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segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

A origem traumática da homossexualidade masculina

Do site TRADUTORES DE DIREITA, um texto esclarecedor sobre o tema da homossexualidade como comportamento (então, escolha!) e não algum tipo de gene que faça alguém simplesmente nascer assim. Ninguém "nasce" gay, não é algo inexorável, embora às vezes seja quase que compulsivo. É comportamento! E, como tal, é curável, sim.   



A origem traumática da homossexualidade masculina


Como um psicólogo que trata homens de orientação homossexual, assisto com desânimo o movimento LGBT convencer o mundo que a palavra ‘gay’ precisa de uma revisão da compreensão da pessoa humana. 
A profissão da psicologia tem muita culpa nessa mudança. Uma vez, era geralmente consenso que a normalidade é “aquilo que funciona de acordo com seu propósito.” Não havia algo como “uma pessoa gay”, porque a Humanidade era reconhecida como naturalmente e fundamentalmente heterossexual. Nos meus mais de 30 anos de prática clínica, eu pude ver como é verdade esse entendimento antropológico inicial.
Homossexualidade é, na minha opinião, primariamente um sintoma de trauma de gênero. Apesar de que algumas pessoas podem ter nascido com algum condicionamento biológico (influência de hormônios pré-natais, sensitividade emocional interna) que as tornaria especialmente vulneráveis a este trauma, o que distingue a condição homossexual humana é que houve uma interrupção no processo natural de identificação masculina.
O comportamento homossexual [fixem bem este termo, porque é de comportamento que se trata, e, se é comportamento, pode ser mudado. Sim, há uma cura] é uma tentativa sintomática de “reparar” a ferida original que deixou o menino alienado de sua masculinidade inata que ele falhou em reclamar. Isso o diferencia da heterossexualidade, que surge naturalmente no desenvolvimento impertubado da identidade de gênero. [traduzindo: heterossexualidade = normal; homossexualidade = anormal.] 
O conflito básico [prestem atenção, pais e mães!!!] na maioria da homossexualidade é a seguinte: o menino – normalmente uma criança sensível, mais inclinada que a maioria à feridas emocionais – deseja o amor e aceitação do seu progenitor de mesmo sexo, mas sente frustração e raiva contra ele porque esse progenitor é tido por essa criança em especial como abusivo ou insensível. (Vale notar que essa criança pode ter irmão que experienciam o mesmo progenitor de maneira diferente [o que denota que é um comportamento absolutamente subjetivo]).
A atividade homossexual pode ser um encenação erótica desse relacionamento de amor e ódio. Como todas as “perversões” – e eu uso esse termo não para ser rude, mas no sentido de que o desenvolvimento homossexual “perverte”, ou “distancia a pessoa de”, seu biologicamente apropriado objeto de ligação erótica – o eroticismo ao mesmo sexo contém uma dimensão de hostilidade intrínseca. 

terça-feira, 3 de janeiro de 2017

Depravação do corpo: "eles" começam pelas crianças

Muitas vezes aludimos à crise que envenenou o Ocidente cristão, e que hoje se tornou universal graças ao movimento histórico da ocidentalização que, por paradoxo, se volta contra o Ocidente. Mais de uma vez tentamos percorrer os marcos históricos e as correntes de ideias que animaram a chamada civilização moderna e que agora deságuam pelo imenso estuário de mil disparates num oceano de sombrias perplexidades. A Renascença e a Reforma, debaixo de seus aspectos progressistas, e a par dos reais progressos trazidos pelas ciências da natureza, que asseguraram ao homem o conhecimento e o domínio das coisas exteriores e inferiores, foi o primeiro degrau do itinerário em que o homem se extravia de si mesmo, e para ganhar o mundo hipoteca a própria alma. Depois, na Revolução Francesa temos outro marco onde começa a grande impostura moderna das histórias mal contadas. Poderíamos dizer, embora nos repugne o neologismo, que a história recente é uma sucessão de estórias mal contadas. Num processo de sucessivo empulhamento que começou nos primórdios da Revolução Francesa, com as famosas societés de pensée denunciadas por Augustin Cauchin, seguiu-se a história do socialismo, a ascensão do liberalismo, a Revolução Russa, e as duas grandes guerras. Até hoje se conta a história da 2ª Guerra como se a Rússia tivesse desempenhado nela papel decisivo, papel de vencedor. Agora temos a super-impostura do progressismo "católico", como uma síntese de todos os erros cometidos pela humanidade nestes últimos séculos. E qual é a direção geral, o efeito principal desses movimentos históricos?

segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

Da rebeldia do homem: "me recuso a ser quem/como Deus me fez"

Mais um texto bem escrito, que nos faz atentar sobre um fenômeno cada vez mais comum: "o repúdio de si mesmo". Já é bem noto o transexualismo (ou transsexualismo, e todas as suas ramificações mentais), no qual o homem se recusa a viver como homem e quer ser reconhecido como mulher (e vice-versa no caso da mulher). Daí que vemos hoje adultos que querem ser reconhecidos como crianças (pagam imposto? trabalham? vivem do que?), seres humanos querendo ser reconhecidos como animais (abaixo um caso dos muitos casos). E assim por diante. Disso decorrem uma série de anomalias psíquicas, como a vontade de união "inter-espécies" (seres humanos "casando" com animais), ou, uma das mais cruéis, adultos querendo "amar" crianças (pedofilia, pederastia). Basta um passeio pelo Google para perceber até onde chega a rebelião do homem contra a vontade de Deus. E nem precisa se aventurar na "deep" internet, onde até pouco tempo atrás se escondiam esses perturbados mentais. Mas vamos ao texto. No final, alguns exemplos publicáveis do que falei.   



“os entregou aos desejos dos seus corações”


  

As seguintes afirmações do Apóstolo das Gentes são de molde a causar grande impacto:
“Conhecendo a Deus, não o glorificaram como Deus, nem lhe deram graças. Pelo contrário, extraviaram-se em seus vãos pensamentos, e se lhes obscureceu o coração insensato. Pretendendo-se sábios, tornaram-se estultos. [...]

“Por isso, Deus os entregou aos desejos dos seus corações, à imundície, de modo que desonraram entre si os próprios corpos. Trocaram a verdade de Deus pela mentira, e adoraram e serviram à criatura em vez do Criador, que é bendito pelos séculos. [...]

“Como não se preocupassem em adquirir o conhecimento de Deus, Deus entregou-os aos sentimentos depravados, e daí o seu procedimento indigno”
(Rom I, 21-28).

sexta-feira, 13 de junho de 2014

COMO SE CHEGA A UM CULTO SATÂNICO?

Editado para acompanhar as atualizações no post original: 

A quem interessar, este é o perfil da "performática" Raissa Vitral, que teve as partes íntimas costuradas "por amor à arte": aqui. E esta é uma página no Facebook feita em apoio a essa senhora: aqui.



COMO SE CHEGA A UM CULTO SATÂNICO?


DESTAQUE



A página da festa satânica classifica o evento como perfomático. “As x*** já sangram biologicamente, isso não nos basta, nós queremos fazê-la sangrar socialmente. As x***  são satânicas porque elas precisam ser des-santificadas, o diabo precisa deixar de ser demonizado e o mundo precisa ser menos homogêneo”, diz parte de um  manifesto na página publicado no  perfil Jokasta Bom Peixoto.  


*** * ***


Uma manifestante que tomou parte no ato blasfemo, feito na JMJ, em 2013,
foi reconhecida (pela tatuagem) como estando presente neste culto
satânico, realizado na Universidade Federal Fluminense, em Rio das Ostras.


Raphael de la Trinité


A Revolução é progressiva. O fim último é precisamente o satanismo.

Todo discurso revolucionário foi concebido com base no mito da valorização da dignidade humana. A IDEIA DE UMA RELIGIÃO A SERVIÇO DO HOMEM não corresponde a nenhuma inovação. Desde a Renascença, passando pela Declaração dos Direitos Humanos, feita pela Revolução Francesa, até o lema “Proletários do mundo, uni-vos”, da Revolução comunista de 1917, o que se apregoa como dogma inviolável? O homem deve ser a medida e o centro de todas as coisas. 

Que afirmam os detratores da Fé?

sexta-feira, 22 de março de 2013

PROFECIAS: A Lamparina do Sacrário que se Apaga

PROFECIAS: APARIÇÃO DE NOSSA SENHORA EM QUITO, EM 1634


APAGA-SE A LAMPARINA.

Uma profecia reservada para os nossos conturbados tempos que ficou oculta durante três séculos no Mosteiro Real das Concepcionistas de Quito, Equador, veio à tona agora no início do século XX.

