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Feminismo: o maior inimigo da mulher
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sexta-feira, 1 de abril de 2016

Ó, cegueira humana! - a tolerância com os pequenos defeitos é perniciosa!




Ó, cegueira humana! Até quando continuaremos com os olhos cheios de terra? (...) entre nós [entre as religiosas] vejo minúsculos argueiros, pequenos defeitos, embora a terra não seja tanta a ponto de nos cegar totalmente. Entretanto, se deixarmos que cresçam, bastarão para nos causar grande dano (...) Aproveitemo-nos de nossas faltas para conhecermos a nossa miséria. Dessa forma, elas nos darão melhor visão, como a lama com que [Ele] curou o cego. (...) vendo-nos tão imperfeitas, redobremos nossas súplicas ao Senhor para que Ele tire de nossas misérias a Sua glória, a fim de contentarmos em tudo a Sua Majestade.

Santa Teresa D'Ávila 




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sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

A importância das amizades virtuosas na infância. E o mal que representam as mãs companhias!

Trata de como foi perdendo essas virtudes e de quanto importa, na infância, tratar com pessoas virtuosas.


1. Parece-me que começou a me prejudicar muito o que agora vou dizer. Considero algumas vezes o mal que fazem os pais em não procurar que seus filhos vejam sempre, e de todas as maneiras, coisas virtuosas. Porque, sendo minha mãe, como eu disse, tão virtuosa, ao chegar ao uso da razão não aproveitei tanto do bem, enquanto o mal muitos prejuízos me trouxe. Ela gostava de livros de cavalaria, e esse passatempo não lhe fazia tão mal quanto a mim, porque ela não deixava de lado seu labor, somente nos dava liberdade para lê-los. E é possível que o fizesse para não pensar nos grandes sofrimentos que tinha, e para ocupar seus filhos, evitando que se perdessem em outras coisas. Isso pesava tanto a meu pai, que era preciso ter cuidado para que ele não o visse. Acostumei-me a lê-los; e aquela pequena falta que nela eu via [ela considerava uma falta quando era pequena, nde] fez esfriar em mim os desejos, levando-me a me descuidar das outras coisas; e não me parecia ruim passar muitas horas do dia e da noite em exercício tão vão, escondida de meu pai. Era tamanha a minha absorção que, se não tivesse um livro novo, em mais nada encontrava contentamento.

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

SANTA TERESA DE ÁVILA

15 DE OUTUBRO 

SANTA TERESA DE ÁVILA 


Santa Teresa recebendo o véu e o colar
da Santa Virgem e de São José
de Cristóbal de Villalpando

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Nunca um santo ou santa mostrou-se tão "carne e osso" como Teresa d'Ávila, ou Teresa de Jesus, nome que assumiu no Carmelo.  

Nascida no dia 28 de março de 1515, em Gotarrendura, Ávila, Reino de Castela, seus pais, Alonso Sanchez de Cepeda e Beatriz d'Ávila y Ahumada, a educaram, junto com os irmãos, dentro do exemplo e dos princípios cristãos.  

Aos sete anos, tentou fugir de casa e peregrinar ao Oriente para ser martirizada pelos mouros, mas foi impedida por uma tia. A leitura da vida dos santos mártires tinha sobre ela uma força inexplicável e, se não fossem os parentes terem-na encontrado por acaso, teria fugido, levando consigo o irmão Roderico.

Órfã de mãe aos doze anos, Teresa assumiu Nossa Senhora como sua mãe adotiva. Mas o despertar da adolescência a levou a ter experiências excessivas ao lado dos primos e primas, tornando-se uma grande preocupação para seu pai. Aos dezesseis anos, sua atração pelas vaidades humanas era muito acentuada. Por isso, o pai a colocou para estudar no colégio das agostinianas em Ávila. Após dezoito meses, uma doença grave a fez voltar para receber tratamento na casa de seu pai, o qual se culpou pelo acontecido.

Nesse período, pela primeira vez, Teresa passou por experiências espirituais místicas, de visões e conversas com Deus. Todavia, as tentações mundanas não a abandonavam. Assim atormentada, desejando seguir com segurança o caminho de Cristo, em 1535, já com vinte anos, decidiu tornar-se religiosa, mas foi impedida pelo pai. Como na infância, resolveu fugir, desta vez com sucesso. Foi para o Convento Carmelita da Encarnação de Ávila.

