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terça-feira, 9 de dezembro de 2014

CARD. BRANDMÜLLER: O QUE PENSA SOBRE A FSSPX E A AUTORIDADE DO VATICANO II

Fellay & Brandmüller
Na "reunião informal" entre o Card. Brandmüller e a FSSPX, o tema a ser abordado será o status particular do concílio Vaticano II – a autoridade de seus documentos, sua interpretação e seu caráter atípico de “concílio pastoral”, segundo a nota secreta de Menzingen. Tendo em conta que o Card. Brandmüller até escreveu um livro sobre o Vaticano II e a hermenêutica da continuidade, e que Monsenhor Fellay aceitou a chamada hermenêutica da continuidade em sua Declaração Doutrinal de abril de 2012, nos parece que ambas partes têm muitos pontos de concordância.

Mas não nos enganemos: neste estratagema dos "encontros informais", o doutrinal não é tão importante como impor à (Neo)FSSPX o princípio liberal e modernista do DIÁLOGO. De fato, o relevante aqui não é o que se conversa mas o fato de conversar pacificamente, de dialogar. A troca de pareceres mais ou menos contrários, em relação ao Vaticano II, ou outras matérias análogas, é apenas uma escusa ou a ocasião, porque o que os acordistas pretendem com essas reuniões é acostumar os Padres da (Neo)FSSPX a se sentarem para conversar cordialmente com os destruidores da Igreja.

segunda-feira, 3 de março de 2014

Conferência de D. Bernard Fellay sobre o acordo

OPERAÇÃO MEMÓRIA. Conferência de D. Bernard Fellay sobre os acordos com Roma. Ops! Acordos, não! Porque essa palavra é um... palavrão!
 
Mas fato é que estou tentando ouvir, com caridade e paciência, a quilométrica conferência - me lembra os discursos de Fidel Castro... - do Superior da Neo-FSSPX em La Reja, em outubro de 2012, tentando justificar por que é uma boa coisa integrar-se à igreja conciliar, deixando, assim, a Igreja Católica. E a cada minuto mais que ouço me pergunto: como é possível que alguém creia nele ou nisso ou naquilo!!! É um desfile de absurdos amaciados pela voz, pela escolha das palavras, pelas risadinhas - sic! - de tal forma que, se eu estivesse presente, certamente o veria avaliando a plateia para saber melhor por onde ir para conseguir o que quer. 

A conferência está em espanhol, mas dá para entender perfeitamente. É dividida em três partes, porque é realmente looooooooooooooooooooooooooonga. Dourar a pílula é uma tarefa demorada, tanto quanto cozinhar os sapos. 
 
E realmente é de se perguntar do que M. Fellay ri? Que Deus o perdoe e lhe dê a graça de voltar à Igreja Católica. 
 
Ler e ouvir a conferência NÃO É PECADO. Pecado é querer permanecer "cego" em uma obediência que não é nada virtuosa e pode levar a um pecado maior, gravíssimo, porque APOSTASIA é pecado mortal.

Conferência transcrita gentilmente pelo Blog Non Possumus e dividida em onze partes:




Conferência em áudio, dividida em três partes: 

 

Comparação dos textos do "Preâmbulo Doutrinal" e da "Declaração Doutrinal": http://nonpossumus-vcr.blogspot.com.br/2014/02/comparacion-de-los-textos-del-preambulo.html.


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domingo, 15 de setembro de 2013

NEO-FSSPX: a um passo do suicídio. Mais documentos saem à luz.

OPERAÇÃO MEMÓRIA: "Um acordo não existe". "Dom Fellay não firmou". "Dom Fellay se arrependeu e voltou atrás". "A Resistência fala, fala, mas não há acordo algum". "Os resistentes mentem, exageram... são loucos!!!". E bla, bla, bla... Quando um não quer enxergar, não adianta gastar latim. Deus nos deu o uso da razão, e a pessoa está vendo que 2+2 só pode dar 4 e ainda se recusa a ver, a crer... Sim, porque "vendo"... teria que fazer uma escolha, teria que tomar uma decisão. E nesse tergiversar a pessoa não percebe que já tomou uma decisão, porque quando nos calamos... quando não escolhemos... já fizemos uma escolha! E, como é sabido, disso teremos que dar conta um dia. 

