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terça-feira, 23 de julho de 2019

A ORIGEM JUDAICA DO PROTESTANTISMO

Artigo forte, que atrairá a ira de muitos. Mas interessante, porque são palavras de um judeu, e lógico, se pensarmos que os judeus que não se fizeram seguidores de Jesus talvez não tenham entendido o significado da própria “eleição” (povo eleito) como “servidão”, e permaneceram ligados ao ódio por Aquele que, segundo eles, havia causado a ruína do mundo deles. E se explica, também, a tendência judaizante da heresia Neocat(1) e a deriva carismática de parte da Igreja. O livro também mostra a ligação do Protestantismo com as ideologias socialistas, da qual não se exclui a participação dos próprios judeus. Boa leitura. E antes de gritar ao antissemitismo, preste atenção a quem é o autor do livro. Obrigada. 

Nota: Em (1), as notas de tradução; em [1], as notas originais. 



A ORIGEM JUDAICA DO PROTESTANTISMO





Judaísmo e “heresias cristãs” nos escritos do autor judeu Bernard Lazare


Dos primeiros séculos ao Protestantismo



Texto de Andrea Giacobazzi(2) 


Breve introdução

“Com o Protestantismo, o espírito judaico triunfou”

O que se segue não pode ser definido como um artigo — ou um ensaio — sobre as ligações entre as heresias “cristãs” e o Judaísmo. Trata-se, basicamente, de uma coleção de excertos de um único livro: “O Antissemitismo. História e causas[1] (1894), do sionista Bernard Lazare(3), expoente proeminente da cultura hebraica na virada dos séculos XIX e XX. Esta breve apresentação pode servir ao mesmo tempo como uma parcial recensão (no sentido etimológico de “examinar, valorar”) e como base de reflexão acerca da lúcida análise com a qual, um autor bem distante do Catolicismo Romano, parece convergir sobre determinadas interpretações histórico-teológicas. O tema parece ainda mais interessante se for lido, ao contrário do que faz Lazare, pelo ponto de vista da Igreja que – enquanto “Novus Israel”, “Verus Israel” — tem em sua Doutrina o verdadeiro cumprimento da Lei Mosaica. Na Tradição eclesiástica se encontra a continuação perfeita daquele reto caminho que — já antes da vinda de Cristo — fora desviado, no contexto hebraico, por várias “tradições humanas” e, por fim, pelo espírito das heterodoxias farisaicas, por causa das quais o Messias não foi reconhecido por todos os hebreus[2] (“Ai de vós, escribas e fariseus hipócritas, que fechais o reino dos céus diante dos homens; porque assim vós não entrais nele, nem deixais entrar aqueles que querem entrar[3]) Facilmente se compreende como o Judaísmo de hoje tenha muito pouco a ver com os Santos Profetas do Antigo Testamento que tantas vezes chamaram de volta à Fé genuína o povo e suas autoridades. Mas voltemos às heresias “cristãs”: o que afirma, então, Lazare sobre esta “corrente hebraica” que parece perseguir e golpear, de seita em seita, o Novo Israel Católico?



Os excertos 


sexta-feira, 10 de março de 2017

O Milagre Eucarístico de Billetes em Paris

Era o ano de 1290, sob o reinado do ímpio Filipe, o BeloUma pobre mulher penhorou seu vestido junto a um judeu de nome Jonathas, por uma soma de 50 francos. 

Em 2 de abril daquele mesmo ano, alguns dias antes da Páscoa, a pobre mulher lhe pediu para lhe restituir o seu vestido para esta festa, para que pudesse cumprir com mais decência o dever pascal. Voluntariamente, disse-lhe o judeu, eu te darei para sempre e sem que pague os juros, se tu me trouxeres este pão que recebes na Igreja; que vós cristãos pretendeis que seja vosso Deus; quero ver se Ele o é realmente”. 

Seja por ignorância, seja por ganância, a miserável mulher consentiu, e, ao ir comungar em São Mederico (ou  Saint-Merry), sua paróquia, guardou furtivamente a Santa Hóstia, deixou-a com o judeu e se foi.  