A Santíssima Virgem, apresentando-se à sua filha querida Madre Mariana de Jesus Torres, predisse em detalhes que uma grave crise se estenderia a partir do século XIX e XX e que a Igreja de Cristo seria eclipsada por um período em que Ela mesma denominou de “tenebrosa era”.

Justamente quando Roma decidiu calar a resposta do Céu que o Santo Padre Bento XV solicitara para a paz no mundo (cf. Quando o Papa suplicou, a Santíssima Virgem respondeu) a extraordinária profecia de Nossa Senhora do Bom Sucesso confirma o que faltou ser explicado sobre a visão do Terceiro Segredo, revelado ao mundo somente em 2000 pelo Vaticano.

A LAMPARINA DO SACRÁRIO QUE SE APAGA


Na madrugada do dia 2 de fevereiro de 1634, quando Madre Mariana de Jesus Torres suplicava com grande fervor no coro superior do Convento de Quito, com os olhos fixos no Sacrário, viu a lamparina que ardia diante de Jesus Sacramentado, apagar-se, ficando o altar-mor inteiramente às escuras.

A religiosa quis levantar-se, deixando a oração, para acender uma vela que substituísse a lamparina. Mas não pôde: estava completamente sem sentidos.

Nossa Senhora aparece e explica os significados do fato de a lamparina ter-se apagado.

Nesta situação ela viu uma luz celeste alumiar toda a igreja. E apareceu a Rainha dos Céus que, acendendo a lamparina, pôs-se diante dela, dizendo:

“Filha querida do meu Coração, sou Maria do Bom Sucesso, tua Mãe e Protetora que, trazendo meu Filho Santíssimo no braço esquerdo e o báculo no direito, venho dar-te a alegre notícia de que dentro de dez meses e alguns dias cerrarás por fim teus olhos à luz material deste mundo para abri-los à claridade da luz Eterna. Meu Filho Santíssimo ouviu teus clamores e vai, enfim, pôr termo ao teu desterro. Prepara tua alma para que, purificada mais e mais, entre na plenitude do gozo de teu Senhor. Oh, se todos os mortais, e em particular as almas religiosas, o Céu conhecessem, o que é a posse de Deus! Como viveriam de outro modo e jamais poupariam qualquer sacrifício para possuí-Lo”.

Mal gravíssimo que tanto dano causa aos conventos: a tibieza

Em seus colóquios com Madre Mariana, a Santíssima Virgem faz revelações que dizem respeito à vida consagrada e, em particular, ao seu Mosteiro Concepcionista, à Colônia que ainda não se tornara República, mas também a toda Igreja Católica de nossos tempos.

Referindo-se a todos os mortais, mas, em particular, às almas religiosas, disse a Santíssima Virgem:

“A uns, cega o falso brilho das honras e das grandezas humanas e a outros o amor próprio não domado, origem da tibieza, mal gravíssimo que tantos danos causa nos claustros religiosos. Tu, ao despedir-te de tuas filhas, inculca-lhes o fervor, a humildade, o desprezo de si mesmo e a prática incessante das virtudes religiosas associadas a essa simplicidade infantil que torna as almas muito amadas por meu Filho Santíssimo e por Mim, que delas sou a Mãe”.

A Santíssima Virgem adverte contra a fúria infernal que assola as congregações de vida contemplativa. Sobretudo, o Mosteiro Concepcionista:

“Em todas as épocas esta minha casa será combatida com furor infernal e procurarão destruí-la e aniquilá-la. Mas Eu e a Providência Divina velaremos por sua conservação, com a cooperação das virtudes praticadas pelas moradoras desta casa, porque, ai! se isto faltasse (...). Faço-te saber também, minha dileta, que meu amor maternal velará sobre os conventos de toda a Ordem de minha Imaculada Conceição, porque esta Ordem me dará muita glória nas santas filhas que terei. Cuidarei, essencialmente, dos conventos fundados nestas terras pelas filhas desta casa. Muitas vezes eles estarão a ponto de extinguir-se, mas por milagre subsistirão. Um só perecerá por altos desígnios de Deus, que saberás quando estiveres no Céu”.

Exatamente como Fátima prevê que nações inteiras perderiam o dogma da Fé, Nossa Senhora de Fátima profetiza que muitos conventos fundados pelas filhas daquele mosteiro estariam a ponto de extinguir-se. Mas por milagre subsistirão.


