Pesquisar este blog

Mostrando postagens com marcador Card. Gerhard Ludwig Müller. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Card. Gerhard Ludwig Müller. Mostrar todas as postagens

sábado, 8 de julho de 2017

O Jogo do Ganso - ponto para Roma Apóstata. E, sim, há um acordo, quer você goste ou não...


Maio rendeu! Entre declarações e respostas, foram vários rounds, e, lá pelo fim do mês, passou batida para muitos uma declaração de Gerhard Müeller (1), afirmando que a Neofrat de Fellay precisa se converter antes de qualquer outra coisa: “É preciso tempo para uma reconciliação mais profunda, pois não se trata apenas de FIRMAR um documento, mas de realizar uma CONVERSÃO” (...), pois “alguns membros da Fraternidade pretendem de ser os únicos verdadeiros católicos!” (Maiúsculas minhas.)  

Essa declaração surgiu no rastro explosivo e retumbante da carta aos fiéis, de 7 de maio passado, firmada, na França, por 7 dos 10 superiores e por todos os superiores das comunidades masculinas (releia aqui).  

A carta foi seguida por quatro respostas:  

sexta-feira, 7 de agosto de 2015

CARD. MÜLLER SOBRE A FSSPX: EM DIREÇÃO A UM ACORDO COM TENACIDADE E PACIÊNCIA

CARD. MÜLLER SOBRE A FSSPX: EM DIREÇÃO A UM ACORDO COM TENACIDADE E PACIÊNCIA




Katholisch.de [Site Oficial da Conferência dos bispos alemães]. Visto em Rorate Caeli

3 de Agosto de 2015

Exclusivo: O Cardeal Müller, em uma entrevista com katholisch.de [extrato]

Pergunta: Ultimamente houve um impressionante silêncio em relação à Fraternidade São Pio X. Os esforços para a unificação, foram suspendidos ou foram adiado?
Müller: A respeito dessa questão, não há novidades substanciais. O Santo Padre deseja que continuemos tentando "com tenacidade e paciência". A condição prévia para uma completa reconciliação é a firma de um preâmbulo doutrinal para garantir o pleno acordo sobre as questões essenciais da Fé. Nos meses passados houve reuniões de diferente índole destinadas a fortalecer a confiança mútua.

Fonte: Non Possumus
Fonte 2 e tradução: Catolicismo de Sempre.  




* * *

Bom, como se vê não somos nós que inventamos coisas sobre Fellay. Müller é o principal interlocutor de Fellay, coisa que ele mesmo não esconde. E se ele não vier a público para dizer que Müller mente... então é porque é verdade. Como foi em outras oportunidades. 

Dito isso, o que se dessume do que Müller diz? Principalmente que Fellay CONFIA em Müller e, portanto, em quem o mandou, ou seja, em Roma apóstata. O que diz mais sobre Fellay do que sobre Roma, porque dela podemos esperar qualquer coisa, mas... e Fellay? Seus sequazes o obedecem caninamente e o louvam como a um santo, acima até do Papa, pois dotado de uma infalibilidade a toda prova, tanto que discordar dele é SEDEVACANTISMO e PECADO MORTAL. [Para os leitores com certa dificuldade de entender uma IRONIA, um aviso: ISSO FOI IRÔNICO!]  

Também percebemos da resposta de Müller que haverá SIM um acordo, embora os cabritos de Fellay digam que não e riam de nós... O tolo sempre ri de sua desgraça, é de sua natureza! Mas como negar que está dito isso mesmo? Roma espera por um preâmbulo DOUTRINAL que lhe agrade, diferentemente daquele que Fellay foi OBRIGADO a apresentar após o Capítulo de 2012, reprovado por Bento XVI. Desta vez, com Francisco, são outros quinhentos! Ou Fellay aceita ou aceita... O que está acontecendo é que Roma está cozinhando o sapo. E o sapo está se deixando cozinhar. 

