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domingo, 4 de junho de 2023

O mundo de ponta cabeça

Recebo periodicamente um informativo de um site italiano que coleciona livros católicos e permite baixá-los em PDF e Epub. Alguns, eu baixo para leitura pessoal; outros, para futura tradução e edição. Este de hoje é importantíssimo. Queira Deus que eu possa traduzi-lo em breve. 





O MUNDO DE PONTA CABEÇA


Um dos sinais que indicam que vivemos em um mundo de ponta cabeça – mais conhecido como “o poste mijando no cachorro” – está nas crônicas dos jornais: estudantes agredindo professores, filhos matando pais, bandidos processando as vítimas... O acuse=o do que você faz dos comunistas... Trata-se de fatos ricos de profundos significados que, obviamente, a mídia não revela.  

Mas houve um tempo em que o mundo estava em ordem. 

sexta-feira, 28 de abril de 2017

INSTRUÇÕES AO PAIS E MÃES DE FAMÍLIA

AO PAIS E MÃES DE FAMÍLIA 


DOCUMENTOS COMPOSTOS POR S. CARLOS BORROMEU,
Arcebispo de Milão,


Para os Pais e Mães de Famílias,

para criar seus filhos honrando a Deus: com as bênçãos dadas por Deus para os bons, e maldições para os maus que não honram a seus pais e mães.

Tirados da sua santíssima vida por um devoto seu.

Ano de 1631
Con licença em Barcelona


segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

Planned Parenthood promove de aborto a sadomasoquismo



Vídeo da Planned Parenthood para adolescentes: sadomasoquismo é "divertido" e uma "aventura": https://www.lifesitenews.com/opinion/planned-parenthood-video-promotes-sadomasochism-as-adventure-and-fun (em inglês).

Resumidamente, além de assassinar bebês no ventre das mães e vender seus órgãos no mercado negro, essa instituição, mantida até há pouco pelo governo dos EUA, também fomenta a imoralidade, o pecado contra a castidade e a inocência, divulgando e promovendo o sadomasoquismo entre os adolescentes. Vivemos em pleno neo-paganismo: o homem esqueceu de Deus!!! 

sábado, 4 de fevereiro de 2017

O Homeschooling avança no Brasil

O tema do homeschooling (ou ensino domiciliar) está avançando no Brasil, e vem a ser uma solução que resolve uma série de problemas. Só para citar rapidamente alguns: 

1. Combate a doutrinação marxista e de gênero das escolas públicas ou privadas, inclusive as confessionais. 
2. A família exerce o poder/direito/atribuição natural de educar seus filhos como melhor lhe aprouver. 
3. Faz economia. Consideremos: o dinheiro que você economiza em mensalidades, uniformes, material escolar que são exigidos pelas escolas etc. pode ser utilizado para pagar um tutor, caso não se sinta em condições ainda de educar seus filhos em casa. Além disso, podem se juntar duas ou mais famílias, e a economia será maior ainda. 
4. Seus filhos irão aprender de verdade as disciplinas exigidas pelo MEC. A maioria, a grande maioria dos que estudam em escolas controladas pelo Governo mal sabe escrever corretamente e menos ainda sabe fazer contas simples. Sem falar no analfabetismo funcional. 

Ao texto de hoje:  



"Tirei meus filhos da escola para educá-los em casa e não me arrependo"


Adeptos do "homeschooling", os irmãos Davi e Gabriel, 13, 
e Raquel, 11, participam de aula experimental de botânica. 
Arquivo pessoal

Por questionar se a metodologia de ensino utilizada no Brasil é capaz de preparar as crianças para a vida, a fisioterapeuta e professora universitária Renata Costa de Miranda Santos, 39, de Belo Horizonte (MG), decidiu, em conjunto com seu marido, Cesar dos Santos, retirar seus três filhos da escola e educá-los em casa. Hoje, ela é membro da Associação Educar (Educação Domiciliar Reformada), que tem como objetivo divulgar o método e esclarecer dúvidas de outros pais que queiram segui-lo. 