PRIMEIRO SIGNIFICADO DA LAMPARINA QUE SE APAGA: A PROPAGAÇÃO DE HERESIAS NOS SÉCULOS XIX E XX.

Confirmando outras grandes intervenções, como em La Salette, a Mãe do Verbo explica o primeiro significado da lamparina do Sacrário que se apaga, reportando enfaticamente para o nosso tempo.

“A lamparina que arde diante do altar e que viste apagar-se, possui muitos significados. O primeiro é que no fim do século XIX, avançando por grande parte do século XX, várias heresias se propagarão nestas terras, então, república livre. E com o domínio delas, apagar-se-á nas almas a luz preciosa da Fé, pela quase total corrupção dos costumes. Nesse período haverá grandes calamidades físicas e morais, públicas e privadas. O pequeno número de almas que conservará oculto o tesouro da Fé e das virtudes sofrerá um cruel, indizível e prolongado martírio. Muitas delas descerão ao túmulo pela violência do sofrimento e serão contadas como mártires que se sacrificaram pela Igreja e pela Pátria. Para a libertação da escravidão destas heresias, aqueles a quem o amor misericordioso de meu Filho Santíssimo destinará para esta restauração, necessitarão de grande força de vontade, constância, valor e muita confiança em Deus. Para por à prova esta fé e confiança dos justos, haverá ocasiões em que tudo parecerá perdido e paralisado. Será, então, o feliz princípio da restauração completa”.

Assim, a Mãe do Verbo adverte que heresias se espalhariam em nosso tempo e apagariam nas almas a preciosa luz da Fé, pela quase total corrupção de costumes.


SEGUNDO SIGNIFICADO: CATÁSTROFE ESPIRITUAL NO CONVENTO DA IMACULADA CONCEIÇÃO

Nesse segundo significado da luz que se apaga, a Santíssima Virgem fala naquilo que irmã Lúcia se referiu como “desorientação diabólica”, ou seja, uma “falsa caridade” que entraria no convento e faria estragos nas almas. Instigadas pelos demônios, recobertos com a roupagem aparente de virtudes, “membros podres” ou religiosos com aparência de “sepulcros caiados” causarão um relaxamento espiritual que levará à morte moral, a tibieza e à languidez. Diz a Senhora:

“O segundo motivo é que esta minha Comunidade, estando com reduzido número de pessoas, será submergida no mar insondável de indizíveis amarguras e parecerá afogar-se nestas diversas águas de tribulações. Quantas vocações autênticas perecerão, por falta de discrição, tino e prudência das Mestras de Noviças em formá-las! Elas que deveriam ser almas de oração e conhecedoras das diversas vias espirituais. Mas, ai daquelas almas que voltarem a Babilônia do mundo depois de haverem estado no porto seguro deste bendito Mosteiro! Nessa desditosa época, até neste meu jardim fechado, entrará a injustiça, que revestida com o nome de falsa caridade, fará estragos nas almas. O invejoso demônio procurará semear a discórdia, lançando mão de membros podres, os quais, recobertos com a roupagem aparente das virtudes, não passarão de sepulcros caiados, donde emanará a pestilência da putrefação, causando numas a morte moral, noutras a tibieza e languidez. E em minhas filhas fiéis, em minhas almas ocultas, cravarão uma espada de dois gumes, que lhes farão sofrer um contínuo e lento martírio. Elas chorarão em segredo e se queixarão a seu Deus e Senhor e as lágrimas assim vertidas serão apresentadas por seus Anjos da Guarda a nosso Pai Celeste, pedindo que se abreviem tempos tão funestos por amor ao Divino Prisioneiro”.

Como vemos, as verdadeiras vocações, os verdadeiros fiéis que procuram guardam a observância e a verdadeira Fé sofrerão indizível e prolongado martírio.


TERCEIRO SIGNIFICADO: A SENSUALIDADE QUE VARRERÁ O MUNDO

O terceiro significado reporta claramente à onda de impureza e destruição moral que empesta nossa época.

