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quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

Pe. Cardozo: como conheceu Mons. Lefebvre e como e por que se tornou Padre



Vídeo de uma conversa do Rev. Pe. Cardozo, na Missão Cristo Rei de Campo Grande/MS, em 4 de fevereiro de 2017, sobre como conheceu Monsenhor Lefebvre e, também, como e por que decidiu se tornar Padre. A gravação começa logo depois da pergunta de um dos fiéis que estavam presentes. E é interrompida com o fim da bateria. Sugiro que peçam que o Padre conte novamente as histórias e que gravem novamente. Toda vez, vale a pena e sempre tem uma nova luz, um detalhe precioso a mais

O Padre já havia nos contado essas histórias, em outra visita, mas fizemos questão de ouvi-la de novo porque a maioria dos presentes era de jovens, em fase de decidir o futuro. Nunca é demais oferecer um tema de meditação para a vocação sacerdotal, ou religiosa. Por vezes, ser Padre é uma questão de lógica, não de sentimentos... 

Enfim, aqui está o vídeo. Façam bom proveito. 





Transcrição da conversa:

quinta-feira, 13 de agosto de 2015

MONS. LEFEBVRE: A Missa de Lutero e a Missa Nova

OPERAÇÃO MEMÓRIA. Para não esquecermos do que disse Mons. Lefebvre. 



* * *


Conferência de Dom Marcel Lefebvre:

Esta noite, falarei da Missa de Lutero 


Esta noite, falarei da Missa de Lutero e da Missa do novo rito. Por que essa comparação entre a Nova Missa e a Missa de Lutero? Porque a história o diz; a história objetiva não é criação minha. Ele (Sua Excia. mostra um livro sobre Lutero, publicado em 1911, "Do Luteranismo Ao Protestantismo" de Léon Cristiani) fala sobre a reforma litúrgica de Lutero. Trata-se de um livro escrito em um tempo, em que o autor nem conhecia nossa crise, nem o novo rito; portanto não foi escrito com segundas intenções.


Síntese dos princípios fundamentais da Missa

Primeiramente, desejo fazer uma síntese dos princípios fundamentais da Missa, para trazer à nossa memória a beleza, a profunda grandeza espiritual de nossa Missa, o lugar que nossa Missa ocupa na Santa Igreja. Que coisa mais bela Nosso Senhor legou à Humanidade, que coisa mais preciosa, mais santa concedeu à Sua Santa Igreja, à Igreja sua Esposa, no Calvário, quando morria na Cruz? Foi o Sacrifício de si mesmo. O Sacrifício de si mesmo. Sua própria Pessoa, que continua seu Sacrifício. Ele o deu à Igreja, quando morreu na Cruz. A partir desse momento, esse Sacrifício estava destinado a continuar, a perseverar através dos séculos, como Ele o havia instituído, juntamente com o Sacerdócio. Quando, na Santa Ceia, Jesus instituiu o Sacerdócio, Ele o instituiu para o Sacrifício, o Sacrifício da Cruz, porque esse Sacrifício é a fonte de todos os méritos, de todas as graças, de todos os Sacramentos; a fonte de toda a riqueza da Igreja. Isso devemos recordar, ter sempre presente essa realidade, divina realidade. Portanto, é o Sacrifício da Cruz que se renova sobre nossos altares, e o Sacerdócio está em relação com ele, em relação essencial com esse Sacrifício. Não se compreende o Sacerdócio sem o Sacrifício, porque o Sacerdócio foi feito para o Sacrifício. Poder-se-ia dizer também: é a Encarnação de Jesus Cristo, séculos a fora: "usque ad finem temporum" ["
até o fim dos tempos"], o Sacrifício da Missa será oferecido. Se Jesus Cristo quis esse Sacrifício, quis também ser nele a Vítima, uma vez que é o Sacrifício da Cruz que continua, Ele quis que a vítima fosse sempre a mesma, quis ser Ele próprio a Vítima. Para ser a Vítima, Ele tem que estar presente, verdadeiramente presente nos nossos altares. Se Ele não estiver presente, se não houver a Presença Real nos nossos altares, não haverá Vítima, não haverá Sacerdócio. Tudo está ligado: Sacerdócio, Sacrifício, Vítima, Presença Real e, portanto, Transubstanciação. Aí está "o coração" do tesouro – o maior, o mais rico – que Nosso Senhor concedeu à Sua Esposa, a Igreja e a toda a Humanidade. Assim, podemos compreender que, quando Lutero quis transformar, mudar esses princípios, começou por combater o Sacerdócio; como o fazem os modernistas. Pois Lutero bem sabia que, se o Sacerdócio desaparecesse, não mais haveria Sacrifício, não mais haveria Vítima, não haveria mais nada na Igreja, não mais haveria a fonte das graças.