Este a colocou em um lugar seguro e pôs-se a feri-la com golpes de faca… Espantado e furioso ao ver sair dela sangue, tomou-a e cravou-lhe um prego com um martelo. Mas o sangue começou a sair em torno do prego. O judeu, então, em um acesso de raiva, retirou o prego, tomou a Santa Hóstia e jogou-a ao fogo… Acreditava, assim, se livrar dela. Mas qual não foi seu terror ao ver a Hóstia sair do meio das chamas e voar de lá para cá em sua casa! Sua mulher e seus filhos estavam estupefatos. Quanto a ele, mais e mais furioso, saltou e pegou novamente a Hóstia, prendeu-a em uma vara e começou a bater nela com um flagelo. Ele tenta, então, cortá-la em pedaços com uma faca de cozinha: um esforço em vão, a Hóstia permaneceu inteira, sem a menor lesão.

sexta-feira, 25 de setembro de 2015

O OCULTISMO SIMBÓLICO DO FILME “METRÓPOLIS”

O OCULTISMO SIMBÓLICO DO FILME “METRÓPOLIS”


O filme “Metropolis” (1927), de Fritz Lang é um dos clássicos atemporais que resistem à prova do tempo. Ao invés de restar esquecido e obsoleto, “Metropolis” é cada vez mais relevante visto que muitas de suas previsões se estão convertendo em realidade. Vamos ver a mensagem oculta subjacente do filme e o uso de suas imagens pelos astros do pop, como Lady Gaga, Madonna, Beyonce, Kylie Minogue e outros.   





Metrópolis [assista ao filme no final do texto] é um filme mudo de ficção científica (fantaciência) lançado em 1927 por Fritz Lang [o judeu Friedrich Anton Christian Lang], um mestre do expressionismo alemão. Situado em uma distopia futurista dividida em duas classes [sempre a luta entre classes, entre a "cabeça" e as "mãos"! Marx deixou sua assinatura neste filme também. Aliás, Marx também era judeu] - os pensadores e os trabalhadores - Metrópolis descreve as lutas entre as duas entidades opostas. Sabendo que foi produzida em 1927, ver este filme hoje é toda uma experiência, visto que muitos aspectos da "ficção científica" da trama são inquietantemente próximos à [nossa] realidade. Metrópolis descreve uma sociedade em que a "Nova Ordem Mundial" tomou o poder e selecionou uma elite vivendo no luxo enquanto as massas trabalhadores são desumanizadas e vivem em um inferno altamente supervisionado.

sábado, 5 de setembro de 2015

Papa Gregório IX

Papa Gregório IX


Ugolino de Anagni (1160-1241) era filho do Conde de Segni e sobrinho de Papa Inocêncio III. Foi o 178º Papa da Igreja, de 1227 a 1241, como Gregório IX

Foi um importante incentivador dos dominicanos e dos franciscanos, tendo sido amigo pessoal do próprio São Francisco de Assis, para cujos discípulos organizou uma série de orações e ofícios divinos abreviados (o Breviário), para dispensá-los do normal e longo Ofício Canônico. 

Foi considerado o fundador da Santa Inquisição, em 1231, embora o Papa Lúcio III o tivesse precedido, em 1184, com a bula “Ad abolendam”. Mas ele organizou a Inquisição Pontifícia, com o objetivo de combater as heresias, com a promulgação da Bula “Licet ad capiendos”, dirigida aos dominicanos, que passaram a liderar o trabalho de investigação, julgamento, condenação ou absolvição dos hereges. 

Canonizou S. Francisco de Assis (1228), Santo António de Lisboa (1232), S. Domingos de Gusmão (1234) e Santa Isabel de Hungria (1235). 

Encarregou Raimundo de Penaforte da elaboração de uma coletânea geral de leis em 1230, o “Liber Decretalium extra decretum vagantium”, que vigorou como peça principal do direito canônico até 1918. 

Em seu Pontificado foi pela primeira vez processado e condenado o Talmud, a pedido (1238) de um hebreu francês convertido, porque o texto era o principal obstáculo para a conversão dos hebreus, porque impedia que eles compreendessem corretamente as profecias bíblicas. 

Em 1239, o Papa ordenou que todos os exemplares fossem queimados; apenas a França respondeu, embora só os tivesse mandado queimar dois anos depois; em 1248, uma investigação comandada pelo dominicano Santo Alberto Magno confirmou o veredito da primeira condenação. 

Diz-se que Papa Gregório IX foi visitado pelo Anjo Gabriel, que lhe disse que uma praga demoníaca estava próxima, e só convertendo toda a costa de África do Norte ao Cristianismo é que impediriam a guerra. 

Está sepultado na Basílica de São Pedro, na Cidade do Vaticano. 