“O terceiro motivo pelo qual se apagou a lamparina é porque nesses tempos estará a atmosfera saturada do espírito de impureza, que a maneira de um mar imundo correrá pelas ruas, praças e logradouros públicos com uma liberdade assombrosa. Quase não haverá almas virgens no mundo. A delicada flor da virgindade, tímida e ameaçada de completa destruição, luzirá longe. Refugiando-se nos claustros, encontrará terreno adequado para crescer, desenvolver-se e viver sendo seu aroma o encanto de meu Filho Santíssimo e o para-raios da Ira Divina. Sem a virgindade seria preciso, para purificar estas terras, que chovesse fogo do Céu. O invejoso e pestífero demônio intentará, em sua maliciosa soberba, introduzir-se nestes jardins fechados dos claustros religiosos para fazer murchar esta formosa e delicada flor. Mas Eu o enfrentarei e esmagarei sua cabeça sob meus pés. Mas, ai dor! Haverá almas incautas que, voluntariamente, se entregarão às suas garras. E outras, voltando para o mundo, serão instrumentos do diabo para perder as almas”.

A excelência inefável da castidade, fina flor dos conventos e das almas consagradas tanto religiosas quanto seculares, estaria profundamente comprometida e os ataques de todos os lados a essa sublime virtude seria motivo da perda de inúmeras vocações.


QUARTO SIGNIFICADO: A CORRUPÇÃO DA INOCÊNCIA INFANTIL...

O quarto motivo, falemos aqui sem rodeios, refere-se aos arquitetos da pretendida ditadura global anticristã e sua mega-influência sutil e dominadora. Seu veneno é inoculado da penumbra de sociedades secretas, pelo controle das organizações governamentais corrompidas, associações públicas ou anônimas, pela apoteose das ideologias laicistas/materialistas/globalistas, pelo controle da indústria do entretenimento e artes. Enfim, a cabeça oculta da serpente a quem a Mãe do Verbo denominou apenas como a seita.

“O quarto motivo de a lamparina ter-se apagado é que a seita, havendo-se apoderado de todas as classes sociais, possuirá tanta sutileza para introduzir-se nos ambientes domésticos que perderá as crianças e o demônio se gloriará de alimentar com o requintado manjar dos corações dos meninos. Nesses tempos infaustos mal se encontrará a inocência infantil. Desta forma perder-se-ão as vocações para o sacerdócio, e será uma verdadeira calamidade. Restarão as Comunidades religiosas para sustentar a Igreja e trabalhar com valoroso, desinteressado empenho na salvação das almas. Porque nesse período a observância da Regra resplandecerá nas Comunidades, haverá santos ministros do Altar, almas ocultas e belas, nas quais meu Filho Santíssimo e Eu Nos deleitaremos, considerando as excelentes flores e frutos da santidade heroica. Contra eles a impiedade fará dura guerra, cumulando-os de vitupérios, calúnias e vexações, para impedir-lhes o cumprimento do Ministério. Mas eles, como firmíssimas colunas, permanecerão inabaláveis e enfrentarão a tudo com esse espírito de humildade e sacrifício com que serão revestidos, em virtude dos méritos infinitos de meu Filho Santíssimo, que os ama como as fibras mais delicadas de seu santíssimo e terníssimo Coração”.

Está claro que a Mãe do Verbo refere-se a uma impiedosa guerra contra as almas verdadeiramente cristãs, cumulando-as de vitupérios, calúnias e vexações, para impedir-lhes o cumprimento de seu Ministério de salvação das almas.


...A crise no clero.

Os sacerdotes perderão a bússola divina. Nessa desventurada época, os sacerdotes e bispos se descuidariam de seu sagrado dever e perderiam a bússola divina.

“No clero secular haverá, nessa época, muito que desejar, porque os Sacerdotes se descuidarão do seu sagrado dever. Perdendo a bússola divina, desviar-se-ão do caminho traçado por Deus para o ministério sacerdotal e apegar-se-ão ao dinheiro, em cuja obtenção porão demasiado empenho. E como esta Igreja padecerá nessa ocasião a noite escura da falta de um Prelado e Pai, que vele com amor paterno, com suavidade, fortaleza, tino e prudência, muitos sacerdotes perderão seu espírito, pondo em grande perigo suas almas. Em sua mão será posta a balança do Santuário”

Quanto a essa tragédia no Clero, a Santíssima Virgem roga a Madre Mariana que se sacrifique para os Sacerdotes de nossos dias e peça ao Divino Senhor da Messe que Se compadeça de seus ministros e ponha termo, quanto antes, a tempos tão nefastos. Fala também de um futuro Prelado que haverá de restabelecer o espírito de seus Sacerdotes.

