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quarta-feira, 10 de junho de 2026

Castellani e Menvielle versus a Prefeita



Castellani e Menvielle versus a Prefeita

Judaísmo contemporâneo segundo a doutrina da Igreja.


(Vídeo de Alvarado falando sobre o tema. Pode vê-lo no link abaixo).


Maria Montserrat Alvarado[1],  Prefeita do Dicastério para a Comunicação, recentemente nomeada pelo Papa Leão XIV, afirmou: 
“Havia uma corrente subterrânea de críticas dirigidas ao Papa Francisco a respeito do supersessionismo[2].  É uma palavra muito longa, mas basicamente se refere à ideia de que o cristianismo anula ou substitui a fé judaica. Em vez de ver os judeus como nossos irmãos e irmãs, caminhando de mãos dadas conosco rumo à salvação, e reconhecê-los como o povo escolhido de Deus, o supersessionismo promove a ideia de que todos os judeus devem se converter ao cristianismo. Obviamente, isso está errado.” 
Recorremos aos padres Castellani e Menvielle para esclarecer o que a doutrina da Igreja diz sobre o judaísmo contemporâneo, incluindo trechos de áudio nos quais o primeiro aborda o tema:  
 
O judaísmo moderno não é a raiz sagrada nem o fundamento do cristianismo.  

domingo, 8 de junho de 2014

Sobre a promessa de assistência do Espírito Santo à Igreja

"Como se hão de cumprir, nesta idade cabalística, as promessas de assistência do Divino Espírito à Igreja e como se há de verificar o portae inferi non prevalebunt, as portas do inferno não prevalecerão, não cabe na mente humana. Mas assim como a Igreja começou sendo uma semente pequeníssima, e se fez árvore e árvore frondosa, assim pode reduzir-se em sua frondosidade e ter uma realidade muito mais modesta. Sabemos que o mysterium iniquitatis já está trabalhando; mas não sabemos os limites de seu poder. Entretanto, não há dificuldade em admitir que a Igreja da publicidade possa ser conquistada pelo inimigo e transformar-se de Igreja Católica em Igreja gnóstica. Pode haver duas Igrejas, uma a da publicidade, Igreja magnificada na propaganda, com bispos, sacerdotes e teólogos publicitados, e ainda com um Pontífice de atitudes ambíguas; e outra, Igreja do silêncio, com um Papa fiel a Jesus Cristo em seu ensinamento e com alguns sacerdotes, bispos e fiéis que lhe sejam leais, espalhados como "pusillus grex" por toda a terra. Esta segunda seria a Igreja das promessas, e não aquela primeira, que pudesse desertar. Um mesmo Papa presidiria ambas Igrejas, que aparente e exteriormente não seriam senão uma. O Papa, com suas atitudes ambíguas, daria ensejo para manter o equívoco. Porque, por um lado, professando uma doutrina inatacável, seria líder da Igreja das Promessas. Por outro lado, produzindo fatos equívocos e até reprováveis, apareceria como alentando a subversão e mantendo a Igreja gnóstica da Publicidade.

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

A Realeza de Cristo sobre a História


Há uma verdade fundamental da dogmática cristã que a chamada nova teologia busca obscurecer ou debilitar. É a Realeza universal de Cristo sobre toda a criação e por isso mesmo sobre a história. Sem embargo, esta verdade constitui a substancia mesmo do kerygma evangélico, que consiste na pregação do Reinado de Deus e de seu Cristo sobre a terra. A Nova Teologia obscurece e diminui a luz desta verdade porque ela se opõe diretamente ao laicismo da vida e da história que em sua versão liberal, socialista e comunista impera hoje sobre os povos. O laicismo constitui a substancia do mundo moderno e a nova busca pactuar com o mundo moderno. Logo se vê impelida a ofuscar e a diminuir uma verdade que tão radicalmente se opõe à sua intenção profunda.

Sem embargo, a encíclica "Quas Primas", de Pio XI, sobre Cristo Rei, permaneceu como um documento que desafia os propósitos da impiedade em seu intento de diminuir os méritos deste título glorioso do Redentor. As páginas da Escritura, tanto do Antigo como do Novo Testamento, a Tradição dos Padres, a liturgia e os documentos do magistério, abundam em testemunhos desta verdade. Os salmos de Davi cantam sob a imagem e representação de um Rei opulentíssimo e sapientíssimo que havia de ser Rei de Israel.



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