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Feminismo: o maior inimigo da mulher
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quarta-feira, 15 de junho de 2016

Ensinar conceitos sexuais polêmicos na escola pode render processo, diz procurador

Luta contra a erotização de crianças tornou-se a principal causa defendida pelo procurador regional da república Guilherme Schelb




A luta contra a erotização das crianças na escola deixou de ser apenas uma luta de famílias e associações pais contra eventuais abusos. Ações de agentes do direito influentes, como o procurador regional da república Guilherme Schelb, tem ganho destaque pelo consistente embasamento legal. Além de ministrar palestras e participações de programas de tevê, Schelb criou um canal próprio no YouTube onde publica vídeos orientando pais sobre como proceder quando notarem que seus filhos são expostos a conteúdos impróprios em sala de aula.

Fundamentando seus argumentos principalmente na Constituição, ele alerta que professores e diretores de escola estão sujeitos a serem punidos judicialmente quando se submetem a ensinar controversos conceitos sexuais a crianças.

segunda-feira, 13 de junho de 2016

Calados pela diversidade

"Além do sufoco infantil, o sufoco da opinião. O respeito à diversidade é alçado, então, ao estatuto de lei universal, inviolável. Como diante de uma regra imutável, enxergar o diverso como algo tolerável deixa de ser uma questão de opção e valores e passa a ser mandamento". 



Criticar o diferente é pecado, e mortal. 

A diversidade é uma santa imaculada, louvada, venerada por todos os adeptos da “igreja do pensamento que não desagrada ninguém”. Segunda a doutrina dessa comunidade amorfa, inócua e desinteressante, toda manifestação cultural deve ser valorizada, nenhuma cultura pode ser considerada superior e, principalmente, toda cultura deve ser respeitada, ainda que sua prática seja absurda ao observador.

Segundo esse pensamento, assuntos como os de algumas comunidades indígenas, por exemplo, que enterram crianças vivas, simplesmente porque não nascem fisicamente perfeitas, ficam, segundo a ideologia da diversidade, automaticamente isentos de crítica. Não importa que tais práticas sejam uma afronta ao bom senso e a uma mínima noção de humanidade; não cabe falar nada contra elas.

domingo, 5 de junho de 2016

O aborto de um feto de cinco meses e a irracionalidade das elites




“Na realidade, havia outras hipóteses, não tão gravosas do ponto de vista ético e igualmente exequíveis: pelo menos uma instituição de solidariedade social ofereceu-se, em tempo útil, para receber a mãe violada e o respectivo filho.”

No rescaldo da polêmica (pelo Padre Gonçalo Portocarrero de Almada)

Mesmo que não se quisesse levar a gravidez até ao seu fim, alegando a “saúde psíquica da mãe”, abriram cirurgicamente a mãe-criança de 12 anos para abortar o feto de 5 meses de gestação; por que razão não a abriram duas semanas depois para manter o feto vivo em uma incubadora, uma vez que o feto, com 24 semanas de gestação, já tinha pelo menos 50% de possibilidade de sobrevivência? (para depois dar a criança nascida para adopção). Por que é que não se fez um esforço para salvar o nascituro e, simultaneamente, “defender a saúde psíquica” da mãe-criança? 

quarta-feira, 25 de maio de 2016

ATROFIA MENTAL COM DIGITADURA



      

    Não me lembro de alguém ter-me perguntado, quando eu frequentava o grupo escolar, em qual profissão eu gostaria de trabalhar quando crescesse. Mas se algum curioso quisesse saber a resposta, provavelmente ouviria algo assim: Quero trabalhar em qualquer coisa que não dê trabalho. 

          Esta introdução pouco autoelogiosa poderia levar alguns a imaginar-me um preguiçoso incorrigível, vagabundo. Bem longe da verdade estaria essa impressão. Nunca fui preguiçoso, mas aquela minha provável resposta explicava-se pelos meus escassos conhecimentos sobre trabalho, limitados então ao uso de instrumentos como enxada, machado, picareta, serrote, foice. Numa visão retrospectiva, posso confirmar que nunca me entusiasmariam trabalhos movidos a músculos, suor, calos, mas era quase só isso que eu via por lá. Conheci depois trabalhos mais importantes e menos hercúleos, como o de manusear minha caneta enquanto escrevo uma crônica. 

         A importância do trabalho raramente é proporcional ao suor que ele produz. Mesmo sendo o instrumento uma leve caneta, pode ser até mais cansativo. Com a tecnologia moderna, o trabalho pesadão foi transferido para as máquinas; e o que já podemos lamentar, neste nosso mundo desequilibrado, é o excesso de redução do trabalho. Parece contraditório isso, mas vou explicar-lhe. 

         Começo por lembrar que as máquinas, geralmente fabricadas para substituir ou reduzir o trabalho humano, vêm assumindo papel cada vez mais importante. Muitas censuras se poderiam fazer ao modo como elas realizam essa substituição, mas quero apenas mostrar que há limites para isso. Difíceis de estabelecer, mas existem. Farei uma tentativa de exemplificação, sem a pretensão de esgotar o assunto. 

sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

A importância das amizades virtuosas na infância. E o mal que representam as mãs companhias!

Trata de como foi perdendo essas virtudes e de quanto importa, na infância, tratar com pessoas virtuosas.


1. Parece-me que começou a me prejudicar muito o que agora vou dizer. Considero algumas vezes o mal que fazem os pais em não procurar que seus filhos vejam sempre, e de todas as maneiras, coisas virtuosas. Porque, sendo minha mãe, como eu disse, tão virtuosa, ao chegar ao uso da razão não aproveitei tanto do bem, enquanto o mal muitos prejuízos me trouxe. Ela gostava de livros de cavalaria, e esse passatempo não lhe fazia tão mal quanto a mim, porque ela não deixava de lado seu labor, somente nos dava liberdade para lê-los. E é possível que o fizesse para não pensar nos grandes sofrimentos que tinha, e para ocupar seus filhos, evitando que se perdessem em outras coisas. Isso pesava tanto a meu pai, que era preciso ter cuidado para que ele não o visse. Acostumei-me a lê-los; e aquela pequena falta que nela eu via [ela considerava uma falta quando era pequena, nde] fez esfriar em mim os desejos, levando-me a me descuidar das outras coisas; e não me parecia ruim passar muitas horas do dia e da noite em exercício tão vão, escondida de meu pai. Era tamanha a minha absorção que, se não tivesse um livro novo, em mais nada encontrava contentamento.

quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

Não bato nela porque eu sou um homem!

