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sexta-feira, 31 de julho de 2015

MONS. LEFEBVRE: O que é necessário para a continuação da Igreja Católica

Publiquei este texto em 10/06/2012. O republico, agora, porque importante e necessário. 

OPERAÇÃO MEMÓRIA. Traduzi um extraordinário, esclarecedor e definitivo texto de Mons. Marcel Lefebvre, escrito no fim de sua longa vida (em 1990). Depois disto, não penso que tenha "mudado de ideia", continuando uma linha de raciocínio que foi sempre a mesma durante toda a sua vida; as aparentes mudanças de rota em seu pensamento e ideias na verdade eram mera consequência das mudanças do pensamento e ideias na Igreja Liberal. À qual ele nunca pertenceu. Quem fizer uso da inteligência que lhe foi dada do Alto no momento que vem ao mundo (ler abaixo), compreenderá perfeitamente o que este texto quer dizer. Tirando o itálico, que ficou no texto seguindo o padrão normativo da Língua Portuguesa, retirei todos os grifos da versão italiana, porque não sei se estão também no original ou se (perdoem-me se não foi isso) quiseram "guiar" a leitura do texto, coisa que deve ser evitada, pois nem sempre é a ênfase que o autor original pretendia. Muitos blogs usam este recurso de grafar, negritar, colorir os textos, em uma vã tentativa, consciente ou não, de que o leitor veja ou sinta o que o blogueiro pretende... Vã, porque na maioria das vezes causa mais confusão que outra coisa. A Fé é a adesão da Razão às Verdades Reveladas. O uso da razão nos faz Católicos, e não devemos permitir que outro nos "guiem", pois pode se dar o caso que o outro seja mais cego do que nós, em que pese se trate de um santo (ler abaixo também). Mons. Lefebvre tinha ideias claras e simples, honestas. É um insulto à sua memória manipular suas palavras; é também uma ofensa à Fé que ele morreu - catolicíssimo! - defendendo.

Ah! Sim... E, ao contrário do que ando ouvindo por aí, quem morreu foi Mons. Lefebvre, não seu pensamento, suas ideias, sua vontade, seu legado e, principalmente, seu combate.

Giulia d'Amore

* * *

O que é necessário para a continuação da Igreja Católica


Saint Michel en Brenne, 29 de janeiro de 1990

Caríssimos leitores,

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Tendo chegado à noite de uma longa vida – pois, nascido em 1905, vejo o ano de 1990 – posso dizer que minha vida foi marcada por acontecimentos mundiais extraordinários: três guerras mundiais, a de 1914-1918, aquela de 1939-1945 e a do Concílio Vaticano II, de 1962-1965.

Os desastres acumulados por estas três guerras, e especialmente pela última, são incalculáveis no campo das ruínas materiais, mas muito mais no das ruínas espirituais. As duas primeiras prepararam a guerra no interior da Igreja, facilitando a ruína das instituições cristãs e o domínio da Maçonaria, que se tornou tão poderosa a ponto de permear profundamente, com a sua doutrina liberal e modernista, os organismos diretores da Igreja.

segunda-feira, 1 de junho de 2015

Fala Monsenhor Faure

HABLA MONSEÑOR FAURE


CONFERENCIA DE MONS. FAURE EN NAMUR (BÉLGICA) EL 17 DE MAYO DE 2015


FRANCE FIDELE  



En 1989, dijo Monseñor Lefebvre: Yo espero y estoy seguro que el Superior General de la FSSPX (el P. Franz Schmidberger en ese entonces), no hará ningún compromiso con el Vaticano.

Fíjense en las palabras utilizadas, es un poco curioso: yo espero, yo estoy seguro… o uno espera o está seguro ¿no es así?

