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terça-feira, 28 de maio de 2013

Listagem de itens da destruição do Catolicismo

Listagem de itens da destruição do Catolicismo


Linguagem:

- a linguagem dos eclesiásticos tornou-se dúbia, abandonando os termos e fórmulas dogmáticas para adotar linguagem social e humana.
- deixaram de falar em transubstanciação - em comunhão - em missa - em sacrifício da missa e adotaram o termo "eucaristia".
- as orações passaram a ser feitas no singular, abandonando o plural majestático próprio para as coisas espirituais.
- a palavra "sacramento" passou a designar coisas diversas, como mistérios, ritos não sacramentais, encontros ecumênicos etc.
- Nosso Senhor nunca mais foi chamado claramente de Deus e seu poder passou a ser atribuído a Deus, como se Jesus fosse apenas um homem.
- A Virgem Maria, chamada apenas de Maria, não é mais a Mãe de Deus, mas apenas a mãe de Jesus, bem ao gosto protestante.
- A Igreja já não é mais o Corpo Místico de Cristo, mas o Povo de Deus.

Dogmas:

- A missa deixa de ser a renovação incruenta do Sacrifício da Cruz para ser apenas banquete e refeição
- O sacerdócio deixa de ser participação no poder de Cristo e passa a ser uma função dentro do Povo de Deus.
- Jesus Cristo sendo apenas um homem, é tratado como um companheiro, amigo, mas não como Deus e Salvador.
- Nossa Senhora é vista como uma mulher qualquer, os dogmas marianos são esquecidos, já não se fala mais em sua Imaculada Conceição, sua Maternidade Divina, muito menos na Mediação de todas as graças, que o Concílio não quis nem mesmo abordar
- A Igreja passa a ser uma agremiação como as demais, aberta ao diálogo e ao ecumenismo, tratando as falsas igrejas no mesmo nível. Não é mais considerada como detentora de toda a Verdade. Já não é mais vista como santificadora, tendo por obrigação levar o Evangelho a todos os povos.

Bíblia:

- Perde-se a noção de infalibilidade da Bíblia. A inspiração divina é mal interpretada, considerada como uma inspiração artística.
- Deus não é mais o autor principal da Bíblia. Ele apenas influencia de longe o escritor humano.
- Os Evangelhos já não são mais considerados como históricos. Adota-se a heresia protestante segundo a qual eles foram escritos pelas comunidades primitivas ao longo dos primeiros séculos. Ensina-se que existe o Cristo da Fé (idealizado) e o Cristo histórico, que ninguém sabe bem como foi.
- Diversos outros erros protestantes são introduzidos no ensino das Sagradas Escrituras.
- Adotam traduções ditas ecumênicas que escamoteiam as verdades de fé que nos separam dos protestantes e judeus.

Moral:

- Adota-se uma moral relativista, que considera que cada época tem princípios diferentes de viver.
- A noção de pecado perde a força, ganhando conotações puramente sociais. Já não se considera a ofensa a Deus.
- A própria noção de moral desaparece das preocupações dos homens de bem. Nada mais pode ser proibido, não há mais limites para a permissividade.
- Altitudes de imoralidade nos costumes passam a ser consideradas normais, sem que os padres corrijam os erros. Nudismo nas ruas, diversões imorais, atitudes indecorosas, namoros excessivos, homossexualismo etc.
- Na moral conjugal já não se considera pecado, ao menos na prática, os atos contra a santidade do casamento. Os métodos contraceptivos são aceitos pelos padres e por muitos bispos, contrariando a doutrina da Igreja.

Sacramentos:

- O batismo já não é mais visto como de extrema urgência e necessidade. Torna-se um rito de admissão ao Povo de Deus. Desaparece a noção de pecado original, o qual, aliás passa a ter um valor puramente simbólico. O rito do batismo perde os exorcismos e o sal bento.
- A Crisma muda de forma o que torna duvidosa a validade deste sacramento. Muitos bispos negligenciam a administração deste sacramento.
- A confissão perde seu valor. Vira um rito comunitário ou, quando muito, uma conversa informal com um padre. É abolido o confessionário, a posição de joelhos. Muitos padres dizem que certos pecados graves já não são mais considerados como pecado.
- A missa nova, além de perder a sacralidade de seus ritos, modifica partes essenciais, tornando duvidosa até mesmo a validade da consagração.
- A missa torna-se uma festa. Tudo é permitido e seria muito longo enumerar os absurdos ainda praticados sob aplausos dos bispos ou mesmo em missas papais. Danças com mulheres semi-nuas, atos políticos, missas sacrílegas onde se consagra com matérias diferentes do pão de trigo e vinho de uva.
- A comunhão é distribuída sacrilegamente, nas mãos. Além do sacrilégio das mãos impuras e não consagradas, a Sagrada Hóstia é levada abusivamente para casa, para a macumba, para missas-negras etc.
- Diminui drasticamente o número de missas celebradas devido ao caráter social da missa nova e às concelebrações.
- A Extrêma-Unção muda de forma sacramental, tornando-se uma simples bênção, sem poder de preparar as almas para a morte. Passa a ser administrada a pessoas que não estejam doentes.
- A Ordem muda também de forma sacramental e seu rito já não exprime a teologia do sacerdócio de Cristo. O padre torna-se um "funcionário", que preside a algumas cerimônias como parte de suas funções. Não se exprime mais o poder sacerdotal próprio da hierarquia.
- O casamento sofre a quase destruição pela prática não coibida do divórcio, do adultério, do sexo precoce. Cresce de modo espantoso os casos de nulidade de casamento, tendo os tribunais eclesiásticos a tendência a declarar nulo qualquer casamento mais ou menos problemático.

Igreja e Ecumenismo

- A Igreja Católica não é mais considerada como sendo a única verdadeira, a única fonte de salvação
- O dogma de nossa fé: "fora da Igreja não há salvação" é posto em dúvida.
- As falsas religiões são consideradas como salvíficas, ou seja, capazes de levar seus membros à salvação.
- Espalham-se ritos ecumênicos com representantes de diversas religiões.
- Firmam-se acordos absurdos com Luteranos, Anglicanos e Ortodoxos que precipitam milhares de católicos nas mãos dos hereges e cismáticos, sem que estes possam algo fazer.
- Multiplicam-se encontros ecumênicos convocados pelo Papa contrariando a doutrina de sempre da Igreja. O papa fala de um novo espírito dentro da Igreja, o Espírito de Assis, regido pelo diálogo com as outras religiões.
- O papa visita os centros religiosos de falsas religiões sem pregar a Jesus Cristo, declarando que não deseja a conversão dos hereges. Martinho Lutero é chamado de "mestre espiritual". O papa beija o Alcorão, gesto simbólico de veneração por um objeto sagrado de uma falsa religião.
- Muitos protestantes, judeus, islâmicos, são orientados pelos bispos a não mudarem de religião, mesmo quando queriam se tornar católicos.
- O papa aceita e participa de ritos pagãos em suas visitas ecumênicas: tilac, defumações, etc.

Seminários e Formação

- Abandonam o ensino de São Tomás de Aquino e dos doutores católicos.
- Passam a ensinar filosofias contrárias ao dogma católico, como o relativismo filosófico, o subjetivismo, a fenomenologia, o socialismo etc.
- Os seminários passam a ser abertos, com presença de moças, sem regime de clausura ou de internato. Muitos homossexuais são admitidos ao sacerdócio.
- Todos os dogmas católicos são subvertidos no ensino dos seminários. Por exemplo: a consagração da missa passa a ser ensinada como "narrativa". Os novos padres podem não ter mais a intenção de consagrar como a Igreja sempre entendeu, o que tornaria suas missas inválidas.
- Editoras e livrarias ditas católicas editam e difundem livros contra a Igreja, como marxismo, tarô, sincretismo etc.
- Os colégios outrora católicos ensinam doutrinas e costumes contrários à fé, destruindo nos corações das crianças o fundamento da religião. Os exemplos são inúmeros e não caberiam nesta lista.