Mais um artigo, ainda em espanhol, que traz a público mais sujeiras vindas de Menzingen. Nada de novo debaixo do sol. A mesma canalhice, o mesmo agir nas trevas, as mesmas mentiras e os mesmos enganos. As mesmas desculpas... O orgulho e a vaidade. A ambição e a cobiça...


SUICIDIO DE LA FSSPX: DOS DOCUMENTOS SECRETOS SOBRE EL PROYECTO DE PRELATURA PERSONAL.

A continuación podrán leer dos increíbles y horripilantes documentos confidenciales sobre los que Mons. Fellay conversó con los modernistas romanos entre 2011 y 2012.
Estos textos se encuentran publicado en el Cor Unum n° 105, de junio de 2013.
Las introducciones en cursiva son del Cor Unum. Los textos en color rojo son nuestros. El destacado en negrita es nuestro.

DOCUMENTOS CONFIDENCIALES (continuación y fin)
Además de la entrega de un Preámbulo doctrinal el 14 de septiembre de 2011, Monseñor Fellay recibió un proyecto de reconocimiento canónico de la FSSPX. Se trataba entonces, como el título lo muestra, de “algunos elementos de información” prefigurando una constitución apostólica que erige en “Prelatura personal internacional” a nuestra Fraternidad.

ELEMENTOS DE INFORMACIÓN
En vista de una solución canónica Para la Fraternidad Sacerdotal San Pio X.
I.      La Fraternidad sacerdotal san Pio X es erigida en Prelatura personal internacional, de conformidad con los cánones 294-297 del Código de Derecho canónico, bajo el nombre de Prelatura personal San Pio X.
-La Prelatura está formada por el clero secular que se encuentra allí incardinado.
II.        La Prelatura personal san Pio X está regida por las normas de derecho universal, en particular por los cánones 294-297 del Código de Derecho canónico, así como por la presente constitución apostólica, sin olvidar el derecho particular propio y las costumbres propias que no sean contrarias al espíritu de las presentes normas.

sábado, 14 de setembro de 2013

NEO-FSSPX: O superior geral fala no Cor Unum 105, de junho de 2013

Para estarmos atentos. A tradução quando possível. O texto é de fácil compreensão.

LAS "PALABRAS DEL SUPERIOR GENERAL" DEL COR UNUM 105 DE JUNIO 2013.

PUBLICAMOS LAS “PALABRAS DEL SUPERIOR GENERAL” DEL “COR UNUM” 105, DE JUNIO DE 2013.
LOS TÍTULOS EN AZUL SON NUESTROS. PONEMOS EN COLOR ROJO ALGUNOS PASAJES ESPECIALMENTE RELEVANTES.
Queridos miembros de la Fraternidad Sacerdotal San Pio X.
En algunos días, celebraremos el Jubileo de plata de las consagraciones episcopales del 30 de junio de 1988.
Es el acontecimiento capital sin el cual no podríamos imaginar nuestra Fraternidad tal como la vemos hoy en día. Y nosotros entendemos mucho mejor las palabras de Monseñor Lefebvre evocando una “operación supervivencia”, no solamente para nosotros, sino también para las comunidades amigas que se nos unirán el próximo 27 de junio en Ecône, para agradecerle por su acto heroico. Sin ordenaciones nuestras comunidades hubieran cesado de desarrollarse y la defensa de la fe hubiera sido aún más reducida.

segunda-feira, 22 de julho de 2013

“Momento Delicado”, por Ir. Joaquim Daniel Maria de Sant’Ana, FBMV.