terça-feira, 3 de janeiro de 2017

Depravação do corpo: "eles" começam pelas crianças

Muitas vezes aludimos à crise que envenenou o Ocidente cristão, e que hoje se tornou universal graças ao movimento histórico da ocidentalização que, por paradoxo, se volta contra o Ocidente. Mais de uma vez tentamos percorrer os marcos históricos e as correntes de ideias que animaram a chamada civilização moderna e que agora deságuam pelo imenso estuário de mil disparates num oceano de sombrias perplexidades. A Renascença e a Reforma, debaixo de seus aspectos progressistas, e a par dos reais progressos trazidos pelas ciências da natureza, que asseguraram ao homem o conhecimento e o domínio das coisas exteriores e inferiores, foi o primeiro degrau do itinerário em que o homem se extravia de si mesmo, e para ganhar o mundo hipoteca a própria alma. Depois, na Revolução Francesa temos outro marco onde começa a grande impostura moderna das histórias mal contadas. Poderíamos dizer, embora nos repugne o neologismo, que a história recente é uma sucessão de estórias mal contadas. Num processo de sucessivo empulhamento que começou nos primórdios da Revolução Francesa, com as famosas societés de pensée denunciadas por Augustin Cauchin, seguiu-se a história do socialismo, a ascensão do liberalismo, a Revolução Russa, e as duas grandes guerras. Até hoje se conta a história da 2ª Guerra como se a Rússia tivesse desempenhado nela papel decisivo, papel de vencedor. Agora temos a super-impostura do progressismo "católico", como uma síntese de todos os erros cometidos pela humanidade nestes últimos séculos. E qual é a direção geral, o efeito principal desses movimentos históricos?

sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

Homeschooling & Vida Saudável

As famílias deveriam “fazer a escola em casa, se possível, e voltar para o campo, que é saudável, aproxima de Deus, equilibra temperamentos, e nos encoraja a trabalhar”

Sermão que Monsenhor Marcel Lefebvre pregou por ocasião de seu jubileu sacerdotal, na Festa de São Pio X de 1979, em Paris (cf. "Biografia", T. de Mallerais, p. 513). 



  

segunda-feira, 21 de novembro de 2016

O projeto de educação sexual do Vaticano é a ameça mais perigosa que já vi em 40 anos



Aviso de um psiquiatra: O projeto de educação sexual do Vaticano é a ameça mais perigosa que já vi em 40 anos. Clique e leia:




 
Um texto interessante para compreender os erros da igreja conciliar quanto à educação dos filhos. 

O autor é um psiquiatra com boas intenções, mas é modernista. O texto contém imagens imodestas, mas necessárias para explicar o que o Vaticano está fazendo com os jovens. Então, se quiserem poupar os olhos, não leiam. Mas quem é pai, talvez, precise ler, porque o que estão fazendo influenciará as escolas "católicas".  

Esse assunto está de certa forma linkado à ideologia de gênero. Voltaremos ao tema em outro post. 

sexta-feira, 14 de outubro de 2016

O pai que perdeu a filha

Atentos, pais católicos que empurrais vossos filhos para as universidades brasileiras que foram tomadas pelos comunistas há décadas e que transformam seus acadêmicos em militantes no giro de poucos meses. Por vezes, uma catequese feita male-mal não basta. Se vós viveis no mundo como se fossem do mundo, vossos filhos não passarão indenes nessas verdadeiras escolas de transformação moral. Algo ficará. O pior é que a partir deste fatídico ano, todas as crianças, a partir dos quatro anos de idade, também sofrerão maciça doutrinação marxista e de gênero, uma verdadeira lavagem cerebral. As autoridades são cúmplices, em sua grande maioria, seja por vontade consciente, seja por negligência ou ignorância. O aviso está sendo dado há algum tempo. Precisamos de Escolas Sem Partido



    

Inspirada em fatos reais, a história de uma jovem transformada em militante

Meu nome é João e eu vendo pão. Desde criança, acordo de madrugada para levar alimento às pessoas. Sabe aquela história de "trabalhar de sol a sol"? É a minha história. Mas Deus foi generoso comigo e há 18 anos me presenteou com um tesouro: minha filha. Lembro-me da hora em que ela nasceu, às cinco da manhã, tão pequenina e delicada. Veio na mesma hora em eu que saía para entregar pão às pessoas. A partir daquele momento, prometi a mim mesmo que faria tudo para defendê-la do mal que existe no mundo. 