“Ora com instância, clama sem cansar-te e chora com lágrimas amargas no segredo de teu coração, pedindo a nosso Pai Celeste que, por amor ao Coração Eucarístico de meu Santíssimo Filho, pelo preciosíssimo Sangue vertido com tanta generosidade e pelas profundas amarguras e dores de sua acerba Paixão e Morte, Ele Se compadeça de seus Ministros e ponha termo quanto antes a tempos tão nefastos, enviando a esta Igreja o Prelado que deverá restaurar o espírito de seus Sacerdotes. A esse filho meu muito querido, amamos meu Filho Santíssimo e Eu com amor de predileção, pois o dotaremos de uma capacidade rara, de humildade de coração, de docilidade às divinas inspirações, de for­taleza para defender os direitos da Igreja e de um coração terno e compassivo, para que, qual outro Cristo, assista o grande e o pequeno, sem desprezar ao mais desafortunado que lhe peça luz e conselho em suas dúvidas e amarguras. E para que, com suavidade divina, guie as almas consagradas ao serviço de Deus nos claustros, sem tornar-lhes pesado o jugo do Senhor, que disse: 'Meu jugo é suave e meu peso é leve'. Em sua mão será posta a balança do Santuário para que tudo se faça com peso e medida e Deus seja glorificado. Para evitar que venha logo este Prelado e Pai, concorrerá a tibieza de todas as almas consagradas a Deus, no estado sacerdotal e religioso. Esta, aliás, será a causa de o maldito satanás apoderar-se destas terras, onde ele tudo obterá por meio de gente estrangeira e sem Fé, tão numerosa que, como uma nuvem negra, toldará o límpido céu da então república consagrada ao Sacratíssimo Coração de meu Divino Filho. Com essa gente entrarão todos os vícios, que atrairão, por sua vez, toda sorte de castigos, como a peste, a fome, disputas internas e com outras nações e a apostasia, causa da perdição de um considerável número de almas, almas tão caras a Jesus Cristo e a Mim”.
[Esse Prelado seria S.E.R. Mons. Lefebvre. "Essa gente", a Maçonaria]

Apesar de tantos desatinos, assim como em Fátima, Nossa Senhora de Bom Sucesso deixa acesa a lâmpada da esperança, ao afirmar que quando tudo parecer perdido, de forma maravilhosa, Ela haverá de calcar debaixo dos Seus pés virginais a serpente do mal.

“Para dissipar esta nuvem negra, que impede a Igreja de gozar o claro dia da liberdade, haverá uma guerra formidável e espantosa, na qual correrá sangue de nacionais e de estrangeiros, de Sacerdotes seculares e regulares e também de religiosas. Esta noite será horrorosíssima, porque, humanamente, o mal parecerá triunfante. Será chegada, então, a minha hora em que Eu, de forma maravilhosa, destronarei o soberbo e maldito satanás, calcando-o debaixo dos meus pés e acorrentando-o no abismo infernal. Assim a Igreja e a pátria estarão, por fim, livres de sua cruel tirania”.


QUINTO E ÚLTIMO SIGNIFICADO: A INDIFERENÇA DOS RICOS DIANTE DA IGREJA OPRESSA E DA VIRTUDE PERSEGUIDA E A APATIA DO POVO

Quanto ao último significado da lâmpada apagada no Santuário, a Mãe do Verbo se dirige aos católicos de nossos tempos que se entregaram às ilusões das riquezas, tornando-se indiferentes ao lutarem pela Fé e pela Igreja. Aliando-se naturalmente ao espírito do mal, contribuem para a instauração de uma indiferença generalizada, perdendo assim suas almas nos vícios e nos inúmeros apelos provocadores da era dita “pós-cristã”.

“O quinto motivo porque se apagou a lamparina deve-se a esse desleixo, a essa negligência das pessoas detentoras de grandes riquezas, as quais assistirão com indiferença à Igreja oprimida, à virtude perseguida, a maldade triunfante, sem empregar santamente as riquezas na destruição do mal e na restauração da Fé. E deve-se também a essa indiferença do povo em deixar apagar-se, gradualmente, o Nome de Deus, aderindo ao espírito do mal, entregando-se, livremente, aos vícios e paixões. Ai, minha dileta! Se te fosse dado viver nessa tenebrosa era, morrerias de dor ao ver realizado tudo o que aqui te revelei. Tal é o amor de meu Filho Santíssimo e meu a estas terras, herança nossa, que queremos desde já a aplicação de teus sacrifícios e orações para encurtar a duração de catástrofe tão terrível”.