Bom aqui está um exemplo do que é urgente publicar! O Irmão Joaquim praticamente desenha a coisa como ela é. Clara e cristalina. Esses indecisos me tiram do sério! Vivem sempre à espera da ação do outro, quando eles já têm a verdade! Que descuido com sua própria alma! Até parece que a encontraram no lixo! A salvação é assunto para este exato momento, porque nenhum de nós sabe se acordará amanhã, ou se estará vivo daqui a cinco minutos... Como podem esperar por dom Fellay se decidir em que Igreja ele quer estar? Ou Monsenhor Lefebvre mentiu quando disse que "aquela" NÃO É a Igreja Católica, porque "aquelas" autoridades eram (e continuam) apóstatas?! E se "aquela" não é a Igreja Católica... porque raios dom Fellay quer se "reintegrar" a ela e ser reconhecido por ela? Que permissão pode nos dar? Que reconhecimento? Erra dom Fellay, sem dúvida, mas erram muito mais os que estão "obedientemente" dependendo do próximo passo dele, nesse vai e volta de suas "boas intenções", nesse faniquito de estar em plena comunhão com a igreja do Vaticano II. Eu fico com Mons. Lefebvre: eu continuo excomungada da Igreja dos Ursinhos Carinhosos, à qual nunca pertenci e não pretendo pertencer agora. Eu não sai de lugar algum para precisar nele voltar e ser reconhecida e ter permissão disso ou daquilo! Estão de brincadeira??? 

Vamos ao texto. Grifos nossos. 

"Mas eles querem garantias de um papa modernista, servo da Roma conciliar, querem garantias de se opor publicamente aos erros e a seus autores, seja quem for. Então querem que o papa lhes conceda o direito de se opor publicamente aos erros do próprio papa? Seria a normalização canônica mais ridícula da história da Igreja".

sexta-feira, 14 de junho de 2013

CRISE NA FSSPX - CAPÍTULO X

Como prometido, publico a excelente conferência do Rev. Pe. Rioult em capítulos, para seres melhor refletidos e considerados, sobretudo por aqueles que tem preguiça de ler texto longo, ou textos mais complexos. Meus comentários iniciais não são imprescindíveis e, portanto, ficarão no texto completo. Os números em rosa são as notas de tradução; em verde, os comentários da tradutora. 




A crise na Fraternidade


Conferência de Pe. Olivier Rioult, FSSPX[1]
12 de maio de 2013



O texto da conferência foi publicado pelo site francês Avec l'Immaculée.

Os grifos em vermelho, os negritos e as notas são do site francês.

A tradução e o layout são nossos[2].

CAPÍTULO X



Para terminar com uma nota de esperança


1) “O socialismo faz progressos consideráveis, mas com todo o poder da Maçonaria atual, que está em toda parte, em todos os lugares, onde quer que seja, que está em Roma, que está em toda parte. A Maçonaria está em toda parte e dirige tudo.
Logo, seremos fichados com os computadores, teremos todos nós o nosso número e não poderemos fazer nada sem que seja tudo anotado em nossa ficha, e tudo através do computador. Estaremos em uma situação pior do que a de um país soviético. (...) É assustador, não podemos imaginar em direção a que estamos indo atualmente, em direção a uma socialização que, aparentemente, não parece tão dura quanto a comunista, e que, todavia, em última análise, será muito simplesmente apenas uma cópia do comunismo, mas realizada pelos meios científicos ao invés da força, como fizeram os comunistas, mas será a mesma cosa. Então, serão eliminados da sociedade todos aqueles que não quererão se submeter a esta ordem (...). Serão eliminados. Encontrar-se-á sempre um modo de eliminá-los. (...) Nós estamos indo verdadeiramente em direção a uma sociedade assustadora, que se diz livre e onde não haverá mais qualquer liberdade”. (Mons. Lefebvre, conferência de 22 de Agosto de 1979, no Priorado de São Pio X em Shawinigan, Quebec)[96].

Hervé Ryssen diz que, para saber quem governa o mundo, basta perguntar-se quem não tem o direito de criticar.

2) “No sentido místico, a figueira é símbolo da sinagoga. Quando este começar a vegetar e a recobrir-se com orgulho de seus pecados, como de folhas verdejantes, então está próximo o verão [está próximo o mormaço da perseguição]. O tempo do Anticristo é dito abominação, porque ele é contra Deus, para usurpar a honra que é devida somente a Deus. Os Judeus o receberão para que ele se assente no lugar mais sagrado do templo, e os infiéis lhe renda honras divinas. E, como o caráter particular do erro dos Judeus, após ter rejeitado a verdade, será o de abraçar a mentira, o Salvador ordenou a seus discípulos de abandonar a Judéia e de fugir para as montanhas, evitais esse povo que deve crer no Anticristo”. (Santo Hilário, em 380, a propósito do Evangelho do fim dos tempos, citado por São Tomé).

