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segunda-feira, 3 de agosto de 2020

A teologia do santo sacrifício da Missa - O que mudou


A teologia do santo sacrifício da Missa



A “Confissão de Augsburg”, protestante, viu bem a mudança radical do novo rito da missa, ao declarar: “Nós fazemos uso das novas preces eucarísticas (católicas) que têm a vantagem de pulverizar (reduzir a pó) a teologia do Sacrifício” (“L’ Eglise d’Alsace”, dez/73 e jan/74. Apud “La Messa di Lutero”, por Dom Lefebvre).

Essas “preces eucarísticas” da missa nova, oficialmente em número de quatro, mas que já são muito mais, correspondem ao único “Cânon” da Missa tradicional. É a parte central e sacrifical da Missa, e que fica entre o “Sanctus” e o “Pater Noster”. É exclusiva do celebrante, que deve pronunciá-la em latim e em voz baixa (Concílio de Trento). Nela tem lugar a grande “Ação sacrifical de Jesus Cristo”, que Ele renova na Consagração. É através dela que Cristo se torna presente realmente, e se coloca sob as Espécies Sacramentais em estado de Vítima imolada. Aí renova Ele a oblação sacrifical que fez de si mesmo ao Pai na Cruz. E isso, em virtude da ordem (Sacramento do Sacerdócio) que deu aos Apóstolos de fazerem o mesmo que Ele tinha feito (Lc. 22,19).

É o seu ato sacrifical, que é único e uno, e que foi realizado uma vez por todas, cruentamente na Cruz, e misticamente, na última Ceia. E que, por sua ordem, de novo se torna presente, de modo místico, mas real, em cada verdadeira Missa. Assim, deu Jesus cumprimento à profecia de Malaquias: “Do nascente ao poente (...) e em todo lugar, será oferecido ao meu nome uma oblação pura” (Mal. 1,11).
 
A Santa Missa abrange ou realiza os quatro fins do Sacrifício: o LATRÊUTICO ou de adoração; o EUCARÍSTICO ou de ação de graças; o PROPICIATÓRIO ou de expiação; e o IMPETRATÓRIO ou de súplica. O fiel, unindo-se por esses atos a Jesus Cristo, que, na Missa como na Cruz, é ao mesmo tempo Sacerdote e Vítima, participa dos frutos da Redenção e cumpre os seus deveres fundamentais para com Deus. Desses frutos também participam todos os fiéis espalhados pelo mundo.
 
O caráter sacrifical da Missa católica é indicado por vários modos:
 
a) Por ser a renovação e perpetuação, de modo incruento, do Sacrifício da Cruz, o qual, por sua vez, deu cumprimento aos sacrifícios figurativos do Antigo Testamento. Jesus Cristo unificou, na Cruz e na Ceia-Missa, os vários aspectos dos sacrifícios figurativos da Antiga Aliança indicados acima (nº 4 deste).
 

quarta-feira, 13 de maio de 2020

Missa bastarda! Padres bastardos!

Um trecho autoexplicativo da homilia de Monsenhor Marcel Lefebvre na Missa em Lille, na França, no dia 29 de agosto de 1976. A santa ira movida pelo santo zelo pelas coisas de Deus inspirou esse Santo Atanásio de nossos dias contra as inovações bastardas promovidas pela vontade de dialogar com o erro. Há oito anos do nosso necessário afastamento da Neofrat de Fellay e há quase cinco anos do da Desistência de Williamson, estas palavras caem como uma espada sobre as consciências adormecidas, e algumas até mesmo vendidas, daqueles que deveriam continuar o trabalho dele, a obra dele, o bom combate de que terão que prestar contas a Deus um dia. Que a voz de Monsenhor Lefebvre ainda possa alcançar essas almas... 



MISSA BASTARDA! PADRES BASTARDOS!


Lille, França, em 29 de agosto de 1976  
Monsenhor Marcel Lefebvre 
Fundador da Fraternidade Sacerdotal São Pio X 

“Não sou mais que um bispo da Igreja Católica 
que continua a transmitir a doutrina. 
Eu penso, e isto não tardará, que poderão gravar 
sobre minha tumba estas palavras de São Paulo:
'Tradidi quod et accepi',
'Eu vos transmiti o que eu recebi', 
simplesmente isto.”


Desta união adulterina só podem advir bastardos. E quem são estes bastardos? São os nossos (novos) ritos. O rito da nova Missa é um rito bastardo. Os sacramentos são sacramentos bastardos. Não sabemos mais se são sacramentos que dão a graça ou que não a dão. Não sabemos mais se essa missa nos dá o Corpo e o Sangue de Nosso Senhor Jesus Cristo ou não (…). Os sacerdotes que saem dos seminários são padres bastardos. Não sabem mais que foram feitos para subir ao altar, para oferecer o Santo Sacrifício de Nosso Senhor Jesus Cristo e para dar Jesus Cristo às almas e para levar as almas a Jesus Cristo. Eis o que é um padre, e os nossos jovens que estão aqui o compreendem bem. Toda a vida deles é consagrada a isto, a amar, a adorar e a servir Nosso Senhor Jesus Cristo na Eucaristia, porque eles creem na presença real de Nosso Senhor Jesus Cristo na Eucaristia (…) É esta vontade de diálogo com os Protestantes que nos levou a esta missa bastarda e a estes ritos bastardos.” 

