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quarta-feira, 15 de junho de 2016

Ensinar conceitos sexuais polêmicos na escola pode render processo, diz procurador

Luta contra a erotização de crianças tornou-se a principal causa defendida pelo procurador regional da república Guilherme Schelb




A luta contra a erotização das crianças na escola deixou de ser apenas uma luta de famílias e associações pais contra eventuais abusos. Ações de agentes do direito influentes, como o procurador regional da república Guilherme Schelb, tem ganho destaque pelo consistente embasamento legal. Além de ministrar palestras e participações de programas de tevê, Schelb criou um canal próprio no YouTube onde publica vídeos orientando pais sobre como proceder quando notarem que seus filhos são expostos a conteúdos impróprios em sala de aula.

Fundamentando seus argumentos principalmente na Constituição, ele alerta que professores e diretores de escola estão sujeitos a serem punidos judicialmente quando se submetem a ensinar controversos conceitos sexuais a crianças.

segunda-feira, 13 de junho de 2016

Calados pela diversidade

"Além do sufoco infantil, o sufoco da opinião. O respeito à diversidade é alçado, então, ao estatuto de lei universal, inviolável. Como diante de uma regra imutável, enxergar o diverso como algo tolerável deixa de ser uma questão de opção e valores e passa a ser mandamento". 



Criticar o diferente é pecado, e mortal. 

A diversidade é uma santa imaculada, louvada, venerada por todos os adeptos da “igreja do pensamento que não desagrada ninguém”. Segunda a doutrina dessa comunidade amorfa, inócua e desinteressante, toda manifestação cultural deve ser valorizada, nenhuma cultura pode ser considerada superior e, principalmente, toda cultura deve ser respeitada, ainda que sua prática seja absurda ao observador.

Segundo esse pensamento, assuntos como os de algumas comunidades indígenas, por exemplo, que enterram crianças vivas, simplesmente porque não nascem fisicamente perfeitas, ficam, segundo a ideologia da diversidade, automaticamente isentos de crítica. Não importa que tais práticas sejam uma afronta ao bom senso e a uma mínima noção de humanidade; não cabe falar nada contra elas.

domingo, 5 de junho de 2016

O aborto de um feto de cinco meses e a irracionalidade das elites




“Na realidade, havia outras hipóteses, não tão gravosas do ponto de vista ético e igualmente exequíveis: pelo menos uma instituição de solidariedade social ofereceu-se, em tempo útil, para receber a mãe violada e o respectivo filho.”

No rescaldo da polêmica (pelo Padre Gonçalo Portocarrero de Almada)

Mesmo que não se quisesse levar a gravidez até ao seu fim, alegando a “saúde psíquica da mãe”, abriram cirurgicamente a mãe-criança de 12 anos para abortar o feto de 5 meses de gestação; por que razão não a abriram duas semanas depois para manter o feto vivo em uma incubadora, uma vez que o feto, com 24 semanas de gestação, já tinha pelo menos 50% de possibilidade de sobrevivência? (para depois dar a criança nascida para adopção). Por que é que não se fez um esforço para salvar o nascituro e, simultaneamente, “defender a saúde psíquica” da mãe-criança? 

quarta-feira, 25 de maio de 2016

ATROFIA MENTAL COM DIGITADURA



      

    Não me lembro de alguém ter-me perguntado, quando eu frequentava o grupo escolar, em qual profissão eu gostaria de trabalhar quando crescesse. Mas se algum curioso quisesse saber a resposta, provavelmente ouviria algo assim: Quero trabalhar em qualquer coisa que não dê trabalho. 

          Esta introdução pouco autoelogiosa poderia levar alguns a imaginar-me um preguiçoso incorrigível, vagabundo. Bem longe da verdade estaria essa impressão. Nunca fui preguiçoso, mas aquela minha provável resposta explicava-se pelos meus escassos conhecimentos sobre trabalho, limitados então ao uso de instrumentos como enxada, machado, picareta, serrote, foice. Numa visão retrospectiva, posso confirmar que nunca me entusiasmariam trabalhos movidos a músculos, suor, calos, mas era quase só isso que eu via por lá. Conheci depois trabalhos mais importantes e menos hercúleos, como o de manusear minha caneta enquanto escrevo uma crônica. 