Hierarquia e Conferências Episcopais

- O Vaticano se envolve em grande escândalo onde o Banco do Vaticano aparece ligado à loja maçônica P2.
- O papa recebe e mantém relações com a maçonaria, com terroristas assassinos, com perseguidores da Igreja.
- Muitos bispos participam de cerimônias maçônicas.
- É instaurado na Igreja o governo democrático, pelo Sínodo dos Bispos e Conferências Episcopais, contrariando a ordem monárquica de governo instituída por Nosso Senhor.
- As Conferências Episcopais formam centros de manipulação das consciências, forçando a adesão da maioria a seus projetos marxistas e revolucionários.
- O papa inicia uma revisão da noção de papado, de modo a aproximar o governo da Igreja do agrado dos protestantes.

Poderíamos ir acrescentando mais e mais escândalos, em cada uma das rubricas.


Fonte: http://www.capela.org.br/Crise/lista.htm.
* Não revisado pelo blog. a Listagem parou nisso.


*

quinta-feira, 14 de março de 2013

ANTIPAPA: A Máfia Argentina do Cardeal Bergoglio

Do Blog FRATRES IN UNUM:


A Máfia Argentina do Cardeal Bergoglio


Do blog La cigüeña de la torre chega a matéria muito interessante sobre o “modus operandi” de um dos mais importantes bispos da América Latina e, segundo algumas especulações passadas, o candidato anti-ratzinger no conclave de 2005.

Andares de Pedacchio no seu território de Paraguai

Cardeal Bergoglio - Expoente da Igreja Liberal na América Latina
Seria bom dar algum exemplo de como o Pe. Pedacchio, oficial da Congregação para os bispos, informa o Cardeal Bergoglio e manipula, segundo suas orientações, informação que é confidencial – além de, é claro, distorcer e criar evidências.

Segundo fontes fidedignas, algumas das mais recentes atividades do cardeal de Buenos Aires e dos seus minutantes1 na Cúria Romana se concentram sobre um bispo do Paraguai. Recordemos que o Paraguai é precisamente o país do qual se encarrega Pedacchio na Congregação para os Bispos.


No final do ano de 2008 se produzia uma curiosa filtragem de informação altamente confidencial. Um bispo do Paraguai, Dom Rogelio Livieres, havia entregado ao Papa uma carta pessoal e confidencial durante a visita ad limina em que destacava alguns dos problemas prementes na nomeação dos bispos deste país – um desses bispos acabava de se tornar presidente da República, contra toda a lei canônica e depois se tornou público o que os bispos paraguaios guardavam em segredo: havia tido alguns filhos ‘segundo a carne’, para usar uma expressão das Escrituras.

Esta carta, pessoal e confidencial, foi filtrada pela imprensa do Paraguai para atacar a este bispo que buscava uma melhora nas nomeações episcopais. Com grande prejuízo, é claro, para Mons. Livieres. Ninguém, salvo Livieres, conhecia o texto desta carta no Paraguai. E ele entregou apenas uma cópia ao Papa. Provavelmente foi o mesmo Pedacchio quem, como oficial encarregado do Paraguai na Congr. para os Bispos, ‘filtrou’ esta informação que estava sob segredo pontifício.

Até o momento, é o que nos informaram alguns amigos de Assunção sobre este tema. Contudo, segundo nos informamos desde Argentina e da Santa Sé, a atenção privilegiada do Cardeal Bergoglio sobre este bispo paraguaio não se desgastou com o tempo. Pelo contrário, cresceu.


Padres e seminaristas de Ciudad del Este
visitando as ruínas das missões jesuítas no país.
Para Bergoglio, do Paraguai, lhe importa sobretudo que não cresçam as vocações sacerdotais para o seminário de Ciudad del Este, que é uma verdadeira bofetada no progressismo reinante que alguns bispos paraguaios e também o mesmo Bergoglio incentivam. O que mais preocupa é que não triunfe a renovação eclesiástica e litúrgica que o Papa promove e que alguns chamam de ‘reforma da reforma’, ou seja, a vida litúrgica da Igreja conforme o estabelecido pelo Concílio Vaticano II, celebrada na dinâmica da ‘hermenêutica da continuidade’. Ele se preocupa com a forma de tantos sacerdotes jovens num contato fluído e habitual com a forma ordinária e extraordinária, algo muito pouco comum na América Latina.

A estratégia geral de Bergoglio seria desacreditar a obra de renovação eclesial encarada por Mons. Livieres, não desde a doutrina ou liturgia, onde encontra muito eco em Roma do Papa Bento XVI, mas desde os  procedimentos de promoção vocacional.

