y no lo son, la sinagoga de Satán, eso es lo que son” (Apoc. 2,9) Luego, para describir esta lucha entre la Iglesia y la Sinagoga, el autor citó un texto del padre Maximiliano Kolbe:

“Una parte del pueblo hebreo reconoció en Cristo al Mesías; los otros, sobre todo los fariseos soberbios, no quisieron reconocerlo, persiguieron a sus seguidores y dieron curso a un gran número de leyes que obligaban a los hebreos a perseguir a los cristianos. Estas leyes, junto a narraciones y a apéndices, hacia el año 80 después de Cristo, fueron recogidos por el rabí Johanan ben Sakai y hacia el año 200 fueron definitivamente terminados por el rabí Jehuda Hannasi y de este modo nació la ‘Misnah’. Posteriormente otros rabís adjuntaron otras cosas, de suerte que para el año 500 el rabí Achai ben Huna recogió todos estos apéndices para formar un volumen totalmente distinto llamado ‘Gemara’. La ‘Misnah’ y la ‘Gemara’ constituyen juntos el Talmud. En este libro, los cristianos son llamados: idólatras, peores que los turcos, homicidas, libertinos impuros, estiércol, animales de forma humana, peores que los animales, hijos del diablo, etc. Los sacerdotes son llamados ‘Kamarim’, es decir, adivinos y ‘galachim’, es decir, cabezas peladas, y en particular no soportan a las almas consagradas a Dios en la vida religiosa. En lugar de llamar a la Iglesia ‘bejs tefila’, es decir, casa de oración, la llaman ‘bejs tifla’, casa de estulticia y suciedad. Las imágenes sagradas, las medallas, los rosarios, son llamados ‘elylym ‘, ídolos. En el ‘Talmud’, los domingos y las fiestas son llamados ‘jom ejd‘, es decir, días de perdición. En este libro se enseña, entre otras cosas, que a un hebreo le está permitido engañar y robar a un cristiano, pues todos los bienes de los cristianos - está escrito – ‘son como el desierto: el primero que los toma se hace dueño’. Esta obra que recoge doce volúmenes y que respira odio contra Cristo y los cristianos, es considerada por estos fariseos un libro sagrado, más importante que la Sagrada Escritura. Por lo tanto no es de sorprender que ni el judío medio ni el rabino tengan, de ordinario, una idea exacta de la religión de Cristo: nutrido únicamente de odio hacia su propio Redentor, hundido en los negocios del orden temporal, ávido de oro y de poder, él no imagina la paz y la felicidad que ofrece, desde esta tierra, el amor fiel, ardiente y generoso del Crucifijo. Cómo El sobrepasa todas las ‘felicidades’ de los sentidos o de la inteligencia que ofrece este mundo miserable”(Los escritos de M. Kolbe – Ed. Citta di vita, 1978, vol. 3 p.253).

“Los jefes son aquellos que se llaman 'masones azules', mientras que lo que se llama 'masonería roja' se reduce a un pequeño número de personas, en su mayoría judíos que, plenamente conscientes de sus objetivos, diregen a toda la gran masa de aquellos que son mas o menos 'iluminados' en las cosas de la organización masónica. Estos jefes son desconocidos y actúan siempre en secreto para hacer imposible la oposición. Son ellos que redactan con anterioridad los planes de trabajo. De su ‘oficina’ han salido la revolución francesa, toda la serie de revoluciones de 1789 a 1815, y también… la guerra mundial” (op.cit. Vol. 3 pág. 604)

Esto es lo que la FSSPX hacía leer a sus sacerdotes y sus fieles. Pero desde una reunión en Ecône del 30 de junio al 3 de julio de 2010, los superiores de esta Fraternidad decidieron que la ‘cuestión judía’ era una trampa y que el rol de la Fraternidad debía ser “de predicar la doctrina de Cristo Rey, de conservar la fe y de ‘transmitir el sacerdocio católico en su pureza doctrinal y su caridad misionera’.”. Monseñor Fellay insistió también en que el sacerdote debe estar atento a su santificación: “El dominio de acción de la Fraternidad es principalmente sobrenatural, lo que está en juego es la salvación de las almas. El hecho de evitar ciertos temas controvertidos no impedirá el combata de la fe o el combate por el reinado social de Nuestro Señor Jesucristo. Etc.”

