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Feminismo: o maior inimigo da mulher
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terça-feira, 31 de janeiro de 2017

DOM WILLIAMSON E SEUS OLHARES PARA ROMA MODERNISTA.

Mais informações sobre o que anda dizendo o Bispo de Kent, para que as boas almas que estão sob sua "autoridade" possam discernir as coisas fazendo uso da razão. Texto brilhante! De aplaudir de pé, pois está bem fundamentado. Não tem por onde se saírem. Mas de quem disse que o que Nosso Senhor disse não é Dogma de Fé... esperamos tudo!  


DOM WILLIAMSON E SEUS OLHARES PARA ROMA MODERNISTA.



“Medicamos Babilônia e não há sanado. Abandonemo-la!” Jeremias 51,9




Prezados amigos,
Salve Maria!

Os escândalos do líder da “Resistência” não cessam. Talvez “o cansaço de resistir” tenha falado mais alto.  Do que falo, senão do Comentário Eleison nº. 495 publicado por Dom Richard Williamson no dia sete de janeiro deste ano. Não é a primeira vez que Dom Williamson escreve/diz coisas semelhantes. Certa vez ele teria dito que pegaria o próximo avião para Roma, caso o Papa Francisco lhe autorizasse a fundar uma Sociedade. Bom, para defendê-lo, foi dito que Dom Williamson acreditava não teria autoridade para fundar Congregações e organismos do tipo, e que precisaria de uma autorização do Papa Francisco. Acontece que posteriormente foi fundada uma Congregação que intitularam “Sociedade Sacerdotal dos Apóstolos de Jesus e Maria”, por Dom Faure, bispo da “Resistência”. Inclusive, mandaram cantar o “Te Deum” por essa fundação. Para, então, justificar a ereção desta nova Congregação, lançou-se mão desse texto.

quarta-feira, 2 de março de 2016

As Origens do Liberalismo


(...) 

Se vocês não lerem muito, cedo ou tarde serão traidores, porque não terão compreendido a raiz do mal. Com estas fortes palavras um de meus colaboradores[4] recomendava aos seminaristas de Êcone a leitura de boas obras que tratem do liberalismo.

Com efeito, não se pode compreender a crise atual da igreja nem conhecer a verdadeira cara dos que ocupam a Roma atual, e em consequência ver que atitude tomar perante os fatos, se não se  procura as causas desta crise, se não se estuda seu curso histórico, e  se não se descobre sua fonte primeira neste liberalismo condenado  pelos papas dos últimos séculos.


Nossa luz: a voz dos papas

terça-feira, 12 de janeiro de 2016

Mons. Lefebvre: “Roma perdeu a fé, queridos amigos, Roma está na apostasia"

Mons. Lefebvre: “Roma perdeu a fé, queridos amigos, Roma está na apostasia. Estas não são palavras, não são palavras (disparadas) no ar que vos digo, é a verdade! Roma está na apostasia. Não podemos mais dar confiança a essa gente”.

O Mons. Marcel Lefebvre, escreveu, em 29 de junho de 1976, por ocasião da sua suspensão “a divinis” por Paulo VI, a seguinte reflexão:

“Que a Igreja Conciliar é uma Igreja cismática, porque rompe com a Igreja Católica qual sempre foi. Ela tem os seus novos dogmas, o seu novo sacerdócio, as suas novas instituições, o seu novo culto, todos já condenados pela Igreja em muitos documentos, oficiais e definitivos. Esta Igreja Conciliar é cismática porque tomou por base, para o seu aggiornamento, princípios opostos aos da Igreja Católica, como o novo conceito da Missa expressa nos números 5, do Prefácio do [decreto] ‘Missale Romanum’, e 7, de seu primeiro capítulo, que atribui à assembleia um papel sacerdotal que não pode exercer; como, similarmente, o natural – vale dizer aqui: divino – direito de toda pessoa e de todo grupo de pessoas à liberdade religiosa. Este direito à liberdade religiosa é blasfemo, pois atribui a Deus escopos que destroem a Sua Majestade, a Sua Glória, a Sua Realeza. Este direito implica liberdade de consciência, liberdade de pensamento, e todas as liberdades maçônicas. A Igreja que afirma tais erros é ao mesmo tempo cismática e herética. Esta Igreja Conciliar é, portanto, não católica. Na medida em que Papa, bispos, sacerdotes e fiéis aderirem a esta nova Igreja, eles se separam da Igreja Católica”.