         A importância do trabalho raramente é proporcional ao suor que ele produz. Mesmo sendo o instrumento uma leve caneta, pode ser até mais cansativo. Com a tecnologia moderna, o trabalho pesadão foi transferido para as máquinas; e o que já podemos lamentar, neste nosso mundo desequilibrado, é o excesso de redução do trabalho. Parece contraditório isso, mas vou explicar-lhe. 

         Começo por lembrar que as máquinas, geralmente fabricadas para substituir ou reduzir o trabalho humano, vêm assumindo papel cada vez mais importante. Muitas censuras se poderiam fazer ao modo como elas realizam essa substituição, mas quero apenas mostrar que há limites para isso. Difíceis de estabelecer, mas existem. Farei uma tentativa de exemplificação, sem a pretensão de esgotar o assunto. 

sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

A importância das amizades virtuosas na infância. E o mal que representam as mãs companhias!

Trata de como foi perdendo essas virtudes e de quanto importa, na infância, tratar com pessoas virtuosas.


1. Parece-me que começou a me prejudicar muito o que agora vou dizer. Considero algumas vezes o mal que fazem os pais em não procurar que seus filhos vejam sempre, e de todas as maneiras, coisas virtuosas. Porque, sendo minha mãe, como eu disse, tão virtuosa, ao chegar ao uso da razão não aproveitei tanto do bem, enquanto o mal muitos prejuízos me trouxe. Ela gostava de livros de cavalaria, e esse passatempo não lhe fazia tão mal quanto a mim, porque ela não deixava de lado seu labor, somente nos dava liberdade para lê-los. E é possível que o fizesse para não pensar nos grandes sofrimentos que tinha, e para ocupar seus filhos, evitando que se perdessem em outras coisas. Isso pesava tanto a meu pai, que era preciso ter cuidado para que ele não o visse. Acostumei-me a lê-los; e aquela pequena falta que nela eu via [ela considerava uma falta quando era pequena, nde] fez esfriar em mim os desejos, levando-me a me descuidar das outras coisas; e não me parecia ruim passar muitas horas do dia e da noite em exercício tão vão, escondida de meu pai. Era tamanha a minha absorção que, se não tivesse um livro novo, em mais nada encontrava contentamento.

quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

Não bato nela porque eu sou um homem!

"Bata nela": vídeo mostra reação surpreendente de meninos ao serem incentivados a bater em menina


Em uma campanha anti-violência contra a mulher, um jornalista italiano pede que garotos de seis a onze anos deem um tapa em uma menina desconhecida. E a resposta foi unânime: “Não”. Já os motivos variam – e surpreendem! 






"O que acontece quando colocamos um menino diante de uma menina e pedimos para que ele bata nela?" Com este questionamento em mente, o jornalista italiano Luca Lavarone decidiu reproduzir a cena em questão frente às câmeras, com meninos de seis a onze anos, em um minidocumentário recém-divulgado e intitulado “Slap her!” (Bata nela!).

Para iniciar o experimento, Luca pergunta aos meninos qual o nome, idade e o que querem ser quando crescer. “Bombeiro”, “Jogador de Futebol”, “Padeiro”, “Policial”, “Pizzaoilo”, disseram sem titubear.

Na sequência, Martina, uma garota tão jovem quanto eles, entra em cena. A postos, diante dela, eles seguem respondendo às perguntas do câmera...
- O que você gosta nela?
- Eu gosto dos olhos.
- Dos sapatos e das mãos.
- Seus olhos, seus cabelos.
- Só do cabelo, eu juro!
- Tudo..

A garota se depara inclusive com um pedido de namoro. Na sequência, eles são incentivados a acariciar Martina e, depois, a fazer uma careta para a garota.

Mas eis que todos são surpreendidos com seguinte pedido: “Bata nela”. E sem hesitar, a resposta é unânime: “Não”. Logo em seguida, o jornalista questiona um a um sobre a negativa. E as respostas surpreendem:  

“Porque ela é uma menina, não posso fazer isso”,  
“Porque ninguém deveria bater em meninas”,  
“Não quero machucá-la”,  
“Jesus não quer que a gente bata nos outros”,  
“Primeiramente, não posso agredi-la, porque ela é bonita e é uma menina. Como dizem, ‘meninas não devem apanhar, nem com uma flor’”,  
“Porque sou contra a violência”,  
“Porque eu sou homem”.

Com o experimento, Luca pretendia descobrir a reação de crianças em relação à violência contra a mulher, entender como isso muda ao longo do amadurecimento e conscientizar.  





