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segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

A origem traumática da homossexualidade masculina

Do site TRADUTORES DE DIREITA, um texto esclarecedor sobre o tema da homossexualidade como comportamento (então, escolha!) e não algum tipo de gene que faça alguém simplesmente nascer assim. Ninguém "nasce" gay, não é algo inexorável, embora às vezes seja quase que compulsivo. É comportamento! E, como tal, é curável, sim.   



A origem traumática da homossexualidade masculina


Como um psicólogo que trata homens de orientação homossexual, assisto com desânimo o movimento LGBT convencer o mundo que a palavra ‘gay’ precisa de uma revisão da compreensão da pessoa humana. 
A profissão da psicologia tem muita culpa nessa mudança. Uma vez, era geralmente consenso que a normalidade é “aquilo que funciona de acordo com seu propósito.” Não havia algo como “uma pessoa gay”, porque a Humanidade era reconhecida como naturalmente e fundamentalmente heterossexual. Nos meus mais de 30 anos de prática clínica, eu pude ver como é verdade esse entendimento antropológico inicial.
Homossexualidade é, na minha opinião, primariamente um sintoma de trauma de gênero. Apesar de que algumas pessoas podem ter nascido com algum condicionamento biológico (influência de hormônios pré-natais, sensitividade emocional interna) que as tornaria especialmente vulneráveis a este trauma, o que distingue a condição homossexual humana é que houve uma interrupção no processo natural de identificação masculina.
O comportamento homossexual [fixem bem este termo, porque é de comportamento que se trata, e, se é comportamento, pode ser mudado. Sim, há uma cura] é uma tentativa sintomática de “reparar” a ferida original que deixou o menino alienado de sua masculinidade inata que ele falhou em reclamar. Isso o diferencia da heterossexualidade, que surge naturalmente no desenvolvimento impertubado da identidade de gênero. [traduzindo: heterossexualidade = normal; homossexualidade = anormal.] 
O conflito básico [prestem atenção, pais e mães!!!] na maioria da homossexualidade é a seguinte: o menino – normalmente uma criança sensível, mais inclinada que a maioria à feridas emocionais – deseja o amor e aceitação do seu progenitor de mesmo sexo, mas sente frustração e raiva contra ele porque esse progenitor é tido por essa criança em especial como abusivo ou insensível. (Vale notar que essa criança pode ter irmão que experienciam o mesmo progenitor de maneira diferente [o que denota que é um comportamento absolutamente subjetivo]).
A atividade homossexual pode ser um encenação erótica desse relacionamento de amor e ódio. Como todas as “perversões” – e eu uso esse termo não para ser rude, mas no sentido de que o desenvolvimento homossexual “perverte”, ou “distancia a pessoa de”, seu biologicamente apropriado objeto de ligação erótica – o eroticismo ao mesmo sexo contém uma dimensão de hostilidade intrínseca

quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

Duríssimo golpe contra a "ideologia de gênero" nos países nórdicos

Well, que o meio possa influenciar de alguma forma o comportamento humano, isso qualquer pessoa de bom senso percebe! Basta ver que, geralmente, os homossexuais masculinos são o fruto de lares em que o pai é alcoólatra ou ausente, ainda que more na casa: aquele pai que sucumbe, humilhado, diante da esposa, geralmente de temperamento irascível, autoritária e que, literal e metaforicamente, é quem "veste as calças" em casa! Com uma mãe assim, "maior e mais poderosa" do que o pai, o menino constrói sua masculinidade de forma torta. E, porque é natural que, como indivíduo do gênero masculino, siga e copie o comportamento do "macho alfa", ao invés de se identificar com o pai, e se tornar um homem completo, acaba por se identificar com a mãe, tornando-se efeminado. Mas, veja bem, mulher "macha" não significa "mulher firme, decidida", como eram as mulheres de antigamente, que governavam uma casa com 10, 20 ou mais filhos. Esta mãe masculinizada de hoje não tem nada de firme e decidido. Por trás da máscara de "comando", há, quase sempre, uma triste história de deseducação, de perda de valores morais. O que tem de firme e decidido nisso? 

Obviamente, com a filha menina também se dá essa confusão de identidade e ela acaba por se masculinizar, uma vez que a mãe já não é inteiramente feminina. E, depois de algumas gerações confusas... no que dará?  

O meio familiar pode, sim, influenciar no comportamento de um ser humano. Mas o problema não é apenas "em casa": outra questão crucial são as escolas mistas. A escola serve de meio socializador, é onde se completa a construção do ser social. Quando não havia escolas mistas, os meninos construiam sua masculinidade também fora de casa: na escola, com os colegas. E as meninas, com as companheiras de sala, com as quais aprendiam outros aspectos da feminilidade com base em indivíduos da mesma idade, obviamente uma feminilidade diferente (mais abrangente) da que aprendiam com as mães, irmãs mais velhas, tias e avós (mas, ainda assim, mulheres!).  