segunda-feira, 11 de julho de 2016

Pais que suicidam seus filhos


De Jacinto Flecha

PAIS QUE SUICIDAM SEUS FILHOS

Nos meus primeiros doze anos, bucolicamente vividos sub tegmine fagi, o tempo se marcava ao ritmo de plantio e colheita, sem corre-corre, sirene de fábrica, relógio de ponto, plim-plim de TV, musiquinha de celular. Havia tempo para encher de perguntas os mais velhos, aprender enquanto se brincava, fazer amigos e visitá-los, avaliar oportunidades e riscos. Assunto importante a avaliação de riscos, uma das quais não consegui concluir na minha longínqua infância.
Tratava-se do seguinte. Eu costumava nadar com meus irmãos e amigos em um remanso do rio que banhava nossa fazenda. Dentro desse remanso havia uma pedra de bom tamanho, distando da margem pouco mais de um metro. Numa avaliação mental e à distância, acredito que bastaria abrir bem minhas pernas de hoje para colocar um pé na margem e outro na pedra. Era fácil chegar a ela nadando, mas pensei em fazer isso pulando da margem para a pedra, sobre o braço de rio que a contornava. Não era pequeno o risco de machucar-me gravemente, se meu salto não conseguisse alcançá-la. Se corresse para tomar impulso, o risco seria ainda maior, pois a margem do rio era inclinada e coberta de vegetação, tornando muito provável escorregar. Passei algum tempo ali, sem chegar a uma conclusão, e nunca me arrisquei a fazer o teste.
Com que propósito rememoro esse fato longínquo? Acontece que tenho observado o modo de vida das crianças citadinas de hoje, comparando-o com o que foi o meu e dos meus coetâneos. As diferenças são tantas, que a simples enumeração delas não caberia no espaço de uma crônica. É fácil percebê-las, observando o modo como as crianças aprendem (aprendem?!) hoje a atravessar uma rua, e comparando-o com o meu ao querer atravessar com um pulo aquele braço do rio. Tive de fazer a avaliação e decidir por mim mesmo, em função de outras coisas que me foram ensinadas. Poderia também pedir a opinião de um mais velho, depois de ter eu mesmo procurado resolver o assunto. Já as crianças de hoje, quanto tempo as mães ou babás dedicam a fazê-las atravessar a rua, cônscias de não poderem confiar-lhes a decisão? Quem se arriscaria a isso, com crianças de amadurecimento tão retardado?
Nem precisaria dizer que já comparei as diferenças das situações e dos seus respectivos riscos, mas o ponto que me atrai a atenção é outro. Quero saber o grau de maturidade que as crianças adquirem nos dois casos, consideradas ambas com a mesma idade. Nos meus seis ou sete anos, meus pais não tinham a menor dúvida em autorizar-me a nadar sozinho no rio, depois de me terem ensinado a nadar e explicado os riscos a evitar. Será que se poderia fazer o mesmo com crianças que passam grande parte da vida em ambientes fictícios de videogames?
Para começo de conversa, esses ambientes não correspondem às realidades que circundam as crianças, são virtuais, irreais. São elas capazes de entender as diferenças que há entre personagens, ambientes e dificuldades virtuais desses jogos e os ambientes, pessoas e dificuldades da vida real? Tudo indica que não, quando se sabe de crianças que morreram tentando voar como o Super-homem.
Uma criança pode praticar e jogar eximiamente um videogame no qual assume o papel, por exemplo, de um herói que defende o planeta contra alienígenas perigosos. Pode até derrotar todo o exército deles, bastando apertar o botão certo na hora certa. O que aprende com isso? Exagerando um pouco (apenas um pouco), aprende a apertar botões. Da mesma forma que numa definição jocosa de xadrez: um jogo chinês com o qual se aprende a jogar xadrez. Transpondo a definição para o videogame, pergunto-lhe se a criança aprende nele alguma coisa útil para a vida.
Na aprendizagem do meu tempo de criança, brincava-se com objetos reais, praticando até conseguir usá-los adequadamente e adquirir perícia superior à de um concorrente real. Posso citar meu exemplo pessoal com as bolinhas de gude, que eu jogava bem, e ganhei tantas que enchiam várias caixas. Já as crianças de hoje, mesmo que consigam derrotar todos os alienígenas, no final do jogo desligam o aparelho e desaparece tudo o que ganharam.
O que acontece quando uma criança dessas tem de enfrentar a vida real, onde tudo é diferente, muito mais difícil? Uma das possibilidades é ela desanimar de viver. E não é por acaso que os suicídios infantis aumentam em progressão alarmante. O número ainda é pequeno, e pouco provável o filho de algum de nós seguir esse caminho. Motivo para nos tranquilizarmos, para continuar a abastecê-los com esses instrumentos de deformação mental? Se você quer transformar seus filhos em adultos incapazes de enfrentar as dificuldades da vida – uma espécie de suicídio sem morte – dê-lhe todos os videogames que ele quiser. Pode ser um caminho interessante, se é isso o que você deseja para os seus filhos.
Caro leitor, não estou duvidando dos seus conhecimentos linguísticos, nem consinto que duvide dos meus. Sei que a etimologia de suicídio sempre indicou quem tira a vida de si mesmo. Como então o título desta crônica responsabiliza os pais pelo suicídio de filhos? Respondo que a deformação mental dessas crianças, e mesmo o suicídio, resulta de os pais proporcionarem e facilitarem essa fuga da realidade

