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sexta-feira, 7 de agosto de 2015

A DOUTRINA FRANCISIQUISTA ACERCA DA INDISSOLUBILIDADE DO MATRIMÔNIO E DO "DIREITO INALIENÁVEL DE QUALQUER UM À COMUNHÃO"

A DOUTRINA FRANCISIQUISTA ACERCA DA INDISSOLUBILIDADE DO MATRIMÔNIO E DO "DIREITO INALIENÁVEL DE QUALQUER UM À COMUNHÃO"



Em 24 de abril de 2014, o Pe. Federico Lombardi, porta-voz do Vaticano, se deu ao trabalho de dizer publicamente que Francisco não havia autorizado a comunhão aos divorciados, fato que veio à tona por causa de mais um de seus telefonemas midiáticos, desta feita a uma divorciada em "segunda união". Dizia Pe. Lombardi: os "telefonemas aconteceram no âmbito das relações pessoais pastorais do Papa Francisco. Não se tratando absolutamente de atividade pública do Papa, não são de esperar informações ou comentários por parte da Sala de Imprensa. O que foi difundido a este propósito, saindo do âmbito próprio das relações pessoais e sua amplificação midiática consequente, não tem confirmação e é fonte de mal entendido e confusão. É por isso que se deve evitar deduzir desta circunstância consequências no que diz respeito ao ensinamento da Igreja" (Cf. aqui). Como se o Papa pudesse ter uma opinião particular contrária à Doutrina Católica!!! 

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Não passará? Mas a democracia já está na Igreja de Francisco!

Alguém se lembra daquele questionário com 38 perguntas que Francisco enviou a todos os bispos do mundo, para, em tese, aparelhar melhor o Sínodo Extraordinário sobre a Família em Outubro próximo? Aquele questionário é a prova tangível de um “golpe de Estado” na Igreja, ou seja, a instalação da democracia, o governo do povo.

Outro indício da democracia na Igreja poderia ser o caso da CEI, a Conferência Episcopal Italiana, que pretende modificar seus estatutos e “corrigir uma anomalia histórica” “permitindo” que ela própria eleja seu presidente e seu secretário-geral, pois ambos os cargos eram decididos diretamente pelo Papa, diferentemente do que acontece no resto do mundo. Ou, também, quando nomeou oito cardeais para consultoria pessoal e justificou assim: "este grupo outsider, não é uma decisão simplesmente - sic! - minha, mas é fruto da vontade dos cardeais, tal como foi expressa nas Congregações Gerais antes do Conclave. E quero que seja uma consulta real, não formal". Alguém ainda tem dúvidas sobre a democracia na Igreja de Francisco? 


Mas esse é outro assunto.

Sinais dessa "democracia" começaram a aparecer com a escandalosa divulgação e que Francisco pensa seriamente em permitir o casamento de católicos já casados – ou seja, aqueles católicos que se arrependeram de ter casado com tal cônjuge e resolvem casar com outro – e, pior ainda, permitir-lhes o acesso ao Sacramento da Eucaristia!!! Como se fossem assuntos diferentes, como se pudesse haver dentro da Igreja uma classe de católicos, verdadeiramente católicos, que não pudessem receber os Sacramentos e... tudo bem!

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