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terça-feira, 24 de setembro de 2013

SOBRE A REVERÊNCIA AOS SANTOS SACRAMENTOS

Mons. Antônio de Castro Mayer
Uma das muitas lamentações do Santo Padre, provocadas pela explosão do liberalismo sensual moderno, relaciona-se com o que há de mais fundamental na Doutrina Católica. Diz o Papa que hoje se põe em dúvida tudo, mesmo as verdades mais sagradas.

A angústia de Paulo VI deve ser para nós uma advertência, no sentido de que é mister redobrar nosso zelo, não venha a falhar a fé nas ovelhas que nos estão confiadas.

Cumpre, para tanto, notar que aquele ceticismo, de que fala o Papa, se dá não somente na ordem das ideias. Há muita dúvida e negação que se exprime na prática, no teor de vida, na maneira de proceder. O que quer dizer que devemos estar atentos, não nos deixemos levar por certas, assim chamadas, adaptações da Igreja ao homem de hoje, que, na realidade, entibiam o fervor dos fiéis, e lentamente os vão distanciando daquela fé viva que é indispensável à salvação: “Sine fide impossibile est placere Deo” (Hebr. 11, 6).


Ajoelhar-se, sinal de fé na Eucaristia

Feita a observação de modo geral, queremos, hoje, salientar apenas e brevemente o que convém à Sagrada Comunhão. Será o suficiente como ilustração do que vem a ser um “aggiornamento” falso.

Sabemos, caríssimos Sacerdotes, que, no Santíssimo Sacramento do Altar, está real, verdadeira e substancialmente presente o mesmo Jesus Cristo, Deus e Homem, nosso adorável Salvador, de fé se faz com a inteligência e com os lábios; mas, de maneira mais viva e habitual, através de nosso procedimento da Comunhão.

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Um trono? Não um assento de parada de ônibus!

Em resumo, mais uma papagaiada de Bergoglio. As Seleções de Futebol Italiana e Argentina foram visitá-lo e... ele não estava. Ou não quis recebê-los. A notícia não esclarece, apenas diz que houve tristeza pela ausência do "papa".

Mais uma vez o "sacro" é motivo de chacota, quando se permite que um qualquer sente no trono de Pedro. Onde está a Guarda Suíça? E o Serviço Secreto Vaticano? O cerimoneiro? Alguém? Ninguém que os expulse de lá? Não... ninguém! E até aprovam. O povo certamente vibrará! Quiçá a partir de agora todos os turistas poderão fazer fila para sentar no trono e tirar fotos. Pose à vontade! 

sábado, 14 de janeiro de 2012

A questão do calendário litúrgico

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A questão do calendário litúrgico


Resposta às exigências abusivas de alguns bispos 

Publicamos extratos de uma entrevista de um reconhecido liturgista que responde às exigências de certos bispos que querem impor para os fiéis tradicionais o calendário novo e as leituras da missa nova, como condição para legalizar a celebração da missa tradicional. Se bem às vezes a formulação das respostas não nos pode satisfazer completamente, ele aporta elementos interessantes para o debate.


O que são o “calendário tradicional” e o “calendário novo”? 

O calendário chamado “tradicional” é aquele que está associado com o missal chamado “de Pio V” ou “tridentino” cuja última edição típica data de 1962, razão pela qual alguns chamam-no de “liturgia de 1962″.

O novo calendário é aquele que foi promulgado no ano 1970 pelo Papa Paulo VI, junto com o missal que instaurava a missa nova.


Por quê pode-se ficar apegado ao calendário tradicional?

Por múltiplas razões, das quais não retenho aqui mais do que as duas principais:

A primeira é porque este calendário mesmo está em perfeita simbiose com o livro litúrgico tradicional.

A segunda é uma evidencia que foi constatada por muitos fiéis desde o ano 1970: o calendário tradicional é muito mais rico do que o novo calendário. Notemos por exemplo o muito mais reduzido número de festas de santos (aproximadamente 177 para o missal de 1970, contra aproximadamente 277 para o de 1962), que foi muito criticado com ocasião da publicação do novo calendário. Certamente várias festas que não se acham mais no calendário romano geral de 1970 não foram, portanto, suprimidas. Elas, na maior parte, foram transferidas nos calendários nacionais, diocesanos, ou naqueles das ordens religiosas, mas não fica menos certo por isso que nós conhecemos com essa reforma um grande empobrecimento do calendário em geral. Sem entrar em detalhes demasiado técnicos é preciso saber que o grande debate em torno ao calendário tinha sido posto em obra… e resolvido pelo Papa São Pio X no começo do século XX. O temor na época era de ver aos poucos o santoral (a comemoração dos santos) prevalecer sobre o temporal (sobre o ritmo do ano litúrgico). Ora, ao limpar desde aquela época o calendário e ao dar a prioridade litúrgica aos domingos, o temor principal dos liturgistas dissipou-se e já não era necessário modificar mais uma vez o calendário. [...] 


