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sábado, 19 de setembro de 2015

Do modo de ajudar na Missa

Do modo de ajudar na Missa



A. – Para um só ajudante

I.  Observações gerais. – O ajudante deve assistir com toda a decência e compostura ao santo sacrifício da Missa, e todos os seus movimentos hão de ser como tal ato pede e como convém a um cristão piedoso.

  • Deve ter ordinariamente os olhos baixos, se não quiser ir acompanhando as cerimônias do Sacerdote: e em todo o caso há de atender de quando em quando, para o Sacerdote, para as velas, para o altar, etc., e ver se alguma coisa é necessária. Para traz ou para os lados nunca deve olhar.
  • Tenha as mãos postas, quando não as tiver ocupadas. Se com a direita estiver fazendo alguma coisa, a esquerda encoste-a decentemente ao peito.
  • Responda com voz clara e distinta, nem muito devagar nem muito depressa, e não comece a responder, enquanto o Sacerdote não acabar.
  • No altar, ou esteja o SS. Sacramento ou não, há de fazer genuflexão quando passar pelo meio.
  • Cuide em fazer a genuflexão com reverência e não precipitadamente, nem batendo de pancada com o joelho no chão, nem dobrando o corpo demasiadamente, nem voltado para o lado, mas direito e de frente para a cruz do altar, e sempre com o joelho direito.
  • Quando vem do altar para baixo, nunca se há de voltar de maneira que dê as costas à cruz. Assim, quando estiver do lado da Epistola, voltar-se-á pela esquerda, e do lado do Evangelho, pela direita.
  • Só virá ao meio do altar, quando tiver de passar para o outro lado, se não ajudar com outro.
  • A genuflexão nunca se faz no supedâneo ou no último degrau, senão sempre no plano.

quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

O que é a Santa Missa?

Apresentamos a nossos leitores mais um trabalho de Francisco Lafayette de Moraes escrito pensando em todos os católicos que, tendo tomado conhecimento da Missa de São Pio V, passaram (ou voltaram) a frequentá-la, a estudá-la e a fazer do Santo Sacrifício da Missa uma fonte de vida espiritual.

Como o Modernismo instalado na Igreja deturpa as almas com seus erros, com seus ritos heretizantes, parece necessário devolver a elas a base que já não recebem mais no Catecismo. Por isso, o autor apresenta, de modo sucinto, o essencial sobre a Santa Missa, frisando seu duplo caráter, de verdadeiro sacrifício e de sacramento instituído para a nossa salvação.  




O SANTO SACRIFÍCIO DA MISSA

PELAS ORIGENS DA SANTA MISSA 


Francisco Lafayette de Moraes


APRESENTAÇÃO

Este trabalho é a ordenação de trechos de várias obras, de vários autores (ver Bibliografia abaixo), que mostraram e provaram que a Missa, enquanto sacrifício, estava predita desde o Antigo Testamento, e, ainda, que Jesus anunciou, prometeu e instituiu o sacrifício-sacramento, tendo os Santos Padres da Igreja, desde os primórdios do Cristianismo, sempre ensinado aquilo que hoje é dogma de fé: Missa é sacrifício com a presença real (física) da Sagrada Vítima.

Se os dogmas relativos à Missa — isto é, o de ser a Missa um verdadeiro sacrifício, o da presença real, e o relativo ao sacerdócio ministerial — só foram formulados pelo Concílio de Trento, isto não significa que aquele Concílio do século XVI formulou uma doutrina nova, mas que tornou explícita a doutrina que até então havia sido sempre tacitamente aceita, e o fez em função da heresia protestante que negou, como ainda hoje nega, que a Missa seja sacrifício, querendo eles que seja um simples memorial do Senhor; negam, ainda, os protestantes a “presença real” e o “sacerdócio ministerial”.