Para Monseñor Fellay, la santidad sacerdotal por la unión a Cristo inmolándose en la Misa, no se opone al combate de la fe. Pero entonces ¿cómo la cuestión judía, que es una cuestión teológica puede ser excluida de la predicación de la Fraternidad? Sobre todo cuando sabemos, como lo decía el artículo de esta Fraternidad en 1985, que “San Gregorio Magno, San Gregorio II, San Nicolás I, León VII, Benedicto VII, San Gregorio VII, Urbano II, Celestino III, Inocente II, Gregorio IX, Inocente IV, Alejandro IV, Clemente IV, Gregorio X, Martín IV, Honorio IV, Nicolás IV, Clemente V, Juan XXII, Benedicto II, Clemente VI, Urbano V, Gregorio XI, Martín V, Paulo III, Julio III, Paulo IV, San Pio V, Clemente VII, Paulo V, Urbano VIII, Clemente X, Inocente XI, Clemente XII, Benedicto XIV, Pio VI, Pio VII, León XII, Pio IX denunciaron la conspiración del Judaísmo en contra de Nuestra Santa Madre Iglesia, previniendo a los pueblos cristianos contra sus pérfidas artimañas”.

Un sacerdote de la FSSPX que quiere vivir su “sacerdocio católico en la pureza doctrinal y su caridad misionera” ¿debe limitarse a la concepción trunca de Monseñor Fellay y la neo-Fraternidad, o debe imitar la del Padre Kolbe que interpelaba así a los masones y judíos:

“Señores masones, reflexionad y decid sinceramente: ¿no es mejor servir al Creador en la paz interior, en el amor dichoso, que obedecer las órdenes de la cruel ‘pandilla’ judía, misteriosa, astuta, mal conocida, quien os odia?”.

“Y a vosotros, pequeño escuadrón de hebreos, ‘Sabios de Sión’, que habéis provocado ya conscientemente tantas desgracias y todavía seguís preparando otras, a vosotros me dirijo con la pregunta: ¿qué ventaja obtenéis? Supongamos que esté cercano el tiempo de la dominación del anticristo que ha sido predicho, supongamos que ustedes le preparan el camino, pregúntense a ustedes mismos: ¿Qué ventaja sacarán? Gran cúmulo de oro, de placeres, de diversiones, de poder: nada de todo esto vuelve feliz al hombre. Y si aun esto diera la felicidad, ¿cuánto podría durar? tal vez una decena de años, quizás veinte, nunca sabemos cuándo se romperá el hilo de la vida, ¿y después? ¿No valdría mas que ustedes, masones engañados por un grupo de judíos, y ustedes, jefes judíos, que os habéis dejado seducir por Satanás, el enemigo de la humanidad, ¿no sería mejor que ustedes os volvieras sinceramente a Dios, que reconocieran al Salvador Jesucristo, que os prendaras de la Inmaculada y que, bajo su estandarte le conquistarais almas?... O bien prefieren ser una parte de la cabeza de la serpiente que encierra al mundo y de quien se ha escrito: ‘Ella aplastará tu cabeza’?”  (Gén. 3.15) (Los escritos de M. Kolbe – Ed. Citta di vita, 1978, vol. 3 p.299).

El judeo-test está en sus manos… Es este mismo judeo-test que Monseñor Di Noia utilizará: “El Vaticano II repudia el antisemitismo y presenta al judaísmo de manera positiva. Juan Pablo II ha ido más lejos reconociendo la importancia del pueblo judío para la misma cristiandad. Este es un concepto nuevo, sabemos que los tradicionalistas no lo aceptarán inmediatamente. Convencerlos tomará tiempo y sobre este punto debemos ser pacientes”. (Catholic Family News, agosto de 2012)

Hoy en día ser tratado de antisemita es una necesidad y un honor. Una necesidad porque aquellos que nos dirigen usan a su antojo de la definición híper-elástica de antisemitismo en contra de cualquiera que ose criticarlos y nosotros no tenemos absolutamente ningún medio de impedirles jugar esta carta. Un honor porque combatir a los enemigos de Cristo es combatir por Cristo y su Iglesia.

“Bienaventurados seréis cuando os insultaren, cuando os persiguieren, y cuando dijeren falsamente toda suerte de mal contra vosotros por mi causa. Alégrense porque vuestra recompensa es grande en los cielos, porque es así que fueron perseguidos los profetas antes que vosotros” (Mateo V, 11,12).
Fonte: Non Possumus (Às vezes, o blog é retirado do ar. Ainda não sabemos as causas, mas continue tentando acessar, se desejar).
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sábado, 19 de janeiro de 2013

Onde está a reação?

