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segunda-feira, 16 de março de 2015

QUANTA CURA - SOBRE OS ERROS MODERNOS

ENCÍCLICA DO SANTO PADRE PIO IX

QUANTA CURA

SOBRE OS ERROS MODERNOS 


AOS VENERÁVEIS IRMÃOS, PATRIARCAS,
PRIMAZES, ARCEBISPOS, BISPOS,
E OUTROS ORDINÁRIOS LOCAIS
EM PAZ E COMUNHÃO COM A APOSTÓLICA SÉ 



VENERÁVEIS IRMÃOS, SAUDAÇÕES E APOSTÓLICA BÊNÇÃO



Com quanto cuidado e pastoral vigilância cumpriram em todo tempo os Romanos Pontífices, Nossos Predecessores, a missão a eles confiada pelo próprio Cristo Nosso Senhor, na pessoa de São Pedro, Príncipe dos Apóstolos - com o encargo de apascentar as ovelhas e os cordeiros, já nutrindo a toda a grei do Senhor com os ensinamentos da fé, já imbuindo-a com doutrinas sadias e apartando-a dos pastos envenenados -, de todos, mas muito especialmente de vós, Veneráveis Irmãos, é perfeitamente conhecido e sabido. Porque, na verdade, Nossos Predecessores, defensores e vindicadores da sacrossanta religião católica, da verdade e da justiça, plenos de solicitude pelo bem das almas de modo extraordinário, nada cuidaram tanto como descobrir e condenar com suas Cartas e Constituições, plenas de sabedoria, todas as heresias e erros que, contrários a nossa fé divina, a doutrina da Igreja católica, a honestidade dos costumes e a eterna salvação dos homens, levantaram com freqüência graves tormentas, e trouxeram lamentáveis ruínas sobre a Igreja como também sobre a própria sociedade civil. Por isso, Nossos Predecessores, com apostólica fortaleza resistiram sem cessar às iníquas maquinações dos malvados que, lançando como as ondas do feroz mar a espuma de suas conclusões, e prometendo liberdade, quando na realidade eram escravos do mal, trataram com suas enganosas opiniões e com seus escritos perniciosos de destruir os fundamentos da ordem religiosa e da ordem social, de retirar do meio toda virtude e justiça, de perverter todas as almas, de separar os incautos - e, sobre tudo, a inexperiente juventude - da reta norma dos costumes sadios, corrompendo-a miseravelmente, para enredá-la nas armadilhas do erro e, por último, arrancá-la do seio da Igreja católica.


terça-feira, 18 de novembro de 2014

SÃO PIO X: PRAESTANTIA SCRIPTURAE - 1907

em fase de Tradução: aguarde!



MOTU PROPRIO DO SANTO PADRE PIO X

PRAESTANTIA SCRIPTURAE


LE DECISIONI DEL PONTIFICIO CONSIGLIO DI STUDI BIBLICI E LE PENE CONTRO I TRASGRESSORI DELLE PRESCRIZIONI ANTIMODERNISTICHE


Avendo riconosciuta l'eccellenza delle Sacre Scritture e avendone raccomandato lo studio nella lettera enciclica Providentissimus Deus, del 18 novembre 1893, Leone XIII, nostro predecessore di immortale memoria, dettò leggi per il retto ordinamento degli studi biblici; e avendo dichiarato divini i Libri, contro gli errori e le calunnie dei razionalisti, li ha difesi dalle opinioni di una falsa dottrina che si decanta come critica più sublime; le quali opinioni altro non sono se non invenzioni del razionalismo derivate dalla filologia e da simili discipline.


segunda-feira, 8 de setembro de 2014

SÃO PIO X: PASCENDI DOMINI GREGIS - 1907

CARTA ENCÍCLICA DO SANTO PADRE SÃO PIO X

PASCENDI DOMINICI GREGIS


Sobre as Doutrinas Modernistas



Aos Patriarcas, Primazes, Arcebispos, Bispos
e outros Ordinários em paz e comunhão com a Sé Apostólica
Veneráveis Irmãos, saúde e benção apostólica


INTRODUÇÃO



.
A missão, que nos foi divinamente confiada, de apascentar o rebanho do Senhor, entre os principais deveres impostos por Cristo, conta o de guardar com todo o desvelo o depósito da fé transmitida aos Santos, repudiando as profanas novidades de palavras e as oposições de uma ciência enganadora. E, na verdade, esta providência do Supremo Pastor foi em todo o tempo necessária à Igreja Católica; porquanto, devido ao inimigo do gênero humano nunca faltaram homens de perverso dizer (At 20,30), vaníloquos e sedutores (Tit 1,10), que caídos eles em erro arrastam os mais ao erro (2 Tim 3,13). Contudo, há mister confessar que nestes últimos tempos cresceu sobremaneira o número dos inimigos da Cruz de Cristo, os quais, com artifícios de todo ardilosos, se esforçam por baldar a virtude vivificante da Igreja e solapar pelos alicerces, se dado lhes fosse, o mesmo reino de Jesus Cristo. Por isto já não Nos é lícito calar para não parecer faltarmos ao Nosso santíssimo dever, e para que se Nos não acuse de descuido de nossa obrigação, a benignidade de que, na esperança de melhores disposições, até agora usamos.