Visto em: http://vejasp.abril.com.br/blogs/pop/2015/01/07/video-meninos-bater-menina/


Observação:
Este vídeo foi publicado no dia 4 de janeiro (segundo alguns), em vários sites que hospedam vídeos, inclusive em países como o Vietnã. Dai, eu procurei informações sobre esse "jornalista", Luca Lavarone, mas quase não há sites em italiano sobre a notícia, e nenhum especificamente que indique a existência dessa pessoa; ainda que seja um pseudônimo. Anoto, porque achei intrigante; sobretudo porque os italianos parecem estar desinteressados por um assunto sobre o comportamento de meninos especificamente italianos. Sim, porque o vídeo não espelha uma realidade mundial. Se fizer o mesmo experimento no Brasil não creio que o resultado seja o mesmo, ainda que feito na Zona Sul carioca, ao invés de nas favelas.   

  
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domingo, 28 de dezembro de 2014

Três peneiras para uma língua só!

​Todos temos boas intenções, até mesmo para justificar nossa falta de virtudes! Lhes proponho hoje uma reflexão sobre "as três peneiras", para melhor conduzirmos daqui para frente nossas palavras e nossas ações. Inclusive as minhas.

É notório que, para o bem dos demais, não é pecado falar do pecado (ou da vida) de alguém. Mas esta é uma responsabilidade muito grande e não deve ser assumida levianamente. Também não é uma ferramenta que se deva usar costumeiramente. É uma exceção!!!

Assim, se não tivermos nada de bom ou virtuoso para falar de alguém, fiquemos calados!  


Eu olho com desconfiança quem vem me falar de outra pessoa. Como diz minha tia Delminha, se fala "para" mim, certamente fala "de" mim também...

quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

Duríssimo golpe contra a "ideologia de gênero" nos países nórdicos

Well, que o meio possa influenciar de alguma forma o comportamento humano, isso qualquer pessoa de bom senso percebe! Basta ver que, geralmente, os homossexuais masculinos são o fruto de lares em que o pai é alcoólatra ou ausente, ainda que more na casa: aquele pai que sucumbe, humilhado, diante da esposa, geralmente de temperamento irascível, autoritária e que, literal e metaforicamente, é quem "veste as calças" em casa! Com uma mãe assim, "maior e mais poderosa" do que o pai, o menino constrói sua masculinidade de forma torta. E, porque é natural que, como indivíduo do gênero masculino, siga e copie o comportamento do "macho alfa", ao invés de se identificar com o pai, e se tornar um homem completo, acaba por se identificar com a mãe, tornando-se efeminado. Mas, veja bem, mulher "macha" não significa "mulher firme, decidida", como eram as mulheres de antigamente, que governavam uma casa com 10, 20 ou mais filhos. Esta mãe masculinizada de hoje não tem nada de firme e decidido. Por trás da máscara de "comando", há, quase sempre, uma triste história de deseducação, de perda de valores morais. O que tem de firme e decidido nisso? 

Obviamente, com a filha menina também se dá essa confusão de identidade e ela acaba por se masculinizar, uma vez que a mãe já não é inteiramente feminina. E, depois de algumas gerações confusas... no que dará?  

O meio familiar pode, sim, influenciar no comportamento de um ser humano. Mas o problema não é apenas "em casa": outra questão crucial são as escolas mistas. A escola serve de meio socializador, é onde se completa a construção do ser social. Quando não havia escolas mistas, os meninos construiam sua masculinidade também fora de casa: na escola, com os colegas. E as meninas, com as companheiras de sala, com as quais aprendiam outros aspectos da feminilidade com base em indivíduos da mesma idade, obviamente uma feminilidade diferente (mais abrangente) da que aprendiam com as mães, irmãs mais velhas, tias e avós (mas, ainda assim, mulheres!).  

Nas escolas atuais, com tantos hormônios desgovernados (o homem moderno nem sabe o que é a renúncia de si mesmo!) e até alterados pela má alimentação, envenenada por produtos químicos de todos os tipos, sem uma devida orientação moral honesta, com as políticas de ensino e de indução do comportamento, com a destruição do núcleo central da família, e, para piorar, com um duplo modelo de comportamento que as crianças e jovens têm à sua frente... é de se estranhar que a situação não seja pior! O menino que, antes, se espelhava nos colegas meninos para aprender a se tornar um adulto sociável, agora tem duas opções diante de si; diariamente. E, já enfraquecido pelo "pai fraco e a mãe forte", acaba por se identificar com as meninas e acaba por botar na cabeça que "ele sempre quis ser menina, desde pequenino"!!! E vice-versa com as meninas!  