Monsenhor Lefebvre, justo um ano antes de sua Consagração de quatro bispos para a Fraternidade São Pio X, em uma “Carta aos Futuros Bispos”, de 29 de agosto de 1987 expressava o que segue:

“Meus queridos amigos, A Sé de Pedro e os postos de autoridade em Roma sendo ocupados por anticristos, a destruição do Reino de Nosso Senhor é conduzida rapidamente, também dentro de seu Corpo Místico aqui na Terra, especialmente através da corrupção da Santa Missa, que é tanto a expressão magnífica do triunfo Nosso Senhor na Cruz – Regnavit a Ligno Deus – quanto a fonte da extensão do Seu Reino sobre as almas e sobre as sociedades”.

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Bergoglio, Sínodo, destruição da família, traição contra a Igreja… o que mais precisa acontecer?

Publicamos uma grave e oportuna reflexão do blog Pacientes na Tribulação, não apenas sobre o Sínodo da Destruição da Família, mas também sobre a igreja conciliar - que hoje se confunde com a Igreja de Cristo - e sobre seu líder, que, desde sua (discutida) eleição, vem estarrecendo os católicos com suas performances e suas declarações, que vão da pantomima, digna de alguma compaixão, à blasfêmia e à heresia. Embora saibamos que essa não é a Igreja Católica, é claro que tudo o que eles fazem e dizem tem um impacto sobre a Cristandade. Grifos do original.


Bergoglio, Sínodo, destruição da família, traição contra a Igreja… o que mais precisa acontecer? 


As últimas notícias vindas da Babilônia conciliar tem sido alarmantes para grande número de católicos. Muitos ainda não haviam percebido o quanto o processo revolucionário está avançado.

Mas, o tal do sínodo contra a família é tão claramente anticatólico que até algumas eminências da igreja oficial estão escandalizadas. Uma notícia da Radio Vaticana sobre o relatório deste sínodo nos diz (destaques são nossos, assim como os comentários a seguir):

O Relatório aponta ainda a necessidade de “tornar mais acessíveis e ágeis os procedimentos de reconhecimento da nulidade matrimonial”, de incrementar a responsabilidade dos bispos locais e instituir a figura de um sacerdote que, adequadamente preparado, possa oferecer ‘conselhos’. 

O documento formaliza também a hipótese de acesso à comunhão aos recasados, “desde que precedido por um caminho penitencial sob a responsabilidade do bispo diocesano, e com um claro compromisso em favor dos filhos”. “Esta possibilidade não pode ser generalizada, mas fruto de um discernimento atuado caso por caso”. “Se é possível a comunhão espiritual, por que não poder acessar à sacramental?” – questiona o Relatório. 
http://pt.radiovaticana.va/news/2014/10/13/apresentado_relat%C3%B3rio_sobre_os_debates_do_s%C3%ADnodo_2014/bra-830691

Diante da clareza do texto, poucos comentários são necessários. Permitir a comunhão sacramental aos que vivem em adultério corresponde simplesmente em legalizar um sacrilégio. A Santíssima Comunhão é um sacramento de vivos, o que quer dizer que apenas os que estão vivificados pela graça santificante podem recebê-la. Os que estão em pecado mortal somente podem receber os sacramentos de quem está espiritualmente morto, a saber, o Batismo e a Penitência. Para receber um sacramento de vivo sem cometer sacrilégio é necessário antes ser vivificado, seja pelo Batismo para aqueles que ainda não foram batizados, seja pela Penitência, para os que já foram incorporados ao Corpo Místico de Cristo por meio do batismo. Não existe “caminho penitencial”, a ser conduzido por qualquer bispo diocesano, que seja capaz de apagar o pecado mortal de uma alma que não quer se aproximar do Sacramento da Penitência. E, para se aproximar deste sacramento, é imprescindível se arrepender do pecado cometido. Se a pessoa pretende continuar cometendo pecado, neste caso o adultério, não pode usar do Sacramento da Penitência e, assim, não se livra do seu estado de pecado, o que nos leva à conclusão de que não pode receber a Santíssima Comunhão e nenhum outro sacramento de vivos. Esta é a doutrina católica, revelada por Nosso Senhor Jesus Cristo. Portanto, o que aqueles purpurados estão fazendo é uma aberta traição contra Cristo.