segunda-feira, 1 de junho de 2015

Fala Monsenhor Faure

HABLA MONSEÑOR FAURE


CONFERENCIA DE MONS. FAURE EN NAMUR (BÉLGICA) EL 17 DE MAYO DE 2015


FRANCE FIDELE  



En 1989, dijo Monseñor Lefebvre: Yo espero y estoy seguro que el Superior General de la FSSPX (el P. Franz Schmidberger en ese entonces), no hará ningún compromiso con el Vaticano.

Fíjense en las palabras utilizadas, es un poco curioso: yo espero, yo estoy seguro… o uno espera o está seguro ¿no es así?

Se temía la reelección del P. Schmidberger como superior. Exactamente un mes después de la muerte de Mons. Lefebvre, (Mons. Lefebvre murió el 25 de marzo de 1991) un mes más tarde, el 10 de mayo de 1991, el P. Schmidberger hará obligatorio la foto del papa Juan Pablo II en las sacristías de la Fraternidad. ¿Por qué no lo hizo seis meses antes? Son pequeños detalles así. El P. Schmidberger me dijo una vez: “Padre, usted reconoce en todo caso que no estamos en una situación normal respecto a la Iglesia” ¿Qué quiere decir esto? Quiere decir que debemos esforzarnos por normalizar nuestra situación y ser reintegrados a la Iglesia.

sábado, 7 de junho de 2014

Para onde vai a Igreja? Para onde vai a Neo-Fraternidade? Para onde vai Fellay?

Editado em 07/06/14, às 14:43, para acrescentar este link que é relacionado com o assunto deste artigo: http://nonpossumus-vcr.blogspot.com.br/2014/06/econe-roma-acuerdo-de-poder-acuerdo.html.


 
OPERAÇÃO MEMÓRIA: Vamos lá, o de sempre: é preciso registrar o que Fellay (o blog é meu e eu o chamo como eu quiser) diz, porque para se desdizer - ou para reinterpretar - é daquiprali... Além do mais, serve de reflexão para que percebamos a que ponto chega a coisa! 

Grifos e comentários entre [colchete], meus! Advirto, porque oportuno, que toda vez que Fellay disser "FSSPX" ou "Fraternidade" está se referindo à seita que ele fundou ao deixar de seguir as diretrizes de Dom Lefebvre, o Venerável Fundador da Fraternidade Sacerdotal São Pio X. Então, leiam: NEO-FSSPX e Neo-Fraternidade. 

Depois de ter lido o texto com atenção e comentado aqui e ali, volto para dizer algumas palavras que entendo necessárias: as leia quem quiser! 

Minha filha costuma dizer que há os que são loucos e os que se fazem de loucos; há os que iriam até o Inferno com o Papa, por uma errônea compreensão do que seja obediência, e os que iriam até o Inferno com Fellay; idem. Cada um sabe de si, e saberia mais se estudasse mais ao invés de perder tempo no Facebook, pois não cairia na conversas fiadas de Fellay. As inúmeras atitudes dúbias de Fellay me fizeram cínica em relação às suas boas intenções, porque à força de ele dizer e desdizer, de agir nas trevas, de agir mal e não se retratar e não reparar as coisas... como se pode crer em suas boas intenções? Eu seria imprudente! A caridade não anda de braços dados com a imprudência. 

Acima de tudo, além de rezar e estudar, devemos nos reportar às palavras de Mons. Lefebvre, para não perdermos o foco. E vimos como, muitas vezes, o discurso de Fellay se afastou do discurso de Mons. Lefebvre. 

O discurso abaixo é bonito, em sua maior parte, e parece - se não soubesse o autor - um homem imbuído de boa vontade e de boas intenções, um homem pio, que se reporta à Virgem, a quem entrega, ao final, a plateia que o ouve. Se não fosse quem é... 

segunda-feira, 3 de março de 2014

Conferência de D. Bernard Fellay sobre o acordo

OPERAÇÃO MEMÓRIA. Conferência de D. Bernard Fellay sobre os acordos com Roma. Ops! Acordos, não! Porque essa palavra é um... palavrão!
 