Se temía la reelección del P. Schmidberger como superior. Exactamente un mes después de la muerte de Mons. Lefebvre, (Mons. Lefebvre murió el 25 de marzo de 1991) un mes más tarde, el 10 de mayo de 1991, el P. Schmidberger hará obligatorio la foto del papa Juan Pablo II en las sacristías de la Fraternidad. ¿Por qué no lo hizo seis meses antes? Son pequeños detalles así. El P. Schmidberger me dijo una vez: “Padre, usted reconoce en todo caso que no estamos en una situación normal respecto a la Iglesia” ¿Qué quiere decir esto? Quiere decir que debemos esforzarnos por normalizar nuestra situación y ser reintegrados a la Iglesia.

terça-feira, 30 de setembro de 2014

Monsenhor Lefebvre: Não há diálogo possível com a Roma Apóstata

A Virgem em La Salette: "Roma perderá a fé e se tornará sede do Anticristo"



Sobre a Igreja sem Cristo de Francisco e a ânsia de se "reconciliar plenamente" com ela que tomo em cheio a Fellay e seus camaradas, venho refrescar a memória de todos que leem estas pobre blog com as palavras do Fundador da Fraternidade São Pio X, o Venerável Monsenhor Lefebvre. Se algum dos dirigidos de Fellay possuir um documento posterior em que Monsenhor Lefebvre se desdiz - como costuma fazer Fellay - por gentileza me envie!   

Se eu que sou ninguém sei que está vindo aí um "Sínodo de destruição da Família e de apologia aos sacrilégios contra a Eucaristia" - estão aí CINCO Cardeais (ainda que modernistas) que não me deixam mentir! - como é possível que Fellay não saiba? Como é possível que Fellay não tenha lido a "Evangelii Gaudium" ou a "Lumen Fidei", declaradamente de Francisco? Como é possível que Fellay não tenha ouvido e/ou lido os pronunciamentos, as entrevistas, os sermões, as conversas fiadas de Francisco entremeada de blasfêmias e heresias?  

Ainda assim, Fellay quer se "reconciliar plenamente" com a Roma Apóstata! "Plenamente", está escrito isso mesmo no comunicado de DICI, órgão oficial de comunicação da Neo-FSSPX!!! Ou seja: aceitando todas as condições JÁ DECLARADAS por Bento XVI no documento - Preâmbulo Doutrinal - que Monsenhor Williamson denunciou e Fellay manteve em segredo por um ano, não se antes perseguir e "expulsar" - tão expulso quanto Mons. Lefebvre foi excomungado... LOL - a Monsenhor Williamson como um cão sarnento, traído até pelos mais próximos, interessados mais no prato de comida quente e na cama macia do que na Verdade, na Doutrina e, por que não, no legado de Monsenhor Lefebvre!!! E, passado um ano, vindo a público o tal documento, Fellay não teve a hombridade de admitir o erro e, ainda por cima, quis bancar o herói dizendo que se recusara a assinar o Preâmbulo quando é sabido que Bento XVI já não estava interessado, mais preocupado que estava em se aposentar do que em dar conversa ao vaidoso Superior Geral da Neo-FSSPX... E foi só Francisco - o mesmo que agora expulsa o Cristo até da férula - assobiar que Fellay foi correndo, saltitante e esfuziante. Coisas de loucos! 

Vamos ao que interessa! Grifos, notas e links nossos. Na verdade, dá vontade de grifar tudo, porque cada palavras que foi dita por Mons. Lefebvre nesta ocasião merece ser grifada pelo peso e a importância que possui. Somente os de má fé podem ainda se fazer de cegos e surdos. Sim, porque os que são de boa fé, quando enxergam a verdade, são capazes de reconhecê-la e gritá-la em cima dos telhados. Os de má fé, os orgulhosos, os ímpios... não. 


Monsenhor Lefebvre: Não há diálogo possível com a Roma Apóstata



Da Entrevista concedida a Fideliter Nº 66, novembro-dezembro de 1988:

Não temos a mesma maneira de conceber a reconciliação. O Cardeal Ratzinger[1] a vê no sentido de nos reduzir, de nos levar ao Vaticano II[2]. Nós a vemos como um retorno de Roma à Tradição. Não nos entendemos. É um diálogo de surdos.

quarta-feira, 16 de julho de 2014

UNIÃO SACERDOTAL MARCEL LEFEBVRE

Conforme comunicamos ontem, a reunião dos padres em Avrillé, na França, resultou na decisão de continuar a obra da FSSPX fundada por Mons. Lefebvre sob a denominação de União Sacerdotal Marcel Lefebvre - USML. Como informamos ontem o Padre de Mérode foi nomeado coordenador da USML na França.