Impossível não repercutir este texto brilhantemente escrito. Sugiro que, da próxima vez, coloque mais desenhos e menos letrinhas, porque os que dormem não compreendem o que leem, ainda mais um texto mais longo do que duas linhas. Pinçam uma palavra ou outra, e se o resumo for "contra" dom Fellay... saem ao galope, gritando: "Crucifica-o!". Não fazem uso da razão. Enfim, eu não perco a esperança e por isso rezo e... desenho!



Onde está a reação?


Já se tornou costume: quando alguém da resistência faz uma crítica bem fundamentada contra Dom Fellay, logo os capachos de plantão se colocam a defender o chefe. As críticas são feitas com todas as provas, muitas vezes baseadas nas palavras escritas ou pronunciadas pelo próprio Dom Fellay. Mas, os guarda-costas lançam aquele ar de escândalo: "estão mentindo!", "estão caluniando!". Pretendem que a propaganda encubra a verdade.

Engraçado que, quando as autoridades vaticanas dizem coisas que realmente depõem contra Dom Fellay, o silêncio é total. Eles temem desagradar as autoridades com as quais se deseja fazer o acordo prático. Vejamos o que disse recentemente o cardeal Cañizares:

"Mesmo aqueles que seguem a Fraternidade Sacerdotal São Pio X, quando participam de uma missa celebrada corretamente, afirmou ainda o alto prelado, eles dizem que não haveria a necessidade desta separação com a Igreja Católica se ela [a missa] fosse assim em todos os lugares". O Cardeal Cañizares, em seguida, esclareceu que, segundo o testemunho de Dom Bernard Fellay, atual superior da Fraternidade, Dom Lefebvre obviamente não desejaria a ruptura se a missa fosse celebrada por todos segundo "a forma mais estrita" do novo Missal de Paulo VI (1963-1978).

O fato é muito grave. A nossa recusa da missa de Paulo VI não se baseia em qualquer abuso que ela possa ter sofrido. O novo rito é mau em si. Antes mesmo que fosse posto em prática, o cardeal Ottaviani já havia denunciado todos os erros e problemas deste rito. E dizer que Dom Lefebvre teria aceitado a "forma mais estrita" da missa nova é um grande absurdo, uma deturpação do pensamento deste santo bispo. 

Visto que o cardeal atribuiu tal afirmação a dom Fellay, temos apenas duas saídas: 

- se Dom Fellay não disse isto, ele deveria reagir publicamente e denunciar a mentira do cardeal. Os capachos deveriam se indignar e publicar seus comunicados da mesma forma como fazem contra os membros da resistência (com a diferença de que, agora, eles teriam razão de protestar);

- se Dom Fellay disse isto, seria mais uma prova da grande mudança de rumo que ele está operando na FSSPX. 

De uma forma ou de outra, isto só demonstra o grave perigo do acordismo.

Outra notícia que demonstra o perigo que se corre pela falta de reação, é a carta enviada por Dom Di Noia a cada um dos padres da FSSPX. Pelo pouco que se pode ler na reportagem, já se pode perceber o quanto a carta se constitui como uma armadilha para os incautos. Nada diferente do que poderíamos esperar da comissão Ecclesia Dei. Mas, o que mostra o nível a que chegamos na neo-FSSPX, é que esta carta teria sido enviada para a sede da FSSPX em Menzingen com o intuito de ser distribuída a cada um de seus padres.
A única atitude correta das lideranças da FSSPX seria não encaminhar a carta aos padres e ainda refutar publicamente cada uma das insidias pelas quais se tenta cooptar os incautos.
Mas… A notícia diz, não sabemos se é verdade, que os padres receberam a tal carta. Se isto realmente chegou a acontecer, é mais uma prova da traição cometida contra a obra de Dom Lefebvre. 

Vejamos alguns pontos inadmissíveis da carta citados na reportagem:

Ele [Dom di Noia] solicita a ambas as partes a proceder, cada qual em sua parte, a um exame de consciência focado na humildade, docilidade, paciência e caridade.

Ora, os modernistas perseguiram a tradição, despojaram-nos de tudo o que era de nosso direito, e vem falar em caridade? Antes de mais nada, devolvam o que roubaram! Além disso, dizer que a FSSPX precisa fazer um exame de consciência, implica em acusá-la de ter culpa, o que não é verdade. Mas prossigamos:

(…) a contínua degradação da situação da Fé Católica é um convite premente [à FSSPX] para deixar o seu grandioso isolamento, e se unir às equipes de salvamento no próprio lugar do acidente. 