O feminismo teve, sim grande parte de culpa nisso, porque arrancou a mãe de casa para trabalhar por outro homem só para se "libertar" do marido opressor; fez-lhe também perder o marido, e, depois, de marido em marido, com filhos de pais diferentes para criar, sozinha, contrariando a natureza, a pobre deixou de ser mulher para se transformar em uma caricatura grotesca de homem. Dai, a coisa virou uma bola de neve!  

Retomando do começo: que o meio possa influenciar é compreensível, mas que disso se tire que não existe uma diferença natural entre os sexos, somente um mentecapto poderia pensar assim!!! E nem precisa de experimentos empíricos - e já sabemos que foram feitos às dúzias, com sofrimentos indizíveis para as "cobaias" - para saber que uma tentativa de conceber a sexualidade humana ao nascer como se fosse uma tábula rasa é extraordinariamente idiota. Ou pura maldade. Sim, porque esses "pesquisadores" nórdicos podem até ser estúpidos, mas quem veicula essas lorotas como dogmas incontestáveis age de má fé, com más intenções e determinado a destruir a sociedade.  

Com quem finalidade? A NOM que o diga! Vamos à notícia! 

Giulia

* * *

Duríssimo golpe contra a "ideologia de gênero" nos países nórdicos



by Commodoro 

Harald_EiaO Conselho Intergovernamental de Cooperação Nórdico, do qual fazem parte Noruega, Suécia, Finlândia, Dinamarca e Islândia, decidiu deixar de financiar o Instituto Nórdico de Pesquisas de Gênero, o NIKK, após o jornalista, comediante e sociólogo, Harald Eia, rodar um longo, genial e devastador documentário, "Hjernevask" ("Lavagem de Cérebro"), que mostrou a manipulação e a falta de base científica da "ideologia de gênero", base "intelectual" do feminismo agressivo.

quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

COMPORTAMENTO: Meninas e bonecas falando palavrões

Que boneca você daria para sua filha?



que boneca, você daria a sua filha?

A onda de imoralidade e pornografia que grassa no mundo moderno é muito pior do que a disseminação do vírus ebola. Pode parecer chocante, mas é a pura realidade.

Primeiramente, porque aquilo que atinge a alma e pode produzir a sua danação eterna é pior do que aquilo que atinge o corpo e tem apenas o poder de adiantar a hora da morte, que chega inexoravelmente para todos os filhos de Eva.

Mas há uma segunda razão para se afirmar que essa onda de imoralidade e pornografia é pior do que a pior das doenças. É que, enquanto contra o vírus ebola e outras epidemias do gênero se movem todos os poderes constituídos, as organizações científicas, a mídia, e tudo mais que se queira, no que diz respeito à depravação moral, ela é antes promovida do que combatida, e a escravidão ao vício da impureza é apresentada como uma “libertação social”.

quarta-feira, 7 de maio de 2014

Linchamentos, Sociedade & PENA DE MORTE

Hoje vou me delongar... 

Creio que todos tomaram conhecimento do linchamento ocorrido no Guarujá, de uma mulher de 33 anos, Fabiane Maria de Jesus. Antes que nos choquemos... façamos uma meditação a respeito do fato e dos tempos em que vivemos.

Quando um linchamento é injusto e morre alguém que não é culpado do crime que se lhe imputa, de repente todos viram "santos", todos se viram contra os efetivos culpados e esquecem que há poucos minutos/horas estavam gritando "crucifica-o", todos juntos. Se aquela senhora fosse realmente culpada... quem estaria lamentando sua morte?

Quando o povo faz justiça com suas próprias mãos, o risco de ocorrer um erro é previsível, porque um povo enfurecido não faz uso da razão e investe contra tudo que lhe atravessa o caminho. Só dois eventos detêm uma turba enfurecida: quando alcança o objetivo ou um milagre. No caso dessa senhora, acusada de sequestrar crianças para rituais macabros a fúria terminou quando ela desfaleceu. Socorrida pela polícia tarde demais, veio a morrer no hospital. A família pede justiça.