Nenhum liberal chegou até esta parte do texto sem ter me xingado até a quinta geração. Mas é possível que um bom número de conservadores tenha gostado. Se eu estivesse buscando aplausos, pararia por aqui. Mas, assim fazendo, estaria traindo a Igreja. Porque não basta citar os fatos e protestar contra eles, é necessário não ocultar voluntariamente as suas causas.

E quais são as causas desta calamidade atual senão a apostasia que vem crescendo desde as últimas décadas? No primeiro parágrafo do texto, foi dito que um bom número de católicos, que ainda não haviam percebido a gravidade da crise, está alarmado com o que está vendo. Mas, quem estuda com seriedade o processo revolucionário, não se surpreende nem um pouco com o que o bando de apóstatas está promovendo neste Sínodo de destruição da família. Traição semelhante já ocorreu durante o latrocínio Vaticano II. Mesmo sendo a proporção de bispos católicos muito maior do que hoje, os liberais, com o apoio da figura nefasta de Montini [que a igreja conciliar quer alçar à santidade justamente por esses dias], souberam manipular as regras do jogo e neutralizar a resistência católica. Naqueles dias, a Igreja contava com grandes homens, com Dom Marcel Lefebvre, Dom Antônio de Castro Mayer, Dom Proença Sigaud. Hoje já não temos nem sequer certeza da validade das sagrações episcopais no novo rito, muito provavelmente inválidas. E, meio século depois, grande parte dos “cardeais” foram escolhidos justamente por serem liberais. Então, que podemos esperar senão o desastre que estamos vendo?

A situação está tão feia que até o herege público e manifesto do Müller está sendo contado entre os conservadores [isto até parece uma amarga ironia!]

O que se pode esperar de hereges senão que tentem destruir a Igreja? Sempre foi assim e sempre será. É o mesmo que deixar um lobo tomando conta de ovelhas. Quando o dono volta, fica assustado e pergunta candidamente: “Oh! Quem terá roubado minhas ovelhas?”. As duas questões são igualmente ridículas. Um lobo não pode ser colocado para tomar conta de ovelhas da mesma forma que um herege público, manifesto e pertinaz não pode ser colocado para defender a ortodoxia que ele abertamente renegou e combate.

Pronto, estraguei o dia dos neoconservadores que estavam até gostando do começo do artigo [não se preocupe com isso, porque os de boa fé e de boa vontade gostam que se lhes diga a verdade!].

Mas é necessário ir ainda mais longe. É necessário não somente denunciar os lobos, como também o chefe da matilha: Bergoglio. Não somente por todo apoio que ele dá aos liberais, como o “grande teólogo” Kasper. No momento que o relatório do Sínodo era divulgado, Bergoglio também fez sua “profissão de fé” no relativismo e progressismo (os destaques são meus):

Porque estes doutores da lei não percebiam os sinais dos tempos e pediam um sinal extraordinário…E por que é que não percebiam? Antes de mais, porque estavam fechados. Fechados no seu sistema, tinham sistematizado muito bem a lei, uma obra prima. Todos os judeus sabiam o que que se podia fazer e o que não se podia fazer, até onde se podia ir. Tudo bem arrumado. E assim estavam seguros.

Não percebiam que Deus é o Deus das surpresas, que Deus é sempre novo. Nunca se renega a si mesmo, nunca diz que o tinha dito era errado, nunca, mas sempre nos surpreende. (…)

Em segundo lugar, tinham esquecido que eram um povo a caminho. Em caminho. E quando se caminha, quando uma pessoa vai pelo caminho, sempre encontra coisas novas, que não conhecia. (…)

Isto deve fazer-nos pensar: estou apegado às minhas coisas, às minhas ideias, fechado. Ou estou aberto ao Deus das surpresas? Sou uma pessoa fechada, ou uma pessoa que caminha? Creio em Jesus Cristo? … Sou capaz de captar os sinais dos tempos e ser fiel à voz do Senhor que neles se manifesta? Podemos fazer-nos hoje estas perguntas e pedir ao Senhor um coração que ame a lei, porque a Lei é de Deus. E que ame também as surpresas de Deus, sabendo que esta lei santa não é finalizada a si mesma.

http://pt.radiovaticana.va/news/2014/10/13/n%C3%A3o_ficar_fechado_nos_sistemas,_abrir-se_%C3%A0s_surpresas_de_deus:_papa_em/por-830684