Segundo anuncia o Non Possumus, o site France Fidele publicará oportunamente uma carta-documento da reunião que acabou hoje. 

Mons. Williamson celebrou hoje, dia de Nossa Senhora do Carmo, a Missa de consagração da União Sacerdotal Marcel Lefebvre ao Coração Imaculado de Maria.  

Esta a notícia. Este meu comentário: "Que há num simples nome? O que chamamos rosa, sob uma outra designação teria igual perfume". É necessário, neste momento, por razões que nossos superiores reputaram importantes, designar um nome para distinguir-nos, suponho eu, da seita de Fellay que insiste em usurpar o nome da obra fundada pelo Venerável Arcebispo. Como não poderia deixar de ser, ao desejar ardentemente integrar uma igreja que não é a de Cristo, Fellay & seus companheiros lhe copiam as ações: ficaram com os templos e - acrescento eu - com o nome! Good for them! Alguém, lá em cima, sabe distinguir o joio do trigo, mesmo que aqui se finja tão bem uma catolicidade que não se possui. 

Enfim, alegremo-nos e rezemos agradecidos à Divina Providência. Esta rosa fundada por Mons. Lefebvre continua exalando um perfume de rosa ainda que não se chame rosa

Deo gratias. 

* * *

As fotos da Missa de Nossa Senhora do Carmo e de consagração da União Sacerdotal Marcel Lefebvre:



Hoje foi celebrada a Missa de Nossa Senhora do Carmo.




Mons. Williamson e los Padres Pivert, Rioult, Fuchs e Hewko


O sermão.


Os Padres de Mérdode, Faure e Picot




Fonte: http://nonpossumus-vcr.blogspot.com.br/2014/07/surge-la-union-sacerdotal-marcel.html.

  
Ajude o apostolado do Rev. Pe. Cardozo, adquirindo alguns dos itens do Edições Cristo Rei, encomendando Missas (consulte a espórtula diretamente com o rev. Padre), ou fazendo uma doação aqui:

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quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

Crítica externa acerca dos novos rumos da FSSPX

OPERAÇÃO MEMÓRIA: para que não digam que ISSO não aconteceu. E não se repetiu. 


Crítica externa acerca dos novos rumos da FSSPX



Pe. Carusi (ao centro)

Encontrei no blog do Guilherme Chenta um curioso artigo, que foi posto há algum tempo, de forma que possivelmente não se trata de novidade para muitos. Mas como não havia lido a respeito, resolvi então publicar no blog, para conhecimento dos que porventura também não tenham tomado conhecimento.

O IBP, que nasceu como uma alternativa de ser uma FSSPX inserida juridicamente na Igreja, guardando ao mesmo tempo completa autonomia na Fé e disciplina tradicionais (quando se alardeava com muita esperança que estavam garantidas a missa tradicional como exclusivo rito para seus membros, e o direito de criticar o concílio, omitindo a obrigação de aceita-lo), logo viu que seus próprios pares não formavam um bloco coeso, mas ao contrário, parte deles – inclusive entre os fundadores – tinham uma tendência mais liberal do que se poderia supor.

O resultado foi uma divisão prática entre os que gostariam de observar a ortodoxia do acordo, tal como foi proposto no ato da fundação, e os de tendências mais liberalizantes.

domingo, 8 de dezembro de 2013

Entrevista com o mons. Bernard Fellay, Menzingen, novembro 2013.

OPERAÇÃO MEMÓRIA: para que os que dorme não digam que ele não disse o que disse. Do blog FratresInUnum

Bom, lida a entrevista, segundo a tradução recebida, o que dizer? 

Dom Fellay foi o primeiro a se lançar em congratulações quando Francisco/Bergoglio foi eleito papa-embora-ele-prefira-bipo-de-roma. Depois disso... silêncio sepulcral. Oito meses depois de inúmeras manifestações públicas de Bergoglio que beiram a heresia, dom Fellay se limita a dar uma declaração polida e redondinha. De asco! 