"Bata nela": vídeo mostra reação surpreendente de meninos ao serem incentivados a bater em menina


Em uma campanha anti-violência contra a mulher, um jornalista italiano pede que garotos de seis a onze anos deem um tapa em uma menina desconhecida. E a resposta foi unânime: “Não”. Já os motivos variam – e surpreendem! 






"O que acontece quando colocamos um menino diante de uma menina e pedimos para que ele bata nela?" Com este questionamento em mente, o jornalista italiano Luca Lavarone decidiu reproduzir a cena em questão frente às câmeras, com meninos de seis a onze anos, em um minidocumentário recém-divulgado e intitulado “Slap her!” (Bata nela!).

Para iniciar o experimento, Luca pergunta aos meninos qual o nome, idade e o que querem ser quando crescer. “Bombeiro”, “Jogador de Futebol”, “Padeiro”, “Policial”, “Pizzaoilo”, disseram sem titubear.

Na sequência, Martina, uma garota tão jovem quanto eles, entra em cena. A postos, diante dela, eles seguem respondendo às perguntas do câmera...
- O que você gosta nela?
- Eu gosto dos olhos.
- Dos sapatos e das mãos.
- Seus olhos, seus cabelos.
- Só do cabelo, eu juro!
- Tudo..

A garota se depara inclusive com um pedido de namoro. Na sequência, eles são incentivados a acariciar Martina e, depois, a fazer uma careta para a garota.

Mas eis que todos são surpreendidos com seguinte pedido: “Bata nela”. E sem hesitar, a resposta é unânime: “Não”. Logo em seguida, o jornalista questiona um a um sobre a negativa. E as respostas surpreendem:  

“Porque ela é uma menina, não posso fazer isso”,  
“Porque ninguém deveria bater em meninas”,  
“Não quero machucá-la”,  
“Jesus não quer que a gente bata nos outros”,  
“Primeiramente, não posso agredi-la, porque ela é bonita e é uma menina. Como dizem, ‘meninas não devem apanhar, nem com uma flor’”,  
“Porque sou contra a violência”,  
“Porque eu sou homem”.

Com o experimento, Luca pretendia descobrir a reação de crianças em relação à violência contra a mulher, entender como isso muda ao longo do amadurecimento e conscientizar.  





Visto em: http://vejasp.abril.com.br/blogs/pop/2015/01/07/video-meninos-bater-menina/


Observação:
Este vídeo foi publicado no dia 4 de janeiro (segundo alguns), em vários sites que hospedam vídeos, inclusive em países como o Vietnã. Dai, eu procurei informações sobre esse "jornalista", Luca Lavarone, mas quase não há sites em italiano sobre a notícia, e nenhum especificamente que indique a existência dessa pessoa; ainda que seja um pseudônimo. Anoto, porque achei intrigante; sobretudo porque os italianos parecem estar desinteressados por um assunto sobre o comportamento de meninos especificamente italianos. Sim, porque o vídeo não espelha uma realidade mundial. Se fizer o mesmo experimento no Brasil não creio que o resultado seja o mesmo, ainda que feito na Zona Sul carioca, ao invés de nas favelas.   

  
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domingo, 28 de dezembro de 2014

Três peneiras para uma língua só!

​Todos temos boas intenções, até mesmo para justificar nossa falta de virtudes! Lhes proponho hoje uma reflexão sobre "as três peneiras", para melhor conduzirmos daqui para frente nossas palavras e nossas ações. Inclusive as minhas.

É notório que, para o bem dos demais, não é pecado falar do pecado (ou da vida) de alguém. Mas esta é uma responsabilidade muito grande e não deve ser assumida levianamente. Também não é uma ferramenta que se deva usar costumeiramente. É uma exceção!!!

Assim, se não tivermos nada de bom ou virtuoso para falar de alguém, fiquemos calados!  


Eu olho com desconfiança quem vem me falar de outra pessoa. Como diz minha tia Delminha, se fala "para" mim, certamente fala "de" mim também...

quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

Duríssimo golpe contra a "ideologia de gênero" nos países nórdicos

Well, que o meio possa influenciar de alguma forma o comportamento humano, isso qualquer pessoa de bom senso percebe! Basta ver que, geralmente, os homossexuais masculinos são o fruto de lares em que o pai é alcoólatra ou ausente, ainda que more na casa: aquele pai que sucumbe, humilhado, diante da esposa, geralmente de temperamento irascível, autoritária e que, literal e metaforicamente, é quem "veste as calças" em casa! Com uma mãe assim, "maior e mais poderosa" do que o pai, o menino constrói sua masculinidade de forma torta. E, porque é natural que, como indivíduo do gênero masculino, siga e copie o comportamento do "macho alfa", ao invés de se identificar com o pai, e se tornar um homem completo, acaba por se identificar com a mãe, tornando-se efeminado. Mas, veja bem, mulher "macha" não significa "mulher firme, decidida", como eram as mulheres de antigamente, que governavam uma casa com 10, 20 ou mais filhos. Esta mãe masculinizada de hoje não tem nada de firme e decidido. Por trás da máscara de "comando", há, quase sempre, uma triste história de deseducação, de perda de valores morais. O que tem de firme e decidido nisso? 

Obviamente, com a filha menina também se dá essa confusão de identidade e ela acaba por se masculinizar, uma vez que a mãe já não é inteiramente feminina. E, depois de algumas gerações confusas... no que dará?  

O meio familiar pode, sim, influenciar no comportamento de um ser humano. Mas o problema não é apenas "em casa": outra questão crucial são as escolas mistas. A escola serve de meio socializador, é onde se completa a construção do ser social. Quando não havia escolas mistas, os meninos construiam sua masculinidade também fora de casa: na escola, com os colegas. E as meninas, com as companheiras de sala, com as quais aprendiam outros aspectos da feminilidade com base em indivíduos da mesma idade, obviamente uma feminilidade diferente (mais abrangente) da que aprendiam com as mães, irmãs mais velhas, tias e avós (mas, ainda assim, mulheres!).  

Nas escolas atuais, com tantos hormônios desgovernados (o homem moderno nem sabe o que é a renúncia de si mesmo!) e até alterados pela má alimentação, envenenada por produtos químicos de todos os tipos, sem uma devida orientação moral honesta, com as políticas de ensino e de indução do comportamento, com a destruição do núcleo central da família, e, para piorar, com um duplo modelo de comportamento que as crianças e jovens têm à sua frente... é de se estranhar que a situação não seja pior! O menino que, antes, se espelhava nos colegas meninos para aprender a se tornar um adulto sociável, agora tem duas opções diante de si; diariamente. E, já enfraquecido pelo "pai fraco e a mãe forte", acaba por se identificar com as meninas e acaba por botar na cabeça que "ele sempre quis ser menina, desde pequenino"!!! E vice-versa com as meninas!  