O linchamento é um ato de exceção, por algo que extrapola o senso comum de normalidade, e pode ser por qualquer motivo, nem precisa ser por uma criancinha. O povo lincha quando não há ou não confia mais na justiça humana.

domingo, 27 de abril de 2014

Disney contra DEUS

Esta notícia foi publicada em vários sites, de vários tipos: "a  palavra 'Deus' foi banida dos filmes da Disney". São sites/blogs protestantes, gnósticos, de entretenimento, mas também são sites "sérios", como o The Guardian e o ACIDigital

O fato veio à tona em uma entrevista que Robert Lopez e Kristen Anderson-Lopez, compositores da música principal do filme Frozen, Let It Go (Uma Aventura Congelante, em português), vencedora do Oscar de melhor canção neste ano, deram ao programa Fresh Air, da britânica National Public Radio, revelando as restrições da Disney. Perguntado a Lopez se ele foi especificamente proibido de dizer a palavra "Deus", Lopez foi enfâtico: "Uma das únicas áreas em que você tem de estabelecer limites é com coisas religiosas. A palavra 'Deus' pode ser falada no ambiente de trabalho da Disney, mas não pode colocá-la em um filme".

Se, de um lado, a Disney baniu Deus de seus filmes, de outro tem beneficiado o lobby gay de várias formas, sobretudo financeiramente e pela doutrinação inserida no conteúdo de sua programação televisiva e de cinema. É sabido que, em janeiro deste ano, a Disney Channel incluiu entre seus personagens para o público infanto-juvenil duas lésbicas como um par romântico. E, dois meses depois, anunciou que retirava seu patrocínio aos Escoteiros da América porque pelo fato destes não permitirem que um homossexual seja nomeado líder dentro de grupos. Há quem diga que até este filme, Frozen, defenda a causa gay.

sábado, 26 de abril de 2014

10 razões pelas quais os celulares devem ser proibidos para crianças menores de 12 anos

Um artigo para reflexão. A responsabilidade pela educação das crianças é sempre dos pais. Eles são diretamente responsáveis por isso diante de Deus e, por isso, os principais interessados em preservar os filhos dos males físicos e espirituais. Este estudo é apenas mais um texto para reflexão. A ele quero juntar nossa experiência pessoal. Quando pequenos, na Itália, a TV funcionava poucas horas por dia e tinha horários separados realmente por faixa etária. Mesmo assim, meus pais controlavam severamente nosso acesso à TV. Graças a Deus, não tínhamos tecnologia nenhuma a nosso dispor e as lembranças que guardo são de tempos passados a correr pelos campos, com minha irmã caçula e a turminha composta das meninas e dos irmãos mais novos, porque os mais velhos faziam grupo com meu irmão. Depois dos deveres, o "mundo" era nosso. Brincávamos na frente de casa, pelas ruelas curtas de nossa cidadela, nas praças circunvizinhas e... pelos campos, particularmente na primavera. O contato com a natureza e com as outras crianças era real e nos ajudou a construir nossa individualidade, a forjar nosso caráter. O "tempo livre" incluía também passeios com a família, de carro, para localidades próximas, sobretudo no campo e, a partir da primavera, nas praias que circundam o salto da bota italiana que abrigou meus verdes anos. Comer frutas no pé, recolher uma infinidade de coisas, de flores a conchas, de insetos a cacos de todos os tipos. Sentir todo tipo de cheiro, dos campos à beira do mar. Ouvir todo tipo de som... Por fim, uma infância vivida à sombra da Igreja, nas aulas de catecismo ou da Ação Católica, depois da Missa de domingo, que assistíamos todos juntos: família, amigos da porta ao lado, coleguinhas de escola. E as tardes passadas com as Irmãs de São Vicente de Paula, principalmente Suor Giuseppina e Suor Caterina, que hoje repousam à espera daquele dia que há de vir e que me ensinaram a amar a Igreja, Cristo Nosso Senhor, a Virgem Maria e os Santos de Deus, primeiros dos quais São João Batista: creio que o primeiro "santinho" que ganhei na vida. Sim, não tenho motivos para invejar a infância de hoje, presa fácil da maldade do mundo e da negligência dos pais e da Igreja de Francisco.  