(*) Jacinto Flecha é médico e colaborador da Abim


Fonte: Agência Boa Imprensa – (ABIM)

segunda-feira, 2 de maio de 2016

Quinta Porta do Inferno: A Má Educação dos Filhos

Quinta Porta do Inferno: A Má Educação dos Filhos 





Avisos úteis aos pais, mães e filhos.


Quantos pais se perdem e perdem a seus filhos porque não os educam no temor e amor de Deus, não cumprindo os cinco deveres principais que lhes impõe a paternidade, o amor, a correção, a instrução, a vigilância e o bom exemplo.

Há pais que não amam os filhos como devem amá-los. Certos homens não merecem o belo título de pais. Desperdiçam no jogo, na bebida, na devassidão o dinheiro que ganham, deixando faltar aos filhos o estrito necessário. Pais monstruosos, piores que os irracionais, que sabem passar fome para dar de comer a seus filhos. Há mães que amam aos filhos, mas só a parte material, o corpo. Quanto à alma, pouco ou nada se ocupam dela. Adiam o batismo semanas e meses, deixando o filho entregue a Satanás e em perigo de morrer pagão. Quantas almas perdidas e quantas outras estragadas para sempre. Quanto mais Satanás se demora no coração do filho, mais o estraga. Toda a preocupação, todos os cuidados para com o corpo, até o luxo, até as modas mais indecentes, e quase nada para a alma.

Que será daquela filha a quem a mãe procura inspirar só vaidade, a quem fala só de beleza, a quem enfeita como uma divindade? Será uma moça vaidosa, orgulhosa. Ai do moço que a tomar por esposa, porque será uma esposa leviana, exigente, cuja paixão do luxo nada poderá satisfazer. Será daqui a pouco a desavença, a suspeita, a briga, o abandono, a ruína do lar.
Quantos pais, quantas mães mormente perdem a si mesmos porque não cumprem o dever da correção. O homem nasce inclinado ao vício, diz a Escritura. No coração da criança madrugam os maus instintos. Bem cedo é preciso reprimi-los, corrigir os filhos, dai a pouco será tarde, impossível.



Como corrigir? A força de gritos e descomposturas? Isso só serve para ensinar tudo quanto há de palavras feias. A força de pancadas? Isso avilta e embrutece. Em primeiro lugar é preciso avisar: — "Meu filho, não faças isso, não andes em tal companhia, não convém, não pode ser, não consinto." — Às vezes este aviso será suficiente. Em caso de reincidência na mesma falta, é necessário repreender energicamente e ameaçar e, enfim, no caso de nova reincidência, castigar severamente.


terça-feira, 10 de novembro de 2015

Torre forte ou cata-vento?