Por outro lado, é nítido o apego e o apreço por Bento XVI, com ecos de certa nostalgia. 

A ingenuidade antológica de Fellay é absimal!!! Qualquer menino de catequese de Primeira Comunhão na Tradição sabe perfeitamente que Bergoglio e Bento são farinha do mesmo saco, alunos do mesmo mestre, executores do mesmo plano. Haja paciência! 

Bergoglio só veio acelerar as coisas, porque alguém está cansado de tanto esperar! Talvez - e friso no talvez - Bento foi substituído justamente porque alguém temia que estivesse amolecendo o coração ou... se convertendo! Mas isso são suposições. O que temos como fato é que, durante longos meses, a equipe comandada por Bento XVI enrolou os emissários de Fellay que acreditavam piamente nas boas intenções de um acordo colóquio doutrinal que visaria restaurar a Igreja... E, para quem tenha esquecido, é bom lembrar que o Papa Bento XVI, embora tenha mudado de nome, é o mesmo Cardeal Joseph Ratzinger que dirigia uma equipe similar comandada por João Paulo II, com as mesmas e idênticas intenções, que foram denunciadas por Mons. Lefebvre: pegar a FSSPX em uma armadilha e arrastá-la para a igreja conciliar!!! Sim, porque "naquela" igreja nós nunca estivemos, embora Fellay estivesse pronto a correr prá lá se Bento o chamasse!!! Surreal, não?


  1. As declarações que cheiram a heresia são tidas por Fellay como "quase contradição" e que apenas "irritaram" os católicos. 
  2. O combate ao herético porque modernista Vaticano II é para Fellay "iniciativas direcionadas a restabelecer de algum modo a situação com algumas correções". Algumas? 
  3. Para Fellay, Bergoglio é um homem de ação. Isso tem um cheiro de aprovação que causa enjoo. 
  4. Sobre ter chamado Bergoglio de "modernista" - Eu utilizei a palavra “modernista”; creio que não fui compreendido por todos. Talvez devesse ter dito “um modernista em suas ações”. Mais uma vez, [Francisco] não é um modernista no sentido absoluto, teórico, um homem que desenvolve todo um sistema coerente; não existe esta coerência - e sua "justificação"... onde está o sim, sim, não, não? Se ele mesmo afirma que Bergoglio quer por que quer implementar o Vaticano II de uma vez... e se o Vaticano II é a apoteose do Modernismo... como é possível desdizer que Bergoglio é um modernista??? Fellay tem sangue de barata. 
  5. Quando fala sobre a ambivalência tipicamente modernista de Bergoglio, chega até a citar Descartes,  mas logo volta atrás, deixando apenas um "isto cria um ambiente"... São Pio X diria a Fellay: Esto Vir!
  6. Absurdo o seu reconhecimento de uma encíclica (vide no fim) que estaria no Index, se ainda houvesse um! Limita-se apenas a dizer que ela só não basta. Certamente, junto com a exortação apostólica (vide no fim) de dezembro acabem se completando, não é?!?! Aliás, a esse respeito, Fellay até hoje, pelo que veio a público, não disse absolutamente nada! Ainda sobre a encíclica, o DICI, órgão de comunicação de Menzingen, limitou-se a descrever o que ela continha, sem críticas.
  7. "Em outras palavras, nós estamos um pouco surpresos com o que está acontecendo. Estou falando aqui da história da Igreja". Surpreso, excelência? Com o que, exatamente? Aquele menino de catequese de Primeira Comunhão de que falei... não está! Essa sua ingenuidade é de matar! 
  8. Chega a ser cômico quando começa a falar do Anticristo e a vaticinar sobre quem ele seria... 
  9. "Portanto, é por isso que sou profundamente grato ao Papa Bento XVI por haver restabelecido a Missa". 1) Bento XVI não restabeleceu nada, porque a Missa nunca foi proibida. Aquele menino da catequese de Primeira Comunhão sabe disso perfeitamente! 2) essa gratidão cheira a uma subserviência que não tem nada de virtuoso. 3) Esse "Bento XVI" é o mesmo que não retirou as excomunhões do Venerável Fundador Mons. Lefebvre e de Mons. de Castro Mayer. Me parece meio hipócrita isso. Tudo bem que as excomunhões de João Paulo II valiam tanto quanto valeriam as excomunhões do Dalai Lama, mas o problema aqui é outro. Não sei se é ingenuidade, estupidez ou caso pensado!!! 
  10. "Porém não é uma questão de provocar antagonismos, mas uma questão de unir o que se supõe que deve estar unido". Antagonismos? Entre que termos? Não certamente entre "sacerdote" e "missa" que menciona a seguir e pode levar a engano. Antagonismo aqui é entre a Missa de sempre e a missa do Vaticano II, de que fala alguns parágrafos antes. Oras, dom Fellay: sim, sim, não, não!!!
  11. O que me incomodou sobremaneira, sobretudo nos parágrafos finais, foi um eco dos discursos sobre o amor bem ao gosto de Bergoglio. Sim, a fé sozinha não é nada se não houver a caridade, mas essa teologia da caridade, do amor que parece deixar de fora a justiça divina... é coisa de hippie, não de católico. O fato de usar os mesmos termos, até mesmo os mesmos versículos que a Bíblia contém, não faz, de per si, que algo seja católico. Não fazem o mesmo os protestantes? O discurso de Fellay - embora fale en passant de combate - é um discurso morno, em que o combate é substituído pelo amor ao próximo, como se um excluísse o outro! Como se não fosse por amor ao próximo que a Tradição resistente da Igreja brada que há uma Missa de sempre válida e uma missa protestantizada espúria, uma hierarquia comprometida com o erro doutrinário e um concílio que deve ser varrido da face da terra!!! O fundador da Fraternidade deixou um consistente e profícuo material - em escritos, vídeos e áudios - no qual ele denuncia isso tudo e muito mais e deixa claro que a FSSPX não veio a passeio neste mundo. 
  12. Por fim, quando Fellay fala do que um Papa deve ou não dizer... não pude, não consegui segurar um sorriso irônico e uma expressão de surpresa... De que púlpito vem esse sermão!!!

