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sexta-feira, 22 de novembro de 2024

Papa Pio XI e os R&R

Me enviaram este texto, mas não consegui encontrar o autor ou site/blog de publicação. Foi compartilhado através do Telegram. Se alguém souber de quem é, por gentileza me avise, para colocar os devidos créditos.  
Minha ponderação sobre o tema:  
Há duas situações de R&R:  
1. A da Neofrat e similares, que reconhecem como Papa a um falso papa e lhe resistem (desobedecem).  
2. A dos que reconhecem um Papa verdadeiro (Pio XII, por exemplo), mas lhe resistem (desobedecem). A obediência absoluta é reservada apenas ao líder que os induz ao erro; e tanto pode ser um padre quanto um dos inúmeros gurus de internet que ensinam sem conhecimento e sem autoridade.
As duas são obviamente erradas: Uma, porque, ao reconhecer um falso papa como Papa católico, estão em cisma com a Igreja de Cristo. Outra, porque, ao reconhecer um Papa Católico e ao escolher o que obedecer ou não de seus documentos, estão em heresia (como explicado abaixo). Então, os R&R ou são cismáticos ou são heréticos, ou ambos.  
Consideração final: esse termo "resistir" remete aos esquerdistas, que se orgulham de chamar de resistência os crimes que praticam... 


Papa Pio XI aniquila a posição de reconhecer e resistir

24 de Março de 2023




Os fiéis podem reconhecer e resistir ao Papa? 


Pio XI, em seus ensinamentos, esmaga por completo a teologia de reconhecer e resistir. Um fiel católico rejeitaria os ensinamentos dos Santos Padres? Por que muitos rejeitam hoje em dia? Por quais argumentos? Abaixo, lemos alguns destaques de trechos relevantes. Dentro do contexto que contradiz o R&R-ismo, recorramos à declaração Mortalium Animos[1] – Sobre a Unidade Religiosa. 

As palavras "reconhecer e obedecer" são exatamente opostas a "reconhecer e resistir". A turma do R&R não obedece àqueles que eles chamam de sucessores legítimos de Pedro. Os ignoram, resistem a eles e rejeitam seus ensinamentos. É claro que esse povo do R&R está correto ao rejeitar o Modernismo dos "papas" do Vaticano II, mas sua justificação para fazê-lo, em oposição ao que é reconhecido como a autoridade papal, é herética e uma blasfêmia. O princípio subjacente de Mortalium Animos é rejeitado pela turma dos R&R. Todo documento papal é uma instância do Romano Pontífice apresentando sua autoridade para que os fiéis obedeçam, não resistam.  

Em 31 de dezembro de 1929, o Papa Pio XI promulgou a Divini Illius Magistri[2] – Sobre a Educação Cristã. Esta declaração trata da importância de obter uma boa, santa e verdadeira educação cristã, que só é possível seguindo e obedecendo aos ensinamentos de um legítimo Romano Pontífice e seguindo suas regras para essa educação.  

Qual é a condição da Igreja Católica se ela está propagando o erro como qualquer outra religião, como os proponentes do R&R essencialmente afirmam? A posição da turma R&R faz da Igreja Católica apenas mais outra organização no mundo, que tem mais ou menos permissão para desviar as pessoas com o erro. Enquanto todas as outras religiões são condenadas pela Igreja Católica por fazerem a mesma coisa. 

Em 31 de dezembro de 1930, o Papa Pio XI promulgou Casti Connubii[3] – Sobre o Casamento Cristão. Mais uma vez, o Papa enfatiza sua autoridade sobre todos os fiéis. 

A mentalidade de reconhecer e resistir é uma grande hipocrisia. Pelas verdades de fé, como já tratamos, hereges não pertencem ao Corpo da Igreja, não lhes cabe serem reconhecidos. Portanto, a resistência encaixa apenas ao ponto de, justamente, afirmarmos que estes membros não fazem parte do Corpo da Igreja.  

Oremos para que o Papa Pio XII tenha um sucessor, e que o Papado seja restabelecido.

Notas 
[1] A Encíclica Mortalium animos, do Papa Pio XI, de 06 de janeiro de 1928. 

 

segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

11 de dezembro 1925: "Quas Primas"

No dia 11 de dezembro do Ano Santo de 1925, o Papa Pio XI publica a Carta Encíclica “Quas primas”, na qual expõe a doutrina da Realeza Social de Nosso Senhor Jesus Cristo, e, como remédio à peste do Laicismo, institui a festa litúrgica a ser celebrada no último Domingo de Outubro: a FESTA DE CRISTO REI. 