E o que exige que sem demora falemos, é antes de tudo que os fautores do erro já não devem ser procurados entre inimigos declarados; mas, o que é muito para sentir e recear, se ocultam no próprio seio da Igreja, tornando-se destarte tanto mais nocivos quanto menos percebidos.

segunda-feira, 4 de agosto de 2014

SÃO PIO X: JURAMENTO ANTIMODERNISTA

Em 4 de agosto de 1903, o Cardeal Giuseppe Sarto foi eleito para o Sumo Pontificado, como sucessor de São Pedro, sendo coroado a 9 do mesmo mês. Escolheu para si o nome de Pio X.

Seu Lema foi: Instaurare omnia in Christo. (Instaurar todas as coisas em Cristo)

O Juramento abaixo é uma profissão da fé católica cuja pureza e integridade o satânico modernismo visa deturpar.

Foi imposto pelo Papa, com autoridade divina, porque a fé íntegra é condição para pertencer à Igreja e por conseguinte para exercer qualquer ofício nela.




* * *

Juramento Anti-Modernista



Em Latim:

Ego N. firmiter amplector ac recipio omnia et singula, quae ab inerranti Ecclesiae magisterio definita, adserta ac dedarata sunt, praesertim ea doctrinae capita, quae huius temporis erroribus directo adversantur.

quinta-feira, 3 de julho de 2014

DECRETO LAMENTABILI SANE EXITU: PROPOSIÇÕES DOS MODERNISTAS CONDENADAS PELA IGREJA


CONGREGAÇÃO DO SANTO OFÍCIO

DECRETO

LAMENTABILI  SANE  EXITU


DAS PROPOSIÇÕES DOS MODERNISTAS CONDENADAS PELA IGREJA

DECRETO DA SAGRADA INQUISIÇÃO ROMANA E UNIVERSAL 
no qual se elecam 65 proposições que perturbam a doutrina católica 
mesmo apresentando-se como derivadas e fundadas na mesma doutrina. 

O decreto é um tipo de antecipação do que São Pio X exporá, 
em 8 de Setembro seguinte, na Encíclica Pascendi Dominici gregis.

Com estes dois documentos é condenado o modernismo
que andava se difundindo dentro dos ambientes católicos.


Quarta-feira, 3 de julho de 1907.

Com êxito verdadeiramente Lamentável, a nossa idade, desmandando-se no indagar as razões supremas das coisas, vai não raras vezes atrás de novidades por tal forma, que deixa de parte o que é como herança do gênero humano, para se precipitar em erros gravíssimos. Erros esses que serão muito mais perniciosos, quando se trata das ciências sagradas, ou da interpretação da Sagrada Escritura, ou dos principais mistérios da fé.

E é para lamentar profundamente que também entre os católicos se encontrem não poucos escritos que, ultrapassando os limites demarcados pelos santos Padres e pela própria Santa Igreja, a pretexto de mais elevados conhecimentos e em nome de considerações históricas, procuram esse progresso dos dogmas, que, na realidade, não é senão a sua corruptela.

sexta-feira, 7 de março de 2014

A RETA FORMAÇÃO DO CLERO

Sagrada Congregação dos Seminários e das Universidades


SACRA CONGREGATIO DE SEMINARIIS

ET STUDIORUM UNIVERSITATIBUS

EPISTULA

AD EMOS. PP. DD. CARDINALES ATQUE
EXCMOS. PP. ARCHIEPISCOPOS, EPISCOPOS
CETEROSQUE ORDINARIOS BRASILIAE:

DE RECTA CLERICORUM INSTITUTIONE RITE PROVEHENDA

Acta Apostolicae Sedis
XLII (1950) 836-844:
_______

Carta ao Episcopado Brasileiro

Sobre o modo como se deve prover à reta formação do clero


(7-III-1950)

 
Eminentíssimos Senhores Cardeais,
Excelentíssimos Senhores Arcebispos, Bispos e demais Ordinários do Brasil.