Bom, enquanto Fellay confia em Roma, Roma vai formalizar o que já é uma prática comum: dar a Comunhão aos adúlteros. E eu lhes pergunto: o que acha Fellay disso? Não o vimos censurar Francisco como já o fizeram outros prelados sub Francisco. Por exemplo, no sermão do dia 4, o Rev. Pe. Cardozo nos leu uma carta de Francisco na qual ele fala dessas coisas, nos mostrou os perigos e nos fez refletir sobre a Fé. Será que Fellay e seus fellayetes fazem isso? Hummmmmm...   



____________
Leia também:



 
Ajude o apostolado do Rev. Pe. Cardozo, adquirindo alguns dos itens do Edições Cristo Rei, encomendando Missas (consulte a espórtula diretamente com o rev. Padre), ou fazendo uma doação aqui:

+
Informe aqui o seu e-mail para receber as publicações do PALE IDEAS: Delivered by FeedBurner

terça-feira, 14 de outubro de 2014

NOTA INTERNA CONFIDENCIAL DE MENZINGEN DESPUÉS DE LA ENTREVISTA ROMANA.

Publicamos a título de conhecimento e reflexão: 

NOTA INTERNA CONFIDENCIAL DE MENZINGEN DESPUÉS DE LA ENTREVISTA ROMANA.

Fraternidad Sacerdotal San Pio X
Nota interna confidencial de la Casa General
Difusión: sacerdotes miembros
2 de octubre de 2014.
El martes 23 de septiembre de 2014, Monseñor Bernard Fellay, Superior general de la Fraternidad San Pio X, se encontró con el cardenal Gerhard Ludwig Müller, Prefecto de la congregación para la doctrina de la fe. Él estaba acompañado por los dos Asistentes generales de la Fraternidad. El cardenal Müller estuvo rodeado por Monseñor Ladaria, secretario de la CDF, Monseñor Joseph Augustin di Noïa o.p., secretario adjunto, y de Monseñor de Pozzo, secretario de la Comisión pontifical Ecclesia Dei y de Monseñor Descourtieux, de la misma comisión. El encuentro tuvo lugar de 11 h. a 13 h.

sexta-feira, 3 de outubro de 2014

Fellay & Müller - Capítulo III - a entrevista pós-reunião

Publicamos em espanhol mesmo, para traduzi-lo depois, por razões que fogem à nossa vontade. O Blog Syllabus comentou a entrevista, nós ainda não. Mas, francamente, nem precisaríamos comentar, uma vez que, para um bom entendedor, meia palavra deveria bastar, enquanto que, para quem não quer "enxergar" a verdade, um caminhão de argumentos não bastaria...

Continuamos em oração para quem Fellay caia em si, antes que seja tarde demais para ele e para quem cegamente o segue. E não é à toa que as Escrituras alertam sobre os cegos a conduzir cegos! 


Entrevista de Dom Fellay após o seu encontro com o Cardeal Müller



3-10-2014 



A pastoral deve necessariamente resultar da doutrina


Vossa Excelência foi recebida pelo cardeal Müller no último dia 23 de setembro. O comunicado da sala de imprensa do Vaticano retoma os termos do comunicado de 2005, após vosso encontro com Bento XVI, onde já se tratava de “proceder por etapas e num prazo razoável”, com “o desejo de chegar à comunhão perfeita” – o comunicado de 2014 fala de “plena reconciliação”. Isso significa que se voltou ao ponto de partida?

quarta-feira, 24 de setembro de 2014

Fellay & Müller - Capítulo II - adendo



Fellay & Müller - Capítulo II - adendo

Duas novas informações acerca da reunião que não existiria e seria mais uma invenção da Resistência mas... aconteceu!