Bulas:

  • Excommunicamus (1231) – Instituindo a Santa Inquisição pelo Santo Ofício para combater a heresia cátara (feitiçaria, usura, blasfêmia, etc.);
  • Parens scientarum Universitas (13/04/1231) — Confirma a Universitas magistrorum et scolarium Parisiensium, dando-lhe a sua magna charta, pela qual garantiu à Sorbonne o direito de se autogovernar, podendo fazer suas leis em relação aos cursos e estudos, e dando-lhe jurisdição papal, emancipando-a da interferência da diocese – A criação das universidades, assim como a construção das catedrais no medievo, demonstra a elevação intelectual e artística deste período;
  • Ille humani generis (08/02/1232) – Instituição de um tribunal contra os heréticos, com a nomeação dos inquisidores, os dominicanos;
  • Etsi Judaeorum (1233) – Dirigida aos prelados franceses, exorta a prevenir para prevenirem e limitarem os ataques dos Cristãos aos Hebreus;
  • Licet ad capiendos (20/04/1233) – Ainda sobre a Santa Inquisição; Vox in Rama (13/06/1233) – Endereçada ao Rei Henrique VII, da Alemanha, foi a primeira bula contra as bruxarias, condenando a heresia germânica conhecida como Luciferiana, para a qual Lúcifer fora o “criador dos corpos celestes e que retornará quando o Senhor houver perdido o poder” (Alan C. Kors. & Edward Peters. Witchcraft in Europe, 110-1700, pp. 48-9);
  • Ad capiendas vulpeculas (1234) – Convida a tirar os heréticos da Borgonha de seus esconderijos; Si vera sunt (1239) – Ordena o confisco e a inspeção de todos os livros hebraicos suspeitos de blasfêmia contra Cristo, em particular em Espanha e França.
Pesquisa, tradução e organização: Giulia d'Amore di Ugento.

sábado, 1 de março de 2014

Quando o Verde é satânico!

ATUALIDADES INTERNACIONAIS: sobre a moral dos ativistas "verdes" que na Europa Unida decidem o que pode e o que não pode. Desculpem a transcrição de alguns trechos de suas imundícies, mas é necessário entender como eles pensam e o que eles dizem. Porque isso ecoa no mundo todo, e serve de base para os avanços da Agenda Pedofilia no mundo e, principalmente, no Brasil, onde a Lobby Gay abriu a estrada a essas ofensas a Deus. 


O VERDE EUROPEÍSTA ATACA A SUÍÇA E DEFENDE A PEDOFILIA


 
DANIEL COHN-BENDIT (se alguém pensa que ele é judeu por causa do sobrenome, está certo) – O chefe dos verdes europeístas - leia-se os ecochatos da União Europeia - ataca a Suíça. É a mesma pessoa que em vídeo revela: "Não podeis imaginar quanto seja excitante deixar-se despir por um menino de 5 anos".

Daniel Cohn-Bendit foi pródigo, ontem, em um longo discurso retórico contra a Suíça, também é famoso por ter escrito um livro sobre suas experiências eróticas com crianças de 5 anos durante um período que passou como assistente em um centro para crianças.


“Aconteceu muitas vezes que algumas crianças abriam meu zíper e começavam a me acariciar. Segundo as circunstâncias do caso, eu reagir de maneira diferente, mas os desejos das crianças me deram problema. Quando insistiam, então eu também os tocava. Fui acusado de ser um pervertido, e alguém escreveu cartas ao Conselho que indagavam se eu era pago com dinheiro público. Ainda bem que havia terminado meu com trato, se não eu teria sido demitido”. 

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

Já ouviu falar sobre o Plano Andínia?

O PLANO ANDÍNIA - O NOVO ESTADO JUDAICO NA AMÉRICA DO SUL


"O êxito de nosso plano defensivo depende da fé em Deus, do patriotismo, da abnegação e da determinação com que se lhe encare. Se fraquejarmos, tudo se haverá perdido e seremos, os homens da atual geração, os únicos responsáveis ante Deus, ante nossos filhos, ante a História e ante a Pátria submetida."

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sábado, 1 de fevereiro de 2014

Antiga amizade entre Roma apóstata e a Sinagoga

Para reflexão. Não endossamos palavra por palavra, sobretudo quanto ao Papado.
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Vaticano celebra ‘Dia do Judaísmo’


A notícia do l'Osservatore Romano:

No dia 17 de Janeiro a Igreja na Itália celebrou, como nos anos passados, o «Dia do Judaísmo», que ofereceu uma oportunidade particular para recordar as raízes judaicas da fé cristã, olhar com gratidão para o diálogo sistemático que decorre com o judaísmo desde o Concílio Vaticano II e para o promover ulteriormente na situação atual através de ações concretas. Até agora, o «Dia do Judaísmo» é celebrado pelas Conferências episcopais da Áustria, Polônia, Países Baixos e Suíça; noutros países está-se a refletir sobre a oportunidade de seguir este exemplo.”[1]

Meu leitor, a seita que usurpou o comando da Igreja Católica torna-se hoje tão assanhada e promíscua, que ousa agendar datas de celebração de religiões estranhas e inimigas da religião católica.

A FRAUDE DAS RAÍZES CRISTÃS NO JUDAÍSMO


São muitos os incautos que caem na cilada de acreditarem que o cristianismo tem sua herança no judaísmo.