Esta Sagrada Congregação, que acompanha atentamente, como é seu dever, o andamento dos Seminários, onde crescem tantos jovens levitas, promissora esperança da Igreja, está bem informada dos progressos conseguidos em a nobre terra do Brasil, visando a obter uma ótima formação do clero, e congratula-se, por isso, com os Excelentíssimos Senhores Bispos. O Primeiro Congresso Nacional de Vocações Sacerdotais, realizado recentemente na Sé Primacial de Salvador, no Estado da Bahia; os esforços que se fazem para aumentar o numero das vocações sacerdotais, até agora, muito inferior ao que convém para satisfazer às necessidades de uma grande nação católica; o número crescente dos jovens escolhidos que são enviados a Roma, a fim de concluírem no Pontifício Colégio Pio Brasileiro a própria formação intelectual e moral ao sacerdócio: todos estes frutos do zelo dos Excelentíssimos Senhores Bispos, e de seus dedicados colaboradores, trazem-nos muita consolação, e são dons preciosos do Pai Celeste. A Ele, glória e gratidão.


Importância da ciência.


Sabemos também, particularmente, com quanto cuidado se procura, nos Seminários Maiores, aperfeiçoar os estudos e adaptá-los às necessidades do nosso tempo. É, de fato, necessário que o sacerdote esteja preparado para apresentar a doutrina exata, segura e tradicional sob a forma que melhor iluminará as inteligências e conquistará os corações.

domingo, 8 de dezembro de 2013

Entrevista com o mons. Bernard Fellay, Menzingen, novembro 2013.

OPERAÇÃO MEMÓRIA: para que os que dorme não digam que ele não disse o que disse. Do blog FratresInUnum

Bom, lida a entrevista, segundo a tradução recebida, o que dizer? 

Dom Fellay foi o primeiro a se lançar em congratulações quando Francisco/Bergoglio foi eleito papa-embora-ele-prefira-bipo-de-roma. Depois disso... silêncio sepulcral. Oito meses depois de inúmeras manifestações públicas de Bergoglio que beiram a heresia, dom Fellay se limita a dar uma declaração polida e redondinha. De asco! 

Por outro lado, é nítido o apego e o apreço por Bento XVI, com ecos de certa nostalgia. 

A ingenuidade antológica de Fellay é absimal!!! Qualquer menino de catequese de Primeira Comunhão na Tradição sabe perfeitamente que Bergoglio e Bento são farinha do mesmo saco, alunos do mesmo mestre, executores do mesmo plano. Haja paciência! 

Bergoglio só veio acelerar as coisas, porque alguém está cansado de tanto esperar! Talvez - e friso no talvez - Bento foi substituído justamente porque alguém temia que estivesse amolecendo o coração ou... se convertendo! Mas isso são suposições. O que temos como fato é que, durante longos meses, a equipe comandada por Bento XVI enrolou os emissários de Fellay que acreditavam piamente nas boas intenções de um acordo colóquio doutrinal que visaria restaurar a Igreja... E, para quem tenha esquecido, é bom lembrar que o Papa Bento XVI, embora tenha mudado de nome, é o mesmo Cardeal Joseph Ratzinger que dirigia uma equipe similar comandada por João Paulo II, com as mesmas e idênticas intenções, que foram denunciadas por Mons. Lefebvre: pegar a FSSPX em uma armadilha e arrastá-la para a igreja conciliar!!! Sim, porque "naquela" igreja nós nunca estivemos, embora Fellay estivesse pronto a correr prá lá se Bento o chamasse!!! Surreal, não?