Torre forte ou cata-vento? 


Nas pequenas cidades da idade média, encontram-se não raro vestígios de fortalezas e castelos; e, mesmo onde as construções estão reduzidas a algumas pedras, não é difícil achar quase intacta a alta torre do velho castelo. Ora, essas torres que viram desaparecer tantos séculos e que a seus pés contemplam, com olhar impassível, o turbilhão da vida moderna, como dão bem uma ideia do caráter firme! Em baixo delas, tudo muda, tudo se transforma, tudo evolui; vende-se e compra-se; a elas, porém, nada nem ninguém pode alterar-lhes o granito.

Antigas torres, que são o símbolo do caráter inabalável do homem que cumpre o seu dever virilmente. Outrora, a torre era o melhor refúgio dos habitantes do castelo; hoje, o homem de caráter firme é o melhor sustentáculo da sociedade. "Nunca abandones o lugar em que a vocação te colocou, e cumpre-lhe todos os deveres" - parecem dizer-nos aquelas pedras mudas. "Considera o número de anos exigidos para a minha construção, quantas pedras foram precisas, e quanto trabalho, boa vontade, quanto suor! Mas tudo isso não foi em vão. Sobrevivo a centenas e centenas de anos!"

Acaso, meu jovem, não te deixas desalentar facilmente na  tua boa vontade? Quantas vezes não te arrojaste pelo bom caminho, cheio de ardor varonil! Quantas vezes não prometeste trabalhar seriamente no desenvolvimento do teu caráter! Mas, ao cabo de algumas horas, de alguns dias quando muito, a chama do entusiasmo minguava, o ardor desaparecia, e tornavas a ser o mesmo, não é verdade? Foram precisos anos, dezenas de anos, talvez, para levantar a torre; e tu, querias tornar-te homem de caráter num só dia! Bem sabes, entretanto, que, se o caminho do pecado é agradável e semeado de flores deliciosas no começo, desilusão terrível cedo nele aguarda o pecador; - e que, se é difícil ser virtuoso no início, esse caminho em breve se torna cada vez menos duro, e sempre, no seu termo, se acha a paz duma consciência tranquila.

sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

A importância das amizades virtuosas na infância. E o mal que representam as mãs companhias!

Trata de como foi perdendo essas virtudes e de quanto importa, na infância, tratar com pessoas virtuosas.


1. Parece-me que começou a me prejudicar muito o que agora vou dizer. Considero algumas vezes o mal que fazem os pais em não procurar que seus filhos vejam sempre, e de todas as maneiras, coisas virtuosas. Porque, sendo minha mãe, como eu disse, tão virtuosa, ao chegar ao uso da razão não aproveitei tanto do bem, enquanto o mal muitos prejuízos me trouxe. Ela gostava de livros de cavalaria, e esse passatempo não lhe fazia tão mal quanto a mim, porque ela não deixava de lado seu labor, somente nos dava liberdade para lê-los. E é possível que o fizesse para não pensar nos grandes sofrimentos que tinha, e para ocupar seus filhos, evitando que se perdessem em outras coisas. Isso pesava tanto a meu pai, que era preciso ter cuidado para que ele não o visse. Acostumei-me a lê-los; e aquela pequena falta que nela eu via [ela considerava uma falta quando era pequena, nde] fez esfriar em mim os desejos, levando-me a me descuidar das outras coisas; e não me parecia ruim passar muitas horas do dia e da noite em exercício tão vão, escondida de meu pai. Era tamanha a minha absorção que, se não tivesse um livro novo, em mais nada encontrava contentamento.

quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

COMPORTAMENTO: Meninas e bonecas falando palavrões

Que boneca você daria para sua filha?



que boneca, você daria a sua filha?

A onda de imoralidade e pornografia que grassa no mundo moderno é muito pior do que a disseminação do vírus ebola. Pode parecer chocante, mas é a pura realidade.

Primeiramente, porque aquilo que atinge a alma e pode produzir a sua danação eterna é pior do que aquilo que atinge o corpo e tem apenas o poder de adiantar a hora da morte, que chega inexoravelmente para todos os filhos de Eva.