Mais sobre a Festa de Cristo Rei, aqui.  




domingo, 19 de março de 2017

Pio XI sobre São José, ao falar das virtudes heroicas da Ven. Emília de Vialar

LEITURA DO DECRETO SOBRE AS VIRTUDES HEROICAS DA VEN. EMÍLIA DE VIALAR, FUNDADORA DAS IRMÃS DE SÃO JOSÉ DA APARIÇÃO.


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“De outro lado, não podemos deixar de mencionar dois fatos, duas luzes que mais se impõem diante de tanta grandeza: de um lado, S. José bendito que vem com Sua festividade — cada vez mais cara às almas piedosas — para dividir esta alegria, para participar deste espiritual banquete; do outro, a própria Ven. Vialar que a S. José claramente remete com o mesmo nome que ela se deu, atribuindo-o à sua família religiosa: Irmãs de S. José da Aparição. Insuperáveis eleições. Eis porque, até para comprazer a Nossa particular devoção e piedade que sempre tivemos para com o caro Santo — e agora mais do que nunca, por termos sido colocados por Deus no altíssimo lugar, ao leme de Sua embarcação divina que é a Igreja, da qual S. José era destinado a ser o grande Protetor — eis porque, a tudo quanto pensamos durante a leitura do Decreto, queremos agora acrescentar alguma outra reflexão. Sobre a Ven. Vialar não faltará certamente ocasião — e virão ainda novas e sempre mais felizes — de falar: pensamos, portanto, que não deverá ser certamente desagradável à Venerável Serva de Deus se, colocando-a aparentemente de lado, nos ocuparmos, neste momento, de preferencia, de S. José, e a Ele olharmos e sobre Ele falarmos. Dizíamos aparentemente, uma vez que foi justamente a Venerável a nos remeter a S. José; por sua vez, o grande Santo remeteria à sua fiel e heroica devota. 

A ideia de falar de S. José, de nos entretermos por alguns instantes com o grande Patrono da Igreja Universal, em um momento dominado pela vida e pela glória incipiente da Ven. Vialar, essa ideia é recomendada pela circunstancia de que própria a própria Venerável convidava, com um aceno muito seguro e claro, a pensar, a celebrar as glórias e as grandezas de S. José, justamente pela via melhor, ou seja, pela via mais alta e, em si mesma, facunda, da intrínseca, esplêndida e incomparável eloquência das coisas. Notável é, sobretudo, o fato de que a Ven. Vialar, em ordem a S. José, se encontrou — conscientemente ou não, isso se ignora — com o primeiro e mais alto panegirista de S. José. Diz-se tudo quando é mencionado: Jacques Benine Bossuet[42], a águia de Meaux [França], que nunca foi tão verdadeiramente águia como quando falou de S. José. E de fato é sabido: ninguém nunca olhou para o incomparável Santo em tão esplendida luz, e ninguém jamais o considerou através de tão felizes pontos de vista. 

terça-feira, 6 de janeiro de 2015

PIO XI: MORTALIUM ANIMOS - 1928


CARTA ENCÍCLICA DO SANTO PADRE PAPA PIO XI


MORTALIUM ANIMOS


Sobre a Promoção da Verdadeira Unidade de Religião


Aos Revmos. Senhores Padres Patriarcas,
Primazes, Arcebispos, Bispos
E mais Ordinários Dos Lugares
Em Paz e Comunhão com a Santa Sé Apostólica


Veneráveis irmãos:
Saúde e Bênção Apostólica. 


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1. Ânsia Universal de Paz e Fraternidade


Talvez jamais em uma outra época os espíritos dos mortais foram tomados por um tão grande desejo daquela fraterna amizade, pela qual em razão da unidade e identidade de natureza – somos estreitados e unidos entre nós, amizade esta que deve ser robustecida e orientada para o bem comum da sociedade humana, quanto vemos ter acontecido nestes nossos tempos.

Pois, embora as nações ainda não usufruam plenamente dos benefícios da paz, antes, pelo contrário, em alguns lugares, antigas e novas discórdias vão explodindo em sedições e em conflitos civis; como não é possível, entretanto, que as muitas controvérsias sobre a tranquilidade e a prosperidade dos povos sejam resolvidas sem que exista a concórdia quanto à ação e às obras dos que governam as Cidades e administram os seus negócios; compreende-se facilmente (tanto mais que já ninguém discorda da unidade do gênero humano) porque, estimulados por esta irmandade universal, também muitos desejam que os vários povos cada dia se unam mais estreitamente.
.
2. A Fraternidade na Religião. Congressos Ecumênicos

Entretanto, alguns lutam por realizar coisa não dissemelhante quanto à ordenação da Lei Nova trazida por Cristo, Nosso Senhor. 