O feminismo teve, sim grande parte de culpa nisso, porque arrancou a mãe de casa para trabalhar por outro homem só para se "libertar" do marido opressor; fez-lhe também perder o marido, e, depois, de marido em marido, com filhos de pais diferentes para criar, sozinha, contrariando a natureza, a pobre deixou de ser mulher para se transformar em uma caricatura grotesca de homem. Dai, a coisa virou uma bola de neve!  

Retomando do começo: que o meio possa influenciar é compreensível, mas que disso se tire que não existe uma diferença natural entre os sexos, somente um mentecapto poderia pensar assim!!! E nem precisa de experimentos empíricos - e já sabemos que foram feitos às dúzias, com sofrimentos indizíveis para as "cobaias" - para saber que uma tentativa de conceber a sexualidade humana ao nascer como se fosse uma tábula rasa é extraordinariamente idiota. Ou pura maldade. Sim, porque esses "pesquisadores" nórdicos podem até ser estúpidos, mas quem veicula essas lorotas como dogmas incontestáveis age de má fé, com más intenções e determinado a destruir a sociedade.  

Com quem finalidade? A NOM que o diga! Vamos à notícia! 

Giulia

* * *

Duríssimo golpe contra a "ideologia de gênero" nos países nórdicos



by Commodoro 

Harald_EiaO Conselho Intergovernamental de Cooperação Nórdico, do qual fazem parte Noruega, Suécia, Finlândia, Dinamarca e Islândia, decidiu deixar de financiar o Instituto Nórdico de Pesquisas de Gênero, o NIKK, após o jornalista, comediante e sociólogo, Harald Eia, rodar um longo, genial e devastador documentário, "Hjernevask" ("Lavagem de Cérebro"), que mostrou a manipulação e a falta de base científica da "ideologia de gênero", base "intelectual" do feminismo agressivo.

quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

COMPORTAMENTO: Meninas e bonecas falando palavrões

Que boneca você daria para sua filha?



que boneca, você daria a sua filha?

A onda de imoralidade e pornografia que grassa no mundo moderno é muito pior do que a disseminação do vírus ebola. Pode parecer chocante, mas é a pura realidade.

Primeiramente, porque aquilo que atinge a alma e pode produzir a sua danação eterna é pior do que aquilo que atinge o corpo e tem apenas o poder de adiantar a hora da morte, que chega inexoravelmente para todos os filhos de Eva.

Mas há uma segunda razão para se afirmar que essa onda de imoralidade e pornografia é pior do que a pior das doenças. É que, enquanto contra o vírus ebola e outras epidemias do gênero se movem todos os poderes constituídos, as organizações científicas, a mídia, e tudo mais que se queira, no que diz respeito à depravação moral, ela é antes promovida do que combatida, e a escravidão ao vício da impureza é apresentada como uma “libertação social”.

domingo, 5 de outubro de 2014

DO MATRIMÔNIO CRISTÃO - a resposta à sociedade em crise

CARTA ENCÍCLICA DO SANTO PADRE PAPA PIO XI

CASTI CONNUBII


ACERCA DO MATRIMÔNIO CRISTÃO

Aos Veneráveis Irmãos Patriarcas, Primazes, Arcebispos, Bispos a outros Ordinários em paz e comunhão com a Sé Apostólica: acerca do Matrimônio Cristão em face das atuais condições, exigências, erros e vícios da família e da sociedade.


Veneráveis Irmãos:

Saudação e bênção apostólica.

1. Quão grande seja a dignidade da casta união conjugal, podemos principalmente reconhecê-lo, Veneráveis Irmãos, pelo fato de Cristo, Nosso Senhor, Filho do Pai Eterno, tendo tornado a carne do homem decaído, não só ter incluído, de forma particular, o matrimônio — princípio e fundamento da sociedade doméstica e até de toda a sociedade humana — naquele desígnio de amor por que realizou a universal restauração do gênero humano; mas, depois de o ter reintegrado na pureza primitiva de sua divina instituição, tê-lo elevado à dignidade de verdadeiro e “grande” (Ef 5, 32) sacramento da Nova Lei, confiando, por isso, toda a sua disciplina e cuidado à Igreja, Sua Esposa.

2. Para que, todavia, esta renovação do matrimônio produza, em todos os povos do mundo inteiro e de todos os tempos, os seus desejados frutos, é preciso, primeiro, que as inteligências humanas se esclareçam acerca da verdadeira doutrina de Cristo a respeito do matrimônio; e convém ainda que os esposos cristãos, fortificada a fraqueza da sua vontade pela graça interior de Deus, façam concordar todo o seu modo de pensar e de proceder com essa puríssima lei de Cristo, pela qual assegurarão a si próprios e à sua família a verdadeira felicidade a paz.

quarta-feira, 7 de maio de 2014

Linchamentos, Sociedade & PENA DE MORTE

Hoje vou me delongar... 

Creio que todos tomaram conhecimento do linchamento ocorrido no Guarujá, de uma mulher de 33 anos, Fabiane Maria de Jesus. Antes que nos choquemos... façamos uma meditação a respeito do fato e dos tempos em que vivemos.

Quando um linchamento é injusto e morre alguém que não é culpado do crime que se lhe imputa, de repente todos viram "santos", todos se viram contra os efetivos culpados e esquecem que há poucos minutos/horas estavam gritando "crucifica-o", todos juntos. Se aquela senhora fosse realmente culpada... quem estaria lamentando sua morte?

Quando o povo faz justiça com suas próprias mãos, o risco de ocorrer um erro é previsível, porque um povo enfurecido não faz uso da razão e investe contra tudo que lhe atravessa o caminho. Só dois eventos detêm uma turba enfurecida: quando alcança o objetivo ou um milagre. No caso dessa senhora, acusada de sequestrar crianças para rituais macabros a fúria terminou quando ela desfaleceu. Socorrida pela polícia tarde demais, veio a morrer no hospital. A família pede justiça.