1. O vaticanista Tornielli, ao dar a mesmíssima notícia nossa, comenta: 
Recorde-se que, em 13 de junho de 2012, o então prefeito do Santo Ofício, cardeal William Levada, havia entregado a Fellay um preâmbulo doutrinal para assinar. O superior da FSSPX, quatro dias depois, enviou uma carta ao papa Ratzinger informando-o que ele não podia concordar com os termos estabelecidos no documento. Bento XVI respondeu em 30 de junho, comunicando seu desapontamento e reiterando seu pedido aos lefebvrianos para reconhecer “que o magistério é o intérprete autêntico da Tradição”; o “Concílio Vaticano II como parte integrante a Tradição, sem eliminar a possibilidade de uma legítima discussão sobre a formulação de pontos particulares dos documentos conciliares”; e, finalmente, a “validade” e a “licitude do Novus Ordo Missae”, isto é, do rito romano que resultou da reforma litúrgica pós-conciliar. (Fonte. visto aqui).
Já se vê qual será o ponto de partida dos novos "colóquios doutrinários" - como eles gostam de chamar. Mas, pelo andar da carruagem, certamente vão criar uma nova expressão para dar a impressão que se trata de outra coisa!  

terça-feira, 23 de setembro de 2014

Fellay & Müller - Capítulo II: Mas acordo não é!...

Fellay & Müller - Capítulo II

Mas acordo não é!...




Em 12 de Maio de 2014, DICI declarava: "Na entrevista que concedeu a Le Rocher (abril-maio 2014), Dom Fellay respondera à pergunta seguinte: Houve alguma aproximação oficial de Roma para retomar contato com Vossa Excelência desde a eleição do Papa Francisco? – “Houve uma aproximação ‘não oficial’ de Roma para retomar contato conosco, mas nada mais, e eu não solicitei qualquer audiência como o fizera logo depois da eleição de Bento XVI. Atualmente para mim as coisas são muito simples: permanecemos como somos. Alguns concluíram a partir dos contatos de 2012 que eu colocava como princípio supremo a necessidade de um reconhecimento canônico. A conservação da fé e de nossa identidade católica tradicional é primordial e continua sendo nosso primeiro princípio”. (Fonte - salvamos o documento, caso algúem queira deletar a notícia!).

O peixe morre pela boca, e como sempre Fellay diz e desdiz! Em maio, ele dizia que permanecia como era, e afirmava que o reconhecimento canônico não estava colocado como princípio fundamental, e que a conservação da fé e a identidade católica tradicional eram primordiais! Primeiros princípios, dizia ele. Agora, ele começa a se desdizer. Não com palavras, mas com atos! 

Hoje, se realizou, finalmente, o encontro que a Resistência denunciou no começo do ano e foi negado até algumas semanas atrás. Tudo bem que disseram - e divulgamos - que seria no dia 21 de Setembro... Mas ainda estamos em Setembro, não? 

Pois bem, a seguir vamos publicar as duas versões sobre o encontro: a de Menzingen e a do Vaticano. A primeira foi escrita usando tinta cor-de-rosa, minimizando o encontro e não dizendo toda a verdade. Como sempre. A segunda, ainda que mais sucinta, revela um pouco mais do que Fellay pretendia revelar a seus sapos. 

sábado, 6 de setembro de 2014

Novo produto na Prateleira das Sensibilidades Religiosas de Francisco!

Editado, em 06/09/14, para informar que é oficial, e está no DICI. 

Mordam a língua, detratores da Resistência!  

* * * 


"Quem dorme com criança, acorda molhado", diz um ditado popular! E, de tanto Fellay brincar de esconde-esconde com as autoridades apóstatas denunciadas por Mons. Lefebvre, acabou - volente or nolente - sendo ridicularizado!!!


clique para ver melhor

Seria cômico se não fosse verdadeiramente trágico! Mas ninguém pode dizer que está surpreso com o fato de considerarem o assunto um tópico relativo ao Ecumenismo. 

