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segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

Padres refratários, missas juramentadas, confusão na doutrina...

Divide et impera
Postei ontem a vida de um Santo Mártir da Revolução Francesa, a revolução contra Deus por definição; bom, todas as revoluções são contra Deus, mas esta o é de uma maneira bem particular. Oficialmente ainda apenas um "Beato" para a Igreja, o Pe. Nöel Pinot é, sem dúvidas, um Santo, por ter morrido mártir. Ele é conhecido também como Mártir de Vandéia e Mártir de Angers. Eu o aclamaria o "martelo da missa nova e dos missanoveiros".

O exemplo deste Santo Sacerdote é pontual e é atual. Padre Pinot morreu por se recusar a prestar juramento à Revolução, o que significaria um ab-juramento da Fé Católica: a apostasia. Seu crime: "fanatismo religioso". Sua pena: a guilhotina. Era chamado de Padre "refratário", por causa de sua recusa em prestar o tal juramento.  


Os padres que cediam e faziam o juramento eram chamados "juramentados". Daí o termo: missa juramentada. 

Exemplo pontual e atual, porque vivemos em tempos revolucionários. Como se sabe, o Concílio Vaticano II é a "Revolução na Igreja", ou "o 1798 da Igreja", o que significará necessariamente que a "missa nova", o "Novus Ordo Missae" engendrado pelo CVII se equipara à "missa juramentada" dos padres que traíram a Fé por medo, por conveniência, por tibieza etc.  



domingo, 21 de fevereiro de 2016

Padre Noël Pinot, mártir de Vandéia

21 de fevereiro

Padre Noël Pinot

Mártir de Vandéia 



Noël Pinot (Angers, 19 de dezembro de 1747 – Angers, 21 de fevereiro de 1794) foi um presbítero francês, venerado como beato pela Igreja.

Capelão do hospital dos incuráveis de Angers (Vandeia, França) e, depois, pároco de Le Louroux-Béconnais, depois de se instalar a Revolução na França, recusou-se a prestar juramento para a observância da constituição civil do clero, e foi destituído.

Processados várias vezes, foi condenado à guilhotina por "fanatismo religioso": foi levado ao patíbulo revestido dos paramentos litúrgicos por escârnio e decapitado.

Foi proclamado beato, por ter sido mártir, por Papa Pio XI, aos 31 de outubro de 1926.

O seu elógio pode ser lido no Martirologio Romano no dia 21 de fevereiro. É um dos Mártires de Angers, ou da Vandéia.


A seguir uma biografia mais detalhada: 

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