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Rabino H. Waton: "Judaísmo é comunismo"

Judaísmo e Marxismo

“Não é por acaso que o Judaísmo deu à luz o Marxismo, e não é por acaso que os judeus prontamente assumiram o Marxismo; tudo isso estava em perfeito acordo com o progresso do Judaísmo e dos judeus. Os judeus deveriam perceber que Jeová não mora mais nos céus, mas em nós mesmos aqui na terra; não devemos procurar por Jeová como se ele estivesse acima e fora de nós, mas vê-lo exatamente dentro de nós. (...) Como os judeus são o melhor e o mais culto povo sobre a terra, eles têm o direito de subordinar a si mesmos o restante da humanidade e de se fazerem senhores da terra inteira. Ora, de fato, esse é o destino histórico dos judeus. (...) Judaísmo é comunismo, internacionalismo, a irmandade universal dos homens, a emancipação das classes trabalhadoras e da sociedade humana. É com essas armas espirituais que os judeus vão conquistar o mundo e a raça humana.”


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segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Historias de Auschwitch: a aborteira judia e a parteira católica.

Um campo - de horrores indescritíveis e um padecimento em comum - e duas histórias completamente diferentes!!! Uma médica que decidiu cooperar para o assassinato de milhares de crianças no ventre materno, e uma parteira que se recusou a assassinar milhares de crianças recém-nascidas e, ainda por cima, que se propôs a batizá-las antes de entregá-las, sãs e salvas, aos braços de suas mães. Hoje contaremos a história de  


Gisella e Stanislawa no Campo de Auschwitz.

 



Gisella Perl foi uma abortista romeno-judia que assassinava os bebês para que as mães pudessem sobreviver. Ela era uma ginecologista, que realizou mais de mil abortos em suas companheiras do campo de concentração de Auschwitz. Era casada e tinha um casal de filhos. O marido e o filho homem morreram em um campo de concentração, junto a outros familiares. Ela sobreviveu, porque era útil. Ao saber da morte do filho e do marido, tentou se matar, mas foi socorrida e enviada a um convento francês até 1947, para se recuperar. Em março daquele ano, foi para os Estados Unidos, onde foi interrogada sob suspeita de colaboracionismo com os nazistas, por crimes contra a Humanidade, mas não deu em nada e, em 1951, além de lhe concederem a cidadania norte-americana, ganhou um emprego no Hospital Monte Sinai, onde (segundo a biografia de Wikipédia) fez o parto de mais de 3000 bebês e se tornou especialista em tratamento contra a infertilidade. Em junho de 1948, publicou a história de sua vida em Auschwitz (“I Was a Doctor in Auschwitz”), detalhando os “horrores” vividos lá, como prisioneira médica. Mais tarde, ele se reuniu com sua filha, Gabriella Krauss Blattman, que conseguiu se esconder durante a guerra, e ambas se mudaram para Herzliya, Israel. Morreu em Israel, em 1988.

Esta a bela história que conta Wikipédia. Mas é mais notória, certamente, por “salvar a vida” de centenas de mães ao fazê-las abortar, porque as mulheres grávidas eram espancadas e mortas com frequência, ou utilizadas pelo Dr. Josef Mengele em experiências de vivissecção. Era mais “humano”, então, matar os bebês no ventre materno!

Ela foi chamada de “anjo de Auschwitz" e lhe fizeram até um filme, em 2003: “Out of the Ashes”, baseado em seu livro: “I Was a Doctor in Auschwitz”. 



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Stanislawa Leszczyńska (ou Leszczynska) foi uma parteira católica polonesa, que ajudava às mães a dar à luz e tentava salvar os bebês. Nascida em 08 de maio de 1896, em Łódź, na Polônia, morreu em 11 de março de 1974, de câncer. Casou-se em 17 de outubro de 1916, com Bronislaw Leszczynski, um tipógrafo, com quem teve três filhos: Sylvia, Stanislaus e Henry. Em 1920, mudaram-se para Varsóvia, onde o marido começou a ensinar na Escola de Enfermagem Obstétrica. Ainda em 1920, ela chegou a vir ao Brasil, indo visitar parentes da família materna no Rio de Janeiro.

Toda a família foi presa na noite de 19-20 fevereiro de 1943. Stanislawa e Sylvia foram enviadas, primeiro para Gdańskiej, e depois para Auschwitz-Birkenau, onde Stanislawa recebeu o número 41335; o marido e os filhos, primeiro para S. Sterlinga, e depois de um breve julgamento, para Gross-Rosen. Somente ela e os homens da família sobreviveram. 


Ao ser deportada para Auschwitz, foi destinada à chamada "sala de maternidade" que, na verdade e paradoxalmente, era uma sala de aniquilação de crianças recém-nascidas. Lá permaneceu até a libertação do campo pelo Exército Vermelho, em 27 de janeiro de 1945.