3) “À medida que o mundo se aproximar de seu fim, os maus e os sedutores aumentarão mais e mais. Não se encontrará quase nenhuma fé sobre a Terra, isto é, esta terá quase desaparecido de todas as instituições terrenas. Os próprios crentes atrever-se-ão apenas a fazer apenas uma profissão de fé pública e social do seu credo. A Igreja, sociedade sem dúvida sempre visível, será cada vez mais reduzida a proporções simplesmente individuais e domésticas. Para a Igreja na Terra haverá como uma verdadeira derrota: “à besta foi permitido fazer guerra aos santos e vencê-los” (Ap. 13:7) (Discurso de Mons. Pie em Nantes, 8 de novembro de 1859[97]).

4) “Alguém me acusa de ser rígida e de perturbar os espíritos. No processo revolucionário que desarma, esta acusação é normal (...) Nos opõem um absoluto provisório e enganador: a tranquilidade das gentes. Perturbar advertindo acerca de um perigo mortal; perturbar dizendo: “a maré vai esmagá-los” ou “eis o incêndio,” é coisa dura. É falta de tato. Como se o choque, o despertar, a surpresa, a emoção não fossem alarmes naturais. Dizer que é preciso saltar, nadar, resistir: seria este o mal? E não, ao invés, o naufrágio e o afogamento? Esta paz enganadora que é o sonos na desordem, Nosso Senhor a amaldiçoou quando disse: “Eu não vim trazer a paz, mas a espada. – A minha paz não é a do mundo”. Mas a palavra “rígida” desarma. Não se ouça responder: “Na revolução, apenas as almas firmes são preservadas; apenas aquelas agarradas ao Altíssimo não serão varridas pelo vento revolucionário”. (...) Alguns leitores deploram que a heresia não seja clara em 1970 como no século XVI. Pelo menos naquela época, dizem eles, sabia-se o que esperar. Visão bem ingênua – a heresia aparecia de cara apenas aos olhos dos perspicazes... no início não havia “crentes” e “descrentes”, mas pontos de vistas tacanhos [pretos] e pontos de vista amplos [cor-de-rosa]”. (Luce Quenette, Itinéraire N. 143, maio de 1970).

Eu prefiro mil vezes o meu lugar de perseguido, mas em paz, que o daqueles que enganaram e desfiguraram a nossa Fraternidade. Meu escopo é o de espalhar a paz defendendo a verdade violada. E esta paz é a de Cristo, não a do mundo.

A Fraternidade está prestes a mudar por culpa de seus maus líderes. Seus embustes e os seus fracassos têm sido comprovados o suficiente. Não é mais o momento de escrever, mas de agir. A política de Menzingen é desonesta e liberal. Esta situação perdurou demais, ela deve cessar e cessará.

Seja qual for o sacerdote da Fraternidade, o seu direito de exercer o ministério vem dos fiéis: é um direito de suplência. Eu sou sacerdote para difundir Cristo e combater seus inimigos. O meu Priorado é a França. Vós podeis contar com a minha disponibilidade. Onde quer que estejais na França, pedi os nossos serviços e nós vos visitaremos. Nós vos ajudaremos a se protegerem contra o liberalismo que nos mina. Entrai em contato com os sites amigos: La Sapinière, Avec l'Immaculée, Un Eveque s'est leve... e tereis minhas informações de contato.

Rezai por mim, e que Deus vos abençoe.


Fonte: Non Possumus.
Tradução (do Italiano): Giulia d'Amore di Ugento.
Sem revisão final.

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NOTAS DE TRADUÇÃO
[96] Texto não disponível na web.
[97] Ler em “O Cardeal Pie, Dom Guéranger e o Evangelho sobre a Crise Eclesiástica”. Online (em Português).  

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"A verdade pede fundamentalmente uma coisa para ser julgada: é ser ouvida". - Bossuet
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quinta-feira, 13 de junho de 2013

CRISE NA FSSPX - CAPÍTULO IX

Como prometido, publico a excelente conferência do Rev. Pe. Rioult em capítulos, para seres melhor refletidos e considerados, sobretudo por aqueles que tem preguiça de ler texto longo, ou textos mais complexos. Meus comentários iniciais não são imprescindíveis e, portanto, ficarão no texto completo. Os números em rosa são as notas de tradução; em verde, os comentários da tradutora. 