Grandioso isolamento? A FSSPX está afastada dos hereges e traidores, e não do povo fiel que necessita do apoio espiritual que os "plena comunhão" nos negam. Isolar-se daqueles que estão infectados de heresia é a garantia de sobrevivência para a nossa Fé. Isto não quer dizer que a FSSPX não esteja participando do salvamento. Ela sim o está fazendo. Aquelas equipes às quais Dom Di Noia se refere, as "oficiais", estas estão matando o acidentado através de indiferentismos, ecumenismos, reuniões de Assis, visitas a igrejas luteranas, negação de dogmas, nomeação de hereges para altos cargos no Vaticano, etc. 

O desejo de silenciar a crítica ao Latrocínio Vaticano II também é evidente, pois Dom di Noia pede que a FSSPX que "se abstenha, por uma questão de princípio, de fazê-lo [criticar o CV II] nos meios de comunicação de massa".

Criticar o Vaticano II apenas em privado? De que adiantaria acender a lâmpada escondida dentro de uma caixa? Todos os católicos têm o direito de conhecer as mazelas do conciliábulo.

Dom di Noia também pede que a FSSPX "fundamente todas as suas análises em bases teológicas profundas e amplas". E não foi isto que a FSSPX sempre fez? E que resposta as autoridades modernistas deram? Nenhuma. Deixaram no silêncio, por que não tem resposta para dar, por exemplo, para a "Sinopse dos erros imputados ao Concílio Vaticano II", a "Candeia debaixo do alqueire", o "Prometo – a religião do homem", o "Catecismo católico da crise na Igreja" ou o "Problema da reforma litúrgica". Quem conhece a FSSPX sabe que não faltam trabalhos sérios, muito bem fundamentados e que provam com todo rigor os erros do Vaticano II e da missa nova.

Finalmente, o bispo afirma que: 

o "carisma" próprio de Dom Lefebvre e da obra que ele fundou, que é a "formação sacerdotal" e não a "retórica áspera e contraproducente" ou "a de se arrogar a missão de julgar e corrigir a teologia", ou ainda "de corrigir publicamente os outros na Igreja". (…)
essas "objeções" teológicas devem ser expressas internamente, e não em praça pública, para "estimular o magistério" a formular melhor o seu ensino. E não sob a forma de um "magistério paralelo".

Como pode a liderança da FSSPX ficar quieta diante de tantas acusações falsas? Quando foi que a FSSPX utilizou de retórica?  Quando se arrogou a missão de julgar e corrigir a "teologia"? A teologia católica é ensinada pela FSSPX. O que é condenada é "nova teologia", herética, defendida pelas autoridades modernistas. Esta nova teologia, e os "outros" que a defendem, é que são publicamente corrigidos. E isto é ótimo que aconteça, para que as pessoas conheçam os lobos em pele de ovelha. Mas, como isto incomoda muito as autoridades modernistas, Dom di Noia quer que a FSSPX se cale. E ainda lança a acusação de um "magistério paralelo". Onde estão as lideranças da FSSPX para protestar contra tamanha mentira? Será que eles somente protestam contra as verdades ditas contra o chefe?

Se Don di Noia convida tanto a FSSPX para uma colaboração leal, dócil, paciente, pautada pela caridade, então ele também deve estar muito aberto para receber a contribuição dos tradicionalistas, certo? Somente quem não conhece o jogo sujo da Ecclesia Dei poderia acreditar nisto. Pois este Don di Noia já admitiu, em outra oportunidade, que o objetivo é converter a FSSPX ao pensamento conciliar, ainda que isto leve tempo

Esta mesma estratégia insidiosa é demonstrada na recente carta. Depois de tudo o que já dissemos, resta-nos deplorar o quanto Don di Noia manipula a memória de Dom Lefebvre. Pois ele teve a ousadia de invocar o "carisma" próprio do grande Arcebispo e de sua obra reduzindo-a, porém, à formação sacerdotal. A boa formação dos sacerdotes é uma marca da FSSPX, sem dúvida. Mas não é a única. Combater os erros da igreja conciliar é outra tarefa imprescindível nos dias de hoje. E isto é o que Dom di Noia quer impedir. Elogiar algum "carisma" de Dom Lefebvre ao mesmo tempo em que se quer silenciar o combate da FSSPX é uma prova da absoluta imoralidade a que se presta a Ecclesia Dei. O elogio deles é o mesmo do tentador, quer apenas a nossa ruína.

Quem é que não consegue enxergar que qualquer acordo com estas pessoas significa trair a obra de Dom Lefebvre e toda a resistência católica contra o modernismo? Dom di Noia coloca expressamente seus desejos de silenciar o combate da FSSPX e ainda tem gente que não enxerga o intuito dos lobos? Onde está a reação? Acordem!


Fonte: Pacientes na tribulação

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