Mas fala-se freqüentemente do novo leccionário como sendo mais rico que o antigo?

É verdade, o novo leccionário é fornecido com as três leituras e o seu ciclo trienal… Mas não estamos mais nos tempos antigos, nos quais os fiéis não tinham acesso a tais tesouros. [...] Por outra parte, o que vale esta profusão de textos quando os estudos oficiais nos indicam que a maior parte dos “praticantes” não assistem à Missa mais que uma vez por mês? Sem falar que os textos do antigo Testamento são muitas vezes complexos e precisam de uma explicação detalhada para ser bem recebidos. Outro ponto que temos que destacar é que respeito ao antigo leccionário, este guarda um estreito laço com aqueles que o têm utilizado desde vários séculos, pensemos nos sermões de São Bernardo, nos de Santo Antônio de Pádua, que são os textos do leccionário tradicional comentados. Então como podemos nos cortar de uma semelhante riqueza? 

Acrescentaria ainda que temos de estimar muito as virtudes pedagógicas da repetição. É certo que o antigo leccionário repete os mesmos textos todos os anos, mas se todos os fiéis assimilassem perfeitamente esse núcleo de textos da palavra do Senhor, já seria uma coisa extraordinária. Como o escreveu muitas vezes o Papa Bento XVI nos seus livros antes da sua eleição, foram alguns peritos que fizeram a reforma litúrgica… mas será que eles tinham verdadeiramente um sentido pastoral afinado? A questão merece ao menos ser examinada.  

[...]

Que pensais da idéia de alguns que afirmam que seria preciso aplicar à celebração da Missa de São Pio V o calendário litúrgico do missal de Paulo VI?

Penso que é preciso perguntar-se sinceramente e como cristãos qual é a verdadeira intenção que se esconde atrás dessa proposição. Acho, de fato, que ela é ao menos bastante provocadora e geradora de discórdias. Em primeiro lugar, discórdia àqueles a quem o Santo Padre propõe a paz, já que muitos deles não o aceitarão, o qual permitirá os oponentes afirmarem que de todas as formas os tradicionalistas nunca estão contentes. Discórdia também da parte dos fiéis da tendência da Fraternidade São Pio X que verão nisso uma má fé dos bispos e um novo obstáculo à indispensável reconciliação.[...] Acrescentemos a isto que tal proposição não tem estado jamais na intenção do legislador. A carta Quattuor ab hinc annos, do 3 de outubro de 1984, sobre a qual se apóia depois o Motu Próprio Ecclesia Dei de 1988, diz muito precisamente: “que não haja nenhuma mistura entre os ritos e os textos de um e outro missal.” Parece-me, pois, impensável propor, ou pior, impor, às celebrações em rito tridentino seguir o novo calendário.

Mas se diz que o Papa Bento XVI, na época que era ainda o Cardeal Ratzinger, falou nesse sentido com ocasião do encontro litúrgico de Fontgombault em julho de 2001?

Permita-me vos dizer que afirmar isso seria uma falsificação vergonhosa das palavras do Santo Padre! É só ler de novo as atas deste colóquio para constatar, primeiro, que o antigo missal é um “ponto de referência”, “um bem da Igreja”, um “tesouro da Igreja” (págs. 178 das atas) e insiste claramente sobre o fato que, falando em reforma, se refere naturalmente em retocar o missal reformado, mas não o missal precedente (de São Pio V, pág. 179), sem excluir que no futuro este missal possa naturalmente evoluir. No tocante ao calendário, ele diz (pág.s 182-183) “deve-se ser muito prudentes com eventuais mudanças”, “por minha parte não faria nada nesse sentido, está claro. Mas no futuro, dever-se-ia pensar, me parece, em enriquecer o missal de 1962 e introduzir novos santos”, “abrir o calendário do antigo missal aos novos santos, fazendo uma escolha bem meditada, isto parece-me uma coisa importante, que não destruiria nada da estrutura da liturgia”. Eis aqui o pensamento do Santo Padre e não outra coisa. Ele não falou de nenhuma maneira na utilização do novo calendário para o antigo missal.

O fato de ter vários calendários não seria um problema para a Unidade?