CAPÍTULO IX



Mas ele não assinou!


Que seja! Mas que significa assinar, e assinar o que: um acordo prático é suicida e mortal. 

Substituam o verbo assinar por matar, e eis que “Não pôde assinar, mas queria assinar e continua com a intenção de assinar” se torna “não pôde matar, mas queria matar e continua com a intenção de matar”. 

Se as suas demissões são necessárias, não serão suficientes. 

Uma vez que o problema é mais amplo do que a pessoa de Mons. Fellay: o liberalismo minou a Fraternidade. Mesmo que a maioria de seus membros seja ainda de valor, começou um processo de putrefação a partir da cabeça.

Um Prior, durante uma sessão de teologia, fez notar que não se podia dizer: “Bento XVI é um modernista.” E este Prior também confidenciou a um confrade que não podia mais, em sã consciência, fazer os fiéis rezar pela “conversão de Roma e dos bispos”, intenção que, no entanto, faz parte daquelas da Fraternidade (Cor Unum n. 35).

Em Chartres[93], um Prior, para justificar a política de Mons. Fellay, tentou me convencer de que a beatificação de João Paulo II não era tão grave assim, porque “é o homem que foi exaltado”, e não a sua doutrina, e que a iniciativa de Assis III não era assim tão escandalosa, porque “o fato de Bento XVI ter convidado os ateus demostra que não se tratou de uma reunião religiosa”.[94]

Esses tais continuam priores na França, apesar da excelência[95] de Dom de Cacqueray!

Por que, após 200 anos de revolução e 100 do modernismo, nossas pequenas cabeças e nossas vontades não teriam sido deformadas e paralisadas pelo liberalismo?

Os tradicionalistas seriam imunizados contra as consequências do pecado original?

O liberalismo destruiu a civilização cristã, mas a Fraternidade estaria livre deste pecado moderno.

Por que milagre? Por causa de qual mérito?

A Igreja está em crise: certo... mas a Fraternidade nunca!

Arrogante, insuportável estupidez!
“O liberalismo católico é o próprio medo, dissimulado seja sob o manto da caridade, seja sob o manto da prudência. O liberalismo católico é escravo de uma cruel tirania, a tirania da opinião”. (Bispos do Equador).
Este veneno não existiria na Fraternidade?

Os nossos ancestrais tiveram que sofrer na sua paróquia e testemunhar em uma Igreja minada pelo modernismo. É fácil louvá-los, mas hoje é preciso imitá-los. 

É nossa vez, devemos sofrer em nossos priorados e testemunhar em uma Igreja minada pelo liberalismo. 

Os nossos melhores exemplos permanecem Mons. Lefebvre e Mons. de Castro Mayer. Sobre 4000 bispos, apenas 300 viram claro, e sobre 300 que viram claro, apenas 2 agiram eficazmente. 


Que  solidão!


Continua... CAPÍTULO X (14/06/2013).


Fonte: Non Possumus.
Tradução (do Italiano): Giulia d'Amore di Ugento.
Sem revisão final.

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NOTAS DE TRADUÇÃO
[93]Los Fieles Tienen el Derecho de Saber”. Online (em espanhol).
[94] Momento “teste”: perguntem ao sacerdote FSSPX que reza a Missa que vocês assistem o que pensam disso: (1) se Bento XVI (ou Bergoglio I, que seja) é um modernista e (2) se Assis III não se tratou de uma reunião religiosa porque fora convidados os ateus... Se sua resposta for semelhante a dos priores citados, cuidado: está comprando gato por lebre! E dos grandes! Em sendo assim, nunca é demais lembrar o exemplo de Santo Hermenegildo que se recusou a receber a Santa Comunhão de mãos sacrílegas. Ele aplicou “o princípio do "nullam partem" com os hereges. Ele disse: Não, eu não vou receber a comunhão das vossas mãos sacrílegas!”. Ele sabia que Cristo estava na Hóstia, mas mesmo assim não a recebeu. Foi o que aprendemos com os próprios padres da FSSPX, os mesmos que hoje nos dizem que essas mãos nem são tão sacrílegas assim! Lembram-se de alguém? Não é mera coincidência!
[95] Não concordamos com exatamente tudo que publicamos no blog. Padre de Cacqueray ainda não nos deu mostras de pensar como Pe. Rioult. Au contraire