Em qualquer momento que fossem ditas, estas palavras deveriam causar escândalo aos ouvidos pios. Mas, como já dissemos, elas coincidiram com o relatório do sínodo. Que podem ser, senão uma apologia do relativismo sinodal? Bergoglio não distinguiu a lei mosaica da lei moral. Aquela sim era passageira, preparatória para a vinda do Messias. A lei moral, não. Ela é eterna, inscrita no coração de todo homem e no Decálogo, ensinada por todos os dignos membros da Igreja docente, em todos os tempos, em todos os lugares. A citação perfeita para este momento são as seguintes palavras d’Aquele que não somente ensinou a lei como um doutor, mas é Ele mesmo a fonte de toda moral:

“Não julgueis que vim abolir a lei ou os profetas. Não vim para abolir, mas para levá-los à perfeição. Pois em verdade eu vos digo, passarão o céu e a terra antes que desapareça um jota, um traço da lei. (Mt 5,17-18)”

Na sequência desta passagem, Cristo adverte contra aquele que viola um destes mandamentos, por menor que seja, e ensina os outros homens a fazer o mesmo. Que pensam os chefes da seita conciliar ao ler estas palavras? Se não tivessem perdido a fé, não estariam destruindo a família. Violar o mínimo mandamento já é grave, quanto mais destruir a célula básica da sociedade, que é a família, e ainda promover o sacrilégio da comunhão em estado de pecado.

No momento exato em que se exige um discurso firme contra o relativismo, o progressismo, a evolução do dogma, etc, nos vem Bergoglio dizer que “lei santa não é finalizada”. Critica as pessoas “fechadas”, “que não caminham”, “apegada às suas ideias”. Critica os judeus que “sabiam o que se podia fazer e o que não se podia fazer, até onde se podia ir”. Ora, quem não percebe a semelhança com os católicos que, felizmente ensinados pela Santa Madre Igreja, sabemos aonde podemos ir e aonde não podemos em todas as matérias morais, inclusive relativamente ao matrimônio? Não estamos apegados às nossas ideias, mas sim ao ensinamento infalível de dois mil anos.

O progressista Bergoglio fez um discurso exatamente contrário ao que deveria fazer em um momento tão grave. Certamente não foi por acaso. Um católico que tivesse um mínimo Fé se levantaria para condenar o relativismo moral, não para favorecê-lo. Mas Bergoglio não é católico, é modernista.

Agora sim, não somente os liberais e neoconservadores, mas também os falsos tradicionalistas que queriam estar em comunhão com Bergoglio e seus camaradas também vão detestar este artigo [se eles detestarem este artigo... já não são católicos]. Talvez eu tenha perdido alguns falsos amigos
[Deo gratias!]. Mas estas coisas precisam ser ditas. Não adianta chorar, como fez um bispo africano, adianta agir contra os traidores. Basta de apoiar os usurpadores. Basta de silêncio sobre inimigos da Igreja. Basta de cumplicidade com hereges. O que mais precisa acontecer para que tantos católicos entendam o que está acontecendo e ajam de maneira apropriada?


 
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domingo, 8 de junho de 2014

Sobre a promessa de assistência do Espírito Santo à Igreja

"Como se hão de cumprir, nesta idade cabalística, as promessas de assistência do Divino Espírito à Igreja e como se há de verificar o portae inferi non prevalebunt, as portas do inferno não prevalecerão, não cabe na mente humana. Mas assim como a Igreja começou sendo uma semente pequeníssima, e se fez árvore e árvore frondosa, assim pode reduzir-se em sua frondosidade e ter uma realidade muito mais modesta. Sabemos que o mysterium iniquitatis já está trabalhando; mas não sabemos os limites de seu poder. Entretanto, não há dificuldade em admitir que a Igreja da publicidade possa ser conquistada pelo inimigo e transformar-se de Igreja Católica em Igreja gnóstica. Pode haver duas Igrejas, uma a da publicidade, Igreja magnificada na propaganda, com bispos, sacerdotes e teólogos publicitados, e ainda com um Pontífice de atitudes ambíguas; e outra, Igreja do silêncio, com um Papa fiel a Jesus Cristo em seu ensinamento e com alguns sacerdotes, bispos e fiéis que lhe sejam leais, espalhados como "pusillus grex" por toda a terra. Esta segunda seria a Igreja das promessas, e não aquela primeira, que pudesse desertar. Um mesmo Papa presidiria ambas Igrejas, que aparente e exteriormente não seriam senão uma. O Papa, com suas atitudes ambíguas, daria ensejo para manter o equívoco. Porque, por um lado, professando uma doutrina inatacável, seria líder da Igreja das Promessas. Por outro lado, produzindo fatos equívocos e até reprováveis, apareceria como alentando a subversão e mantendo a Igreja gnóstica da Publicidade.

sábado, 10 de maio de 2014

¡REUNIÓN SECRETA DE MONSEÑOR FELLAY CON FRANCISCO!