Arcebispo Dom Marcel Lefebvre.

Cf. “Écône, chaire de vérité”, Iris, 2015, pp. 997-998.  
Tradução: Giulia d’Amore. 
Aqui o discurso em francês: 
http://tradinews.blogspot.com/2016/08/mgr-marcel-lefebvre-sermon-de-la-messe.html
https://www.sspx.ca/fr/news-events/news/mgr-lefebvre-et-la-nouvelle-messe-abbé-raphaël-dabbadie-juin-2017-47409. 




segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

Padres refratários, missas juramentadas, confusão na doutrina...

Divide et impera
Postei ontem a vida de um Santo Mártir da Revolução Francesa, a revolução contra Deus por definição; bom, todas as revoluções são contra Deus, mas esta o é de uma maneira bem particular. Oficialmente ainda apenas um "Beato" para a Igreja, o Pe. Nöel Pinot é, sem dúvidas, um Santo, por ter morrido mártir. Ele é conhecido também como Mártir de Vandéia e Mártir de Angers. Eu o aclamaria o "martelo da missa nova e dos missanoveiros".

O exemplo deste Santo Sacerdote é pontual e é atual. Padre Pinot morreu por se recusar a prestar juramento à Revolução, o que significaria um ab-juramento da Fé Católica: a apostasia. Seu crime: "fanatismo religioso". Sua pena: a guilhotina. Era chamado de Padre "refratário", por causa de sua recusa em prestar o tal juramento.  


Os padres que cediam e faziam o juramento eram chamados "juramentados". Daí o termo: missa juramentada. 

Exemplo pontual e atual, porque vivemos em tempos revolucionários. Como se sabe, o Concílio Vaticano II é a "Revolução na Igreja", ou "o 1798 da Igreja", o que significará necessariamente que a "missa nova", o "Novus Ordo Missae" engendrado pelo CVII se equipara à "missa juramentada" dos padres que traíram a Fé por medo, por conveniência, por tibieza etc.  



sábado, 2 de janeiro de 2016

PODE HAVER MILAGRES FORA DA IGREJA CATÓLICA? - SERMÃO E CATEQUESE DO REV. PE. CARDOZO

Sermão e catequese após a Missa do dia 30/12/2015 em Ipatinga/MG - Rev. Padre Ernesto Javier Cardozo (respostas à polêmica criada "se pode haver milagres fora da Igreja Católica")



O SERMÃO 



Se não abrir, clique aqui: https://youtu.be/lXAO5YeEvSo


CATEQUESE PÓS MISSA


Se não abrir, clique aqui: https://youtu.be/nS7C9ysxsR8.



Seria útil para as almas assistir a este outro vídeo de Pe. Cardozo, de 25/08/2012

MISSA DE SEMPRE X MISSA NOVA




Se não abrir, clique aqui:  https://youtu.be/TmHRxGTcW8A.





quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

¿Hay milagros fuera de la Iglesia Católica? ¡…la cereza del pastel!

"Aunque la verdad de los hechos resplandezca, siempre se batirán los hombres en la trinchera sutil de las interpretaciones". (San Gregório Magno)


* * *




¿Hay milagros fuera de la Iglesia Católica?

¡…la cereza del pastel!
  


En una de nuestras misiones, al fin de la misa, hice la siguiente pregunta: “Puede Dios hacer milagros fuera de la Iglesia católica?”... Y un joven gaucho, sin muchos estudios, más aplicando el sentido común más elemental, contesta, “¡No!”

Vuelvo a preguntar: “y... ¿por qué no?”…, “porque la única Iglesia verdadera es la católica, ¡y si Dios hiciera milagros en otra se contradeciría¡”.

¡Magnífica respuesta de un sencillo, que aún razona!

Mas no son pocos los que no tienen o no desean aplicar el sentido común, y desean buscar la quinta pata al gato y, no contentos con los argumentos dados días atrás, precisan de más razonamientos…

Pasemos a los principios…

quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

Existem milagres fora da Igreja Católica? ...A cereja do bolo!

"Ainda que a verdade dos fatos resplandeça, os homens sempre se baterão na trincheira sutil das interpretações." (São Gregório Magno)


* * *



Existem milagres fora da Igreja Católica?

...A cereja do bolo!