Mas fato é que estou tentando ouvir, com caridade e paciência, a quilométrica conferência - me lembra os discursos de Fidel Castro... - do Superior da Neo-FSSPX em La Reja, em outubro de 2012, tentando justificar por que é uma boa coisa integrar-se à igreja conciliar, deixando, assim, a Igreja Católica. E a cada minuto mais que ouço me pergunto: como é possível que alguém creia nele ou nisso ou naquilo!!! É um desfile de absurdos amaciados pela voz, pela escolha das palavras, pelas risadinhas - sic! - de tal forma que, se eu estivesse presente, certamente o veria avaliando a plateia para saber melhor por onde ir para conseguir o que quer. 

A conferência está em espanhol, mas dá para entender perfeitamente. É dividida em três partes, porque é realmente looooooooooooooooooooooooooonga. Dourar a pílula é uma tarefa demorada, tanto quanto cozinhar os sapos. 
 
E realmente é de se perguntar do que M. Fellay ri? Que Deus o perdoe e lhe dê a graça de voltar à Igreja Católica. 
 
Ler e ouvir a conferência NÃO É PECADO. Pecado é querer permanecer "cego" em uma obediência que não é nada virtuosa e pode levar a um pecado maior, gravíssimo, porque APOSTASIA é pecado mortal.

Conferência transcrita gentilmente pelo Blog Non Possumus e dividida em onze partes:




Conferência em áudio, dividida em três partes: 

 

Comparação dos textos do "Preâmbulo Doutrinal" e da "Declaração Doutrinal": http://nonpossumus-vcr.blogspot.com.br/2014/02/comparacion-de-los-textos-del-preambulo.html.


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quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Mons. Lefebvre e a Contra-Igreja Conciliar: Contrafação da Igreja

Enquanto dom Fellay diz por aí, mais uma vez, que Mons. Lefebvre sempre quis um acordo com Roma, manipulando, novamente, as palavras do Fundador em causa própria, trazemos, aqui, as palavras do próprio Mons. Lefebvre, em uma conferência dada aos seminaristas em Ecône, em 8 de Junho de 1978 (dez anos antes das excomunhões):

Mons. Lefebvre e a Contra-Igreja Conciliar: Contrafação da Igreja

(...) Pelo contrário, penso que, no próximo encontro, ou mesmo antes do próximo encontro, se verdadeiramente me convidarem, sou eu que lhes faria perguntas: sou eu que os interrogaria, para lhes perguntar: “Que Igreja sois? De que Igreja tratamos”; eu quereria saber se trato com a Igreja Católica, ou se trato com outra Igreja, uma Contra-Igreja, uma contrafação da Igreja?... Ora, creio sinceramente que tratamos com uma contrafação da Igreja e não com a Igreja Católica. Por quê? Por que já não ensinam a Fé Católica. Já não defendem a Fé Católica. Não só já não ensinam mais a Fé Católica e não defendem mais a Fé Católica, mas ensinam outra coisa; mas arrastam a Igreja para outra coisa que não é a Igreja Católica. Já não é mais a Igreja Católica. Estão sentados nas cadeiras dos seus predecessores, todos esses Cardeais das Congregações e todos esses Secretários que estão nessas Congregações ou na Secretaria de Estado; estão muito bem sentados onde estiveram os seus predecessores, mas não continuam os seus predecessores. Não têm a mesma Fé, nem a mesma doutrina, nem até a mesma moral que os seus predecessores. Então, não é mais possível! E, principalmente, o seu grande erro que é o ecumenismo. Ensinam o ecumenismo, que é contrário à Fé Católica!

E diria: “Que pensais dos anátemas do Concílio de Trento? Que pensais dos anátemas da Encíclica “Autorem Fidei” sobre o Concílio de Pistóia? Que pensais do “Syllabus”? Que pensais da Encíclica “Immortali Dei” do Papa Leão XIII? Que pensais da “Carta sobre o Sillon” do Papa São Pio X? Da Encíclica “Quas Primas” do Papa Pio XI, da “Mortalium Animos” do Papa Pio XI, precisamente contra o ecumenismo, contra esse falso ecumenismo? E assim por diante… Que pensais de tudo isso?”. Que me respondam! Que me digam se estão de acordo com todos esses documentos dos Papas, com todos esses documentos oficiais que definem a nossa Fé. Não se trata de quaisquer documentos, não são arengas ou conversas privadas dos Papas, são documentos oficiais emitidos pela autoridade do Papa. Então?...