No campo, as mães eram obrigadas a trabalhar, as crianças eram um fardo incômodo e, portanto, o famoso Dr. Mengele deu ordem para matá-las após o nascimento, afogando-as em um balde de água. Estas operações eram realizadas por Klara, uma parteira alemã que, após a guerra, foi presa por infanticídio, e suas assistentes. Mas Stanislawa se opôs à ordem criminosa e enfrentou Mengele: "Não, nunca", disse a ele. Ninguém sabe por que naquela época a parteira polonesa não foi morta. Ele pôde voltar para a maternidade e continuar seu trabalho. 


quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

No pongas tus sucias manos sobre Cristo!!!


En los años 70, los hipies hicieron de Jesucristo (Superstar) un hippy. Los musulmanes dicen que es un profeta del Islam. Los judíos han visto que actualmente es más efectivo hacer de él un “rabino” que seguir maldiciéndolo, como llevaban haciendo 2000 años, así que lo acaban de convertir en un rabino fariseo.

Esto era lo que pensaba de los rabinos de entonces: Ay de vosotros escribas y fariseos…

Fonte: http://pormiedoalosjudios.wordpress.com/2011/11/14/no-pongas-tus-sucias-manos-sobre-cristo

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terça-feira, 21 de janeiro de 2014

A Realeza de Cristo sobre a História


Há uma verdade fundamental da dogmática cristã que a chamada nova teologia busca obscurecer ou debilitar. É a Realeza universal de Cristo sobre toda a criação e por isso mesmo sobre a história. Sem embargo, esta verdade constitui a substancia mesmo do kerygma evangélico, que consiste na pregação do Reinado de Deus e de seu Cristo sobre a terra. A Nova Teologia obscurece e diminui a luz desta verdade porque ela se opõe diretamente ao laicismo da vida e da história que em sua versão liberal, socialista e comunista impera hoje sobre os povos. O laicismo constitui a substancia do mundo moderno e a nova busca pactuar com o mundo moderno. Logo se vê impelida a ofuscar e a diminuir uma verdade que tão radicalmente se opõe à sua intenção profunda.

Sem embargo, a encíclica "Quas Primas", de Pio XI, sobre Cristo Rei, permaneceu como um documento que desafia os propósitos da impiedade em seu intento de diminuir os méritos deste título glorioso do Redentor. As páginas da Escritura, tanto do Antigo como do Novo Testamento, a Tradição dos Padres, a liturgia e os documentos do magistério, abundam em testemunhos desta verdade. Os salmos de Davi cantam sob a imagem e representação de um Rei opulentíssimo e sapientíssimo que havia de ser Rei de Israel.



sábado, 18 de janeiro de 2014

Te$temunha$ - EUA: judeus foram pagos para se passar por vítima do Holocausto

Sempre para reflexão. O blog não concorda com tudo. 


Te$temunha$



EUA: judeus foram pagos para se passar por vítima do Holocausto




Cerca de 5,5 mil judeus receberam de forma fraudulenta US$ 42 milhões nos Estados Unidos pagos pela Alemanha, fazendo-se passar por vítimas do Holocausto, informou nesta terça-feira a promotoria de Nova York. Dezessete pessoas, responsáveis pela armação do golpe, foram acusadas de usar um fundo destinado a ajudar vítimas da perseguição nazista na Segunda Guerra Mundial, informou em um comunicado a promotoria.

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

A ESTRELA QUE NUNCA FOI DE DAVI...

A estrela de Davi nunca foi de Davi


O talismã nacional israelense é o hexagrama, que é chamado de Estrela de Davi, que se supõe ser o antigo símbolo de Israel.

Este símbolo, em verdade, foi "legado" aos líderes judaicos no século XIV pelo hermético Rei Carlos IV da Boêmia e formalmente adotado como a "estrela de Davi" em 1898 no Segundo Congresso Sionista na Suíça.

A fonte original do símbolo é andrógina, representando Adam Kadmon, a personificação da união das forças masculinas e femininas em um corpo. A doutrina cabalística trouxe o hexagrama ao interior da tradição Judaica (um fato devido ao reconhecimento oficial pelo rei da Boêmia).

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Ni hermanos mayores, ni pueblo elegido.

Interessante reflexão sobre esse tema: os Judeus são nossos "irmãos maiores" (mais velhos); eles são o povo eleito? Está em espanhol, mas para nós, de língua portuguesa, não chega a ser um problema. 