Em uma de nossas missões, no final da Missa, eu fiz a seguinte pergunta: “Será que Deus pode fazer milagres fora da Igreja Católica?”... E um jovem rapaz, sem muitos estudos, mas aplicando o mais elementar bom senso, respondeu, “Não!”.

Volto a perguntar: “E ... por que não?”...  “Porque a única Igreja verdadeira é a Católica, e se Deus fizesse milagres em outra estaria se contradizendo!”.

Magnífica resposta de homem simples, que ainda raciocina!

Mas não são poucos os que não têm ou não desejam aplicar o bom senso, e desejam encontrar a quinta perna do gato (1), e, não contentes com os argumentos dados dias atrás, precisam de mais argumentações...

Passemos aos princípios...

quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

PODE HAVER MILAGRES FORA DA IGREJA CATÓLICA?


PODE HAVER MILAGRES FORA DA IGREJA CATÓLICA?




Por causa dos 3 últimos Eleyson, desatou-se uma polêmica que pode se concentrar sobre a questão: Pode haver milagres na Igreja pós-conciliar?



É interessante notar que os modernistas são sumamente propensos a negar os milagres das Sagradas Escrituras, dos Santos etc. (Dz 1707 – 1813), mas quando se trata de “milagres” que favorecem as canonizações de seus santos, os “milagres” operados dentro de grupos carismáticos, como curas, dons de verborragia indecifráveis, ou “milagres eucarísticos” ocorridos em missas novas, como o de Lourdes, Florência, Portugal ou Buenos Aires, aquela rejeição ao sobrenatural se esvai, deixando crescer uma suma credibilidade; sobre isto devemos recordar que “...surgirão falsos Cristos, (eucarísticos também?)... e obrarão grandes sinais e prodígios, até enganar (se for possível) até aos escolhidos. Já estais prevenidos (Mat. 24-20ss). Portanto, toda prevenção é pouca neste tempo que vivemos, e dar crédito fácil a aparições e pseudo-milagres é, pelo menos, uma imprudência grave.


quarta-feira, 12 de novembro de 2014

Um exemplo histórico de prudência e de discernimento - São Vianney e as missas juramentadas!

Um argumento sólido para não se frequentar as Missas de padres “juramentados”, retirado do site da Neo-FSSPX em São Paulo.


Para reflexão dos que amam a Missa de sempre. 

[Esta é uma republicação. Já publicado aqui]



Um exemplo histórico de prudência e de discernimento


O Cura dArs, São João Batista Maria Vianney (1786-1859)




CAPITULO II – UM PASTORZINHO DURANTE O TERROR (1793-1794)


Os Vianney na Missa do padre juramentado – A santa indignação de Maria Vianney – João Maria e os padres fiéis – A Missa nas granjas.

Em janeiro de 1791, época em que a Constituição Civil entrou a vigorar na comarca de Lion, João Maria ainda não tinha completado cinco anos. O Pe. Jacques Rey, cura de Dardilly durante 39 anos, cometera a fraqueza de prestar o juramento cismático. Mas, a dar-se crédito às tradições locais, esclarecido pelo exemplo do coadjutor e dos colegas vizinhos, que haviam recusado o tal juramento, não tardou muito em compreender e detestar sua falta. Permaneceu ainda por algum tempo na paróquia celebrando a Missa numa casa particular, retirando-se depois para Lion. Mais tarde teve que exilar-se na Itália.

Se a saída do Pe. Rey não passou despercebida, Dardilly contudo não foi perturbada ao ponto que se poderia esperar. A igreja continuou aberta, pois veio outro sacerdote, enviado pelo novo bispo de Lion, um certo Lamourette, amigo de Mirabeau[1], nomeado pela Constituição, sem mandato de Roma, em lugar do venerável Monsenhor Marbeuf. O novo cura e o novo Bispo haviam prestado o juramento; mas, como poderia suspeitar a boa gente de Dardilly que a Constituição Civil, da qual ignoravam, talvez, o próprio nome, pudesse conduzi-los ao cisma e à heresia? Nenhuma mudança aparente se havia operado, quer nas cerimônias, quer nos costumes paroquiais [como ocorreu com a missa nova pós-conciliar]. Aqueles simples de coração assistiram por algum tempo sem escrúpulos à Missa do “padre juramentado”. Do mesmo modo procedeu com toda a boa fé Mateus Vianney, a esposa e seus filhos. (A transição do culto católico ao constitucional se fez em muitas paróquias sem violência visível).

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Uma análise sobre Bergoglio e suas declarações

Eu realmente estou assoberbada para ter um tempinho para analisar a JMJ Rio 2013, que não fiz questão de acompanhar, mas que fez questão de me cair diante dos olhos algumas vezes. Por isso, publicarei todos os textos que os bons católicos se deram ao trabalho de escrever. Eu tive tempo, apenas, de colecionar tudo o que ele disse durante esse evento ecumênico e anticatólico, que culminou com ultrajes e blasfêmias diante dos "católicos" que assistiram calados, "dando exemplo de civilidade e respeito à opinião alheia, fazendo com que a opinião pública se colocasse contra as vadias" (sic! eu li algo assim, na net!!!). Esta "coleção" foi publicada no Pale, mas percebe-se que há diferença entre os textos apresentados pela mídia (que os transcreveu dos discursos ao vivo que gravaram) e os que foram publicados pelo Vaticano. Não li todos, nem os comparei, apenas registro o que observei em alguns textos. Veja aqui.



