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terça-feira, 22 de janeiro de 2013

FELLAY: "... VEJA BEM, NÃO FOI BEM ISSO QUE EU DISSE!"

Logo a tradução. Contudo, leiam a nota de Syllabus, no final. Eu tive a mesma impressão: nada de sim, sim, não, não; mas o já incorporado e modernista: falar, falar e não dizer nada!

E o que é aquele absurdo de dizer que Mons. Lefebvre não proibiu assistir à missa nova? Então, porque ele mesmo não a rezava, se era boa para os fiéis e os seminaristas? Desrespeito não é expor os erros do Superior quando ele erra, posto que, apesar do que pensam seus sequazes, não é infalível. Desrespeito é reescrever a História do Fundador, amoldando-a às suas necessidades e interesses. Desrespeito (e desonestidade) é mentir. Mente aqui, como mentiu ao cardeal Cañizares. Bernard teu nome é Ianus!

Outro ponto que saltou aos olhos foi d. Fellay ter se utilizado de um canal secundário para "se explicar". Porque não utilizou o DICI? Será que ele calculou que Roma não leria a notícia no SSPX.ORG? Não tem problema, eu posso gentilmente encaminhar ao cardeal a resposta de d. Fellay. 

Giulia d'Amore di Ugento



MAIS UMA VEZ: "... VEJA BEM, NÃO FOI BEM ISSO QUE EU DISSE!"






El Cardenal Antonio Cañizares, el prefecto de la Congregación para el Culto Divino y la disciplina de los Sacramentos, declaró a la prensa el 15 de enero:

"En una ocasión vino a verme entre otros, Mons. (Bernard) Fellay, que preside a los de la Hermandad de San Pío X y me dijo, ‘venimos de una abadía que queda junto a Florencia. Si Mons. Lefebvre hubiese conocido como se celebraba allí, no hubiese dado el paso que dio’. Ese misal que se celebraba allí es el Misal de Pablo VI en su realidad más estricta".1

Monseñor Fellay amablemente ha dado a SSPX.org la aclaración de lo que dijo realmente y el contexto de sus palabras referente al Novus Ordo Missae.

MONSEÑOR FELLAY ACLARA:

Muy comúnmente en tales circunstancias, una frase ha sido mal interpretada: Yo le estaba describiendo al Cardenal Cañozares (esto fue hace unos cinco o seis años) que los abusos en la liturgia causaron una fuerte reacción entre nosotros. Y actualmente este sigue siendo el caso, en el sentido que los abusos y sacrilegios en la liturgia sagrada han ayudado a los fieles e incluso a los sacerdotes entender rápidamente y completamente los defectos profundos y el peligro del Novus Ordo –porque hay un vínculo entre la Nueva Misa y los abusos. Los abusos han ayudado a probar que nuestra posición es la correcta: esto es, la Nueva Misa no es buena en sí misma.
Dicho esto, desde el principio y antes de que los abusos se dieran, Monseñor Lefebvre ya se había rehusado a celebrar el Novus Ordo Missae. Porque las serias omisiones y la entera reforma (conciliar), hacha con espíritu ecuménico, le da un sabor protestante. La nueva misa pone en peligro la Fe Católica y los numerosos ejemplos de fieles y sacerdotes que han perdido la fe como consecuencia directa con la celebración del Novus Ordo son muy evidentes. Sin embargo, por un tiempe –hasta que esos efectos nocivos fueron claramente reconcidos- Monseñor Lefebvre no prohibió estrictamente la asistencia a la Nueva Misa. Fue solamente después de algunos años que él prohibió a los seminaristas ir a la nueva misa durante sus vacaciones.
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1 Como reportó “Rome Reports”, el 16 de enero de 2013 en un artículo titulado: “Cardenal Cañizares: La reforma más urgente es la formación litúrgica”

Comentario de SYLLABUS:
Si se lee con cuidado la "aclaración" de Mons. Fellay, se observa que éste realmente no aclara nada acerca de si dijo o no al Card. Cañizares la frase en cuestión. Llama la atención, además, y resulta sospechoso el hecho de que mencione que Mons. Lefebvre autorizó la asistencia a la misa nueva en los comienzos, y que califique a ésta de "no buena", moderando sus palabras de hace pocos días: "La misa nueva es mala (o maligna)". (Fidelis)

Fonte: Non Possumus.

sábado, 19 de janeiro de 2013

Onde está a reação?

