Hoje, reproduzo uma página do Tratado Popular sobre a Verdadeira Religião sob o título de “O Católico educado em sua religião: Colóquios de um pai de família com seus filhos segundo as necessidades do tempo, com epílogo do Sacerdote João Bosco” (1853) para fazer um esclarecimento bastante necessário nestes tempos em que vivemos. O texto completo, em italiano, tirado das obras completas do grande santo, pode ser descarregado em PDF clicando aqui: “O católico instruido em sua religião” (“Il cattolico istruito nella sua religione”).
Trata-se do Diálogo XIII, que se dá entre um pai de família preocupado com a salvação das almas dos filhos e o filho mais velhos, que fala em nome de todos os outros irmãos:
Pai – Sem dúvida, não há ciência mais importante para um católico do que aquela que o instrui na sua religião. Ciência importante e, ao mesmo tempo, muitíssimo consoladora, porque tem uma base tão certa e tão clara, que todos os seus relatos nos fazem reconhecer o concurso da Onipotência divina.
Esta religião de Jesus Cristo, que se conserva somente na Igreja Católica Romana, segundo as palavras do mesmo Salvador, vai ser perseguida de alguma forma, mas jamais vencida.
Em todos os tempos, em meio às perseguições mais sangrentas, Ela soube conservar-se qual imóvel coluna, sempre gloriosa, sempre visível, sempre vitoriosa, sem nunca utilizar outra arma senão a da caridade e da paciência.
Esta sua invariabilidade, conservada desde os tempos de Jesus Cristo até nós, não pode ser atribuída senão à Onipotência divina.
Estabelecidos assim os fundamentos da nossa Santa Religião Católica, quero entretê-los um pouco mais sobre alguns acontecimentos curiosos: refiro-me àquelas religiões que eram unidas à Igreja Católica e que depois de algum tempo se separaram.
Trata-se do Diálogo XIII, que se dá entre um pai de família preocupado com a salvação das almas dos filhos e o filho mais velhos, que fala em nome de todos os outros irmãos:
São João Bosco. Diálogo XIII. O Maometanismo.
Pai – Sem dúvida, não há ciência mais importante para um católico do que aquela que o instrui na sua religião. Ciência importante e, ao mesmo tempo, muitíssimo consoladora, porque tem uma base tão certa e tão clara, que todos os seus relatos nos fazem reconhecer o concurso da Onipotência divina.
Esta religião de Jesus Cristo, que se conserva somente na Igreja Católica Romana, segundo as palavras do mesmo Salvador, vai ser perseguida de alguma forma, mas jamais vencida.
Em todos os tempos, em meio às perseguições mais sangrentas, Ela soube conservar-se qual imóvel coluna, sempre gloriosa, sempre visível, sempre vitoriosa, sem nunca utilizar outra arma senão a da caridade e da paciência.
Esta sua invariabilidade, conservada desde os tempos de Jesus Cristo até nós, não pode ser atribuída senão à Onipotência divina.
Estabelecidos assim os fundamentos da nossa Santa Religião Católica, quero entretê-los um pouco mais sobre alguns acontecimentos curiosos: refiro-me àquelas religiões que eram unidas à Igreja Católica e que depois de algum tempo se separaram.








