OPERAÇÃO MEMÓRIA: para que não digam que ISSO não aconteceu. E não se repetiu.
Crítica externa acerca dos novos rumos da FSSPX
Pe. Carusi (ao centro)
Encontrei no blog do Guilherme Chenta um curioso artigo, que foi posto há algum tempo, de forma que possivelmente não se trata de novidade para muitos. Mas como não havia lido a respeito, resolvi então publicar no blog, para conhecimento dos que porventura também não tenham tomado conhecimento.
O IBP, que nasceu como uma alternativa de ser uma FSSPX inserida juridicamente na Igreja, guardando ao mesmo tempo completa autonomia na Fé e disciplina tradicionais (quando se alardeava com muita esperança que estavam garantidas a missa tradicional como exclusivo rito para seus membros, e o direito de criticar o concílio, omitindo a obrigação de aceita-lo), logo viu que seus próprios pares não formavam um bloco coeso, mas ao contrário, parte deles – inclusive entre os fundadores – tinham uma tendência mais liberal do que se poderia supor.
O resultado foi uma divisão prática entre os que gostariam de observar a ortodoxia do acordo, tal como foi proposto no ato da fundação, e os de tendências mais liberalizantes.