Antes de concluir, abro um parêntese para lembrar que até agora, Fellay também não se pronunciou sobre os fatos de Buenos Aires, a quixotada cheia de boas intenções que acabou por revelar uma entrevista do Superior do Distrito da América Latina, Pe. Bouchacourt, na qual ele teria afirmado que os Judeus não são deicídas. Traduzindo para quem não saiba: deicida é quem mata Deus. Uma afirmação terrível, diante da qual rasgaria minha barba (se a tivesse), vestiria sacos e me cobriria de cinzas!!! Oras, se eles não mataram Deus, então... Cristo não é Deus? Que Deus tenha piedade da alma desse pobre padre confuso e perdido no mar de confusão criado pelo seu Superior, o próprio dom Fellay, com sua empreitada na busca do reconhecimento por parte de uma seita modernista que ocupou os Templos Católicos e a própria Hierarquia da Igreja!!! Contudo, seu superior não disse nada. Nem mesmo em privado, porque pe. Bouchacourt não se retratou. 

Que Nossa Senhora da Imaculada Conceição possa trazer luz e verdade a esses corações sujos. E nos alivie dos sofrimentos que estão por vir. Ou nos dê forças e perseverança para nos mantermos fieis a Deus, na Santíssima Trindade, e principalmente a Cristo Nosso Senhor, verdadeiro homem e verdadeiro Deus, que morreu na Cruz para nos salvar. 

Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo!!!

Giulia d'Amore



* * *

Entrevista de Dom Bernard Fellay, superior da FSSPX, sobre o Papa Francisco


Traduzido do original francês por Carlos Wolkartt – Blog Renitência

Esta entrevista foi realizada em vídeo pelo site dici.org, no qual também está disponível a gravação em áudio. Apresentamos a seguir a transcrição completa, onde o estilo oral foi mantido.


A chegada de um novo Papa


sábado, 29 de junho de 2013

RESISTÊNCIA: Declaração conjunta sobre o 25º Aniversário das Consagrações Episcopais

Publicamos a declaração abaixo, dos zelosos Padres da Resistência, acerca do 25º Aniversário das Consagrações Episcopais em Ecône. Publicamos principalmente por estarmos de acordo com o seu inteiro teor que subscrevemos. 