Francisco I contra Pio XI

“Se falei mal, prova-o, mas se falei bem, por que me bates?” (São João XVIII,23)






Prezados amigos,

Salve Maria!

Assistimos estarrecidos a visita do Papa Francisco ao Brasil, suas declarações midiáticas, controversas e divorciadas do catolicismo. A dita Jornada Mundial da Juventude, que todos nós sabemos ser um evento não-católico, só deixou desolação na Terra de Santa Cruz, aos católicos, e muita euforia e festa aos dissidentes do catolicismo.

quinta-feira, 20 de junho de 2013

Missa Nova ou Missa Tradicional?

Artigo do então Padre Rifan.


Há muitos católicos, aliás no mundo inteiro, que dizem não poder, em consciência, aceitar a Missa Nova.


Missa Tradicional
Missa Tradicional: Voltada para a adoração a Deus, o princípio e o fim do Sacrifício,
diante do qual todos os homens se humilham e descem dos seus pedestais.
Para Deus se há de dar o melhor: a melhor arte, os melhores paramentos,
as melhores intenções, a maior preocupação em fazer tudo para dar a ele
um sacrifício o mais digno de sua glória possivel, dentro da capacidade humana.


Contra eles, costuma-se dar três objeções:

1ª. A Missa Nova na verdade é a mesma Missa de sempre. Não há portanto razão para recusá-la;
2ª. O Papa mandou explicitamente a Missa Nova. Ora, os fiéis devem obedecer ao Papa, mesmo quando não fale “ex-cathedra”;
3ª. O Papa, apesar de não usar neste caso a sua infalibilidade, não poderia errar em matéria tão grave.

RESPOSTAS

1ª. OBJEÇÃO: A Missa Nova é a MESMA Missa de sempre.

 
É melhor deixar responder a isto a próprio Mons. Aníbal Bugnini, então secretário da Congregação do Culto Divino, o grande mentor da Missa Nova: “Não se trata apenas de retoques numa obra de grande valor, mas às vezes é preciso dar estruturas novas a ritos inteiros. Trata-se de uma RESTAURAÇÃO FUNDAMENTAL, eu diria quase uma MUDANÇA TOTAL e, para certos pontos, de uma verdadeira NOVA CRIAÇÃO” (Doc. Cat. n.º 1493, 7/5/1967). Por estas palavras se vê que a Missa Nova já não é a mesma Missa Tradicional.

Aliás, se é a mesma coisa, então por que criticar e até perseguir os que querem ser fiéis à Missa Tradicional?

2ª. OBJEÇÃO: O Papa MANDOU explicitamente a Missa Nova.


Antes de responder, gostaria de fazer quatro perguntas a quem fizesse essa objeção:


a) Um Papa pode entrar em DESACORDO com a TRADIÇÃO?
b) Se um Papa estiver em desacordo com a TRADIÇÃO, a quem devemos seguir, ao Papa ou à Tradição?
c) Um Papa pode terminar FAVORECENDO UMA HERESIA?
d) Se o Papa favorece a heresia, neste caso o que se deve fazer: obedecer ao Papa e favorecer a heresia ou conservar a Fé intacta?

Existem graves razões de Fé para não se aceitar a Missa Nova.

A Igreja condenou os erros protestantes. Definiu, com infalibilidade, dogmas de Fé sobre a PRESENÇA REAL de Jesus Cristo na Ssma. Eucaristia, sobre o SACERDÓCIO HIERÁRQUICO distinto do dos simples fiéis, sobre o SANTO SACRIFÍCIO DA MISSA.
A Igreja condenou aqueles que dizem que Missa deve ser celebrada só em vernáculo (em português) (Concílio de Trento).
A Igreja reprovou os que querem que a Congregação seja em voz alta (Concílio de Trento e Pio VII).
A Igreja reprovou o altar em forma de mesa (Pio XII).

Ora, na Missa Nova, OS ERROS QUE A IGREJA ME ENSINOU A REPROVAR agora são tidos como certos e aprovados. E mais. Os dogmas de fé acima citados, não são mais tão explícitos como o eram na Missa Tradicional, e isso é tão evidente que os Protestantes, que jamais toleraram a Missa Tradicional (Lutero a chamava de abominável), afirmaram que, com a Missa Nova, TEOLOGICAMENTE É POSSÍVEL que eles celebrem a sua ceia com as mesmas orações da liturgia reformada da Igreja Católica (cf. Max Thurian, La Croix, 30/5/1969). Não é sintomático?!

