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sexta-feira, 6 de novembro de 2015

OS BONS NÃO DEIXAM A IGREJA: Saíram do nosso meio, mas não eram dos nossos!

OS BONS NÃO DEIXAM A IGREJA: Saíram do nosso meio, mas não eram dos nossos!




Não acreditem que os bons possam deixar a Igreja: não é o trigo que o vento carrega; o furacão não arranca as árvores que têm sólidas raízes.  

Ao contrário são as palhas vazias que a tormenta agita, são as árvores vacilantes que a força dos turbilhões abate.  

sábado, 26 de setembro de 2015

A SUPRESSÃO DO LATIM NA MISSA

Um escrito de Dom Guéranger explicando os motivos que levaram os inimigos da Igreja a planejarem a supressão do latim na Missa, favorecendo o vernáculo, e as razões que fazem a Missa em latim ser o que há de mais sublime e fecundo para a Fé e para as almas. 






"Tendo, a reforma litúrgica, como um de seus principais fins a abolição dos atos e fórmulas místicas, segue-se necessariamente que seus autores devam reivindicar o uso da língua vulgar no serviço divino. Por isso, este é um dos pontos mais importantes aos olhos dos sectários. O culto não é algo secreto, dizem; é preciso que o povo entenda o que canta. O ódio à língua latina é inato no coração de todos os inimigos de Roma. Nela, eles veem o elo entre os católicos de todo o Universo, o arsenal da ortodoxia contra todas as sutilezas do espírito das seitas, a arma mais poderosa do Papado. O espírito da revolta que os leva a confiar a oração universal ao idioma de cada povo, de cada província, de cada século já deu seus frutos, e os reformados [os protestantes] estão diariamente a perceber que os povos católicos, não obstante suas orações latinas, têm mais gosto e cumprem com mais zelo os deveres do culto que os povos protestantes. A cada hora do dia, o serviço divino tem lugar nas igrejas católicas; o fiel que aí participa deixa sua língua mãe na porta; com exceção das horas de pregação, ele só ouve os misteriosos acentos [do latim], que até cessam de ressoar no momento mais solene, no Cânon da Missa; e, contudo, este mistério o encanta de tal forma que não inveja a sorte do protestante, embora o ouvido deste último nunca escute um som sem perceber seu significado. Enquanto o templo reformado reúne, com grande dificuldade, uma vez por semana, os cristãos puristas, a Igreja Papista vê incessantemente os seus numerosos altares cercados pelos seus filhos religiosos. Cada dia, eles deixam seus trabalhos para ouvir as palavras misteriosas que devem ser de Deus, pois elas alimentam a Fé e aliviam as dores. Admitamos: é um golpe de mestre do protestantismo o ter declarado guerra à língua sagrada; se conseguir êxito em a destruir, seu triunfo já estará bem avançado. Entregue aos gostos profanos, como uma virgem desonrada, a Liturgia, a partir deste momento, perdeu seu caráter sagrado, e o povo logo achará que não vale a pena deixar os trabalhos ou os prazeres para ir até aí e ouvir alguém falar como qualquer um fala na praça pública."

Dom Prosper Guéranger.
In ''Institutions Liturgiques''. 


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terça-feira, 30 de setembro de 2014

Meu irmão, meu heroi! Macedo fora da Livraria Loyola!

Todos nós lemos estarrecidos a notícia de que a Livraria Loyola estava vendendo o livro do protestante Edir Macedo em suas lojas! Como se já não bastasse a presença de "pastores" dentro dos templos católicos a "ensinar" os católicos com seu veneno doutrinário!!! E, hoje pela manhã, o primeiro e-mail que vi, ao abrir a minha caixa postal, foi o de meu irmão, Carlos José d'Amore, com uma notícia que me alegrou e que preciso compartilhar.   

Tão insatisfeito como qualquer um de nós, Carlos não se limitou a desabafar na net ou, apenas, a rezar! Passou à ação, como deve fazer todo católico quando a Igreja é atacada, ofendida, perseguida. E, então, ele escreveu um e-mail ao distribuidor da Loyola, denunciando o fato, e recebeu a seguinte resposta por e-mail: 




É tempo de despertar e passar do ativismo de poltrona à ação.Como já dissemos outro dia sobre a exposição blasfema na Bienal de Arte de São Paulo, é preciso mais do que indignação, é preciso AÇÃO. O amor é ação, como dizia Santa Teresinha, e se amamos a Igreja devemos defendê-la PUBLICAMENTE.  

segunda-feira, 17 de março de 2014

Súmula bíblica contra os protestantes

Um ABC - quase um Catecismo - utilíssimo para quem gosta de perder tempo "dialogando" com os protestantes.