Penso que se pode, que se deve mesmo crer que a Igreja está ocupada. Está ocupada por essa Contra-Igreja. Por essa Contra-Igreja que conhecemos bem e que os Papas conheceram perfeitamente, e que os Papas condenaram ao longo dos séculos. Desde há quatro séculos que a Igreja não cessa de condenar essa Contra-Igreja nascida, sobretudo, com o protestantismo, que se desenvolveu com o protestantismo e que está na origem de todos os erros modernos, que destruiu toda a filosofia e que nos arrastou para todos esses erros que bem conhecemos e os Papas condenaram: liberalismo, socialismo, comunismo, modernismo, sillonismo, e mais não digo! E disso estamos a morrer! Os Papas tudo fizeram para condená-los. E eis que os que se sentam agora nas cadeiras dos que condenaram aqueles erros estão agora praticamente de acordo com esse liberalismo e com esse ecumenismo! Não! Não podemos aceitar isso!

E quanto mais as coisas se sabem, mais percebemos que esse programa, que foi elaborado nas lojas maçónicas – todo esse programa, todos esses erros foram elaborados nas lojas maçónicas – pois bem, mais facilmente percebemos e com precisão cada vez maior que, muito simplesmente, existe uma loja maçônica no Vaticano! E que, agora, quando alguém se encontra perante um Secretário de Congregação ou um Cardeal, sentados nas cadeiras e nos gabinetes onde estiveram santos Cardeais, Cardeais que possuíam a Fé da Igreja e que defendiam a Fé da Igreja e que eram homens da Igreja, pois bem, esse alguém está perante um franco-maçon!¹ Então, trata-se da mesma coisa?
Pois bem, bradam pela mesma obediência. Sim, noutro tempo diziam-nos para obedecer à Fé, obrigavam-nos ao juramento anti-modernista, fazíamos profissões de Fé e tudo o mais, mas agora, essa gente, que Fé nos exige? Já não é mais a mesma! Agora bradam sempre: obediência, obediência, obediência! Ah! Pois, mas mesmo assim… Obediência à Igreja, sim! Obediência ao que a Igreja sempre ordenou, sim! Obediência à Fé da Igreja, sim! Mas obediência à franco-maçonaria, não! É isto, de certeza!

Ultimamente trouxeram-me documentos que parecem completamente verídicos, documentos que mostram a correspondência entre Bugnini e o grão-mestre da maçonaria, principalmente sobre a reforma litúrgica, nos quais o grão-mestre da maçonaria diz a Bugnini que aplique a reforma do famoso Rorca, o padre apóstata que tinha já predito tudo o que deviam fazer e tinha já previsto o que deviam fazer quando o Vaticano fosse ocupado pela maçonaria: "Eis o que se deve fazer". E, então, agora, o grão-mestre da franco-maçonaria diz a Bugnini para aplicar tudo isso! E o grande princípio: é preciso implantar a “naturalizatione del Incarnatione”, portanto, naturalizar a Encarnação. Logo, chega-se ao naturalismo! E é preciso aplicar os princípios da língua vernácula, da multiplicidade dos ritos, da multiplicidade da liturgia para torná-la completamente confusa e pôr a confusão em todo o lado, e provocar oposições entre os diferentes ritos.

Bugnini responde que está completamente de acordo com isso, mas que é preciso tempo. São precisos talvez dez anos, mas em dez anos conseguirá tudo e que, com a confiança que lhe concedem particularmente o Cardeal Lercarro e mesmo o Papa Paulo VI, com esta confiança que lhe concedem, está seguro de poder atingir os seus fins. E nomeia todos aqueles com quem trabalhará na Cúria Romana, todos tendo ligações com a Maçonaria, podendo assim trabalhar com eles. Mas é preciso colocar uns quantos, será preciso colocá-los nas Congregações, a fim de poderem levar o trabalho a cabo. É preciso que todas as Congregações estejam mais ou menos infiltradas e tenham núcleos dos membros da maçonaria que ele lista: fulano, sicrano, beltrano… É preciso expulsar um tal fulano, porque nos incomoda, está contra nós, então é preciso pô-lo fora. Será necessário suprimir a Congregação dos Ritos – alvitra – mas não é a Congregação dos Ritos, é a Congregação dos Sacramentos. Conseguiu suprimir a Congregação dos Sacramentos para colocá-la sob a Congregação dos Ritos, por consequência para pôr tudo sob sua autoridade. Tudo isso está dito nas cartas ao grão-mestre da maçonaria. Então, que esperais? A obediência? Ah! Não! Não nos falem de obediência!