Será que podemos conservar a fé e agradar a Deus, oferecendo-lhe um culto assim ambíguo, que agrada também aos seus inimigos, e fazer deste culto o centro de nossa vida, como deve ser a Santa Missa?

Pode uma autoridade, por suprema que seja, nos impor algo que é contra a nossa Fé e que é ofensivo a Deus, Nosso Senhor?

Eis o dilema para todo bom católico: ou sacrificar a Fé e a Tradição em nome da obediência, ou manter-se firme na Fé e na Tradição, obedecendo ao que foi sempre ensinado pela Santa Igreja, e por isso ser taxado de rebelde e de desobediente!

São Paulo já nos advertiu: “Mas, ainda que nós mesmos ou um anjo do Céu vos anuncie um Evangelho diferente daquele que vos tenho anunciado, seja anátema.” (Gal. 1,8)

Não se trata de desobediência ou de rebeldia. Trata-se de FIDELIDADE E LEALDADE à Fé do nosso Batismo, e, portanto, à cátedra de Pedro e à Santa Igreja.

Pode-se cair em heresia ou favorecer a ela por palavras ou por atos. E os hereges sempre procuraram manifestar na liturgia os seus erros. Assim, por exemplo, no tempo da heresia monofisita, que negava as duas naturezas em Jesus Cristo, os hereges, quando celebravam a Missa, não colocavam a gotinha de água no vinho no ofertório, porque isto significa também a natureza humana de Cristo unida à natureza divina. Se um padre, naquela época, celebrasse a Missa assim, estaria fazendo, por este simples gesto, uma profissão de fé herética, terrivelmente ofensiva a Deus. E nenhuma autoridade poderia obrigá-lo a tal, porque era uma questão de fé. 


Missa Nova: de pobreza visual que revela a mesquinhez do homem moderno, que dessacraliza
o ambiente, oferece um culto fingidamente pobre, uma oferta inferior, e de costas para o
crucifixo. No fundo desprezam A CRUZ, e voltam-se para si mesmos, fecham-se como num círculo
de frente para a assembléia dos fiéis, como se Deus saísse do povo, e não das palavras da
Consagração dos Ministros ordenados. Nesta foto se vê como reservaram para a Santa Missa
o pior altar, a pior arte, os piores paramentos, até mesmo a pior pavimentação…
Não se trata de imitação da pobreza cristã, mas de uma religião “básica”, descartável,
moldável a qualquer temperamento, digerível por qualquer pessoa, agradável a qualquer homem. É a religião
onde o homem se tornou tão grande que Deus está simbolicamente de lado, e o padre lhe vira as costas
para se banquetear numa mesa, ao invés de humilhar-se ante a majestade divina, num altar-calvário…

O Papa Leão XIII afirmou na encíclica “Satis Cognitum”: “Nada poderia ser mais perigoso que estes hereges que, conservando em tudo o mais a integridade da doutrina, por uma só palavra, como por uma só gota de veneno, corrompem a pureza e a simplicidade da Fé que nós recebemos da Tradição de Nosso Senhor e, depois, dos Apóstolos.”

A OBEDIÊNCIA é uma virtude moral, inferior à Fé, que é uma virtude teologal. A obediência está condicionada à Fé. A Fé não tem limites. A obediência os tem. Obedecer é fazer a vontade de Deus, expressa na vontade dos superiores representantes de Deus. Mas se a ordem dos superiores se revela em contradição com a vontade de Deus, então vale aplicar a frase de São Pedro: “É preciso obedecer a Deus antes que aos homens” (Atos, 5,29). Assim, o 4º Mandamento manda ao filho obedecer aos pais. Mas se o pai lhe manda algo contra a vontade de Deus, o filho não deve fazer o que o pai lhe ordena, E PECA SE O FIZER.

3ª OBJEÇÃO: O Papa, apesar de NÃO EMPENHAR neste caso a sua INFALIBILIDADE, NÃO PODERIA ERRAR em matéria tão grave.


Os que afirmam que o Papa, fora do campo da infalibilidade, não pode errar, apesar de ser matéria muito grave, estão afirmando mais do que o Concílio Vativano I afirmou, mais do que Pio IX definiu. Estão querendo, segundo disse alguém, saber mais do que o Papa, ser mais católicos que o Papa. Pois se o Concílio definiu OS CONTORNOS dentro dos quais não há possibilidade de erro, querer ampliar por conta própria estes contornos, é querer saber mais do que o Papa e a Igreja.

Aliás, isso seria contraditório com a HISTÓRIA DA IGREJA. Por exemplo, o Papa Honório I, em matéria muito grave e que interessava à Igreja toda, pois era uma decisão em assunto de heresia, ao dar uma ordem, falhou e foi anatematizado por um Papa posterior, porque favoreceu a heresia.