  1. As declarações que cheiram a heresia são tidas por Fellay como "quase contradição" e que apenas "irritaram" os católicos. 
  2. O combate ao herético porque modernista Vaticano II é para Fellay "iniciativas direcionadas a restabelecer de algum modo a situação com algumas correções". Algumas? 
  3. Para Fellay, Bergoglio é um homem de ação. Isso tem um cheiro de aprovação que causa enjoo. 
  4. Sobre ter chamado Bergoglio de "modernista" - Eu utilizei a palavra “modernista”; creio que não fui compreendido por todos. Talvez devesse ter dito “um modernista em suas ações”. Mais uma vez, [Francisco] não é um modernista no sentido absoluto, teórico, um homem que desenvolve todo um sistema coerente; não existe esta coerência - e sua "justificação"... onde está o sim, sim, não, não? Se ele mesmo afirma que Bergoglio quer por que quer implementar o Vaticano II de uma vez... e se o Vaticano II é a apoteose do Modernismo... como é possível desdizer que Bergoglio é um modernista??? Fellay tem sangue de barata. 
  5. Quando fala sobre a ambivalência tipicamente modernista de Bergoglio, chega até a citar Descartes,  mas logo volta atrás, deixando apenas um "isto cria um ambiente"... São Pio X diria a Fellay: Esto Vir!
  6. Absurdo o seu reconhecimento de uma encíclica (vide no fim) que estaria no Index, se ainda houvesse um! Limita-se apenas a dizer que ela só não basta. Certamente, junto com a exortação apostólica (vide no fim) de dezembro acabem se completando, não é?!?! Aliás, a esse respeito, Fellay até hoje, pelo que veio a público, não disse absolutamente nada! Ainda sobre a encíclica, o DICI, órgão de comunicação de Menzingen, limitou-se a descrever o que ela continha, sem críticas.
  7. "Em outras palavras, nós estamos um pouco surpresos com o que está acontecendo. Estou falando aqui da história da Igreja". Surpreso, excelência? Com o que, exatamente? Aquele menino de catequese de Primeira Comunhão de que falei... não está! Essa sua ingenuidade é de matar! 
  8. Chega a ser cômico quando começa a falar do Anticristo e a vaticinar sobre quem ele seria... 
  9. "Portanto, é por isso que sou profundamente grato ao Papa Bento XVI por haver restabelecido a Missa". 1) Bento XVI não restabeleceu nada, porque a Missa nunca foi proibida. Aquele menino da catequese de Primeira Comunhão sabe disso perfeitamente! 2) essa gratidão cheira a uma subserviência que não tem nada de virtuoso. 3) Esse "Bento XVI" é o mesmo que não retirou as excomunhões do Venerável Fundador Mons. Lefebvre e de Mons. de Castro Mayer. Me parece meio hipócrita isso. Tudo bem que as excomunhões de João Paulo II valiam tanto quanto valeriam as excomunhões do Dalai Lama, mas o problema aqui é outro. Não sei se é ingenuidade, estupidez ou caso pensado!!! 
  10. "Porém não é uma questão de provocar antagonismos, mas uma questão de unir o que se supõe que deve estar unido". Antagonismos? Entre que termos? Não certamente entre "sacerdote" e "missa" que menciona a seguir e pode levar a engano. Antagonismo aqui é entre a Missa de sempre e a missa do Vaticano II, de que fala alguns parágrafos antes. Oras, dom Fellay: sim, sim, não, não!!!
  11. O que me incomodou sobremaneira, sobretudo nos parágrafos finais, foi um eco dos discursos sobre o amor bem ao gosto de Bergoglio. Sim, a fé sozinha não é nada se não houver a caridade, mas essa teologia da caridade, do amor que parece deixar de fora a justiça divina... é coisa de hippie, não de católico. O fato de usar os mesmos termos, até mesmo os mesmos versículos que a Bíblia contém, não faz, de per si, que algo seja católico. Não fazem o mesmo os protestantes? O discurso de Fellay - embora fale en passant de combate - é um discurso morno, em que o combate é substituído pelo amor ao próximo, como se um excluísse o outro! Como se não fosse por amor ao próximo que a Tradição resistente da Igreja brada que há uma Missa de sempre válida e uma missa protestantizada espúria, uma hierarquia comprometida com o erro doutrinário e um concílio que deve ser varrido da face da terra!!! O fundador da Fraternidade deixou um consistente e profícuo material - em escritos, vídeos e áudios - no qual ele denuncia isso tudo e muito mais e deixa claro que a FSSPX não veio a passeio neste mundo. 
  12. Por fim, quando Fellay fala do que um Papa deve ou não dizer... não pude, não consegui segurar um sorriso irônico e uma expressão de surpresa... De que púlpito vem esse sermão!!!

Antes de concluir, abro um parêntese para lembrar que até agora, Fellay também não se pronunciou sobre os fatos de Buenos Aires, a quixotada cheia de boas intenções que acabou por revelar uma entrevista do Superior do Distrito da América Latina, Pe. Bouchacourt, na qual ele teria afirmado que os Judeus não são deicídas. Traduzindo para quem não saiba: deicida é quem mata Deus. Uma afirmação terrível, diante da qual rasgaria minha barba (se a tivesse), vestiria sacos e me cobriria de cinzas!!! Oras, se eles não mataram Deus, então... Cristo não é Deus? Que Deus tenha piedade da alma desse pobre padre confuso e perdido no mar de confusão criado pelo seu Superior, o próprio dom Fellay, com sua empreitada na busca do reconhecimento por parte de uma seita modernista que ocupou os Templos Católicos e a própria Hierarquia da Igreja!!! Contudo, seu superior não disse nada. Nem mesmo em privado, porque pe. Bouchacourt não se retratou. 