Na verdade, durante a reunião geral da O.S.A.R (Organização dos Seminários da República Argentina), em 10 de novembro de 2011, no Seminário de La Plata  (província de Buenos Aires), surgiu o tema a partir de um dos superiores do Seminário de Buenos Aires – supostamente revelando um segredo pontifício – sobre uma legislação particular que estaria sendo preparada em Roma para restringir o “trânsito” de seminaristas de um seminário para outro. Foi mencionado como exemplo um caso do Seminário de Ciudad del Este, com nome e sobrenome. Foi dito nesta reunião que a Santa Sé ‘processou’ um bispo paraguaio – leia-se Mons. Livieres – por receber um seminarista proveniente de Buenos Aires, sem haver pedido as informações canônicas, e procedendo a ordenação como diácono, também segundo eles, sem os requisitos acadêmicos.

Sejamos honestos. Ainda que Bergoglio tivesse pedido sanções para Livieres, não era necessário ir até o Paraguai – a terra vigiada por Pedacchio – para encontrar supostos exemplos destes casos. Ocorrem, de fato, com muita frequência na mesma Argentina. E não são poucos os seminaristas que fogem horrorizados do próprio seminário de Buenos Aires – e, para falar a verdade, não somente por razões litúrgicas. Por ter sido nomeado direta e publicamente este bispo, que por outra parte nos contam está oferecendo tantos frutos positivos em sua terra, quer dizer que Bergoglio e seus informantes estão querendo pelo menos desacreditá-lo, ou destruí-lo. Além da enorme injustiça que este ataque supõe para o bom nome do seminarista, que na realidade não teve nenhuma sanção disciplinar nem foi acusado de nada grave. Assim reconheceu publicamente o reitor do Seminário de Buenos Aires, Pe. Giorgi, quem, contudo, não levantou nem uma tímida voz para defendê-lo.

A coisa não terminou ai. Semanas depois, este tema foi tratado – novamente com nome e sobrenome dos ‘envolvidos’ – na reunião do Conselho Presbiteral da arquidiocese de Buenos Aires. Sempre buscando prejudicar o bom nome dos bispos que não estão bem vistos pelo Cardeal.

Alguém tem na consciência a obrigação de expressar o que tantos outros calam, por medo ou temor de ver sua carreira arruinada em represália. Tudo é conhecido na Arquidiocese de Buenos Aires. O triste é que o que surge destas fontes é distorcido, quando não mentiroso. E então é certo mais do que nunca o adágio ”de Roma viene lo que a Roma va”, uma vez que em seguida, apenas disparadas as difamações ou calúnias, informantes adestrados como Pedacchino levam o “caso” a Roma, aos “contatos” chave, para semear infâmias e pedir sanções.

Sob os grandes sinais de humildade que ostenta, Bergoglio esconde não poucos desejos de poder real. E os teve desde suas origens na Guardia de Hierro e sua antiga relação com a P22 (com sua provada relação com Almirante Massera3). A sorte do cardeal é que foi atacada nestes pontos por um jornalista chamado Verbitzky4, que foi desacreditado devido ao conhecido ódio visceral que tem contra a Igreja na Argentina. Deste modo, seu ataque a Bergoglio se afirmou tendencioso, mesmo com suas investigações sérias e bem documentadas.

O Papa e Bergoglio Quebra de sigilo pontifício
e maquinações dignas da máfia italiana.
Mas voltando sobre as aparentes preocupações de Bergoglio sobre o Seminário de Ciudad del Este, no Paraguai, surpreende tanto zelo quando o seu próprio seminário deixa tanto a desejar. É conhecido que há seminaristas de moral duvidosa que sonham em ser dirigidos espiritualmente por alguns dos menos recomendáveis bispos auxiliares do cardeal. “O Jesuíta” – como reza o título da sua autobiografia – que descuida tanto da vida espiritual e da formação do seu clero em vias de extinção, não guarda o menor pudor na hora de acusar. Sua especialidade é a acusação aos bispos por suposta homossexualidade, ou afinidade com homossexualidade, ou por proteção de homossexuais em seus seminários ou no clero. Outra das suas ferramentas é a acusação de problemas psíquicos. Tem para isto uma equipe de psiquiatras a sua disposição, que elaboram os “informes” úteis para o caso.