"A verdade pede fundamentalmente uma coisa para ser julgada: é ser ouvida". - Bossuet
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quarta-feira, 12 de junho de 2013

CRISE NA FSSPX - CAPÍTULO VIII

Como prometido, publico a excelente conferência do Rev. Pe. Rioult em capítulos, para seres melhor refletidos e considerados, sobretudo por aqueles que tem preguiça de ler texto longo, ou textos mais complexos. Meus comentários iniciais não são imprescindíveis e, portanto, ficarão no texto completo. Os números em rosa são as notas de tradução; em verde, os comentários da tradutora. 




CAPÍTULO VIII



Aqui também, Cor Unum engana os membros: porque a prova de que a declaração corrigida pelos Romanos fosse substancialmente semelhante à de Mons. Fellay a se tem pelo fato de que, sem a oposição interna, ele a teria assinado: é o próprio Mons. Fellay que o confessa a Bento XVI[86]
Infelizmente, no contexto atual da Fraternidade, a nova declaração não passará[Mas para os membros ele diz que: “nós podemos apenas rejeitar um texto que promove a hermenêutica da continuidade”] (...) “apesar da forte oposição nas fileiras da Fraternidade (...) tenho a intenção de continuar a envidar todos os meus esforços para prosseguir nesse caminho...”. [Não se faz “um incrível processo às intenções”, é ele próprio que exprime o seu pensamento. No jargão militar, isso é chamado de “inteligência com o inimigo[87], e é Alta Traição!]

E as três condições do Capítulo de 2012? Não se sustentam!

Alguns dirão: “Carlo VI está louco, mas sua entourage vigia”.

As condições fixadas pelo último Capítulo Geral de julho de 2012 são insuficientes. Elas não nos protegem de forma alguma, e não nos impedirão de cair como as comunidades que se reintegraram.

O Capítulo geral omitiu as duas condições mais importantes, claramente exigidas por Mons. Lefebvre: a conversão das autoridades oficiais, que se manifestará claramente com a condenação explícita dos erros conciliares, bem como a dispensa do novo Código de Direito Canônico.
1) A primeira condição sine qua non: A Fraternidade que pede aos traidores a permissão de dizer a Verdade! E a permissão de criticar os responsáveis pelos erros do modernismo, do liberalismo e do Vaticano II.
Quando se vê como a Fraternidade denuncia erros e escândalos a partir de 2000, uma condição dessas não empenha mais do que isso. [O Instituto do Bom Pastor teve a liberdade de crítica construtiva e vimos muito bem os resultados.]
2) A segunda condição exige o uso exclusivo da liturgia de 1962. [Le Barroux teve esse uso exclusivo, e também a Abadia de Flavigny; resultado: comercializam as imagens do Beato João Paulo II! Estas Congregações caíram, e nós, ao invés disso, a Fraternidade São Pio X, não tememos nada?[88]]
3) A terceira condição exige a garantia de pelo menos um bispo. Quem vai escolhê-lo? Em 1988, Roma rejeitou os três candidatos propostos por Mons. Lefebvre. [Campos teve o seu bispo, e depois o vimos louvando o Vaticano II e concelebrar!]

O que concluir disso tudo?


Se em 2008 alguém tivesse vaticinado que em 2012 Mons. Fellay estaria pronto a sacrificar “o bem comum da Fraternidade” porque “Roma não vai tolerá-lo mais” [Carta de 14 de abril 2012[89]], ou que, no caso de um acordo com Roma, ele não descartasse que “há uma divisão na Fraternidade” (entrevista a Catholic News Service, de 11 de maio de 2012[90]), este alguém teria sido taxado de louco!

Ora, isso aconteceu; ele o disse e estava pronto para fazê-lo. E ele ousou ainda pior de tudo aquilo que se podia imaginar: com esta declaração doutrinal corrigida pelos Romanos. 


Certo, a aposta na mesa de Mons. Fellay é delicada e difícil. A situação geopolítica é insustentável, e a crise religiosa é desviante, mas isso não pode justificar a linguagem dupla. Quando um chefe está pronto para dizer tudo e o contrário de tudo, não se deve temer que esteja pronto para exercer o seu poder para e contra todos? 