Devemos nos guardar de juízos demasiados maniqueus. [...] Devemos olhar a realidade de frente: as dioceses, os países, as ordens religiosas, têm todos um calendário diferente. Alguns têm as suas festas próprias, outros dão às suas festas um grau diferente de solenidade. Esta idéia de um calendário uniforme e universalmente imposto não faz nenhum sentido, pois não corresponde à realidade da vida da Igreja que é rica de tradições muito antigas que não deveriam ser tocadas senão com o maior respeito. Deve-se pedir aos franciscanos ou aos dominicanos de abandonar as suas festas? Deve-se acusá-los de quebrar a unidade? Parece-me pouco sério. Aliás, é uma idéia muito recente e bastante revolucionária considerar que dá para modificar segundo uns esquemas intelectuais esses tesouros de tradições diversas que a Igreja nos transmite e que deveríamos conservar como a pupila dos olhos. Existe aqui um intelectualismo desvirtuado que não corresponde ao que o Santo Padre atual reconhece como o espírito da liturgia, e que poderia se transformar em um tipo de ideologia contrário ao pensamento da Igreja.

La Paix Liturgique 


Fonte: FSSPX

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

"Aggiornamento" litúrgico na Itália

Excessivo modernismo na Catedral de Reggio Emilia, na Italia


Esta onda virulenta de adequar a Igreja ao mundo tem causado polêmicas em toda parte, sobretudo na Itália, tão perto de Roma, bem debaixo do nariz da Santa Sé. Arquitetos "vanguardistas", geralmente ilustres desconhecidos buscando fama pela polêmica, têm sido contratados para transformar séculos de história e Fé em pó.

Mas nem todos se calam e ficam apenas olhando e balançando a cabeça em sinal de desaprovação. Arquitetos italianos renomados estão criando um movimento para dizer: Basta! Basta com esses arquitetos maléficos do "aggiornamento"! Devem ser parados: já tiraram os bancos, o altar, refizeram a cripta! Onde vamos parar?  

Aqui, abaixo, o último exemplo dessa obscenidade que se transformou a corrida para a destruição da Fé:

 

Cruz do artista Hidetoshi Nagasawa
que "orna" a Catedral de Reggio Emilia

 

Abaixo, reproduzo um artigo de Francesco Borgonovo, para o jornal "Libero Pensiero": "O arqui-star despeja Cristo da igreja: destruição na catedral".

Não se pode pensar que o problema diga respeito somente aos fiéis, aqueles que vão à Missa regularmente e em breve encontrarão uma catedral sem uma imagem do Cristo crucificado, substituída por uma “Cruz gloriosa” realizada pelo japonês Hidetoshi Nagasawa, filho de uma cultura xintoísta, um sujeito que, às vésperas do famigerado sessenta e oito[1], mudou-se para a vermelha[2] e operária Sesto San Giovanni[3]. A questão diz respeito à cultura e à tradição de qualquer um que more neste País[4]. Em Reggio Emilia[5], por ocasião da restauração da catedral — que é o símbolo da mais alta autoridade religiosa na cidade, o bispo — alguns artistas contemporâneos foram contratados para “renovar” o interior da igreja.
A modificação mais marcante e desconcertante diz respeito justamente à cruz de Nagasawa, confiada à mente e às mãos de um criador que nem cristão é, e, de fato, eliminou Jesus, preferindo inspirar-se em um barco do qual se desenvolve uma árvore estilizada (este desenho virado permite de obter precisamente a forma de uma cruz). No entanto, a imagem de Cristo serve justamente para estimular a oração. Para nós, homens insignificantes, é reconfortante lembrar que naquele pedaço de madeira foi pregado um homem de carne e osso, com quem podemos partilhar alegrias e tormentos. Pensem ao Cristo de Don Camillo[6], que lhe fala, que o aconselha e o repreende. Imaginem a igreja do “Pequeno Mundo” de Giovannino Guareschi sem aquele Jesus, imaginem-na com a cruz do xintoísta Nagasawa. Com quem deve dialogar Don Camillo, com uma arvorezinha?

Mas, dentre as intervenções — supervisionadas pelo consultor para a adequação litúrgica, Mons. Giancarlo Santi —, há também um maravilhoso porta-círio pascal, obra do escultor Ettore Spalletti. Quanto mais olho para ele, mais me parece um tubo. Uma chaminé, um mastro. A sensação que me dá é de uma extrema frieza, de distância. Parece uma arquitetura industrial. Não quero dizer que não tenha seu charme, mas parece mais adequado para abrigar uma bela vela em um restaurante etno-chic de Milão, onde se possa degustar algum refinado prato fusion[7], com um fundo musical lounge[8].

Idem para o altar-mor. Removido o do século XVIII, foi inserido um provisório de forma cúbica. Depois, foi encomendada a outro artista, Claudio Parmiggiani, uma mesa para altar em pedra, que parece muito fora de contexto. Ao célebre criador Jannis Kounellis foi encomendada a realização da cátedra episcopal, que será colocada na nave central e, portanto, fora do presbitério. Todos os bancos de madeira, do século XIX, foram substituídos por cadeiras dobráveis pretas, estas também extraordinárias para um coquetel à beira da piscina, mas questionáveis em uma catedral.