É uma pena que a Argentina, e em certo ponto o Paraguai e uma parte do CELAM – onde ele não está presente, mas estão os seus minutantes – tenham que pagar a conta das suas artimanhas. A próxima geração de bispos ficará comprometida por estas campanhas?

Quem quiser conhecer toda a verdade sobre Bergoglio não tem senão que reconstituir: recorrer e analisar o conjunto de informação que há sobre o cardeal – não os boatos ou denúncias anônimas, mas afirmações feitas por pastores autorizados. Só se encontrará dificuldades porque, quem trai o Papa revelando segredos pontifícios ou quem difama e calunia, também é capaz de dissipar algumas páginas ou as mesmas pastas de relatórios da Cúria Romana. No final do dia, vale tudo para torná-lo como o “Escolhido”, como o seu lema episcopal geralmente é explicado.
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1 – Minutante: Oficial da Cúria Romana encarregado de redigir as minutas, que são projetos de notas oficiais e outros documentos. É a primeira etapa no trabalho na Cúria Romana, sendo um cargo de base.
2- P2 é a designação mais comum para a Loja Maçónica italiana Propaganda Due (Propaganda Dois).
Além da Itália, a P2 também tinha atividades na Suécia no Uruguai, no Brasil e especialmente na “Guerra Suja” da Argentina (com Raúl Alberto Lastiri, Presidente por escasso período de Julho de 1973 até 12 de Outubro de 1973; Emilio Massera, que foi membro da Junta Militar de 1976 a 1978, líderada por Jorge Rafael Videla e José López Rega, Ministro das Obras Sociais no governo de Péron e fundador da Aliança Anticomunista da Argentina).
3 – Emilio Eduardo Massera (19 de outubro de 1925 – Buenos Aires, 8 de novembro de 2010) foi um militar argentino. Neto de imigrantes suíços de origen de [Chiavenna] (Italia), seguiu carreira militar na Marinha Argentina (Armada Argentina). Destacou-se entre seus colegas de arma como um hábil articulador político. Anti-peronista convicto participou do golpe que destituiu Juan Perón em 1955.Ironicamente foi promovido à almirante pelo próprio Perón após seu retorno de exílio em 1973. Após a morte do general em 1974, Massera somou-se aos conspiradores que efetuaram o golpe de estado em 24 de março de 1976 conta a presidente María Estela Martínez de Perón. Membro integrante da junta militar ao lado de Jorge Rafael Videla (Exército) e Orlando Ramón Agosti (Aeronáutica), Massera protagonizou através da Marinha Argentina uma repressão implacável aos opositores do regime, com um saldo de milhares de mortos.
4 - NdB: Horacio Verbitzsky (Buenos Aires, 11 febbraio 1942) é um jornalista e escritor argentino. É um dos principais expoentes do movimento argentino para a defesa dos direitos humanos e entre os responsávei pela seção americana de Human Rights Watch. Editorialista do jornal argentino Página/12, colabora com El País, New York Times e Wall Street Journal, e ensina na Fundación para un Nuevo Periodismo Iberoamericano, fundada por Gabriel García Márquez. Em 2005 lança o livro "A Ilha do Silêncio", sobre o papel da Igreja Católica durante o período da ditadura argentina, no qual Verbitsky, reconstroi, através de testemunhos recolhidos entre parentes de "desaparecidos", a história do campo de concentração em uma ilha do Rio Tigre, chamada El Silencio. A investigação de Verbitsky pôe em evidênciamette os bastidores das relações entre a ditadura argentina e as hierarquias eclesiásticas, chamando em causa figuras principais do Vaticano, como Paulo VI, o núncio apostólico Pio Laghi e Jorge Mario Bergoglio, futuro papa Francisco. Vide notas de Verbitzsky sobre o Antipapa Bergoglio.

Fonte: Fratres in Unum: http://fratresinunum.com/2012/01/02/a-mafia-argentina-do-cardeal-bergoglio.
Texto transcrito na íntegra. Acrescentamos apenas a nota 4
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