Hoje, depois do Concílio Vaticano II, quando muitos prelados da Igreja Católica, e até mesmo altos prelados, por terem assimilado a heresia protestante, apresentam a Missa como um memorial da Ceia do Senhor, entendi ser proveitoso compilar, para ajudar a combater a heresia progressista, o que outros autores, com sabedoria e profundidade, já haviam escrito para demonstrar que a Missa, enquanto sacrifício, está inserida no Deposito da Fé católica, estando predita no Velho Testamento e confirmada no Novo Testamento.

Rio de Janeiro, no ano de 1992.

Francisco Lafayette de Moraes 







01 — EUCARISTIA: SACRIFÍCIO E SACRAMENTO

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Mons. Lefebvre rezando a Santa Missa
Nosso Senhor Jesus Cristo, na Última Ceia, ao instituir a Eucaristia, transubstanciou o pão em seu Corpo e o vinho em seu Sangue, um separado do outro, e ofereceu ali o mesmo sacrifício que realizaria na Cruz, onde o seu Sangue foi separado do seu Corpo, derramado por nós, em remissão dos pecados. Depois de ter-Se imolado na Santa Ceia, Ele se deu a Si mesmo aos Apóstolos ao levá-los a participar da consumação do seu Corpo e do seu Sangue. A Eucaristia é, assim, ao mesmo tempo, sacrifício e sacramento.

EUCARISTIA ENQUANTO SACRIFÍCIO[1]

Enquanto sacrifício, a Eucaristia é o Sacrifício da Missa, o sacrifício da Nova Lei no qual Nosso Senhor Jesus Cristo, pelo ministério do sacerdote, se oferece a Si mesmo a Deus, de maneira incruenta, sob as aparências do pão e do vinho.[2]

EUCARISTIA ENQUANTO SACRAMENTO

Enquanto sacramento, a Eucaristia é o Corpo, Sangue, Alma e Divindade de Nosso Senhor Jesus Cristo[3], que é dado àqueles que O querem
e podem receber como alimento espiritual.[4]

domingo, 16 de fevereiro de 2014

MISSA TRIDENTINA - MISSA DE SEMPRE

Santa Missa celebrada 
pelo Rev. Pe. Ernesto Cardozo 
em Betim, MG, aos 20/12/2013
clique na foto para saber mais

“Para a glória da Santíssima Trindade, pelo amor de Nosso Senhor Jesus Cristo, pela devoção à Santíssima Virgem Maria, pelo amor da Igreja, pelo amor do papa, pelo amor dos bispos, dos padres, de todos os fiéis, para a salvação do mundo, para a salvação das almas, guardem este testamento de Nosso Senhor Jesus Cristo! Guardem o sacrifício de Nosso Senhor Jesus Cristo! Guardem a missa de sempre!”
Dom Marcel Lefebvre - 23 de setembro de 1979
“Além disso, em virtude de Nossa Autoridade Apostólica, pelo teor da presente Bula, concedemos e damos o indulto seguinte: que, doravante, para cantar ou rezar a Missa em qualquer Igreja, se possa, sem restrição seguir este Missal com permissão e poder de usá-lo livre e licitamente, sem nenhum escrúpulo de consciência e sem que se possa incorrer em nenhuma pena, sentença e censura, e isto para sempre. Da mesma forma decretamos e declaramos que os Prelados, Administradores, Cônegos, Capelães e todos os outros Padres seculares, designados com qualquer denominação, ou Regulares, de qualquer Ordem, não sejam obrigados a celebrar a Missa de outro modo que o por Nós ordenado; nem sejam coagidos e forçados, por quem quer que seja, a modificar o presente Missal, e a presente Bula não poderá jamais, em tempo algum, ser revogada nem modificada, mas permanecerá sempre firme e válida, em toda a sua força.”
São Pio V - Bula Quo Primum

visto em: http://catolicosribeiraopreto.wordpress.com/santa-missa

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sábado, 24 de setembro de 2011

Ligório: Pequena Explicação da Santa Missa

Pequena Explicação do Santo Sacrifício da Santa Missa
Por Santo Afonso Maria de Ligório

 
A Santa Missa é um compêndio de toda a vida de Jesus Cristo.