Nas escolas atuais, com tantos hormônios desgovernados (o homem moderno nem sabe o que é a renúncia de si mesmo!) e até alterados pela má alimentação, envenenada por produtos químicos de todos os tipos, sem uma devida orientação moral honesta, com as políticas de ensino e de indução do comportamento, com a destruição do núcleo central da família, e, para piorar, com um duplo modelo de comportamento que as crianças e jovens têm à sua frente... é de se estranhar que a situação não seja pior! O menino que, antes, se espelhava nos colegas meninos para aprender a se tornar um adulto sociável, agora tem duas opções diante de si; diariamente. E, já enfraquecido pelo "pai fraco e a mãe forte", acaba por se identificar com as meninas e acaba por botar na cabeça que "ele sempre quis ser menina, desde pequenino"!!! E vice-versa com as meninas!  

O feminismo teve, sim grande parte de culpa nisso, porque arrancou a mãe de casa para trabalhar por outro homem só para se "libertar" do marido opressor; fez-lhe também perder o marido, e, depois, de marido em marido, com filhos de pais diferentes para criar, sozinha, contrariando a natureza, a pobre deixou de ser mulher para se transformar em uma caricatura grotesca de homem. Dai, a coisa virou uma bola de neve!  

Retomando do começo: que o meio possa influenciar é compreensível, mas que disso se tire que não existe uma diferença natural entre os sexos, somente um mentecapto poderia pensar assim!!! E nem precisa de experimentos empíricos - e já sabemos que foram feitos às dúzias, com sofrimentos indizíveis para as "cobaias" - para saber que uma tentativa de conceber a sexualidade humana ao nascer como se fosse uma tábula rasa é extraordinariamente idiota. Ou pura maldade. Sim, porque esses "pesquisadores" nórdicos podem até ser estúpidos, mas quem veicula essas lorotas como dogmas incontestáveis age de má fé, com más intenções e determinado a destruir a sociedade.  

Com quem finalidade? A NOM que o diga! Vamos à notícia! 

Giulia

* * *

Duríssimo golpe contra a "ideologia de gênero" nos países nórdicos



by Commodoro 

Harald_EiaO Conselho Intergovernamental de Cooperação Nórdico, do qual fazem parte Noruega, Suécia, Finlândia, Dinamarca e Islândia, decidiu deixar de financiar o Instituto Nórdico de Pesquisas de Gênero, o NIKK, após o jornalista, comediante e sociólogo, Harald Eia, rodar um longo, genial e devastador documentário, "Hjernevask" ("Lavagem de Cérebro"), que mostrou a manipulação e a falta de base científica da "ideologia de gênero", base "intelectual" do feminismo agressivo.

sábado, 10 de maio de 2014

CRISTANOFOBIA no Paraná: Querem expulsar Deus dos consultórios de Psicologia!!!

Editado em 22/05/2014, para incluir a informação sobre o resultado do processo: a psicóloga Marisa Lobo teve seu registro cassado (vide notícia). A Agenda Gay avança para destruir a sociedade brasileira porque os "bons" se calam, olham para o outro lado, não se manifestam por "respeito às diferenças"... Acordaremos em um País autoritário, onde ser normal, honesto, cristão vai ser PROIBIDO.


Marisa Lobo: Psicóloga acusada de usar o nome “Deus” em aconselhamentos será julgada dia 16.




O CRP (Conselho Regional de Psicologia) do Paraná intimou para uma audiência de julgamento a psicóloga Marisa Lobo (foto). Marisa é acusada por grupos LGBT´s de usar a religião em aconselhamentos aos homossexuais que lhe procuravam. O uso da religião e do nome "Deus" na orientação a paciente homossexual foi visto pelos gays como homofobia e por isso eles pedem a cassação do CRP de Marisa."

O julgamento vai ocorrer dias 16 deste mês. Marisa Lobo além de psicóloga é teóloga, missionária da Igreja Batista e conselheira pastoral e, por conta dessa formação religiosa, afirma que pode dar aconselhamento cristão a qualquer pessoa.

quinta-feira, 3 de abril de 2014

"Eu sou gay e quero me curar" - a Psicologia diz que é possível! Leia aqui.

Aconselhamento

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Existe um número muito grande de pessoas que voluntariamente buscam algum tipo de ajuda na internet.

Na área sexual o anonimato ajuda pessoas a se abrirem com maior facilidade.