Impossível não repercutir este texto brilhantemente escrito. Sugiro que, da próxima vez, coloque mais desenhos e menos letrinhas, porque os que dormem não compreendem o que leem, ainda mais um texto mais longo do que duas linhas. Pinçam uma palavra ou outra, e se o resumo for "contra" dom Fellay... saem ao galope, gritando: "Crucifica-o!". Não fazem uso da razão. Enfim, eu não perco a esperança e por isso rezo e... desenho!



Onde está a reação?


Já se tornou costume: quando alguém da resistência faz uma crítica bem fundamentada contra Dom Fellay, logo os capachos de plantão se colocam a defender o chefe. As críticas são feitas com todas as provas, muitas vezes baseadas nas palavras escritas ou pronunciadas pelo próprio Dom Fellay. Mas, os guarda-costas lançam aquele ar de escândalo: "estão mentindo!", "estão caluniando!". Pretendem que a propaganda encubra a verdade.

Engraçado que, quando as autoridades vaticanas dizem coisas que realmente depõem contra Dom Fellay, o silêncio é total. Eles temem desagradar as autoridades com as quais se deseja fazer o acordo prático. Vejamos o que disse recentemente o cardeal Cañizares:

"Mesmo aqueles que seguem a Fraternidade Sacerdotal São Pio X, quando participam de uma missa celebrada corretamente, afirmou ainda o alto prelado, eles dizem que não haveria a necessidade desta separação com a Igreja Católica se ela [a missa] fosse assim em todos os lugares". O Cardeal Cañizares, em seguida, esclareceu que, segundo o testemunho de Dom Bernard Fellay, atual superior da Fraternidade, Dom Lefebvre obviamente não desejaria a ruptura se a missa fosse celebrada por todos segundo "a forma mais estrita" do novo Missal de Paulo VI (1963-1978).

O fato é muito grave. A nossa recusa da missa de Paulo VI não se baseia em qualquer abuso que ela possa ter sofrido. O novo rito é mau em si. Antes mesmo que fosse posto em prática, o cardeal Ottaviani já havia denunciado todos os erros e problemas deste rito. E dizer que Dom Lefebvre teria aceitado a "forma mais estrita" da missa nova é um grande absurdo, uma deturpação do pensamento deste santo bispo. 

Visto que o cardeal atribuiu tal afirmação a dom Fellay, temos apenas duas saídas: 

- se Dom Fellay não disse isto, ele deveria reagir publicamente e denunciar a mentira do cardeal. Os capachos deveriam se indignar e publicar seus comunicados da mesma forma como fazem contra os membros da resistência (com a diferença de que, agora, eles teriam razão de protestar);

- se Dom Fellay disse isto, seria mais uma prova da grande mudança de rumo que ele está operando na FSSPX. 

De uma forma ou de outra, isto só demonstra o grave perigo do acordismo.

Outra notícia que demonstra o perigo que se corre pela falta de reação, é a carta enviada por Dom Di Noia a cada um dos padres da FSSPX. Pelo pouco que se pode ler na reportagem, já se pode perceber o quanto a carta se constitui como uma armadilha para os incautos. Nada diferente do que poderíamos esperar da comissão Ecclesia Dei. Mas, o que mostra o nível a que chegamos na neo-FSSPX, é que esta carta teria sido enviada para a sede da FSSPX em Menzingen com o intuito de ser distribuída a cada um de seus padres.
A única atitude correta das lideranças da FSSPX seria não encaminhar a carta aos padres e ainda refutar publicamente cada uma das insidias pelas quais se tenta cooptar os incautos.
Mas… A notícia diz, não sabemos se é verdade, que os padres receberam a tal carta. Se isto realmente chegou a acontecer, é mais uma prova da traição cometida contra a obra de Dom Lefebvre. 

Vejamos alguns pontos inadmissíveis da carta citados na reportagem:

Ele [Dom di Noia] solicita a ambas as partes a proceder, cada qual em sua parte, a um exame de consciência focado na humildade, docilidade, paciência e caridade.

Ora, os modernistas perseguiram a tradição, despojaram-nos de tudo o que era de nosso direito, e vem falar em caridade? Antes de mais nada, devolvam o que roubaram! Além disso, dizer que a FSSPX precisa fazer um exame de consciência, implica em acusá-la de ter culpa, o que não é verdade. Mas prossigamos:

(…) a contínua degradação da situação da Fé Católica é um convite premente [à FSSPX] para deixar o seu grandioso isolamento, e se unir às equipes de salvamento no próprio lugar do acidente. 