O linchamento é um ato de exceção, por algo que extrapola o senso comum de normalidade, e pode ser por qualquer motivo, nem precisa ser por uma criancinha. O povo lincha quando não há ou não confia mais na justiça humana.

domingo, 27 de abril de 2014

Disney contra DEUS

Esta notícia foi publicada em vários sites, de vários tipos: "a  palavra 'Deus' foi banida dos filmes da Disney". São sites/blogs protestantes, gnósticos, de entretenimento, mas também são sites "sérios", como o The Guardian e o ACIDigital

O fato veio à tona em uma entrevista que Robert Lopez e Kristen Anderson-Lopez, compositores da música principal do filme Frozen, Let It Go (Uma Aventura Congelante, em português), vencedora do Oscar de melhor canção neste ano, deram ao programa Fresh Air, da britânica National Public Radio, revelando as restrições da Disney. Perguntado a Lopez se ele foi especificamente proibido de dizer a palavra "Deus", Lopez foi enfâtico: "Uma das únicas áreas em que você tem de estabelecer limites é com coisas religiosas. A palavra 'Deus' pode ser falada no ambiente de trabalho da Disney, mas não pode colocá-la em um filme".

Se, de um lado, a Disney baniu Deus de seus filmes, de outro tem beneficiado o lobby gay de várias formas, sobretudo financeiramente e pela doutrinação inserida no conteúdo de sua programação televisiva e de cinema. É sabido que, em janeiro deste ano, a Disney Channel incluiu entre seus personagens para o público infanto-juvenil duas lésbicas como um par romântico. E, dois meses depois, anunciou que retirava seu patrocínio aos Escoteiros da América porque pelo fato destes não permitirem que um homossexual seja nomeado líder dentro de grupos. Há quem diga que até este filme, Frozen, defenda a causa gay.

sábado, 26 de abril de 2014

10 razões pelas quais os celulares devem ser proibidos para crianças menores de 12 anos

Um artigo para reflexão. A responsabilidade pela educação das crianças é sempre dos pais. Eles são diretamente responsáveis por isso diante de Deus e, por isso, os principais interessados em preservar os filhos dos males físicos e espirituais. Este estudo é apenas mais um texto para reflexão. A ele quero juntar nossa experiência pessoal. Quando pequenos, na Itália, a TV funcionava poucas horas por dia e tinha horários separados realmente por faixa etária. Mesmo assim, meus pais controlavam severamente nosso acesso à TV. Graças a Deus, não tínhamos tecnologia nenhuma a nosso dispor e as lembranças que guardo são de tempos passados a correr pelos campos, com minha irmã caçula e a turminha composta das meninas e dos irmãos mais novos, porque os mais velhos faziam grupo com meu irmão. Depois dos deveres, o "mundo" era nosso. Brincávamos na frente de casa, pelas ruelas curtas de nossa cidadela, nas praças circunvizinhas e... pelos campos, particularmente na primavera. O contato com a natureza e com as outras crianças era real e nos ajudou a construir nossa individualidade, a forjar nosso caráter. O "tempo livre" incluía também passeios com a família, de carro, para localidades próximas, sobretudo no campo e, a partir da primavera, nas praias que circundam o salto da bota italiana que abrigou meus verdes anos. Comer frutas no pé, recolher uma infinidade de coisas, de flores a conchas, de insetos a cacos de todos os tipos. Sentir todo tipo de cheiro, dos campos à beira do mar. Ouvir todo tipo de som... Por fim, uma infância vivida à sombra da Igreja, nas aulas de catecismo ou da Ação Católica, depois da Missa de domingo, que assistíamos todos juntos: família, amigos da porta ao lado, coleguinhas de escola. E as tardes passadas com as Irmãs de São Vicente de Paula, principalmente Suor Giuseppina e Suor Caterina, que hoje repousam à espera daquele dia que há de vir e que me ensinaram a amar a Igreja, Cristo Nosso Senhor, a Virgem Maria e os Santos de Deus, primeiros dos quais São João Batista: creio que o primeiro "santinho" que ganhei na vida. Sim, não tenho motivos para invejar a infância de hoje, presa fácil da maldade do mundo e da negligência dos pais e da Igreja de Francisco.  

Giulia  



Cris Rowan
Terapeuta ocupacional pediátrica, bióloga, palestrante e escritora

10 razões pelas quais os celulares devem ser proibidos para crianças menores de 12 anos 


A Academia Americana de Pediatria e a Sociedade Canadense de Pediatria afirmam que crianças de 0 a 2 anos não devem ter nenhuma exposição à tecnologia, crianças de 3 a 5 anos devem ser limitadas à uma hora de exposição por dia e crianças e adolescentes de 6 a 18 anos devem ser restritas a duas horas por dia (AAP 2001/13, CPS 2010). Crianças e jovens usam de quatro a cinco vezes a quantidade de tecnologia recomendada, provocando consequências graves e, em muitos casos, colocando suas vidas em risco (Fundação Kaiser 2010, Active Healthy Kids Canada 2012). Aparelhos eletrônicos móveis (telefones celulares, tablets, jogos eletrônicos) aumentaram muito o acesso e uso de tecnologia, especialmente por crianças muito pequenas (Common Sense Media, 2013). Como terapeuta ocupacional pediátrica, convoco pais, professores e governos a proibir o uso de todos os mobiles para crianças com menos de 12 anos. Seguem dez razões, todas apoiadas em pesquisas, para justificar essa proibição. Para ter acesso às pesquisas com referências, procure o Zone'in Fact Sheet no site zonein.ca. 

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

CARNAVAL - imagens e reflexões.

As imagens são sempre instrutivas, porque às vezes temos dificuldade em compreender plenamente as coisas. 

Hoje encontrei esta imagem do Carnaval em Roma, no ano de 1858 e me lembrei de ter lido algo do Santo Cura d'Ars sobre o Carnaval e as danças. Bom, sabemos que São João Vianney nasceu em Dardilly, Ródano, na França, aos 8 de maio de 1786 e repousou em Deus na cidade de Ars-sur-Formans, aos 4 de agosto de 1859, portanto, essa reprodução é contemporânea ao santo francês. 


CLIQUE PARA AMPLIAR

Podemos observar que as roupas da época eram modestíssimas, sobretudo se comparadas às da atualidade, mesmo no dia a dia, que dirá então as que se usam (ou não usam) no Carnaval, na "balada", nas formaturas e em quase todos os eventos mundanos, como nos casamentos nas igrejas católicas!

Não vou postar aqui fotos com exemplos atuais de imodéstia e indecência, porque é totalmente desnecessário. E aqui fica uma dica caridosa e gratuita aos blogueiros católicos que querem publicar textos sobre o mal que é o Carnaval para as almas e acabam por ilustrá-los com imagens que deveriam passar longe dos olhos cristãos. 

Sê puro, nos exortam os Santos, inclusive no olhar!!! 

