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sábado, 7 de junho de 2014

Para onde vai a Igreja? Para onde vai a Neo-Fraternidade? Para onde vai Fellay?

Editado em 07/06/14, às 14:43, para acrescentar este link que é relacionado com o assunto deste artigo: http://nonpossumus-vcr.blogspot.com.br/2014/06/econe-roma-acuerdo-de-poder-acuerdo.html.


 
OPERAÇÃO MEMÓRIA: Vamos lá, o de sempre: é preciso registrar o que Fellay (o blog é meu e eu o chamo como eu quiser) diz, porque para se desdizer - ou para reinterpretar - é daquiprali... Além do mais, serve de reflexão para que percebamos a que ponto chega a coisa! 

Grifos e comentários entre [colchete], meus! Advirto, porque oportuno, que toda vez que Fellay disser "FSSPX" ou "Fraternidade" está se referindo à seita que ele fundou ao deixar de seguir as diretrizes de Dom Lefebvre, o Venerável Fundador da Fraternidade Sacerdotal São Pio X. Então, leiam: NEO-FSSPX e Neo-Fraternidade. 

Depois de ter lido o texto com atenção e comentado aqui e ali, volto para dizer algumas palavras que entendo necessárias: as leia quem quiser! 

Minha filha costuma dizer que há os que são loucos e os que se fazem de loucos; há os que iriam até o Inferno com o Papa, por uma errônea compreensão do que seja obediência, e os que iriam até o Inferno com Fellay; idem. Cada um sabe de si, e saberia mais se estudasse mais ao invés de perder tempo no Facebook, pois não cairia na conversas fiadas de Fellay. As inúmeras atitudes dúbias de Fellay me fizeram cínica em relação às suas boas intenções, porque à força de ele dizer e desdizer, de agir nas trevas, de agir mal e não se retratar e não reparar as coisas... como se pode crer em suas boas intenções? Eu seria imprudente! A caridade não anda de braços dados com a imprudência. 

Acima de tudo, além de rezar e estudar, devemos nos reportar às palavras de Mons. Lefebvre, para não perdermos o foco. E vimos como, muitas vezes, o discurso de Fellay se afastou do discurso de Mons. Lefebvre. 

O discurso abaixo é bonito, em sua maior parte, e parece - se não soubesse o autor - um homem imbuído de boa vontade e de boas intenções, um homem pio, que se reporta à Virgem, a quem entrega, ao final, a plateia que o ouve. Se não fosse quem é... 

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

FELLAY: "... VEJA BEM, NÃO FOI BEM ISSO QUE EU DISSE!"

Logo a tradução. Contudo, leiam a nota de Syllabus, no final. Eu tive a mesma impressão: nada de sim, sim, não, não; mas o já incorporado e modernista: falar, falar e não dizer nada!

E o que é aquele absurdo de dizer que Mons. Lefebvre não proibiu assistir à missa nova? Então, porque ele mesmo não a rezava, se era boa para os fiéis e os seminaristas? Desrespeito não é expor os erros do Superior quando ele erra, posto que, apesar do que pensam seus sequazes, não é infalível. Desrespeito é reescrever a História do Fundador, amoldando-a às suas necessidades e interesses. Desrespeito (e desonestidade) é mentir. Mente aqui, como mentiu ao cardeal Cañizares. Bernard teu nome é Ianus!

Outro ponto que saltou aos olhos foi d. Fellay ter se utilizado de um canal secundário para "se explicar". Porque não utilizou o DICI? Será que ele calculou que Roma não leria a notícia no SSPX.ORG? Não tem problema, eu posso gentilmente encaminhar ao cardeal a resposta de d. Fellay. 

Giulia d'Amore di Ugento



MAIS UMA VEZ: "... VEJA BEM, NÃO FOI BEM ISSO QUE EU DISSE!"






El Cardenal Antonio Cañizares, el prefecto de la Congregación para el Culto Divino y la disciplina de los Sacramentos, declaró a la prensa el 15 de enero:

"En una ocasión vino a verme entre otros, Mons. (Bernard) Fellay, que preside a los de la Hermandad de San Pío X y me dijo, ‘venimos de una abadía que queda junto a Florencia. Si Mons. Lefebvre hubiese conocido como se celebraba allí, no hubiese dado el paso que dio’. Ese misal que se celebraba allí es el Misal de Pablo VI en su realidad más estricta".1

Monseñor Fellay amablemente ha dado a SSPX.org la aclaración de lo que dijo realmente y el contexto de sus palabras referente al Novus Ordo Missae.

MONSEÑOR FELLAY ACLARA:

Muy comúnmente en tales circunstancias, una frase ha sido mal interpretada: Yo le estaba describiendo al Cardenal Cañozares (esto fue hace unos cinco o seis años) que los abusos en la liturgia causaron una fuerte reacción entre nosotros. Y actualmente este sigue siendo el caso, en el sentido que los abusos y sacrilegios en la liturgia sagrada han ayudado a los fieles e incluso a los sacerdotes entender rápidamente y completamente los defectos profundos y el peligro del Novus Ordo –porque hay un vínculo entre la Nueva Misa y los abusos. Los abusos han ayudado a probar que nuestra posición es la correcta: esto es, la Nueva Misa no es buena en sí misma.
Dicho esto, desde el principio y antes de que los abusos se dieran, Monseñor Lefebvre ya se había rehusado a celebrar el Novus Ordo Missae. Porque las serias omisiones y la entera reforma (conciliar), hacha con espíritu ecuménico, le da un sabor protestante. La nueva misa pone en peligro la Fe Católica y los numerosos ejemplos de fieles y sacerdotes que han perdido la fe como consecuencia directa con la celebración del Novus Ordo son muy evidentes. Sin embargo, por un tiempe –hasta que esos efectos nocivos fueron claramente reconcidos- Monseñor Lefebvre no prohibió estrictamente la asistencia a la Nueva Misa. Fue solamente después de algunos años que él prohibió a los seminaristas ir a la nueva misa durante sus vacaciones.
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1 Como reportó “Rome Reports”, el 16 de enero de 2013 en un artículo titulado: “Cardenal Cañizares: La reforma más urgente es la formación litúrgica”

Comentario de SYLLABUS:
Si se lee con cuidado la "aclaración" de Mons. Fellay, se observa que éste realmente no aclara nada acerca de si dijo o no al Card. Cañizares la frase en cuestión. Llama la atención, además, y resulta sospechoso el hecho de que mencione que Mons. Lefebvre autorizó la asistencia a la misa nueva en los comienzos, y que califique a ésta de "no buena", moderando sus palabras de hace pocos días: "La misa nueva es mala (o maligna)". (Fidelis)

Fonte: Non Possumus.

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