Que Nossa Senhora da Imaculada Conceição possa trazer luz e verdade a esses corações sujos. E nos alivie dos sofrimentos que estão por vir. Ou nos dê forças e perseverança para nos mantermos fieis a Deus, na Santíssima Trindade, e principalmente a Cristo Nosso Senhor, verdadeiro homem e verdadeiro Deus, que morreu na Cruz para nos salvar. 

Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo!!!

Giulia d'Amore



* * *

Entrevista de Dom Bernard Fellay, superior da FSSPX, sobre o Papa Francisco


Traduzido do original francês por Carlos Wolkartt – Blog Renitência

Esta entrevista foi realizada em vídeo pelo site dici.org, no qual também está disponível a gravação em áudio. Apresentamos a seguir a transcrição completa, onde o estilo oral foi mantido.


A chegada de um novo Papa


terça-feira, 28 de maio de 2013

Listagem de itens da destruição do Catolicismo

Listagem de itens da destruição do Catolicismo


Linguagem:

- a linguagem dos eclesiásticos tornou-se dúbia, abandonando os termos e fórmulas dogmáticas para adotar linguagem social e humana.
- deixaram de falar em transubstanciação - em comunhão - em missa - em sacrifício da missa e adotaram o termo "eucaristia".
- as orações passaram a ser feitas no singular, abandonando o plural majestático próprio para as coisas espirituais.
- a palavra "sacramento" passou a designar coisas diversas, como mistérios, ritos não sacramentais, encontros ecumênicos etc.
- Nosso Senhor nunca mais foi chamado claramente de Deus e seu poder passou a ser atribuído a Deus, como se Jesus fosse apenas um homem.
- A Virgem Maria, chamada apenas de Maria, não é mais a Mãe de Deus, mas apenas a mãe de Jesus, bem ao gosto protestante.
- A Igreja já não é mais o Corpo Místico de Cristo, mas o Povo de Deus.

Dogmas:

- A missa deixa de ser a renovação incruenta do Sacrifício da Cruz para ser apenas banquete e refeição
- O sacerdócio deixa de ser participação no poder de Cristo e passa a ser uma função dentro do Povo de Deus.
- Jesus Cristo sendo apenas um homem, é tratado como um companheiro, amigo, mas não como Deus e Salvador.
- Nossa Senhora é vista como uma mulher qualquer, os dogmas marianos são esquecidos, já não se fala mais em sua Imaculada Conceição, sua Maternidade Divina, muito menos na Mediação de todas as graças, que o Concílio não quis nem mesmo abordar
- A Igreja passa a ser uma agremiação como as demais, aberta ao diálogo e ao ecumenismo, tratando as falsas igrejas no mesmo nível. Não é mais considerada como detentora de toda a Verdade. Já não é mais vista como santificadora, tendo por obrigação levar o Evangelho a todos os povos.

Bíblia:

- Perde-se a noção de infalibilidade da Bíblia. A inspiração divina é mal interpretada, considerada como uma inspiração artística.
- Deus não é mais o autor principal da Bíblia. Ele apenas influencia de longe o escritor humano.
- Os Evangelhos já não são mais considerados como históricos. Adota-se a heresia protestante segundo a qual eles foram escritos pelas comunidades primitivas ao longo dos primeiros séculos. Ensina-se que existe o Cristo da Fé (idealizado) e o Cristo histórico, que ninguém sabe bem como foi.
- Diversos outros erros protestantes são introduzidos no ensino das Sagradas Escrituras.
- Adotam traduções ditas ecumênicas que escamoteiam as verdades de fé que nos separam dos protestantes e judeus.

Moral:

- Adota-se uma moral relativista, que considera que cada época tem princípios diferentes de viver.
- A noção de pecado perde a força, ganhando conotações puramente sociais. Já não se considera a ofensa a Deus.
- A própria noção de moral desaparece das preocupações dos homens de bem. Nada mais pode ser proibido, não há mais limites para a permissividade.
- Altitudes de imoralidade nos costumes passam a ser consideradas normais, sem que os padres corrijam os erros. Nudismo nas ruas, diversões imorais, atitudes indecorosas, namoros excessivos, homossexualismo etc.
- Na moral conjugal já não se considera pecado, ao menos na prática, os atos contra a santidade do casamento. Os métodos contraceptivos são aceitos pelos padres e por muitos bispos, contrariando a doutrina da Igreja.