"Porém se vos desagrada servir o Senhor, escolhei hoje a quem quereis servir: (...) Porque, quanto a mim, eu e minha casa serviremos o Senhor". (Josué 24, 15)


DECLARAÇÃO DA RESISTÊNCIA DA FSSPX 

NO 25º ANIVERSÁRIO DAS CONSAGRAÇÕES EPISCOPAIS



Vienna, Virginia, EUA - 29 de junho de 2013


Ao celebrarmos o 25º aniversário da heroica decisão de Monsenhor Lefebvre, em 1988, de consagrar bispos verdadeiramente Católicos para a defesa da Fé católica e para a preservação dos Sacramentos válidos da devastação da Igreja criada pelo desastroso Concílio Vaticano II, um grupo de sacerdotes expressam seu alarme diante da mesma devastação que se está criando na Fraternidade São Pio X, e resolveram conjuntamente fazer todos os esforços para proteger a Igreja e a Fraternidade contra este novo perigo.

Assim como as autoridades romanas têm utilizado os últimos 50 anos para tentar reconciliar a Igreja com o mundo, e particularmente através da liberdade religiosa e do ecumenismo do Concílio Vaticano II, o Superior Geral da Fraternidade durante os últimos 15 anos tem feito todo o possível para promover o sonho perverso da conciliação da Tradição católica com a Roma Conciliar. Por exemplo, a Declaração de 27 de junho de 2013, mais uma vez, deixa a porta aberta à reabertura das negociações com a Roma Conciliar. (Cf. n º 11)

O resultado dessa tentativa de reconciliar o irreconciliável dentro da Fraternidade São Pio X tem sido a perseguição aos bons sacerdotes, a ruína progressiva do trabalho do Arcebispo e o comprometimento da salvação eterna de inúmeras almas. Isso ocorre porque a Fraternidade São Pio X foi, durante muitos anos, uma âncora da verdadeira fé de toda a Igreja, e agora a âncora se quebrou. E, assim como as autoridades do Vaticano perderam a confiança de muitos fiéis católicos por causa de suas ambiguidades, duplicidade de linguagem e mentiras, agora as autoridades liberais da Fraternidade São Pio X estão perdendo toda a confiança de muitos católicos tradicionais por sua traição à Tradição .

Agora, o que pode fazer um pequeno e disperso grupo de sacerdotes para salvar a situação? Deus salvará a Sua Igreja pela conversão do Papa quando sua Mãe obtiver, finalmente, a consagração da Rússia ao seu Imaculado Coração. No entanto, a verdade não é uma questão de maioria, e por isso nos fixamos o programa do Arcebispo:

"A Santíssima Virgem sairá vitoriosa, Ela vencerá a grande apostasia fruto do liberalismo. Uma razão para não ficarmos de braços cruzados! Devemos lutar mais do que nunca pelo Reinado Social de Nosso Senhor Jesus Cristo. Neste combate não estamos sós; temos conosco todos os Papas até Pio XII inclusive. Todos combateram o liberalismo para salvaguardar a Igreja. Deus não permitiu que lograssem, mas isto não é uma razão para abaixar as armas! É necessário resistir, é necessário construir enquanto outros destroem. É preciso reconstruir as cidadelas destruídas, reconstruir os baluartes da fé. Primeiro o Santo Sacrifício da Missa de sempre, forjador de santos. Depois, nossas capelas que são na verdade nossas paróquias, os mosteiros, as famílias numerosas, as escolas católicas, as empresas fiéis à doutrina social da Igreja, os homens políticos decididos a fazer a política de Jesus Cristo. Devemos restaurar um conjunto de costumes, vida social e reflexos cristãos, com a amplitude e duração que Deus disponha. Tudo o que eu sei, a fé nos ensina, é que Nosso Senhor Jesus Cristo deve reinar neste mundo, agora e não apenas no fim do mundo, coo quiseram os liberais!