- O Intróito significa o desejo que tinham os santos Patriarcas da vinda do Senhor.

- O Kyrie Eleison significa as vozes dos Patriarcas e Profetas, que pediam a Deus esta vinda há tanto tempo desejada.

- O Gloria in Excelsis significa o nascimento do Senhor.

- As orações significam a apresentação no templo e a oferenda determinada por lei.

- A Epistola significa a pregação de São João Batista, anunciando aos homens o reino de Cristo.

- O Gradual significa a conversão das multidões ao ouvirem a pregação de S.João Batista.

- O Evangelho significa a pregação do Senhor que da esquerda nos passa à direita, isto é, das coisas temporais ás eternas, e do pecado à graça; as luzes e o incenso à leitura do Evangelho significam que este iluminou o mundo, enchendo- o do suave aroma da graça de Deus.

- O Credo significa a conversão dos santos Apóstolos e dos outros discípulos do Senhor.

- As Secretas, que principiam depois do Credo, significam os ocultos conciliábulos dos Judeus contra Cristo.

- O Prefácio terminado com o Hosana In Excelsis significa a entrada solene de Jesus Cristo em Jerusalém no dia de Ramos.

- As outras orações secretas que se recitam em seguida significam a Paixão do Senhor.

- A Elevação da hóstia significa a elevação de Cristo na Cruz.

- O Pater Noster significa a oração do Senhor quando pendente da cruz.

- A fração da hóstia significa a chaga aberta pela lança.

- O Agnus Dei significa o pranto de Maria na descida da Cruz.

- A Comunhão do Sacerdote significa a sepultura.

- O Post-communio significa a ressurreição.

- O Ite Missa est significa a ascensão.

- A bênção do sacerdote significa a vinda do Espírito Santo.

- O Evangelho final significa a pregação dos santos Apóstolos, quando, cheios do Espírito Santo, começaram a pregação do Evangelho por todo o mundo e a conversão dos povos.


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segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Pequeno manual do católico

PEQUENO MANUAL DO CATÓLICO

A Missa e outras obrigações


O SANTO SACRIFÍCIO DA MISSA

1) O que é a Missa?
A Missa é o sacrifício da Cruz de Nosso Senhor Jesus Cristo que se realiza sobre o altar.

2) Como pode ser a Missa o sacrifício de Jesus se este morreu na Cruz há dois mil anos?
Pelo rito da Santa Missa, o mesmo sacrifício realizado há dois mil anos torna-se presente novamente, de um modo novo, um modo sacramental, ritual, incruento, ou seja, sem derramamento do Sangue, mas verdadeiro e eficaz.

3) Porque dizemos que a Missa é o mesmo sacrifício, presente de modo sacramental?
Por que nela aquele mesmo sacrifício de Jesus se apresenta diante de nós através de sinais sensíveis que realizam a graça sacramental. Estes sinais, no caso da Missa são as espécies consagradas, o pão e o vinho, que, na consagração, se transformam no Corpo e Sangue de Jesus pelas palavras que o sacerdote pronuncia.

4) A Missa é, então, um Sacramento?
Sim, a Missa é a cerimônia na qual se realiza o Sacramento da Eucaristia, que é a presença real de Jesus na hóstia consagrada.

5) Essa presença de Jesus na hóstia consagrada é um símbolo de Jesus?
Não podemos dizer que seja apenas um símbolo. Jesus está realmente presente com todo seu ser. Toda a natureza humana e toda a natureza divina estão presentes na Sagrada Hóstia. Toda a substância do pão e do vinho se transformaram milagrosamente no Corpo, Sangue, Alma e Divindade de Cristo.

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