Portanto, nas coisas em que o Papa não é infalível, ele normalmente não erra, mas pode errar. Qual é o critério que nos ilumina sempre: a TRADIÇÃO. O que for de acordo com a Tradição da Igreja é certo. O que não for é falso. Foi por esta razão que o Papa Honório foi anatematizado. Eis as palavras de São Leão II, Papa: “Anatematizamos Honório, que não ilustrou esta Igreja Apostólica com a doutrina da TRADIÇÃO apostólica, mas permitiu, por uma traição sacrílega, que fosse maculada a Fé imaculada (“…”) da TRADIÇÃO apostólica, que recebera de seus predecessores”. “… Não extinguiu, como convinha à sua Autoridade Apostólica, a chama incipiente da heresia, mas a FOMENTOU por sua negligência” (Denz-Sch. 563 e 561). Do mesmo modo o VI Concílio Ecumênico rejeitou de modo absoluto e execrou como nocivas às almas (sic) as cartas do Papa Honório, por ter “verificado estarem elas em inteiro desacordo” com a Tradição.

Eis porque o Concílio Vaticano I definiu: “O Espírito Santo não foi prometido aos sucessores de São Pedro para que estes, sob a revelação do mesmo, pregassem uma nova doutrina, mas para que, com sua assistência, CONSERVASSEM SANTAMENTE e expusessem fielmente o depósito da Fé, ou seja, a revelação herdada dos Apóstolos”. (D. 3070).
“Virgem Mãe de Deus Maria,
Que sozinha destruístes todas as heresias no mundo inteiro,
Rogai pelo povo, intercedei pelo clero.”

Fonte: Regi Saeculorum.

sábado, 9 de março de 2013

Declaração Doutrinal que Mons. Fellay enviou ao Cardeal Levada

"A sensatez é fonte de vida para quem a possui, mas a estupidez é a escola dos tolos" (Provérbios 16, 22).


A traição, pelo próprio punho do traidor



O preâmbulo finalmente veio a público. Teríamos um “corvo” benfazejo provocando um FSSPXleaks? Que Deus o abençoe!

Não posso, contudo, pedir bençãos para d. Fellay, que se revela um traidor insano. Não só aceitou o CVII, como aceitou o culto protestantante conhecido como "Missa Nova", para além do que exigia o Motu Proprio: "Nós declaramos reconhecer a validade do Sacrifício da Missa e dos Sacramentos celebrados com a intenção de fazer o que a Igreja faz em conformidade com os ritos indicados nas edições típicas do Missal Romano e dos Rituais dos Sacramentos promulgados pelos Papas Paulo VI e João Paulo II" (Ítem 7).

Neste momento, estou verdadeiramente exausta. Passei o dia abastecendo o blog com notícias relevantes, e que agora parecem tão irrelevantes... Nestes últimos dias os eventos foram se multiplicando, tic-tac dom Fellay, as Calendas estão chegando. Já não é mais um padre solitário e “descontente” que brada no deserto e ninguém o ouve. O rei está nu, e até o mais tonto já não pode mais negá-lo! E o um virou três e veio + um + dois + mais... 37. Agora até a ala feminina da Obra de Monsenhor compreendeu que algo não vai bem, que se trata de mentiras atrás de mentiras, palavras ambíguas, conversas diferentes aqui (na FSSPX) e lá (com os apóstatas): é, sim, um acordo prático, com todas as letras!

O blog Non Possumus comenta, ao final da publicação: "Esperamos con impaciencia las explicaciones de la Casa general que aparecerán en el próximo 'Cor Unum', prometido por el Padre Thouvenot en su carta circular del 7 de marzo de 2013". Nós também esperamos.  

Leiam o texto, e que cada um faça devidamente uso da razão para compreender do que se trata. Mas, cuidado! A leitura exige estômago. A traição está cabalmente demonstrada. O faniquito que o Superior da Neo-FSSPX teve com a surpresa da abdicação de Bento XVI agora faz sentido! Depois de ter-se rebaixado tanto, não quereria correr o risco de outro Papa - quiçá um progressista - pôr tudo a perder. 

E nem me digam, os saduceus que ele não entregou, ou que ele mudou de ideia, ou que ele não quer mais... Ele desejou isso, escreveu isso, e ao escrevê-lo já estava jurando! Mas ele o entregou, e ainda assim foi recusado por Roma. Roma queria mais! E isso foi a 15 de abril de 2012, quase um ano!!! Quase um ano que ele traiu, OFICIALMENTE E POR ESCRITO, Mons. Lefebvre, a causa, os seus subordinados, as comunidades amigas, os fieis. A Fé. E, parafraseando a madre carmelita alemã, ele já não é mais amigo da Fé. O pior é que, em 8 de Setembro de 2012, Mons Williamson, em seu Comentários Eleison de n. CCLXIX, denunciava isso. E muitos padres (e fieis) o taxaram de louco! Quem é o louco agora? Não vou reproduzir o texto aqui, porque estou exausta e já foi publicado. Leiam aqui. Mas ressalto que, acerca do preâmbulo, nos disseram, nas capelas e centros de Missa da FSSPX, que "estabeleceu princípios católicos que todas as autoridades da FSSPX poderiam subscrevê-lo". Eu pergunto às "autoridades da FSSPX": os senhores subscrevê-lo-iam? 