Para Roma, obviamente, a Neo-FSSPX está no mesmo balaio dos neo-catecúmenos do Kiko, dos luteranos e de toda a sorte de "sensibilidades" religiosas classicamente tipificadas como "cristãs". Ou ficou alguma dúvida?  

sexta-feira, 5 de setembro de 2014

Fellay & Muller - Between slaps and kisses...

Editado, em 06/09/14, para informar que é oficial, e está no DICI. 

Mordam a língua, detratores da Resistência!  

* * *

Eu relutava em publicar a notícia, mas já é um fato público e notório, no mundo todo, dentro e fora da Tradição:   


Dia 21 de setembro 2014:

Fellay encontra Müller no Vaticano




Muitos jornais italianos já o noticiaram, sobretudo os que tem entre os colunistas algum vaticanista de renome. Muitos jornais estrangeiros também: na Europa, sobretudo na França, e nos EUA e no resto do mundo.
Já é fato! 

E a tônica é a mesma: "o diálogo continua, uma vez que as relações nunca foram rompidas". Entendido ou preciso desenhar?   

Mas vou traduzir, por magnanimidade: a briguinha entre Fellay e Roma foi de mentirinha... prá bobo ver!

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Não passará? Mas a democracia já está na Igreja de Francisco!

Alguém se lembra daquele questionário com 38 perguntas que Francisco enviou a todos os bispos do mundo, para, em tese, aparelhar melhor o Sínodo Extraordinário sobre a Família em Outubro próximo? Aquele questionário é a prova tangível de um “golpe de Estado” na Igreja, ou seja, a instalação da democracia, o governo do povo.

Outro indício da democracia na Igreja poderia ser o caso da CEI, a Conferência Episcopal Italiana, que pretende modificar seus estatutos e “corrigir uma anomalia histórica” “permitindo” que ela própria eleja seu presidente e seu secretário-geral, pois ambos os cargos eram decididos diretamente pelo Papa, diferentemente do que acontece no resto do mundo. Ou, também, quando nomeou oito cardeais para consultoria pessoal e justificou assim: "este grupo outsider, não é uma decisão simplesmente - sic! - minha, mas é fruto da vontade dos cardeais, tal como foi expressa nas Congregações Gerais antes do Conclave. E quero que seja uma consulta real, não formal". Alguém ainda tem dúvidas sobre a democracia na Igreja de Francisco? 


Mas esse é outro assunto.

Sinais dessa "democracia" começaram a aparecer com a escandalosa divulgação e que Francisco pensa seriamente em permitir o casamento de católicos já casados – ou seja, aqueles católicos que se arrependeram de ter casado com tal cônjuge e resolvem casar com outro – e, pior ainda, permitir-lhes o acesso ao Sacramento da Eucaristia!!! Como se fossem assuntos diferentes, como se pudesse haver dentro da Igreja uma classe de católicos, verdadeiramente católicos, que não pudessem receber os Sacramentos e... tudo bem!

segunda-feira, 8 de julho de 2013

Roma Apóstata e a Neo-FSSPX: já basta!

Enquanto a cúpula da Neo-FSSPX silencia sobre as últimas novidades da igreja conciliar - canonização do neo-santo João XXIII, patrono da Massonaria; a encíclica Lumen Fidei, sobre a fé da igreja conciliar apóstata e a estátua blasfema de São Miguel que revela, em seu pedestal, que a igreja conciliar tem dois papas - Roma, através do herético Müller parece ter dito: já basta! Dom Fellay, em seu estilo ambivalente, falou demais no aniversário dos 25 anos de sagração dos quatro Bispo pelo heroico Mons. Lefebvre que lhe valeu a excomunhão por parte da igreja conciliar (que vale o mesmo tanto que uma excomunhão por parte do Dalai Lama!). Roma ouviu desta vez, ou pelo menos não se fez de surda. 