Fakes ou reais, pessoas chegam aos montes e enxergam trabalhos de sexualidade como “consultórios” e ficam a espera de suas receitas.

Esses “consultórios” são de certo modo uma febre, na internet e você sempre encontra um com a porta aberta e a plaquinha de “Boas Vindas”.

Alguns sabendo disso, passam em vários “consultórios” escutando diversos tipos de direção (muitas vezes contrárias entre si) e acabam se confundindo ainda mais. E ao tentar cumprir todas, se perdem por excesso de direção e informações.

quinta-feira, 27 de março de 2014

Cura Gay: a quem interessa dizer que não é possível?

Aprendendo que Deus Realmente me Ama


Testemunho Rob G
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Eu não escolhi ser gay, nem nasci gay. Pelo contrário, minha atração para outros homens foi algo que desenvolveu no decorrer dos anos, com muitos fatores que contribuíram para seu desenvolvimento.

Quando era uma criança, eu não sabia que meu pai me amava. Ele ficava muito tempo longe no trabalho e eu não o via muito. Minha necessidade por amor e afirmação não foram preenchidas, mas ele não tinha intenção de me magoar; sentia-me rejeitado e me fechei em relação a ele para não ser mais magoado. É claro que isto não resolveu meu problema de não ter minhas necessidades preenchidas – eu ainda estava com um buraco em meu coração. E enquanto sentia que ele não me afirmava em meu desenvolvimento como homem, deixando-o de fora, significava que eu não tinha mais um homem adulto a quem me apegar e com quem me identificar.

Quando era criança, geralmente estava sempre de lado, no que os garotos eram interessados. De certa forma, isso era devido à simples geografia. Do jardim de infância até o colegial eu morava longe de minha escola e dos meus amigos de classe e isso limitava amizades e atividade depois da escola. Na maioria das vezes eu apenas ia pra casa e brincava de "Lego" ou lia livros em meu quarto. Mesmo na escola, devido a minha falta de interesse e habilidade em esportes, acabava brincando fora de campo ou em posição parecida na aula de ginástica. Por causa de frequentes mudanças, fui transferido de escolas cinco vezes, ficando em três delas por um ano, ou menos; era difícil fazer amigos quando todas as outras crianças já se conheciam por muitos anos.

Em outras palavras, o fato de viver na periferia da vida foi devido a uma coisa simples e complexa chamada abuso sexual, que no meu caso aconteceu por ser tocado sexualmente por um homem adulto “amigo da família” quando eu tinha cinco anos, e por ser violentado por três colegas no início de minha adolescência.

quinta-feira, 13 de março de 2014

Uma abordagem sobre a homossexualidade - Psicóloga Renate Jost de Moraes

O Inconsciente Fala

Amor o Grande Equívoco?


Renate Jost de Moraes

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Amor: palavra desgastada, desfigurada, banalizada. Em nossa atual mentalidade cientificista, o Amor perdeu o seu significado, o seu sentido, o seu lugar. Falar em Amor é motivar o descaso ou levar ao esboço de sorrisos maliciosos de conotação puramente sexual, que destroem a essência para limitar a vivência deste Amor a um "fazer" exteriorizado, vazio, apenas físico. Considera-se o Amor como algo poético, sentimental, próprio do adolescente imaturo, povoado de ilusões, indigno de merecer a "seriedade" de uma abordagem científica, a não ser sob seu aspecto apenas fisiológico, no qual se quer resumir todo este Amor.

Paradoxalmente, essa mesma ciência permite hoje que se chegue à interioridade profunda do ser humano, pela pesquisa de campo inconsciente (ADI), e que se comprove, assim, indubitavelmente, que tudo, todo o segredo de bem-estar, saúde, equilíbrio de humanidade, se assenta sobre uma única pedra fundamental, que é exatamente o Amor. Prova-nos, por outro lado, este inconsciente, que todos os males, as violências, os desatinos, as guerras, as doenças individuais e sexuais, os problemas psicológicos e mentais, se originam em última análise, do desamor.

A mesma ciência fisicista mostra-nos que neste processo de interiorização se encontra uma luz e que esta luz é aconchego e Amor. Mostra, em oposição, a outra face, o desamor, sempre percebido pelo paciente como frio que apavora, que faz tremer e é visualizado como escuridão. Uma vez dentro da luz, o paciente vê a fonte em outra luz maior e, com simplicidade, a identifica com Deus, Deus que é Amor, como diz São João. Assim, o ser humano sente-se amado na primeira instância de seu existir, na concepção, ainda antes da concretização física de si mesmo. E quem assim é amado, é capaz de amar, ainda que outras circunstâncias sejam adversas neste momento ou, ainda, que os pais, ao gerarem o filho, demonstrem não se amar.

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