Giulia  



Cris Rowan
Terapeuta ocupacional pediátrica, bióloga, palestrante e escritora

10 razões pelas quais os celulares devem ser proibidos para crianças menores de 12 anos 


A Academia Americana de Pediatria e a Sociedade Canadense de Pediatria afirmam que crianças de 0 a 2 anos não devem ter nenhuma exposição à tecnologia, crianças de 3 a 5 anos devem ser limitadas à uma hora de exposição por dia e crianças e adolescentes de 6 a 18 anos devem ser restritas a duas horas por dia (AAP 2001/13, CPS 2010). Crianças e jovens usam de quatro a cinco vezes a quantidade de tecnologia recomendada, provocando consequências graves e, em muitos casos, colocando suas vidas em risco (Fundação Kaiser 2010, Active Healthy Kids Canada 2012). Aparelhos eletrônicos móveis (telefones celulares, tablets, jogos eletrônicos) aumentaram muito o acesso e uso de tecnologia, especialmente por crianças muito pequenas (Common Sense Media, 2013). Como terapeuta ocupacional pediátrica, convoco pais, professores e governos a proibir o uso de todos os mobiles para crianças com menos de 12 anos. Seguem dez razões, todas apoiadas em pesquisas, para justificar essa proibição. Para ter acesso às pesquisas com referências, procure o Zone'in Fact Sheet no site zonein.ca. 

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

CARNAVAL - imagens e reflexões.

As imagens são sempre instrutivas, porque às vezes temos dificuldade em compreender plenamente as coisas. 

Hoje encontrei esta imagem do Carnaval em Roma, no ano de 1858 e me lembrei de ter lido algo do Santo Cura d'Ars sobre o Carnaval e as danças. Bom, sabemos que São João Vianney nasceu em Dardilly, Ródano, na França, aos 8 de maio de 1786 e repousou em Deus na cidade de Ars-sur-Formans, aos 4 de agosto de 1859, portanto, essa reprodução é contemporânea ao santo francês. 


CLIQUE PARA AMPLIAR

Podemos observar que as roupas da época eram modestíssimas, sobretudo se comparadas às da atualidade, mesmo no dia a dia, que dirá então as que se usam (ou não usam) no Carnaval, na "balada", nas formaturas e em quase todos os eventos mundanos, como nos casamentos nas igrejas católicas!

Não vou postar aqui fotos com exemplos atuais de imodéstia e indecência, porque é totalmente desnecessário. E aqui fica uma dica caridosa e gratuita aos blogueiros católicos que querem publicar textos sobre o mal que é o Carnaval para as almas e acabam por ilustrá-los com imagens que deveriam passar longe dos olhos cristãos. 

Sê puro, nos exortam os Santos, inclusive no olhar!!! 

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

A História de um Adolescente

Uma leitura importante para quem já é pai e mãe, ou pretende ser. Mesmo na Tradição, sobram problemas. Qual a causa? Aqui as pistas. Reconhece algum padrão aqui? Já viu isso em sua casa, mesmo enchendo seu(s) filho(s) de manhã até tarde da noite de rezas e programinhas bacanas? Se a fumaça de Satanás entrou na Igreja porque desarmaram as defesas dEla, porque não entraria em sua casa? Orai e vigiai! É preciso ser honesto consigo mesmo para ser um bom pai e uma boa mãe. Enganar a si próprio, neste caso, pode ser até pecado mortal, porque diz respeito à alma de seu(s) filho(s), de que terá que prestar contas um dia diante de Deus Onipotente, que nunca foi um hippie paz e amor. Pense nisso!

Boa leitura!!!


A História de um Adolescente



Caros Amigos e Benfeitores,

Nunca é demais repetir, o primeiro dos Dez Mandamentos é também o primeiro em importância: Deverás amar a Deus com todo teu coração, com toda tua alma, como toda tua força e com todo o teu entendimento, e não deverás ter outros deuses diante Dele. Se muitos católicos têm seus filhos perdidos para a Fé, perdem-nos até mesmo de casa; isso pode acontecer porque, apesar das aparências, eles não obedeceram o Primeiro Mandamento. Pode até ser que eles tenham colocado seu filho numa escola católica, mas se em seus próprios corações e almas eles não colocam Deus em primeiro lugar, as crianças seguem o exemplo, e sob a pressão feroz do mundo de hoje, eles caem para longe de Deus.

Vamos, no início de outro ano letivo, ver crianças, dentro ou fora de escolas católicas, com o mesmo problema, clamando pela mesma solução: os pais devem viver pela sua Fé Católica. Em primeiro lugar, o caso de um adolescente norte-americano de 13 anos de idade, como me foi descrito recentemente por um bom amigo que teve que cuidar dele por duas semanas. Nós o chamaremos de Nick. Citarei meu amigo quase palavra por palavra:

“Esse tempo que eu passei em casa cuidando do Nick foi uma das maiores experiências de aprendizado de minha vida: eu entrei no espantoso mundo de um adolescente moderno. Resumindo em uma sentença: para ele não há realidade externa. Nada existe fora de sua cabeça, a não ser que apareça na tela onde ele tenha escolhido ver imagens dançantes.