É um tema recorrente no Blog PORQUE, mesmo em círculos que se dizem tradicionalistas, já se instalou a confusão, por causa, sobretudo, da autoridade dos que nos confundem! Ou tentam... É por demais sabido que DOM Fellay declarou publicamente que os Judeus são, sim, nossos "irmãos maiores", o que é, no mínimo, um disparate
Para mim, a solução dessa questão é simples: 
  • Quem é meu irmão? Quem é filho de meu pai e de minha mãe.
  • Nesse caso, quem é meu pai e quem é minha mãe? Meu Pai é a Santíssima Trindade, minha Mãe é a Igreja Católica. 
  • Logo... por que lado os Judeus seriam meus irmãos mesmo? 

E, diga-se de passagem e aproveitando o ensejo, o mesmo vale para os protestantes e todo gênero de "sensibilidade religiosa" que possa haver!

Para mim, isso é simples e fácil. E, francamente, não entendo por que ainda há dúvidas. 

Aproveitem a leitura! 


* * *



Ni hermanos mayores, ni pueblo elegido


En las últimas horas [publicado en 03/05/2013], innúmeras crónicas periodísticas nos hablan que durante esta semana en Roma, Francisco y Shimon Peres - presidente del estado sionista de Israel- mantuvieron un encuentro amistoso.

No nos asombra dicha reunión, ni tampoco nos deja atontados, como les sucedió a algunos compañeros de ruta; al contrario, somos conocedores de la admiración que Francisco tiene por la cultura judía (incluyendo lo religioso, negador del catolicismo) y el silencio que tiene respecto de la impunidad que gozan  los crímenes cometidos por el estado de Israel.

segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Judeu nega o holocausto

Judeu nega o holocausto

Porque me denomino um Negador do Holocausto


O publicitário britânico Paul Eisen, apesar de membro da comunidade judaica, se tornou um fervoroso defensor do Revisionismo do “Holocausto”. Naturalmente devemos relevar algumas frases de seu discurso, mas ele publicou a verdade fundamental em Londres com grande coragem e dedicação. Como podemos ver a partir de suas publicações na rede, ele é um judeu correto. A 5 de dezembro de 2012, ele fez em seu Blog a seguinte revelação: “Porque eu me denomino um negador do holocausto”.
 




Minha família era formada por pessoas completamente normais – duas vezes por ano éramos judeus, como costumávamos dizer. Mas como a maioria de nós, judeus da segunda e terceira geração, bastante modernos, do norte de Londres, nosso judaísmo preenchia nossas vidas. E isso significava nesta época Sionismo e Holocausto. Minha família, amigos e eu entendíamos sob o termo Holocausto, simplesmente apenas “nunca mais”. [...] A princípio eu fazia o papel de Zadik da família (o “justo”), muito ligado a Deus e meu judaísmo (apesar de sempre conflitar com outros judeus). Então me tornei o dissidente intelectual da família. Como jovem adulto, eu me pendia de alguma forma para a esquerda sionista, mas sempre totalmente fiel ao Estado Judeu. Bem, eu desejava que Israel não se comportasse tão mal e me envergonhasse diante de meus amigos. Mas quando se tratava do Holocausto, minha fé era inabalável. Já em 1978 eu visitara o Yad Vashem. [...]

quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

O SÉCULO JUDAICO

Para nós, católicos, este texto serve de reflexão. Não esqueçamos que eles, os Judeus, não são nossos "irmãos maiores" (ou mais velhos), como quer fazer crer o Vaticano II e, infelizmente, creem muitos pseudo-tradicionalistas (vide, Menzingen), uma vez que eles se recusam a aceitar a Santíssima Trindade, particularmente a Segunda Santíssima Pessoa, pois ainda esperam por um messias que há de vir e resgatá-los do que quer que seja. 

Eles são inimigos da Igreja e, portanto, dos católicos. Por séculos, eles vêm levando adiante a mentira da "perseguição injusta", quando são declaradamente DEICIDAS - vide Mateus 27:25.

Oras.. Não entregaram Cristo à morte? Cristo não é Deus? Então eles são o que? DEICIDAS

Diferentemente do que andam dizendo por aí, inclusive em "setores" pseudo-tradicionalistas, lá pelas bandas de Buenos Aires, com sotaque francês, e até hoje sem retratação e com uma fila de imbecis a lhe dar ainda ouvido! Me pergunto o quanto se tornam cúmplices disso tudo... 

Enfim, falarei sobre os Judeus em outra oportunidade, sobretudo para esclarecer que eles não são uma raça, e por isso não há falar em racismo (ou antissemitismo), mas um povo e uma "religião". A condenação da Igreja é quanto à "fé" deles e não quanto a uma suposta "raça". A Verdade não muda com o tempo, não se adequa às situações e às conveniências mundanas.  

Fora da Igreja não há salvação! É dogma de Fé.

Movidos pela caridade, rezamos todos nós católicos pela conversão dos Judeus, como ensina a Santa Madre Igreja. 