Enquanto eles destroem, nós temos a felicidade de construir. Felicidade maior ainda porque gerações de jovens sacerdotes participam com zelo desta tarefa da reconstrução da Igreja para a salvação das almas." (Do Liberalismo à Apostasia - A Tragédia Conciliar. Capítulo XXXIV.)


S.E. Mons. Richard Williamson FSSPX
R.P. Joseph Pfeiffer FSSPX
R.P. Tomas de Aquino O.S.B.
R.P. Jahir FBMV
R.P. Jean-Michel Faure FSSPX
R.P. Ronald Ringrose
R.P. Juan Carlos Ortiz FSSPX
R.P. Hugo Ruiz FSSPX
R.P. Ernesto Cardozo FSSPX
R.P. Joaquim FBMV
R.P. Richard Voigt FSSPX
R.P. David Hewko FSSPX
R.P. François Chazal FSSPX
R.P. Valan Rajakumar FSSPX
R.P. Patrick Girouard FSSPX
R.P. René Trincado FSSPX
R.P. Olivier Rioult FSSPX
R.P. Rafael OSB
R.P. Edgardo Suelo FSSPX
Ir. Placide OSB
Ir. Andrés OSB


Fonte: Non Possumus.
Tradução: Giulia d'Amore di Ugento.

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domingo, 10 de junho de 2012

Mons. Lefebvre: O que é necessário para a continuação da Igreja Católica

OPERAÇÃO MEMÓRIA. Traduzi um extraordinário, esclarecedor e definitivo texto de Mons. Marcel Lefebvre, escrito no fim de sua longa vida (em 1990). Depois disto, não penso que tenha "mudado de ideia", continuando uma linha de raciocínio que foi sempre a mesma durante toda a sua vida; as aparentes mudanças de rota em seu pensamento e ideias na verdade eram mera consequência das mudanças do pensamento e ideias na Igreja Liberal. À qual ele nunca pertenceu. Quem fizer uso da inteligência que lhe foi dada do Alto no momento que vem ao mundo (ler abaixo), compreenderá perfeitamente o que este texto quer dizer. Tirando o itálico, que ficou no texto seguindo o padrão normativo da Língua Portuguesa, retirei todos os grifos da versão italiana, porque não sei se estão também no original ou se (perdoem-me se não foi isso) quiseram "guiar" a leitura do texto, coisa que deve ser evitada, pois nem sempre é a ênfase que o autor original pretendia. Muitos blogs usam este recurso de grafar, negritar, colorir os textos, em uma vã tentativa, consciente ou não, de que o leitor veja ou sinta o que o blogueiro pretende... Vã, porque na maioria das vezes causa mais confusão que outra coisa. A Fé é a adesão da Razão às Verdades Reveladas. O uso da razão nos faz Católicos, e não devemos permitir que outro nos "guiem", pois pode se dar o caso que o outro seja mais cego do que nós, em que pese se trate de um santo (ler abaixo também). Mons. Lefebvre tinha ideias claras e simples, honestas. É um insulto à sua memória manipular suas palavras; é também uma ofensa à Fé que ele morreu - catolicíssimo! - defendendo.

Ah! Sim... E, ao contrário do que ando ouvindo por aí, quem morreu foi Mons. Lefebvre, não seu pensamento, suas ideias, sua vontade, seu legado e, principalmente, seu combate.

Giulia d'Amore

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O que é necessário para a continuação da Igreja Católica


  

Saint Michel en Brenne, 29 de janeiro de 1990

Caríssimos leitores,

Tendo chegado à noite de uma longa vida – pois, nascido em 1905, vejo o ano de 1990 – posso dizer que minha vida foi marcada por acontecimentos mundiais extraordinários: três guerras mundiais, a de 1914-1918, aquela de 1939-1945 e a do Concílio Vaticano II, de 1962-1965.

Os desastres acumulados por estas três guerras, e especialmente pela última, são incalculáveis no campo das ruínas materiais, mas muito mais no das ruínas espirituais. As duas primeiras prepararam a guerra no interior da Igreja, facilitando a ruína das instituições cristãs e o domínio da Maçonaria, que se tornou tão poderosa a ponto de permear profundamente, com a sua doutrina liberal e modernista, os organismos diretores da Igreja.

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