Certo, se deve respeito ao próprio Superior, mas não ao ponto de pisotear a verdade. 

Na semana passada, um confrade me escreveu:
“Entre sua proclamação de inocência e os fatos há uma diferença que às vezes parece aterrorizante. Podemo-nos perguntar se se trata de orgulho, de incapacidade de ver e de entender ou de cegueira que Deus permite, como para o faraó ou o sumo sacerdote, para melhor demonstrar o seu poder e a sua glória em um futuro que nos auguramos seja próximo”.

Quando se constada a dissimulação passada, se pode temer o pior. Mons. Fellay está moralmente morto, e foi ele mesmo quem destruiu a sua legitimidade. Parafraseando Jean Bastien-Thiry, se pode dizer:
“Não é bom, não é moral, não é legal que um tal homem permaneça por longo tempo à frente da Tradição”.

Não é bom: como disse a um confrade um dos nossos três teólogos que falaram com Roma: “A cabeça de Mons. Fellay está podre”; os seus textos, de fato, estão cheios de compromissos.

Não é moral: linguagem ambigua frequente, mentiras oficiais e solenes.

Não é legal: a sua grave desobediência às decisões do Capítulo de 2006, jogando no lixo, em março de 2012, o princípio: nenhum acordo puramente prático.

Essa ideia da demissão do Superior geral não vem de nós, mas de Mons. Lefebvre, que, a propósito dos monges e freiras que entraram a Le Barroux para permanecer na Tradição e escapar da Igreja conciliar, mas que o abade deles havia reconduzido sob a autoridade da Igreja conciliar, enfatizava[91]:
“Foram colocados sob a autoridade da Igreja conciliar. E então se resta estupefatos ao pensar que, não obstante as constatações que deveriam fazer, e eles as conhecem bem... Não, ... permanecem. Não decidem de sair ou de fundar outro mosteiro, ou de pedir a Dom Gerard de se demitir e de ser substituído... Não, nada... Obedecem (...), é doloroso ver com que facilidade um mosteiro que está na Tradição se coloca sob a autoridade conciliar e modernista. E todos ficam. É pecado, e realmente triste constatá-lo... (...). É isto é o que é realmente grave, esta transferência de autoridade. Não basta dizer: na prática, nada mudou... É esta transferência que é gravíssima, porque a intenção dessas autoridades é a de destruir a Tradição”[92](8).

 
Continua... CAPÍTULO IX (13/06/2013).


Fonte: Non Possumus.
Tradução (do Italiano): Giulia d'Amore di Ugento.
Sem revisão final.

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NOTAS (ORIGINAIS)
8 - Conferência em Ecône, La situazione dopo le consacrazioni[99], 8 de outubro de 1988.

NOTAS DE TRADUÇÃO
[86] Cor Unum 104: Carta de Monseñor Fellay al Papa Benedicto XVI el 17 de Junio de 2012. Vide nota 68.
[87] Inteligência, aqui, tem o significado de “ajuste, conluio, relações secretas”.
[88] Segundo o Prior de São Paulo, “não”, porque “no nosso caso é diferente”. Foi o que disseram uma após a outra as Congregações Ecclesia Dei. É o que diz a jovem que abre mão da castidade para aceder aos desejos do namorado e acha que não tem perigo de engravidar. Não ela! Com ela é diferente! Mas será por causa dos nossos belos olhos? Ou, como dizem na Itália, é porque somos filhos da galinha branca?
[89] Carta de Dom Fellay aos outros bispos da Fraternidade São Pio X. Online (em português).
[90] Entrevista (YouTube): parte I e parte II. Texto online (em inglês).
[91] Conferência em Ecône: “A situação após as consagrações”, em 8 de outubro de 1988. Texto não disponível na web.
[92] Qual a dúvida nessas palavras? E eu devo ouvir uma lenda de Le Barroux me dizer que não confia em dom Fellay, mas... obedece! “É pecado, e realmente triste constatá-lo”!!!
[99] “A situação após as consagrações”. 

 




"A verdade pede fundamentalmente uma coisa para ser julgada: é ser ouvida". - Bossuet
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