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

A História de um Adolescente

Uma leitura importante para quem já é pai e mãe, ou pretende ser. Mesmo na Tradição, sobram problemas. Qual a causa? Aqui as pistas. Reconhece algum padrão aqui? Já viu isso em sua casa, mesmo enchendo seu(s) filho(s) de manhã até tarde da noite de rezas e programinhas bacanas? Se a fumaça de Satanás entrou na Igreja porque desarmaram as defesas dEla, porque não entraria em sua casa? Orai e vigiai! É preciso ser honesto consigo mesmo para ser um bom pai e uma boa mãe. Enganar a si próprio, neste caso, pode ser até pecado mortal, porque diz respeito à alma de seu(s) filho(s), de que terá que prestar contas um dia diante de Deus Onipotente, que nunca foi um hippie paz e amor. Pense nisso!

Boa leitura!!!


A História de um Adolescente



Caros Amigos e Benfeitores,

Nunca é demais repetir, o primeiro dos Dez Mandamentos é também o primeiro em importância: Deverás amar a Deus com todo teu coração, com toda tua alma, como toda tua força e com todo o teu entendimento, e não deverás ter outros deuses diante Dele. Se muitos católicos têm seus filhos perdidos para a Fé, perdem-nos até mesmo de casa; isso pode acontecer porque, apesar das aparências, eles não obedeceram o Primeiro Mandamento. Pode até ser que eles tenham colocado seu filho numa escola católica, mas se em seus próprios corações e almas eles não colocam Deus em primeiro lugar, as crianças seguem o exemplo, e sob a pressão feroz do mundo de hoje, eles caem para longe de Deus.

Vamos, no início de outro ano letivo, ver crianças, dentro ou fora de escolas católicas, com o mesmo problema, clamando pela mesma solução: os pais devem viver pela sua Fé Católica. Em primeiro lugar, o caso de um adolescente norte-americano de 13 anos de idade, como me foi descrito recentemente por um bom amigo que teve que cuidar dele por duas semanas. Nós o chamaremos de Nick. Citarei meu amigo quase palavra por palavra:

“Esse tempo que eu passei em casa cuidando do Nick foi uma das maiores experiências de aprendizado de minha vida: eu entrei no espantoso mundo de um adolescente moderno. Resumindo em uma sentença: para ele não há realidade externa. Nada existe fora de sua cabeça, a não ser que apareça na tela onde ele tenha escolhido ver imagens dançantes.

“Quando Nick chegou de avião, sua bagagem foi perdida. Nós tivemos que comprar roupas novas para ele, mas ele não iria usar qualquer coisa. Para definir a si mesmo, ele dependia de sua camiseta, então para comprar suas substitutas, Nick levou-me para visitar a indústria da camiseta. Eu não fazia ideia! Cabides e mais cabides e mais cabides de camisetas, e nove entre dez estampadas com sangue, esqueletos, cadáveres, membros arrancados, tudo de acordo com vários grupos de rock Heavy Metal, combinando com CDs. Há uma extraordinária dependência dos jovens quanto a esses grupos. Sobre escolha? Não existe! As camisas, os discos, os grupos são tudo a mesma coisa: uma indústria multimilionária! Assim como os adultos definem a si mesmos por suas placas de carro personalizadas, os jovens fazem o mesmo com suas camisetas!

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Lobby Gay: as notícias que podem e as que não podem

Isso a Globo (e a mídia em geral) não mostra: Atriz global Claudia Jimenez deixa o lesbianismo





Quando a cantora Daniela Mercury publicou em uma rede social foto com outra mulher dizendo que aquela era sua "marida", a repercussão na opinião pública foi imediata. A ex-estrela do Axé percorreu todos os programas, pôs tom político no discurso e se declarou lésbica, mesmo já tendo vários relacionamentos héteros e filhos. Junto com o par homossexual chegou a escrever um livro falando sobre o romance. Daniela Mercury foi ovacionada como heroína, aclamada pela militância LGBT como referência de luta pela bandeira. 

Tratamento diferente – bem diferente, diga-se de passagem – foi dado à atriz Cláudia Jimenez quando terminou o relacionamento de dez anos com a sua personal trainer e sócia, Stella Torreão, em 2011. 

“Não tinha sensualidade, era muito mais gorda do que sou hoje. Não tinha forma nem vaidade. Achava que não tinha cacife para seduzir um homem. Como tinha de ser amada, me joguei nas mulheres”, declarou a atriz  numa entrevista ao jornal Folha de S. Paulo.

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

O Pecado do Silêncio

Com a crescente apostasia na Igreja, vemos muitos "conservadores" e "tradicionalistas" que evitam criticar os Prelados, e até os Papas, e assim se tornam cúmplices da apostasia. Fogem da sua obrigação de avisar aos outros sobre a gravidade da situação.

Reforçando a importância deste dever, apresentamos hoje as palavras de Frei Vincent de Beauvais, um estudioso Dominicano consultado frequentemente por São Luís IX, Rei de França. Este monge foi autor de um compêndio de todo o conhecimento do seu tempo respeitante à Doutrina, História e Natureza, intitulado Speculum Maius – O Grande Espelho. As palavras que seguem são desta famosa obra.

Vincent de Beauvais

Tratando do peccatum taciturnitatis (pecado do silêncio) em geral, Vincent de Beauvais explica esta grave falta moral: 

"A seguir devemos considerar o silêncio. É sabido que o excesso de loquacidade é um vício; também o é, por vezes, o excessivo silêncio. De facto, 'há um tempo de estar calado e um tempo de falar' (Ecl. 3, 7); Santo Isidoro: 'A língua deve ser vigiada, mas não inflexivelmente parada'. Porque é um vício, ao permanecer em silêncio, permitir a alguém indigno e despreparado ser escolhido para promoções e honrarias, ou permitir que alguém digno perca a sua dignidade, bens e honraria.

O mesmo deve ser dito se, em reuniões do conselho, alguém fica calado por ignorância ou malícia e, deste modo, esconde a verdade aos restantes conselheiros. De igual modo, durante uma sessão de tribunal, ao ver-se alguém lançar acusação fraudulenta ou ser injustamente condenado, peca-se por silêncio. E se não se repreende os detratores que difamam outros em conversas, sem desculpar ou louvar a pessoa difamada, peca-se ao permanecer em silêncio. De igual modo, ao entender que é necessária uma palavra para instruir, exortar ou corrigir alguém, comete-se pecado ao não dar um são conselho. Isaías exclamou: 'Desgraçado de mim, porque contive os meus passos' (6, 5). O mesmo está dito no Eclesiástico: 'Não retenhas a palavra em tempo oportuno' (4, 23)".

