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segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

MISSÕES CRISTO REI: Bodas em Itajubá/MG

No último fim de semana, foi realizado o Matrimônio do jovem casal, Guilherme Fernandes Cantuária e Ataize Paôla Fernandes, em Itajuba/MG. Celebrou o matrimônio o Rev. Pe. Ernesto Cardozo.




Aos recém-casados, nossos cumprimentos e os votos de felicidades e de uma bela e grande família católica. 


sábado, 26 de novembro de 2016

Santificação Mutua entre o Homem e Mulher

S. Paulo deixa como incumbência às mulheres o governo da casa; e por isso muitos seguem esta verdadeira opinião que a sua devoção é mais frutuosa para a família que a dos maridos, que, não tendo uma residência tão continuada entre os domésticos, não pode por conseguinte encaminhá-los tão facilmente para a virtude. Segundo esta consideração, Salomão, nos seus provérbios, faz depender a felicidade de toda a sua casa do cuidado e esmero da mulher forte que descreve. 

Diz-se no Gênesis que Isaac, vendo a esterilidade de sua esposa Rebeca, rogou ao Senhor por ela: ou segundo o texto hebraico, rogou ao Senhor em frente dela, porque um orava de um lado do oratório e outro do outro lado; e a oração do marido feita deste modo foi ouvida. A maior e mais frutuosa união do marido e da mulher é a que se faz na devoção, à qual se devem exercitar à porfia um ao outro.  

Frutos há, como o marmelo, que, pela aspereza do seu suco, não são agradáveis senão quando postos de conserva. Há outros que, pela sua brandura e delicadeza, não se podem conservar senão também postos em doce, como as cerejas e os damascos: assim as mulheres hão de desejar que os seus maridos estejam de conserva no açúcar da devoção; porque o homem sem devoção é um animal severo, áspero e duro. E os maridos devem desejar que as suas mulheres sejam devotas; porque, sem a devoção, a mulher é extremamente frágil e sujeita a cair ou embaciar a sua virtude.  

sábado, 15 de novembro de 2014

Sobre o matrimônio cristão


O casamento é um grande sacramento, eu digo, em Jesus Cristo e na sua Igreja, é honroso para todos, em todos, e em tudo, isto é, em todas as suas partes. Para todos: porque as próprias virgens o devem honrar com humildade. Em todos: porque é tão santo entre os pobres como é entre os ricos. Em tudo: porque a sua origem, o seu fim, as suas vantagens, a sua forma e matéria são santas. É o viveiro do Cristianismo, que enche a terra de fiéis, para tornar completo no Céu o número dos eleitos: de sorte que a conservação do bem do casamento é sobremaneira útil para a República; porque é a raiz e o manancial de todos os seus arroios. Prouvera a Deus que o seu Filho muito amado fosse chamado para todas as bodas como o foi para a de Caná; nunca faltaria lá o vinho das consolações e das bençãos; porque se não as há senão um pouco ao princípio, é porque, em vez de Nosso Senhor, se fez vir a elas Adônis e, em lugar de Noss Senhora, se faz vir a Vênus. Quem quer ter cordeirinhos bonitos e malhados, como Jacó, precisa como ele apresentar às ovelhas, quando se juntam para conceber, umas lindas varinhas de diversas cores; e quem quer ser bem-sucedido no casamento, deveria em suas bodas representar a si mesmo a santidade e dignidade deste Sacramento; mas, em lugar disso, dão-se aí mil abusos e excessos em passatempos, festins e palavras. Não é pois de admirar que os efeitos sejam desordenados.

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Não passará? Mas a democracia já está na Igreja de Francisco!

Alguém se lembra daquele questionário com 38 perguntas que Francisco enviou a todos os bispos do mundo, para, em tese, aparelhar melhor o Sínodo Extraordinário sobre a Família em Outubro próximo? Aquele questionário é a prova tangível de um “golpe de Estado” na Igreja, ou seja, a instalação da democracia, o governo do povo.

Outro indício da democracia na Igreja poderia ser o caso da CEI, a Conferência Episcopal Italiana, que pretende modificar seus estatutos e “corrigir uma anomalia histórica” “permitindo” que ela própria eleja seu presidente e seu secretário-geral, pois ambos os cargos eram decididos diretamente pelo Papa, diferentemente do que acontece no resto do mundo. Ou, também, quando nomeou oito cardeais para consultoria pessoal e justificou assim: "este grupo outsider, não é uma decisão simplesmente - sic! - minha, mas é fruto da vontade dos cardeais, tal como foi expressa nas Congregações Gerais antes do Conclave. E quero que seja uma consulta real, não formal". Alguém ainda tem dúvidas sobre a democracia na Igreja de Francisco? 