“Quando Nick chegou de avião, sua bagagem foi perdida. Nós tivemos que comprar roupas novas para ele, mas ele não iria usar qualquer coisa. Para definir a si mesmo, ele dependia de sua camiseta, então para comprar suas substitutas, Nick levou-me para visitar a indústria da camiseta. Eu não fazia ideia! Cabides e mais cabides e mais cabides de camisetas, e nove entre dez estampadas com sangue, esqueletos, cadáveres, membros arrancados, tudo de acordo com vários grupos de rock Heavy Metal, combinando com CDs. Há uma extraordinária dependência dos jovens quanto a esses grupos. Sobre escolha? Não existe! As camisas, os discos, os grupos são tudo a mesma coisa: uma indústria multimilionária! Assim como os adultos definem a si mesmos por suas placas de carro personalizadas, os jovens fazem o mesmo com suas camisetas!

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Lobby Gay: as notícias que podem e as que não podem

Isso a Globo (e a mídia em geral) não mostra: Atriz global Claudia Jimenez deixa o lesbianismo





Quando a cantora Daniela Mercury publicou em uma rede social foto com outra mulher dizendo que aquela era sua "marida", a repercussão na opinião pública foi imediata. A ex-estrela do Axé percorreu todos os programas, pôs tom político no discurso e se declarou lésbica, mesmo já tendo vários relacionamentos héteros e filhos. Junto com o par homossexual chegou a escrever um livro falando sobre o romance. Daniela Mercury foi ovacionada como heroína, aclamada pela militância LGBT como referência de luta pela bandeira. 

Tratamento diferente – bem diferente, diga-se de passagem – foi dado à atriz Cláudia Jimenez quando terminou o relacionamento de dez anos com a sua personal trainer e sócia, Stella Torreão, em 2011. 

“Não tinha sensualidade, era muito mais gorda do que sou hoje. Não tinha forma nem vaidade. Achava que não tinha cacife para seduzir um homem. Como tinha de ser amada, me joguei nas mulheres”, declarou a atriz  numa entrevista ao jornal Folha de S. Paulo.

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

O Pecado do Silêncio

Com a crescente apostasia na Igreja, vemos muitos "conservadores" e "tradicionalistas" que evitam criticar os Prelados, e até os Papas, e assim se tornam cúmplices da apostasia. Fogem da sua obrigação de avisar aos outros sobre a gravidade da situação.

Reforçando a importância deste dever, apresentamos hoje as palavras de Frei Vincent de Beauvais, um estudioso Dominicano consultado frequentemente por São Luís IX, Rei de França. Este monge foi autor de um compêndio de todo o conhecimento do seu tempo respeitante à Doutrina, História e Natureza, intitulado Speculum Maius – O Grande Espelho. As palavras que seguem são desta famosa obra.

Vincent de Beauvais

Tratando do peccatum taciturnitatis (pecado do silêncio) em geral, Vincent de Beauvais explica esta grave falta moral: 

"A seguir devemos considerar o silêncio. É sabido que o excesso de loquacidade é um vício; também o é, por vezes, o excessivo silêncio. De facto, 'há um tempo de estar calado e um tempo de falar' (Ecl. 3, 7); Santo Isidoro: 'A língua deve ser vigiada, mas não inflexivelmente parada'. Porque é um vício, ao permanecer em silêncio, permitir a alguém indigno e despreparado ser escolhido para promoções e honrarias, ou permitir que alguém digno perca a sua dignidade, bens e honraria.

O mesmo deve ser dito se, em reuniões do conselho, alguém fica calado por ignorância ou malícia e, deste modo, esconde a verdade aos restantes conselheiros. De igual modo, durante uma sessão de tribunal, ao ver-se alguém lançar acusação fraudulenta ou ser injustamente condenado, peca-se por silêncio. E se não se repreende os detratores que difamam outros em conversas, sem desculpar ou louvar a pessoa difamada, peca-se ao permanecer em silêncio. De igual modo, ao entender que é necessária uma palavra para instruir, exortar ou corrigir alguém, comete-se pecado ao não dar um são conselho. Isaías exclamou: 'Desgraçado de mim, porque contive os meus passos' (6, 5). O mesmo está dito no Eclesiástico: 'Não retenhas a palavra em tempo oportuno' (4, 23)".