Este mandamento é dirigido em primeiro lugar aos Hierarcas e clérigos que ficam calados. Contudo, a sua defecção obriga os leigos a falar, visto que Vincent de Beauvais, a seguir citado, usa o advérbio especialmente quando se refere aos Prelados, o que significa que aqueles que não estão revestidos da dignidade sacerdotal têm dever análogo.

"Tal é obrigatório especialmente para os Prelados e todos aqueles que dirigem ou cuidam das almas. Está claramente afirmado em Êxodo, 28, cujo preceito diz que se coloquem pequenas campainhas alternadas com romãs pendentes das casulas sacerdotais, para que o sacerdote seja ouvido ao entrar ou sair do santuário e assim não morra. São Gregório explica isto, dizendo: 'O sacerdote que entra morrerá se o som não for ouvido, porque atrairá a si a ira do Juiz Eterno se o som da pregação não vier de si.' De igual modo, Ezequiel, 33, 6: 'Mas se a sentinela, vendo chegar a espada, não tocar a trombeta, de sorte que o povo não é alertado e, chegando a espada, fere a algum deles, este ficará, sim, preso na sua própria iniquidade, mas a sentinela responderá pelo seu sangue'."
(Vincente de Beauvais, Speculum quadruplex sive speculum maius, Graz, Akademische Druck Verlagsanstalt, 1964, col. 1228)

[TIA – Tradition in Action <traditioninaction.org>]


Visto em http://confrariadesaojoaobatista.blogspot.com.br/2012/04/o-pecado-de-estar-calado-com-crescente.html.

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segunda-feira, 11 de março de 2013

Em plena Quaresma... Vamos a la playa!!!

EM PLENA QUARESMA... VAMOS A LA PLAYA

A primavera conciliar chegou, enfim, à Neo-FSSPX!


Enquanto isso, reflitamos sobre a Quaresma, lendo uma interessante notícia publicada no site norte-americano da “Opus Fellay”, que nos ensina, justamente agora, na Quaresma, a importância da vida comunitária, com um "passeio recreativo" no Sea World, em Orlando, EUA, sob a guia do Prior de Stanford, pe. Marc Vernoy, ciceroneando uma turminha vinda dos pampas argentinos, certamente com as bênçãos do superior distrital da América Latina. Ou será que ele não sabe?

E eu que achava que Quaresma é tempo de penitência, de recolhimento, de pesar. Imagine você, ir a um passeio desses durante o luto pela morte de um ente querido seu. Quem teria ânimo e disposição para isso? Agora, imagine que o ente querido é um DEUS e você é um SACERDOTE dEle...

“O dia não foi gasto só com as maravilhas aquáticas da criação de Deus [sic!], mas também experimentando a Sua lei natural da gravidade... através da montanha-russa!”. Não posso crer no que meus olhos leem! Estão justificando uma “proeza” dessas envolvendo a Criação e a lei da gravidade, e, de certa forma, o próprio Criador – que é mencionado inescrupulosamente – querendo, dessa forma, justificar tal ato DESAVERGONHADO. E eu me pergunto se realmente fizeram algum tipo de contemplação em um local tão barulhento, tão cheio de gente vestida imodestamente, em que tudo é tão vertiginosamente vivido! 

É, sim, uma VERGONHA que “reverendos” padres se deem a um desfrute desses e, ainda por cima, levem consigo possíveis futuros padres. Que belo exemplo! Que belos futuros padres advirão disso!!! O que ensinarão aos fieis? Que na Quaresma não é preciso abrir mão do entretenimento porque Deus criou as “maravilhas aquáticas”? Ou que é lícito “experimentar a lei da gravidade dEle” na Quaresma apenas porque é justamente na Quaresma que você se encontra em Sea World????? Ou será que estão praticando o “melhor” estilo: “faça o que eu digo, não faça o que faço!”? Well, isso é bem moderno mesmo, e se coaduna com a nova congregação fundada por dom Fellay e plenamente em comunhão com a igreja Conciliar à qual Mons. Lefebvre jamais pertenceu ou quis pertencer. Nisso, são coerente, devo admitir!!! Se eles estão vivendo – finalmente, segundo alguns deles – a Primavera Conciliar, porque não aproveitar?

O descalabro maior é pegar um texto de S.E.R. Mons. Lefebvre e instrumentalizá-lo para justificar esse abuso:

“A solução é para os sacerdotes a viver em comunidade em um convento”. Desde quando Sea World é um convento? Parece-me que é justamente o oposto disto!!!
“A existência de nossa sociedade repousa essencialmente em nossos priorados, na vida em comunidade, que é um pouco a vida de clausura... protegidos do mundo”. De novo, desde quando Sea World é uma clausura; onde, lá, ficaria protegidos do mundo???

“Quando os visitantes, e especialmente os sacerdotes, vierem a uma das nossas casas, eles têm que sentir uma atmosfera de alegria, de simplicidade, de concórdia, de firme apego à verdade, mas também bondade, caridade, indulgência, abertura de coração para com aqueles que vêm visitar, a fim de aproximá-los ao nosso Senhor”. Aonde que o Sea World se encaixa nisso? A visita de confrades não é desculpa para a falta de decoro, oferecendo cenas do tipo que fizeram questão de fotografar e publicar, onde padres tradicionalistas se comportam como um desses padres comunistas da TL que vive como homem comum, um qualquer. Não é isso que Monsenhor diz aqui!

“... mas não é só isso que o nosso Fundador fala quando ele enfatiza a necessidade de vida na comunidade. Refeições em comum, falando e divertindo-se, juntos são também de grande importância”. E, de novo, o que isso tem a ver com o Sea World? A diversão a que Monsenhor se refere é a que permite o decoro e a modéstia. Eu não consigo ver Monsenhor, EM PLEEEEEENA QUARESMA, a se esbaldar em Orlando... Não mesmo!

“A vida comunitária fornece uma estrutura definida para a vida. Os sacerdotes devem fazer certas coisas em determinados momentos, e ao fato de que todo mundo está fazendo isso os ajuda”. Devo ter traduzido errado. Alguém me corrija, por favor! Não pode ser verdade o que leio!!! O determinado momento de ir ao Sea World é justamente a QUARESMA??? É isso? E visto que há mais de um disposto a fazer coisa que não deve... isso “os ajuda”? isso é bom? Isso é virtuoso????? "Perai!" Parem o mundo que eu quero descer!!! Então, eu estou fazendo tudo errado! Os padres da FSSPX me ensinaram tudo errado!!! Então, se tem mais alguém fazendo algo errado eu posso fazer porque “a união faz a força” e transforma a sem-vergonhice em virtude!!!!!!