Grandioso isolamento? A FSSPX está afastada dos hereges e traidores, e não do povo fiel que necessita do apoio espiritual que os "plena comunhão" nos negam. Isolar-se daqueles que estão infectados de heresia é a garantia de sobrevivência para a nossa Fé. Isto não quer dizer que a FSSPX não esteja participando do salvamento. Ela sim o está fazendo. Aquelas equipes às quais Dom Di Noia se refere, as "oficiais", estas estão matando o acidentado através de indiferentismos, ecumenismos, reuniões de Assis, visitas a igrejas luteranas, negação de dogmas, nomeação de hereges para altos cargos no Vaticano, etc. 

O desejo de silenciar a crítica ao Latrocínio Vaticano II também é evidente, pois Dom di Noia pede que a FSSPX que "se abstenha, por uma questão de princípio, de fazê-lo [criticar o CV II] nos meios de comunicação de massa".

Criticar o Vaticano II apenas em privado? De que adiantaria acender a lâmpada escondida dentro de uma caixa? Todos os católicos têm o direito de conhecer as mazelas do conciliábulo.

Dom di Noia também pede que a FSSPX "fundamente todas as suas análises em bases teológicas profundas e amplas". E não foi isto que a FSSPX sempre fez? E que resposta as autoridades modernistas deram? Nenhuma. Deixaram no silêncio, por que não tem resposta para dar, por exemplo, para a "Sinopse dos erros imputados ao Concílio Vaticano II", a "Candeia debaixo do alqueire", o "Prometo – a religião do homem", o "Catecismo católico da crise na Igreja" ou o "Problema da reforma litúrgica". Quem conhece a FSSPX sabe que não faltam trabalhos sérios, muito bem fundamentados e que provam com todo rigor os erros do Vaticano II e da missa nova.

Finalmente, o bispo afirma que: 

o "carisma" próprio de Dom Lefebvre e da obra que ele fundou, que é a "formação sacerdotal" e não a "retórica áspera e contraproducente" ou "a de se arrogar a missão de julgar e corrigir a teologia", ou ainda "de corrigir publicamente os outros na Igreja". (…)
essas "objeções" teológicas devem ser expressas internamente, e não em praça pública, para "estimular o magistério" a formular melhor o seu ensino. E não sob a forma de um "magistério paralelo".

Como pode a liderança da FSSPX ficar quieta diante de tantas acusações falsas? Quando foi que a FSSPX utilizou de retórica?  Quando se arrogou a missão de julgar e corrigir a "teologia"? A teologia católica é ensinada pela FSSPX. O que é condenada é "nova teologia", herética, defendida pelas autoridades modernistas. Esta nova teologia, e os "outros" que a defendem, é que são publicamente corrigidos. E isto é ótimo que aconteça, para que as pessoas conheçam os lobos em pele de ovelha. Mas, como isto incomoda muito as autoridades modernistas, Dom di Noia quer que a FSSPX se cale. E ainda lança a acusação de um "magistério paralelo". Onde estão as lideranças da FSSPX para protestar contra tamanha mentira? Será que eles somente protestam contra as verdades ditas contra o chefe?

Se Don di Noia convida tanto a FSSPX para uma colaboração leal, dócil, paciente, pautada pela caridade, então ele também deve estar muito aberto para receber a contribuição dos tradicionalistas, certo? Somente quem não conhece o jogo sujo da Ecclesia Dei poderia acreditar nisto. Pois este Don di Noia já admitiu, em outra oportunidade, que o objetivo é converter a FSSPX ao pensamento conciliar, ainda que isto leve tempo

Esta mesma estratégia insidiosa é demonstrada na recente carta. Depois de tudo o que já dissemos, resta-nos deplorar o quanto Don di Noia manipula a memória de Dom Lefebvre. Pois ele teve a ousadia de invocar o "carisma" próprio do grande Arcebispo e de sua obra reduzindo-a, porém, à formação sacerdotal. A boa formação dos sacerdotes é uma marca da FSSPX, sem dúvida. Mas não é a única. Combater os erros da igreja conciliar é outra tarefa imprescindível nos dias de hoje. E isto é o que Dom di Noia quer impedir. Elogiar algum "carisma" de Dom Lefebvre ao mesmo tempo em que se quer silenciar o combate da FSSPX é uma prova da absoluta imoralidade a que se presta a Ecclesia Dei. O elogio deles é o mesmo do tentador, quer apenas a nossa ruína.

Quem é que não consegue enxergar que qualquer acordo com estas pessoas significa trair a obra de Dom Lefebvre e toda a resistência católica contra o modernismo? Dom di Noia coloca expressamente seus desejos de silenciar o combate da FSSPX e ainda tem gente que não enxerga o intuito dos lobos? Onde está a reação? Acordem!


Fonte: Pacientes na tribulação

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