Giulia d'Amore


Marx, Hegel, Kant, Einstein, Freud etc, todos eles judeus e/ou financiados por judeus




"El Siglo Judío", de Yuri Slezkine


Yuri Slezkine
Yvan Blot.- Se trata de un libro extraordinario. Su tesis es la siguiente: "La edad moderna es la edad de los judíos, y el siglo XX es el siglo de los judíos. La modernidad significa que todos nosotros nos convertimos en urbanos, móviles, educados, profesionalmente flexibles, etc… En otras palabras, la modernidad significa que nos hemos vuelto todos judíos". El autor de este libro es profesor de Historia en la universidad Berkeley en California.

Yuri Slezkine explica que los judíos han tenido tres Tierras Prometidas en en siglo XX: los EEUU capitalista y liberal, el Israel nacionalista y la Unión Soviética socialista. A través de las peregrinaciones de una familia, el autor estudia estas tres formas de sociedades. Opone el "mundo apolíneo", que es el de los campesinos y guerreros, basado en la ética del honor y en enraízamiento, y el "mundo mercuriano", mundo de comerciantes y de intermediarios de toda clase, basado en la búsqueda del poder y del saber, asumiendo una pérdida de raíces esencial, un mundo que es el de los judíos, pero también el de todas las minorías comerciantes alógenas (libaneses en África, diáspora china en el sudeste asiático).

Israel sería una tentativa de volver al pueblo judío apolíneo, ¡o cuanto menos de hacer la síntesis entre apolíneos y mercurianos! Los EEUU serían la forma más lograda, según el autor, de la modernidad judía totalmente mercuriana.

Pero fue la Unión Soviética, durante un tiempo, la creación judía más impresionante. El autor acumula los números y los estudios para demostrar que la URSS era un Estado judío aunque Stalin trató de romper la tendencia. Cita a Lenin (en el libro se nos dice que tenía una cuarta parte de sangre judía, lo que Stalin trató de censurar) que dice que sin los judíos la Revolución Bolchevique habría fracasado, ya que proporcionaron la mayoría de los mandos superiores más dotados de la Revolución. Los judíos fueron en la primera URSS lo que fueron los alemanes bajo los zares: la minoría extranjera instruida e indispensable. El autor, que es a la vez un especialista del mundo eslavo y de los judíos y que ama la raíz de donde ha salido (judío ruso) no es, sin embargo, tierno en sus análisis. Las reflexiones íntimas de los bolcheviques judíos dan escalofríos por su odio mortífero y su voluntad de venganza contra el orden zarista. ¡Estamos realmente frente a los "poseídos" de Dostoïevski! ¡El autor llega a hablar de violación de Rusia por los revolucionarios!

Más allá de los tabúes, Yuri Slezkine, apasionado de rigor histórico, no duda en decir que es la persecución hitleriana lo que permitió a los judíos adquirir una posición moral y por ende política dominante, incluso soberana, en el mundo actual: ¡son las víctimas por antonomasia y no se les puede criticar!

No se crea que el libro es antisemita, aunque insiste fuertemente en la responsabilidad de los judíos en la enorme extensión de los crímenes soviéticos: el libro ha sido galardonado con varios premios, entre ellos el National Jewish Award y ha sido considerada como una obra maestra por la crítica norteamericana, ¡incluso la judía! Hay que decir que muestra el éxito intelectual y social innegable de los judíos en los EEUU y en la URSS, las dos grandes potencias que se han repartido el mundo de 1945 a 1989.

Es un libro indispensable, insistimos: ¡indispensable para comprender el mundo actual!

Fonte: http://www.alertadigital.com/2013/06/19/el-siglo-judio-de-yuri-slezkine/.


Compre o livro: http://www.livrariacultura.com.br/scripts/resenha/resenha.asp?isbn=0691127603.

Leia mais a respeito: Sionismo - Instituto Ludwig von Mises Brasil .

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sábado, 14 de dezembro de 2013

Arquivo Krahgate. Reflexões de Dom Curzio Nitoglia

OPERAÇÃO MEMÓRIA: just in case...

O CASO KRAH

Fatos e documentos ou mentiras e calúnias?


Massimilian Krah
     Mons. R. Williamson

O caso Williamson-Nahrath 2010

1) Em meados de novembro 2010, o bispo Richard Williamson decide de se fazer defender da acusação de revisionismo pelo advogado Wolfram Nahrath. Então, pede a seu primeiro defensor, o advogado Matthias Lossmann, se ele aceitaria defendê-lo junto com Nahrath. Lossman rejeita a proposta e Mons. Williamson retira-lhe o encargo.

2) Em 18 de novembro, o advogado Nahrath informa via fax à juíza Eisvogel que o advogado Lossmann renunciou ao encargo e que será ele (Nahrath) que defenderá Mons. Williamson.