quarta-feira, 10 de abril de 2013

MEDITAÇÕES: Do Pecado Mortal

Sta Teresa D'Avila fala sobre o pecado mortal


Antes de passar adiante, quero dizer-vos que considereis o que será ver este castelo tão resplandecente e formoso (que é a alma), esta pérola oriental, esta árvore de vida que está plantada nas mesmas águas vivas da Vida, que é Deus, quando cai em pecado mortal. Não há trevas mais tenebrosas, nem coisa tão escura e negra que ela o não esteja muito mais. Basta saber que, estando até o mesmo Sol, que lhe dava tanto resplendor e formosura no centro de sua alma, todavia é como se ali não estivesse, para participar d'Ele, apesar de ser tão capaz de gozar de Sua Majestade, como o cristão o é para nele resplandecer o sol. Nenhuma coisa lhe aproveita; e daqui vem que todas as boas obras que fizer, estando assim em pecado mortal, são de nenhum fruto para alcançar glória; porque, não procedendo daquele princípio que é Deus, do qual vem que a nossa virtude é virtude, e apartando-nos d'Ele, não pode a obra ser agradável a Seus olhos; porque, enfim, o intento de quem faz um pecado mortal, não é contentar a Deus, senão dar prazer ao demônio o qual, como é as mesmas trevas, assim a pobre alma fica feita uma mesma treva.

Eu sei de uma pessoa a quem Nosso Senhor quis mostrar como ficava uma alma quando pecava mortalmente. Diz aquela pessoa que lhe parece que, se o entendessem, não seria possível que alguém pecasse, ainda que se pusesse nos maiores trabalhos que se possam pensar para fugir das ocasiões. E assim, deu-lhe um grande desejo de que todos o entendessem. Assim volo dê a vós, filhas, de rogar a Deus pelos que estão neste estado, todos feitos uma escuridão, e tais são suas obras; porque, assim como duma fonte muito clara, claros são os arroiozitos que dela manam, assim é uma alma que está em graça, pois daqui lhe vem serem suas obras tão agradáveis aos olhos de Deus e dos homens, porque procedem desta fonte de vida, onde a alma está como uma árvore plantada; nem ela teria frescura e fruto, se não lhe viesse dali; é isto que a sustenta e faz com que não seque, e que dê bom fruto. Assim a alma que, por sua culpa se aparta desta fonte e se transplanta a outra de uma negríssima água e de muito mau odor, tudo o que dela sai é a mesma desventura e sujidade.

É de considerar aqui que a fonte e aquele Sol resplandecente que está no centro da alma, não perde seu resplendor e formosura, que está sempre dentro dela, e não há coisa que lhe possa tirar a sua formosura. Mas, se sobre um cristão que está ao sol, se pusesse um pano muito negro, claro está que, embora o sol dê nele, a sua claridade não fará o seu efeito no cristal.

Ó almas remidas pelo Sangue de Jesus Cristo! Entendei-vos e tende dó de vós mesmas! Como é possível que, entendendo isto, não procureis tirar este pez deste cristal? Olhai que, se a vida se vos acaba, jamais tornareis a gozar desta luz. Ó Jesus! O que é ver uma alma apartada dela! Como ficam os pobres aposentos do castelo! Que perturbados andam os sentidos, que é a gente que vive neles! E as potências, que são os alcaides, mordomos e mestres-salas, com que cegueira, com que mau governo! Enfim, como onde está plantada a árvore é o demônio, que fruto pode dar?

Ouvi uma vez a um homem espiritual, que não se espantava do que fazia quem está em pecado mortal, mas sim do que não fazia. Deus, por Sua misericórdia, nos livre de tão grande mal, que não há outra coisa, enquanto vivemos, que mereça este nome de mal, senão esta; pois acarreta males eternos para sempre. É disto, filhas, que devemos andar temerosas e o que temos de pedir a Deus em nossas orações; porque, se Ele não guarda a cidade, em vão trabalharemos, pois somos a própria vaidade.

Dizia aquela pessoa que tinha aproveitado duas coisas da mercê que Deus lhe fez: uma, um temor grandíssimo de O ofender, e assim sempre Lhe andava suplicando que não a deixasse cair, vendo tão terríveis danos; a segunda, um espelho para a humildade, vendo que, coisa boa que façamos, não tem seu princípio em nós mesmos, mas naquela fonte onde está plantada esta árvore das nossas almas, e neste Sol que dá calor às nossas obras. Disse que se lhe representou isto tão calr que, em fazendo alguma coisa boa ou vendo-a fazer, acudia ao seu princípio e entendia como, sem esta ajuda, não podíamos nada; e daqui lhe procedia ir logo a louvar a Deus, e, habitualmente, não se lembrava de si em coisa boa que fizesse.

Santa Teresa D'Avila, Mística e Doutora da Igreja, Castelo Interior.


Fonte: http://anjosdeadoracao.blogspot.com.br

Não revisado pelo blog!

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domingo, 18 de novembro de 2012

Teresa de Ávila: "o Perdão às Ofensas e o Engodo das Honras"

O Perdão às Ofensas e o Engodo das Honras


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Com esse Alimento celestial - a Eucaristia -, nosso bom Mestre viu que tudo se nos tornava fácil, a não ser por nossa culpa, e poderíamos muito bem cumprir o que dissemos a seu Pai: Seja feita a vossa vontade.

Continuando a oração, que nos está ensinando, agora o bom Jesus pede nos perdoe nossas ofensas, como também nós perdoamos aos que nos têm ofendido, e diz estas palavras: E perdoai-nos, Senhor, as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido.