Este mandamento é dirigido em primeiro lugar aos Hierarcas e clérigos que ficam calados. Contudo, a sua defecção obriga os leigos a falar, visto que Vincent de Beauvais, a seguir citado, usa o advérbio especialmente quando se refere aos Prelados, o que significa que aqueles que não estão revestidos da dignidade sacerdotal têm dever análogo.

"Tal é obrigatório especialmente para os Prelados e todos aqueles que dirigem ou cuidam das almas. Está claramente afirmado em Êxodo, 28, cujo preceito diz que se coloquem pequenas campainhas alternadas com romãs pendentes das casulas sacerdotais, para que o sacerdote seja ouvido ao entrar ou sair do santuário e assim não morra. São Gregório explica isto, dizendo: 'O sacerdote que entra morrerá se o som não for ouvido, porque atrairá a si a ira do Juiz Eterno se o som da pregação não vier de si.' De igual modo, Ezequiel, 33, 6: 'Mas se a sentinela, vendo chegar a espada, não tocar a trombeta, de sorte que o povo não é alertado e, chegando a espada, fere a algum deles, este ficará, sim, preso na sua própria iniquidade, mas a sentinela responderá pelo seu sangue'."
(Vincente de Beauvais, Speculum quadruplex sive speculum maius, Graz, Akademische Druck Verlagsanstalt, 1964, col. 1228)

[TIA – Tradition in Action <traditioninaction.org>]


Visto em http://confrariadesaojoaobatista.blogspot.com.br/2012/04/o-pecado-de-estar-calado-com-crescente.html.

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domingo, 13 de janeiro de 2013

MODÉSTIA: Característico da Vida de Maria

A Modéstia
Característico da Vida de Maria 


Mater Admirabilis
 

A vida oculta de Maria apresenta um característico que a distingue da vida de Jesus. Nela não se observa esta humildade que assombra e confunde, esse misto de poder e fraqueza, de grandeza e de obediência que se admira na vida de seu Filho. A vida de Maria é sempre igual, sempre simples e oculta; é o reinado da modéstia humilde e suave, modéstia que forma o distintivo de sua piedade, de suas virtudes e de todos os seus atos.

1º. — Maria é modesta em seu exterior. — Não se faz notar pela severidade do porte nem por uma negligência afetada. Humilde e mansa como Jesus, tudo quanto é de seu uso traz o sinal de sua posição medíocre e a confunde com as de sua condição. Assim devemos nós ostentar as insígnias da mediocridade: nem muito, nem pouco, se queremos imitar a vida de nossa Divina Mãe.

2º. — Modesta nas relações com o mundo. — Maria sacrifica generosamente o seu retiro, a suavidade da contemplação, e vencendo grande distância vai visitar sua prima Isabel, a fim de felicitá-la e serví-la. Torna-se, durante três meses, sua companheira, sua humilde serva, e faz a felicidade desse lar privilegiado. Somente quando a glória de seu Filho exigir, Maria aparecerá em público. Há de assistir as bodas de Caná, porém sem dizer uma só palavra que possa reverter em seu próprio louvor, não se prevalecendo de seu título de Mãe do Messias, nem do poder e da glória de seu Filho para se elevar aos olhos dos homens. Sua modéstia faz com que pratique a caridade, e saiba deter-se, de acordo com as ocasiões.

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

MODÉSTIA: Praia e esportes para a mulher.

"MODA PRAIA E ESPORTE"

por Giulia d'Amore di Ugento


foto meramente ilustrativa:
"nostalgismo" não é necessariamente uma virtude!
Ir à praia é uma atividade salutar, uma vez que o ar marinho nos ajuda a respirar melhor. Sei bem disso porque, quando descemos para Bertioga, no litoral paulista, sentimos o delicioso ar marinho quando ainda estamos descendo a Serra, e o mar é ainda uma tênue linha no horizonte! Não que em Campo Grande (MS) se tenha tamanha poluição, mas para irmos a Bertioga passamos uns dias em São Paulo (Guarulhos), e (já imaginou né?) na primeira semana costumeiramente nossas narinas "trancam"; já precisamos, uma ou duas vezes, ir ao hospital para fazermos inalações.

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