Certamente, queremos obedecer. Somos os mais obedientes à Igreja e a tudo que sempre ensinou, sempre quis, mas não a homens que trabalham na destruição da Igreja no interior da Igreja. O inimigo está no interior da Igreja. O Papa Pio X anunciou-o. La Salette anunciou-o. Fátima anunciou-o. Tudo foi anunciado publicamente. Sabia-se que o inimigo se ia introduzir no interior da Igreja. Pois bem, ele lá está! Lá está!

E agora vêm exigir que não se façam as Ordenações! Quem exige que não se façam Ordenações? Quem exige que não se ordenem bons Padres? Quem? É o Espírito Santo ou é o Diabo? Está claro, está claro! Pode um poder normal da Igreja exigir a um Bispo que não crie bons Padres? Pode um poder normal da Igreja exigir semelhante coisa? Exigir a supressão de Seminários, que eles sabem serem bons? Sabem-no, disseram-no. Disseram que eram bons Seminários. Sabem que a doutrina que vos ensinam é a verdadeira doutrina. Sabem-no, escreveram-no, sabem-no perfeitamente. Escreveram-no no relatório dos visitadores. Os visitadores disseram-no. Escreveram um excelente relatório a favor do Seminário. Foi o que o Cardeal Garonne me disse a mim mesmo quando me pediu que fosse a Roma. Disse: "Sim, o relatório é bom. Sabemos que o Seminário é bom, etc., etc.". Então, porque fechar o Seminário? Muito simplesmente porque não queremos seguir as orientações maçônicas do ecumenismo, e todas as novas orientações que se forjaram nas lojas maçônicas. Então, querem fechar o Seminário! Pois bem, não, não é possível! Isso não provém do Espírito Santo, isso não provém da Igreja. Não é a Igreja que nos exige o encerramento do Seminário. Não é a Igreja. Não é o Papa como Papa, os que lá estão verdadeiramente como sucessores dos que lá estavam antes deles, não! É uma loja maçônica que conseguiu penetrar no interior do Vaticano e tudo trama, e que, evidentemente, nem pode cheirar-nos. É claro, é evidente. Somos um obstáculo ao seu plano, ao seu plano de destruição do Sacerdócio, de destruição da Missa, de destruição da Liturgia. É evidente!

Então, devemos obedecer? Creio na consciência diante do Bom Deus, quando me diz: "Reflete bem perante Deus, em consciência, naquilo que fazes…". Sim, refleti em tudo perante o Bom Deus. Se estou enganado, que o Bom Deus me dê a luz que mostre o meu engano, mas não o creio. Creio verdadeiramente que fazendo o que faço, ordenando os Padres que vou ordenar, creio que sirvo a Igreja. Sirvo a Igreja! Não o faria se, por um instante, pensasse que tal pudesse ser contrário ao bem da Igreja, pois bem, eu me absteria de fazer tais coisas! Seria muito grave. Mas é bem o contrário!

Enfim, os fatos são agora evidentes, as consequências dessa reforma e dessa perseguição da Igreja no interior da Igreja estão patentes a todo o mundo, cada vez é mais claro. Basta ler a Documentation catholique para nos apercebermos de como as falsas ideias estão infiltradas em documentos episcopais, em todos os documentos, em todas essas Comissões Teológicas. […] Estão cheios de erros, é um espírito falso que não é nada o Espírito da Igreja! Então, é por tudo isso que não hesitamos um instante e espero que o Bom Deus nos continue a abençoar!

[Extrato de uma conferência de Monsenhor Marcel Lefebvre aos seminaristas de Ecône, em 8 de Junho de 1978].
Grifos nossos.
Tradução: Gil Dias.

Em francês: Avec l'Immaculée



 ¹ Não estaria aqui incluído o Cardeal Ratzinger, diante do qual Monsenhor sentou-se várias vezes? O mesmo do qual, agora Papa Bento XVI, dom Fellay disse, alegremente: "Se o Papa me chama eu vou. Alías eu corro"? 

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