De minha parte, vou continuar rezando para que alguns padres que eu particular e sinceramente admirava e respeitava tenham a coragem que tiveram os confrades que os antecederam, os quais, além de perceberem o que “vós mesmos percebestes”, ousaram abraçar a verdade, para não ter nada o que temer naquele Dia em que prestaremos contas de nossos atos, omissões e pensamentos. ESTO VIR, padres do Brasil! Até as carmelitas tiveram mais hombridade. E isso é fácil quando se sabe qual é a verdade, o que é obediência verdadeira, qual a razão de ser da FSSPX, segundo o desejo de seu Fundador. Não posso crer que algum desses padres assinaria esse documento. Estaria vendendo a alma ao diabo.

G.




Declaração Doutrinal de 15 de abril que Mons. Fellay enviou ao Cardeal Levada


I. Nós prometemos ser sempre fiéis à Igreja Católica e ao Romano Pontífice, seu Supremo Pastor, Vigário de Cristo, Sucessor de Pedro e cabeça do Corpo dos Bispos.

II. Nós declaramos aceitar os ensinamentos do Magistério da Igreja em matéria de fé e de moral, dando a cada afirmação doutrinal o grau de adesão exigido, conforme a doutrina contida no nº 25 da Constituição Dogmática Lumen Gentium do Concílio Vaticano II1.

III. Em particular:

1. Nós declaramos aceitar a doutrina sobre o Pontífice Romano e sobre o Colégio dos Bispos, com seu cabeça, o Papa, ensinada pela Constituição Dogmática Pastor Aeternus do Concílio Vaticano I e pela Constituição Dogmática Lumen Gentium do Concílio Vaticano II, capítulo 3 (De constitutione hierarchica Ecclesiæ et in specie de episcopatu), explicada e interpretada pela Nota Explicativa Prævia a esse mesmo capítulo.

2. Nós reconhecemos a autoridade do Magistério, o único ao qual foi confiado o encargo de interpretar autenticamente a Palavra de Deus escrita ou transmitida2 dentro da fidelidade à Tradição, recordando que “o Espírito Santo não foi prometido aos sucessores de Pedro para que eles dessem a conhecer, por revelação Sua, uma nova doutrina, mas para que com Sua assistência eles guardem santamente e exprimam fielmente a revelação transmitida pelos Apóstolos, ou seja o depósito da fé”3.

3. A Tradição é a transmissão viva da Revelação “usque ad nos”4  e a Igreja, na sua doutrina, na sua vida e no seu culto, perpetua e transmite a todas as gerações aquilo que ela é e tudo o que ela crê. A Tradição progride na Igreja com a assistência do Espírito Santo5, não como uma novidade contrária6, mas por uma melhor compreensão do depositum fidei7.


4. A inteira Tradição da fé católica deve ser o critério e o guia para a compreensão dos ensinamentos do Concílio Vaticano II, o qual por sua vez esclarece – ou seja, aprofunda e explicita ulteriormente – certos aspectos da vida e da doutrina da Igreja, nela implicitamente presentes ou ainda não formulados conceitualmente8.

5. As afirmações do Concílio Vaticano II e do Magistério pontifício posterior relativas à relação entre a Igreja Católica e as confissões cristãs não-católicas, e também ao dever social de religião e ao direito à liberdade religiosa, cuja formulação é dificilmente conciliável com as afirmações doutrinais precedentes do Magistério, devem ser compreendidas à luz da Tradição inteira e ininterrupta, de maneira coerente com as verdades precedentemente ensinadas pelo Magistério da Igreja, sem aceitar nenhuma interpretação dessas afirmações que possa levar a expor a doutrina católica em oposição ou em ruptura com a Tradição e com este Magistério.

6. É por essa razão que é legítimo promover, mediante uma discussão legítima, o estudo e a explicação teológica de expressões e de formulações do Concílio Vaticano II e do Magistério subsequente, nos casos em que elas não pareçam conciliáveis com o Magistério anterior da Igreja9.

7. Nós declaramos reconhecer a validade do Sacrifício da Missa e dos Sacramentos celebrados com a intenção de fazer o que a Igreja faz em conformidade com os ritos indicados nas edições típicas do Missal Romano e dos Rituais dos Sacramentos promulgados pelos Papas Paulo VI e João Paulo II.