Mas há uma segunda razão para se afirmar que essa onda de imoralidade e pornografia é pior do que a pior das doenças. É que, enquanto contra o vírus ebola e outras epidemias do gênero se movem todos os poderes constituídos, as organizações científicas, a mídia, e tudo mais que se queira, no que diz respeito à depravação moral, ela é antes promovida do que combatida, e a escravidão ao vício da impureza é apresentada como uma “libertação social”.

terça-feira, 9 de dezembro de 2014

Quatro conselhos dos santos para a educação dos seus filhos

Vão aqui quatro preciosos conselhos dos santos para a educação dos seus filhos. Nem todas são exortações muito agradáveis aos ouvidos, mas, com certeza todas serão de grande valor para a sua família. 



Quatro conselhos dos santos para a educação dos seus filhos 

   
“Como poderão os filhos ser bons, se os pais não prestam? Só por milagre”. Com essa frase, Santo Afonso de Ligório resume a grave responsabilidade dos pais na formação da consciência de seus filhos. Como ensinou Nosso Senhor, pelos seus frutos os conhecereis. São muitíssimos os nomes de santos que tiveram pais ou mães igualmente virtuosos: Santo Agostinho e Santa Mônica, São Gregório Magno e Santa Sílvia, Santa Catarina da Suécia e Santa Brígida… e a lista se estende. São verdadeiramente almas gigantes, que só puderam se elevar porque receberam uma educação exemplar de seus pais.

Vão, aqui, quatro conselhos dos santos para você educar os seus filhos. Nem todas são exortações muito agradáveis aos ouvidos, mas, com certeza todas serão de grande valor para a sua família. 


sábado, 15 de novembro de 2014

Sobre o matrimônio cristão


O casamento é um grande sacramento, eu digo, em Jesus Cristo e na sua Igreja, é honroso para todos, em todos, e em tudo, isto é, em todas as suas partes. Para todos: porque as próprias virgens o devem honrar com humildade. Em todos: porque é tão santo entre os pobres como é entre os ricos. Em tudo: porque a sua origem, o seu fim, as suas vantagens, a sua forma e matéria são santas. É o viveiro do Cristianismo, que enche a terra de fiéis, para tornar completo no Céu o número dos eleitos: de sorte que a conservação do bem do casamento é sobremaneira útil para a República; porque é a raiz e o manancial de todos os seus arroios. Prouvera a Deus que o seu Filho muito amado fosse chamado para todas as bodas como o foi para a de Caná; nunca faltaria lá o vinho das consolações e das bençãos; porque se não as há senão um pouco ao princípio, é porque, em vez de Nosso Senhor, se fez vir a elas Adônis e, em lugar de Noss Senhora, se faz vir a Vênus. Quem quer ter cordeirinhos bonitos e malhados, como Jacó, precisa como ele apresentar às ovelhas, quando se juntam para conceber, umas lindas varinhas de diversas cores; e quem quer ser bem-sucedido no casamento, deveria em suas bodas representar a si mesmo a santidade e dignidade deste Sacramento; mas, em lugar disso, dão-se aí mil abusos e excessos em passatempos, festins e palavras. Não é pois de admirar que os efeitos sejam desordenados.

sábado, 26 de abril de 2014

10 razões pelas quais os celulares devem ser proibidos para crianças menores de 12 anos