EL PAPA FRANCISCO RECIBIÓ A MONSEÑOR FELLAY EN ALGÚN MOMENTO DE LOS PASADOS MESES


Rorate se ha enterado, y lo puede confirmar de manera exclusiva, que Monseñor Fellay, el Superior General de la FSSPX, fue recibido por el Papa Francisco en el Domus Sanctae Marthae en algún momento de los últimos pocos meses. Para proteger nuestras fuentes, no podemos detallar la fecha y las personas involucradas en la junta, pero para ubicarnos en el tiempo: si el actual pontificado puede ser dividido en dos mitades, la reunión tuvo lugar en la segunda mitad.

Podemos añadir como parte de esta información exclusiva que no fue un evento fortuito, es decir, muchas reuniones con Su Santidad han tenido lugar desde su elección precisamente porque al estar en la Casa Santa Marta lo hace más accesible y disponible que muchos pontífices previos. No, este no fue el caso en absoluto: el papa fue informado debidamente y debidamente se reunió con Monseñor Fellay. La reunión fue aparentemente corta y cordial.

El Papa tiene un verdadero interés en resolver esta situación, eso entendieron nuestras fuentes.

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quarta-feira, 7 de maio de 2014

Linchamentos, Sociedade & PENA DE MORTE

Hoje vou me delongar... 

Creio que todos tomaram conhecimento do linchamento ocorrido no Guarujá, de uma mulher de 33 anos, Fabiane Maria de Jesus. Antes que nos choquemos... façamos uma meditação a respeito do fato e dos tempos em que vivemos.

Quando um linchamento é injusto e morre alguém que não é culpado do crime que se lhe imputa, de repente todos viram "santos", todos se viram contra os efetivos culpados e esquecem que há poucos minutos/horas estavam gritando "crucifica-o", todos juntos. Se aquela senhora fosse realmente culpada... quem estaria lamentando sua morte?

Quando o povo faz justiça com suas próprias mãos, o risco de ocorrer um erro é previsível, porque um povo enfurecido não faz uso da razão e investe contra tudo que lhe atravessa o caminho. Só dois eventos detêm uma turba enfurecida: quando alcança o objetivo ou um milagre. No caso dessa senhora, acusada de sequestrar crianças para rituais macabros a fúria terminou quando ela desfaleceu. Socorrida pela polícia tarde demais, veio a morrer no hospital. A família pede justiça.

O linchamento é um ato de exceção, por algo que extrapola o senso comum de normalidade, e pode ser por qualquer motivo, nem precisa ser por uma criancinha. O povo lincha quando não há ou não confia mais na justiça humana.

domingo, 2 de fevereiro de 2014

TODO AQUELE QUE ABANDONA A FÉ CATÓLICA É APÓSTATA

Juliano, o apóstata
Caixeiro: Já ouvi o senhor dizer um monte de vezes a palavra odiosa de apóstata. Queira por favor nos dizer o que o senhor entende por essa palavra. 

João Batista: Vou satisfazê-lo, senhor. Chamamos de apóstata, quer essa palavra seja odiosa ou não para o senhor, todo católico, sacerdote ou leigo, que abandona sua religião para passar ao protestantismo que, entre nós, aliás, não é uma religião, mas o direito ou a liberdade de procurar uma religião, na Bíblia, de acordo com as inclinações de seu coração

Caixeiro: O significado que o senhor dá à essa palavra é uma injúria gratuita contra todos os católicos que passam para o nosso lado. Não posso admitir esse significado. Ao contrário, protesto altivamente contra essa denominação.

João Batista: Tranquiliza-te, senhor. Essa palavra significa o que ela é, e não tenho, não mais que o senhor, o direito de mudar o significado dela. O imperador Juliano que, do Catolicismo passara ao Paganismo, foi o primeiro, creio, que teve o triste privilégio de vê-la ligada ao seu nome.