Súmula bíblica contra os protestantes



ABSOLVIÇÃO

1 ― JESUS PROMETEU CONFERIR O PODER DE PERDOAR PECADOS

  • MAT. XVI, 19 ― “Dar-te-ei as chaves do reino dos céus: e tudo o que ligares sobre a terra será ligado nos céus e tudo o que  desligares sobre a terra será desligado também nos céus”.
  • Aqui vemos o poder de perdoar, conferido primeiramente ao chefe dos Apóstolos, no singular; depois, Jesus conferirá o mesmo poder a todo o Colégio Apostólico, no plural. Leia-se o texto seguinte:
  • MAT. XVIII, 18 ― “Em verdade, vos digo: tudo que ligares sobre a terra, será ligado também no céu: e tudo o que desligardes sobre a terra será desligado também no céu”.

2. JESUS CONFERIU ESTE PODER, APÓS A RESSURREIÇÃO

  • JOÃO, XX, 22-23: ― “Tendo dito estas palavras, soprou sobre eles e lhes disse: Recebei o Espírito Santo. Aqueles a quem vós perdoardes os pecados, ser-lhes-ão perdoados; e a quem os retiverdes, ser-lhes-ão retidos”.
NOTA-SE que, no texto último, Jesus faz questão de, antes de conferir aos Apóstolos o poder de perdoar pecados, soprar sobre eles, conferindo-lhes o Espírito Santo.  Logo, o poder de perdoar não convém, de maneira nenhuma, a todo e qualquer indivíduo, como o entendem os protestantes, mas é um poder sacramental, conferido mediante a colocação do Espírito Santo.
  • Vide também o verbete CONFISSÃO.


ADORAÇÃO

domingo, 16 de fevereiro de 2014

Bergoglio: O papa dos protestantes.

Bergoglio: O papa dos protestantes.


Leiam um texto para reflexão sobre o assunto que tem assombrado os corações e mentes católicas: http://missaosagradafamilia.blogspot.com.br/2014/02/bergoglio-o-papa-dos-protestantes.html.

Leia também: http://farfalline.blogspot.com.br/2014/02/a-iminente-revanche-de-lutero-vaticano.html

Temos olhos para ver e ouvido para ouvir. Refletir sobre o que está acontecendo NÃO É sedevacantismo. Não refletir, é pecado, porque é negligenciar a Verdade e o amor a Deus.

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domingo, 2 de fevereiro de 2014

TODO AQUELE QUE ABANDONA A FÉ CATÓLICA É APÓSTATA

Juliano, o apóstata
Caixeiro: Já ouvi o senhor dizer um monte de vezes a palavra odiosa de apóstata. Queira por favor nos dizer o que o senhor entende por essa palavra. 

João Batista: Vou satisfazê-lo, senhor. Chamamos de apóstata, quer essa palavra seja odiosa ou não para o senhor, todo católico, sacerdote ou leigo, que abandona sua religião para passar ao protestantismo que, entre nós, aliás, não é uma religião, mas o direito ou a liberdade de procurar uma religião, na Bíblia, de acordo com as inclinações de seu coração

Caixeiro: O significado que o senhor dá à essa palavra é uma injúria gratuita contra todos os católicos que passam para o nosso lado. Não posso admitir esse significado. Ao contrário, protesto altivamente contra essa denominação.

João Batista: Tranquiliza-te, senhor. Essa palavra significa o que ela é, e não tenho, não mais que o senhor, o direito de mudar o significado dela. O imperador Juliano que, do Catolicismo passara ao Paganismo, foi o primeiro, creio, que teve o triste privilégio de vê-la ligada ao seu nome.

Caixeiro: Por que dariam o nome de apóstata àquele que deixa a Religião Católica para se tornar protestante, ao invés daquele que, de protestante, se tornasse católico?

quinta-feira, 27 de junho de 2013

O Concílio Vaticano II em perguntas e respostas!


The Ecumenical Council
by Salvador Dali

Quando aconteceu o Concílio Vaticano II?

O Vaticano II foi aberto pelo Papa João XXIII em 11 de outubro de 1962. João XXIII morreu no ano seguinte; mas seu sucessor, Paulo VI, continuou o Concílio e encerrou-o em 8 de dezembro de 1965.

O Concílio durou mais de três anos ininterruptos?


O Concílio Vaticano II compreendeu quatro sessões de menos de três meses, em cujo intervalo os bispos retornavam às suas dioceses. A primeira sessão (11 de outubro a 8 de dezembro de 1962) – a única que se deu no pontificado de João XXIII – não promulgou nenhum documento: dedicaram-se, sobretudo, a descartar o trabalho da Comissão Preparatória.

Qual é o lugar do Vaticano II entre os demais concílios?

O Vaticano II foi o 21° Concílio Ecumênico. Foi, quanto ao número de participantes, o mais importante de toda a História: dois mil bispos ali se reuniram.

Em que o Concílio Vaticano II difere dos Concílios anteriores?


O Concílio Vaticano II declarou não querer ser mais que um “Concílio Pastoral”, que não define as questões de Fé, mas dá diretivas pastorais para a vida da Igreja. Renunciou à definição de dogmas e assim, à infalibilidade que pertence a um Concílio. Seus documentos não são, portanto, infalíveis.

Quais são os objetos ordinários de um Concílio?

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