Sacramentos:

- O batismo já não é mais visto como de extrema urgência e necessidade. Torna-se um rito de admissão ao Povo de Deus. Desaparece a noção de pecado original, o qual, aliás passa a ter um valor puramente simbólico. O rito do batismo perde os exorcismos e o sal bento.
- A Crisma muda de forma o que torna duvidosa a validade deste sacramento. Muitos bispos negligenciam a administração deste sacramento.
- A confissão perde seu valor. Vira um rito comunitário ou, quando muito, uma conversa informal com um padre. É abolido o confessionário, a posição de joelhos. Muitos padres dizem que certos pecados graves já não são mais considerados como pecado.
- A missa nova, além de perder a sacralidade de seus ritos, modifica partes essenciais, tornando duvidosa até mesmo a validade da consagração.
- A missa torna-se uma festa. Tudo é permitido e seria muito longo enumerar os absurdos ainda praticados sob aplausos dos bispos ou mesmo em missas papais. Danças com mulheres semi-nuas, atos políticos, missas sacrílegas onde se consagra com matérias diferentes do pão de trigo e vinho de uva.
- A comunhão é distribuída sacrilegamente, nas mãos. Além do sacrilégio das mãos impuras e não consagradas, a Sagrada Hóstia é levada abusivamente para casa, para a macumba, para missas-negras etc.
- Diminui drasticamente o número de missas celebradas devido ao caráter social da missa nova e às concelebrações.
- A Extrêma-Unção muda de forma sacramental, tornando-se uma simples bênção, sem poder de preparar as almas para a morte. Passa a ser administrada a pessoas que não estejam doentes.
- A Ordem muda também de forma sacramental e seu rito já não exprime a teologia do sacerdócio de Cristo. O padre torna-se um "funcionário", que preside a algumas cerimônias como parte de suas funções. Não se exprime mais o poder sacerdotal próprio da hierarquia.
- O casamento sofre a quase destruição pela prática não coibida do divórcio, do adultério, do sexo precoce. Cresce de modo espantoso os casos de nulidade de casamento, tendo os tribunais eclesiásticos a tendência a declarar nulo qualquer casamento mais ou menos problemático.

Igreja e Ecumenismo

- A Igreja Católica não é mais considerada como sendo a única verdadeira, a única fonte de salvação
- O dogma de nossa fé: "fora da Igreja não há salvação" é posto em dúvida.
- As falsas religiões são consideradas como salvíficas, ou seja, capazes de levar seus membros à salvação.
- Espalham-se ritos ecumênicos com representantes de diversas religiões.
- Firmam-se acordos absurdos com Luteranos, Anglicanos e Ortodoxos que precipitam milhares de católicos nas mãos dos hereges e cismáticos, sem que estes possam algo fazer.
- Multiplicam-se encontros ecumênicos convocados pelo Papa contrariando a doutrina de sempre da Igreja. O papa fala de um novo espírito dentro da Igreja, o Espírito de Assis, regido pelo diálogo com as outras religiões.
- O papa visita os centros religiosos de falsas religiões sem pregar a Jesus Cristo, declarando que não deseja a conversão dos hereges. Martinho Lutero é chamado de "mestre espiritual". O papa beija o Alcorão, gesto simbólico de veneração por um objeto sagrado de uma falsa religião.
- Muitos protestantes, judeus, islâmicos, são orientados pelos bispos a não mudarem de religião, mesmo quando queriam se tornar católicos.
- O papa aceita e participa de ritos pagãos em suas visitas ecumênicas: tilac, defumações, etc.

Seminários e Formação

- Abandonam o ensino de São Tomás de Aquino e dos doutores católicos.
- Passam a ensinar filosofias contrárias ao dogma católico, como o relativismo filosófico, o subjetivismo, a fenomenologia, o socialismo etc.
- Os seminários passam a ser abertos, com presença de moças, sem regime de clausura ou de internato. Muitos homossexuais são admitidos ao sacerdócio.
- Todos os dogmas católicos são subvertidos no ensino dos seminários. Por exemplo: a consagração da missa passa a ser ensinada como "narrativa". Os novos padres podem não ter mais a intenção de consagrar como a Igreja sempre entendeu, o que tornaria suas missas inválidas.
- Editoras e livrarias ditas católicas editam e difundem livros contra a Igreja, como marxismo, tarô, sincretismo etc.
- Os colégios outrora católicos ensinam doutrinas e costumes contrários à fé, destruindo nos corações das crianças o fundamento da religião. Os exemplos são inúmeros e não caberiam nesta lista.

Hierarquia e Conferências Episcopais

- O Vaticano se envolve em grande escândalo onde o Banco do Vaticano aparece ligado à loja maçônica P2.
- O papa recebe e mantém relações com a maçonaria, com terroristas assassinos, com perseguidores da Igreja.
- Muitos bispos participam de cerimônias maçônicas.
- É instaurado na Igreja o governo democrático, pelo Sínodo dos Bispos e Conferências Episcopais, contrariando a ordem monárquica de governo instituída por Nosso Senhor.
- As Conferências Episcopais formam centros de manipulação das consciências, forçando a adesão da maioria a seus projetos marxistas e revolucionários.
- O papa inicia uma revisão da noção de papado, de modo a aproximar o governo da Igreja do agrado dos protestantes.

