Achei este artigo por acaso e me interessei, porque somos bombardeados com informações “verdadeiras” por todos os lados e nem sempre podemos rastrear a fonte e acabamos por absorvendo essas “verdades”. Aqui, temos dois bons exemplos de frases famosas atribuídas a personagens famosos. Só que não. Isto mesmo, não é verdade! A primeira teria sido dita por Galileu, muito utilizado pelos progressistas para caluniar a Igreja. A segunda teria sido de Santo Agostinho. Contudo, quando são citadas nunca se informa a fonte dessas frases, onde e quando teriam sido ditas por eles. Bom, podemos ver a seguir o porquê.
A expressão atribuída a Santo Agostinho interessa particularmente porque a vemos sempre na boca (ou teclado) dos arrogantes, os que não gostam de ser “fraternalmente corrigidos” – sobretudo se o interlocutor adota o estilo “sim sim, não não” – e lançam mão dessa expressão “mimizenta” pois... “palavras ferem” (não lhe parece familiar?).
Meu lema preferido a respeito é: “verdade com caridade, quando possível; senão, apenas e sempre a verdade”. Isto, sim, tem “cara” de católico.
Essa expressão atribuída a Santo Agostinho, de forte cheiro luterano, é recheada de respeitos humanos. E decididamente não tem a “cara” do Santo de Hipona, que, com certeza, não era “mimizento”. Bom, vindo dos luteranos, o que esperar?...
Traduzi o texto e mantive só as partes que nos interessam. Quem quiser ler o texto integral (retirei apenas o segundo parágrafo da parte sobre Santo Agostinho), clique no link no fim da página. Acrescentei notas para que o leitor saiba de quem se fala.
Mais um mito, desta vez duplo, duas falsas atribuições cheias de segundas intenções.
NEM “EPPUR SI MUOVE” É DE GALILEU...
Ainda pulula na mídia e em autores “progressistas” pouco ilustrados, mas abundantes, a lenda de que Galileu foi condenado à fogueira por sustentar a teoria heliocêntrica(1). A Igreja havia cerceado o progresso da Ciência. Esse assunto merece ser tratado com mais profundidade em outra ocasião.
Arrancadas da imaginação as chamas da fogueira, o cárcere – onde ele nunca esteve – e as supostas torturas no cavalete(2), ainda permanece enraizada, como uma ato final de rebeldia, o “eppur si muove” – “contudo, se move”, referindo-se à Terra – que supostamente Galileu teria pronunciado imediatamente após sua retratação.
A expressão atribuída a Santo Agostinho interessa particularmente porque a vemos sempre na boca (ou teclado) dos arrogantes, os que não gostam de ser “fraternalmente corrigidos” – sobretudo se o interlocutor adota o estilo “sim sim, não não” – e lançam mão dessa expressão “mimizenta” pois... “palavras ferem” (não lhe parece familiar?).
Meu lema preferido a respeito é: “verdade com caridade, quando possível; senão, apenas e sempre a verdade”. Isto, sim, tem “cara” de católico.
Essa expressão atribuída a Santo Agostinho, de forte cheiro luterano, é recheada de respeitos humanos. E decididamente não tem a “cara” do Santo de Hipona, que, com certeza, não era “mimizento”. Bom, vindo dos luteranos, o que esperar?...
Traduzi o texto e mantive só as partes que nos interessam. Quem quiser ler o texto integral (retirei apenas o segundo parágrafo da parte sobre Santo Agostinho), clique no link no fim da página. Acrescentei notas para que o leitor saiba de quem se fala.
NEM “EPPUR SI MUOVE” É DE GALILEU; NEM “IN DUBIIS LIBERTAS”, DE SANTO AGOSTINHO!
Mais um mito, desta vez duplo, duas falsas atribuições cheias de segundas intenções.
NEM “EPPUR SI MUOVE” É DE GALILEU...
Ainda pulula na mídia e em autores “progressistas” pouco ilustrados, mas abundantes, a lenda de que Galileu foi condenado à fogueira por sustentar a teoria heliocêntrica(1). A Igreja havia cerceado o progresso da Ciência. Esse assunto merece ser tratado com mais profundidade em outra ocasião.
Arrancadas da imaginação as chamas da fogueira, o cárcere – onde ele nunca esteve – e as supostas torturas no cavalete(2), ainda permanece enraizada, como uma ato final de rebeldia, o “eppur si muove” – “contudo, se move”, referindo-se à Terra – que supostamente Galileu teria pronunciado imediatamente após sua retratação.