“Bombardeados constantemente pelo mundo, ele se sente muito sozinho”. E para evitar isso, é bom se divertir como um mundano!!! Well, os padres modernistas falam a mesma coisa. Não dizem eles: “como vou aconselhar um jovem que tem dúvidas sobre namoro se eu nunca namorei...”? Vendo o comportamento dos padres em Orlando, isso começa a fazer sentido!
“O convento é um lar para os sacerdotes e, como tal, é o mesmo que a casa da família. As mulheres casadas muitas vezes dizem: se você não fizer a sua casa de tal forma que seu marido queira voltar para ela, ele pode ir procura-la em outro lugar. Ao voltar para o convento, o sacerdote deve ‘sentir uma atmosfera de alegria, de simplicidade, de concórdia’...”. SIC! A falta de caráter não tem fim! E eu que achava que a santificação do padre fosse algo sobrenatural... E como fazem os cartuxos a manter-se fieis à sua vocação se não podem ir a Sea World, ver as maravilhas aquáticas (conhecer a Shamu!!!!) e experimentar as leis física de Deus? A “atmosfera de alegria, de simplicidade, de concórdia” que eles vivem em seus mosteiros está toda errada! E nem precisamos exagerar... os bons padres da própria FSSPX que se contentam com o futebolzinho entre amigos, uma pescaria decorosa, um joguinho de xadrez... estão fazendo tudo errado! Não compreenderam o que Monsenhor disse!!!

Talvez esteja nisso a chave para compreendermos porque dom Fellay está indo por um caminho que Mons. Lefebvre não quis e, de fato, até o proibiu. Eles têm uma compreensão toda particular dos escritos de Mons. Lefebvre. Onde ele escreveu “uma atmosfera de alegria, de simplicidade, de concórdia”, eles entenderam:

Vamos a la playa
Todos con sombrero
El viento radiactivo
Despeina los cabellos
Vamos a la playa oh oh oh oh oh
Vamos a la playa oh oh oh oh oh
Vamos a la playa oh oh oh oh oh


Algumas considerações colaterais: 


Uma questão vem à mente, nesse "passeio": dinheiro! De onde saiu o dinheiro para bancar essa "farra quaresmal"? Menzingen acaba de cortar a ajuda às carmelitas que se recusam fazer parte da igreja Conciliar, e dom Pagliarani vai, de férias, para Orlando! Oras, os seminaristas na Argentina nem meias têm, e alguém acha mais importante e necessário uma viagem internacional com direito a ver a Shamu e a experimentar cientificamente uma montanha russa!!! Eu fico me questionando o que os benfeitores - que enviam dinheiro para as meias - pensam disso! E o que dize, então, do apostolado em certos lugares da América Latina como a República Dominicana - subordinada ao Distrito da América Latina - onde os padres e irmãs vivem em situação precária, suportando um calor equatorial porque não há dinheiro para ventiladores ou outros tipos de conforto??? Certamente, o dinheiro gasto com diversão mundana - E NA QUARESMA! - é mais útil e proveitoso do que aquele gasto para levar Sacramentos e Fé Católica aos fieis do continente Sul-americano, sobretudo nas comunidades que não contam com benfeitores ricos e famosos...

Outra questão que vem à mente é que os sites submissos e leais a Menzingen não publicam assuntos espinhosos ou polêmicos, sobretudo os que denunciam os erros do "titular da pasta", também não publicam os textos de Mons. Lefebvre, como não publicam textos sobre virtudes, como, por exemplo, sobre a Quaresma: seu significado e qual deve ser nossa atitude neste período que vai muito além de não comer carne às sextas-feiras. Mas publicam amenidades e "mundanidades". Ou a agenda do Papa, como praticamente está fazendo o DICI.

Caros leitores, vamos ler sobre a Quaresma. Há muitos Santos e religiosos que escreveram sobre ela e o bem que representa para nós. Leiamos:

  • Lembrou, recentemente, o Pe. Boniface: "LA SEMANA SANTA NO ES SEMANA DE VACACIONES NI DE PLAYA SINO ES SEMANA DE LUTO Y PENITENCIA." 
  • Esclarece o Pe. Olmedo: "É necessário reconhecer o justo direito que o homem tem de uma sã diversão, mas isso não torna bom o que é de si mau" (Cf. A Dança). 
  • Reforça o Pe. Fabrice Delestre: "Os cinco mistérios dolorosos nos fazem mergulhar no espirito do tempo da Quaresma, que é toda orientada para a paixão de Nosso Senhor e sua morte na Cruz" (Quatro razões para se rejeitar o novo Rosário). 
  • E Dom Prosper Guéranger: "Remetendo-nos a estes grandes eventos, conseguimos compreender por que o Filho de Deus, encarnado para a salvação dos homens, tendo decidido submeter a sua divina carne aos rigores do jejum, quis escolher o número de quarenta dias para este ato solene. A instituição da Quaresma se nos apresentará, então, em toda a sua majestosa severidade, e qual meio eficaz para placar a cólera de Deus e purificar as nossas almas. Elevemos, então, os nossos pensamentos acima do estreito horizonte que nos circunda e veremos o espetáculos de todas as nações cristãs do mundo oferecendo, nestes dias, ao Senhor indignado, este imenso quadragenário da expiação; e nutrimos e esperança de que, como no tempo de Jonas, Ele se dignará, esse ano também, de ter misericórdia de seu povo". (Cf. O Ano litúrgico. - I. Advento - Natal - Quaresma - Paixão, 1959, pp. 490-496.) 
  • São Leão Magno: "Eles sabem muito bem que esses são os dias da santa Quaresma e que passamos a Quaresma castigando todas as molezas, apagando todas as negligências do passado; usam então de todo o poder de sua malícia para induzir em alguma impureza aqueles que querem celebrar a santa Páscoa do Senhor; mudar para ocasião de pecado o que deveria ser uma fonte de perdão" (aqui). Um lugar como Sea World, com tanta indecência no vestir, oferece muitas ocasiões de pecado, aos padres e seminaristas...
  • Dom Lourenço Fleichmann: "Durante quatro semanas, a Igreja nos convida a esvaziarmos nosso coração dos apegos à nossa vontade própria, às amarras múltiplas que nos prendem a esta vida, de modo a deixar espaço ao que vem pela frente. (...) Ocorre que os homens, inclinados às suas concupiscências, largavam de lado esses fins do sacrifício e iam tornando a prática da religião um conjunto de atos jurídicos, de regras materiais, já afastadas do verdadeiro amor de Deus. (...) Eis que a doutrina santa, revelada, luminosa, do santo Apóstolo vem esclarecer para nós o Tempo da Paixão, vem elevar nossas almas para que não deixemos passar um só minuto desses dias santificados sem estarmos concentrados na Cruz do nosso Deus, do nosso Redentor. (...) É neste espírito que entramos no Tempo da Paixão, meditando no único sacrifício, holocausto verdadeiro e eficaz que nos traz a salvação. Se, por um lado, nossa mortificação quaresmal é aflitiva, custando muitas vezes um esforço verdadeiro, por outro lado, é com a alma jubilosa que cantamos com a Igreja: 'Vexilla Regis pródeunt: fulget Crucis mysterium Quo carne carnis Conditor, suspensus est patibulo'...". (aqui.)
  • Pe. Philippe François: "Entramos na Quaresma. É um tempo muito precioso. A Quaresma é uma grande graça de Deus. (...) É preciso que se faça penitência pelos pecados conforme a força de cada um, a quaresma nos foi dada para isso. Se tivéssemos o espírito de um são Bento, de um são Bernardo, julgaríamos nossa observância extremamente doce, até mesmo doce demais. Peçamos perdão a Deus por fazermos tão pouco, e por estarmos tão distantes da penitência de nossos pais" (aqui).