Poderíamos ir acrescentando mais e mais escândalos, em cada uma das rubricas.


Fonte: http://www.capela.org.br/Crise/lista.htm.
* Não revisado pelo blog. a Listagem parou nisso.


*

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

"Aggiornamento" litúrgico na Itália

Excessivo modernismo na Catedral de Reggio Emilia, na Italia


Esta onda virulenta de adequar a Igreja ao mundo tem causado polêmicas em toda parte, sobretudo na Itália, tão perto de Roma, bem debaixo do nariz da Santa Sé. Arquitetos "vanguardistas", geralmente ilustres desconhecidos buscando fama pela polêmica, têm sido contratados para transformar séculos de história e Fé em pó.

Mas nem todos se calam e ficam apenas olhando e balançando a cabeça em sinal de desaprovação. Arquitetos italianos renomados estão criando um movimento para dizer: Basta! Basta com esses arquitetos maléficos do "aggiornamento"! Devem ser parados: já tiraram os bancos, o altar, refizeram a cripta! Onde vamos parar?  

Aqui, abaixo, o último exemplo dessa obscenidade que se transformou a corrida para a destruição da Fé:

 

Cruz do artista Hidetoshi Nagasawa
que "orna" a Catedral de Reggio Emilia

 

Abaixo, reproduzo um artigo de Francesco Borgonovo, para o jornal "Libero Pensiero": "O arqui-star despeja Cristo da igreja: destruição na catedral".

Não se pode pensar que o problema diga respeito somente aos fiéis, aqueles que vão à Missa regularmente e em breve encontrarão uma catedral sem uma imagem do Cristo crucificado, substituída por uma “Cruz gloriosa” realizada pelo japonês Hidetoshi Nagasawa, filho de uma cultura xintoísta, um sujeito que, às vésperas do famigerado sessenta e oito[1], mudou-se para a vermelha[2] e operária Sesto San Giovanni[3]. A questão diz respeito à cultura e à tradição de qualquer um que more neste País[4]. Em Reggio Emilia[5], por ocasião da restauração da catedral — que é o símbolo da mais alta autoridade religiosa na cidade, o bispo — alguns artistas contemporâneos foram contratados para “renovar” o interior da igreja.
A modificação mais marcante e desconcertante diz respeito justamente à cruz de Nagasawa, confiada à mente e às mãos de um criador que nem cristão é, e, de fato, eliminou Jesus, preferindo inspirar-se em um barco do qual se desenvolve uma árvore estilizada (este desenho virado permite de obter precisamente a forma de uma cruz). No entanto, a imagem de Cristo serve justamente para estimular a oração. Para nós, homens insignificantes, é reconfortante lembrar que naquele pedaço de madeira foi pregado um homem de carne e osso, com quem podemos partilhar alegrias e tormentos. Pensem ao Cristo de Don Camillo[6], que lhe fala, que o aconselha e o repreende. Imaginem a igreja do “Pequeno Mundo” de Giovannino Guareschi sem aquele Jesus, imaginem-na com a cruz do xintoísta Nagasawa. Com quem deve dialogar Don Camillo, com uma arvorezinha?

Mas, dentre as intervenções — supervisionadas pelo consultor para a adequação litúrgica, Mons. Giancarlo Santi —, há também um maravilhoso porta-círio pascal, obra do escultor Ettore Spalletti. Quanto mais olho para ele, mais me parece um tubo. Uma chaminé, um mastro. A sensação que me dá é de uma extrema frieza, de distância. Parece uma arquitetura industrial. Não quero dizer que não tenha seu charme, mas parece mais adequado para abrigar uma bela vela em um restaurante etno-chic de Milão, onde se possa degustar algum refinado prato fusion[7], com um fundo musical lounge[8].

Idem para o altar-mor. Removido o do século XVIII, foi inserido um provisório de forma cúbica. Depois, foi encomendada a outro artista, Claudio Parmiggiani, uma mesa para altar em pedra, que parece muito fora de contexto. Ao célebre criador Jannis Kounellis foi encomendada a realização da cátedra episcopal, que será colocada na nave central e, portanto, fora do presbitério. Todos os bancos de madeira, do século XIX, foram substituídos por cadeiras dobráveis pretas, estas também extraordinárias para um coquetel à beira da piscina, mas questionáveis em uma catedral.