Como vemos, as profecias alertam para uma época de grande escuridão moral-espiritual que afetaria de forma microcósmica o Mosteiro de Quito, suas futuras religiosas e ao clero local, as lutas revolucionárias que viriam e outros desatinos. Mas que, no entanto, essa obscuridade se operaria, sobretudo como consequência da crise macrocósmica que hoje vivemos com assombro e desolação.


CONCLUSÃO

Madre Mariana de Jesus Torres, abadessa concepcionista a quem a Santíssima Virgem confiou revelações para nossos tempos. Em outro colóquio com Sua filha escolhida, a Santíssima Virgem ainda vaticina.

“Tempos funestos sobrevirão, nos quais, cegando na própria claridade aqueles que deveriam defender em justiça os direitos da Igreja, sem temor servil nem respeito humano, darão a mão aos inimigos da Igreja para fazer o que estes quiserem. Mas ai do erro do sábio, o que governa a Igreja, do Pastor do redil que meu Filho Santíssimo confiou a seus cuidados! Mas quando aparecerem triunfantes e quando a autoridade abusar do seu poder, cometendo injustiças e oprimindo os débeis, próxima está sua ruína. Cairão por terra, estatelados. E alegre e triunfante, qual terna menina, ressurgirá a Igreja e adormecerá brandamente, embalada em mãos de hábil coração maternal do meu filho eleito muito querido daqueles tempos, ao qual, se dócil prestar ouvido às inspirações da graça — sendo uma delas a leitura das grandes misericórdias que meu Filho Santíssimo e Eu temos usado contigo —, enchê-lo-emos de graças e dons muito particulares, fá-lo-emos grande na terra e muito maior no Céu, onde lhe temos reservado um assento muito precioso, porque, sem temor dos homens, combateu pela verdade e defendeu impertérrito os direitos de sua Igreja, pelo que bem o poderão chamar mártir”.

Assim, a Mãe do Verbo e da Igreja convida-nos a voltar nossos olhares acima desses trágicos horizontes de nosso século, porque, assim como em Fátima, há trezentos anos atrás no Mosteiro Concepcionista de Quito, Nossa Senhora do Bom Sucesso também já antecipava o triunfo de Seu Imaculado Coração.



Fonte: http://confrariadesaojoaobatista.blogspot.com.br/2011/08/apaga-se-lamparina.html



Nossa Senhora do Bom Sucesso
Rogai por nós, que recorremos a Vós!



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quinta-feira, 11 de novembro de 2010

A mulher que deu a luz ao bebe de seu filho gay


link da mulher que deu a luz ao bebe de seu filho gay:
É a triste historia de uma mãe que por "amor" ao filho homossexual cede o seu ventre para que o filho possa ser pai. Felizmente, o óvulo não é dela, mas de uma amiga do filho: a desgraça seria maior!

Ela, no entanto diz que não sabe se situar em relação à criança: acha estranho quando dizem que ela é a mãe, e acha estranho quando dizem que ela é a avó! "Quiero decir, él ha sido mi primer nieto, pero no me siento de esa manera, porque a la misma vez, él es mi cuarto hijo." É o primeiro neto, mas é o quarto filho também!

Apesar desse "desconforto" emocional ela pensa em proporcionar mais irmãos ao filho/neto!!! (sic)

Este "desconforto" é natural. Mesmo que o filho não fosse pervertido. Tanto que para realizar gestações com barrigas de aluguel existe todo um trabalho psicológico com todos os envolvidos. 
Se é normal, se é natural, se é bom... porque tanto "desconforto"???? 
Não há pior cego daquele que não quer enxergar.

É natural do ser humano querer filhos, pq é o destino que lhe foi dado por Deus: "Crescei e multiplicai-vos!!!" É tão forte que até perdido dentro do abismo do pecado o ser humano anseia por isso! E a consciência grita quando a gestação não se dá de forma natural... Basta ver todo o trabalho que a mídia se dá para convencer as pessoas de que toda forma de ter filhos é boa: barriga de aluguel, inseminação artificial, adoção por gays.... Repito: se fosse normal, natural e bom não haveria necessidade de "doutrinar" as mentes para enganar as almas.




Campanha de Ação Católica.


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