Caixeiro: Por que dariam o nome de apóstata àquele que deixa a Religião Católica para se tornar protestante, ao invés daquele que, de protestante, se tornasse católico?

quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

O Discernimento da Subversão



O Pale Ideas endossa o texto publicado no site da FAMILIA BEATAE MARIAE VIRGINIS. Asseguro-lhe, Ir. Joaquim, aqui ninguém está cansado!!! Adelante!!!

Vemos no texto em tela como o lobo que finge ser pastor, para melhor enganar as ovelhas, lhes diz que o verdadeiro pastor é... um lobo!!! Algumas ovelhas percebem que algo está errado, mas outras... confusas por tantas idas e vindas nos discursos do lobo já não sabem a quem ouvir. 

A respeito disso, falando com minha filha sobre a situação das Irmãs de La Reja, estávamos consternadas pelo fato de que elas continuam seguindo o lobo e pensávamos em uma forma de ajudá-las. Contudo, minha filha, sabiamente, me fez ver que nada podemos fazer. As Irmãs argentinas não vivem isoladas do mundo por completo. Não têm acesso direto à internet, mas recebem notícias dos fiéis que as visitam, das cartas que recebem dos familiares, das conversas de corredor... E, por outro lado, não podemos não lembrar das Carmelitas alemãs, que não precisaram que ninguém lhes lembrasse seu dever e sua Fé. Elas mesmas botaram para correr os lobos, e hoje a Divina Providência as instalou em um novo convento, como elas desejavam!

Esses fatos devem nos fazer refletir. E pensando nos fiéis e nos padres que ainda seguem Fellay repetindo a si mesmos que está tudo bem, que o acordo não foi firmado, que é sensato rezar para que a Tradição RETORNE à Igreja (qual?), que devem ser obedientes a qualquer custo... pensando nessas pessoas que esqueceram TUDO o que Mons. Lefebvre disse sobre Roma, eu sinto um misto de tristeza e decepção. Tristeza, porque essas almas estão selando seu destino eterno com uma imprudência insana. Decepção, porque alguns que eu conheci - fiéis e padres - me pareciam inteligentes, sensatos e profundos conhecedores da Doutrina Católica. Ou me enganei ou devo crer em uma ação do sobrenatural. 

Ah! Sim! Outro "sentimento" que tenho é de impaciência com a tibieza e/ou a indecência de preferir um prato cheio e um leito quente à verdade

Os grifos no texto abaixo são nossos. Deu vontade de grifar tudo, porque nada do que está escrito é desnecessário, supérfluo ou irrelevante.


sábado, 9 de julho de 2011

Ainda riem dEle...

Ainda riem dEle...
Coroando-o com espinhos disseram "eis o rei dos judeus", depois Lhe colocaram um manto vermelho e uma cana como cetro e riram dEle.

Enquanto Ele agonizava na Cruz, sobre sua túnica tiraram a sorte, rindo dEle.

Ele sentiu a sede da agonia, pediu água e Lhe foi dado vinagre: riram dEle.

"Se és filhos de Deus, desçam os anjos para tirá-lo da Cruz” disseram zombando .

NA "MISSA" AINDA RIEM DELE.
Missa na Alemanhã

fonte: Antonio Margheriti Mastino - Facebook - 04 Julho 2011.

sábado, 7 de março de 2009

Excomunhão para leigos

É uma das três mais duras e severas penas que um fiel pode receber da Igreja, ficando proibido de receber os Sacramentos e de fazer alguns atos Eclesiásticos. A excomunhão faz parte das censuras no Código de Direito Canônico.

O Código de Direito Canônico prevê nove casos para a pena de excomunhão:

- Profanação das espécies sagradas;
- Violência física contra o Pontífice;
- Absolvição por um sacerdote do cúmplice do pecado da carne;
- Consagração ilícita de um bispo sem mandato pontifical;
- Violação direta do segredo da Confissão;
- Apostasia;
- Heresia;
- Cisma;
- Aborto.

A excomunhão consiste em excluir ou expulsar oficialmente um membro religioso. Sanção religiosa máxima que separa um membro transgressor da comunhão da comunidade religiosa. O mesmo que "desassociação" em outras religiões. Pode ser aplicada a uma pessoa individual ou aplicada coletivamente.

Tipos de excomunhão:

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