“Falta o altar-mor”, escreveu em um recente artigo Elio Garzillo, ex-superintendente para os bens arquitetônicos e diretor regional na Sardenha e Emilia Romagna, observando como se produziu “a impressão de uma sala de aula longa quanto um vagão de trem; faltam os bancos, os confessionários, os castiçais de madeira em cornucópia, as suspensões”. Um grupo de intelectuais e cidadãos de Reggio Emilia se mobilizou contra as “inovações” na Catedral. Explicou-me Stefano Maccarini Foscolo, animador dos críticos, que a administração municipal e o Bispo Adriano Caprioli não foram sequer levados em consideração. Além disso, agora a Catedral está fechada, então ninguém ainda viu o que estão aprontando lá dentro. Deverá ser reaberta ao público no dia de ferragosto[9].

Ainda Maccarini faz observar a enésima estranheza: “A cripta foi reinterpretada como um espaço ‘luminescente’, com escadas de vidro e aço, refletores encaixados e painéis expositivos, removendo tudo que tinha ligação com a antiga tradição”. Quem sabe, talvez farão uma boate subterrânea. Algumas das novidades deverão servir para “democratizar” a função religiosa, para permitir uma maior participação dos fiéis, mas a sensação é que se trata de modificações de cima para baixo, sem levar em conta nem a comunidade nem a tradição. É por isso que dizemos que a preocupação não diz respeito apenas aos cristãos, mas a todos.

Há tempos tornou-se moda nas cidades italianas — grandes e pequenas – encomendar obras importantes a artistas contemporâneos famosos. Em Reggio Emilia, foi confiada ao arquiteto Santiago Calatrava a construção de uma ponte enorme, certamente não feia, mas anônima, totalmente alheia ao lugar onde surgiu. A mesma coisa aconteceu em Veneza, onde o mesmo Calatrava projetou uma ponte onde os transeuntes se arriscam a quebrar o pescoço. Mas há também os arranha-céus retorcidos de City Life em Milão, as torres de Babel criadas pelo arqui-star Daniel Libeskind. Edifícios que poderiam ser encontrados em Tóquio ou Nova York, mais do que na Lombardia, e nada mudaria. Trata-se da arte da moda, perfeita para exportação e produção em série, fria e impessoal, como o interior da Catedral de Reggio Emilia que os (poucos) projetos visíveis fazem perceber. Quanto provincianismo há em uma escolha dessas. Opta-se pela assinatura do artista mais cool, sem levar em conta as arquiteturas precedentes, a urbanística e a história.

“A coisa mais impressionante é a ruptura com a tradição”, diz o teólogo Monsenhor Nicola Bux. “Não da para entender por que não se deve pedir, àqueles que são chamados a construir igrejas ou a propor mobília sacra, de terem fé. Os orientais, antes de confeccionar um ícone, jejuam e rezam. Mas nós somos prisioneiros dos grandes nomes, a mentalidade secular penetrou na Igreja. Queremos promover os artistas não-crentes ou não-cristãos? Bem, deixemo-los expor no espaço em frente ao templo, onde poderão refletir olhando o que acontece dentro. Muitas vezes, estes artistas não sabem nem ao mesmo o que seja a liturgia católica. Como podem projetar um elemento tão importante quanto a Cruz?”. Podem criá-lo sim, como não? Nagasawa, por exemplo, inventou uma belíssima cruz zen. A ser exposta em uma igreja católica. Tudo muito fusion...[10]

Fonte: 24EMILIA
Tradução: Giulia d'Amore di Ugento



[1] Movimento social e político controverso que destruiu a sociedade ocidental.
[2] Comunista.
[3] Cidade italiana na Província de Milão, na Lombardia, cuja capital é Milão. Chamada de “a Stalingrado italiana” devido à população essencialmente operária e de esquerda.
[4] Refere-se à Itália.
[5] Cidade italiana na província homônima, na Emília-Romanha, cuja capital é Bolonha.
[6] Personagem fictícia criada pelo escritor e jornalista italiano Giovannnino Guareschi, como protagonista (oposto ao antagonista amigo-inimigo Peppone) de uma série de contos nos quais ele é o pároco de uma pequena aldeia às margens do rio Pó, um ambiente que Guareschi define Mondo Piccolo (Mundo Pequeno), paradigma ideal da realidade rural italiana no pós-guerra. Vale a pena ler.
[7] São pratos inspirados em outras culturas, mas que são modificados porque nem sempre se tem à disposição os ingredientes originais.
[8] Lounge music é um gênero musical caracterizado pela mistura de músicas dos anos 50 e 60 com swing e sons característico da atualidade como bossa nova, easy listening.
[9] No Ferragosto (do latim: Feriae Augusti) é comemorada a Assunção de Maria pelos italianos, no dia 15 de agosto. É também ponto de partida das férias na Itália.
[10] F. Borgonovo encerra com o clássico sarcasmo italiano.

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