8. Seguindo os critérios enunciados acima (III, 5), bem como o Cânon 21 do Código, nós prometemos respeitar a disciplina comum da Igreja e as leis eclesiásticas, especialmente aquelas que estão contidas no Código de Direito Canônico promulgado pelo Papa João Paulo II (1983) e no Código de Direito Canônico das Igrejas Orientais promulgado pelo mesmo Pontífice (1990), ficando salva a disciplina que será concedida à Fraternidade Sacerdotal São Pio X por uma lei particular.

Fonte original: http://tradinews.blogspot.com.br/2013/03/la-sapiniere-declaration-doctrinale-du.html

Tradução de Felipe Coelho: FRATERNIDADE SACERDOTAL DE S. PIO X, Declaração Doutrinal de 15 de Abril de 2013; trad. br. por F. Coelho, São Paulo, mar. 2013, blogue Acies Ordinata, http://wp.me/pw2MJ-1Fh
Não revisado pelo Pale Ideas.

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1.  Cf. também a Nova Fórmula da Profissão de Fé e do Juramento de Fidelidade para assumir um ofício exercido em nome da Igreja, de 1989; cf. CIC cânones 749; 750, 1 e 2; 752; CCEO cânones 597; 598, 1 e 2; 599
2.  Cf. Pio XII, Encíclica Humani Generis.
3.  Vaticano I, Constituição Dogmática Pastor Aeternus, Dz. 3070.
4.  Concílio de Trento, Dz. 1501: “Toda verdade salutar e toda regra moral (Mt. XVI, 15) estão contidas nos livros escritos e nas tradições não escritas que, recebidas pelos Apóstolos da boca do próprio Cristo ou transmitidas como que de mão em mão pelos Apóstolos sob o ditado do Espírito Santo, chegaram até nós.”
5.  Cf. Concílio Vaticano II, Constituição Dogmática Dei Verbum, 8 e 9, Dz. 4209-4210.
6.  Vaticano I, Constituição Dogmática Dei Filius, Dz. 3020: “Assim, sempre se deve conservar o sentido dos dogmas que a Santa Madre Igreja determinou de uma vez por todas, e jamais se afastar dele sob pretexto e em nome de uma inteligência mais elevada desses dogmas. Cresçam, pois, e se multipliquem abundantemente, tanto em cada um como em todos, tanto nos homens como em toda a Igreja, ao longo das idades e dos séculos, a inteligência, a ciência e a sabedoria; mas somente no gênero que lhes convém, isto é, na unidade do dogma, do sentido e da maneira de ver (S. Vicente de Lérins, Commonitorium, 28).”
7.  Vaticano I, Constituição Dogmática Dei Filius, Dz. 3011; Juramento Antimodernista, nº 4; Pio XII, Carta Encíclica Humani Generis, Dz. 3886; Concílio Vaticano II, Constituição Dogmática Dei Verbum, 10, Dz. 4213.
8.  Como, por exemplo, o ensinamento da sacramentalidade do episcopado em Lumen Gentium, nº 21.
9.  Encontra-se um paralelo na história com o Decreto para os Armênios do Concílio de Florença, no qual a entrega dos instrumentos era indicada como matéria do Sacramento da Ordem. Sem embargo, os teólogos discutiam legitimamente, mesmo após este decreto, acerca da exatidão de uma tal afirmação; finalmente, a questão foi resolvida de outro modo pelo Papa Pio XII. 



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quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

FÉ CATÓLICA: Quando não se tem nem Missa nem Sacramentos

Garimpado na web, este texto traz consolo aos que se sentem ameçados pela ausência da Missa e dos Sacramentos. São tempos confusos e de treva os que nós vivemos. Estamos no fim dos tempos? Não sei ao certo, nem creio que devamos nos preocupar com isso. Devemos, sim, obedecer a Nossa Senhora que, em Fátima, nos deu o remédio para nossos males: Sem Missa? Rezem o Rosário! Refugiem-se no Imaculado Coração de Maria!

 

Para aqueles que não têm Missas


Nossa angústia permanece por nossos filhos e amigos exilados de centros tradicionalistas nos quais a Missa tradicional é preservada; aqueles que são obrigados, por circunstâncias várias, a viver longe de padres tradicionalistas e de sacramentos; nossa angústia perene por milhões de fiéis católicos (ou já ex-católicos) que perderam há muitos anos o contato com ambientes de fé e sacramentos preservados, sobretudo pela observância tradicional, por padres formados como sempre o foram pela Igreja Católica, idêntica a si mesma pelos séculos afora, essa angústia que nos acompanha sempre, filhos enjeitados por hierarcas furiosamente obstinados contra nós, levou-nos à surpreendente observação relativa às palavras de Nossa Senhora em Fátima, como relata Irmã Lúcia, em entrevista, ao Padre Fuentes conforme relato publicado no “O Cruzado de Fátima” (versão em inglês) de Fevereiro/Abril de 1986:

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

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