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domingo, 27 de abril de 2014

Disney contra DEUS

Esta notícia foi publicada em vários sites, de vários tipos: "a  palavra 'Deus' foi banida dos filmes da Disney". São sites/blogs protestantes, gnósticos, de entretenimento, mas também são sites "sérios", como o The Guardian e o ACIDigital

O fato veio à tona em uma entrevista que Robert Lopez e Kristen Anderson-Lopez, compositores da música principal do filme Frozen, Let It Go (Uma Aventura Congelante, em português), vencedora do Oscar de melhor canção neste ano, deram ao programa Fresh Air, da britânica National Public Radio, revelando as restrições da Disney. Perguntado a Lopez se ele foi especificamente proibido de dizer a palavra "Deus", Lopez foi enfâtico: "Uma das únicas áreas em que você tem de estabelecer limites é com coisas religiosas. A palavra 'Deus' pode ser falada no ambiente de trabalho da Disney, mas não pode colocá-la em um filme".

Se, de um lado, a Disney baniu Deus de seus filmes, de outro tem beneficiado o lobby gay de várias formas, sobretudo financeiramente e pela doutrinação inserida no conteúdo de sua programação televisiva e de cinema. É sabido que, em janeiro deste ano, a Disney Channel incluiu entre seus personagens para o público infanto-juvenil duas lésbicas como um par romântico. E, dois meses depois, anunciou que retirava seu patrocínio aos Escoteiros da América porque pelo fato destes não permitirem que um homossexual seja nomeado líder dentro de grupos. Há quem diga que até este filme, Frozen, defenda a causa gay.



Mas a ojeriza da Disney com assuntos religioso se limita à área cristã (ou judaico-cristã, como preferem alguns), pois tem uma particular fascinação pelo ocultismo e a magia, patente em inúmeros títulos da Disney:

A Princesa e o sapo (magia, ocultismo, espiritismo), Pocahontas (poca = espírito; hontas = do abismo, ou seja, “espírito saído do abismo”; mistura de paganismo celta e feitiçaria), Hércules (Hades diz em certo momento: “E o único idiota que pode estragar tudo está perambulando por aí.” Nesse momento, aparece atrás dele uma labareda, com uma inscrição subliminar só perceptível com congelamento de cena: “Jesus”. Pelo visto, a blasfêmia é permitida), Moogly (A serpente usa o hipnotismo e diz ao menino que olhe em seus olhos, porque o levaria para o mais profundo abismo, de onde jamais sairia), Robin Wood (O herói usa uma bola de cristal para invocar o príncipe das trevas e conjura com os dedos das mãos, fazendo sinais reconhecidos como sendo os mesmos da prática satanista para invocar demônios), Cinderela (quem não lembra que o gato de Cinderela se chama Lúcifer e que, tanto a madrasta malvada quanto a própria Cinderela chamam o gatinho de estimação com a seguinte fórmula: "Vem, Lúcifer, vem para mim"?). Só para citar alguns títulos.

Além desse aspecto demoníaco, há outros venenos que os desenhos da Disney inoculam nas crianças: a rebeldia à autoridade (pais e superiores), o narcisismo, a vulgarização do sexo e, também, o feminismo: as princesas Disney são todas voluntariosas, independentes, rebeldes, e fogem das tarefas do lar e do casamento como se fossem uma peste!

"Frozen" virou um sucesso mundial. Tornou-se a animação com a maior arrecadação na história do cinema, com faturamento de US$1.072 bilhão. Isso significa que foi visto por milhões de pessoas pelo mundo todo, principalmente crianças. Os pais não percebem o perigo ou não se importam, porque o desenho suaviza as coisas e a doutrinação para o mal, para buscar livra-se de Deus funciona de forma indolor, quase imperceptível. E, depois, "as crianças querem ver", dizem os pais! "Todos os amiguinhos já viram... só ele vai ficar de fora?"... Porque é impossível a esse pais domesticados por gerações de personagens Disney estabelecer limites, afinal não é isso que a Disney prega? ... liberdade sem limites, deixar as crianças tomar suas próprias decisões... Os pais são meros fornecedores de alimento e bens de consumo. 

Assim, senhores pais e educadores católicos, pensem duas vezes antes de levar seus filhos ao cinema para um filme inocente e alegre com o "selo Disney de qualidade"! 

Giulia d'Amore

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Fontes:
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Um comentário:

  1. Quando chegamos a este nível de corrupção da sociedade, quando crianças são doutrinadas nos próprios desenhos animados em causas imorais e desagregadoras, só resta mesmo a Deus castigar duramente a humanidade com aniquilações de nações, tal como previsto em Fátima. Isso só não aconteceu ainda por causa da missa; a contínua reapresentação do sacrifício (junto com as orações de Nossa Senhora) detém a queda do braço de Deus.

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