“Falta o altar-mor”, escreveu em um recente artigo Elio Garzillo, ex-superintendente para os bens arquitetônicos e diretor regional na Sardenha e Emilia Romagna, observando como se produziu “a impressão de uma sala de aula longa quanto um vagão de trem; faltam os bancos, os confessionários, os castiçais de madeira em cornucópia, as suspensões”. Um grupo de intelectuais e cidadãos de Reggio Emilia se mobilizou contra as “inovações” na Catedral. Explicou-me Stefano Maccarini Foscolo, animador dos críticos, que a administração municipal e o Bispo Adriano Caprioli não foram sequer levados em consideração. Além disso, agora a Catedral está fechada, então ninguém ainda viu o que estão aprontando lá dentro. Deverá ser reaberta ao público no dia de ferragosto[9].

Ainda Maccarini faz observar a enésima estranheza: “A cripta foi reinterpretada como um espaço ‘luminescente’, com escadas de vidro e aço, refletores encaixados e painéis expositivos, removendo tudo que tinha ligação com a antiga tradição”. Quem sabe, talvez farão uma boate subterrânea. Algumas das novidades deverão servir para “democratizar” a função religiosa, para permitir uma maior participação dos fiéis, mas a sensação é que se trata de modificações de cima para baixo, sem levar em conta nem a comunidade nem a tradição. É por isso que dizemos que a preocupação não diz respeito apenas aos cristãos, mas a todos.

Há tempos tornou-se moda nas cidades italianas — grandes e pequenas – encomendar obras importantes a artistas contemporâneos famosos. Em Reggio Emilia, foi confiada ao arquiteto Santiago Calatrava a construção de uma ponte enorme, certamente não feia, mas anônima, totalmente alheia ao lugar onde surgiu. A mesma coisa aconteceu em Veneza, onde o mesmo Calatrava projetou uma ponte onde os transeuntes se arriscam a quebrar o pescoço. Mas há também os arranha-céus retorcidos de City Life em Milão, as torres de Babel criadas pelo arqui-star Daniel Libeskind. Edifícios que poderiam ser encontrados em Tóquio ou Nova York, mais do que na Lombardia, e nada mudaria. Trata-se da arte da moda, perfeita para exportação e produção em série, fria e impessoal, como o interior da Catedral de Reggio Emilia que os (poucos) projetos visíveis fazem perceber. Quanto provincianismo há em uma escolha dessas. Opta-se pela assinatura do artista mais cool, sem levar em conta as arquiteturas precedentes, a urbanística e a história.

“A coisa mais impressionante é a ruptura com a tradição”, diz o teólogo Monsenhor Nicola Bux. “Não da para entender por que não se deve pedir, àqueles que são chamados a construir igrejas ou a propor mobília sacra, de terem fé. Os orientais, antes de confeccionar um ícone, jejuam e rezam. Mas nós somos prisioneiros dos grandes nomes, a mentalidade secular penetrou na Igreja. Queremos promover os artistas não-crentes ou não-cristãos? Bem, deixemo-los expor no espaço em frente ao templo, onde poderão refletir olhando o que acontece dentro. Muitas vezes, estes artistas não sabem nem ao mesmo o que seja a liturgia católica. Como podem projetar um elemento tão importante quanto a Cruz?”. Podem criá-lo sim, como não? Nagasawa, por exemplo, inventou uma belíssima cruz zen. A ser exposta em uma igreja católica. Tudo muito fusion...[10]

Fonte: 24EMILIA
Tradução: Giulia d'Amore di Ugento



[1] Movimento social e político controverso que destruiu a sociedade ocidental.
[2] Comunista.
[3] Cidade italiana na Província de Milão, na Lombardia, cuja capital é Milão. Chamada de “a Stalingrado italiana” devido à população essencialmente operária e de esquerda.
[4] Refere-se à Itália.
[5] Cidade italiana na província homônima, na Emília-Romanha, cuja capital é Bolonha.
[6] Personagem fictícia criada pelo escritor e jornalista italiano Giovannnino Guareschi, como protagonista (oposto ao antagonista amigo-inimigo Peppone) de uma série de contos nos quais ele é o pároco de uma pequena aldeia às margens do rio Pó, um ambiente que Guareschi define Mondo Piccolo (Mundo Pequeno), paradigma ideal da realidade rural italiana no pós-guerra. Vale a pena ler.
[7] São pratos inspirados em outras culturas, mas que são modificados porque nem sempre se tem à disposição os ingredientes originais.
[8] Lounge music é um gênero musical caracterizado pela mistura de músicas dos anos 50 e 60 com swing e sons característico da atualidade como bossa nova, easy listening.
[9] No Ferragosto (do latim: Feriae Augusti) é comemorada a Assunção de Maria pelos italianos, no dia 15 de agosto. É também ponto de partida das férias na Itália.
[10] F. Borgonovo encerra com o clássico sarcasmo italiano.

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