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Quando dom Müller revela dom Fellay

“Deveis combater o erro mesmo entre os católicos, pois estes têm menos direito – se posso falar de direito – do que os outros de pregar ideias errôneas. Amai os vossos adversários. Rezai por eles, mas não deveis fazer-lhes cumprimentos. É tempo perdido. Não procureis agradar a todos, nem podeis a todos agradar. Procurai agradar a Deus e seus Anjos e Santos: eis o vosso público!” São Vianney.

LE POISSON MEURT PAR LA BOUCHE


1. “Segundo Dom Müller, na opinião de alguns luteranos, Martinho Lutero pretendia somente reformar a Igreja e não causar divisão entre os cristãos. Esses luteranos crêem que as reformas necessárias foram realizadas pelo Concílio Vaticano II”¹.
2. Segundo dom Fellay: “Se tem a impressão de que rechaçamos todo o Vaticano II. Contudo, guardamos 95% dele. É mais a um espírito que nos opomos, a uma atitude diante da mudança apresentada como premissa”².
 
3. 2+2=4.

4. Se para os luteranos, após séculos de tentativas, o CVII reformou a Igreja segundo o desejo de Lutero, e se para dom Fellay 95% do CVII é bom, e se dois mais dois continua a ser quatro, temos que dom Fellay pretende, quer, deseja, anseia e move céus e terras para entrar na Igreja... luterana. 

Compreenderam, ou é preciso que eu desenhe? 

O ditado que intitula o post - o peixe morre pela boca - vem bem a calhar porque sempre acabamos nos entregando. Pela boca. Aos poucos os conciliares acabam se revelando e revelando suas maquinações e suas toscas intenções. Certamente, dom Müller deve ter se arrependido de ter "falado demais". Certamente, levou bronca "do patrão". Fato é que falou. E nisso acabou por "revelar", ou desmascarar se preferirem, dom Fellay. Outro peixe tagarela: a boca fala do que o coração está cheio (S. Mat. 12,34b). Se isso - somado a toda uma série de atos e palavras de Sua Excelência - não basta para "acordar" os acordistas... ¿Qué se yo? 

Giulia d'Amore


“Lançai fora a ímpia e funesta opinião de que, em qualquer religião, é possível chegar ao caminho da salvação eterna” (Papa Pio XI)
“Por duas razões não se deve manter relações com os hereges. Primeiramente, por causa da excomunhão³, pois, sendo excomungados, não se deve ter relações com eles, da mesma maneira que com os outros excomungados. A segunda razão é a heresia. – Em primeiro lugar, por causa do perigo, para que as relações com eles não venham a corromper os outros, segundo aquilo da primeira epístola aos Coríntios (15, 33): ‘As más conversações corrompem os costumes’. E em segundo lugar para que não pareça se prestar algum assentimento às suas doutrinas perversas. Daí dizer-se na segunda epístola canônica de S. João (v. 10): ‘Se alguém vier a vós e não trouxer esta doutrina, não o recebais em vossa casa, nem o saudeis4, pois o que o saúda toma parte em suas más obras’. E aqui a Glosa comenta: ‘Já que para isso foi instituída, a palavra demonstra comunhão com esse tal: de outro modo não seria senão simulação, que não deve existir entre cristãos’. Em terceiro e último lugar, para que nossa familiaridade [com eles] não dê aos outros ocasião de errar. Por isso, outra Glosa comenta a respeito dessa passagem da Escritura: ‘E se acaso vós mesmos não vos deixais enganar, outros todavia, vendo vossa familiaridade [com os hereges], podem enganar-se, acreditando que esses tais vos são agradáveis, e assim crer neles’. E uma terceira Glosa acrescenta: ‘Os Apóstolos e seus discípulos usavam de tanta cautela em matéria religiosa que não sofriam sequer a troca de palavras com os que se haviam afastado da verdade’. Entende-se, porém: excetuado o caso de alguém que trata com outro a respeito da salvação, com intuito de salvá-lo”. São Tomás de Aquino: Quaestiones quodlibetales, quodlibeto 10, q. 7, a. 1 (15), c. (Grifos nossos).
“A tua perdição, ó Israel, vem de ti. De mim vem apenas teu socorro” (Os. 13, 9).