Pois, tendo como certo que rarissimamente se encontram homens privados de todo sentimento religioso, por isto, parece, passaram a Ter a esperança de que, sem dificuldade, ocorrerá que os povos, embora cada um sustente sentença diferente sobre as coisas divinas, concordarão fraternalmente na profissão de algumas doutrinas como que em um fundamento comum da vida espiritual.  

Por isto costumam realizar por si mesmos convenções, assembleias e pregações, com não medíocre frequência de ouvintes e para elas convocam, para debates, promiscuamente, a todos: pagãos de todas as espécies, fiéis de Cristo, os que infelizmente se afastaram de Cristo e os que obstinada e pertinazmente contradizem à sua natureza divina e à sua missão.

terça-feira, 4 de março de 2014

Santa Verônica e a devoção à Santa Face



VI Estação - Verônica enxuga o rosto de Cristo.

V. Nós vos adoramos ó Cristo e vos bendizemos:
R. Porque pela vossa Santa Cruz remiste o mundo inteiro.
Consideremos a ação heroica desta mulher, que se dá a pressa a enxugar a face de Nosso Senhor, tão desfigurada e dolorida! Esta oficiosa e diligente caridade afeiçoa e enternece o coração do Senhor, e o move a lágrimas.

V. O seu rosto ensanguentado, por Verônica enxugado, eis, no pano apareceu.
R. Pela Virgem dolorosa, vossa mãe tão piedosa, perdoai-me meu Jesus, perdoai-me meu Jesus.
R. Tende piedade de nós Senhor!
 

SANTA VERÔNICA E A DEVOÇÃO À SANTA FACE


Santa Verônica ou Berenice, de acordo com o "Acta Sanctorum" publicado pelos bolandistas, foi uma mulher piedosa de Jerusalém que, comovida com o sofrimento de Jesus ao carregar a Cruz até o Gólgota, limpou com seu véu a Santa Face: e, então, a imagem de seu rosto estava milagrosamente impresso nele.


O nome "Verônica" em si é uma forma latinizada de "Berenice", um nome macedônico que significa "portador da vitória" (correspondente à em grego: phere-nikē). A etimologia popular atribui sua origem às palavras "verdade" (em latim: vera) e "imagem" (em grego: eikon). 


A Encyclopaedia Britannica diz o seguinte sobre Verônica:

“Eusébio conta como em Cesareia de Filipe vivia uma mulher a quem Cristo havia curado de um problema de hemorragia (Mateus 9:20-22). A história não demorou em lhe dar um nome. No ocidente, foi identificada com Marta de Betânia. No oriente, ela foi chamada de Berenike, ou Beronike, o nome aparecendo em obras tão antigas quanto os "Atos de Pilatos", cuja primeira versão é do século IV d.C. É interessante notar que a derivação do nome Verônica das palavras Vera e Icon (eikon) também é antiga e aparece em "Otia Imperialia" (iii, 25) de Gervásio de Tilbury (fl. 1211), que diz: "Est ergo Veronica pictura Domini vera".

A Enciclopédia Católica de 1913 diz o seguinte sobre a história de Verônica:

“A crença na existência de imagens autênticas de Cristo está ligada à velha lenda do rei de Edessa, Abgar, e o texto apócrifo conhecido como "Mors Pilati" (O Evangelho da morte de Pilatos). Para distinguir em Roma a mais conhecida e mais antiga destas imagens, ela foi chamada de vera icon (imagem verdadeira), que na língua comum se transformou em "verônica".

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Uma análise sobre Bergoglio e suas declarações

Eu realmente estou assoberbada para ter um tempinho para analisar a JMJ Rio 2013, que não fiz questão de acompanhar, mas que fez questão de me cair diante dos olhos algumas vezes. Por isso, publicarei todos os textos que os bons católicos se deram ao trabalho de escrever. Eu tive tempo, apenas, de colecionar tudo o que ele disse durante esse evento ecumênico e anticatólico, que culminou com ultrajes e blasfêmias diante dos "católicos" que assistiram calados, "dando exemplo de civilidade e respeito à opinião alheia, fazendo com que a opinião pública se colocasse contra as vadias" (sic! eu li algo assim, na net!!!). Esta "coleção" foi publicada no Pale, mas percebe-se que há diferença entre os textos apresentados pela mídia (que os transcreveu dos discursos ao vivo que gravaram) e os que foram publicados pelo Vaticano. Não li todos, nem os comparei, apenas registro o que observei em alguns textos. Veja aqui.



Francisco I contra Pio XI

“Se falei mal, prova-o, mas se falei bem, por que me bates?” (São João XVIII,23)






Prezados amigos,

Salve Maria!

