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sexta-feira, 16 de junho de 2017

Islã: um memorando de São João Bosco

Hoje, reproduzo uma página do Tratado Popular sobre a Verdadeira Religião sob o título de “O Católico educado em sua religião: Colóquios de um pai de família com seus filhos segundo as necessidades do tempo, com epílogo do Sacerdote João Bosco” (1853) para fazer um esclarecimento bastante necessário nestes tempos em que vivemos. O texto completo, em italiano, tirado das obras completas do grande santo, pode ser descarregado em PDF clicando aqui: “O católico instruido em sua religião” (“Il cattolico istruito nella sua religione”)

Trata-se do Diálogo XIII, que se dá entre um pai de família preocupado com a salvação das almas dos filhos e o filho mais velhos, que fala em nome de todos os outros irmãos: 


São João Bosco. Diálogo XIII. O Maometanismo.


Pai – Sem dúvida, não há ciência mais importante para um católico do que aquela que o instrui na sua religião. Ciência importante e, ao mesmo tempo, muitíssimo consoladora, porque tem uma base tão certa e tão clara, que todos os seus relatos nos fazem reconhecer o concurso da Onipotência divina.

Esta religião de Jesus Cristo, que se conserva somente na Igreja Católica Romana, segundo as palavras do mesmo Salvador, vai ser perseguida de alguma forma, mas jamais vencida.

Em todos os tempos, em meio às perseguições mais sangrentas, Ela soube conservar-se qual imóvel coluna, sempre gloriosa, sempre visível, sempre vitoriosa, sem nunca utilizar outra arma senão a da caridade e da paciência.

Esta sua invariabilidade, conservada desde os tempos de Jesus Cristo até nós, não pode ser atribuída senão à Onipotência divina. 

Estabelecidos assim os fundamentos da nossa Santa Religião Católica, quero entretê-los um pouco mais sobre alguns acontecimentos curiosos: refiro-me àquelas religiões que eram unidas à Igreja Católica e que depois de algum tempo se separaram.

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Uma análise sobre Bergoglio e suas declarações

Eu realmente estou assoberbada para ter um tempinho para analisar a JMJ Rio 2013, que não fiz questão de acompanhar, mas que fez questão de me cair diante dos olhos algumas vezes. Por isso, publicarei todos os textos que os bons católicos se deram ao trabalho de escrever. Eu tive tempo, apenas, de colecionar tudo o que ele disse durante esse evento ecumênico e anticatólico, que culminou com ultrajes e blasfêmias diante dos "católicos" que assistiram calados, "dando exemplo de civilidade e respeito à opinião alheia, fazendo com que a opinião pública se colocasse contra as vadias" (sic! eu li algo assim, na net!!!). Esta "coleção" foi publicada no Pale, mas percebe-se que há diferença entre os textos apresentados pela mídia (que os transcreveu dos discursos ao vivo que gravaram) e os que foram publicados pelo Vaticano. Não li todos, nem os comparei, apenas registro o que observei em alguns textos. Veja aqui.



Francisco I contra Pio XI

“Se falei mal, prova-o, mas se falei bem, por que me bates?” (São João XVIII,23)






Prezados amigos,

Salve Maria!

Assistimos estarrecidos a visita do Papa Francisco ao Brasil, suas declarações midiáticas, controversas e divorciadas do catolicismo. A dita Jornada Mundial da Juventude, que todos nós sabemos ser um evento não-católico, só deixou desolação na Terra de Santa Cruz, aos católicos, e muita euforia e festa aos dissidentes do catolicismo.

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