¹ Fonte, grifos nossos.
² Entrevista ao jornal Suiço “La Liberté”, 11 de maio de 2001. (OPERAÇÃO MEMÓRIA: Eu salvei o texto, antes que 'desapareça' do site da FSSPX.)
³ Engana-se quem crê, às vezes induzido lamentavelmente pelos próprios padres fellayanos, que nós é que fomos excomungados, sendo correto e, portanto, bem vindo (com Te Deum e tudo!!!) o levantamento da excomunhão; os excomungados são eles: a igreja Conciliar, que agora vemos declaradamente luterana. NdA.
4 A única caridade que cabe em casos como este é a nossa desaprovação inequívoca, na esperança de que se convertam. Somos a Igreja do sim, sim, não, não; Não a dos "Ursinhos Carinhosos". São Padre Pio que o diga, pois expulsava do confessionário as almas que não estavam preparadas. E não o fazia com palavras "fraternas"! Ofensa a nós: a outra face. Ofensa a Deus: a espada. Simples assim. NdA. 

*

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

O Vaticano e a TL

O ESTRANHO CASO DA TEOLOGIA DA LIBERTAÇÃO REVALORIZADA NO VATICANO


Paolo Rodari
Segundo Paolo Rodari, de Palazzo Apostolico, a possível candidatura de Gerhard Ludwig Müller, Bispo de Ratisbonne, para a Congregação para a Doutrina da Fé, no lugar de Mons. Levada, não é uma boa notícia para o mundo católico, tendo em vista suas perigosas ligações com o fundador da teologia da libertação, Gustavo Gutiérrez. Segundo afirma Rodari, até o Osservatore Romano dá agora espaço e ênfase a esta figura, ao publicar, em dezembro ainda, um artigo sobre Müller, que cuidou da Opera omnia do futuro Papa Bento XVI e que esclarece que será republicado o volume dedicado à Escatologia, onde há dois textos do teólogo Ratzinger que, além de desfazer os ‘perigos’ ínsitos no famigerado movimento teológico, mostra os 'princípios positivos' da TL... Com esse artigo parece estar claro que a Santa Sé pretendia revalorizar o curriculum de Müller, mas, também, reavaliar (e valorizar) a teologia herética que sempre foi criticada, especialmente - segundo Rodari - por João Paulo II, que, em 1979, no México, declarou que “a concepção de Cristo como político, revolucionário, como o subversivo de Nazareth, não se alinha com a catequese da Igreja”. O Papa Bento XVI, então prefeito da Congregação pela Doutrina da Fé, compartilhava a visão de João Paulo II, mas também, como alega o próprio Müller, escreveu documentos, quando por sua passagem pela Congregação (Libertatis nuntius, 1984, e Libertatis conscientiae, 1986), que não continham apenas críticas, mas preparavam a estrada para uma “verdadeira teologia da libertação que é estritamente ligada à doutrina social da Igreja e que no mundo de hoje deve levar a própria voz...”. 

A teologia da libertação ainda vive. O próprio fundador o declarou recentemente. 

Como se isso não bastasse, em Roma há outro prefeito de Congregação (a Congregação dos religiosos), o Arcebispo brasileiro João Braz de Aviz, que, ao chegar a Roma em fevereiro passado, disse em uma entrevista que a TL não apenas é útil, mas necessária, porque permitiu à Igreja descobrir a opção preferencial pelos pobres, que é uma “opção evangélica”. (sic)
As escolhas dos novos prefeitos são preocupantes. Todas elas. Que Roma estão a construir? 

Giulia d'Amore di Ugento

clique na imagem abaixo

Leitores