Assistimos estarrecidos a visita do Papa Francisco ao Brasil, suas declarações midiáticas, controversas e divorciadas do catolicismo. A dita Jornada Mundial da Juventude, que todos nós sabemos ser um evento não-católico, só deixou desolação na Terra de Santa Cruz, aos católicos, e muita euforia e festa aos dissidentes do catolicismo.

sábado, 30 de março de 2013

Sábado do Sacerdote

"Se eu encontrasse um anjo e um sacerdote, primeiro saudaria o sacerdote e depois ao anjo...”. S. Francisco de Assis

O Padroeiro de todos os Sacerdotes do mundo, O Santo Cura d’Ars, exemplo de sacerdote e de serviço à Santa Madre Igreja, repetia a seu Bispo: “Se quererdes converter vossa  diocese, será preciso tornar santos todos os vossos párocos”. 

E, ainda, nos deixou um conselho monumental: “A mais bela profissão do homem é amar e rezar”.

O Papa São Pio X dizia: “Um padre santo faz o povo santo; e um padre que não é santo podemos chamá-lo não de inútil, mas até de perigoso para o próximo”. 

E o Papa Pio XI afirmou: “Que imenso benefício é para o povo um sacerdote santo! Queríamos dizer que o próprio Deus não pode conceder benefício maior do que dar ao povo um sacerdote santo, um sacerdote segundo o coração de Deus...”. 

Os Santos Padres os Papas Pio XI e Pio XII, abençoaram e recomendaram à piedade de todos os fiéis a feliz ideia do zeloso sacerdote salvatoriano, sendo secundados por numerosos Cardeais, Arcebispos e Bispos de todo o orbe católico.


Na Quinta-Feira Santa, ganha-se indulgência plenária para cada  "Sábado do Sacerdote" rezado na intenção do Santo Padre, depois de confessar e comungar.



SÁBADO DO SACERDOTE

clique no link para rezar esta devoção preciosa

 
Lembre-se de rezar pelo sacerdote que o batizou, pelos que acompanharam seu crescimento moral e espiritual, pelo seu confessor, pelo seu diretor espiritual, e até por aqueles que o escandalizaram ou decepcionaram de alguma forma. Todos eles precisam de orações!
***

domingo, 29 de maio de 2011

Ato de Consagração ao Sagrado Coração de Jesus

Hoje, eu encontrei uma oração interessante no Missal, que esclarece qualquer dúvida que possamos ter, em nossos corações, sobre os protestantes, os hereges, os cismáticos, os tíbios, os idólatras, os muçulmanos, os judeus. E, sobretudo, em última análise, sobre o ecumenismo. 

Um Papa já esclareceu o que é a Verdade ao pedir a Deus pela conversão de quem deve ser converter e pela volta à Casa Paterna - a Igreja Católica - daqueles que dela se afastaram.

Vale a pena lembrar a oração.

Salve Maria e Jesus!
GdA





 
Ato de Consagração 
ao Sagrado Coração de Jesus



Dulcíssimo Jesus, Redentor do gênero humano, lançai os vossos olhares sobre nós, humildemente prostrados diante de vosso altar. Nós somos e queremos ser vossos; e para que possamos viver mais intimamente unidos a Vós, cada um de nós neste dia se consagra espontaneamente ao Vosso Sacratíssimo Coração.



Muitos nunca Vos conheceram; muitos desprezaram os vossos mandamentos e Vos renegaram. Benigníssimo Jesus, tende piedade de uns e de outros e trazei-os todos ao Vosso Sagrado Coração.



Senhor, sede o Rei não somente dos fiéis que nunca de Vós se afastaram, mas também dos filhos pródigos que Vos abandonaram; fazei que eles tornem quanto antes à casa paterna, para que não pereçam de miséria e de fome. Sede o Rei dos que vivem iludidos no erro, ou separados de Vós pela discórdia; trazei-os ao porto da verdade e à unidade de fé, a fim de que em breve haja um só rebanho e um só pastor.



Sede o Rei de todos aqueles que estão sepultados nas trevas da idolatria e do islamismo, e não recuseis conduzi-los todos à luz e ao Reino de Deus.



Volvei, enfim, um olhar de misericórdia aos filhos do que foi outrora vosso povo escolhido; desça também sobre eles, um batismo de redenção e de vida, aquele sangue que um dia sobre si invocaram.



Senhor, conservai incólume a vossa Igreja, e dai-lhe uma liberdade segura e sem peias; concedei ordem e paz a todos; fazei que de um a outro polo do mundo ressoe uma só voz: Louvado seja o Coração divino que nos trouxe a salvação! A Ele honra e glória por todos os séculos dos séculos. Amém.



(S. S. Pio XI, em 11 de dez. de 1925)




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