3) Apenas 32 minutos após o envio da mensagem - por fax – de Nahrath à Dra. Eisvogel, a redação do semanal Der Spiegel liga ao advogado Nahrath e lhe pede explicações sobre sua futura defesa legal do de Mons. Williamson.

4) No dia 19 de novembro, o mesmo Der Spiegel publica a notícia segundo a qual o advogado Nahrath é um representante político do partido neonazista alemão, motivo pelo qual Mons. Williamson seria um filo-nazista. Na verdade, o partido nazista alemão é ilegal desde 1945, e Nahrath faz parte do Partido Nacional e Democrático (NPD), um partido de extrema direita, mas não nazista. Portanto

segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Quem foi o santo que intercedeu pelo levantamento das excomunhões?

Quem foi o santo que intercedeu pelo levantamento das excomunhões?



O "ingênuo" dom Fellay sempre afirmou sua gratidão a Bento XVI pelo "levantamento" das excomunhões e o atribui às incessantes orações dos fieis da FSSPX respondidas pela Divina Providência. Mas... do lado de lá o que pensam e o que dizem a respeito? 

Hoje, pesquisando sobre as heresias mais recentes perpetradas por elementos da seita de Menzingen - que os judeus não são deicidas - acabei por me deparar com esse artigo, em que Fellay pede "perdão ao Sumo Pontífice e a todos os homens de boa vontade pelas consequências dramáticas desse ato", referindo-se às declarações de Mons. Williamson que, "Em entrevista à televisão sueca, divulgada dois dias antes de levantada a excomunhão, o bispo inglês negou o Holocausto de milhões de judeus durante a Segunda Guerra Mundial; afirmou que "não existiram as câmaras de gás na Alemanha nazista" e que só morreram "200.000 a 300.000 judeus" não os seis milhões que se calcula"

domingo, 8 de dezembro de 2013

A sionização da Neo-FSSPX ao longo do tempo

A sionização da Neo-FSSPX ao longo do tempo 




As coisas vão de mal a pior no Reino de Menzingen.  

O que um fellayano diz não se escreve. E isso vale também e sobretudo para o Rei de Menzingen, o filo-sionista Bernard Fellay, que entre os amigos mais próximos coleciona um judeu que cuida das finanças da Neo-FSSPX (espólio da Obra de Dom Lefebvre que foi tomado na mão grande), Maximilian Krah

Como vemos da cronologia que o blog Non Possumus se deu ao trabalho de fazer, a mania de dizer e desdizer não se limita ao acordo prático que vergonhosamente dom Fellay tentou "costurar" com Bento XVI, mas vai além, vai até à honra de Cristo. 

O conceito de inimigo de Cristo muda muito nos Alpes suíços, e quem é inimigo hoje não necessariamente o será amanhã, e para isso se manipula a verdade e a História! Em 1989, para a FSSPX, os judeus NÃO ERAM nossos "irmãos mais velhos" e ERAM deicidas. A partir de 2004 temos as duas versões, mas já começa um mitigamento da responsabilidade dos assassinos de Cristo, que É Deus. Até quem em 2012 dom Fellay chega a reescrever o Magistério da Igreja afirmando, com todas as letras, que o Magistério não disse o que disse... Em 2013 nossos olhos desgraçadamente leem que os deicidas não são deicidas. 

E a pergunta que não quer calar é: "se eles NÃO são deicidas, mas MATARAM Cristo... Cristo não é Deus?". 

Isso foi há mais de uma semana, e até agora Menzingen sequer suspirou. Nem pe. Bouchacourt se retratou ou "explicou melhor" o que "quis dizer". Coisa tipicamente fellayana. 

Cristo, pendurado a madeiro, ainda espera por satisfações. E reparações.

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Querem nos fazer de idiotas? Quando a Verdade muda de rumo!

"Replicou-lhe Jesus: Se falei mal, prova-o, mas se falei bem, por que me bates?” (São João 18,23).



As coisas vão de mal a pior na NEO-FSSPX de dom Fellay. De um lado, o padre e professor Daniel Themann afirma que: 

“Provavelmente a maioria das pessoas que são maçons não sabem o que é a Maçonaria, obviamente a maçonaria tenta manter esse tipo de coisa em segredo, todos nós sabemos que… na prática, a maioria das pessoas que são maçons – pelo menos muitos – não sabem o que ela realmente significa na prática; provavelmente, muitos, se não a maioria dos maçons não cometem “nenhum” pecado por ser um maçom, porque eles estão na ignorância“. Visto em Apostolado Católico Arauto da Verdade.

De outro lado, o líder do distrito Sul-americano me vem com esta: 
El pueblo judío no cometió el deicidio. Creo que la religión judía no aceptó a nuestro Señor como el Redentor y pidió la muerte de nuestro Señor”. Entrevista, visto em Non Possumus.

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