Mas esse é outro assunto.

Sinais dessa "democracia" começaram a aparecer com a escandalosa divulgação e que Francisco pensa seriamente em permitir o casamento de católicos já casados – ou seja, aqueles católicos que se arrependeram de ter casado com tal cônjuge e resolvem casar com outro – e, pior ainda, permitir-lhes o acesso ao Sacramento da Eucaristia!!! Como se fossem assuntos diferentes, como se pudesse haver dentro da Igreja uma classe de católicos, verdadeiramente católicos, que não pudessem receber os Sacramentos e... tudo bem!

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

A bandelheira conciliar continua. Na mira, o recasamento dos já casados

S. Mateus 19,3-9

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Apesar do que o próprio Nosso Senhor disse - Ele que era o Amor e a Compaixão - vem aí

 ...

O RECASAMENTO DOS CATÓLICOS DIVORCIADOS

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para que não se sintam excluídos, mesmo que seja ordem de Deus! 



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A quem serve Francisco?
Segundo uma notícia que anda circulando na web, e Sandro Magister comentou, a tarefa da Igreja Seita Conciliar, agora, é casar os divorciados. Falo daqueles que se casaram na Igreja e se divorciaram pela lei civil e que, portanto, estão impedidos de se casar novamente na Igreja de Cristo. Como é sabido. Como se sabe há séculos. 

Pois bem, os arqueólogos-de-araque concilares "descobriram" que entre os primeiros cristãos isso era bem comum, tendo mudado depois, por "opinião" humana. Isso, sem apresentar uma prova sequer dessa verdade conveniente, que justifica e defende os crimes contra a Santa Eucaristia! Tal arqueologismo chega às raias da loucura e da falsificação histórica!
"Nos primeiros séculos, perdoava-se os divorciados recasados e podiam receber a comunhão; mas mais tarde, no Ocidente, esta prática foi abandonada."

Como desconfiar disso, além do fato de que não se apresentam provas? Simples, basta ler a frase seguinte:
"Hoje, o papa Francisco volta a propô-la, enquanto os cardeais discutem o tema."
E, quase no final:
"Estendendo o poder da Igreja de absolver todos os pecados, inclusive àqueles que fracassaram no primeiro matrimônio e contraíram uma segunda união, se abriria o caminho – defendem – para “uma maior valorização do sacramento da reconciliação” e 'para uma volta à fé de muitos que, hoje, se sentem excluídos da comunhão eclesial'...”.

É bem conveniente, não? Por décadas, após o Vaticano II, a Igreja teve esse problemas nas mãos, mas SOMENTE agora "descobriram" essa "caridade" que foi "abandonada" pela Igreja depois? 

Eles devem pensar que somos idiotas! 


terça-feira, 30 de agosto de 2011

A língua!


Conselhos para as esposas, para quem ainda não casou e, também (sic) para os homens, pois muitos são os que, infelizmente, hoje em dia, não guardam um comportamento discreto. É uma peste que se alastrou na sociedade como um todo.

Além do precioso texto abaixo, eu gostaria de indicar a leitura do célebre "A Maledicência: Pecado da Língua ou Alquimia do Diabo?" (do site da FSSPX).

As más línguas

Conselho para as esposas



Uma das causas de muitas desavenças, mais ou menos graves, na família, são as más línguas, ou antes, o mau uso da língua. Dizem que é esse o fraco do belo sexo. 

Sem nos pronunciarmos a respeito dessa afirmativa, limitamo-nos, em assunto tão delicado e melindroso, a dar ás senhoras casadas alguns avisos que julgamos de utilidade prática. Visamos, claro está, apenas aquelas que não sabem refrear esse tão pequenino órgão que Deus nos concedeu, para que louvássemos o Seu santo nome, cantássemos as Suas glórias e comunicássemos com os nossos semelhantes. 

No batismo, a língua recebe o sal da sabedoria e, na sagrada comunhão, tem a insigne honra de servir de altar ao Deus de toda a santidade, antes de baixar ao nosso peito. Merece, portanto, grande cuidado da nossa parte. 

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