Um artigo para reflexão. A responsabilidade pela educação das crianças é sempre dos pais. Eles são diretamente responsáveis por isso diante de Deus e, por isso, os principais interessados em preservar os filhos dos males físicos e espirituais. Este estudo é apenas mais um texto para reflexão. A ele quero juntar nossa experiência pessoal. Quando pequenos, na Itália, a TV funcionava poucas horas por dia e tinha horários separados realmente por faixa etária. Mesmo assim, meus pais controlavam severamente nosso acesso à TV. Graças a Deus, não tínhamos tecnologia nenhuma a nosso dispor e as lembranças que guardo são de tempos passados a correr pelos campos, com minha irmã caçula e a turminha composta das meninas e dos irmãos mais novos, porque os mais velhos faziam grupo com meu irmão. Depois dos deveres, o "mundo" era nosso. Brincávamos na frente de casa, pelas ruelas curtas de nossa cidadela, nas praças circunvizinhas e... pelos campos, particularmente na primavera. O contato com a natureza e com as outras crianças era real e nos ajudou a construir nossa individualidade, a forjar nosso caráter. O "tempo livre" incluía também passeios com a família, de carro, para localidades próximas, sobretudo no campo e, a partir da primavera, nas praias que circundam o salto da bota italiana que abrigou meus verdes anos. Comer frutas no pé, recolher uma infinidade de coisas, de flores a conchas, de insetos a cacos de todos os tipos. Sentir todo tipo de cheiro, dos campos à beira do mar. Ouvir todo tipo de som... Por fim, uma infância vivida à sombra da Igreja, nas aulas de catecismo ou da Ação Católica, depois da Missa de domingo, que assistíamos todos juntos: família, amigos da porta ao lado, coleguinhas de escola. E as tardes passadas com as Irmãs de São Vicente de Paula, principalmente Suor Giuseppina e Suor Caterina, que hoje repousam à espera daquele dia que há de vir e que me ensinaram a amar a Igreja, Cristo Nosso Senhor, a Virgem Maria e os Santos de Deus, primeiros dos quais São João Batista: creio que o primeiro "santinho" que ganhei na vida. Sim, não tenho motivos para invejar a infância de hoje, presa fácil da maldade do mundo e da negligência dos pais e da Igreja de Francisco.  

Giulia  



Cris Rowan
Terapeuta ocupacional pediátrica, bióloga, palestrante e escritora

10 razões pelas quais os celulares devem ser proibidos para crianças menores de 12 anos 


A Academia Americana de Pediatria e a Sociedade Canadense de Pediatria afirmam que crianças de 0 a 2 anos não devem ter nenhuma exposição à tecnologia, crianças de 3 a 5 anos devem ser limitadas à uma hora de exposição por dia e crianças e adolescentes de 6 a 18 anos devem ser restritas a duas horas por dia (AAP 2001/13, CPS 2010). Crianças e jovens usam de quatro a cinco vezes a quantidade de tecnologia recomendada, provocando consequências graves e, em muitos casos, colocando suas vidas em risco (Fundação Kaiser 2010, Active Healthy Kids Canada 2012). Aparelhos eletrônicos móveis (telefones celulares, tablets, jogos eletrônicos) aumentaram muito o acesso e uso de tecnologia, especialmente por crianças muito pequenas (Common Sense Media, 2013). Como terapeuta ocupacional pediátrica, convoco pais, professores e governos a proibir o uso de todos os mobiles para crianças com menos de 12 anos. Seguem dez razões, todas apoiadas em pesquisas, para justificar essa proibição. Para ter acesso às pesquisas com referências, procure o Zone'in Fact Sheet no site zonein.ca. 

terça-feira, 30 de agosto de 2011

A língua!


Conselhos para as esposas, para quem ainda não casou e, também (sic) para os homens, pois muitos são os que, infelizmente, hoje em dia, não guardam um comportamento discreto. É uma peste que se alastrou na sociedade como um todo.

Além do precioso texto abaixo, eu gostaria de indicar a leitura do célebre "A Maledicência: Pecado da Língua ou Alquimia do Diabo?" (do site da FSSPX).

As más línguas

Conselho para as esposas



Uma das causas de muitas desavenças, mais ou menos graves, na família, são as más línguas, ou antes, o mau uso da língua. Dizem que é esse o fraco do belo sexo. 

Sem nos pronunciarmos a respeito dessa afirmativa, limitamo-nos, em assunto tão delicado e melindroso, a dar ás senhoras casadas alguns avisos que julgamos de utilidade prática. Visamos, claro está, apenas aquelas que não sabem refrear esse tão pequenino órgão que Deus nos concedeu, para que louvássemos o Seu santo nome, cantássemos as Suas glórias e comunicássemos com os nossos semelhantes. 

No batismo, a língua recebe o sal da sabedoria e, na sagrada comunhão, tem a insigne honra de servir de altar ao Deus de toda a santidade, antes de baixar ao nosso peito. Merece, portanto, grande cuidado da nossa parte. 

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