Reparai, irmãs, que não diz: "Como perdoaremos". É para nos dar a entender que deve ser fato consumado. Quem pede uma dádiva tão grande como o Pão do céu, quem submeteu sua vontade ao querer divino, já perdoou tudo. E assim diz: "Como nós perdoamos", no passado.

Fique, pois, bem claro: quem sinceramente tiver dito ao Senhor: Faça-se a vossa vontade, há de ter perdoado tudo, ou ao menos, estar resolvido a fazê-lo. Por esse motivo, os santos alegravam-se com as injúrias e perseguições. Tinham algo para oferecer ao Senhor quando se apresentassem para lhe pedir perdão das ofensas cometidas contra ele.

Uma graça tão imensa e de tanta importância, como é perdoar-nos o Senhor nossas culpas, merecedoras do fogo eterno, nos é concedida a troco de tão pouca coisa como é perdoarmos também nós.

Mas, Senhor, gratuitamente me haveis de perdoar, porque tenho tão poucos desses atos insignificantes a oferecer! Aqui vossa misericórdia acha campo! Bendito sejais vós por me suportardes, a mim criatura tão pobre!

Mas, Senhor meu, será que há outras pessoas nas mesmas condições que eu e que não tenham compreendido esta verdade? Se as há, em vosso nome lhes suplico, que se lembrem desta realidade e não façam caso de umas miseriazinhas a que chamam ofensas. Até parece que, como crianças fazemos choças de palhinhas com esses pontos de honra.

Valha-me Deus, irmãs! Se soubéssemos que coisa é honra e o que é perder a honra! Agora não me refiro a vós, pois seria muito triste se já não tivésseis entendido. Refiro-me a mim, no tempo em que prezava a honra, sem entender que coisa era. Ia com os outros. Em quantas pequeninas coisas sentia-me ofendida! Agora me envergonho.

Como falou bem quem disse que honra e proveito espiritual não combinam! Todavia, não sei se o disse a esse propósito. Mas assim é ao pé da letra. Proveito da alma e aquilo a que o mundo chama honra jamais se unem. É de pasmar ver quanto o mundo anda às avessas. Bendito seja o Senhor que nos tirou dele. (...)

Praza a Deus não se condene uma alma por ter guardado esses negros pontos de honra, sem entender em que consiste a verdadeira honra!

E, depois, temos a ousadia de pensar que fizemos muito, quando perdoamos um nadinha qualquer, que nem era ofensa, nem injúria, nem coisa alguma. Como se tivéssemos feito uma proeza, muito convencidas, diremos ao Senhor que nos perdoe, porque temos perdoado! Fazei-nos, meu Deus, compreender que não nos conhecemos e que nos apresentamos diante de vós com as mãos vazias. Perdoai-nos, por vossa misericórdia!

Na verdade, Senhor, todas as coisas acabam e o castigo é eterno. Não vejo obra alguma digna de vos ser apresentada em troca da imensa graça do perdão por vós concedida. Só o podeis fazer em atenção ao vosso Filho que vos pede perdão por nós.

Mas quão apreciado deve ser pelo Senhor este amor recíproco! O bom Jesus bem pudera apresentar a seu pai outras obras e dizer-lhe: "Perdoai-nos, Senhor, porque fazemos austera penitência, ou porque rezamos muito e jejuamos, deixamos tudo por vós e muito vos amamos". Não alega ainda: "Porque daríamos a vida por vós", nem outros possíveis encarecimentos, senão somente: porque perdoamos.

Ele sabe que somos amigos desta negra honra. Por ser a coisa mais difícil de obter de nós e a mais agradável a seu Pai, oferece-a o Senhor, de nossa parte, apresentando-a para alcançar o perdão.

Verificai bem, irmãs, o que diz o bom Jesus: assim como nós perdoamos. Fala como de coisa já feita. Prestai grande atenção a este ponto. Ao sair desta oração, em que a alma recebe de Deus grandes graças na contemplação perfeita, examinai bem se ela está muito resolvida a perdoar e, quando surge a ocasião, se de fato ela perdoa qualquer injúria, por grave que seja - e não certas ninharias que chamam injúrias. Do contrário, não há que fiar de sua oração."

Sta Teresa D'Avila, Caminho de Perfeição

quinta-feira, 29 de março de 2012

A mão de Deus

A mão de Deus

Um trecho do ROSÁRIO RECITADO COM SANTA TERESA DE ÁVILA que está em fase de tradução: 

"Quando se tratava de cair, eu tinha muito amigos dispostos a me ajudar, mas quando procurava me reerguer me encontrava tão sozinha que provo, agora, certa admiração por não ter permanecido sempre no chão e sinto-me obrigada a louvar a misericórdia de Deus, o único que me estendia a mão" (Vida, 7,22).


E por falar em tão divinas e amadas mãos... aqui o poema dela: Nas mãos de Deus.

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