Creio que o passeio a Sea Word não se encaixa nisso tudo que lemos, sendo mais cônsono a isto: "Vossos bispos vos convidam durante esta Quaresma a rejubilar-vos e a celebrar" (Cf. aqui), que é o refrão da igreja Conciliar, na qual tanto o prior de Sanford, quanto dom Pagliarani - ex-Superior do distrito italiano, salvo engano - parecem estar bem situados e à vontade. O que nos faz pensar nesses religiosos que foram "escolhidos a dedo" por dom Fellay para ocupar os postos-chave na FSSPX: homens jovens demais (alguns) ou subservientes demais (outros), que souberam "ser gratos" oferecendo em troca sua lealdade, sua devoção, sua obediência (cega) e... sua alma eterna! Mas são todos adultos e vacinados, devem saber bem o que fazem, como sabem bem a Doutrina da Igreja e podem sopesar os fatos e os atos de dom Fellay. Como dormem à noite?

Aos detratores: não somos contra o recreio saudável dos padres. O escândalo está no tempo litúrgico que vivemos, na intrumentalização e manipulação (mais uma vez) dos escritos de Mons. Lefebvre e da própria bondade Divina em benefício próprio e à maneira dos protestantes, na falta de decoro e no mau exemplo aos seminaristas e aos fieis.

G.



Editado em 07/03/2014 para informar que o texto abaixo (e as fotos) foram retirados do site da Neo-FSSPX. Tomara que seja porque se arrependeram de seus atos e os repararam. Como este belo texto que este ano figura no site: http://sspx.org/en/news-events/news/lent-time-repair-past-3485.

OPERAÇÃO MEMÓRIA: O TEXTO ORIGINAL, CONFORME PUBLICADO NO SSPX.ORG




Sanford priory and the importance of community life
SANFORD, FL
3-8-2013

We present here some pictures of a recent recreational outing taken at Sea World in Orlando, Florida by priests from St. Thomas More Priory in Sanford and some visiting clergy.

The event occurred on Monday, February with visiting priest, Fr. David Pagliarani, the seminary rector at La Reja, Argentina, and a visiting deacon, Rev. Baquerizo (attending the La Reja seminary) and seminarian, Mr. Joshua Harrison (from the Winona seminary). The day was not only spent viewing the aquatic wonders of God's creation, but also experiencing His natural law of gravity... via a roller coaster!

In conjunction with these images, we also offer a short piece on the importance of living in common for the priests of the Society of St. Pius X.

Text and photos courtesy of Fr. Leo Haynos.

From left to right: seminarian, Mr. Joshua Harrison, Fr. Louis Alessio,
Fr. David Pagliarani, Fr. Marc Vernoy (the prior at Sanford),
Fr. Leo Haynos and deacon, Rev. Baquerizo


The importance of community life in the SSPX



    We have to say it: the world and its continual temptations are lying in ambush for our priests. They are living in a dangerous, difficult environment… The solution is for priests to live in community in a priory.
    It is useless having an apostolate if the interior life is gone… the life of community and the interior life take priority over the apostolate. It is obvious.
    If our priories disappeared, there would be no more Society... The existence of our Society rests essentially on our priories, on that life in community; that life which is a little bit cloistered… protected from the world… the role of our priories is absolutely vital for our Society and they are the future of the Church, because of the life of prayer that reigns there.
    When visitors, and especially priests, come to one of our houses, they have to sense an atmosphere of gaiety, of simplicity, of concord; of firm attachment to the truth, but also goodness, charity, indulgence, openness of heart toward those who come to visit, in order to bring them closer to our Lord. (Extracts from Priestly Holiness by Archbishop Marcel Lefebvre)

"A joyful spirit attains to perfection more quickly than any other." St. Philip Neri



As Archbishop Lefebvre very clearly states, the community life is of the utmost importance for the members of the Society of St. Pius X.

God made man social by nature, and the Archbishop shows a very good grasp of human nature in these passages quoted. As he points out, common prayer is by far the most important aspect of community life. It nourishes the priest’s interior life and is the powerhouse which gives fruit to his apostolate, but it is not only this which our Founder speaks of when he emphasizes the necessity of community life. Meals in common, speaking and recreating together are also of great importance.
Community life provides a set structure for one’s life. The priests must do certain things at certain times, and the fact that everybody else is doing so helps them.

Being a man, a priest needs to take recreation occasionally, to renew and refresh his body and soul. If he is behind in his work he may want to put this off far longer than he should in order to catch up. Or he may feel lazy and want to take more recreation than necessary. If everybody recreates at a certain time, both of these dangers are lessened.



A good community life is extraordinarily helpful to a priest to help him stay faithful. Constantly bombarded by the world he feels very much alone. Yet men are social, and he needs company he can enjoy; if he cannot find it with his fellow priests, he will look for it elsewhere.

The priory is a home for priests, and as such is much the same as the family home. Married women are often told: if you do not make your home such that your husband looks forward to returning to it, he may go looking elsewhere. Upon returning to the priory the priest must "sense an atmosphere of gaiety, of simplicity, of concord."

Priests have in them both Divine and human elements. The Divine element is helped in this by common prayer and the interior life. The human side is helped most especially by community recreations.
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